Espécies e raças de abelhas

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Espécies e raças de abelhas

  1. 1. Espécies e Raças de AbelhasCapacitação Continuada da Cadeia Produtiva da Apicultura Módulo Zero Jefferson L Banderó Embrapa/Indea
  2. 2. APOIO:MAPAEMBRAPASEDRAFSENARSEBRAEEMPAERMT-REGIONAL
  3. 3. Abelhas Vivem em sociedade - colmeia• Vivem sobre a terra a 42 milhões de anos;• Podem ser divididas em sociais (minoria) , solitárias ou parasitas;• Sumérios na Mesopotâmia usavam o mel desde 5000 a.C.;• Várias citações na Bíblia em Salmos (Salmo 19:9-10), (salmo 119:103) e Provérbios (Provérbios 16:24) e em sua poesia de Cântico dos Cânticos, Salomão (Cantares 5:1)• Espaço-abelha é uma descoberta muito importante (Langstroth, 1851. As abelhas vedam, com própolis, as frestas <4,8mm e constroem favos nos espaços >9,5mm.
  4. 4. Espaço Abelha Reverendo Lorenzo Lorraine Langstroth Em 1851, o Reverendo Lorenzo Lorraine Langstroth verificou que:- as abelhas depositavam própolis em qualquer espaço inferior a 4,7 mm- e construíam favos em espaços superiores a 9,5 mm. Langstroth estabeleceu 4,7mm < espaço abelha < 9,5mm, É o menor espaço livre existente no interior da colmeia e por onde podem passarduas abelhas ao mesmo tempo.Essa descoberta, "simples", foi uma das chaves para o desenvolvimento da apicultura
  5. 5. Proporção dos tamanhos de Apis• f • f Fonte: Starosta, 2007
  6. 6. • Classificação científica Reino: Animalia • Filo: Arthropoda • Classe: Insecta • Ordem: Hymenoptera • Superfamília: Apoidea Fam. ANDRENIDAE Fam. APIDAE Fam. COLLETIDAE Fam. HALICTIDAE Fam. MEGACHILIDAESub-Fam OXAEINAE Sub-FamAPINAE SubFamXEROMELISSINAE Sub-FamHALICTINAE SubFamMEGACHILINAESub-FamPANURGINAE - APINI Sub-FamHYLAEINAE - AUGOCHLORINI - ANTHIDIINI- CALLIOPSINI - Bombina Sub-FamCOLLETINAE - HALICTINI - MEGACHILINI- PROTANDRENINI - LITHURGINI - Euglossina - COLLETINI - Meliponina - PARACOLLETINI - CENTRIDINI SubFamDIPHAGLOSSINAE - EMPHORINI - ERICROCIDINI - EUCERINI - EXOMALOPSINI - OSIRINI - TAPINOTASPIDINI - TERATOGNATHINI - TETRAPEDIINI Sub-FamNOMADINAE - EPEOLINI - PROTEPEOLINI Sub-FamXYLOCOPINAE - CERATININI - XYLOCOPINI
  7. 7. CICLO EVOLUTIVO Abelhas Rainha Operária Zangão3 dias na fase de ovo 3 dias na fase de ovo 3 dias na fase de ovo5 dias na fase de larva 6 dias na fase de larva 7 na fase de larva8 dias na fase de pupa 12 dias na de pupa 14 dias na fase de pupaEmerge de uma realeira Emerge aos 21 dias e Emerge de alvéolosaos 16 dias e tem vida útil morre aos 42 dias, sobressalentes nos favosde até 5 anos aproximadamente em 24 dias. A rainha é fecundada pelos Os ovos colocados nas células Somente após doze dias dezangões nos voos nupciais que menores são fecundados, idade ele atinge a maturidadeduram cerca de três dias, até originando as abelhas fêmeas. sexual.que a espermateca esteja cheia. Quando a rainha deposita osOs espermatozoides, cerca de ovos numa célula maior, eles10 milhões, permanecem não são fecundados pelosguardados na espermateca, uma espermatozoides, dando origembolsa esférica de 1 milímetro a machos.cúbico e serão usados pela vidainteira da rainha. Fonte: www.colmeias.org.br
  8. 8. Ciclo evolutivo das abelhas TEMPO OPERARIA RAINHA ZANGÃO1º ao 3º dia Ovo Ovo Óvulo3º Eclosão do ovo Eclosão do ovo Eclosão do ovo3º ao 8º dia Larva Larva Larva8º Larva Célula operculada Larva A célula é operculada; a larva A célula é operculada: a larva tece o8º ao 9º dia A larva tece o casulo tece o casulo casulo10º ao 10º 1/2 dia Pré-pupa Pré-pupa Tece o casulo11º dia Pré-pupa Pupa Pré-pupa12º dia Pupa Pupa Pré-pupa16º dia Pupa Inseto Adulto Pupa21º dia Inseto Adulto - -24º dia - - Inseto Adulto1º ao 3º dia Incubação e limpeza Rainha Jovem Vive só para colméia4º dia Começa a alimentar as larvas Rainha Jovem Vôos para fora5º dia Alimenta as larvas Vôo nupcial Procura rainha para fecundar Alimenta as larvas jovens,5º ao 6º dia produz geleia real faz os A rainha é alimentada Procura rainha para fecundar primeiros voos para fora Produz geleia real, produz8º ao 12º dia cera, faz os 1ºs voos de A rainha começa engordar Se acasalar, morre reconhecimento13º ao 19º dia Trabalhos de campeira Incia a postura Se acasalar, morre21º ao 30º dia Campeira Põe ovos Se acasalar, morre31º dia Campeira Põe ovos Morre31º ao 45º dia Coleta pólen e néctar Põe ovos -55º dia Morre Põe ovos - Pode voar com todas as abelhas mais velhas, no720º - 1450 - - processo de enxameação.
  9. 9. Raças introduzidas no BrasilApis mellifera mellifera Linnaeus (1758), (abelha real, alemã, comum ou negra)Apis mellifera ligustica Spinola (1806),, (abelha italiana)Apis mellifera caucásica Gorbachev (1916), (abelha da Rússia)Apis mellifera cárnica Pollmann (1879)(abelha carnica)Apis mellifera scutellata Lepeletier (1836), (abelha africana) Raça criada no Brasil - cruzamento ABELHA AFRICANIZADA Em 1956, o Dr. Warwick Estevan Kerr trouxe da África e introduziu em Piracicaba, 51 rainhas de Apismellifera adansoni e Apis mellifera capensis. Para Rio Claro, foram transferidas 27 matrizes de rainhasafricanas das quais 26 enxamearam, fugindo ao controle dos técnicos. A partir daí as abelhas africanasforam se cruzando com as européias já existentes e se espalharam rapidamente pelo Brasil e América doSul, estando já na América Central, e América do Norte.
  10. 10. Apis mellifera mellifera (abelha real, alemã, comum ou negra)Originárias do Norte da Europa e Centro-oeste da Rússia;Abelhas grandes e escuras com poucas listras amarelas;Possuem língua curta (5,7 a 6,4 mm);Nervosas e irritadas, tornam-se agressivas com facilidade caso o manejo sejainadequado.Produtivas e prolíferas, adaptam-se com facilidade a diferentes ambientes.Propolisam com abundância, principalmente em regiões úmidas.
  11. 11. Apis mellifera mellifera (abelha real, alemã, comum ou negra)
  12. 12. Apis mellifera ligustica (abelha italiana)Originárias da Itália;Essas abelhas têm coloração amarela intensa;produtivas e muito mansas, são as abelhas mais populares;Apesar de serem menores que as A. m. mellifera, têm a língua mais comprida (6,3 a 6,6 mm);Possuem sentido de orientação fraco;Constroem favos rapidamente;
  13. 13. Apis mellifera ligustica (abelha italiana) F
  14. 14. Apis mellifera caucasica (abelha da Rússia)Originárias do Vale do Cáucaso, na Rússia.Possuem coloração cinza-escura, com um aspecto azulado, pelos curtos e língua comprida (pode chegar a 7 mm).Considerada a raça mais mansa e bastante produtiva.Enxameiam com facilidade e usam muita própolis.Sensíveis à Nosema apis.
  15. 15. Apis mellifera caucasica (abelha da Rússia) F
  16. 16. Apis mellifera carnica (Abelha carnica) (abelha carnica)• Originárias do Sudeste dos Alpes da Áustria, Nordeste da Iugoslávia e Vale do Danúbio.• Assemelham-se muito com a abelha negra, tendo o abdome cinza ou marrom.• Pouco propolisadoras, mansas, tolerantes a doenças e bastante produtivas.• Coletam "honeydew" em abundância.São facilmente adaptadas a diferentes climas e possuem uma tendência maior a enxamearem.
  17. 17. Apis mellifera carnica (Abelha carnica) (abelha carnica) » F
  18. 18. Apis mellifera scutellata (abelha africana)• Originárias do Leste da África, são mais produtivas e muito mais agressivas.• São menores e constroem alvéolos de operárias menores que as abelhas europeias.• Possuem visão mais aguçada, resposta mais rápida e eficaz ao feromônio de alarme.• Ao contrário das europeias que armazenam muito alimento;• Migram facilmente• Essas características têm uma variabilidade genética muito grande e são influenciadas por fatores ambientais internos e externos.
  19. 19. Apis mellifera scutellata (abelha africana)
  20. 20. Apis mellifera scutellata Abelha AfricanizadaA abelha africanizada, no Brasil, é um híbrido das abelhas européias (Apis mellifera mellifera, Apis mellifera ligustica, Apis mellifera caucasica e Apis mellifera carnica) + com a abelha africana Apis mellifera scutellata.
  21. 21. Apis mellifera scutellata BIBLIOGRAFIA CONSULTADA Abelha Africanizada Apis mellifera ligustica Apis mellifera mellifera•http://www.ufv.br/dbg/bee/bem-vindo.htm•http://www.webbee.org.br/beetaxon/•http://arleycosta.wordpress.com/2011/05/10/ii-curso-de-sistematica-e-identificacao-de-abelhas-neotropicais/•http://www.culturaapicola.com.ar/apuntes/libros/715_Silveira_Melo_Almeida.pdf Apis mellifera caucasica•http://www.saudeanimal.com.br/abelha1.htm• http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Mel/SPMel/racas.htm +•http://dani-teiadavida.blogspot.com.br/2011/11/desvendando-o-mundo-das-abelhas.html = Apis mellifera scutellata•http://zootecniae10.blogspot.com.br/2012_04_01_archive.html•http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/abelhas.htm Apis mellifera carnica• http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/abelhas/abelha-3.php
  22. 22. Apis mellifera adami Creta Apis mellifera andansonii Costa Oeste da África Apis mellifera anatolica Turquia até Oeste do Irã BIBLIOGRAFIA CONSULTADA Apis mellifera armenica Apis mellifera capennsis Armênia Sul da África do Sul Apis mellifera cecropia Sul da Grécia Apis mellifera cypria Mediterrâneo central e Sudoeste da Europa Outras Apis mellifera intermissa Apis mellifera jemenetica Líbia até Marrocos Somália, Uganda, Sudão Apis mellifera lamarckii Egito, Sudão e Vale do Nilo raças•http://www.ufv.br/dbg/bee/bem-vindo.htm Apis mellifera litórea Apis mellifera macedonica Costa Leste da África Norte da Grécia•http://www.webbee.org.br/beetaxon/ de Apis mellifera major Apis mellifera meda Marrocos•http://arleycosta.wordpress.com/2011/05/10/ii-curso-de-sistematica-e-identificacao-de-abelhas-neotropicais/ Turquia até Oeste do Irã•http://www.culturaapicola.com.ar/apuntes/libros/715_Silveira_Melo_Almeida.pdf Apis mellifera nubica África Apis•http://www.saudeanimal.com.br/abelha1.htm Apis mellifera remipes Apis mellifera sahariensis Região caucasiana Argélia• http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Mel/SPMel/racas.htm Apis mellifera siciliana Sicília - Itália•http://dani-teiadavida.blogspot.com.br/2011/11/desvendando-o-mundo-das-abelhas.html Apis mellifera syriaca Palestina e Síria•http://zootecniae10.blogspot.com.br/2012_04_01_archive.html Apis mellifera unicolor Madagascar•http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/abelhas.htm Apis mellifera yementica Yemen e Oman• http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/abelhas/abelha-3.php Costa Leste da África Apis mellifera litorea Apis mellifera monticola Tanzânia, em altitude entre 1500 e 3100 m
  23. 23. Panorama da Produção Nacional
  24. 24. Panorama da Produção Nacional Estado Produção Colocação Mato Grosso 493,879 13 Mato Grosso do Sul 646,222 12 Goiás 322,01 16 Distrito Federal 36,084 24 Rondônia 160,6 19 Acre 5,06 27 Amazonas 19,04 25 Roraima 132,53 23 Pará 397,423 14 Amapá 7,753 26 Tocantins 134,864 22 Maranhão 780,514 11 Produção média de Piauí 4.143,80 3 Ceará 4.072,70 4 15Kg/colmeia. anoRio Grande do Norte 1.065,46 10 Paraíba 222,224 18 – Pernambuco 1.382,10 9 Alagoas 155,075 20 Sergipe 135,613 21 Bahia 2.194,68 7 Minas Gerais 2.862,05 6 Espírito Santo 330,929 15 Rio de Janeiro 314,627 17 São Paulo 2.016,90 8 Paraná 4.634,98 2 Santa Catarina 3.706,46 5 Rio Grande do Sul 7.418,33 1
  25. 25. Panorama da Produção Nacional Estado Produção Colocação Mato Grosso 493,879 13 Mato Grosso do Sul 646,222 12 Goiás 322,01 16 Distrito Federal 36,084 24 Rondônia 160,6 19 Acre 5,06 27 Amazonas 19,04 25 Produção média de 15Kg/colmeia. ano Roraima Pará 132,53 397,423 23 14 – Amapá 7,753 26 Tocantins 134,864 22 Se passarmos a Maranhão Piauí 780,514 4.143,80 11 3 30Kg/colmeia.ano – Ceará 4.072,70 4Rio Grande do Norte 1.065,46 10 teremos Paraíba 222,224 18 Pernambuco 1.382,10 9 1 milhão de toneladas Alagoas 155,075 20 Sergipe 135,613 21 Bahia Minas Gerais 2.194,68 2.862,05 7 6 É possível – em 2 anos Espírito Santo 330,929 15 Rio de Janeiro 314,627 17 São Paulo 2.016,90 8 Paraná 4.634,98 2 Santa Catarina 3.706,46 5 Rio Grande do Sul 7.418,33 1
  26. 26. Panorama da Produção Nacional Tocantins ; 134,864 Maranhão ; 780,514 Rio Grande do Norte ; 1.065,46 Pará ; Piauí ; 4.143,80 Ceará ; 4.072,70 Amapá ; 7,753397,423 Paraíba ; 222,224 Roraima ; 132,53 Amazonas ; 19,04 Pernambuco ; 1.382,10 Acre ; 5,06 Alagoas ; 155,075 Rondônia ; 160,6 Mato Grosso do Sul ; 646,222 Sergipe ; 135,613 Distrito Federal ; Mato Grosso ; 493,879 36,084 Bahia ; 2.194,68 Goiás ; 322,01 Minas Gerais ; 2.862,05 Rio Grande do Sul ; 7.418,33 São Paulo ; 2.016,90 Espírito Santo ; 330,929 Santa Catarina ; 3.706,46 Rio de Janeiro ; 314,627 Paraná ; 4.634,98
  27. 27. EXPORTAÇÃO BRASILEIRA DE MEL 2008 a 2012 1 - EXPORTAÇÃO BRASILEIRA DE MEL 2008 a 2012 (NCM 0409.00.00) Ano 2008 2009 2010 2011 2012 Preços Preços Preços PreçosMeses US$ Kg (US$/Kg) US$ Kg Preços US$ Kg (US$/K US$ Kg (US$/Kg US$ Kg (US$/Kg) g) ) (US$/Kg) Janeiro 2046924 1176123 1,74 3829156 1602698 2,39 2943680 1029710 2,86 3849178 1171189 3,29 4138819 1344334 3,08 Fevereiro 2104627 1096929 1,92 6446772 2796509 2,31 3532933 1256137 2,81 5327084 1624435 3,28 3792304 1218763 3,11 Março 2088363 990954 2,11 7216601 3003481 2,40 6923622 2415650 2,87 8634671 2614158 3,30 5029284 1597342 3,15 Abril 3620000 1567966 2,31 8235733 3183750 2,59 6063074 2109136 2,87 8164031 2566705 3,18 4752511 1571984 3,02 Maio 4149579 1683847 2,46 7973821 3076027 2,59 4124983 1432599 2,88 8178320 2588243 3,16 5963636 1975265 3,02 Junho 4285231 1662288 2,58 5136618 2069460 2,48 5543022 1902067 2,91 5871854 1823680 3,22 5140711 1681789 3,06 Julho 3729071 1457274 2,56 5061583 1992339 2,54 5773387 2004252 2,88 5806174 1891620 3,07 Agosto 2696914 1101806 2,45 3747484 1476495 2,54 4884589 1689093 2,89 6096548 2013355 3,03 Setembro 4980130 1912591 2,60 5030419 1955148 2,57 2439715 813909 3,00 4979110 1630428 3,05 Outubro 5776533 2335100 2,47 4482025 1704374 2,63 3714010 1215680 3,06 4805135 1576679 3,05 Novembro 3709320 1447646 2,56 3715036 1350294 2,75 3584891 1113179 3,22 3520423 1149823 3,06 Dezembro 4384422 1838770 2,38 4916168 1776618 2,77 5527771 1650737 3,35 5636022 1748262 3,22Total 43571114 18271294 2,38 65791416 25987193 2,53 55055677 18632149 2,95 70868550 22398577 3,16 28817265 9389477 3,07 Fonte: MDIC / SECEX - Elaboração: UAGRO / SEBRAE - NA - 2012
  28. 28. BIBLIOGRAFIA CONSULTADAhttp://www.culturaapicola.com.ar/apuntes/libros/715_Silveira_Melo_Almeida.pdfhttp://www.webbee.org.br/beetaxonhttp://www.culturaapicola.com.ar/apuntes/libros/715_Silveira_Melo_Almeida.pdfhttp://www.icb.ufmg.br/zoo/abelhas/colecao.htmlhttp://www.burtsbees.com/wildforbees.html#naturealarmhttp://www.jstor.org/discover/10.2307/2409307?uid=364382661&uid=3737664&uid=5909624&uid=2&uid=3&uid=67&uid=62&uid=23539&sid=21100951809523http://www.ufv.br/dbg/bee/introd.htmhttp://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Mel/SPMel/racas.htmhttp://moure.cria.org.br/cataloguehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Apidaehttp://www.tiosam.org/~Abelhahttp://pt.treknature.com/themes.php?offset=2&thid=17www.colmeias.org.brhttp://www.revista.inf.br/florestal10/pages/artigos/ARTIGO_05.pdfhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Apicultura
  29. 29. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA• JENSEN, A. B., PALMER, K. A., BOOMSMA, J. J. and PEDERSEN, B. V. (2005), Varying degrees ofApis mellifera ligustica introgression in protected populations of the black honeybee, Apis melliferamellifera, in northwest Europe. Molecular Ecology, 14: 93–106. doi: 10.1111/j.1365-294X.2004.02399.x• SILVEIRA, F. A., MELO, G.A.R. E ALMEIDA, E.A.B. Abelhas brasileiras: sistemática e identificação.Belo Horizonte : Fernando A. Silveira, 2002. 253 p.Gramacho e Gonçalves (1997)MDIC / SECEX Elaboração: UAGRO / SEBRAE – NA - www.sebrae.com.br/setor/apicultura/sobre-apicultura/ exportacoes/grafico_junho_2012.xlsx
  30. 30. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA•http://www.ufv.br/dbg/bee/bem-vindo.htm•http://www.webbee.org.br/beetaxon/•http://arleycosta.wordpress.com/2011/05/10/ii-curso-de-sistematica-e-identificacao-de-abelhas-neotropicais/•http://www.culturaapicola.com.ar/apuntes/libros/715_Silveira_Melo_Almeida.pdf•http://www.saudeanimal.com.br/abelha1.htm• http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Mel/SPMel/racas.htm•http://dani-teiadavida.blogspot.com.br/2011/11/desvendando-o-mundo-das-abelhas.html•http://zootecniae10.blogspot.com.br/2012_04_01_archive.html•http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/abelhas.htm Obrigado!!!!!!• http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/abelhas/abelha-3.php jefferson.bandero@embrapa.br

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