A pascoa na visão espírita (2)

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A PÁSCOA NA VISÃO ESPIRITA

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A pascoa na visão espírita (2)

  1. 1. A PASCOA NA VISÃO ESPÍRITA JACKSON FAÇANHA
  2. 2. I. ORIGEM DA FESTA DA PÁSCOA 1. FESTA HEBRAICA MAIS IMPORTANTE  PESACH PASSAGEM / LIBERTAÇÃO 2. TEMPOS PRÉ-MOSAICOS  PASSAGEM DAS ESTAÇÕES: CHEGADA DA PRIMAVERA Páscoa – Visão Espírita
  3. 3. Páscoa – Visão Espírita I. ORIGEM DA FESTA DA PÁSCOA 3. TEMPOS PÓS-MOSAICOS  14o. NISSAN AO 21o. NISSAN CHEGADA DA PRIMAVERA  ANJO DA MORTE  MAR VERMELHO
  4. 4. II. A PÁSCOA CRISTÃ 1. HERANÇA JUDAICA  MORTE DE JESUS 2. NOVO SIGNIFICADO  RESSURREIÇÃO DE JESUS 3. PERÍODO  1o. DOMINGO APÓS A LUA CHEIA DE 21 DE MARÇO Páscoa – Visão Espírita
  5. 5. Páscoa – Visão Espírita A palavra “páscoa” – do hebreu “peschad”, em grego “paskha” e latim “pache” – significa “passagem”, uma transição anunciada pelo equinócio de primavera (ou vernal), que no hemisfério norte ocorre a 20 ou 21 de março ...
  6. 6. Páscoa – Visão Espírita II. A PÁSCOA CRISTÃ “ A SEMANA DO MARTIRIO”
  7. 7. Páscoa – Visão Espírita
  8. 8. Páscoa – Visão Espírita
  9. 9. Páscoa – Visão Espírita “ENTRADA DE JESUS EM JERUSALEM”
  10. 10. Páscoa – Visão Espírita
  11. 11. Páscoa – Visão Espírita
  12. 12. Páscoa – Visão EspíritaQUINTA- FEIRA DE PÁSCOA
  13. 13. Páscoa – Visão Espírita.....levantou-se da ceia, tirou o manto e, tomando uma toalha, cingiu-se. Depois deitou água na bacia e começou a lavar os pés aos discípulos, e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido. Chegou, pois, a Simão Pedro, que lhe disse: Senhor, lavas-me os pés a mim? Respondeu-lhe Jesus: O que eu faço, tu não o sabes agora; mas depois o entenderás. Tornou-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Replicou-lhe Jesus: Se eu não te lavar, não tens parte comigo. Disse-lhe Simão Pedro: Senhor, não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça. Respondeu-lhe Jesus: Aquele que se banhou não necessita de lavar senão os pés, pois no mais está todo limpo; Entendeis o que vos tenho feito? ( JOÃO 13 )
  14. 14. Páscoa – Visão Espírita "Dou-vos um novo mandamento: Amai-vos uns aos outros. Como eu vos tenho amado, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros". E explica o motivo dessa necessidade do amor entre nós: "Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros" . ( JOÃO 13 )
  15. 15. Páscoa – Visão Espírita“ A PREÇE NO GATSÊMANI ” “ficai aqui e vigiai comigo”. “nem uma hora pudestes vós vigiar comigo?” .... levantando seus olhos ao céu, disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti; E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer. E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse. João 17:1-5
  16. 16. Páscoa – Visão EspíritaSEXTA - FEIRA DE PÁSCOA “E, havendo-o açoitado, o matarão; e ao terceiro dia ressuscitará”. (Lucas cap. 18 v 33) Ao terceiro dia de Sua morte, Maria Madalena foi ao túmulo para aplicar especiarias em Seu corpo e viu que a pedra que o fechava estava fora do lugar. Conversou com alguém que pensou ser o jardineiro do lugar. Mas quando O reconheceu, chamou-O de Rabi e Ele pediu que não O tocasse porque ainda não havia subido ao Pai.
  17. 17. Páscoa – Visão EspíritaJesus passou quarenta dias entre os seus discípulos, ensinando muitas coisas mais e conclamando-os para a batalha em prol do evangelho do amor. A Sua ressurreição foi o ponto principal para fazer com que os Seus amigos, amparados na fé e no conhecimento de que a morte não existe, se enchessem de coragem para enfrentar a escuridão e levar a luz aos mais recônditos lugares da Terra. Viveram e morreram por Jesus com a alegria que move os justos. O INTERVALO ATÉ A RESSUREIÇÃO, JESUS VISITA AS ZONAS INFERIORES DA ESPIRITUALIDADE ( UMBRAIS )...
  18. 18. Páscoa – Visão Espírita “Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito; No qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão.” (1 Pedro 3:18-19 )
  19. 19. Páscoa – Visão Espírita II. A PÁSCOA CRISTÃ 4. IMPORTÂNCIA E SIGNIFICADO (Paulo de Tarso, I Cor, 15: 13, 14; 32)
  20. 20. Páscoa – Visão Espírita III. VISÃO ESPÍRITA DA PÁSCOA 1. PAIXÃO E MORTE DE JESUS  ANÁLISE ESPÍRITA 2. RESSURREIÇÃO X REENCARNAÇÃO
  21. 21. Páscoa – Visão Espírita RESSURREIÇÃO DO ESPÍRITO RESSURREIÇÃO DA CARNE
  22. 22. III. VISÃO ESPÍRITA DA PÁSCOA 3. JESUS E A RESSURREIÇÃO  AS APARIÇÕES DE JESUS 4. A PÁSCOA PARA OS ESPÍRITAS Páscoa – Visão Espírita
  23. 23. Páscoa – Visão EspíritaNa questão da ressurreição, para nós, espíritas, Jesus apareceu à Maria de Magdala e aos discípulos, com seu corpo espiritual, que chamamos de perispírito. Entendemos que não houve uma ressurreição corporal, física. Jesus de Nazaré não precisou derrogar as leis naturais do nosso mundo para firmar o seu conceito de missionário. A sua doutrina de amor e perdão é muito maior que qualquer milagre, até mesmo a ressurreição.
  24. 24. PAULO DE TARSO
  25. 25. (Paulo de Tarso, I Cor, 15: 44; 50) Páscoa – Visão Espírita
  26. 26. Páscoa – Visão Espírita Nesta Páscoa, assim, quando estiveres junto aos teus mais caros, lembra-te de reverenciar os belos exemplos de Jesus, que o imortalizam e que nos guiam para, um dia, também estarmos na condição experimentada por ele, qual seja a de “sermos deuses”, “fazendo brilhar a nossa luz”. Comemore, então, meu amigo, uma “outra” Páscoa. A sua Páscoa, a da sua transformação, rumo a uma vida plena.
  27. 27. Páscoa – Visão Espírita (CAJAZEIRAS, Francisco in “Elementos de Teologia Espírita”, EME)
  28. 28. Páscoa – Visão EspíritaPáscoa como o momento de transformação, a verdadeira evocação de liberdade, pois, uma vez despojado do envoltório corporal, pôde Jesus retornar ao Plano Espiritual para, de lá, continuar “coordenando” o processo depurativo de nosso orbe. Longe da remissão da celebração de uma festa pastoral ou agrícola, ou da libertação de um povo oprimido, ou da ressurreição de Jesus, possa ela ser encarada por nós, espíritas, como a vitória real da vida sobre a morte, pela certeza da imortalidade e da reencarnação, porque a vida, em essência, só pode ser conceituada como o amor, calcado nos grandes exemplos da própria existência de Jesus, de amor ao próximo e de valorização da própria vida. MENSAGEM DO ESPÍRITO ANTÔNIA

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