Gestão para a qualidade - um exemplo

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Um exemplo de práticas de gestão para a qualidade - o trabalho do "guru" Joseph M. Juran

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Gestão para a qualidade - um exemplo

  1. 1. Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Curso de Especialização em Ciências Documentais – 2º ano Cadeira de Gestão da Qualidade em Serviços de Informação Docente: Ana Maria Runkel <ul><li>Joseph M.Juran, “guru” da qualidade – uma abordagem </li></ul><ul><li> Lisboa 2002-11-26 Apresentação de: </li></ul><ul><li>Isabel Sá </li></ul>
  2. 2. <ul><li>“ Currículo Profissional” </li></ul><ul><li>O outro “pai” da revolução da qualidade no Japão (década de 50) </li></ul><ul><li>Descoberto nos EUA nos anos 80  revolução da qualidade que restabeleceu a confiança na indústria nacional </li></ul><ul><li>Juran Center for Leadership in Quality (1993): pesquisa sobre gestão da qualidade (necessidades sociais, mundo educativo e académico e comunidade empresarial) </li></ul>
  3. 3. A obra <ul><li>O essencial: </li></ul><ul><li>Aplicação da qualidade à estratégia empresarial  conceito de Gestão da QualidadeTotal </li></ul><ul><li> </li></ul><ul><li>perfeição como a melhor definição da qualidade – ausência de erros ou defeitos = maiores lucros  valorização do lado humano ou delegação da qualidade (autosupervisão) </li></ul><ul><li>Qualidade Departamento de Controle da Qualidade </li></ul><ul><li>Filosofia de gestão corporativa </li></ul><ul><li>centralização nas necessidades do cliente </li></ul>
  4. 4. A obra <ul><li>Raíz do problema e mensagem-chave: </li></ul><ul><li>A falta de qualidade está numa má gestão e não na força de trabalho  a formação deve começar no topo (exemplo japonês) </li></ul><ul><li>Solução do problema e ideias-base: </li></ul><ul><li>Planificação de acordo com objectivos de qualidade </li></ul>
  5. 5. A obra <ul><li>Empenho da gestão de topo (funções não delegáveis) </li></ul><ul><ul><ul><li>obter formação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>participar na definição dos objectivos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>presidir pessoalmente ao Conselho da Qualidade </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>comparar o desempenho com os objectivos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>estar presente nos momentos de compensação </li></ul></ul></ul><ul><li>Criação, formação e responsabilização de equipas, em projectos conjuntos </li></ul>
  6. 6. Gestão da Qualidade Total – trilogia <ul><li>reconhecer a necessidade de melhoria </li></ul><ul><li>criar Cons. da Qualid. </li></ul><ul><li>identificar problemas e desenvolver projectos de equipas </li></ul><ul><li>promover a formação </li></ul><ul><li>avaliar a progressão dos projectos </li></ul><ul><li>mostrar reconhecim. e comunicar os resultados </li></ul><ul><li>rever os sistemas de reconhecimento </li></ul><ul><li>estabelecer métodos de medição </li></ul><ul><li>avaliar o nível de desempenho actual </li></ul><ul><li>compará-lo com os objectivos fixados </li></ul><ul><li>tomar medidas para reduzir a diferença </li></ul><ul><li>identificar os clientes </li></ul><ul><li>determinar as suas necessidades </li></ul><ul><li>definir as características no produto que satisfaçam </li></ul><ul><li>criar os processos que desenvolvam essas características, a um custo mínimo </li></ul><ul><li>transferir a liderança para o nível operacional </li></ul>Melhoria Níveis de desempenho sem precedentes Controlo Desempenho pr a qualidade Planeamento Definição de objectivos de qualidade
  7. 7. «The 20 th Century has been the Century of Productivity [...] The 21 th Century will be the Century of Quality. I believe that many of our companies will become world leaders in quality, and quality will be a major area of world competition»
  8. 8. Bibliografia <ul><li>www.centroatl.pt/edigest/edicoes/ed48dossier.html </li></ul><ul><li>www.centroatl.pt/edigest/edicoes/ed25cap.html </li></ul><ul><li>www.juran.com/drjuran/bio_jmj.html </li></ul><ul><li>www.juran.com/drjuran.html </li></ul><ul><li>www.columbia.edu/cu/business/botline/fall97/9_25/juran.html </li></ul><ul><li>www.ittheory.com/juran.htm </li></ul><ul><li>www.simplesystemsintl.com/quality_gurus/J_M_Juran. htm </li></ul><ul><li>www.gestiopolis.com/canales/gerencial/articulos/19/cwqm.htm </li></ul><ul><li>www.gestiopolis.com/recursos/experto/catsexp/pagans/ger/no12/joseph_m_juran ... </li></ul><ul><li>www.best-in-class.com/research/bestpracticespotlights/juran.htm </li></ul><ul><li>www.skymark.com/resources/leaders/juran.asp </li></ul><ul><li>www.stanford.edu/class/msande269/six_scholars_comparison.html </li></ul><ul><li>www.qamc.org/Juran.htm </li></ul><ul><li>http://old.weber.edu/kharward/Mfet4590/Lectures/m4590_Ch2A_lecture4b/tsld017. ht ... </li></ul><ul><li>www.calidad.org/articles/jul97/3jul97.htm </li></ul><ul><li>www.qualitydigest.com/feb99/html/body_juran.html </li></ul><ul><li>www.centroatl.pt/digest/edicoes/ed25cap.html </li></ul><ul><li>www.fpm.com/refer/JMJ.HTML </li></ul><ul><li>www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/0029166829/qid=1036942218/sr=11-1/re ... </li></ul><ul><li>www.anybook4less.com/detail/007034003X.html </li></ul><ul><li>http://search.barnesandnoble.com/textbooks/booksearch/isbninquiry.asp?userid=6V5J </li></ul><ul><li>ANTÓNIO, Nelson Santos, Qualidade: teoria e prática. Lisboa: Edições Sílabo, 1991 </li></ul>

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