Grécia Antiga

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Grécia Antiga

  1. 1. Grécia Antiga www.profisabelaguiar.blogspot.com
  2. 2. PERIODIZAÇÃOPERIODIZAÇÃO
  3. 3. LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICACARACTERÍSTICAS DA REGIÃO Clima: excelente (temperaturas constantes) Relevo: muito acidentado, montanhoso Solo: infértil (árido e pedregoso) Litoral: recortado (baías e enseadas), excelente para a navegação.
  4. 4. LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA
  5. 5. POVOAMENTO DA GRÉCIA Os primeiros povos que chegaram na região foram de origem Indo- Européia e eram denominados de PELASGOS = povos de longe. Em sucessivas migrações no território, destacaram-se: Os Aqueus = originaram os micênicos Os Eólios = originaram os tebanos. Os Jônios = originaram os atenienses. Os Dórios = originaram os espartanos.
  6. 6. Civilização Cretense ou minóica:  posição geográfica privilegiada  Exerceu hegemonia comercial sobre a região ( talassocracia )  rei lendário – Minos  principal cidade Cnossos ( cidade que chegou a 100 mil hab. )  escrita : linear A e linear B – duvidas sobre essas escritas.  As cidades cretenses dotavam de sistema de saneamento e luxuosos palácios ( inúmeros compartimentos – “ideia do labirinto” )  principal divindade era feminina ( grande mãe)  civilização creto-micênica
  7. 7. PERÍODO HOMÉRICOPERÍODO HOMÉRICO Corresponde a fase das comunidades gentílicas (genos=famílias). Foi um período narrado a partir dos poemas de Homero: - "Ilíada": retrata a Guerra de Tróia (Gregos X Troianos) - "Odisséia": narrativa sobre a volta de Ulisses para a Grécia. Esse retorno foi repleto de aventuras mitológicas.
  8. 8. PERÍODO HOMÉRICOPERÍODO HOMÉRICO
  9. 9. • Os Dórios trouxeram a decadência para a Grécia, provocaram um colapso comercial e cultural, o que quase levou ao desaparecimento da escrita nessa região.
  10. 10. • Os refugiados da primeira diáspora grega fundaram pequenas unidades autossuficientes baseadas no coletivismo – os genos, ou comunidades gentílicas. • Essas unidades eram compostas de membros de uma mesma família, sob a chefia do pater. • Por volta do ano 800 a.C., as disputas por terras cultiváveis e o crescimento populacional acabaram com o sistema gentílico. • Alguns paters se apropriaram das melhores terras, originando a propriedade privada, e muitas outras famílias se dispersaram para o sul da Itália e para outras regiões, ocasionando a segunda diáspora grega.
  11. 11. A escrita, o artesanato, o comércio deixaram de ser praticados. Os gregos viveram um momento de regressão – fase obscura.
  12. 12. A desintegração dos genos provocou a formação das pólis e a colonização da região correspondente ao sul da Itália e à ilha da Sicília,área denominada Magna Grécia. Com as mudanças foram reforçadas as diferenças sociais.
  13. 13. PERÍODO ARCAICOPERÍODO ARCAICO • Com o surgimento da propriedade privada,iniciaram os conflitos entre os grupos, e, para lidar com as constantes crises, os proprietários de terra passaram a formar associações, as fratrias, que formaram as tribos, que, por sua vez, se organizaram em demos. • Os demos deram origem às cidades-Estados, ou pólis – a principal transformação do período Arcaico .
  14. 14. • Cada cidade-Estado grega era um centro político, social e religioso autônomo, com uma classe dominante, deuses e um sistema de vida próprios.
  15. 15. A PÓLISA PÓLIS A Pólis grega era uma cidade com leis próprias, costumes próprios e governos próprios, completamente autônoma em relação às outras. O traço comum entre elas era a religião, a cultura e a língua.
  16. 16. ATENASATENAS • Conhecida como a cidade exemplar da Grécia Antiga, por sua cultura e prosperidade econômica, Atenas, se desenvolveu na Ática, região cercada de montanhas. Por causa da falta de terras férteis, os atenienses voltaram- se para a pesca, a navegação e o comércio marítimo.
  17. 17. • Eupátridas (grandes proprietários de terra) • Georgóis (pequenos proprietários) • Demiurgos (comerciantes) • Thetas (camponeses sem terra) • Thecnays (thetas que viviam do artesanato) • Metecos (estrangeiros) e escravos. SOCIEDADE DE ATENASSOCIEDADE DE ATENAS
  18. 18. Evolução política: • Monarquia. Forma de governo em que o rei governava sozinho ou com um conselho de nobres. O rei comandava o exército, era responsável pela justiça, além de exercer a função de sumo sacerdote. Essa forma de governo prevaleceu durante o período Homérico, após a formação das cidades-estados. • Oligarquia. Governo de poucos, geralmente formado por donos de terras. • Tirania. Governo de um único homem que assumia o poder pela força. Frequentemente tinha o apoio da população contra a aristocracia. • Democracia. Sistema no qual todos os cidadãos participa­vam da elaboração das leis por meio de uma espécie de Assembleia. Mulheres, crianças, escravos e estrangeiros não eram considerados cidadãos, por isso não tinham direito a tomar decisões políticas.
  19. 19. • Eclésia (assembléia popular que aprovava as medidas da Bulé) • Bulé (ou Conselho dos 400 que elaboravam as leis a serem votadas pela assembléia popular) • Arcontado (exerciam a justiça e administração) • Estrategos (cuidavam do exército) • Helieu (tribunal de justiça popular) POLÍTICA EM ATENASPOLÍTICA EM ATENAS
  20. 20. LEGISLADORES DE ATENASLEGISLADORES DE ATENAS • Drácon: redigiu as leis – até então orais -, dificultando sua manipulação pelos eupátridas. • Sólon: Aboliu a escravidão por dívidas, libertou os devedores da prisão e determinou a devolução de terras confiscadas pelos credores eupátridas. Também dividiu a sociedade de forma censitária em quatro classes sociais e instituiu o princípio da eunomia (igualdade perante a lei). Criou órgãos legislativos; a Bulé (ou Conselho dos 400), que preparava leis, e a Eclésia (Assembléia Popular), que as votava.
  21. 21. TIRANOS DE ATENASTIRANOS DE ATENAS • Pisístrato: estabeleceu a tirania. Procurou amenizar as diferenças sociais, patrocinando várias obras públicas, gerando emprego a thetas e georgóis descontentes. • Hiparco e Hípias: filhos de Pisístrato, não deram seguimento as reformas. • Clístenes: Foi neste contexto que ocorreu uma grande revolta liderada por Clístenes, que instituiu a democracia na cidade .
  22. 22. DEMOCRACIA ATENIENSE • A democracia ateniense era formada com a participação de cidadãos atenienses (adultos, filhos de pai e mãe ateniense) que correspondiam a uma minoria, pois eram excluídos os estrangeiros, escravos e mulheres.
  23. 23. ESPARTAESPARTA Representou os valores de austeridade, espírito cívico, submissão total do indivíduo ao Estado. Sociedade conservadora, patriarcal, aristocrática, guerreira e eugênica (não se admite defeitos físicos nos cidadãos).
  24. 24. SOCIEDADE ESPARTANASOCIEDADE ESPARTANA 1. Espartanos: principal grupo social e elite militar. 2. Periecos: eram pequenos proprietários que se dedicavam ao artesanato e ao comércio em pequena escala. 3. Hilotas: Servos de propriedade do Estado, sem direito políticos.
  25. 25. • Sistema Oligárquico. • O governo era Diarquia (dois Reis). • A Assembléia (Ápela) era formada por espartanos com mais de 30 anos. • A Ápela era responsável pela eleição da Gerúsia e do eforato. POLÍTICA em EspartaPOLÍTICA em Esparta
  26. 26. 5. A gerúsia, formada por 28 espartanos com mais de 60 anos, tinha atribuições legislativas e judiciárias. 6. Os cinco éforos tinham funções executivas. 7. Os Reis tinham funções religiosas e militares
  27. 27. PERÍODO CLÁSSICO • Esse período foi marcado por violentas lutas dos gregos contra os povos invasores (persas) e entre si. • Foi considerado o apogeu da antiga civilização grega, concentrando suas maiores realizações culturais. • A primeira das grandes guerras de gregos contra persas ficou conhecida como Guerras Médicas.(por causa dos Medos que habitavam o Império Persa).
  28. 28. Guerras Médicas • Gregos X Persas. • Causas: imperialismo persa (expansão persa na Ásia Menor). • Batalha em Maratona: vitória grega. Desfiladeiro de Termópilas: o exército espartano comandado por Leônidas é derrotado por Xerxes. Batalha Naval de Salamina: os persas são derrotados. Batalha de Platéia: Xerxes é derrotado. Paz de Címon ou Calias: os persas se comprometiam a abandonar o mar Egeu.
  29. 29. LIGA DE DELOS
  30. 30. • A hegemonia ateniense, com a expansão de sua influência política, foi combatida por Esparta, que não desejava que o império de Atenas colocasse em risco as alianças de Esparta com outras cidades. A formação da Liga do Peloponeso inseriu-se nesse contexto. • Foram 28 anos de lutas, que terminaram com a derrota ateniense. A supremacia espartana teve curta duração, sendo seguida pelo predomínio de Tebas e por um período de perturbações generalizadas. As principais cidades gregas estavam esgotadas por décadas de guerra. Eram alvos fáceis para um inimigo exterior: a Macedônia. GUERRA DO PELOPONESO
  31. 31. PERÍODO HELENÍSTICOPERÍODO HELENÍSTICO • Período caracterizado pela invasão da Grécia pelos macedônios comandados por Filipe II (Batalha de Queronéia). • A política expansionista iniciada por Filipe II teve continuidade com seu filho e sucessor Alexandre Magno, que consolidou a dominação da Grécia e conquistou a Pérsia, o Egito e a Mesopotâmia.
  32. 32. • Alexandre respeitou as instituições políticas e religiosas dos povos vencidos e promoveu casamentos entre seus oficiais e jovens das populações locais; ele próprio desposou uma princesa persa. • A fusão dos valores gregos com as tradições das várias regiões asiáticas conquistadas deu origem a uma nova manifestação cultural, o helenismo.
  33. 33. HELENISMO • Fusão dos elementos gregos com as culturas locais. • Recebeu este nome pois os gregos chamavam a si mesmos de helenos
  34. 34. Correntes filosóficas:  Sofistas – eram hábeis nos discursos / alguns sofistas manipulavam os discursos ( coisas absurdas apresentadas como verdadeiras) exemplo: existem pessoas que não fumam e tem câncer no pulmão. Logo, o cigarro não provoca câncer no pulmão...  Hedonistas – defendiam que a felicidade está na vida de prazeres.  Estóicos – o prazer só seria alcançado através de prazeres superiores: estudo, amizade, arte...  céticos ou pirrônicos – diziam que não é possível encontrar nenhuma verdade. Obs.: todo o conhecimento grego só foi possível graças ao “ócio criativo”
  35. 35. Atribuição de qualidades e tributos humanos a Deus. A religião grega era politeísta e antropomórfica.

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