Marilena Chauí
Vida e obra!
As pessoas que, desgostosas e decepcionadas, não querem ouvir
falar em política, recusam-se a participar de atividades soc...
Vida
Marilena de Souza Chauí (Pindorama, 4 de setembro de 1941) é professora de filosofia, historiadora de
filosofia brasi...
Desejo é relação entre seres humanos carentes. Por isso amamos
até à loucura e odiamos até a morte: nosso ser está em jogo...
Polêmica
Em 2013 causou polêmica em uma palestra em São Paulo ao afirmar que a
chamada "nova classe média" brasileira é fa...
Os animais são seres naturais; os humanos, seres culturais.
Marilena Chauí
Alguns prêmios e títulos
1992 - Ordre des Palmes Académiques, Presidência da República da França.
1994 - Prêmio Jabuti - p...
“Eu conheço Deus. Eu não acredito nele. Acreditar em Deus é
esperar que ele se revele através dos textos sagrados. Conhecê...
Livros
Chauí é autora de vários livros, dentre os quais se destacam:
"Repressão Sexual",
"Da Realidade sem Mistérios ao Mi...
"A alegria é o que sentimos quando percebemos o aumento de
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  1. 1. Marilena Chauí Vida e obra!
  2. 2. As pessoas que, desgostosas e decepcionadas, não querem ouvir falar em política, recusam-se a participar de atividades sociais que possam ter finalidade ou cunho políticos, afastam-se de tudo quanto lembre atividades políticas, mesmo tais pessoas, com seu isolamento e sua recusa, estão fazendo política, pois estão deixando que as coisas fiquem como estão e, portanto, que a política existente continue tal qual é. A apatia social é, pois, uma forma passiva de fazer política. Marilena Chauí
  3. 3. Vida Marilena de Souza Chauí (Pindorama, 4 de setembro de 1941) é professora de filosofia, historiadora de filosofia brasileira e membro da ala mais radical do Partido dos Trabalhadores. É filha do jornalista Nicolau Alberto Chauí, de origem árabe,1 e da professora Laura de Souza Chauí. Foi casada com o jornalista José Augusto de Mattos Berlinck (1938), com quem teve dois filhos - José Guilherme e Luciana. Atualmente é casada com Michael Hall, historiador e professor da Unicamp. Professora titular de Filosofia Política e História da Filosofia Moderna da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), é mestre (1967, com Merleau-Ponty e a crítica do humanismo, sob a orientação do professor Bento Prado de Almeida Ferraz Júnior), doutora (1971, com Introdução à leitura de Espinosa, sob a orientação da professora Gilda Rocha de Mello e Souza) e livre docente de Filosofia (1977, com A nervura do real: Espinosa e a questão da liberdade) pela USP. Além de extensa produção acadêmica, Marilena também publicou livros paradidáticos de Filosofia, voltados sobretudo para o público jovem ou não especializado. Seu livro O que é Ideologia (Ed. Brasiliense, Coleção Primeiros Passos), foi selecionado pelo Ministério da Educação e Cultura como livro didático obrigatório na rede pública de ensino, tornando-se desta forma um best-seller com mais de cem mil exemplares vendidos2 , bastante acima da média de vendas dos livros não didáticos no Brasil. Foi Secretária Municipal de Cultura de São Paulo, de 1989 a 1992, durante a administração de Luiza Erundina. (1988-1992). Continua ligada ao Partido dos Trabalhadores (PT) e considera que a experiência à frente da Secretaria da Cultura do Município de São Paulo foi de extrema importância para tornar o trabalho ainda mais sintonizado com a realidade e os problemas nacionais.
  4. 4. Desejo é relação entre seres humanos carentes. Por isso amamos até à loucura e odiamos até a morte: nosso ser está em jogo em cada e em todos os afetos. Desejo é paixão,diziam os clássicos. Marilena Chauí
  5. 5. Polêmica Em 2013 causou polêmica em uma palestra em São Paulo ao afirmar que a chamada "nova classe média" brasileira é fascista. Segundo ela, "(...) a classe média é uma abominação política, porque é fascista, é uma abominação ética porque é violenta e é uma abominação cognitiva porque é ignorante. Fim".
  6. 6. Os animais são seres naturais; os humanos, seres culturais. Marilena Chauí
  7. 7. Alguns prêmios e títulos 1992 - Ordre des Palmes Académiques, Presidência da República da França. 1994 - Prêmio Jabuti - para Convite à Filosofia', como melhor livro didático, Câmara Brasileira do Livro. 1995 - Ordem do Mérito, Ministério da Educação e Cultura da República Árabe da Síria. 1999 - Prêmio Sérgio Buarque de Holanda - melhor livro brasileiro de ensaios, 'A nervura do real', Biblioteca Nacional. 2000 - Prêmio Jabuti para o melhor livro brasileiro de humanidades, A nervura do real, Câmara Brasileira do Livro. 2000 - Prêmio Multicultural Estadão - pela obra cultural e filosófica e pelo livro 'Nervura do real', O Estado de São Paulo. 2003 - Título de Doctor Honoris Causa da Universidade de Paris VIII - França. 2004 - Título de Doctor Honoris Causa, Universidad Nacional de Córdoba - Argentina.
  8. 8. “Eu conheço Deus. Eu não acredito nele. Acreditar em Deus é esperar que ele se revele através dos textos sagrados. Conhecê-lo é exercer o trabalho de pensamento na direção de conhecer a estrutura do universo, do modo de realização.” Marilena Chaui
  9. 9. Livros Chauí é autora de vários livros, dentre os quais se destacam: "Repressão Sexual", "Da Realidade sem Mistérios ao Mistério do Mundo", "Brasil: Mito Fundador e Sociedade Autoritária", "Professoras na Cozinha" (com Laura de Souza Chauí) "Introdução à História da Filosofia", "Experiência do Pensamento", "Escritos Sobre a Universidade", "Filosofia: Volume Único", "Convite à Filosofia", "O que é Ideologia' 1980'", "Política em Espinosa" , "A Nervura do Real'1999'", "Espinosa: Uma Filosofia de Liberdade", "Cidadania Cultural", "Simulacro e poder".
  10. 10. "A alegria é o que sentimos quando percebemos o aumento de nossa realidade, isto é, de nossa força interna e capacidade para agir. Aumento de pensamento e de ação, a alegria é caminho da autonomia individual e política. A tristeza é o que sentimos ao perceber a diminuição de nossa realidade, de nossa capacidade para agir, o aumento de nossa impotência e a perda da autonomia. A tristeza é o caminho da servidão individual e política, sendo suas formas mais costumeiras o ódio e o medo recíprocos. " Marilena Chauí

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