Joana costa tp 1 – trabalho prático www

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Joana costa tp 1 – trabalho prático www

  1. 1. PÓS-GRADUAÇÃO EM TECNOLOGIAS DA INFORMÁTICA E COMUNICAÇÃO 2011/2012Trabalho Prático 1 – World Wide Web Aluna: Joana Maria Dias da Costa, nº 3718 Trabalho Prático 1 – World Wide Web
  2. 2. ÍndiceArquitetura cliente/servidor da WWW 3 Conceitos: 3 Vantagens5 Desvantagens6Modelos de Arquitetura Cliente Servidor7 HTML 10 XML11Identificadores das Hiperligações13 URL13 URN13Conclusão14Bibliografia15 Trabalho Prático 1 – World Wide Web
  3. 3. Arquitetura cliente/servidor da WWW A arquitetura Cliente/Servidor é hoje uma das tecnologias mais utilizadas emambientes corporativos. Substituindo a arquitetura muito rígida que eram os sistemasenvolvendo mainframes. Em ambientes corporativos, o compartilhamento de dados eraresolvido através da utilização de mainframes com vários terminais interligados entreeles. Estas estruturas, além de serem muito caras, era muito rígidas.Com o aumentodo poder de processamento dos microcomputadores, os fabricantes de programaspara micros começaram a desenvolver banco de redes cada vez mais poderosos,sistemas operacionais mais rápidos e flexíveis, redes locais (LANS - Local AreaNetworks) e redes amplas (WANs - Wide Area Networks). Esta arquitetura mostrou-semais flexível devido a utilização dos micros em rede, cada vez mais complexos eversáteis, com o compartilhamento de recursos de cada uma das máquinas.Conceitos:“É uma arquitetura onde o processamento da informação é dividido em módulos ouprocessos distintos. Um processo é responsável pela manutenção da informação(Servidor), enquanto que outro é responsável pela obtenção dos dados (Cliente)”.BATTISTI, (2001, pág. 38).Arquitetura Cliente/ServidorÉ uma arquitetura de rede, onde existem dois módulos básicos na rede: o Servidor eos Clientes. O Servidor é alguma máquina de rede que é responsável por servir osClientes da rede com aquilo que é solicitado. Clientes são as máquinas quesolicitaram informações que estarão contidas no Servidor. É no servidor quenormalmente ficam os sistemas mais pesados da rede, tais como o banco de dados.As máquinas clientes são menos poderosas, pois não rodam aplicativos que requeremtantos recursos da máquina. O importante numa máquina na arquiteturaCliente/Servidor não é que todas as máquinas sejam do mesmo fabricante ou domesmo tipo. O que realmente é importante, é o fato de todas as máquinas poderem seinterligar pela rede, com o mesmo tipo de protocolo de acesso (TCP/IP, NetBEUI) Trabalho Prático 1 – World Wide Web
  4. 4.  O termo Cliente/Servidor refere-se ao método de distribuição de aplicaçõescomputacionais através de muitas plataformas. Tipicamente essas aplicações estãodivididas entre um provedor de acesso e uma central de dados e numerosos clientescontendo uma interface gráfica para usuários para ceder e manipular dados. Cliente/Servidor geralmente refere-se a um modelo onde dois ou maiscomputadores interagem de modo que um oferece os serviços aos outros. Estemodelo permite aos usuários acederem a informações e serviços de qualquer lugar. Cliente/Servidor é uma arquitetura computacional que envolve requisições deserviços de clientes para servidores. Uma rede Cliente/Servidor é uma extensão lógicada programação modular. Uma representação gráfica deste tipo de arquitetura seria a seguinte.Este tipo de arquitetura é a mais utilizada atualmente, devido ao fato de ser a maisavançada e a que melhor evoluiu nestes últimos anos.Podemos dizer que esta arquitetura necessita três tipos de software para seu corretofuncionamento: Trabalho Prático 1 – World Wide Web
  5. 5. •Software de gerenciamento de dados: Este software encarrega-se da manipulação egerenciamento de dados armazenados e requeridos pelas diferentes aplicações.Normalmente este software hospeda-se no servidor.•Software de desenvolvimento: este tipo de software hospeda-se nos clientes e sónaqueles que se dediquem ao desenvolvimento de aplicações.•Software de interação com os usuários: Também reside nos clientes e é a aplicaçãográfica de usuário para a manipulação de dados, sempre é claro, a nível de usuário(consultas principalmente).A parte destes existem mais aplicações software para o correto funcionamento destaarquitetura, mas já estão condicionados pelo tipo de sistema operacional instalado edo tipo de rede na qual se encontra,De entre as muitas vantagens da arquitetura Cliente/Servidor pode-se citar:(SALEMI,1993)Vantagens• ConfiabilidadeSe uma máquina apresenta algum problema, ainda que seja um dos Servidores, partedo Sistema continua ativo.• Matriz de Computadores agregando capacidade de processamentoA arquitetura Cliente / Servidor provê meios para que as tarefas sejam feitas sem amonopolização dos recursos. Usuários finais podem trabalhar localmente.• O Sistema cresce facilmenteTorna-se fácil modernizar o Sistema quando necessário.• O Cliente e o Servidor possuem ambientes operacionais individuais / SistemasAbertosPode-se misturar várias plataformas para melhor atender às necessidades individuaisde diversos setores e usuários. Trabalho Prático 1 – World Wide Web
  6. 6. Além destas vantagens, pode-se encontrar dentro de uma arquiteturaCliente/Servidor a interoperabilidade das estações Clientes e Servidoras entre asredes de computadores, a escalabilidade da arquitetura visando o crescimento e aredução dos elementos constituintes, a adaptabilidade de novas tecnologiasdesenvolvidas, a performance do hardware envolvido na arquitetura, a portabilidadeentre as diversas estações que compõem a arquitetura e a segurança dos dados eprocessos (MCKIE,1997).Embora o avanço da arquitetura Cliente/Servidor tenha trazido uma variada gama defacilidades para o desenvolvimento de aplicações distribuídas, também possuialgumas desvantagens:Desvantagens• ManutençãoAs diversas partes envolvidas nem sempre funcionam bem juntas. Quando algum erroocorre, existe uma extensa lista de itens a serem investigados.• FerramentasA escassez de ferramentas de suporte, não raras vezes obriga o desenvolvimento deferramentas próprias. Em função do grande poderio das novas linguagens deprogramação, esta dificuldade está-se tornando cada vez menor.• TreinoA diferença entre a filosofia de desenvolvimento de software para o microcomputadorde um fabricante para o outro, não é como a de uma linguagem de programação paraoutra. Um treinamento mais efetivo torna-se necessário.• GerenciamentoAumento da complexidade do ambiente e a escassez de ferramentas de auxílio tornamdifícil o gerenciamento da rede. Trabalho Prático 1 – World Wide Web
  7. 7. Modelos da Arquitetura Cliente / ServidorExistem cinco tipos de modelos para a implantação da arquitetura Cliente/Servidor emprocessamentos distribuídos: (SALEMI,1993)Arquitetura C/S Simples A primeira abordagem para um sistema distribuído é a arquiteturaCliente/Servidor Simples. Nesta arquitetura, o Servidor não pode iniciar nada. OServidor somente executa as requisições do Cliente. Existe uma clara função dediferenciação: Pode-se estabelecer que o Cliente é o mestre e o Servidor é o escravo,como mostra a figura 1. CLIENTE SERVIDOR Figura 1 - Arquitetura Cliente/Servidor SimplesArquitetura C/S em Dois NíveisA configuração usual Cliente/Servidor encontrada na maioria das empresas, é aquelaem que existem vários Clientes requisitando serviços a um único Servidor. Estaarquitetura se caracteriza como sendo centrada no Servidor (figura 2a). Porém navisão do usuário, ele imagina que existem vários Servidores conectados asomente um Cliente, ou seja, centrado no Cliente (figura 2b). Entretanto, com asvárias ligações de comunicação possíveis, existe na realidade uma mistura de Clientese Servidores (figura 2c). CLIENTE CLIENTE CLIENTE SERVIDOR Trabalho Prático 1 – World Wide Web
  8. 8. Figura 2 - (a) Arquitetura C/S em Dois Níveis - Centrado no Servidor SERVIDOR SERVIDOR SERVIDOR CLIENTEFigura 2 - (b) Arquitetura C/S em Dois Níveis - Centrado no Cliente SERVIDOR SERVIDOR SERVIDOR CLIENTE CLIENTE CLIENTFigura 2 - (c) Arquitetura C/S emDois Níveis - Comunicação Mista Trabalho Prático 1 – World Wide Web
  9. 9. Arquitetura C/S MultinívelNesta arquitetura (figura 3), permite-se que uma aplicação possa assumir tantoo perfil do Cliente como o do Servidor, em vários graus. Em outras palavras,uma aplicação em alguma plataforma será um Servidor para algunsClientes e, concorrentemente, um Cliente para alguns Servidores. Figura 3 - Arquitetura C/S MultinívelArquitetura C/S Par-ParEsta arquitetura pode ser vista como o caso mais geral da arquiteturaCliente/Servidor, ilustrado na figura 4. Cada um dos nodos desta arquiteturaassume tanto o papel de Cliente quanto de Servidor. Na verdade, torna-sepouco funcional lidar com quem é o Cliente ou o Servidor. É o caso onde oprocesso interage com outros processos em uma base pareada, não existindonenhum Mestre ou Escravo: qualquer estação de trabalho pode iniciar umprocessamento, caso possua uma interface de comunicação entre o usuário eo processo Cliente Figura 4 - Arquitetura C/S Par-Par Trabalho Prático 1 – World Wide Web
  10. 10. Formatos utilizados Hyper Text Markup Language – (HTML)HTML significa Linguagem de Marcação de Hipertexto) é uma linguagem demarcação utilizada para produzir páginas na Web. Documentos HTML podemser interpretados por navegadores. A tecnologia é fruto do "casamento" dospadrões HyTime e SGML. HyTime é um padrão para a representação estruturada de hipermídia e conteúdo baseado em tempo. Um documento é visto como um conjunto de eventos concorrentes dependentes de tempo (como áudio, vídeo, etc.), conectados por hiperligações. O padrão é independente de outros padrões de processamento de texto em geral. SGML é um padrão de formatação de textos. Não foi desenvolvido para hipertexto, mas tornou-se conveniente para transformar documentos em hiper-objetos e para descrever as ligações.Os documentos em HTML são arquivos de texto simples que podem sercriados e editados em qualquer editor de textos comum, como o Bloco deNotas do Windows, ou o TextEdit, do Macintosh. Para facilitar a produção dedocumentos, no mercado existem editores HTML específicos, com recursossofisticados, que facilitam a realização de tarefas repetitivas, inserção deobjetos, elaboração de tabelas e outros recursos (Ver lista abaixo).Basicamente dividem-se em dois tipos: Editores de texto fonte: inserem automaticamente as etiquetas, orientando a inserção de atributos e marcações Editores WYSIWYG: oferecem ambiente de edição com um "esboço" resultado final das marcaçõesUma propriedade importante dos documentos HTML é a possibilidade de fazerhiperligações. Para isso usa-se a etiqueta <a> (do inglês, anchor). Esta tem osatributos: href que define o alvo da hiperligação (que pode ser uma página deInternet, uma parte da mesma página ou um endereço de email) ou name que Trabalho Prático 1 – World Wide Web 10
  11. 11. define um alvo nessa página (a onde se pode fazer uma hiperligação usando aetiqueta a com o atributo href). Exemplos: <a href="http://pt.wikipedia.org/">Clique aqui para aceder à página principal da Wikipédia em português.</a> <a name="nome">texto</a>Em que nome e texto podem ser substituídos por o que se desejar. Depois usa-se <a href="#nome"> </a> para hiperligar a este "anchor". XML (Extensible Markup Language)XML é uma recomendação da W3C para gerar linguagens de marcação paranecessidades especiais.É um dos subtipos da SGML (acrônimo de Standard Generalized MarkupLanguage, ou Linguagem Padronizada de Marcação Genérica) capaz dedescrever diversos tipos de dados. Seu propósito principal é a facilidade decompartilhamento de informações através da internet.Entre linguagens baseadas em XML incluem-se XHTML (formato para páginasWeb), RDF,SDMX ,SMIL, MathML (formato para expressões matemáticas),NCL, XBRL, XSIL e SVG (formato gráfico vetorial). A principal característica doXML, de criar uma infraestrutura única para diversas linguagens, é quelinguagens desconhecidas e de pouco uso também podem ser definidas semmaior trabalho e sem necessidade de ser submetidas aos comitês depadronização.Com relação aos outros "formatos universais para intercâmbio de dados" jápropostos e experimentados, o XML apresenta diversas vantagens técnicas,mas são as vantagens não-técnicas que o tornam um tópico de tão grandeimportância:É um padrão "de fato" e formalmente: num universo onde cada desenvolvedore cada fabricante tem a liberdade de criar e impor seu próprio formato, aaceitação do XML tem sido vista como o seu maior trunfo. Trabalho Prático 1 – World Wide Web 11
  12. 12. Tem sua origem em uma instituição de padronização das mais abertas edinâmicas, o W3C.Baseia-se na experiência de sucesso do SGML, sendo considerado inclusive o"sucessor da SGML".É baseado em texto (TXT), suporta Unicode, permitindo que a maior parte Dainformação codificada em linguagem humana possa ser comunicada. Trabalho Prático 1 – World Wide Web 12
  13. 13. IDENTIFICADORES DAS HIPERLIGAÇÕESAs hiperligações utilizam identificadores que permitem aceder aos recursos(documentos, ficheiros, …) existentes na Web, são designados por UniformResource Identifiers (URI’s).Existem dois tipos de URI’s: Uniform Resource Locators (URL’s) Uniform Resource Name (URN’s) Uniform Resource Locators (URL’s)Um URL (de Uniform Resource Locator), em português Localizador-Padrão deRecursos, é o endereço de um recurso (um arquivo, uma impressora etc.),disponível em uma rede; seja a Internet, ou uma rede corporativa, uma intranet.Uma URL tem a seguinte estrutura: protocolo://máquina/caminho/recursoO protocolo poderá ser HTTP, FTP, entre outros. O campo máquina designa oservidor que disponibiliza o documento ou recurso designado. O caminhoespecifica o local (geralmente num sistema de arquivos) onde se encontra orecurso dentro do servidor.No exemplo: http://www.w3.org/Addressing/URL/uri-spec.html, o protocolo é oHTTP, o servidor é designado por www.w3.org e o recurso — neste caso oarquivo uri-spec.html — encontra-se em Addressing/URL/ Uniform Resource Name (URN’s)Um Nome Uniforme de Recurso, URN (do inglês Uniform Resource Name) éum tipo de URI que usa o URN Scheme e que tem por objetivo a identificaçãoúnica do recurso, de forma persistente e independente da sua localização.A ideia básica dos URNs como identificadores persistentes é permitir aseparação estrita entre identificação (nome único) e localização (endereçosURL que podem oferecer o recurso identificado). Trabalho Prático 1 – World Wide Web 13
  14. 14. CONCLUSÃOA Worl Wide Web define um conjunto de protocolos e de ideias pré definidasque vão permitindo que um infindável número de computadores possam trocartodo e qualquer tipo de informação, independentemente do tipo de plataformaque é utilizada.Existe uma busca incessante pela satisfação constante do cliente por parte dosservidores, daí haver constantemente uma atualização, procuram soluçõescom potencialidade para aceder e pesquisar em vastas bases.O constante desenvolvimento dos softwares, permitem também implementaraplicações que tirem melhor partido da arquitetura WWW, repartindo tarefasentre servidor e cliente. Trabalho Prático 1 – World Wide Web 14
  15. 15. BIBLIOGRAFIA:http://hp.br.inter.net/cats/pb/pb1.htmlhttp://knol.google.com/k/evolu%C3%A7%C3%A3o-da-arquitetura-cliente-servidor#http://pt.wikipedia.org/wikihttp://www.unlu.edu.ar/~tyr/tyr/TYR-anterior/Fundamentos_da_%20Arquitetura_Cliente-Servidor.pdf Trabalho Prático 1 – World Wide Web 15

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