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NA ALFABETIZAÇÃO
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ESCRITA
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IDÉIAS INFANTIS SOBRE A ESCRITA
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os outros ler e escrever e sim porque ...
IDÉIAS INFANTIS SOBRE A ESCRITA
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EMÍLIA FERREIRO
• Para falar de alfabetização,é necessário tratar de alguns
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EMÍLIA FERREIRO
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• do professor que ensina para o aluno que aprende...
A psicogênese da língua escrita
• Apresenta uma descrição do processo que cada
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O processo de construção da
escrita
• Seqüência de níveis de concepção dos sujeitos que
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escrita
• Em todos os níveis deve-se trabalhar o som das letras
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JOGO, BRINQUEDO E BRINCADEIRA
• O jogo é necessário ao nosso processo de
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JOGO, BRINQUEDO E BRINCADEIRA
• Um mundo imaginário, criador do objeto lúdico
• Tem uma dimensão material, cultural e técn...
JOGO, BRINQUEDO E BRINCADEIRA
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caracterizam o jogo
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• A ludicidade representa a expressão mais genuína do
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O LÚDICO NA ESCOLA
• A brincadeira se faz presente na escola em diferentes
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O LÚDICO NA ALFABETIZAÇÃO
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importantes para as crianças ampliarem suas a...
O LÚDICO NA ALFABETIZAÇÃO
• A aprendizagem da leitura e da escrita inicia na
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SUGESTÕES DE ATIVIDADES LÚDICAS
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SUGESTÕES DE ATIVIDADES LÚDICAS
NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO
• Jogo de nomeação
• Jogo do reconhecimento
• Jogo dramático
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SUGESTÕES DE ATIVIDADES LÚDICAS
NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO
• Listagens na sala
• Alfabeto individual
• Jogo de caixinhas...
SUGESTÕES DE ATIVIDADES LÚDICAS
NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO
• Combinação de palavras
• Bingo com nomes
• Quebra-cabeça
• ...
SUGESTÕES DE ATIVIDADES LÚDICAS
NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO
• Detetive
• Baralhos de letras
• Atividades com rótulos
• Co...
SUGESTÕES DE ATIVIDADES LÚDICAS
NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO
• Procurando palavras
• Trabalhando com vogais
• Mercadinho d...
SUGESTÕES DE ATIVIDADES LÚDICAS
NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO
• Jogo descubra o ditado
popular
• Jogo de correspondência
• ...
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  1. 1. A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA ALFABETIZAÇÃO
  2. 2. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • Processo de evolução histórica da alfabetização = processo de evolução histórica da sociedade • Até 1930 – educação apenas às famílias mais poderosas política e economicamente. Predomina a autoridade do professor, enquanto o aluno é reduzido a um mero agente passivo • 1930 a 1960 – professor passa a ser um auxiliar, um facilitador da aprendizagem
  3. 3. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • 1960 e 1970 – Pedagogia tecnicista, o elemento principal é a organização racional dos meios • Início dos anos 80 - deslocamento da ênfase habitualmente posta em "como se ensina" e buscavam descrever "como se aprende“
  4. 4. NO CAMINHO RUMO À LEITURA E À ESCRITA • Para aprender, a criança deve ser inserida em um ambiente pedagógico afetivo, rico e estimulante • Crianças que tem facilitada sua aprendizagem através experiências precoces de leitura e escrita podem utilizar mais eficientemente as novas experiências futuras • As crianças possuem predisposições inatas vinculadas à aprendizagem da língua e para outros domínios cognitivos
  5. 5. NO CAMINHO RUMO À LEITURA E À ESCRITA • O mundo da criança é um mundo social de relações, então a partir da participação com orientação adulta das rotinas de jogo, trabalho e satisfação das necessidades, começa a construir um modelo de mundo • A criança, primeiramente, utiliza a linguagem em contexto familiar. A partir da ampliação dos seus ambientes sociais, expande seu uso. • A estreita relação da conexão entre o desenvolvimento cognitivo, lingüístico e a interação social – Zona de Desenvolvimento Proximal
  6. 6. NO CAMINHO RUMO À LEITURA E À ESCRITA • Idéia central – colaboração dos adultos com as crianças. É nesse ponto que adquire importância a intervenção do docente • Na área da língua - colocar as crianças em contato permanente com pessoas que falam, lêem, escrevem • Contato intenso com leitura e escrita leva as crianças a começarem elaborar hipóteses sobre a escrita
  7. 7. NO CAMINHO RUMO À LEITURA E À ESCRITA • Aprender a ler e a escrever faz parte de um longo processo ligado à participação em práticas sociais de leitura e escrita • Ao se considerar as crianças ativas na construção de conhecimentos e não receptoras passivas de informações há uma transformação substancial na forma de compreender como elas aprendem a falar, a ler e a escrever
  8. 8. IDÉIAS INFANTIS SOBRE A ESCRITA • As crianças não aprendem simplesmente porque vêem os outros ler e escrever e sim porque tentam compreender que classe de atividade é essa • As crianças constroem seu próprio sistema de escrita e de leitura, antes mesmo do ensino escolar • O mundo no qual a criança convive é, também, um mundo gráfico. Elas vêem objetos reais, representações e signos diversos
  9. 9. IDÉIAS INFANTIS SOBRE A ESCRITA • Primeiro distinguem desenhos de outros signos, como letras e números • Quando a criança já sabe que para escrever se usam signos especiais, propõe-se o problema de como pode escrever diferentes coisas • Elas podem escrever partindo da idéia de que o número de letras de uma palavra tem relação com o objeto que representam
  10. 10. EMÍLIA FERREIRO • Para falar de alfabetização,é necessário tratar de alguns aspectos colocados por Emília Ferreiro • Procurou observar como se realiza a construção da linguagem e escrita na criança • A escrita da criança não resulta de simples cópia de um modelo externo, mas um processo de construção
  11. 11. EMÍLIA FERREIRO • Maior contribuição - transferência do foco educativo: • do professor que ensina para o aluno que aprende • do método preconcebido para a construção do saber; • do projeto de ensino controlado em etapas para a prática pedagógica construída no dia-a-dia • da progressão previsível e justificada para a flexibilidade
  12. 12. A psicogênese da língua escrita • Apresenta uma descrição do processo que cada indivíduo desenvolve durante a aquisição da base alfabética e da escrita • Duas importantes rupturas em sua origem: ruptura do processo de ensino-aprendizagem e associação fonema-grafema • A Psicogênese da Língua Escrita oferece um suporte teórico construtivista
  13. 13. O processo de construção da escrita • Seqüência de níveis de concepção dos sujeitos que aprendem • Aspecto mais exposto: Hipótese Silábica • Três níveis principais: pré-silábico, silábico e alfabético) e dois níveis intermediários: Intermediário I (entre o pré- silábico e o silábico) e o Intermediário n (entre o silábico e o alfabético)
  14. 14. O processo de construção da escrita • Em todos os níveis deve-se trabalhar o som das letras do alfabeto, o reconhecimento das formas das letras e a associação grafema-fonema • Quando a criança estiver em determinada hipótese, o professor deve ter cuidado para não avaliá-la como se estivesse em outra • Em todos os níveis, o professor deve considerar que não é a repetição que produz o conhecimento
  15. 15. A FORMAÇÃO DO PROFESSOR E A PRÁTICA REFLEXIVA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • O século XXI aponta uma visão educacional que apresenta pequenas e grandes mudanças • educação no Brasil - necessidade de se estabelecer uma prática mais reflexiva • As finalidades da escola e as condições de exercício da profissão são muito heterogêneas
  16. 16. A FORMAÇÃO DO PROFESSOR E A PRÁTICA REFLEXIVA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • Os professores não têm que enfrentar sozinhos esses dilemas • Conhecimento verdadeiro: saber, saber fazer, ser • Concepção moderna de professor: exercício profissional competente, que inclui autonomia, capacidade de decisão e criatividade • Formação profissional - aprendizagem como um processo contínuo
  17. 17. A FORMAÇÃO DO PROFESSOR E A PRÁTICA REFLEXIVA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • A educação de professores, seu desempenho e o trato do conhecimento é de fundamental importância ao delineamento de novos rumos na prática pedagógica • Educar é ajudar a pessoa a tomar consciência de si mesma, dos outros e da sociedade • O professor que quer trabalhar construtivamente com seus alunos avalia suas características e suas necessidades concretas
  18. 18. A FORMAÇÃO DO PROFESSOR E A PRÁTICA REFLEXIVA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • Trabalhar com aprendizagem envolve um contínuo movimento de reflexão • O professor reflexivo aceita fazer parte do problema • Uma prática reflexiva profissional nunca é totalmente solitária • Refletir a respeito do que cada professor vivência, quando aluno, pode ser uma excelente maneira para que não reproduzam com seus aprendizes o mesmo caminho que trilharam
  19. 19. A FORMAÇÃO DO PROFESSOR E A PRÁTICA REFLEXIVA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • A prática reflexiva deve estar baseada nas competências profissionais • É no momento da ação educativa que o educador expressa sua sabedoria por meio da transformação de seu conhecimento em prática • A visão educacional compreende um aspecto transformador
  20. 20. A FORMAÇÃO DO PROFESSOR E A PRÁTICA REFLEXIVA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • Os professores devem dispor de todos os dados que permitam conhecer em todo o momento que atividades cada aluno necessita para a sua formação • É necessário que o professor conheça, em primeiro lugar, a relação do aluno consigo mesmo • A função social do ensino não consiste apenas em promover os mais aptos para a universidade, pois abarca outras dimensões da personalidade
  21. 21. A FORMAÇÃO DO PROFESSOR E A PRÁTICA REFLEXIVA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • O aperfeiçoamento da prática educativa é o objetivo básico de todo educador • O papel do professor no processo de alfabetização é de criar situações de aprendizagem e acompanhar a atuação do aluno • A avaliação está presente em todo o processo educativo • De acordo com a proposta construtivista, o erro exerce papel importante no processo de avaliação da aquisição da leitura e escrita
  22. 22. A FORMAÇÃO DO PROFESSOR E A PRÁTICA REFLEXIVA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • Os educadores devem participar da construção e do desenvolvimento de uma ação educativa consciente, que promova no aluno suas potencialidades e capacidades de criar soluções e respostas adequadas • os alunos se tomarão sujeitos participantes, autônomos e críticos com relação ao contexto em que estão inseridos
  23. 23. A FORMAÇÃO DO PROFESSOR E A PRÁTICA REFLEXIVA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • Faz-se necessário a criação de ambientes lúdicos que encorajam a construção do conhecimento, desenvolvendo os aspectos pessoal, social, cognitivo, afetivo, físico e psicomotor do aluno
  24. 24. O LÚDICO E SUAS MANIFESTAÇÕES NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • JOGO, BRINQUEDO E BRINCADEIRA • Qual a diferença entre jogo e brinquedo? • Para alguns pesquisadores, o jogo é visto sob três níveis diferentes: depende da linguagem de cada contexto social; sistema de regras que permite identificar uma estrutura seqüencial que especifica sua modalidade; jogo enquanto objeto
  25. 25. JOGO, BRINQUEDO E BRINCADEIRA • O jogo é necessário ao nosso processo de desenvolvimento, principalmente como forma de assimilação da realidade • As crianças ficam mais motivadas a usar a inteligência • Favorece o desenvolvimento físico, afetivo, cognitivo, social e moral • O brinquedo estimula a representação, colocando a criança na presença de reproduções
  26. 26. JOGO, BRINQUEDO E BRINCADEIRA • Um mundo imaginário, criador do objeto lúdico • Tem uma dimensão material, cultural e técnica • A brincadeira é a ação que a criança desempenha ao mergulhar na atividade lúdica • A brincadeira e o jogo são processos que envolvem o indivíduo e sua cultura • Os jogos e as atividades lúdicas tomam-se significativas à medida que a criança se desenvolve
  27. 27. JOGO, BRINQUEDO E BRINCADEIRA • Piaget distingue quatro tipos de estruturas que caracterizam o jogo infantil: o exercício, o símbolo, a regra e a construção
  28. 28. O LÚDICO NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA • A idéia da infância só se consolidou no século XVII • A criança possui um processo continuo de desenvolvimento • O jogo é uma das estratégias de desenvolvimento que a criança usa na infância • É por meio do jogo que a criança aprende sobre a natureza, os eventos sociais, a estrutura e a dinâmica interna do seu grupo e a interação dos conteúdos construídos na escola
  29. 29. O LÚDICO NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA • Pela brincadeira, objetos e movimentos são transformados • O brinquedo aparece como um pedaço de cultura colocado ao alcance da criança • O brinquedo é oportunidade de desenvolvimento • As situações problemas contidas na manipulação dos jogos e brincadeiras fazem a criança crescer através da procura de soluções e de alternativas
  30. 30. O LÚDICO NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA • A criança brinca porque é indispensável dispor de um setor de atividade, que transforme o real em razão dos seus interesses afetivos e cognitivos • o lúdico constitui atividades que trazem grandes benefícios do ponto de vista físico, intelectual e social • Como benefício didático, as brincadeiras transformam conteúdos maçantes em atividades interessantes
  31. 31. O LÚDICO NA ESCOLA • A ludicidade representa a expressão mais genuína do ser • Brincar na escola não é a mesma coisa que brincar em casa ou na rua • O jogo e a brincadeira como promotores da aprendizagem e do desenvolvimento são considerados importantes aliados para o ensino
  32. 32. O LÚDICO NA ESCOLA • A brincadeira se faz presente na escola em diferentes situações e formas • Há um conceito generalizado de que a criança não aprende nada através de jogos e brincadeiras, o que leva muitos professores a não utilizarem os mesmos • O uso do brinquedo/jogo educativo com fins pedagógicos é um importante instrumento para situações de ensino-aprendizagem e de desenvolvimento infantil
  33. 33. O LÚDICO NA ALFABETIZAÇÃO • A aprendizagem oral e escrita é um dos elementos importantes para as crianças ampliarem suas atuações nas práticas sociais • O trabalho com a linguagem é de fundamental importância na educação infantil • Aprender uma língua não é somente aprender palavras, mas também os seus significados culturais
  34. 34. O LÚDICO NA ALFABETIZAÇÃO • A aprendizagem da leitura e da escrita inicia na educação infantil e, a partir desse contato, as crianças começam a elaborar hipóteses sobre a escrita • É preciso criar no interior da sala de aula um ambiente de prazer, de busca e de troca • O sucesso pedagógico no processo de alfabetização vai depender da postura do professor • A criança aprende melhor quando levamos em conta o que ela quer saber
  35. 35. SUGESTÕES DE ATIVIDADES LÚDICAS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • O educador ao realizar um trabalho de ação pedagógica consciente, parte da leitura de mundo das crianças • Para que o processo lúdico aconteça na sala de aula é necessário que o educador conheça atividades diversificadas para poder realizar esse processo com eficácia • Atividades propostas
  36. 36. SUGESTÕES DE ATIVIDADES LÚDICAS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • Jogo de nomeação • Jogo do reconhecimento • Jogo dramático • Jogo de contar • História em quadrinhos • Alfabeto ilustrado • Alfabeto concreto
  37. 37. SUGESTÕES DE ATIVIDADES LÚDICAS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • Listagens na sala • Alfabeto individual • Jogo de caixinhas • Jogo da caixa com nomes • Jogo da memória • Forca • Boliche
  38. 38. SUGESTÕES DE ATIVIDADES LÚDICAS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • Combinação de palavras • Bingo com nomes • Quebra-cabeça • Quebra-cabeça com palavras • Figuras e pregadores • Pescaria
  39. 39. SUGESTÕES DE ATIVIDADES LÚDICAS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • Detetive • Baralhos de letras • Atividades com rótulos • Corre cutia • Texto memorizado • Jogo de rimas
  40. 40. SUGESTÕES DE ATIVIDADES LÚDICAS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • Procurando palavras • Trabalhando com vogais • Mercadinho de letras • Batata quente • Jogo da frase maluca • Jogo do impossível
  41. 41. SUGESTÕES DE ATIVIDADES LÚDICAS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO • Jogo descubra o ditado popular • Jogo de correspondência • Trenzinho de palavras • Jogo de dominó • Sequência de cenas

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