Cracking do Petróleo

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Como acontece o cracking do petróleo?
É constituído fundamentalmente de uma reação de quebra de moléculas de alto peso molecular e de baixo valor comercial, em moléculas de menor peso molecular e com alto valor comercial.

Para que serve o cracking do petróleo?
O cracking serve para quebrar moléculas muito grandes de hidrocarbonetos, reduzindo-as a tamanhos bons ou apropriados para as necessidades da indústria química.

Craqueamento Catalítico
A carga entra em contato com um catalisador a uma temperatura elevada ocorrendo à ruptura das cadeias moleculares, dando origem a uma mistura de hidrocarbonetos que são posteriormente fracionados.
É considerado um processo de alta rentabilidade econômica por utilizar como carga um produto de baixo valor comercial.
Este processo tem como finalidade principal à produção de GLP e/ou gasolina.
Existem dois tipos de craqueamento catalítico:
Descontínuo: Temos um reator de leito fixo, o catalisador é retirado do reator, levado para um lugar onde o coque possa ser devidamente queimado. Em seguida, este catalisador é peneirado e subseqüentemente colocado de volta no reator.

Contínuo: Temos um reator de leito fluidizado, onde isto é feito de forma direta e onde não é preciso parar o processo para ser feita a regeneração do catalisador.

Hidrocraqueamento
É um processo de craqueamento catalítico apoiado pela presença de uma elevada pressão parcial de gás hidrogênio;
A função do hidrogênio é a purificação da corrente de hidrocarboneto de enxofre e de hétero-átomos;
Os produtos deste processo são hidrocarbonetos saturados;
Principais produtos de craqueamento são combustível de jato e diesel;

Craqueamento a vapor
É um processo petroquímico no qual hidrocarbonetos saturados são divididos em hidrocarbonetos menores, frequentemente insaturados.
É o principal método industrial para produzir o mais leves alcenos, incluindo eteno e propeno.

Craqueamento térmico
O primeiro método de craqueamento térmico, o processo de craqueamento Shukhov, foi inventado pelo engenheiro russo Vladimir Shukhov.

William Merriam Burton desenvolveu um dos primeiros processos de craqueamento térmico, em 1912, que operava a 700-750 ° F (370 - 400 º C) e a uma pressão absoluta de 90 psi (620 kPa) e era conhecido como o processo Burton.
Em 1921, C.P. Dubbs, um funcionário da Universal Oil Products Company, desenvolveu processo de craqueamento térmico um pouco mais avançado que operava em 750-860 ° F (400-460 ° C) e era conhecido como o processo Dubbs.

O processo Dubbs foi amplamente utilizado por muitas refinarias até o início dos anos 1940, quando o craqueamento catalítico entrou em uso.
Modernos craqueamentos térmicos de alta pressão operam com pressões absolutas de cerca de 7.000 kPa.
Produtos ricos em hidrogênio "leves" são formados à custa de moléculas mais pesadas que se condensam e são desprovidas de seu hidrogênio.

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Cracking do Petróleo

  1. 1. CRACKING DO PETRÓLEO
  2. 2. COMO ACONTECE O CRACKING DO PETRÓLEO? É constituído fundamentalmente de uma reação de quebra de moléculas de alto peso molecular e de baixo valor comercial, em moléculas de menor peso molecular e com alto valor comercial.
  3. 3. PARA QUE SERVE O CRACKING DO PETRÓLEO? O cracking serve para quebrar moléculas muito grandes de hidrocarbonetos, reduzindo-as a tamanhos bons ou apropriados para as necessidades da indústria química.
  4. 4. CRAQUEAMENTO CATALÍTICO  A carga entra em contato com um catalisador a uma temperatura elevada ocorrendo à ruptura das cadeias moleculares, dando origem a uma mistura de hidrocarbonetos que são posteriormente fracionados.  É considerado um processo de alta rentabilidade econômica por utilizar como carga um produto de baixo valor comercial.  Este processo tem como finalidade principal à produção de GLP e/ou gasolina.
  5. 5. CRAQUEAMENTO CATALÍTICO Existem dois tipos de craqueamento catalítico:  Descontínuo: Temos um reator de leito fixo, o catalisador é retirado do reator, levado para um lugar onde o coque possa ser devidamente queimado. Em seguida, este catalisador é peneirado e subseqüentemente colocado de volta no reator.  Contínuo: Temos um reator de leito fluidizado, onde isto é feito de forma direta e onde não é preciso parar o processo para ser feita a regeneração do catalisador.
  6. 6. HIDROCRAQUEAMENTO  É um processo de craqueamento catalítico apoiado pela presença de uma elevada pressão parcial de gás hidrogênio;  A função do hidrogênio é a purificação da corrente de hidrocarboneto de enxofre e de hétero-átomos;  Os produtos deste processo são hidrocarbonetos saturados;  Principais produtos de craqueamento são combustível de jato e diesel;
  7. 7. CRAQUEAMENTO A VAPOR É um processo petroquímico no qual hidrocarbonetos saturados são divididos em hidrocarbonetos menores, frequentemente insaturados. É o principal método industrial para produzir o mais leves alcenos, incluindo eteno e propeno.
  8. 8. CRAQUEAMENTO TÉRMICO O primeiro método de craqueamento térmico, o processo de craqueamento Shukhov, foi inventado pelo engenheiro russo Vladimir Shukhov.  William Merriam Burton desenvolveu um dos primeiros processos de craqueamento térmico, em 1912, que operava a 700-750 ° F (370 - 400 º C) e a uma pressão absoluta de 90 psi (620 kPa) e era conhecido como o processo Burton.
  9. 9. CRAQUEAMENTO TÉRMICO  Em 1921, C.P. Dubbs, um funcionário da Universal Oil Products Company, desenvolveu processo de craqueamento térmico um pouco mais avançado que operava em 750-860 ° F (400-460 ° C) e era conhecido como o processo Dubbs.  O processo Dubbs foi amplamente utilizado por muitas refinarias até o início dos anos 1940, quando o craqueamento catalítico entrou em uso.
  10. 10. CRAQUEAMENTO TÉRMICO Modernos craqueamentos térmicos de alta pressão operam com pressões absolutas de cerca de 7.000 kPa.  Produtos ricos em hidrogênio "leves" são formados à custa de moléculas mais pesadas que se condensam e são desprovidas de seu hidrogênio. A reação real é conhecida como fissão homolítica e produz alcenos, que são a base para a produção de polímeros economicamente importantes.

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