USP – UFGD – UECE 2008 – 2010 Pesquisa realizada no âmbito do Observatório da Educação Apoio financeiro: INEP/CAPES
<ul><li>Identificar o peso de variáveis de contexto na melhoria dos Idebs dos municípios escolhidos </li></ul><ul><li>Comp...
<ul><li>Mais de 1.000 matrículas no Ensino Fundamental  em 2005 </li></ul><ul><li>Maior evolução no IDEB 2005 – 2007 </li>...
 
 
<ul><li>Foram consideradas três dimensões de interesse  - Riqueza, Condições Sociais e Receita) representadas pelas seguin...
*Nota 1 Grupo 1 = IDEB baixo e alta variação  Grupo 2 = IDEB alto e alta variação Grupo 3 = IDEB baixo e baixa variação  G...
<ul><li>Os dados mostram que 7 dos municípios situam-se no grupo socioeconômico 5, que  é formado por 907 municípios com u...
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<ul><li>A política municipal de educação é dependente das políticas educacionais do Estado e da União, tanto no aspecto fi...
<ul><li>A influência da política estadual de educação é tão expressiva que há municípios, a exemplo de Ipu e Catunda, onde...
<ul><li>Os gestores municipais são pouco afeitos a questão do financiamento da educação. Embora sejam ordenadores de despe...
<ul><li>A qualidade do gasto público deixa muito a desejar. Vários municípios apresentam descontinuidades nas despesas de ...
 
 
 
<ul><li>Embora o crescimento dos recursos financeiros seja evidente, fatores impedem o estabelecimento de uma relação posi...
<ul><li>Gestão e sucesso escolar: um enigma a decifrar </li></ul><ul><ul><li>Vigência: junho/2007 a fevereiro/2011 </li></...
<ul><li>1.  Formação dos gestores escolares no contexto das políticas de avaliação da aprendizagem. </li></ul><ul><ul><li>...
<ul><li>4.  Gestão dos recursos da educação: estudo exploratório em municípios com melhores resultados do IDEB </li></ul><...
<ul><li>Gestão Escolar: objetivos e metas na perspectiva de diretores. </li></ul><ul><ul><li>Ediane Faustino da Cunha </li...
<ul><li>Possibilidades e limites do protagonismo juvenil em escolas cearenses de ensino médio. </li></ul><ul><ul><li>Izabe...
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Bons Resultados no Ideb - Ceará

  1. 1. USP – UFGD – UECE 2008 – 2010 Pesquisa realizada no âmbito do Observatório da Educação Apoio financeiro: INEP/CAPES
  2. 2. <ul><li>Identificar o peso de variáveis de contexto na melhoria dos Idebs dos municípios escolhidos </li></ul><ul><li>Compreender iniciativas de políticas educacionais que tenham evidenciado potencial de melhoria do Ideb, no que se refere às variáveis desempenho dos alunos e fluxo no sistema. </li></ul><ul><li>Analisar o conjunto de iniciativas identificadas como decisivas para a melhoria do IDEB, buscando apreender características comuns, que possam subsidiar a formulação de políticas para a educação básica. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Mais de 1.000 matrículas no Ensino Fundamental em 2005 </li></ul><ul><li>Maior evolução no IDEB 2005 – 2007 </li></ul><ul><li>Maior IDEB 2007 </li></ul>
  4. 6. <ul><li>Foram consideradas três dimensões de interesse - Riqueza, Condições Sociais e Receita) representadas pelas seguintes variáveis: </li></ul><ul><ul><li>Riqueza: PIB per capita (2006), Remuneração média do emprego formal (2008) e Percentual do valor adicionado na administração pública no total do valor adicionado (2006). </li></ul></ul><ul><ul><li>  Condições Sociais: Taxa de mortalidade na infância (2005-2007) e Proporção de pessoas atendidas pelo Programa Bolsa Família (maio/2010). </li></ul></ul><ul><ul><li>  Receitas: Receita Orçamentária per capita (2007) e Percentual de Receitas de Arrecadação Própria no total da Receita Bruta (2007). </li></ul></ul>
  5. 7. *Nota 1 Grupo 1 = IDEB baixo e alta variação Grupo 2 = IDEB alto e alta variação Grupo 3 = IDEB baixo e baixa variação Grupo 4 = IDEB alto e baixa variação.
  6. 8. <ul><li>Os dados mostram que 7 dos municípios situam-se no grupo socioeconômico 5, que é formado por 907 municípios com uma população de 17,8 milhões de habitantes em 2008 (11,0% da população) e taxa de urbanização de 45,9%. </li></ul><ul><li>Nesse grupo estão os municípios com os piores indicadores de condições de vida, estando localizados nas regiões Nordeste (91,1%) e Norte (7,3%), principalmente nos Estados da Bahia, do Maranhão, de Pernambuco e do Ceará. </li></ul><ul><li>Dos três estados pesquisados a concentração de municípios no grupo 5 se dá exatamente no Ceará , enquanto em São Paulo e Mato Grosso prevalecem municípios que pertencem aos grupos socioeconômicos 1 e 2. </li></ul>
  7. 9. <ul><li>Observando os agrupamentos do IDEB, 50% dos municípios do Ceará localizam-se no grupo 1, que apresentaram baixo IDEB em 2005 e alta variação em 2007. </li></ul><ul><li>Mato Grosso do Sul apresenta apenas 3 municípios nessa situação e São Paulo, nenhum. </li></ul><ul><li>Importante destacar que os resultados do IDEB séries iniciais de três municípios em 2005 – Boa Viagem, General Sampaio e Ipu – colocou-os entre os 36 piores do Ceará e entre os 1.000 piores do Brasil. </li></ul>
  8. 10. <ul><li>Há uma aceitação incondicional do IDEB. </li></ul><ul><li>O índice passou a ser o elemento norteador, por excelência, da política municipal de educação. </li></ul><ul><li>A gestão da educação municipal gira em torno da melhoria do IDEB nas escolas, e para isso, as SME procuram estabelecer mecanismos de monitoramento das mesmas. </li></ul><ul><li>Houve um fortalecimento generalizado da dimensão pedagógica nas SME, no entanto, se percebe uma redução das propostas curriculares às matrizes da Prova Brasil. </li></ul>
  9. 11. <ul><li>É perceptível a baixa qualificação das equipes técnicas das SME, com raras exceções,. É comum a presença de serviços de assessoria contratados para implementar a política municipal de educação. </li></ul><ul><li>Na maioria dos municípios cearenses, a melhoria do IDEB está fortemente associada a evolução nos resultados no Indicador de Rendimento (Taxa de Aprovação). </li></ul>
  10. 12. <ul><li>A política municipal de educação é dependente das políticas educacionais do Estado e da União, tanto no aspecto financeiro como no de planejamento das ações. </li></ul><ul><li>Foi raro encontrar municípios com Plano Municipal de Educação (PME). As iniciativas em desenvolvimento, em geral, eram provenientes do MEC ou da SEDUC. </li></ul>
  11. 13. <ul><li>A influência da política estadual de educação é tão expressiva que há municípios, a exemplo de Ipu e Catunda, onde os entrevistados chegam a confundir iniciativas relativas ao Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica (SPAECE) com o IDEB. </li></ul>
  12. 14. <ul><li>Os gestores municipais são pouco afeitos a questão do financiamento da educação. Embora sejam ordenadores de despesas, nem sempre o controle dos gastos e de procedimentos administrativos está sob sua alçada. Há uma clara dependência da Secretaria de Administração da Prefeitura, que controla o orçamento da educação e assume todos os procedimentos administrativos. </li></ul>
  13. 15. <ul><li>A qualidade do gasto público deixa muito a desejar. Vários municípios apresentam descontinuidades nas despesas de algumas subfunções da educação e inadequações na prestação de contas, revelando falta de qualificação técnica por parte das equipes municipais. </li></ul>
  14. 19. <ul><li>Embora o crescimento dos recursos financeiros seja evidente, fatores impedem o estabelecimento de uma relação positiva entre o maior aporte de recursos e a melhoria dos serviços educacionais, com destaque para: </li></ul><ul><li>A falta de planejamento das políticas municipais de educação. </li></ul><ul><li>O forte atrelamento da educação municipal a dimensão político partidária e a continuidade administrativa local. </li></ul><ul><li>A existência de quadros profissionais sem um perfil mínimo de competência técnica atuando no âmbito municipal. </li></ul>
  15. 20. <ul><li>Gestão e sucesso escolar: um enigma a decifrar </li></ul><ul><ul><li>Vigência: junho/2007 a fevereiro/2011 </li></ul></ul><ul><li>Gestão e Sucesso Escolar em Escolas de Ensino Médio: estudo de caso em 10 municípios cearenses </li></ul><ul><ul><li>Vigência: junho/2009 a maio/2011 </li></ul></ul>
  16. 21. <ul><li>1. Formação dos gestores escolares no contexto das políticas de avaliação da aprendizagem. </li></ul><ul><ul><li>Ada Pimentel Gomes </li></ul></ul><ul><li>2. Políticas de educação inclusiva em tempos de IDEB: o atendimento educacional aos alunos com deficiência da rede de ensino de Sobral-CE </li></ul><ul><ul><li>Ana Paula Lima Barbosa Cardoso </li></ul></ul><ul><li>3. Gestão pedagógica em tempos de IDEB </li></ul><ul><ul><li>Seandra Doroteu de Macedo </li></ul></ul>
  17. 22. <ul><li>4. Gestão dos recursos da educação: estudo exploratório em municípios com melhores resultados do IDEB </li></ul><ul><ul><li>Antonio Nilson Gomes Moreira </li></ul></ul><ul><ul><li>5. Aprendizagem escolar: concepções docentes no cenário dos indicadores de sucesso </li></ul></ul><ul><ul><li>Helena Cristina Soares Menezes </li></ul></ul><ul><ul><li>6. Gestão, TIC e Sucesso Escolar </li></ul></ul><ul><ul><li>José Veríssimo do Nascimento Filho </li></ul></ul>
  18. 23. <ul><li>Gestão Escolar: objetivos e metas na perspectiva de diretores. </li></ul><ul><ul><li>Ediane Faustino da Cunha </li></ul></ul><ul><li>Dimensões da Gestão: um estudo em escolas municipais do Ceará  </li></ul><ul><ul><ul><li>Nathyelle de Oliveira Silva </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Gestão Pedagógica: relação entre alto IDEB e planejamento escolar. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Karla Karine Nascimento Fahel Evangelista </li></ul></ul></ul></ul>
  19. 24. <ul><li>Possibilidades e limites do protagonismo juvenil em escolas cearenses de ensino médio. </li></ul><ul><ul><li>Izabel Sousa Araujo </li></ul></ul><ul><li>Escolas com alto e baixo rendimento no IDEB: estudo comparativo entre escolas do Ceará </li></ul><ul><ul><li>Pamela Felix </li></ul></ul><ul><ul><li>Corrida por/para resultado no IDEB: um estudo exploratório em municípios cearenses </li></ul></ul><ul><ul><li>Ana Lídia Lopes do Carmo </li></ul></ul>

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