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TRM em prol do desenvolvimento e aperfeiçoamento de produtos

  1. 1. R d rn v ç o- uh d 2 1 a a Io a ã J lo e 0 0 R dioD ln org e io f
  2. 2. TECHNOLOGY ROADMAPPING (TRM) EM PROL DO DESENVOLVIMENTO E APERFEIÇOAMENTODE PRODUTOS 1. INTRODUÇÃO O Planejamento Tecnológico é a forma pela qual as organizações estruturam suas atividades de pesquisa e desenvolvimento, visando a alinhar os recursos e competências internas e externas com os objetivos e perspectivas de curtoO Planejamento e longo prazo, permitindo, assim, o lançamento de novos produtos eTecnológico permite à processos, ou mesmo o aprimoramento destes.empresa conhecerquais as demandas A construção do Planejamento Tecnológico permite à empresa conhecer quaisfuturas e se preparar as demandas futuras – em função de análises de mercado e das diretrizesao longo do tempo estratégicas internas – e se preparar ao longo tempo para atendê-las,para atendê-las traçando e priorizando soluções tecnológicas que melhor atendam estas demandas, seja em função da performance proporcionada, do custo de desenvolvimento, da factibilidade técnica, dentre outros critérios. 2. TECHNOLOGY ROADMAPPING (TRM) Uma das ferramentas mais utilizadas para realizar o Planejamento Tecnológico é o Technology Roadmapping (TRM). Empregado pela primeira vez pela Motorola, no final da década de 70, o TRM auxiliou o processo de planejamento de produtos e desenvolvimento de tecnologias da empresa. Desde então, a implantação do TRM tem se adaptado em função dos diferentes contextos das empresas e seus mercados de atuação, da abrangência da análise (empresa x indústria), ou mesmo do objetivo, sendo mais focado em gestão de competências internas, planejamento estratégico, dentre outras finalidades. Figura1: TRM - Mapa Tecnológico Modelo TempoA aplicação mais Drivers, Tendências e Drivers, Tendências ecomum do TRM é para Mercado Cenários Cenáriosauxiliar odesenvolvimento denovos produtos. P2 P3 Produto P1 P4 T1 Tecnologia T2 T3 T4 Plano de Investimento e Financiamento (Captação de Recursos) Recursos Gestão do Conhecimento e Competências A aplicação mais comum do TRM, no entanto, é para auxiliar o desenvolvimento de produtos, sendo geralmente apresentado conforme a figura acima. Assim, é possível criar de um link entre as demandas ou tendências de mercado, os produtos da empresa e, em um terceiro nível, as tecnologias empregadas nestes produtos.
  3. 3. Como desdobramento, pode ser estruturado um plano de investimento para sustentar o Planejamento Tecnológico, reservando recursos para projetos, no orçamento da empresa, ou mesmo viabilizando a captação de recursos junto a agências de fomento à inovação. O TRM deve ser sempre customizado para o contexto de atuação de cada empresa. Entretanto, é possível determinar macro etapas fundamentais para a sua construção: Figura 2: Etapas Base para Construção e Implementação Planejamento Desenvolvimento Implementação e Manutenção - Analisar plano estraté- - Definir o escopo do TRM gico da empresa - Validação do mapa (mercados, produtos etc.) construído - Identificar nas deman-O TRM pode ser das e tendências deconstruído a partir de - Definir equipe de traba- - Implementação do lho, responsabilidades e mercadoduas orientações plano tecnológico sponsordistintas: Market Pull - Especificar metas eou Tech Push objetivos para os - Acompanhamento dos - Determinar ferramentas projetos e revisão do para análise de mercado produtos ao longo do tempo plano conforme (cenários, drivers etc.) e mudanças do mercado ferramentas para avalia- e/ou corporativas ção dos produtos e - Especificar e avaliar tecnologias soluções tecnológicas - Construir mapa tecnológico Com o TRM, a organização passa a contar com uma orientação clara de como gerir suas competências tecnológicas essenciais, identificando aquelas que já possui e mapeando externamente – em fornecedores, universidades e centros de pesquisa – outras competências que precisará acessar para viabilizar a implementação do Plano Tecnológico, que pode contemplar práticas de open innovation. A sua construção pode ser realizada tanto do ponto de vista mercadológico (Market Pull), partindo das necessidades de mercado e verificando o alinhamento com os produtos e tecnologias a partir destas orientações, quanto do ponto de vista tecnológico (Tech Push), iniciando a construção a partir de uma tecnologia detida pela empresa, por meio da identificação das oportunidades de aplicação no mercado. A abordagem Market Pull, geralmente mais utilizada por empresas jáAlém de auxiliar a posicionadas em determinados mercados, parte das tendências eempresa a prever o necessidades destes mercados para verificar o alinhamento com os produtosmomento adequado atuais da empresa. Caso os produtos não atendam às exigências do mercado,para iniciar o busca-se determinar e especificar parâmetros de desempenho destes, tantodesenvolvimento de no presente quanto no futuro. Na terceira camada são definidas asnovos produtos, o TRM tecnologias necessárias para que os produtos atinjam os parâmetrosfacilita a identificação definidos.de gaps. A segunda abordagem, Technology Push, geralmente está mais alinhada a startups que são constituídas em torno de uma tecnologia e precisam gerar uma plataforma de aplicações para potencializar o negócio. Entretanto, pode ser aplicada também a grandes empresas, em situações onde exista, por exemplo, a percepção de oportunidade, mas sem que a demanda esteja clara no mercado. Dessa forma, é possível notar que o horizonte de tempo é uma das variáveis mais importantes do TRM, aparecendo na maioria dos modelos propostos, visto que direciona os esforços ao longo do tempo, ajudando a empresa a identificar quando iniciar o desenvolvimento de um novo produto.
  4. 4. Outra informação importante fornecida pelo TRM são os gaps, lacunas existentes entre as demandas de mercado, produtos e tecnologias, que surgem de exigências de performance não supridas ou de atributos não existentes nos produtos atuais. Estes gaps irão direcionar quais soluções deverão ser priorizadas e desenvolvidas. 3. CONSIDERAÇÕES Observado o aumento de competitividade nos mercados de uma forma geral e a conseqüente pressão por produtos com ciclos de vida cada vez menores,É imprescindível que o com alto valor agregado e elevado grau de customização e complexidade, sePlanejamento torna cada vez mais importante a construção de um PlanejamentoTecnológico esteja Tecnológico coerente com as aspirações e o posicionamento da empresa.alinhado às aspiraçõese ao posicionamento Entretanto, é importante destacar que esta ferramenta somente pode agregar valor se houver, de fato, um comprometimento da empresa com o plano, deda empresa forma que alta gestão forneça o suporte necessário para construção e manutenção deste, e que existam pessoas responsáveis pela execução, acompanhamento e aprimoramento. O TRM não deve ser encarado como um documento fixo e imutável após concluído. Por isso, a equipe responsável pela sua manutenção é imprescindível. Como as condições de mercado, os planos e as metas da empresa podem mudar a qualquer momento, é fundamental que ocorram reflexões periódicas sobre os planos traçados, de forma que a coerência do TRM seja mantida, demonstrando flexibilidade interna. É importante ainda considerar o certo balanceamento entre o direcionamento dado ao Planejamento Tecnológico, buscando sempre orientações do mercado (modelo Market Pull), mas também analisar tecnologias e produtos que podem ser inseridos no mercado de forma inovadora, atendendo necessidades que não sejam explícitas (modelo Tech Push). Este tipo de balanceamentoApós concluído, o TRM reduz uma das deficiências do TRM – o baixo potencial para desenvolvimento de inovações (inclusive disruptivas) que surpreendam seus consumidores ounão deve ser encarado clientes –, uma vez que, ao se basear em fatos ou expectativas de mercado,como um documento acaba se limitando a lidar com aquilo que já é esperado, tanto pela empresafixo e imutável. quanto por seus concorrentes. Por fim, para a construção de um TRM coerente, é necessário levar em consideração tanto o curto quanto o longo prazo. Muitas empresas já estão acostumadas a lidar com planejamento de curto prazo. Entretanto, ao olhar para um horizonte maior de desenvolvimento, é possível refletir e estruturar rotas para os desafios esperados e definir o momento de decisão sobre quais alternativas serão, de fato, executadas. Caso estes momentos de decisão não estejam bem estruturados, a empresa pode acabar identificando tardiamente a necessidade de desenvolvimento e, assim, lançar uma solução de forma mais rápida, mas que não atenda a expectativa de mercado, ou mesmo perder o timing para o lançamento do produto, devido ao foco excessivo no curto prazo.AUTORRodrigo Delfino é graduado em Administração pela UFMG. Detém conhecimentos aplicados em gestãoda qualidade e operações, tendo realizado reestruturações organizacionais visando a melhoria deprocessos, bem como implementado sistemas de avaliação e gestão baseados no modelo de excelênciada Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) e ainda na norma ISO 9001. Ademais, atuou em empresa deconsultoria própria na aplicação da Teoria das Restrições, focada principalmente em gestão hospitalar.Na Inventta desenvolve serviços de consultoria focada na gestão da inovação, abordando principalmentetemas como Planejamento Tecnológico, Gestão de Portfólios, Captação de Recursos e Diagnóstico dePotencial Interno para Inovação.

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