O modelo ateniense
Uma cultura aberta à cidade
A cultura na Grécia Antiga
Fator de integração social que
promovia a educação do
cidadão para o desempenho de
um papel ati...
Manifestações cívico-religiosas - 1
 Os oráculos
 Demonstram a forte religiosidade dos gregos e a sua grande
ligação aos...
 As festividades
Panateneias
Em honra da deusa Atena (protetora da cidade), eram anuais
e incluíam atividades musicais,...
 O teatro
É uma importante manifestação cívica de carácter religioso.
Tem origem nas festividades das Grandes Dionísias...
O Teatro (enquanto edificação)
Teatro de Dionísio - Atenas Planta geral de um teatro grego
 Os jogos
Organizados para homenagear os deuses, durante a sua
realização faziam-se tréguas para permitir a participação...
Os Jogos Olímpicos
 Realizavam-se de quatro em quatro anos em honra de Zeus e do herói
Hércules, seu criador.
 A sua imp...
Provas desportivas – alguns exemplos
Corrida de carros - quadriga Pancrácio
Lançamento do
disco
Corrida
Educação - 1
 Tinha como objetivo proporcionar uma formação
global aos jovens.
 As crianças eram criadas pelas mães até,...
 A partir dos 14 anos os rapazes passavam a frequentar o
ginásio, onde se dedicavam a uma forte preparação
física, aprend...
A arte - arquitetura
 O racionalismo e humanismo gregos refletiram-se na
arquitetura através da procura do equilíbrio, da...
Arquitetura – ordens arquitetónicas
Dórica Jónica Coríntia
 Dórica – colunas com arestas vivas, que assentavam
diretamente no estilóbato, sem base. O capitel era simples; o
friso e...
O Pártenon – expoente da arquitetura
 Apresenta o humanismo e o ideal de beleza e perfeição.
 Os escultores gregos procuravam a beleza física ideal, valoriza...
Dois marcos na escultura:
Policleto, O Dorífero c.450 a.C. Míron, O Discóbolo c. 450 a.C.
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Dedicado aos alunos de 10.º ano no âmbito do módulo do modelo ateniense, versa as questões culturais.

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O modelo ateniense uma cultura aberta à cidade

  1. 1. O modelo ateniense Uma cultura aberta à cidade
  2. 2. A cultura na Grécia Antiga Fator de integração social que promovia a educação do cidadão para o desempenho de um papel ativo na vida adulta EducaçãoManifestações cívico-religiosas oráculos festividades teatro jogos
  3. 3. Manifestações cívico-religiosas - 1  Os oráculos  Demonstram a forte religiosidade dos gregos e a sua grande ligação aos deuses  Constituíam as respostas dos deuses dadas através dos sacerdotes que as transmitiam de forma ambígua, permitindo várias interpretações  Os oráculos eram consultados frequentemente quando existia a necessidade de tomar decisões importantes  Os mais famosos eram os do Templo de Delfos, onde se dirigiam políticos e militares de toda a Grécia
  4. 4.  As festividades Panateneias Em honra da deusa Atena (protetora da cidade), eram anuais e incluíam atividades musicais, poéticas e desportivas. As Grande Panateneias (quadrienais) culminavam com uma procissão ao templo da deusa, na Acrópole, onde lhe era oferecido um manto bordado pelas raparigas das melhores famílias da cidade. Dionísias Em honra do deus Dionísio (deus do vinho), eram anuais, ocorrendo no mês de março, estando relacionadas com a celebração da primavera. As cerimónias envolviam sacrifícios, exposição de tributos das cidades aliadas de Atenas e representações teatrais Manifestações cívico-religiosas - 2
  5. 5.  O teatro É uma importante manifestação cívica de carácter religioso. Tem origem nas festividades das Grandes Dionísias. Representava-se ao ar livre, em construções edificadas para o efeito. Divide-se em dois géneros: tragédia – em que se representavam dramas da vida dos deuses e dos heróis e que refletiam a submissão dos homens ao destino determinado pelos deuses. Os principais autores foram Ésquilo, Sófocles e Eurípides. comédia – em que se ridicularizavam cenas do dia a dia e episódios da política. O principal autor foi Aristófanes Manifestações cívico-religiosas - 3
  6. 6. O Teatro (enquanto edificação) Teatro de Dionísio - Atenas Planta geral de um teatro grego
  7. 7.  Os jogos Organizados para homenagear os deuses, durante a sua realização faziam-se tréguas para permitir a participação de todos os gregos nos jogos. Constituíam um elemento de união entre todos os gregos. Eram um importante fator de desenvolvimento das manifestações culturais. Realizavam-se em várias cidades, contudo os mais importantes eram os de Olímpia (Jogos Olímpicos) e os de Delfos (Jogos Píticos). O esforço dos atletas era considerado uma forma de homenagear os deuses. Manifestações cívico-religiosas - 4
  8. 8. Os Jogos Olímpicos  Realizavam-se de quatro em quatro anos em honra de Zeus e do herói Hércules, seu criador.  A sua importância foi tão grande que os gregos datavam os acontecimentos da sua história a partir de 776 a.C. – data dos primeiros Jogos Olímpicos.  Neles tinham lugar várias modalidades: corridas de carros e cavalos; corridas a pé; luta; pugilato; pancrácio (luta e pugilato) e o pentatlo (conjunto de cinco provas – corrida; lançamento do dardo; lançamento do disco; salto em comprimento e luta).  De todas as provas o pentatlo era a mais importante sendo o seu vencedor considerado um herói.  O prémio atribuído aos vencedores era uma coroa de ramos de oliveira. Obtinham Também o reconhecimento por parte dos seus concidadãos e passavam a ser protegidos pela sua cidade.
  9. 9. Provas desportivas – alguns exemplos Corrida de carros - quadriga Pancrácio Lançamento do disco Corrida
  10. 10. Educação - 1  Tinha como objetivo proporcionar uma formação global aos jovens.  As crianças eram criadas pelas mães até, aos 7 anos, no Gineceu.  A partir dos 7 anos as raparigas continuavam no Gineceu, enquanto os rapazes passavam a frequentar a escola, até aos 14 anos, sendo acompanhados por:  Um pedagogo – escravo culto que controlava a educação  Um gramático – ensinava leitura, escrita e cálculo.  Um pedótriba – responsável pela educação física e preparação do corpo.  Um citarista – encarregue do canto, música e poesia.
  11. 11.  A partir dos 14 anos os rapazes passavam a frequentar o ginásio, onde se dedicavam a uma forte preparação física, aprendiam matemática e filosofia.  O desenvolvimento da democracia e da participação na política levou ao aparecimento dos sofistas – indivíduos que se faziam pagar para transmitirem conhecimentos de gramática, retórica e dialética.  A educação completava-se com a participação na vida cívica da cidade. Educação - 2
  12. 12. A arte - arquitetura  O racionalismo e humanismo gregos refletiram-se na arquitetura através da procura do equilíbrio, da harmonia e da proporção.  A arquitetura incluiu a construção de templos (as construções mais importantes); estádios; teatros e pórticos. O templo grego
  13. 13. Arquitetura – ordens arquitetónicas Dórica Jónica Coríntia
  14. 14.  Dórica – colunas com arestas vivas, que assentavam diretamente no estilóbato, sem base. O capitel era simples; o friso era dividido em métopas e tríglifos. Os templos tinham um aspeto robusto.  Jónica – colunas de arestas vivas que assentavam numa base. O capitel tinha volutas; o friso era contínuo. Os templos eram elegantes e graciosos.  Coríntia – era uma variante da jónica. Tinha um capitel decorado com folhas de acanto. As colunas podiam ser substituídas por figuras femininas (cariátides) ou masculinas (atlas) Arquitetura – ordens arquitetónicas - características
  15. 15. O Pártenon – expoente da arquitetura
  16. 16.  Apresenta o humanismo e o ideal de beleza e perfeição.  Os escultores gregos procuravam a beleza física ideal, valorizando o corpo humano e procurando a perfeição (idealismo)  Representa deuses, heróis ou atletas, tendo sempre como temática a figura humana.  Respeita o cânone (regras de proporcionalidade), que surge com o Dorífero, de Policleto.  Por sua vez o Discóbolo, de Míron, consegue captar o movimento do lançador do disco, através do relevo dos músculos.  No final do séc. IV a.C. surge o naturalismo (representação real do corpo, com perfeições e defeitos, alegrias e tristezas. A arte - escultura
  17. 17. Dois marcos na escultura: Policleto, O Dorífero c.450 a.C. Míron, O Discóbolo c. 450 a.C.

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