Mito

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Mito

  1. 1. FILOSOFIA
  2. 2. O QUE É FILOSOFIA PHILO: AMIZADE / AMOR / DESEJO SOPHIA: SABEDORIA
  3. 3. FILOSOFIA: AMOR A SABEDORIA FILÓSOFO: AMIGO / AMANTE DA SABEDORIA
  4. 4. A CORUJA E A FILOSOFIA A coruja da Filosofia é a Coruja de Minerva. Minerva – Athena
  5. 5. LOCAL: MILETO DATA: SÉCULO VI a C
  6. 6. Primeiro Filósofo: TALES DE MILETO
  7. 7. FILOSOFIA CARÁTER RACIONAL MITO ------------ RAZÃO
  8. 8. Filosofia O que marca o surgimento da Filosofia é seu caráter racional. Os homens passam de uma explicação mitológica do mundo para uma explicação racional. Ao perceberem as contradições e limitações dos mitos, eles reformulam e racionalizam as narrativas míticas, transformando-as em uma explicação inteiramente nova e diferente.
  9. 9. Filosofia – Cosmologia Conhecimento racional da ordem do mundo ou da Natureza.
  10. 10. Mito e Filosofia O mito falava em deuses, como Zeus, Perséfone e Gaia. Narrava a origem dos seres celestes e terrestres como derivados das relações com os deuses. A Filosofia fala em céu, mar e terra. Ela explica o surgimento desses seres por composição, combinação e separação dos quatro elementos – úmido, seco, quente e frio, ou água, terra, fogo e ar.
  11. 11. Mito e Filosofia O mito narrava a origem através de genealogias derivadas de forças divinas sobrenaturais e personalizadas. A Filosofia, ao contrário, explica a produção natural das coisas por elementos e causas naturais e impessoais.
  12. 12. Mito e Filosofia O mito pretendia narrar como as coisas eram ou tinham sido no passado imemorial, longínquo e fabuloso, voltando-se para o que era antes que tudo existisse tal como existe no presente. A Filosofia, ao contrário, se preocupa em explicar como e por que, no passado, no presente e no futuro (isto é, na totalidade do tempo), as coisas são como são;
  13. 13. Mito e Filosofia O mito não se importava com contradições, com o fabuloso e o incompreensível, não só porque esses eram traços próprios da narrativa mítica, como também porque a confiança e a crença no mito vinham da autoridade religiosa do narrador.
  14. 14. Mito e Filosofia A Filosofia, ao contrário, não admite contradições, fabulação e coisas incompreensíveis, mas exige que a explicação seja coerente, lógica e racional; Além disso, a autoridade da explicação não vem da pessoa do filósofo, mas da razão, que é a mesma em todos os seres humanos.
  15. 15. A EXPLICAÇÃO DO MUNDO MMIITTOO DDIISSCCUURRSSOO IINNTTUUIIÇÇÃÃOO CCOOMMPPRREEEENNSSIIVVAA DDAA RREEAALLIIDDAADDEE TTRRAADDIIÇÇÃÃOO CCOOLLEETTIIVVAA NNÃÃOO SSUUJJEEIITTOO ÀÀ CCRRÍÍTTIICCAA LLOOGGOOSS RRAAZZÃÃOO EELLAABBOORRAAÇÇÃÃOO IINNDDIIVVIIDDUUAALL SSUUJJEEIITTOO ÀÀ CCRRÍÍTTIICCAA EEXXPPLLIICCAAÇÇÃÃOO DDOO MMUUNNDDOO // CCOOSSMMOOSS
  16. 16. O FILÓSOFO PITÁGORAS DE SAMOS SÉCULO V a C OBSERVADOR
  17. 17. O FILÓSOFO Não é movido por interesses comerciais – não coloca o saber como propriedade sua, como uma coisa para ser comprada e vendida no mercado; Não é movido pelo desejo de competir – não faz das idéias e dos conhecimentos uma habilidade para vencer competidores ou “atletas intelectuais”;
  18. 18. O FILÓSOFO É movido pelo desejo de observar, contemplar, julgar e avaliar as coisas, as ações, a vida: pelo desejo de saber. A verdade não pertence a ninguém, ela é o que buscamos e que está diante de nós para ser contemplada e vista, se tivermos olhos (do espírito) para vê-la.
  19. 19. MOTIVOS • ESPANTO • ADMIRAÇÃO • DESEJO NATURAL DE SABER
  20. 20. ININTTEERRRROOGGAAÇÇÕÕEESS F FILILOOSSÓÓFFICICAASS (1) O QUE É ? (2) POR QUE É ? (3) COMO É ? (1) O QUE É ? (2) POR QUE É ? (3) COMO É ?
  21. 21. CRENÇAS COTIDIANAS X QUESTÕES FILOSÓFICAS
  22. 22. • O QUE É O TEMPO ? • O QUE É A REALIDADE ? • O QUE É LIBERDADE ? • O QUE É NORMALIDADE ? • O QUE É SER BOM ?
  23. 23. ATITUDE FILOSÓFICA Tomar distância da vida cotidiana e de si mesmo; interrogar a si mesmo, desejando conhecer por que cremos no que cremos, por que sentimos o que sentimos e o que são nossas crenças e nossos sentimentos.
  24. 24. ATITUDE FILOSÓFICA Decisão de não aceitar como óbvias e evidentes as coisas, as idéias, os fatos, as situações, os valores, os comportamentos de nossa existência cotidiana; jamais aceitá-los sem antes havê-los investigado e compreendido.
  25. 25. ATITUDE CRÍTICA DUVIDAR Dizer não ao senso comum, aos pré-conceitos, aos pré-juízos, aos fatos e às idéias da experiência cotidiana, ao que “todo mundo diz”, ao estabelecido.
  26. 26. INTERROGAR Interrogar sobre o que são as coisas, as idéias, os fatos, as situações, os comportamentos, os valores, nós mesmos. Questionar sobre o porquê disso tudo e de nós e sobre como tudo isso é assim e não de outra maneira. O que é? Por que é? Como é? Essas são as indagações fundamentais da atitude filosófica.
  27. 27. ATIVIDADE FILOSÓFICA • REFLEXÃO CRÍTICA • RACIONAL • RADICAL • PROFUNDA • SISTEMÁTICA
  28. 28. SÓCRATES (470-399) SÉCULO III “SÓ SEI QUE NADA SEI” QUESTIONAR
  29. 29. Para que serve a Filosofia? [1] Se abandonarmos a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; [2] Se não nos deixarmos guiar pela submissão às idéias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; [3] Se buscarmos compreender a significação do mundo, da cultura, da história for útil;
  30. 30. Para que serve a Filosofia? [4] Se conhecermos o sentido das criações humanas nas artes, nas ciências, na ética e na política for útil; [5] Se dar a cada um de nós e à nossa sociedade os meios para serem conscientes de si e de suas ações numa prática que deseja a liberdade e a felicidade para todos for útil;
  31. 31. Então podemos dizer que a Filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.
  32. 32. QUAL A FUNÇÃO DO FILÓSOFO ?
  33. 33. CONVITE AO MERGULHO NA ATIVIDADE FILOSÓFICA FILOSOFIA • REFLEXÃO CRÍTICA RACIONAL • RADICAL • SISTEMÁTICA

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