Guião

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“Trapo”

Universidade de trás os Montes e Alto Douro
Comunicação e Multimédia

Produção AudioVisual II




Prof:
Tânia Rocha
Pedro Colaço


Produção/Realização:
Ana Tavares #53093
Ivo Mendes #54449


Ideia/Conceito

Representação do poema Trapo, de Álvaro de Campos que é um dos heterónimos de Fernando Pessoa, em vídeo. Composto com imagens descritivas dos significados do poema.

Sinopse

O poema Trapo de Álvaro de Campos (heterónimo de Fernando Pessoa), transmite-nos a tristeza que ele sente naquele dia, desde o momento que é acordar para a vida; e o produto final é a ideia de estar sozinho a solidão interna e tudo o que compõe o interior e o sentimento. O que sentimos devido a certos acontecimentos marcantes.
O interior da personagem é apresentado por ideias chave que é preciso associar ao que nos faz mudar de atitudes e ao que é ser um “trapo” na nossa vida.

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  1. 1. “Trapo” Universidade de trás os Montes e Alto Douro Comunicação e Multimédia Produção AudioVisual II Prof: Tânia Rocha Pedro Colaço Produção/Realização: Ana Tavares #53093 Ivo Mendes #54449
  2. 2. Pesquisa Técnica/Estética/Factual Filme do Desassocego – João Botelho Casa do Penedo - http://www.youtube.com/watch?v=gAh_HV0APUk Casa do Penedo - http://www.youtube.com/watch?v=gAh_HV0APUk Alvão - http://www.youtube.com/watch?v=TAWawpWbmqk http://www.fpessoa.com.ar/ http://www.fpessoa.com.ar/poesias.asp?Poesia=271 Trapo O dia deu em chuvoso. A manhã, contudo, esteve bastante azul. O dia deu em chuvoso. Desde manhã eu estava um pouco triste. Antecipação? Tristeza? Coisa nenhuma? Não sei: já ao acordar estava triste. O dia deu em chuvoso. Bem sei: a penumbra da chuva é elegante. Bem sei: o sol oprime, por ser tão ordinário, um elegante. Bem sei: ser susceptível às mudanças de luz não é elegante. Mas quem disse ao sol ou aos outros que eu quero ser elegante? Dêem-me o céu azul e o sol visível. Névoa, chuvas, escuros — isso tenho eu em mim. Hoje quero só sossego. Até amaria o lar, desde que o não tivesse. Chego a ter sono de vontade de ter sossego. Não exageremos! Tenho efetivamente sono, sem explicação. O dia deu em chuvoso. Carinhos? Afetos? São memórias... É preciso ser-se criança para os ter... Minha madrugada perdida, meu céu azul verdadeiro! O dia deu em chuvoso. Boca bonita da filha do caseiro, Polpa de fruta de um coração por comer... Quando foi isso? Não sei... No azul da manhã... O dia deu em chuvoso.
  3. 3. Análise do poema É notável que o sujeito poético se sente cansado, e o estado do tempo parece exprimir o seu estado de espírito: tal como o dia está chuvoso, também o sujeito poético parece triste e carregado de mágoa; Todavia denotamos que o estado do tempo não foi chuvoso o dia todo – de manhã estava sol – quiçá esta manhã e este dia sejam uma alusão ao sujeito poético: o dia é a vida do sujeito poético, e a manhã tal como é o início do dia, será também o início da vida do sujeito poético, remetendo-nos para a sua infância, e as saudades que o mesmo sente desta; Percebemos ainda que o sujeito poético pretende ficar na sua própria sombra, discreto, sem grandes alusões em torno da sua imagem, provavelmente devido ao desânimo que sente dentro de si mesmo; A confirmação do estado de espírito do sujeito poético é dada pela enunciação de que em si tem elementos com conotação negativa tal como o nevoeiro; é aqui também que o sujeito lança o apelo de lhe ser dada luz, sol e o céu – o belo, o claro, a luz, o infinito. Esta última ideia leva-nos a crer que o sujeito poético tenta mudar o estado em que se encontra, ou pelo menos, pretende fazê-lo. Nota-se ainda que há inquietação na alma do sujeito poético, levando-o a procurar o sossego, e o conforto que poderia ser dado por um lar – contudo não deseja a pertença – como se esta impedisse o seu bem estar. Entende-se o tédio que o sujeito sente, o sono, que poderá ser a sua tentativa de evasão terrena, alienação quase. O sujeito poético remete-nos agora para uma parte da sua vida onde parece ter sido feliz e amado: a sua infância, recordando-a com nostalgia. Contudo, demonstra que a infância é a ―madrugada perdida‖, ou seja, não voltará a esse período áureo da sua vida, onde foi, efetivamente, feliz. Há aqui referência a uma figura feminina, talvez enquanto criança/adolescente, devido á simplicidade e carinho com que é descrita ―a filha do caseiro‖, quiçá um amor na vida
  4. 4. do sujeito poético, amor esse, contudo, também irremediavelmente perdido a seus olhos. O poema é então concluído com o sujeito poético a afirmar que o dia deu em chuvoso, o que nos pode remeter para o facto de, apesar de ter tido uma infância alegre, com amor, da qual tem saudade, o que é certo é que no momento presente sente-se desolado, triste, com sono, como se o facto de viver o cansasse.
  5. 5. Ideia/Conceito Representação do poema Trapo, de Álvaro de Campos que é um dos heterónimos de Fernando Pessoa, em vídeo. Composto com imagens descritivas dos significados do poema.
  6. 6. Sinopse O poema Trapo de Álvaro de Campos (heterónimo de Fernando Pessoa), transmite-nos a tristeza que ele sente naquele dia, desde o momento que é acordar para a vida; e o produto final é a ideia de estar sozinho a solidão interna e tudo o que compõe o interior e o sentimento. O que sentimos devido a certos acontecimentos marcantes. O interior da personagem é apresentado por ideias chave que é preciso associar ao que nos faz mudar de atitudes e ao que é ser um ―trapo‖ na nossa vida.
  7. 7. Storyline
  8. 8. Guião Literário Cena 1 EXT. - ALVÃO - AMANHECER As nuvens do mau tempo aparecem num dia de sol. Apenas as nuvens se mexem com o vento mudando de forma e a cada vez o dia agradável passa a um dia nublado e frio. Nuvens e a luz do amanhecer fazem uma contraluznas folhas de papel a voam com o vento pela paisagem fora. Cena 2 EXT. –VILA REAL (RUA DIREITA) - AMANHECER Trapo de pano mexe juntamento com o pouco vento que lhe é depositado; e tudo que o rodeia se mexe como se o tempo fosse acelerado. Plantas mexem-se com o vento e alguém de costas passa, um pouco distante. Pessoa caminha em direção á sombra (local escuro), pelo paralelo húmido e sujo, tendo os pés descalços como um pobre. Mãos enegrecidas e calosas, da pouco feliz vida que levam, esfregam-se devido ao frio. Essa pessoa com uma idade por volta dos 20/25 anos, com um aspeto de abandono (cabelo gadelhudo e barba por fazer), sentado num bando de rua um pouco afastado de tudo o que o rodeia. Cena 3 INT. – ESTÚDIO, FUNDO NEGRO E LUZ FORTE Pessoa com idade acima dos 40 anos com ar sério e maduro, a recitar o poema de Álvaro de Campos, ―Trapo‖. A luz projetada sobre si dá-lhe o contraste total do fundo negro. Cena 4 EXT. – FAFE (PARDELHAS) - DIA A luz ao fundo do túnel vê-se distante e cada vez mais se afasta, e no final v. Enquanto se ouve o a linha 2 e 3 do poema.
  9. 9. Cena 5 EXT. – VILA REAL (RUA DIREITA) – DIA Enquanto a linha 4 do poema é recitada pela voz da pessoa com mais idade, vê-se que a personagem de rua passa o seu olhar do além para o paralelo negro e gasto. Cena 6 INT. – ESTÚDIO, FUNDO NEGRO E LUZ FORTE Luz forte projetada no rosto da personagem que recita a linha 5 do poema, da-lhe um ar sério e dramático á exposição do seu interior. Cena 7 INT. – JANELA – DIA Gotas de chuva escorrem pela janela como lágrimas de uma pessoa que sofre no seu interior. E a voz profunda e sentimental expõe a linha 6 e 7 do poema ―Trapo‖ Cena 8 INT. – FUNDO NEGRO – NOITE Pessoa leva um cigarro á boca, acende-o e fuma-o realçando a ideia de que o seu fumo é o ar que todos nós respiramos normalmente, (inspirar e expirar sequencialmente). Assim é acompanhado pelas linhas 8, 9 e 10. Cena 9 INT. – ESTÚDIO, FUNDO NEGRO E LUZ FORTE – Frontalmente e personagem recita a linha 11 e 12, dramatizada pela sua composição. Apagando-se as luzes no final da frase. Cena 10 – NEGRO Após a escuridão da luz apagada, ouve-se a linha 13, com a imposição do dramatismo presente pela voz madura.
  10. 10. Cena 11 EXT. – FAFE (LAGOA) – DIA Pessoa com a sua solidão e sofrimento encontra-se sentada num sofá roto e furado do seu uso e sacrifício dos anos passados, num descampado onde apenas só se vê o poder da angústia do mesmo. A presença da personagem é substituída pelasua ausência. Toda esta ação sobrenatural é acompanhada pela recitação das linhas 14 e 15. Cena 12 EXT. – FAFE (BARRAGEM DE QUEIMADELA) – DIA Águas calmas e serenas são acompanhadas pela forte presença das linhas 16 e 17 do poema. De repente sai uma pessoa da água, como alguém que se quisesse expor, mudar o que o rodeava e recomeçar tudo. A nossa personagem está acordada a ver o ―passado‖, junto de um riacho que passa entre a dura que é a vida, os penedos, sendo acompanhado pela linha 18 e 19. Cena 13 INT. – ESTÚDIO, FUNDO NEGRO E LUZ FORTE – Recitador, dramático expõe a linha 20 e 21 como se viesse do seu sentimento interior e que o marca e marcou no passado; sentado e cansado do passado. Cena 14 EXT. – FAFE (CASA DO PENEDO) – DIA De frente para o sol, escrevendo, a personagem de rua está frustrada por nada lhe correr bem rica e anula o que tinha exposto do seu interior. Cena 15 INT. – ESTÚDIO, FUNDO NEGRO E LUZ FORTE – A expressão facial de cerca de 10 a 15 mulheres com idades entre os 60 e os 6 anos, a levar uma maçã vermelha á boca e a dar uma trica. A sua apresentação vai decrescendo dando a ideia de que o que tinha acontecido foi no passado, infância. É acompanhado pelo som das linhas 24, 25, 26 e 27 do poema.
  11. 11. Cena 16 INT. – ESTÚDIO, FUNDO NEGRO E LUZ FORTE – A personagem encontra-se a pé e a recitar a ultima frase do poema, em que após ter acabado sai para a sua esquerda desanimado e a olhar para o chão.
  12. 12. Guião Técnico Data Data Iluminação Equipamento Angulo Escala Movim ento Acção Ext Natural Camara de filmar/teleobjet iva/tripé Contrapicado Plano Geral Fixo Começam a aparecer nuvens no céu; mau tempo Vento suave de fundo 2 Cena 1 Int/ Ext 1 Cena 2 Nº Plan o Texto Ext Natural (Contra-luz) Camara de filmar/Grande angular/tripé Normal Plano Geral Fixo Folhas de papel voam pela paisagem Vento suave de fundo Nº Plan o Int/ Ext Iluminação Equipamento Angulo Escala Movim ento Acção Texto Som Som Tempo Tempo Acomulativ o Obs. Apenas se vê o céu e a mudança temporal; timelaps e Tempo Tempo Acomulativ o Obs.
  13. 13. 1 Ext Natural Camara de filmar/Grande angular/tripé normal Plano conjunt o Fixo Trapo velho mexe-se com o vento Som do movime nto de pessoa s numa cidade ao amanh ecer 2 Ext Natural Camara de filmar/Grande angular/tripé normal Primeir o plano Travelli ng na lateral Plantas a mexer com o vento e um vulto passa de costas em frente as plantas Som do movime nto de pessoa s numa cidade ao amanh ecer 3 Ext Natural Camara de filmar/Grande angular/tripé Contrapicado Plano Medio Fixo 4 Ext Natural Camara de filmar/tele objetiva Picado Plano Pormen or Fixo Pessoa caminha pelo paralelo húmido, em direção a zona com sombra Mão com calos e negras esfregamse 5 Ext Natural Camara de filmar/Grande angular/tripé Contrapicado Plano Conjunt o Travelli ng na lateral Pessoa sentada num O trapo deve estar no primeiro plano e deve mostrar o que o rodeia em timelaps e Persona gem leva os pés descalço s Ouvese a respira ção de uma pessoa A pessoa está sentada
  14. 14. banco, sozinha no segundo banco Data Data Cena 3 Int/ Ext Iluminação Equipamento Angulo Escala Movim ento Acção Texto 1 Cena 4 Nº Plan o Int Artificial; luz direta Camara de filmar/Grande angular/tripé Normal Plano Americ ano fixo Pessoa acima dos 40 anos recita a linha 1 do poema ―Trapo‖ ―O dia deu em chuvoso.‖ Nº Plan o Int/ Ext Iluminação Equipamento Angulo Escala Movim ento Acção Texto 1 Ext Natural Camara de filmar/Grande angular Normal Plano Geral Travelli ng (frente para trás) Vê-se luz ao fundo do túnel, e no final um vulto atravessa a fonte de luz (túnel) ―A manhã, contudo, esteve bastante azul. O dia deu em chuvoso.‖ Som Tempo Tempo Acomulativ o Obs. Fundo negro Som Tempo Tempo Acomulativ o Obs.
  15. 15. Data Data Cena 5 Int/ Ext Iluminação Equipamento Angulo Escala Movim ento Acção Texto 1 Cena 6 Nº Plan o Som Tempo Tempo Acomulativ o Obs. Ext Natural Camara de filmar/Grande angular Normal Plano Geral Cama ra subjet iva Personage m passa o olhar do além para o chão em paralelo ―Desde manhã eu estava um pouco triste.‖ Nº Plan o Int/ Ext Iluminação Equipamento Angulo Escala Movim ento Acção Texto Som Tempo Tempo Acomulativ o Obs. 1 Int Artificial; luz direta Camara de filmar/Tele Objetiva/tripé Normal PAP fixo Pessoa acima dos 40 anos recita a linha 5 do poema ―Trapo‖ ―Antecipação?‖ Fundo negro 2 Int Artificial; luz direta Camara de filmar/Tele Objetiva/tripé Normal CloseU p Fixo Pessoa acima dos 40 anos ―Tristeza? Coisa nenhuma?‖ Fundo negro
  16. 16. recita a linha 5 do poema ―Trapo‖ Data Data Cena 7 Int/ Ext Iluminação Equipamento Angulo Escala Movim ento Acção Texto 1 Cena 8 Nº Plan o Int Natural Camara de filmar/Tele Objetiva/tripé Normal Plano Geral Fixo Janela com gotas de chuva escorrem como lágrimas ―Não sei: já ao acordar estava triste. O dia deu em chuvoso.‖ Nº Plan o Int/ Ext Iluminação Equipamento Angulo Escala Movim ento Acção Texto 1 Int Artificial; luz direta Camara de filmar/Tele Objetiva/tripé Normal Plano Pormen or Fixo Pessoa leva cigarro á boca ―Bem sei: a penumbra da chuva é elegante. ‖ Fundo negro 2 Int Artificial; luz direta Camara de filmar/Tele Objetiva/tripé Normal Plano Pormen or Fixo Acende o cigarro ―Bem Fundo negro sei: o sol oprime, por ser tão Som Tempo Tempo Acomulativ o Obs. Som Tempo Tempo Acomulativ o Obs.
  17. 17. 3 Int Artificial; luz direta Camara de filmar/Tele Objetiva/tripé Normal Plano Pormen or Fixo Fuma o cigarro como se fosse o seu ar puro. ordinário, um elegante. ‖ ―Bem sei: ser susceptível às mudanças de luz não é elegante. Fundo negro ‖ Data Data Cena 9 Int/ Ext Iluminação Equipamento Angulo Escala Movim ento Acção Texto 1 Cena 10 Nº Plan o Int Artificial; luz direta Camara de filmar/Tele Objetiva/tripé Normal Plano Medio fixo Pessoa acima dos 40 anos recita a linha 11 e 12 do poema ―Trapo‖. No final de recitar apagam-se as luzes ―Mas quem disse ao sol ou aos outros que eu quero ser elegante? Dêem-me o céu azul e o sol visível.‖ Nº Plan o Int/ Ext Iluminação Equipamento Angulo Escala Movim ento Acção Texto Som Tempo Tempo Acomulativ o Obs. Fundo negro Som Tempo Tempo Acomulativ o Obs.
  18. 18. Data Cena 11 1 Camara de filmar/Grande angular/tripé Normal fixo Apenas se houve a linha 13 do poema. ―Mas quem disse ao sol ou aos outros que eu quero ser elegante? Dêem-me o céu azul e o sol visível.‖ Nº Plan o Int/ Ext Iluminação Equipamento Angulo Escala Movim ento Acção Texto 1 Ext Natural Camara de filmar/Tele Objetiva/Tripé Normal Plano Geral Fixo (ou travellin g) Sentado num sofá velho e roto, sozinho num descampa do. Ext Natural Camara de filmar/Tele Objetiva/Tripé Normal Plano Geral Fixo (ou travellin g) Sofá velho e roto, num descampa do. ―(…) desde que o não tivesse.‖ Houvese um interrup tor. ―Hoje quero só sossego. Até amaria o lar,(…)‖ 2 Fundo negro Som Tempo Tempo Acomulativ o Obs. Linha 14, e metade da 15 Som de uma rajada de vento quando ele desapa rece A mesma posição do plano 1, mas agora sem a personag em. O resto da linha
  19. 19. Data Cena 12 15 Nº Plan o Int/ Ext Iluminação Equipamento Angulo Escala Movim ento Acção Texto Som 1 Ext Natural Camara de filmar/Grande angular/Tripé Normal Plano Conjunt o Fixo Águas de barragem calmas e serenas ―Chego a ter sono de vontade de ter sossego. ‖ Som natural Linha 16 2 Ext Natural Camara de filmar/Tele Objetiva/Tripé Normal Plano medio Fixo Nas mesmas águas sai uma pessoa como se fosse um peixe a saltar da água, sentir-se livre ―Não Som dele a sair da água Linha 17 Personage m a pensar na vida, a olhar em frente Personage ―Tenho efetivamente sono, sem explicação.‖ Linha 18 ―O dia deu em Linha 19 3 Ext Natural Camara de filmar/ Tele Objetiva /Tripé Normal Cose Up Fixo 4 Ext Natural Camara de Picado Plano Fixo exageremos!‖ Tempo Tempo Acomulativ o Obs.
  20. 20. Data Cena 13 filmar/Grande angular/Tripé m no mesmo local mas de costas, e vê-se o riacho e as pedras Conjunt o chuvoso.‖ Nº Plan o Int/ Ext Iluminação Equipamento Angulo Escala Movim ento Acção Texto Som Tempo Tempo Acomulativ o Obs. 1 Int Artificial; luz direta Camara de filmar/Tele Objetiva/tripé Normal PAT fixo ―Carinhos? Afetos? São memórias...‖ Fundo negro; linha 20 2 Int Artificial; luz direta Camara de filmar/Tele Objetiva/tripé Normal CloseU p fixo Pessoa acima dos 40 anos recita a linha 11 e 12 do poema ―Trapo‖. No final de recitar apagam-se as luzes Pessoa acima dos 40 anos recita a linha 11 e 12 do poema ―Trapo‖. No final de recitar apagam-se as luzes ―É preciso serse criança para os ter...‖ Fundo negro; linha 22
  21. 21. Data Data Iluminação Equipamento Angulo Escala Movim ento Acção Texto Som Ext Natural Camara de filmar/Grande angular/Tripé Normal Plano Conjunt o Fixo Personage m sentado na casa do penedo, escreve em folhas de papel. ―Minha madrugada perdida, meu céu azul verdadeiro!‖ Som natural; naturez a Persona gem em contraluz ; Linha 22 2 Cena 14 Int/ Ext 1 Cena 15 Nº Plan o Tempo Ext Natural Camara de filmar/Tele Objetiva/Tripé Normal PAT Fixo Personage m risca e rasga as folhas que tinha escrito ―O dia deu em chuvoso.‖ Som de uma tempes tade Persona gem em contraluz ; Linha 23 Nº Plan o Int/ Ext Iluminação Equipamento Angulo Escala Movim ento Acção Texto Som Tempo Tempo Acomulativ o Tempo Acomulativ o Obs. Obs.
  22. 22. Data Cena 16 1 Int Artificial; luz direta Camara de filmar/Tele Objetiva/tripé Normal CloseU p fixo Mulheres desde os 60 até aos 6 anos a morder uma maça ―Boca bonita da filha do caseiro, Polpa de fruta de um coração por comer... Quando foi isso? Não sei... No azul da manhã...‖ Nº Plan o Int/ Ext Iluminação Equipamento Angulo Escala Movim ento Acção Texto 1 Int Artificial; luz direta Camara de filmar/Grande angular/tripé Normal; 3/4 PAm fixo Pessoa acima dos 40 anos recita a linha 11 e 12 do poema ―Trapo‖. No final de recitar apagam-se as luzes ―Carinhos? Afetos? São memórias...‖ Deve ser rítmico, começar lentamen te; no final, acaba com a imagem fixa da menina de 6 anos a mascar a maça ;Fundo negro; linha 24, 25, 26, 27 Som Tempo Tempo Acomulativ o Obs. Persona gem quando acaba de recitar e sai para o seu lado direito; Fundo negro; linha 20
  23. 23. Storyboard
  24. 24. Mapa de Rodagem Data Outubro/Novembro Local Alvão Cena 1 Iluminação Natural Equipamento Camara de filmar/Teleobjetiva/Grande Angular/tripé Novembro Vila Real (Rua Direta) 2 Natural Camara de filmar/Tele Objetiva/Grande Angular/tripé Novembro Estúdio 3 Artificial; luz direta Camara de filmar/Grande Angular/tripé Novembro Fafe (Pardelhas) 4 Natural Camara de filmar/Grande angular Novembro Vila Real (Rua direita) 5 Natural Camara de filmar/Grande angular Novembro Estúdio 6 Artificial; luz direta Camara de filmar/Tele Objetiva/tripé Outubro Janela de uma casa 7 Natural Camara de filmar/Tele Objetiva/tripé Equipa Realizadores, Operadores de Camara, Diretores de Fotografia Realizadores, Operadores de Camara, Diretores de Fotografia Realizadores, Operadores de Camara, Diretores de Fotografia Realizadores, Operadores de Camara, Diretores de Fotografia Realizadores, Operadores de Camara, Diretores de Fotografia Realizadores, Operadores de Camara, Diretores de Fotografia Realizadores, Operadores de Camara, Diretores de Fotografia Personagens Logística Carro, Lanche, PC Personagem de Rua Personagem de Estúdio Personagem de Rua Personagem de Rua Personagem de Estúdio Personagem de Rua Carro Obs.
  25. 25. Novembro Fundo Negro 8 Artificial; luz direta Camara de filmar/Tele Objetiva/tripé Novembro Estúdio 9 Artificial; luz direta Camara de filmar/Tele Objetiva/tripé Fundo Negro 10 Novembro Fafe (Lagoa) 11 Natural Novembro Fafe (Barragem de Queimadela) 12 Natural Camara de filmar/Tele objetiva/Grande Angular/tripé Novembro Estúdio 13 Artificial; luz direta Camara de filmar/Tele Objetiva/tripé Novembro Fafe (Casa do penedo) 14 Natural Camara de filmar/Tele Objetiva/Tripé Novembro Estúdio 15 Artificial; luz direta Camara de filmar/Tele Objetiva/tripé Novembro Estúdio 16 Artificial; luz direta Camara de filmar/Grande angular/tripé Camara de filmar/Grande angular/tripé Camara de filmar/TeleObjetiva/Tripé Realizadores, Operadores de Camara, Diretores de Fotografia Realizadores, Operadores de Camara, Diretores de Fotografia Personagem de Rua Realizadores, Operadores de Camara, Diretores de Fotografia Realizadores, Operadores de Camara, Diretores de Fotografia Realizadores, Operadores de Camara, Diretores de Fotografia Realizadores, Operadores de Camara, Diretores de Fotografia Realizadores, Operadores de Camara, Diretores de Fotografia Realizadores, Operadores de Camara, Personagem de Rua Carro, Lanche Personagem de Rua Carro, Lanche, Toalhas Personagem de Estúdio Personagem de Estúdio Personagem de Rua Mulheres desde os 60 até aos 6 anos Personagem de Estúdio Carro, Lanche
  26. 26. Diretores de Fotografia

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