Aula r1 has 24-05_2014

431 visualizações

Publicada em

0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
431
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
63
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
8
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Aula r1 has 24-05_2014

  1. 1. HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA Adelson Guaraci Jantsch Débora Junqueira Fonseca Oliveira 20 de maio de 2014
  2. 2. Rastreamento • Quem? • Quando (frequência?) • Como?
  3. 3. Rastreamento – Quem? Recomenda-se o rastreamento da HAS nos adultos acima de 18 anos. Grau de recomendação A.
  4. 4. Rastreamento – Quando? • Não há intervalo ótimo conhecido e validado (USPSTF, 2007) • A cada 2 anos, se PA < 130/85 (CAB 37, 2013)
  5. 5. Rastreamento – Quando? • De acordo com o RCV, se PA limítrofe (CAB 37, 2013) PAS 130/139 PAD 85-89 Consulta de enfermagem: MEV + RCV RCV Baixo Prevenção primária + Reavaliar em 1 ano RCV Intermediário Reavaliar em 6 meses RCV Alto Reavaliar em 3 meses
  6. 6. Rastreamento – Como? • Na 1ª verificação, aferir em ambos os MMSS • Usar o MS com maior PA para medidas futuras • Fazer 2 medidas, com intervalo mínimo de 1 min, e calcular a média entre elas
  7. 7. Rastreamento – Como?
  8. 8. Diagnóstico • O que é? • Como e onde é feito?
  9. 9. Diagnóstico – O que é • Média* aritmética da PA > ou = 140/90. * Média das medidas feitas em 3 dias diferentes, com intervalo mínimo de 1 semana entre os dias.
  10. 10. Diagnóstico – O que é • Média* aritmética da PA > ou = 140/90. * Média das medidas feitas em 3 dias diferentes, com intervalo mínimo de 1 semana entre os dias. NÃO PEDIR CURVA DE PA 3 VEZES POR SEMANA COM O TÉCNICO DE ENFERMAGEM!
  11. 11. Diagnóstico – Onde e como • Consultório: > ou = 140/90 • AMPA: > 130/85 • MRPA: > 130/85
  12. 12. Classificação
  13. 13. http://hyper.ahajournals.org/content/42/6/1206.full http://jama.jamanetwork.com/article.aspx?articleid=1791497
  14. 14. Avaliação inicial • Objetivos • O que fazer
  15. 15. Avaliação inicial • Objetivos 1. Identificar outros fatores de risco para DCV 2. Estratificar o RCV global 3. Identificar lesões de órgão-alvo (LOA) 4. Testar possibilidades de HAS secundária
  16. 16. Avaliação inicial • O que fazer 1. Entrevista
  17. 17. Avaliação inicial • O que fazer 2. Exame físico
  18. 18. Avaliação inicial • O que fazer 3. Exames complementares GJ, lipidograma (outros fatores de risco) Cr, K, Urina I (LOA – rim) ECG (LOA – coração) NÃO PEDIR PARA TODOS radiografia de tórax, ecocardiograma, hemograma...
  19. 19. Risco cardiovascular global
  20. 20. Qual o limiar de Alto e Baixo risco? • O que está acontecendo com esses valores? • Cada vez mais baixos, principalmente depois das mudanças nos guidelines para dislipidemia publicados em 2013. • When to remeasure cardiovascular risk in untreated people at low and intermediate risk: observational study http://www.bmj.com/content/346/bmj.f1895?vi ew=long&pmid=23553971
  21. 21. Onde eu encontro calculadoras que me ajudem? • http://qrisk.org/ • http://www.mdcalc.com/framingham-coronary- heart-disease-risk-score/ • http://www.dtu.ox.ac.uk/riskengine/download.php • Qrisk e Framingham são as calculadoras mais usadas. Cada uma diz respeito a população onde foram desenvolvidas – Inglaterra e Massachussets – nenhuma delas foi desenvolvida no Brasil.
  22. 22. Seguimento – HAS 1
  23. 23. Seguimento – HAS 2 e 3
  24. 24. Tratamento • MEV • Medicações
  25. 25. Tratamento - MEV • Controle de peso • Alimentação • Redução do consumo de sódio • Exercício físico • Redução do consumo de álcool • Tabagismo
  26. 26. Tratamento - MEV
  27. 27. Tratamento farmacológico • Princípios • Especificidades populacionais • Associações
  28. 28. Tratamento farmacológico
  29. 29. Tratamento farmacológico • E se meu paciente não tem comorbidades que direcionem a escolha? ▫ Idade ▫ Etnia ▫ Mulher em idade fértil
  30. 30. Tratamento farmacológico
  31. 31. Tratamento farmacológico
  32. 32. Tratamento farmacológico
  33. 33. Metas de controle
  34. 34. Hipertensão Arterial é um fator de risco para: Doença Arterial Coronariana Insuficiência Cardíaca Insuficiência Renal Crônica AVC Hemorragia Intracraniana Doença Arterial Periférica Fibrilação e Flutter Atrial Regurgitação Aórtica Hipertensos vivem 5 anos menos do que os normotensos. Franco OH1, Peeters A, Bonneux L, de Laet C. Blood pressure in adulthood and life expectancy with cardiovascular disease in men and women: life course analysis. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15983235?dopt=Abstract
  35. 35. Alterações agudas • Tipos • O que fazer
  36. 36. Alterações agudas • Eliane, 35 anos, tem HAS desde a última gestação, em que teve pré-eclâmpsia. Chegou à CF queixando-se de mal estar, muito nervosa e chorando. Ao exame, a PA foi de 250/100. Não tinha nenhuma queixa ou sinal de lesão aguda de órgão-alvo. Conversando com a médica, contou que há 1 mês estava muito nervosa e triste, porque soube que a filha de 14 anos tinha tido sua primeira relação sexual e ela não esperava por isso.
  37. 37. Alterações agudas • Eliane, 35 anos, tem HAS desde a última gestação, em que teve pré-eclâmpsia. Chegou à CF queixando-se de mal estar, muito nervosa e chorando. Ao exame, a PA foi de 240/140. Não tinha nenhuma queixa ou sinal de lesão aguda de órgão-alvo. Conversando com a médica, contou que há 1 mês estava muito nervosa e triste, porque soube que a filha de 14 anos tinha tido sua primeira relação sexual e ela não esperava por isso.
  38. 38. Alterações agudas
  39. 39. Alterações agudas
  40. 40. Referências

×