Experiências de leitura, a
formação do leitor
Coordenadoras: professoras Cátia Goulart e Ida
Marins
http://experienciasdel...
Apresentação do projeto
A ação vincula-se ao Projeto Experiências de
Leitura, a formação do leitor que se articula em
duas...
Cinema e literatura na escola, a formação
do leitor
Ação – minicurso cinema e literatura na escola –
Este curso foi voltad...
• Objetivos desse minicurso:
1. Refletir, com os professores, acerca da
importância do texto artístico na formação do ser
...
QUESTÕES NORTEADORAS:
• Para que e como trabalhar com texto fílmico em
sala de aula?
PARA QUÊ?
1.PROPICIAR EXPERIÊNCIA ESTÉTICA – a
percepção sensível do mundo nos mobiliza a ver
as coisas como se fossem a p...
COMO TRABALHAR ?
Acordos e esclarecimentos preliminares:
• Cada texto artístico tem vários caminhos, mas há
certas recorrê...
Acordos e esclarecimentos preliminares:
• Previsão de tempo e espaço para exibição,
exposição oral individual, debates, es...
Apresentação de Turma da Mônica em Cine Gibi 2
O Baile Frank, produção Maurício de Souza.
www.youtube.com/watch - Tempo: 7...
UMA PROPOSTA METODOLÓGICA DE
LEITURA
1. Dimensão do contato –reconstruir a história de modo
oral e coletivamente (logicida...
3.dimensão hermenêutica de autoconhecimento
– como eu li o texto? E minha interpretação em
relação às outras leituras feit...
O papel do professor
• preparar, propiciar o espaço de leitura, discussão, pesquisa
e instigar/orientar essas buscas.
• me...
SUGESTÃO DE ATIVIDADES
• Produzir textos recomendando - ou não - o filme a colegas,
parentes e a um jornal da cidade: via ...
• Preparação de um festa do diferente - sair do padrão,
decorar, preparar cenário para o baile, escolha de
repertório musi...
“Privilegiamos a leitura de textos artísticos
porque essa experiência estética mobiliza o
prazer em seu caráter lúdico e c...
BIBLIOGRAFIA
CORSARO. William. A reprodução interpretativa no brincar ao “faz de
conta” das crianças. In: Educação Socieda...
site curta na escola que disponibiliza um acervo de curtas. Localizar em:
http://www.curtanaescola.org.br (falar do projet...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Cinema e literatura na escola

328 visualizações

Publicada em

Slides - Cinema e literatura na escola

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
328
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
6
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Cinema e literatura na escola

  1. 1. Experiências de leitura, a formação do leitor Coordenadoras: professoras Cátia Goulart e Ida Marins http://experienciasdeleitura.blogspot.com.br/ .
  2. 2. Apresentação do projeto A ação vincula-se ao Projeto Experiências de Leitura, a formação do leitor que se articula em duas linhas de atuação: 1. uma, conduzida por estudantes universitários, voltada a crianças e adolescentes; 2.outra, conduzida por professores da UNIPAMPA, dirigida a professores do ensino fundamental I e II;
  3. 3. Cinema e literatura na escola, a formação do leitor Ação – minicurso cinema e literatura na escola – Este curso foi voltado à formação continuada de professores da rede pública das cidades de Cacequi e Rosário do Sul, bem como a professores do PIM e UAB da região Local : Gare da Estação Ferroviária de Cacequi – 6ª. Feira Municipal do Livro - Abril de 2015 Duração: 4 horas Ministrante: profa. Cátia Goulart Inscritos: 72 professores
  4. 4. • Objetivos desse minicurso: 1. Refletir, com os professores, acerca da importância do texto artístico na formação do ser humano; 2.Questionar o lugar e os limites da escola nessa formação; 3.Pensar em torno de questões envolvidas no processo de leitura e formação do gosto do aluno - e do professor ; 4. Desestabilizar a dicotomia entre prazer e saber;
  5. 5. QUESTÕES NORTEADORAS: • Para que e como trabalhar com texto fílmico em sala de aula?
  6. 6. PARA QUÊ? 1.PROPICIAR EXPERIÊNCIA ESTÉTICA – a percepção sensível do mundo nos mobiliza a ver as coisas como se fossem a primeira vez 2. ATUAR NO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO da percepção ao juízo de valor “Formar um leitor competente supõe formar alguém que compreenda o que lê; que possa aprender a ler também o que não está escrito, identificando elementos implícitos; que estabeleça relações entre o texto que lê e outros textos já lidos; que saiba que vários sentidos podem ser atribuídos a um texto; que consiga justificar e validar a sua leitura a partir da localização de elementos discursivos.“ (PCN LP, livro02.pdf,1997, p.36)
  7. 7. COMO TRABALHAR ? Acordos e esclarecimentos preliminares: • Cada texto artístico tem vários caminhos, mas há certas recorrências sobre as quais podemos começar: “Cada texto é como uma pauta musical”. • Destacar : necessidade de planejamento preparação, desenvolvimento e avaliação coletiva do trabalho (professor e alunos)
  8. 8. Acordos e esclarecimentos preliminares: • Previsão de tempo e espaço para exibição, exposição oral individual, debates, escrita – reescrita dos textos produzidos pelos estudantes leitura-publicação das produções. O leitor como co- autor . • Escolher poucos textos fílmicos para que o trabalho possa ser desenvolvido em profundidade (buscar articular o estudo de demais “conteúdos curriculares” nos textos orais e escritos produzidos pelos estudantes)
  9. 9. Apresentação de Turma da Mônica em Cine Gibi 2 O Baile Frank, produção Maurício de Souza. www.youtube.com/watch - Tempo: 7 min. e 13 seg
  10. 10. UMA PROPOSTA METODOLÓGICA DE LEITURA 1. Dimensão do contato –reconstruir a história de modo oral e coletivamente (logicidade, memória e articulação verbal) 2. dimensão compositiva do texto , como ele “funciona “– pesquisa de linguagens, os recursos e sua atuação potencialidade de sentidos do texto: rede interdiscursiva : HQs – Gibis - cinema de animação , rede intertextual – turma da Mônica (1963), criação de Maurício de Souza; romance Frankenstein (1818), da escritora inglesa Mary Schelley; filmes desenvolvidos a partir do texto de Schelley. Alusão ao baile funk, feita pelo título do curta.
  11. 11. 3.dimensão hermenêutica de autoconhecimento – como eu li o texto? E minha interpretação em relação às outras leituras feitas. Obervar que todos partem do mesmo, mas geralmente dão ênfase a aspectos diferentes do texto lido. É no contato com as demais leituras que poderá ser ampliada cada uma das leituras. As impressões iniciais, as informações pesquisadas, obtidas e geradas pelos estudantes acerca do texto ganham maior profundidade no debate em grupo. “ Ler é um ato de cidadania”
  12. 12. O papel do professor • preparar, propiciar o espaço de leitura, discussão, pesquisa e instigar/orientar essas buscas. • mediar os diferentes níveis de experiência de cada leitor em sua sala de aula; • admitir que um texto artístico potencializa várias leituras e que às vezes elas, inclusive, podem ser conflitantes; • Considerar também que por vezes o leitor pega um caminho equivocado de interpretação. Nesses casos o professor precisa estar atento para, com base no texto artístico, buscar identificar o que levou o leitor aquela interpretação e mobilizá-lo a outro caminho. Afinal, as leituras produzidas precisam dialogar com o texto, objeto, inicial da reflexão.
  13. 13. SUGESTÃO DE ATIVIDADES • Produzir textos recomendando - ou não - o filme a colegas, parentes e a um jornal da cidade: via carta, email, blog, coluna do jornal. Observar que cada gênero discursivo escolhido e que cada destinatário têm implicações diretas na feitura do texto • Solicitar leitura de cada produção e mostrar como cada um escreve privilegiando aspecto distintos do texto (assunto). • Promover a leitura dos trabalhos e a realização da revisão linguística. Nessa atividade o objetivo é obter a melhor clareza no texto - aspectos de coerência, coesão e gramaticais para o bom entendimento de seus distintos destinatários.
  14. 14. • Preparação de um festa do diferente - sair do padrão, decorar, preparar cenário para o baile, escolha de repertório musical, Fazer filmagem, edição do evento (produzir documentário). • Encaminhar/recomendar Leitura do texto original Mary Shelley e assistência de diferentes versões fílmicas: Em 1994 adaptação cinematográfica dirigida por Kenneth Branagh de nome Mary Shelley's Frankenstein; Em (1990), de Tim Burton, o filme Edward Mãos de Tesoura Obs: essas últimas indicações não necessariamente são atividades para sala de aula, mas se alguém realizá-la propiciar um espaço para o estudante e estimulá-lo a escrever e publicar. Fometar a criação de grupos/comunidades de leitura
  15. 15. “Privilegiamos a leitura de textos artísticos porque essa experiência estética mobiliza o prazer em seu caráter lúdico e cognitivo, possibilitando desse modo, desconstruir a dicotomia entre prazer e saber.” (MAGNANI:2001)
  16. 16. BIBLIOGRAFIA CORSARO. William. A reprodução interpretativa no brincar ao “faz de conta” das crianças. In: Educação Sociedade & Cultura, n. 17, 2002, p. 113-134. ECO, Umberto. Lector in fábula- a cooperação interpretativa nos textos narrativos. São Paulo: Perspectiva, 2004, 2ª. ed.1ª. reimpressão. Trad. Attílio Cancian. LAJOLO, Marisa. professor - leitor e formador de leitores. Histórias e histórias: guia do usuário do Programa Nacional Biblioteca da Escola- PNBE 99. Secretaria de educação fundamental. Brasília: MEC, SEF, 2001. PERROTI, Edmir. A criança e a produção cultural. In; ZILBERMAM Regina. (org. ) A produção cultural para a criança. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982, p. 18. NEVES, Fátima Maria. A educação, a escola e o desenho animado. In: Silva, A. C. T.; NEVES, F. M.; MESTI, R. L. (Orgs.). Educação, comunicação e mídias. Maringá, PR: Eduem, 2009a. p. 75-91. MÔNICA. Portal Turma da Mônica. Disponível em: <www.monica.com.br>. Acesso em: 10 abril. 2015.
  17. 17. site curta na escola que disponibiliza um acervo de curtas. Localizar em: http://www.curtanaescola.org.br (falar do projeto e mostrar possibilidades de aquisição a diversos filmes); TV escola - futura - série especial cinema e educação. Em: tvescola.mec.gov.br.salto-para-o-futuro. Série Cinema e Educação: Um Espaço em Aberto. Porta Curtas Petrobrás (2002 ) - Projeto Curtas na Escola (2006), pareceres pedagógicos, website com ferramentas interativas. MAGNANI, Maria do Rosário M. Leitura, Literatura e Escola: sobre a formação do gosto. São Paulo: Martins Fontes, 2001. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio: Área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Brasília: Secretaria de Educação Média e Tecnológica / MEC, 1999. Parâmetros Curriculares Nacionais - Língua Portuguesa, volume 2 , 1ª. parte, Ensino Fundamental e PCNs de Artes, volume 6. Localizar em: http://portal.mec.gov.br/ RICOEUR, Paul. TEORIA DA INTERPRETAÇÃO – O discurso e o excesso de significação. Lisboa: Edições 70, 1976.

×