Teoria Geral da Contabilidade 
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Personalismo: o Contismo perdeu influencia devido a falta de 
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Reditualismo: estudavam a dinâmica da riqueza patrimonial, 
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Significado do Caduceu 
• O caduceu é um bastão entrelaçado com duas serpentes, 
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O anel da Contabilidade 
O anel do contabilista é um conjunto de 
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Luca Pacioli. • O frei italiano Luca Pacioli ou 
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João Lyra – Patrono 
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Lyra Tavares, nasceu em 23 de novemb...
Padroeiro da 
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• O apóstolo São Mateus, também 
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origens da evolução do pensamento contábil, significado do caduceu o anel, o pai da contabilidade, padroeiro etc.

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Teoria Geral da Contabilidade

  1. 1. Teoria Geral da Contabilidade Contismo: Apesar de não ser considerada uma corrente científica, foi a escola precursora da teoria de serem as contas o objeto de estudo da contabilidade e influenciou grandes contadores, principalmente os da Itália. A partir de 1818, o principal líder foi Giuseppe Bornaccini. • Antes dela a Teoria das Cinco Contas Gerais de Degranges em 1795 dividia as contas em: 1. Mercadorias gerais; 2. Caixa; 3. Contas a receber; 4. Contas a pagar; 5. Lucros e perdas.
  2. 2. Personalismo: o Contismo perdeu influencia devido a falta de suporte de sua enunciação. A conta não é a causa é o efeito que expressa o fenômeno patrimonial. Logo, uma ciência não se dedica ao estudo do efeito, mas da causa como objeto de observação, elaboração e análise. • O personalismo teve sua origem com o francês Hipolitte Vannier, mas foi Francesco Marchi quem lançou as bases de um personalismo científico. Partiam do raciocínio de que as relações que motivavam os direitos e as obrigações são importantes objetos de estudos , por esta razão, tem-se o conceito de patrimonio que representa o conjunto de bens, direitos e obrigações. Controlismo: teve Carlo Ghidiglia, que admitia a Contabilidade como ciência, tendo a seu cargo regular todas as ações que se relacionam com a riqueza e com as necessidades humanas, estabelecendo uma hierarquia para o estudo dos fenômenos: estudo da riqueza, estudo das funções da riqueza e estudo dos agregados da riqueza.
  3. 3. Reditualismo: estudavam a dinâmica da riqueza patrimonial, mas desprezavam a estrutura dos elementos patrimoniais. Conseguiram desenvolver-se num país socialista, embora a corrente estivesse voltada para o capitalismo. • Schmalenbach visualizava os fenômenos circulatórios da riqueza patrimonial em sua dinâmica, dando a essa dinâmica o aspecto temporal não coincidente com o ano calendário, mas com o ciclo operacional. Os reditualistas tiveram a propriedade de reconhecer o valor da consideração dos fluxos em contabilidade, ou seja, do estudo de uma dinâmica patrimonial, da relatividade do lucro, da realidade empresarial.
  4. 4. Aziendalismo: antes de se desenvolver como grande escola de pensamento italiano, teve suas origens com pesquisadores de outras partes do mundo. Foi Gomberg o primeiro a despertar para uma economia aziendal, que mais tarde se tornaria, na Itália, a corrente aziendalista. Gomberg tomou como objeto de estudos a riqueza impessoal ou administrativa, deu foco à economia e denominou a Contabilidade como Economologia, tendo como função estudar todos os fatos da gestão patrimonial. • Tendo como base a economia aziendal, a Escola Veneziana enunciava o Aziendalismo, com Alberto Ceccherelli e com seu principal líder italiano, Gino Zappa, que teve suas raízes nos pensadores alemães. • Os aziendalistas se preocupavam em estudar o conjunto de ciências que tratavam da azienda como campo de aplicação. Compunha-se da Administração, da Organização e da Contabilidade, sendo cada ciência apenas parte desse conjunto. • De acordo com seus adeptos, os fenômenos a estudar são os aziendais, e admite a Contabilidade apenas como levantamento de fatos patrimoniais, restringindo-lhe o campo.
  5. 5. Patrimonialismo: reconhece que os estudos da Contabilidade é o patrimônio, enquanto riqueza gerida para cumprir. Neopatrimonialismo: admitem que o objeto de estudo é o patrimônio das células sociais, mas estudado sob a ótica de funções sistemáticas, e estas em relação a eficácia.
  6. 6. Significado do Caduceu • O caduceu é um bastão entrelaçado com duas serpentes, que na parte superior tem duas pequenas asas ou um elmo alado. Sua origem se explica racional e historicamente pela suposta intervenção de Mercúrio diante de duas serpentes que lutavam, as quais se enroscavam em seu bastão. Os romanos utilizavam o caduceu como símbolo do equilíbrio moral e da boa conduta: o bastão expressa o poder; as duas serpentes, a sabedoria; as asas, a diligência; o elmo é emblemático de pensamentos elevados. O que se entende realmente é que o bastão representa o poder de quem conhece a ciência contábil. • As serpentes simbolizam a sabedoria e estão entrelaçadas para demonstrar o elo entre os atributos da natureza humana, social e profissional, em que há a integração das matérias e atividades de formação profissional básica, específica e complementar. Já as duas asas figuram a presteza, a solicitude, a dedicação e o cuidado ao exercer a profissão – tem, entre as matérias voltadas aos atributos de natureza humanística e social, o estudo da língua pátria, as relações humanas, as noções de ciências sociais e de direito, assim como a versatilidade da realidade brasileira na era da globalização. E por último o Elmo que é uma peça de armadura antiga que cobria a cabeça, representando, dentro do currículo pleno do curso de ciências contábeis, pela ética geral e profissional.
  7. 7. O anel da Contabilidade O anel do contabilista é um conjunto de símbolos que sugere significações ligadas à lei, à proteção da sociedade, além do conhecimento científico-contábil. • Sua estrutura é toda em ouro e possui como pedra principal a turmalina rosa clara, que simboliza a afinidade com a lei. Aos brilhantes atribui-se uma simbologia cultural, associada ao valor das pedras brutas preciosas, que, após polidas, tornam-se pedras nobres. A Tábua da Lei, em platina ou ouro branco, retratada em uma das laterais, advém da antiga tradição judaica de que a lei foi entregue por Deus a Moisés em tábuas, contendo os Dez Mandamentos. Na outra lateral, tem-se o caduceu estilizado.
  8. 8. Pai da Contabilidade – Luca Pacioli. • O frei italiano Luca Pacioli ou Paciolo nasceu no século XV e tinha 49 anos quando foi editada, em Veneza, a sua obra “Summa de arithmetica, geometria proportioni et propornalità”, na qual está inserido o “Particulario de computies et scripturis”, que versa sobre o método das partidas dobradas. • Embora não seja o autor das partidas dobradas, celebrizou-se como um grande difusor dos critérios de escrituração mercantil, tendo inaugurado uma nova fase na literatura da Contabilidade
  9. 9. João Lyra – Patrono da Classe Contábil • O criador do Dia do Contabilista, João de Lyra Tavares, nasceu em 23 de novembro de 1871, na cidade de Goiana/PE, e faleceu em 30 de dezembro de 1930. • Foi guarda-livros, chefe de escritório e da firma em que trabalhava. Como comerciante, teve uma atuação destacada em Pernambuco. Fundou em seu Estado, uma Associação de Guarda-Livros e foi membro da Associação Comercial do Recife. Residindo naquele Estado entre os anos de 1895 a 1902. Viajou para a Paraíba, onde residiu de 1902 a 1914, foi eleito deputado estadual sendo o relator da despesa e receita do Estado. Possuiu comercio e escrevia para os jornais mais importantes daquele Estado, além de ser professor.
  10. 10. Padroeiro da Contabilidade • O apóstolo São Mateus, também conhecido por Levi, era de origem judaica e exerceu na juventude o cargo de publicano – cobrador de impostos. Dentre suas atribuições, destacam-se a elaboração da escrita e a formulação dos principais documentos de receita. Posteriormente, dedicou-se à evangelização e deixou grande obra como escritor evangelista. • Por iniciativa dos Colégios de Contabilistas italianos, São Mateus foi proclamado “Celeste Patrono dos Contabilistas” em 6 de agosto de 1953 e, desde então, é venerado como mártir pela Igreja Católica, sendo consagrado ao Santo Padroeiro o dia 21 de setembro.

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