A relíquia

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  • Nascido na Póvoa do Varzim (25 de Novembro de 1845), Eça de Queiroz desenvolveu a sua vida literária entre meados dos anos 1860 e 1900, quando, a 16 de Agosto, morreu em Paris. Nesse lapso temporal, Eça marcou a cena literária portuguesa com uma produção de alta qualidade, parte dela deixada inédita à data da sua morte...
  • A relíquia

    1. 1. Eça de Queiroz Iolanda Pinheiro Professora: Ana Paula Pascoal A Relíquia
    2. 2. Biografia  1845 Nasce José Maria de Eça de Queiroz, na Póvoa de Varzim. Viveu até 1855 em Verdemilho, em casa dos avós paternos.  1855 É matriculado no Colégio da Lapa, na cidade do Porto, dirigido pelo pai de Ramalho Ortigão. Aí fará a escolaridade obrigatória até ao seu ingresso na Universidade.  1861 Matricula-se no primeiro ano da Faculdade de Direito de Coimbra.  1869 São publicados no jornal Revolução de Setembro os primeiros versos dele com outros autores. Viagem pela Palestina, Síria e Egipto.  1886 Casamento com Emília de Castro Pamplona (Resende), no oratório particular da Quinta de Santo Ovídio no Porto.  1887 Concorre com A Relíquia ao Prémio D. Luís da Academia Real das Ciências, perdendo a favor de Henrique Lopes de Mendonça com a obra O Duque de Viseu. Publicação de A Relíquia.  1900 Morte após prolongada doença a 16 de Agosto, em Neully. Em Setembro, o corpo é trasladado para Portugal, realizando-se os funerais para o cemitério do Alto de S. João em Lisboa.
    3. 3. A obra  A Relíquia , foi publicada em Portugal em 1887.  É uma obra constituída por 5 capítulos.  Esta explícita uma sátira aguda à sociedade portuguesa, estando bem presente os defeitos do Clero.
    4. 4. Resumo da obra
    5. 5. Imagem
    6. 6. Calma na Alma – ConeCrew Diretoria  ''Nossa senhora das coisas impossíveis que procuramos em vão Vem, soleníssima Soleníssima e cheia de uma vontade oculta de soluçar Talvez porque a alma é grande e a vida pequena E todos os gestos não saem do nosso corpo E só alcançamos onde o nosso braço chega E só vemos até onde chega o nosso olhar.''  Já sei porque não consigo dormir há dias Há algo no meu pensamento lento que me paralisa Não aguento viver preso a dogma e doutrina Eu quero a calma na alma pra poder viver a vida  Já sei porque não consigo dormir há dias Há algo no meu pensamento lento que todos cometem desgraça Os que são verdadeiros se ligam e me sacam, nunca se envolvem na falha que é farcia  A sua falta até pode ser grave, mas jamais romperá com meu ciclo Pois não me prendo somente a laços de sangue para formar os meus vínculos O que viso não é só meu vicio, também não me julgue pelas roupas que visto Círculos de alianças nas minhas andanças, eu valorizo os que fecham comigo  Respeito os valores antigos, é o que firma a família na fita Eu dou a finta fugindo da mira na guerrilha, a família é a aguerrida Que minha sina sirva e redija para que os outros a dor não sinta Os versos que a gente recita, para que
    7. 7.  Já sei porque não consigo dormir há dias Há algo no meu pensamento lento que me paralisa Não aguento viver preso a dogma e doutrina Eu quero a calma na alma pra poder viver a vida  Já sei porque não consigo dormir há dias Há algo no meu pensamento lento que me paralisa Não aguento viver preso a dogma e doutrina Eu quero a calma na alma pra poder viver a vida  Apologia da vida bendita, vivida de forma alternativa Na mira da rima, polícia que irrita, milícia que atira, nazista, fascista Playboy, bombado que grita me tira, aiá, a canela vai na tua narina Sou cria da pista, sentido da vida, constituímos uma família  Não me limito a laços genealógicos, minha parceria e família se encontra na esquina Sem intriga, dinheiro fascina só uns dia, cabeça perdida na vida  Pulo do gato, ainda cato os mofados, lisérgico pasto, regado e azulado Jogue a cabeça para cima e sua mão para baixo, manobras de skate eu encaixo O fino não acho, os tiros perdidos dos canas de assalto, esquivo na pista ou me rasgo Com as rimas que enquadram o compasso, Mulher Maravilha é bem vinda de quatro  No quadro que pinto Van Gogh tá armado, se o mar tá storm então joga pra baixo O meu, fardo cansado eu arrasto, o seu dinheiro sujo não aceito, não gasto Porco fardado pra mim é otário que eu dava cascudo no colégio primário Rap na pauta, calma na alma, rastafari, revolucionário  Eu já sei porque não consigo dormir há dias Há algo no meu pensamento lento que me paralisa Não aguento viver preso a dogma e doutrina Eu quero a calma na alma pra poder viver a vida
    8. 8.  Não aguento viver preso a dogma e doutrina Eu quero a calma na alma pra poder viver a vida  Vida sofrida, alma furtada, banida e detida Em contra-partida sinto a cardio batida Mantendo a pureza retida Vê na retina, quebra a rotina  Ideia cretina, tem início e não tem fim Santo Pai o que será que a vida reservou pra mim? Ser um músico importante ou um vendedor de amendoim? Eu vou ter um relógio caro ou um camelô vagabundin?  Deu risada do magrin, desmerece alguém que sonha Eu sou rebelde, desbocado, revoltado e sem vergonha Que eu vivi rebelião, guerra de religião, eu vi Cristo perdoar Adolf Hitler no caixão Vi ódio e destruição, optei pela união, vi o diabo corromper a fé de um irmão cristão  Assisti Roma ir ao chão, assisti Pelé jogar Vi Saddam sendo enforcado, eu vi a Eu vou rezar Pra minha pele eu vou rezar Eu vou rezar Pela humanidade eu vou rezar Eu vou rezar Para o meu Senhor eu vou rezar Eu vou rezar Para minha pele eu vou rezar Eu vou rezar A vida é louca A vida é insana (eu vou rezar, eu vou rezar) A vida não para, continua (para o meu Senhor eu vou rezar) Eu vou rezar, eu vou (para minha alma eu vou rezar, eu vou rezar) (Para minha pele eu vou rezar, eu vou rezar) (Pela humanidade eu vou rezar, eu vou rezar) (Para o meu Senhor eu vou rezar..., eu vou rezar) (Para minha pele eu vou rezar, eu vou rezar) (Para minha pele eu vou rezar, eu vou rezar) (Para a humanidade eu vou rezar, eu vou

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