PBI 2014

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  • O residente tem que ter o controle da sessão: definir seus objetivos e necessidades.
  • PBI 2014

    1. 1. Lourdes Luzón Oliver PRMFC da SMS 23 de setembro 2014
    2. 2.  É uma competência clínica  Na relação clínica o profissional desenvolve outras competências  É a ferramenta mais usada pelos profissionais ( todos os dias!!!!)  É terapéutica.  Pode ser registrada e seus efeitos podem ser medidos.  A comunicação clínica pode ser ensenada.
    3. 3.  Competência  Implicação do paciente na tomada das decisões.  O tempo  Accesibilidade  Disponivilidade  Ser informados  A exploração das suas necesidades Wessing M, et al. A systematic review of the literature on patient priorities for general care. Part 1: Description of the research domain. Soc Sci Med 1998;47:1.573-1.588
    4. 4. O que esperam os patientes quando usam os serviços de saúde? Inquerito do NHS británico  Accesibilidade  Duração da consulta  Provisão de informação  Comunicação com seu medico  “os médicos não acostumam a escutar e não tomam em conta as nossas opiniões” Coulter A, et al.What do patients want from high-qualitygenreal practice and how do we involve them in improvement? Br J Gen Pract 2002;52 (supl.):S22-S26I
    5. 5.  Na Espanha…  Eficacia clínica e organizativa, resolutividade e accesibilidade  Aspeitos comunicativos e da pratica clinica:  Continuidade na atenção  Informação  Trato correito  Confianza no médico Mira et al.¿Qué hace que los pacientes estén satisfechos? Análisis de la opinión de pacientes y profesionales mediante la técnica Delphi.Rev Calidad Asistencial 1999; 14: 165-177
    6. 6.  En EEUU  Desejavam um médico futuro centrado no paciente, na familia, e orientado na comunidade. Main et al. Patients perspectives on the doctor of the future. Fam Med 2002; 34:251-257
    7. 7.  Accesibiliade  Afabilidade  Adaptabilidade  Habilidade(competência)
    8. 8.  Interesse do médico na pessoa e nas suas ideias e creências  Receber informações claras e adequadas  Que o médico mantenha uma conduta de escuta ativa, afavel, amistosa, educada e com apoio emocional  Poder expor suas expectativas  Educação para a saude  A confiança no medico  Consultas positivas e tranquilizadoras.
    9. 9.  Até um 65% usavam um estilo biomédico com perguntas fechadas (Roter et al, JAMA 1997)  >70% das consultas dos residentes e preceptores não pesquisabam creências, preocupações o expectativas dos patientes (Torio J e Garcia C, Atención Primaria 1997)  Os médicos têm mais dificuldades com alguns grupos de patientes (baixo nivel cultural, socioeconomico, HIV, usuarios de drogas…)
    10. 10.  Dificuldade em obter informações clínicas relevantes  Os médicos redirigem e enfocam a entrevista clínica  Interrupções (1ªinterrupção aos 18 segundos)  Os médicos perden até 79% das oportunidades de obter informações importantes sobre o patiente.  Falta de acordo M-P até em um 50% de todas as visitas (Starfield et al).
    11. 11.  Explicar e manejar estrategias de manejo  Os médicos sobreestimam >90% o tempo usado para informar aos patientes  Problemas na construção da relação terapéutica.  Uso inadecuado dos recursos  Mais desgaste professional.  Problemas medico-legais  Menor adeherência terapêutica.
    12. 12.  Maior qualidade da informação obtida  Não interrumpir no inicio: dois minutos de escuta são suficientes para o 80% dos pacientes.  Não fazer perguntas fechadas no inicio  Meior compreênsão da mensagem do professional  Autoeducação, repetições  Maior satisfação do patiente  Maior cumprimento dos tratamentos  Meior uso dos recursos sanitarios
    13. 13.  Confiança  Continuidade  Aumenta satisfação  Aumenta cumprimento tto  Aumenta sensação de capacitação dos pacientes  Disminui internamentos hospitalares  Disminui uso das emergências  Favorece o conhecimento do médico e o paciente  Duração da consulta
    14. 14.  Em USA promedio de visita 18-21 minutos  Alemania e Espanha 7,6 e 7,8 minutos  Suiza 15,6 minutos  Espanha 6,7-9,1 minutos. 25-30% do tempo é consumido é tarefas burocráticas. Tempo real da consulta 4,7-7 minutos.  O perfil comunicaçional dos residentes melhora ao aumentar o tempo de consulta (7-10 minutos)
    15. 15.  Aumentar o tempo de consulta não garante uma melhor relação de qualidade e atenção  Consultas com perguntas mais abertas e facilitadoras não demorabam mais que aquelas com um perfil biomédico.(Hembest R, Fam Pract 1992, Canadá)  Para os pacientes o mais importante não é a duração e sim a percepção  Longitudinalidade!!!-47 minutos/ano(9,4minutos x 5visitas/ano)
    16. 16. • Ténicas de entrevista clínica e comunicação. • Trabalhar atitudes (aspeitos da bioética, docencia centrada en el alumno, etc.). • Habilidades (cirurgía menor, exame físico, crioterapia, infiltraciones, raciocinio clínico, etc.) • Conhecimentos (anamnesis, diagnóstico diferencial, interpretação de provas) • Comunicação e docencia (sessões docentes, comunicações orais)
    17. 17.  Por qué devo gravar a minha consulta para aprender?  Aceptarão os pacientes?  Cómo afectará o meu relaçonamento com eles?  Cómo vou receber as críticas?  Quais dificuldades vou me encontrar?  …
    18. 18.  1º perceber que nós como professionais somos susceiteveis de ser avaliados para poder melhorar.  Aceitar o risco da crítica, do analise  Autocritica, sem autocritica não existe melhora.  Autoavaliação
    19. 19.  Gravar com camâra.  Gravar um turno entero.  Provar tudo antes de fazer a gravação real!!!!!  Colocar a câmera numa posição que grave o médico e o paciente  Se possível usar tripé e microfone externo  Cuidar com a luz
    20. 20.  C- Trabalhar técnicas de Comunicação. Não vamos analisar outros aspectos, como se a prescrição do profissional foi correta ou não.  C- Construtivo – dar Feedback construtivo  C- Controle – sempre quem traz o vídeo que fala primeiro e pode parar a gravação quando quiser. O vídeo é para aprender e não para criticar
    21. 21. O grupo  - Geralmente as pessoas são muito críticas quando se vêem no vídeo e só observam o lado ruim, por isso é importante que o grupo ajude a ver os aspectos positivos.  - Importante clima de confiança, para que ninguém se ofenda  - Troca de idéias  - O papel do grupo é dar feedback para quem traz o vídeo.
    22. 22. - Começa com quem trouxe a gravação falando porque trouxe a determinada entrevista, o que pretende melhorar na entrevista e como se sentiu na consulta. - O vídeo inicia e assim que a pessoa que trouxe a entrevista ou o coordenador perceber algo que chama a atenção no vídeo, para o a gravação e se discute o que se está vendo, como a pessoa está se sentindo. A regra é que sempre que trouxe o vídeo é quem fala primeiro. - Depois o grupo assinala o que viu de positivo e faz perguntas a quem trouxe o vídeo. - Depois o grupo aponta alternativas à situação, sempre falando a partir da experiência de cada um (e não dando conselhos), como: “As vezes nessa situação me ajuda falar tal coisa…”
    23. 23.  Sempre há um coordenador que tem o papel de manter o clima de confiança do grupo, “proteger” quem traz o vídeo, para que esse se sinta o mais cômodo possível, coordenar as falas, ir parando a gravação e cuidar para o grupo não fugir do objetivo.
    24. 24.  Pode ser a gravação de uma consulta de rotina ou de algum caso que se tem alguma dificuldade.  No início é mais recomendado não trazer casos de grande dificuldade.  É bom que o vídeo não seja gravado muito longe da data de sessão do PBI para que não se esqueça as emoções da consulta  Pode-se gravar um dia inteiro de consulta e depois escolher uma ou gravar de um paciente específico
    25. 25.  Sugestão de termo (oral ou escrito)  Pedir sempre antes da gravação, se possível gravar a pessoa assinando. Pode-se combinar antes com um paciente específico que a próxima consulta será gravada, por exemplo.  O ideal é perguntar de novo depois da entrevista se a pessoa ainda concorda com a gravação  Cada um que grava é responsável por cuidar da sua gravação e proteger para que não seja usado inapropriadamente (como cair no youtube, por exemplo)  Importante deixar a pessoa à vontade para dizer não.  A gravação vai a ser visionada pelo médico e outros profissionais com a finalidade do aprendizado para melhorar a nossa pratica assintencial.
    26. 26.  Gravar consultas: no mínimo 3 turnos  Fazer uma autoavaliação individual com formulario que passaremos  Uma dessas consultas gravadas será apresentada em grupo nas datas já definidas  Estas tarefas serão obrigatorias assim como a presência e participação dos PBIs dos colegas
    27. 27. https://www.youtube.com/watch?v=khWp4HsczMk

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