Júri de Validação RVCC Secundário Hipótese de Trabalho
O Júri de Certificação <ul><li>A certificação de competências realiza-se perante um  Júri de Certificação  nomeado pelo Di...
Trabalho Preparatório <ul><li>O trabalho preparatório da sessão de certificação inclui a análise e a avaliação do PRA por ...
Regras e Princípios <ul><li>A validação e a certificação de competências obedecem aos seguintes princípios: </li></ul><ul>...
Uma Hipótese de Trabalho <ul><li>Para o nível de certificação do Secundário e com vista à criação de uma dinâmica para ses...
Trabalho Prévio <ul><li>Este modelo de júri requer um trabalho prévio por parte do Avaliador Externo e por parte do CNO. A...
A Estratégia <ul><li>A estratégia para este modelo de júri passa por colocar ao adulto, que deseja a certificação de nível...
Metodologia <ul><li>Passos a realizar: </li></ul><ul><li>Analizar o PRA e identificar competências base – Ajuda do/a Profi...
Documentos <ul><li>Serão documentos necessários/a criar: </li></ul><ul><li>Guião da Sessão de Júri. </li></ul><ul><li>Fich...
Plano de Desenvolvimento Individual <ul><li>A avaliação e certificação de competências termina com a validação de todos os...
O PDI <ul><li>O Plano de Desenvolvimento Individual deve ser explicado ao adulto, dando-lhe linhas de orientação profissio...
O PDI <ul><li>A criação do Plano de Desenvolvimento Individual requer um trabalho, adulto a adulto, por parte do Avaliador...
A Importância do Júri <ul><li>Para finalizar são 3 os factores que determinam a importância do Júri: </li></ul><ul><li>A s...
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JúRi De ValidaçãO

  1. 1. Júri de Validação RVCC Secundário Hipótese de Trabalho
  2. 2. O Júri de Certificação <ul><li>A certificação de competências realiza-se perante um Júri de Certificação nomeado pelo Director do Centro e constituído pelo profissional de RVC, pelos formadores e pelos avaliadores externos ao processo de RVCC de cada adulto e ao Centro Novas Oportunidades. </li></ul>
  3. 3. Trabalho Preparatório <ul><li>O trabalho preparatório da sessão de certificação inclui a análise e a avaliação do PRA por parte da equipa técnico- pedagógica e do avaliador externo. </li></ul>Portefólio (O Avaliador deve ler, analisar e avaliar as competências ilustradas no PRA) Profissional (A análise do PRA pode ser realizada em conjunto com o profissional RVC para retirar eventuais dúvidas)
  4. 4. Regras e Princípios <ul><li>A validação e a certificação de competências obedecem aos seguintes princípios: </li></ul><ul><li>Há uma distinção clara entre o papel da equipa técnico-pedagógica do Centro Novas Oportunidades e o do avaliador externo, competindo a este último a aferição e afirmação social do processo RVC desenvolvido, no âmbito da avaliação/validação das competências do adulto; </li></ul><ul><li>A preparação da sessão de certificação implica que haja um trabalho conjunto , por parte da equipa do Centro Novas Oportunidades e do avaliador, de análise e avaliação do PRA de cada adulto proposto a júri; </li></ul><ul><li>Os resultados de avaliação decorrentes da sessão de certificação são apresentados e explicados ao adulto pelo júri. </li></ul>
  5. 5. Uma Hipótese de Trabalho <ul><li>Para o nível de certificação do Secundário e com vista à criação de uma dinâmica para sessão de júri pensámos e apresentamos aqui uma estratégia que permite a avaliação de competências descritas/apresentadas pelo adultos em PRA, assim como, permite uma trabalho colaborativo entre o CNO e o Avaliador Externo em duas fases determinantes do processo RVC. </li></ul>
  6. 6. Trabalho Prévio <ul><li>Este modelo de júri requer um trabalho prévio por parte do Avaliador Externo e por parte do CNO. A leitura atempada e reunião com o/a profissional sobre o PRA e sobre a história de vida do adulto é fundamental. </li></ul><ul><li>Requer ainda um “trabalho de pesquisa” por parte do Avaliador Externo e uma interligação com as estruturas escolares, formativas e empresariais da região onde se realize o júri ou de onde sejam os adultos candidatos a certificação. </li></ul>
  7. 7. A Estratégia <ul><li>A estratégia para este modelo de júri passa por colocar ao adulto, que deseja a certificação de nível secundário, uma situação-problema, resultante da sua história de vida e experiência profissional que envolva a necessária demonstração de competências ilustradas no PRA. Este desafio é colocado ao adulto pelo Avaliador Externo mas foi criado em conjunto com o/a profissional e, caso seja necessário, com a participação dos formadores. </li></ul>
  8. 8. Metodologia <ul><li>Passos a realizar: </li></ul><ul><li>Analizar o PRA e identificar competências base – Ajuda do/a Profissional. </li></ul><ul><li>Criar cenário de situação-problema. </li></ul><ul><li>Regulamentar tempo e grau de exigência. </li></ul><ul><li>Articular com o/a Profissional a forma de apresentação da resposta à situação-problema (ou a realizar em sessão de júri com tempo de resposta ou a incluir numa apresentação final a realizar pelo adulto). </li></ul>
  9. 9. Documentos <ul><li>Serão documentos necessários/a criar: </li></ul><ul><li>Guião da Sessão de Júri. </li></ul><ul><li>Ficha de Situação-Problema. </li></ul><ul><li>Ficha de Registo de Demonstração de Competência em sessão de júri. </li></ul><ul><li>Todos estes documentos devem ser criados pelo Avaliador Externo. </li></ul>
  10. 10. Plano de Desenvolvimento Individual <ul><li>A avaliação e certificação de competências termina com a validação de todos os elementos do júri e a apresentação e debate do Plano de Desenvolvimento Individual com o adulto. </li></ul><ul><li>Este documento deve ser criado com o ajuda do Avaliador Externo. </li></ul>
  11. 11. O PDI <ul><li>O Plano de Desenvolvimento Individual deve ser explicado ao adulto, dando-lhe linhas de orientação profissional ou escolar/formativo para a continuação da sua qualificação. </li></ul><ul><li>É neste quadro que também é explicado ao adulto o que foi avaliado/validado no seu PRA e que lhe permite a validação de competências ao nivel Secundário. </li></ul>
  12. 12. O PDI <ul><li>A criação do Plano de Desenvolvimento Individual requer um trabalho, adulto a adulto, por parte do Avaliador Externo. É aqui que este pode efectivamente realizar um trabalho de reconhecimento social do processo RVC no seio da comunidade local ou regional. </li></ul>
  13. 13. A Importância do Júri <ul><li>Para finalizar são 3 os factores que determinam a importância do Júri: </li></ul><ul><li>A sua utilidade para o adulto; </li></ul><ul><li>O seu factor de orientação; </li></ul><ul><li>A sua pertinência face às expectativas dos adulto. </li></ul><ul><li>O trabalho do Avaliador Externo requer dedicação, pesquisa e influência. Cada vez mais se exige mais e melhor qualidade no trabalho destes profissionais. </li></ul>
  14. 14. FIM

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