SANDRA OLIVEIRA,
sandra.oliveira@esg.ipsantarem.pt
SUSANA LEAL, susana.leal@esg.ipsantarem.pt
A INTENÇÃO
EMPREENDEDORA
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SUMÁRIO
Introdução
Enquadramento teórico e
hipóteses
Método
Resultados
Conclusão
INTRODUÇÃO
Objetivo geral:
Estudar os antecedentes de Intenção Empreendedora
(IE) dos estudantes do Ensino Superior.
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INTRODUÇÃO
Que se tenha conhecimento, nenhum estudo
considera o LCE enquanto moderador na relação
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E HIPÓTESES
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Planeado (TCP) (Ajzen, 1991, 2011), a IE é
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Daí que se proponha:
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Norma subjetiva
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MÉTODO
Amostra e procedimentos
Amostra:
62 estudantes do ensino superior português
 67,7% são mulheres
 71% frequentam o...
MÉTODO
Instrumentos de medida
Atitude pessoal face ao empreendedorismo (=0,85)
• 5 itens - Liñán e Chen (2009)
• Ex: A ca...
RESULTADOS
Intenção empreendedora
Modelo 1 Modelo 2 Modelo 3 Modelo 4
VARIÁVEIS DE CONTROLO
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RESULTADOS
Intenção empreendedora
Modelo 1 Modelo 2 Modelo 3 Modelo 4
VARIÁVEIS DE CONTROLO
Idade -0,286* -0,202 -0,262* -...
RESULTADOS
Intenção empreendedora
Modelo 1 Modelo 2 Modelo 3 Modelo 4
VARIÁVEIS DE CONTROLO
Idade -0,286* -0,202 -0,262* -...
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Intenção empreendedora
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VARIÁVEIS DE CONTROLO
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CONCLUSÃO
 A IE dos estudantes é positivamente influenciada
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 O LCE mo...
CONCLUSÃO
Contributos
Melhor definição do perfil de competências a
desenvolver nos estudantes do ensino superior,
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CONCLUSÃO
Limitações
 Outras variáveis antecedentes podem igualmente
explicar a IE dos estudantes .
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A intenção empreendedora dos estudantes análise dos seus antecedentes sandra oliveira; susana leal

  1. 1. SANDRA OLIVEIRA, sandra.oliveira@esg.ipsantarem.pt SUSANA LEAL, susana.leal@esg.ipsantarem.pt A INTENÇÃO EMPREENDEDORA DOS ESTUDANTES: UMA ANÁLISE AOS SEUS ANTECEDENTES I Jornadas do Empreendedorismo 8 de Abril de 2015 Coimbra
  2. 2. SUMÁRIO Introdução Enquadramento teórico e hipóteses Método Resultados Conclusão
  3. 3. INTRODUÇÃO Objetivo geral: Estudar os antecedentes de Intenção Empreendedora (IE) dos estudantes do Ensino Superior. Objetivos específicos: (a) estudar a atitude pessoal, a norma subjetiva e o comportamento de controlo percebido enquanto antecedentes da Intenção Empreendedora (IE); (b) compreender em que medida esta relação é moderada pelo Locus de Controlo para o Empreendedorismo (LCE) dos indivíduos.
  4. 4. INTRODUÇÃO Que se tenha conhecimento, nenhum estudo considera o LCE enquanto moderador na relação entre as variáveis antecedentes estudadas e a IE conferindo, dessa forma, originalidade ao trabalho realizado.
  5. 5. ENQUADRAMENTO TEÓRICO E HIPÓTESES Considerando a Teoria do Comportamento Planeado (TCP) (Ajzen, 1991, 2011), a IE é influenciada por: Atitude pessoal face ao empreendedorismo  Corresponde ao quanto um indivíduo faz uma avaliação pessoal positiva ou negativa relativamente a ser empreendedor (Liñán & Chen, 2009). Norma subjetiva  Mede a perceção social para adotar (ou não) comportamentos empreendedores (Liñán & Chen, 2009). Comportamento de controlo percebido  Corresponde à perceção de facilidade ou dificuldade de alguém se tornar empreendedor (Liñán & Chen, 2009).
  6. 6. ENQUADRAMENTO TEÓRICO E HIPÓTESES Pesquisa passada revelou que os indivíduos empreendedores tendem a possuir um locus de controlo interno (Dinis et al., 2013; Schjoedt & Shaver, 2012).  O locus de controlo é um traço de personalidade e corresponde ao quanto uma pessoa acredita que os acontecimentos que vivencia são por ela controláveis ou não (Rotter, 1954).
  7. 7. ENQUADRAMENTO TEÓRICO E HIPÓTESES Daí que se proponha: Atitude pessoal Norma subjetiva Comportamento de controlo percebido Intenção empreendedora Locus controlo para empreendedorismo VARIÁVEIS DE CONTROLO Idade Género Experiência de autoemprego Experiência profissional Existência de negócios na família Ter formação em empreendedorismo H1 H2 H3 H4a, H4b, H4c
  8. 8. MÉTODO Amostra e procedimentos Amostra: 62 estudantes do ensino superior português  67,7% são mulheres  71% frequentam o curso de licenciatura em Gestão de Empresas  40,3% são trabalhadores estudantes  idade média: 26,16 anos (DP: 8,49)  apenas 4,8% já possuiu ou possui um negócio próprio  77,4% possui familiares ou amigos próximos que criaram o seu próprio negócio. Procedimentos: 2 momentos de recolha de dados:  Variáveis independentes e moderadora – no início do semestre  Variáveis de controlo e variável dependente – seis meses depois Para evitar problemas relacionados com a variância do método comum.
  9. 9. MÉTODO Instrumentos de medida Atitude pessoal face ao empreendedorismo (=0,85) • 5 itens - Liñán e Chen (2009) • Ex: A carreira de empreendedor é atrativa para mim Norma subjetiva (=0,80) • 3 questões - Liñán e Chen (2009) • Ex: Se decidir criar a sua empresa a sua família próxima aprovaria essa decisão?Comportamento de controlo percebido (=0,89) • 6 itens - Liñán e Chen (2009) • Ex: Criar uma empresa e mantê-la em funcionamento seria fácil para mimLocus de controlo para o empreendedorismo (=0,79) • 3 itens - Schjoedt e Shaver (2012) • Ex: Quando consigo o que quero é, geralmente, porque trabalho arduamente para issoIntenção empreendedora (=0,96) • 6 itens - Liñán e Chen (2009) • Ex: O meu objetivo profissional é tornar-me empreendedor Os dados foram submetid os a uma AFE.
  10. 10. RESULTADOS Intenção empreendedora Modelo 1 Modelo 2 Modelo 3 Modelo 4 VARIÁVEIS DE CONTROLO Idade -0,286* -0,202 -0,262* -0,197* Género 0,088 0,097 0,142 0,179* Experiência profissional 0,330* 0,254* 0,241* 0,181 Experiência de autoemprego 0,109 -0,046 -0,069 -0,120 Existir negócios na família 0,106 -0,110 -0,139 -0,132 Formação em empreendedorismo 0,133 -0,029 0,006 0,010 0,485** 0,548** 0,248* 0,205 -0,069 0,014 0,246* 0,391** 0,594 -0,605* 0,280 R2 0,189 0,630 0,661 0,738 R2 Ajustado 0,100 0,566 0,594 0,667 R2 Change 0,189 0,442** 0,03* 0,078** F 2,134 9,851** 9,928** 19,410** Notas. * p<0,05; ** p<0,01. a Variáveis centradas.
  11. 11. RESULTADOS Intenção empreendedora Modelo 1 Modelo 2 Modelo 3 Modelo 4 VARIÁVEIS DE CONTROLO Idade -0,286* -0,202 -0,262* -0,197* Género 0,088 0,097 0,142 0,179* Experiência profissional 0,330* 0,254* 0,241* 0,181 Experiência de autoemprego 0,109 -0,046 -0,069 -0,120 Existir negócios na família 0,106 -0,110 -0,139 -0,132 Formação em empreendedorismo 0,133 -0,029 0,006 0,010 VARIÁVEIS INDEPENDENTES Atitude pessoal a 0,527** 0,485** 0,548** Comportamento de controlo percebido a 0,336** 0,248* 0,205 Norma subjetiva a -0,020 -0,069 0,014 0,246* 0,391** 0,594 -0,605* 0,280 R2 0,189 0,630 0,661 0,738 R2 Ajustado 0,100 0,566 0,594 0,667 R2 Change 0,189 0,442** 0,03* 0,078** F 2,134 9,851** 9,928** 19,410** Notas. * p<0,05; ** p<0,01. a Variáveis centradas.
  12. 12. RESULTADOS Intenção empreendedora Modelo 1 Modelo 2 Modelo 3 Modelo 4 VARIÁVEIS DE CONTROLO Idade -0,286* -0,202 -0,262* -0,197* Género 0,088 0,097 0,142 0,179* Experiência profissional 0,330* 0,254* 0,241* 0,181 Experiência de autoemprego 0,109 -0,046 -0,069 -0,120 Existir negócios na família 0,106 -0,110 -0,139 -0,132 Formação em empreendedorismo 0,133 -0,029 0,006 0,010 VARIÁVEIS INDEPENDENTES Atitude pessoal a 0,527** 0,485** 0,548** Comportamento de controlo percebido a 0,336** 0,248* 0,205 Norma subjetiva a -0,020 -0,069 0,014 VARIÁVEL MODERADORA Locus de controlo para empreendedorismo a 0,246* 0,391** 0,594 -0,605* 0,280 R2 0,189 0,630 0,661 0,738 R2 Ajustado 0,100 0,566 0,594 0,667 R2 Change 0,189 0,442** 0,03* 0,078** F 2,134 9,851** 9,928** 19,410** Notas. * p<0,05; ** p<0,01. a Variáveis centradas.
  13. 13. RESULTADOS Intenção empreendedora Modelo 1 Modelo 2 Modelo 3 Modelo 4 VARIÁVEIS DE CONTROLO Idade -0,286* -0,202 -0,262* -0,197* Género 0,088 0,097 0,142 0,179* Experiência profissional 0,330* 0,254* 0,241* 0,181 Experiência de autoemprego 0,109 -0,046 -0,069 -0,120 Existir negócios na família 0,106 -0,110 -0,139 -0,132 Formação em empreendedorismo 0,133 -0,029 0,006 0,010 VARIÁVEIS INDEPENDENTES Atitude pessoal a 0,527** 0,485** 0,548** Comportamento de controlo percebido a 0,336** 0,248* 0,205 Norma subjetiva a -0,020 -0,069 0,014 VARIÁVEL MODERADORA Locus de controlo para empreendedorismo a 0,246* 0,391** EFEITO DE INTERAÇÃO Atitude pessoal a X Locus controlo a 0,594 Comportamento de controlo percebido a X Locus controlo a -0,605* Norma subjetiva a X Locus controlo a 0,280 R2 0,189 0,630 0,661 0,738 R2 Ajustado 0,100 0,566 0,594 0,667 R2 Change 0,189 0,442** 0,03* 0,078** F 2,134 9,851** 9,928** 19,410** Notas. * p<0,05; ** p<0,01. a Variáveis centradas. H1  H2  H3  H4a  H4c  H4 b 
  14. 14. RESULTADOS: Efeito moderador do LCE -1.2 -1 -0.8 -0.6 -0.4 -0.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Locus de controlo baixo (M-1DP) Intençãoempreendedora Comportamento de controlo baixo (M-1DP) Comportamento de controlo alto (M+1DP) Nos estudantes com LCE baixo, quanto > o comportamento de controlo > a IE. Nos estudantes com LCE alto, quanto > o comportamento de controlo < a IE. (a) os indivíduos que têm dúvidas quanto à sua capacidade de fazer aquilo a que se propõem e igualmente a perceção de que é difícil tornar-se empreendedor são os indivíduos com mais (b) os indivíduos que têm dúvidas quanto à sua capacidade de fazer aquilo a que se propõem mas percecionam que é fácil tornar-se empreendedor apresentam um nível moderado a alto de IE (c) os indivíduos que confiam na sua capacidade de implementar os planos que desenham e simultaneamente têm consciência de que é difícil ser empreendedor apresentam os mais altos níveis de IE (d) os indivíduos que confiam na sua capacidade de implementar os planos que desenham e adicionalmente têm fraca consciência de quão difícil é ser
  15. 15. CONCLUSÃO  A IE dos estudantes é positivamente influenciada pela sua atitude pessoal face ao empreendedorismo.  O LCE modera a relação entre o comportamento de controlo percebido e a IE. Ao contrário do esperado, a existência de negócios na família e a formação em empreendedorismo não exercem influência significativa na IE dos estudantes.
  16. 16. CONCLUSÃO Contributos Melhor definição do perfil de competências a desenvolver nos estudantes do ensino superior, para aumentar as suas IE.  Ajuda a compreender por que a relação entre as variáveis não é sempre a mesma: estudantes com perfis distintos, nomeadamente no que concerne ao LCE, podem atuar de forma diversa.
  17. 17. CONCLUSÃO Limitações  Outras variáveis antecedentes podem igualmente explicar a IE dos estudantes .  Pouca diversidade da amostra.  Não se analisou o efeito indireto da norma subjetiva na IE.  Uso de uma metodologia exclusivamente quantitativa.  Resultados de uma única cultura.
  18. 18. SANDRA OLIVEIRA, sandra.oliveira@esg.ipsantarem.pt SUSANA LEAL, susana.leal@esg.ipsantarem.pt A INTENÇÃO EMPREENDEDORA DOS ESTUDANTES: UMA ANÁLISE AOS SEUS ANTECEDENTES I Jornadas do Empreendedorismo 8 de Abril de 2015 Coimbra MUITO OBRIGADA!

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