Aulas --resumos

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Aulas --resumos

  1. 1. Canteiro de Obras: Conceitos Gerais Prof. Glauco
  2. 2. - Caráter nômade: a indústria sai do local de trabalho, o produto final fica; - Não há uma produção para estoque, porque o produto da construção civil é baseado em serviço; - Mudanças são difíceis de serem implantadas pelo grande conservadorismo das técnicas já utilizadas em obras, se tornando mais complicado a evolução do setor. - Escassez de mão de obra qualificada; - Dependência de condições meteorológicas; - Grau de assertividade na precisão de medidas, prazos, resistências são inferiores a outros setores. Características do Setor de Construção Civil Prof. Glauco
  3. 3. - A maioria dos canteiros de obras é do tipo restrito, ou seja, ocupa parte do terreno da construção, o que exige um planejamento e layout adequado, visando produtividade. - As empresas construtoras estavam acostumadas com uma economia simples: preço = custos de produção + lucro, sem se importar com redução de custos, pois a concorrência no setor era relativamente baixa, porém, este cenário mudou. - Setor ainda caracterizado pelo alto índice de desperdícios de materiais; falta de um controle capaz de garantir a qualidade; retrabalhos; e impacto socioambiental. - No quesito de segurança nos últimos 30 anos houve mais de 30 milhões de acidentes de trabalho e 100 mil mortes. Características do Setor de Construção Civil Prof. Glauco
  4. 4. O que é um Canteiro de Obras? (NR-18) Área fixa reservada de trabalho temporário, onde se desenvolvem as operações de apoio e execução de uma obra. (NB-1367) Áreas destinadas à execução e apoio dos trabalhos da indústria da construção, dividindo-se em áreas operacionais e áreas de vivência. Em engenharia se utiliza a palavra obra para designar um projeto a ser executado ou em execução. Uma obra civil é um conjunto de atividades nas quais se cria ou altera a aparência, estrutura ou forma de uma edificação ou parte dela. O que é uma Obra? Prof. Glauco
  5. 5. Canteiros Simples e Complexos Prof. Glauco
  6. 6. Entende-se por Layout do canteiro a disposição física de homens, materiais, equipamentos, áreas de trabalho e de estocagem. O objetivo do planejamento do layout é obter a melhor otimização possível, visando produtividade e segurança. Layout de Canteiros Prof. Glauco
  7. 7. * Restritos: A obra ocupa grande parte do terreno. Isso é muito comum em áreas urbanas, em ampliações ou reformas, e geralmente lidam com pouca disposição de espaço. Ex: residências e edifícios. * Amplos: A obra ocupa pequena parte do terreno disponível. Isso é mais comum em obras de médio e grande porte, em áreas menos urbanizadas. Ex: usinas, indústrias, barragens. * Longos e Estreitos: A obra ocupa apenas uma das dimensões com acessos possíveis em poucos pontos do canteiro. Ex: canteiro de obras de ferrovias e rodovias, obras de saneamento, etc. Tipos de Canteiros de Obras Prof. Glauco
  8. 8. O que priorizar para que um canteiro seja excelente? Economia de movimentos, diminuição do transporte de materiais, máquinas e operários; flexibilidade para alterações futuras conforme fases da obra; atendimento a satisfação dos trabalhadores e a segurança no trabalho. Para atender estes propósitos é preciso conhecer o projeto completo da obra; seu cronograma e sua dimensão, informações sobre volumes e quantidades produzidas, estocadas e transportadas. Noções de Canteiros Eficientes e Eficazes Prof. Glauco
  9. 9. Além disso é preciso: - Ter as especificações técnicas da obra, saber o que será produzido e o que será adquirido; - Conhecer as Leis Trabalhistas e a NR-18 para viabilizar as áreas de operacionais e de vivência; - Ter dados sobre a produtividade dos operários para o dimensionamento da mão de obra necessária; - Conhecer o cronograma de execução dos serviços, a área do terreno e da obra a ser construída. Noções de Canteiros Eficientes e Eficazes Prof. Glauco
  10. 10. Elementos do Canteiro de Obras e o PCMAT PCMAT Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Prof. Glauco
  11. 11. - Áreas operacionais: ligados diretamente à produção, como um pátio de armação ou uma central de formas; - Áreas de apoio à produção: almoxarifados ou qualquer ambiente destinado a armazenar materiais; - Área de transportes: para equipamentos de locomoção de materiais e mão de obra pelo canteiro; - Área de apoio técnico/administrativo: escritórios de gerenciamento de uma forma geral. - Área de vivência: destinadas a atender as necessidades básicas humanas como alimentação, higiene, descanso, lazer e convivência. Áreas Distintas no Canteiro Prof. Glauco
  12. 12. - Instalações Sanitárias - Vestiário - Alojamento * - Refeitório - Cozinha ** - Lavanderia * - Área de lazer * - Ambulatório (>50) * Caso haja trabalhadores alojados ** Caso haja preparo de alimentos no local Nota: Pela NR-18, o PCMAT é documento regulamentador obrigatório para obras acima de 20 trabalhadores, e deve ser elaborado por um profissional da área de segurança do trabalho. (Atividade: Pesquisa das especificações técnicas de área de vivência pela norma NR-18). Requisitos para Área de Vivência Prof. Glauco
  13. 13. a) Memorial sobre condições e meio ambiente de trabalho, levando-se em consideração riscos de acidentes e doenças do trabalho; b) Projeto de execução das proteções coletivas conforme as etapas da obra; c) Especificação técnica das proteções coletivas e individuais a serem utilizadas; d) Cronograma de implantação das medidas preventivas; e) Layout inicial do canteiro de obras, com áreas operacionais e de vivência; f) Programa educativo sobre prevenção de acidentes. Documentos que integram o PCMAT Prof. Glauco
  14. 14. A organização do canteiro de obra é fundamental para otimizar o tempo, evitar perdas de materiais ou defeitos de execução e falta de qualidade dos serviços realizados. A NR-18 (Norma Regulamentadora) elaborada em conjunto por construtoras e o governo, estabelece diretrizes e exigências diversas. As principais etapas são: Considerações ao se inaugurar um Canteiro Prof. Glauco
  15. 15. 1) Preparação para Execução Quanto mais planejado, melhor será o desempenho dos serviços. Por isso, é importante conhecer o cronograma das tarefas, e as estratégias para realizá-las. Se haverá necessidade de alugar ou adquirir ferramentas e equipamentos. Alocação de locais para estoques. Determinação de áreas de operação e vivência. Se os trabalhadores precisarão de equipamentos de proteção individual (EPI) obrigatórios por lei, além de várias outras providências. Considerações ao se inaugurar um Canteiro Prof. Glauco
  16. 16. 2) A Água à disposição O uso da água é intensivo para preparar materiais no canteiro. Ela serve também para a higiene dos trabalhadores e deve estar disponível em abundância. Se a obra não contar com rede pública de abastecimento, que exigirá a instalação de um cavalete e hidrômetro, será preciso providenciar um poço, prevendo-se uma bomba ou somente um sarrilho para retirar a água. Lembrar ainda que o uso sanitário da água gera esgotos. Se não houver coleta de rede pública, será necessária uma fossa. Considerações ao se inaugurar um Canteiro Prof. Glauco
  17. 17. 3) Logística interna É preciso pensar no fluxo de materiais pela obra, prevendo os trajetos feitos pelos carrinhos de mão e giricos (espécie de carrinho que carrega mais material); Quais os serviços que poderão causar conflitos quando executados simultaneamente; e se os estoques de materiais não serão afetados pelo tráfego de pessoas e materiais, evitando assim o remanejamento de materiais. Considerações ao se inaugurar um Canteiro Prof. Glauco
  18. 18. 4) Instalações elétricas Esqueça as gambiarras e fios elétricos pendurados pela obra, nada seguros. Planeje desde a entrada de energia no terreno até a sua distribuição e iluminação das frentes de trabalho. Deve-se procurar saber se existem equipamentos que exigem instalações elétricas mais sofisticadas, sabendo quais as especificações corretas para serem instaladas. Considerações ao se inaugurar um Canteiro Prof. Glauco
  19. 19. 5) Tapumes O tapume é aquela parede de proteção que envolve o todo o canteiro de obra, evitando que entrem pessoas não autorizadas, garantindo a segurança do fluxo de entrada e saída. O tapume oferece segurança, sobretudo se houver crianças perto da construção, além da prevenção contra roubos e depredações. Não se deve esquecer de considerar essa hipótese na discussão preliminar com seu construtor, incluindo os custos na planilha para não ser surpreendido com gastos extras. Considerações ao se inaugurar um Canteiro Prof. Glauco
  20. 20. Acidente do trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho, a serviço da empresa, provocando lesão corporal, perturbação funcional ou doença que cause a morte, perda ou redução da capacidade para o trabalho. (Art 19 da Lei 8.213, de 24/julho de 1991) Por sua vez segurança do trabalho envolve uma série de medidas técnicas, médicas e psicológicas, destinadas a prevenir acidentes profissionais e eliminar condições inseguras do ambiente de trabalho. Segurança básica no Canteiro de Obras Prof. Glauco
  21. 21. Proteção contra incêndios: Deve haver um sistema de alarme capaz de dar sinais perceptíveis em todo o local de trabalho. É proibida a execução de serviços de soldagem em locais com materiais inflamáveis e explosivos; Sinalização de segurança: A sinalização deve indicar os locais de apoio, as saídas, e advertir perigos e risco de queda, além de outros alertas; Segurança básica no Canteiro de Obras Prof. Glauco
  22. 22. Equipamentos de Proteção Individual (EPI): O empregador é obrigado a fornecer aos trabalhadores os EPI’s adequados ao risco e em perfeita condição de uso, segundo a norma NR-6 de Equipamento de Proteção Individual; Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA: A empresa que possuir obras com mais de 70 trabalhadores requer CIPA. Segurança básica no Canteiro de Obras Prof. Glauco
  23. 23. Todos operários devem receber treinamentos admissional e periódico, visando garantir a segurança no trabalho, a partir de: a) informações sobre as condições e meio ambiente de trabalho; b) informações sobre os riscos inerentes a sua função; c) uso adequado dos EPI (Equipamentos de Proteção Individual); d) informações sobre os EPC (Equipamentos de Proteção Coletiva), existentes no canteiro de obra. Treinamento no Canteiro de Obras Prof. Glauco
  24. 24. ÁREAS DE VIVÊNCIA Segundo a NR-18 Prof. Glauco
  25. 25. a) Instalações sanitárias b) Vestiário c) Alojamento* d) Refeitório e) Cozinha (se houver preparo de refeições) f) Lavanderia* g) Área de lazer* h) Ambulatório (>=50 operários) *** obrigatório se houver trabalhadores alojados. 18.4 Áreas de Vivência devem conter: Prof. Glauco
  26. 26. a) Deve ter área de ventilação natural, no mínimo 15% da área do piso, e duas aberturas para permitir eficaz ventilação interna; b) garanta condições de conforto térmico; c) pé direito 2,40m d) conforto e higiene e) proteção contra riscos choque e aterramento. 18.4.1.3 Instalações móveis, inclusive contêineres Prof. Glauco
  27. 27. f) Em caso de beliche, altura livre de 0,90m g) Em caso de contêineres adaptado de outros fins, laudo técnico de ausência de riscos químicos, biológicos e físicos (radiações) com a identificação da empresa responsável pela adaptação. 18.4.1.3 Instalações móveis, inclusive contêineres Prof. Glauco
  28. 28. Entende-se como instalação sanitária o local destinado ao asseio corporal e/ou ao atendimento das necessidades fisiológicas. É proibida a utilização das instalações sanitárias para outros fins que não aqueles previstos no subitem. 18.4.2 Instalações Sanitárias Prof. Glauco
  29. 29. a) perfeito estado de conservação e higiene; b) portas de acesso que impeçam o devassamento de modo a manter o resguardo conveniente; c) ter paredes de material resistente e lavável, podendo ser de madeira; d) ter pisos impermeáveis, laváveis e de acabamento antiderrapante; e) isolado de locais destinados às refeições; f) independente para homens e mulheres; As Instalações Sanitárias devem: Prof. Glauco
  30. 30. g) ter ventilação e iluminação adequadas; h) ter instalações elétricas protegidas; i) ter pé-direito mínimo de 2,50m; j) estar situadas no máximo a 150m do posto de trabalho. OBS: Lavatório, sanitário e mictório, 1 para cada 20 trabalhadores e chuveiro, 1 para cada 10. As Instalações Sanitárias devem: Prof. Glauco
  31. 31. a) Devem ser individual ou coletivo, tipo calha; b) possuir torneira de metal ou de plástico; c) ficar a uma altura de 90cm do chão; d) ser ligados à rede de esgoto, quando houver; e) ter revestimento interno de material liso, impermeável e lavável; f) ter espaçamento mínimo entre as torneiras de 60cm, quando coletivos; g) dispor de lixo para coleta de papéis usados. 18.4.2.5 Lavatórios Prof. Glauco
  32. 32. a) ter área mínima local de 1m2; b) ter porta com trinco interno e borda inferior de 15cm de altura; c) ter divisórias com altura mínima de 1,80m; d) Papel higiênico e lixo com tampa. Os vasos sanitários devem ainda: a) ser do tipo bacia turca ou sifonado; b) ter caixa de descarga ou válvula automática; c) ser ligado à rede geral de esgotos ou à fossa séptica. 18.4.2.6 Vasos Sanitários Prof. Glauco
  33. 33. a) Devem ser individual ou coletivo, tipo calha; b) ter revestimento interno de material liso, impermeável e lavável; c) ser providos de descarga; d) ficar a uma altura máxima de 50cm do piso; e) ser ligado diretamente à rede de esgoto ou à fossa séptica. OBS: No mictório tipo calha, cada segmento de 60cm corresponde a um mictório tipo cuba. 18.4.2.7 Mictórios Prof. Glauco
  34. 34. a) ter paredes de alvenaria, madeira ou material equivalente; b) ter pisos de concreto, cimentado, madeira ou material equivalente; c) ter cobertura; d) ter área de ventilação correspondente a 10% da área do piso; e) ter iluminação natural e/ou artificial; f) ter armários individuais com cadeado; g) pé-direito mínimo de 2,50m; h) ter bancos de 30cm de largura. 18.4.2.9 Vestiário Prof. Glauco
  35. 35. a/b) ter paredes e piso adequados; c) ter cobertura que proteja das intempéries; d) ter área de ventilação de 10% da área do piso; e) ter iluminação natural e/ou artificial; f) área mínima de 3m2 por módulo cama/armário, incluindo a área de circulação; g) pé-direito de 2,5m para cama e 3m para beliche (proteção e escada); h) não estar situados em subsolos ou porões das edificações; i) instalações elétricas adequadas e protegidas. 18.4.2.10 Alojamento Prof. Glauco
  36. 36. a/b) ter paredes e piso adequados; c) ter cobertura que proteja das intempéries; d) ter capacidade para todos os trabalhadores; e) ter ventilação e iluminação natural ou artificial; f) ter lavatório instalado próximos; g) ter mesas lisas e laváveis; h) assentos suficientes para atender a todos; i) ter lixo, com tampa, para detritos; j) não estar situado em subsolos ou porões; k) não ter contato com as instalações sanitárias; l) ter pé-direito mínimo de 2,80m 18.4.2.11 Refeitório Prof. Glauco
  37. 37. a) ter ventilação e boa exaustão; b) pé-direito mínimo de 2,80m; c/d/e) paredes, piso e cobertura adequados, laváveis e de material resistente ao fogo; f) ter iluminação natural e/ou artificial; g) ter pia para lavar os alimentos e utensílios; h) possuir instalações sanitárias isolado, porém, exclusivo dos encarregados de manipular gêneros alimentícios; 18.4.2.12 Cozinha Prof. Glauco
  38. 38. i) dispor de lixo, com tampa, para o descarte; j) refrigeração para preservação dos alimentos; - quando utilizado GLP, os botijões devem ser instalados fora do ambiente de utilização, em área ventilada e coberta. - É obrigatório o uso de paramentação para os que trabalham na cozinha.; 18.4.2.12 Cozinha Prof. Glauco
  39. 39. - As áreas de vivência devem possuir local próprio, coberto, ventilado e iluminado para que o trabalhador alojado possa lavar, secar e passar suas roupas de uso pessoal. - Este local deve ter tanques individuais ou coletivos em número adequado. - A empresa poderá terceirizar isto, desde que sem ônus para o trabalhador. 18.4.2.13 Lavanderia Prof. Glauco
  40. 40. - Nas áreas de vivência devem ser previstos locais para recreação dos trabalhadores alojados,; - Pode-se utilizar o local de refeições para este fim, desde que o mesmo comporte também esta finalidade. 18.4.2.14 Área de Lazer Prof. Glauco
  41. 41. 18.5 - DEMOLIÇÕES 41 Prof. Glauco
  42. 42. - Antes de se iniciar, o fornecimento de energia, água, inflamáveis líquidos e gasosos, substâncias tóxicas e canalizações de esgoto devem ser desligadas/isoladas; - Construções vizinhas devem ser examinadas, visando sua preservação, estabilidade e integridade física de terceiros. - Eventuais escadarias devem ser mantidas desimpedidas e livres para a circulação de emergência. - Antes de se iniciar, devem ser removidos objetos pesados e volumosos, vidros, ripados e outros elementos frágeis. DEMOLIÇÕES 42 Prof. Glauco
  43. 43. - A remoção dos entulhos, por gravidade, deve ser feita em calhas fechadas, com inclinação máxima de 45º, fixadas à edificação em todos os pavimentos; - Durante a execução de serviços de demolição, devem ser instaladas, no máximo, a 2 (dois) pavimentos abaixo do que será demolido, plataformas de retenção de entulhos, com dimensão mínima de 2,50m e inclinação de 45º, em todo o perímetro da obra; - Os restolhos em demolição não devem ser abandonados em locais ou posição que torne possível o seu desabamento; DEMOLIÇÕES 43 Prof. Glauco
  44. 44. - Os materiais das edificações, durante a demolição e durante sua remoção, devem ser previamente umedecidos. - As paredes somente podem ser demolidas antes da estrutura, quando esta for metálica ou de concreto armado. DEMOLIÇÕES 44 Prof. Glauco
  45. 45. 18.6 - ESCAVAÇÕES e FUNDAÇÕES 45 Prof. Glauco
  46. 46. - O local deve ser previamente limpo, devendo ser retirados ou escorados árvores, rochas, materiais de qualquer natureza, quando houver risco de comprometer sua estabilidade durante a execução de serviços; - Muros, edificações vizinhas e todas as estruturas que possam ser afetadas pela escavação devem ser escorados; - Quando existir cabo subterrâneo de energia elétrica nas proximidades das escavações, as mesmas só poderão ser iniciadas quando esta rede for desligada; ESCAVAÇÕES e FUNDAÇÕES 46 Prof. Glauco
  47. 47. - Os taludes das escavações devem ter sua estabilidade garantida, se necessário por meio de estruturas próprias para este fim. - Para elaboração do projeto e execução das escavações a céu aberto, serão observadas as condições exigidas na NBR 9061/85 - Segurança de Escavação a Céu Aberto da ABNT. - As escavações com mais de 1,25m de profundidade devem dispor de escadas ou rampas, a fim de permitir a saída rápida dos trabalhadores no caso de emergências; ESCAVAÇÕES e FUNDAÇÕES 47 Prof. Glauco
  48. 48. - Os materiais retirados da escavação devem ser depositados a uma distância superior à metade da profundidade, medida a partir da borda do talude. - O monitoramento nas escavações deve ser efetivo, em caso de qualquer risco deve ser acionado o sistema de alarme sonoro e visual, portanto, as escavações devem ter sinalização de advertência; - É proibido o acesso de pessoas não-autorizadas às áreas de escavação e cravação de estacas. O operador de bate-estacas deve ser qualificado e ter sua equipe treinada. ESCAVAÇÕES e FUNDAÇÕES 48 Prof. Glauco
  49. 49. - Na operação de desmonte de rocha a fogo, deve haver um blaster, responsável pelo armazenamento, preparação das cargas, carregamento das minas, ordem de fogo, detonação e retirada das minas que não explodiram; - A área de fogo deve ser protegida contra projeção de partículas, quando expuser a riscos. É obrigatória a existência de alarme sonoro; - Na execução de tubulões a céu aberto, a exigência de escoramento fica a critério do engenheiro especializado em fundações ou solo, considerados os requisitos de segurança. ESCAVAÇÕES e FUNDAÇÕES 49 Prof. Glauco
  50. 50. - A escavação de tubulões e execução de taludes, devem ser precedida de sondagem ou de estudo geotécnico local, o qual será obrigatório para profundidade superior a 3,00m (sondador). ESCAVAÇÕES e FUNDAÇÕES 50 Talude Tubulões Escavação Prof. Glauco
  51. 51. - A NR-18 prevê a normativa para utilização de serra circular em serviços de carpintaria e local de trabalho. (mesa padrão, aterramento, disco, coletor de serragem...) 18.7 - CARPINTARIA - A NR-18 prevê a normativa para operações e manuseio de vergalhões de aço e local de trabalho. (bancada padrão, cobertura e armazenamento, pontas...) 18.8 - ARMAÇÕES DE AÇO 51 Prof. Glauco
  52. 52. 18.9 - ESTRUTURAS DE CONCRETO 52 Prof. Glauco
  53. 53. - As fôrmas devem ser projetadas, escoradas e inspecionadas antes e durante seu enchimento; Pilares devem ser escorados ou estaiados por estaias; - Para a desforma devem ser viabilizados meios que impeçam a queda livre de seções de fôrmas e escoramentos, sendo obrigatórios a amarração das peças e o isolamento e sinalização do local; - Durante operações de protensão de cabos de aço, é proibida a permanência de trabalhadores atrás dos dispositivos de protensão, devendo a área ser isolada; ESTRUTURAS DE CONCRETO 53 Prof. Glauco
  54. 54. - As conexões dos dutos transportadores de concreto devem possuir dispositivos de segurança para impedir a separação das partes, quando o sistema estiver sob pressão e o local isolado para este fim; - Os vibradores de imersão devem ter dupla isolação e os cabos de ligação ser protegidos contra impactos e cortes pela ferragem, devendo ser sempre inspecionados; - As caçambas transportadoras de concreto devem ter dispositivos de segurança que impeçam o seu descarregamento acidental. ESTRUTURAS DE CONCRETO 54 Prof. Glauco
  55. 55. 18.10 - ESTRUTURAS METÁLICAS 55 Prof. Glauco
  56. 56. - As peças devem estar previamente fixadas antes de serem soldadas, rebitadas ou parafusadas. Os componentes da estrutura metálica não devem possuir rebarbas. - Na edificação de estrutura metálica, deve ficar à disposição do trabalhador, em seu posto de trabalho, recipiente adequado para depositar pinos, rebites, parafusos e ferramentas. - As peças estruturais pré-fabricadas devem ter pesos e dimensões compatíveis com os equipamentos de transportar e guindar. ESTRUTURAS METÁLICAS 56 Prof. Glauco
  57. 57. - Para montagens próximo às linhas elétricas energizadas, deve-se proceder ao desligamento da rede, afastamento dos locais energizados, proteção das linhas, além do aterramento da estrutura e equipamentos que estão sendo utilizados; - A colocação de pilares e vigas deve ser feita de maneira que, ainda suspensos pelo equipamento de guindar, se executem a prumagem, marcação e fixação das peças. ESTRUTURAS METÁLICAS 57 Prof. Glauco
  58. 58. 18.11 – OPERAÇÕES DE SOLDAGEM E CORTE A QUENTE 58 Prof. Glauco
  59. 59. SOLDAGEM E CORTE A QUENTE 59 - Para operações de soldagem e corte a quente em chumbo, zinco ou materiais revestidos de cádmio, será obrigatória a remoção por ventilação local exaustora dos fumos originados no processo; - O dispositivo usado para manusear eletrodos deve ter isolamento adequado à corrente usada, a fim de se evitar descargas elétricas ou choques no operador. - Nas operações de soldagem e corte a quente, é obrigatória a utilização de anteparo eficaz para a proteção dos trabalhadores circunvizinhos. Prof. Glauco
  60. 60. SOLDAGEM E CORTE A QUENTE 60 - Nas operações de soldagem de tanque ou similar, que envolvam geração de gases confinados , é obrigatória a adoção de medidas preventivas para eliminar riscos de explosão e intoxicação do trabalhador; - As mangueiras devem possuir mecanismos contra o retrocesso das chamas na saída do cilindro e chegada do maçarico. - E, por fim, é proibida a presença de substâncias inflamáveis e/ou explosivas próximo aos cilindros de O2. Prof. Glauco
  61. 61. 18.12 - ESCADAS, RAMPAS E PASSARELAS 61 Prof. Glauco
  62. 62. - A transposição de pisos com diferença de nível superior a 40cm deve ser feita por meio de escadas ou rampas. - A madeira deve ser de qualidade, sem nós e rachaduras, estar seca. É proibido a pintura de modo que encubra suas imperfeições. - As escadas de uso coletivo, rampas e passarelas devem ser dotadas de corrimão. 62 ESCADAS, RAMPAS E PASSARELAS Prof. Glauco
  63. 63. - As escadas provisórias de uso coletivo devem ser dimensionadas a largura mínima de 0,80cm, devendo ter um patamar a cada 2,90m (máximo). - As escadas de mão poderão ter até 7m de comprimento e deve: a) ultrapassar em 1m o piso superior; b) ser fixada nos pisos inferior e superior ou ser dotada de dispositivo que impeça o seu escorregamento; c) ter degraus antiderrapantes; d) ser apoiada em piso resistente. ESCADAS 63 Prof. Glauco
  64. 64. ESCADA EXTENSÍVEL 64 ESCADA DE ABRIR TIPO MARINHEIRO TIPOS DE ESCADAS Prof. Glauco
  65. 65. - É proibido o uso de escada de mão próximo a redes e equipamentos elétricos desprotegidos. - A escada de abrir deve ser rígida e provida de dispositivos que a mantenham com abertura constante, com altura máxima de 6m. - Escada extensível deve ser dotada de dispositivo limitador de curso, ou manter sobreposição de no mínimo 1m. - Escada fixa, tipo marinheiro, deve ser provida de gaiola protetora a partir de 2m de altura até 1m da última superfície. ESCADAS DE MÃO 65 Prof. Glauco
  66. 66. RAMPAS E PASSARELAS 66 Prof. Glauco
  67. 67. - Rampas provisórias devem ser fixadas no piso inferior e superior, não ultrapassando 30º de inclinação. - Para inclinação superior a 18º, devem ser fixadas peças transversais, espaçadas a cada 40cm, para apoio dos pés. - Não podem existir ressaltos entre o piso da passarela e o piso do terreno. - Os apoios das extremidades das passarelas devem ser dimensionados em função das cargas submetidas. RAMPAS E PASSARELAS 67 Prof. Glauco
  68. 68. 18.13 – PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS 68 Prof. Glauco
  69. 69. - Obrigatória a instalação de proteção coletiva onde houver risco de queda. - Aberturas no piso devem ter fechamento provisório. - Aberturas verticais para transporte de materiais devem ser protegidas por guarda-corpo fixo. - Vãos de acesso a elevadores devem ter fechamento provisório de 1,20m de altura. MEDIDAS PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS 69 Prof. Glauco
  70. 70. - A proteção contra quedas em sistema de guarda- corpo deve ter os seguintes padrões: a) altura de 1,20m para o travessão superior e 70cm para o travessão intermediário; b) rodapé de 0,20m; c) Tela que garanta seu fechamento. MEDIDAS PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS 70 Prof. Glauco
  71. 71. - Plataformas de Proteção: Em construção com mais de 4 andares é obrigatória a instalação de uma plataforma principal de proteção anti queda de materiais. MEDIDAS PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS 71 Prof. Glauco
  72. 72. - Redes de Segurança: Acima disto, a cada 3 andares devem ser instalados plataformas secundárias ou redes de segurança conforme os padrões da NR-18. MEDIDAS PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS 72 Prof. Glauco
  73. 73. 18.7 – MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAIS E PESSOAS 73 Prof. Glauco
  74. 74. - ELEVADORES: a instalação e manutenção de equipamento de transporte vertical devem ser executados por profissionais qualificados, registrado no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CREA. - Os elevadores devem possuir o seu “Programa de Manutenção Preventiva” e um Livro de Inspeção do Equipamento. MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE 74 Prof. Glauco
  75. 75. São atribuições do operador de elevadores: a) manter o posto de trabalho limpo e organizado; b) verificar a carga e descarga de material e pessoas na cabine; c) comunicar e registrar ao engenheiro responsável da obra qualquer anomalia no equipamento; d) acompanhar todos os serviços de manutenção enquanto executados no equipamento. OBS: Fica proibido o uso deste equipamento em dias de condições meteorológicas não favoráveis como chuva, relâmpagos, ventanias, etc. MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE 75 Prof. Glauco
  76. 76. -É proibido transporte de pessoas por equipamento de guindar não projetado para este fim. - É proibido transportar materiais com dimensões maiores que as dimensões cabine no elevador tipo cremalheira; - É proibido transportar materiais apoiados nas portas da cabine; -É proibido transportar materiais do lado externo da cabine; - É proibido transportar graneis sem acondicionamento apropriado; - É proibido adaptar dispositivo para içamento de materiais em qualquer parte da cabina ou da torre do elevador. MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE 76 Prof. Glauco
  77. 77. MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE 77 Elevador a Cabo Elevador Cremalheira Prof. Glauco
  78. 78. TODO CUIDADO É POUCO! MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE 78 Prof. Glauco
  79. 79. - GRUAS: É proibida a utilização de gruas para o transporte de pessoas - Sua operação deve ser em conformidade com as recomendações do fabricante. - A grua deve dispor de dispositivo automático com alarme sonoro que indique a ocorrência de ventos superiores a 42 Km/h. MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE 79 Prof. Glauco
  80. 80. - A implantação, instalação, manutenção e retirada de gruas deve ser supervisionada por engenheiro legalmente habilitado com vínculo à respectiva empresa e, para tais serviços, deve ser emitida ART - Anotação de Responsabilidade Técnica. MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE 80 Prof. Glauco
  81. 81. TODO CUIDADO É POUCO! MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE 81 Prof. Glauco
  82. 82. 18.15 – ANDAIMES E PLATAFORMAS 82 Prof. Glauco
  83. 83. - Os projetos de andaimes devem ser acompanhados pela respectiva Anotação de Responsabilidade; - Somente empresas inscritas no CREA, com profissional habilitado podem fabricar andaimes completos ou quaisquer componentes estruturais; - Devem ser gravados nos andaimes, de forma aparente e indelével, a identificação do fabricante, lote e ano de fabricação; - É vedada a utilização de andaimes sem as gravações previstas no item acima. 83 ANDAIMES Prof. Glauco
  84. 84. 84 ANDAIMES Prof. Glauco
  85. 85. - A montagem de andaimes dos tipos fachadeiros, suspensos e balancim devem ser precedidas de projeto elaborado por profissional habilitado. - Os fabricantes dos andaimes devem fornecer instruções técnicas por meio de manuais que contenham, dentre outras informações: a) especificação de materiais, dimensões e posições de ancoragens e estroncamentos; e b) detalhes dos procedimentos sequenciais para as operações de montagem e desmontagem. 85 ANDAIMES Prof. Glauco
  86. 86. 86 TIPOS DE ANDAIMES Fachadeiros: Prof. Glauco
  87. 87. 87 TIPOS DE ANDAIMES Suspensos (cadeirinhas): Prof. Glauco
  88. 88. 88 TIPOS DE ANDAIMES Em balanço (balancim): Prof. Glauco
  89. 89. 89 ANDAIMES Nas atividades de montagem e desmontagem de andaimes: a) os trabalhadores devem receber treinamento específico para o tipo de andaime em operação; b) é obrigatório o uso de cinto de segurança tipo paraquedista e com dupla ancoragem; c) as ferramentas utilizadas devem ter amarração que impeça sua queda acidental; Prof. Glauco
  90. 90. 90 ANDAIMES - O piso dos andaimes deve ter forração completa, ser antiderrapante, nivelado e resistente. - No PCMAT devem ser inseridas as precauções que devem ser tomadas na montagem, desmontagem e movimentação de andaimes próximos às redes elétricas. - É proibida a utilização de aparas de madeira na confecção de andaimes (tipo compensados). Prof. Glauco
  91. 91. 91 ANDAIMES - Os andaimes devem dispor de sistema guarda- corpo e rodapé em todo o perímetro, exceto do lado da face de trabalho; - É proibido, sobre o piso de trabalho de andaimes, a utilização de escadas e outros meios para se atingirem lugares mais altos; - O acesso aos andaimes tubulares deve ser feito de maneira segura por escada metálica, incorporada ou acoplada ou escada do tipo marinheiro, montada externamente à estrutura do andaime. Prof. Glauco
  92. 92. - Devem ser apoiados em sapatas sobre base sólida e nivelada capazes de resistir a carga transmitida; - É proibido o deslocamento de andaimes com trabalhadores sobre os mesmos; - Pontos de içamento de material deve ser escolhido de modo a não comprometer sua estabilidade; - Andaimes de madeira só podem ser utilizados em obras de até três pavimentos ou altura equivalente; - O andaime deve ser fixado à estrutura da construção por meio de amarração e estroncamento; ANDAIMES APOIADOS 92 Prof. Glauco
  93. 93. Todo Cuidado é pouco! ANDAIMES 93 Prof. Glauco

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