LIGAMENTO CRUZADO POSTERIOR ASPECTOS POR IMAGEM

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LIGAMENTO CRUZADO POSTERIOR - COMO EU TRATO?
CLUBE DO JOELHO 04/03/2013

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  • AgradecimentoSempre buscando o melhor para o nosso produto final que o paciente
  • Que me foi proposto foi falar um pouco sobre os métodos de imagem Rxutil nos casos de fratura / avulsao e tb nos casos de posoperatorioRM que é o padrão ouro, vou tentar passar pra vcs um pouco da minha rotina pra avaliação do joelho com enfase nos lCPComo se apresentam as lesoes agudas e cronicasLesoes associadasFugindo um pouco do tema propostos, falar um pouco do aspecto de pos-op
  • Estabilizador estático do joelho, impedindo a translocação posterior da tíbia em relação ao femur.Os cirurgioes ortopédicos adquiriram maior experiencia tanto na parte funcional, mas principalmente na parte prática sobre o LCP, aumentando a responsabilidade dos radiologistasAs dificuldades aumentam quando a avaliação física é feita na fase aguda, devido as lesoes secundarias, hemoartrose e as lesoes associadas Estabilizador estático do joelho, impedindo a translocação posterior da tíbia em relação ao femur.
  • É uma estrutura ligamentar intra-articular, porém extra-sinovial, composto por duas bandas uma AL e outra PMquese origina da face lateral do condilo femoral medial e se insere no aspecto posterior do planalto tibial
  • Bom jacomecando a falar da rm, eu vou tentar resumir a rotina, desde a realizaçao do exame até o laudoO Meu protocolo é esse, esitem algumas variaçoes
  • Sainda da parte chata dos protocolos, vamos comecar a falar do ligamento propriamente dito
  • Bom aqui sao imagens de mri nos planos sagiaisdp e t2 com supressão de gordura.
  • COROnat t1 ve a porcao proximal do lcp e no axial o aspecto da dupla bandaLembrando sempre q nao vamos ver o ligamento em uma imagem apenas
  • Cuidados na interpretaçãoLigamentos meniscofemorais,sao ligamentos q vao do corno posterior do menisco lateral ate a face interna do condilo femoral medialprincipalmente o anterior humprey . Angulo mágico que é um artefato da rm nas seq t1 aparecendo com alto sinal em t1, por isso é interessante quando analisar o exame comparar com a outra sequencia.Degeneração em paciente mais velhos, o ligamento fica espessado e com delaminações intersticiais. DAI A importancia dos dados clínicos.
  • 23 na populacao em geral, sendo maior em acidentes auto e esportes especficifosJa sabemos que as lesoes isoladas do lcpsao menos frequentesPor isso da importancia da detectacao da lesoes combinadas
  • Intrassubantciais principalmente qdo agudasAspectos das lesoes, agudas a mri apresenta maior sensibilidade de especidade.Cronicasmtas vezes o ligameto esta integro apenas espessado ou com a sua orientação alterada, devendeo ser necessaria a correlação com a clinica
  • Apenas uma alteracao de sinal focal, geralmente no 1/3 medio , sem rotura trasnfixante, sem interposicao liquida entre fragmentos, derrame articular assoicado, mantendo sua orientação
  • Esse caso lembro que foi um dos primeiros casos que eu apresentei na nossa reuniao na residencia , lesao isolada do lcp
  • Nos vamos identificar uma trasnfixacao na regiao da rotura, com interposiçào de liquida entra as extremidades
  • Avulsao na porcaoprocximal
  • Alteração de sinal e espessamento do LCP, assumindo um aspecto frouxe e espessado
  • Quando se fala em espessura, alguns trabalham consideram o diâmetro ap normal de 6 mm de espessura, sendo maior q isso maior a propabilidade de rotura cronicaMostra ainda uma tabela, que diz q qto maior a espessura maior .
  • Ja mostrei alguns casos Osseascontusoes ou ate fratura. Mtas vezes podemos identificar o mecanismo de trauma.Meniscofemorais q ajudam na estabilizçao posteriorMeniscaissao menos frequentes, mas podem existiirE do cantoposterolateral q vamos falar um pouco mais adiante
  • Apresenta uma anatomia complexa devido q quantidade grande de estruturas em um espaco pequeno, por isso precisamos de todos os planos para melhor caracterizacao.Mtas vezes naoserapossivel identificar todos os ligamentos, porem deve-se tentar indentifcar os mais importante, pois a maioria dos casos ciúrgicossao de lesoes associadas
  • LCL melhor visto no plano cor, geralmente em 2 planos, devido sua orientação obliqua
  • Mtas vezes de dificilidentificacao, pois mantem uma relacao intima com a capsula articular posterior
  • E pra terminar, falar um pouco do pos-op. Todos os radio tem medo do pos-op Devido a sua baixa frequencia .Aspecto dos tuneisósseo, usando o msmraciocinio do lca, sendo q no lado direito
  • Fibrose do neoligamento e um alargamento do tunel tibial, podendo estar o mesmo insificiente.
  • LIGAMENTO CRUZADO POSTERIOR ASPECTOS POR IMAGEM

    1. 1. LIGAMENTO CRUZADO POSTERIOR-COMO EU TRATO?CLUBE DO JOELHO 04/02/2013 DIEGO MOURA MÉDICO RADIOLOGISTA mouradiego@hotmail.com
    2. 2.  Métodos por imagem- RX e RM Aspectos das lesões- Aguda x crônica Lesões associadas- Canto posterolateral Pós-operatório
    3. 3.  Estabilizador estático do joelho Maior conhecimento sobre o LCP Avaliação clínica Efeitos a longo prazo do lesão crônica
    4. 4.  Bobinas específicas Joelho em extensão ou leve flexão Rápido (+/- 15 min) Protocolo (3 e 4 mm)- Sagital DP e T2- Coronal T1 e T2- Axial T2
    5. 5.  LCP NORMAL:- Baixo sinal em todas as sequências- Forma arqueada com joelho em extensão ou levemente fletido- Planos sagital e coronal: identificar o ligamento em no máximo duas imagens sequenciais
    6. 6. DICA IMPORTANTE!!!!SEMPRE QUE AVALIAR UM PLANO EM UMA DETERMINADA PONDERAÇÃOCOMPARAR COM O MESMO PLANO EM OUTRA PONDERAÇÃO SAGITAL DP SAGITAL T2 COM FS
    7. 7. CORONAL T1 AXIAL T2 COM FS
    8. 8.  Ligamentos meniscofemorais (Humprey e Wrisberg) Efeito do “ângulo mágico” nas sequências T1 – áreas de alto sinal Degeneração em pacientes mais velhos (degeneração mucóide)
    9. 9. LIGAMENTOS MENISCOFEMORAIS
    10. 10. ÂNGULO MÁGICO
    11. 11.  Cerca de 23 % das lesões traumáticas agudas do joelho Lesões isoladas são menos frequentes- ATENÇÃO COM O CANTO POSTEROLATERAL Lesões combinadas – incidência e probabilidade de tto cirúrgico maior
    12. 12.  Localização- Intrassubstacial- Avulsão femoral- Avulsão tibial Fase aguda x crônica- Aguda – sensibilidade e especificidade- Crônica – clínica
    13. 13.  Lesão parcial / intersticial SAGITAL T2 FAT SAT
    14. 14. SAGITAL T1 SAGITAL T2 FAT SAT
    15. 15.  Lesão completa SAGITAL T2 FAT SAT
    16. 16. SAGITAL T2 FAT SAT SAGITAL T1
    17. 17. AJR:191, October 2008
    18. 18.  Ósseas (contusões) Ligamentares (LCA, colaterais e meniscofemorais) Meniscais Condrais Canto posterolateral
    19. 19. ANATOMIA COMPLEXA – ESTUDO MULTIPLANARIMPORTANTE IDENTIFICAÇÃO
    20. 20. LIGAMENTO COLATERAL LATERAL
    21. 21. TENDÃO BÍCEPS FEMORAL
    22. 22. MÚSCULO E TENDÃOPOPLÍTEO
    23. 23. MÚSCULO POPLÍTEO
    24. 24. LIG. ARQUEADO
    25. 25. DIREITOESQUERDO
    26. 26. SAGITAL T1
    27. 27.  RM apresenta um papel fundamental Necessidade de uma avaliação multidisciplanar “Checklist” Rotura (aguda x crônica) Lesões associadas
    28. 28. OBRIGADO!!!

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