Apocalipse - Capítulo 15

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Seminário Bíblico Apocalipse
Apocalipse Capítulo 15

Igreja Batista Central de Jacarepaguá
Pr. Julio Cesar
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Apocalipse - Capítulo 15

  1. 1. Apocalipse Capítulo 15 Aula 21
  2. 2. Os sete anjos com as sete taças cheias das últimas pragas 1 E vi outro grande e admirável sinal no céu: sete anjos, que tinham as sete últimas pragas; porque nelas é consumada a ira de Deus. 2 E vi um como mar de vidro misturado com fogo; e também os que saíram vitoriosos da besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número do seu nome, que estavam junto ao mar de vidro, e tinham as harpas de Deus...
  3. 3. 3 E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos. 4 Quem te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o teu nome? Porque só tu és santo; por isso todas as nações virão, e se prostrarão diante de ti, porque os teus juízos são manifestos.
  4. 4. 5 E depois disto olhei, e eis que o templo do tabernáculo do testemunho se abriu no céu. 6 E os sete anjos que tinham as sete pragas saíram do templo, vestidos de linho puro e resplandecente, e cingidos com cintos de ouro pelos peitos...
  5. 5. 7 E um dos quatro animais deu aos sete anjos sete taças de ouro, cheias da ira de Deus, que vive para todo o sempre. 8 E o templo encheu-se com a fumaça da glória de Deus e do seu poder; e ninguém podia entrar no templo, até que se consumassem as sete pragas dos sete anjos.
  6. 6. Pois bem, em nosso caminho pelos capítulos anteriores (12 a 14) a este aprendemos que as forças do mal personificadas e impostas sobre o cosmos, sobre os habitantes da terra, sobre a igreja e em oposição a Deus e ao seu Filho, através do Dragão, das Bestas e da Grande Babilônia, tiveram suas derrotas decretadas...
  7. 7. Mas, é a partir deste capítulo e, mais precisamente do capítulo 16, que Deus dá fim à todas as coisas e isso acontece, como veremos, com o derramamento das taças...
  8. 8. O capítulo 15, em particular, é o fim deste interlúdio (12 a 15) e uma introdução para o derramamento das taças que findarão a séria dos três juízos de Deus, a saber: Os Selos; As Trombetas e As Taças...
  9. 9. Deste modo, o que se segue é a impetração final do juízo de Deus sobre os impenitentes, sobre os rebeldes, sobre àqueles que rejeitaram o amor divino e não se arrependeram de seus pecados. Deus permitiria que estes indivíduos ficassem impunes? De modo algum!
  10. 10. Assim, igualmente aprendemos que o ‘cálice da ira de Deus’ tem um limite. Aliás, chegou ao seu limite. O cálice de sua ira está cheio! Deste modo, segue a efusão final de sua ira que encontrará sua completude no GRANDE DIA DO JUÍZO FINAL!
  11. 11. Os selos advertem! As trombetas advertem! As taças consumam a cólera Divina sobre os impenitentes ou sobre aqueles que persistem em seus erros e não se arrependem! E quem são essas pessoas? ...
  12. 12. São os habitantes da terra que adoraram o dragão e as bestas, receberam sua marca e foram dominados pela grande babilônia: 16.2 E foi o primeiro, e derramou a sua taça sobre a terra, e fez-se uma chaga má e maligna nos homens que tinham o sinal da besta e que adoravam a sua imagem.
  13. 13. 13: 15 E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.16 E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas,
  14. 14. É o que também aprendemos na semana passada sobre ‘o cálice da ira de Deus, sem mistura’ – ou seja, sem misericórdia. Pois bem, é o que também representam essas taças. Não há misericórdia, pois a misericórdia foi derramada desde a primeira vinda de Cristo. Agora não. Agora é juízo sem mistura que será derramado através das sete taças.
  15. 15. Como bem nos diz o texto: E vi outro grande e admirável sinal no céu: sete anjos, que tinham as sete últimas pragas; porque nelas é consumada a ira de Deus. Mas, antes de descrever o terrível futuro dos ímpios sob a ira Divina, João narra a visão que ele tem da Igreja Na glória. Precisamos refletir sobre esta visão. Diz o texto:
  16. 16. 15:2 E vi um como mar de vidro misturado com fogo; e também os que saíram vitoriosos da besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número do seu nome, que estavam junto ao mar de vidro, e tinham as harpas de Deus. 3 E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo:
  17. 17. ...Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo- Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos. 4 Quem te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o teu nome? Porque só tu és santo; por isso todas as nações virão, e se prostrarão diante de ti, porque os teus juízos são manifestos.
  18. 18. João vê os que venceram a falsa trindade e a grande babilônia. João vê aqueles que não amaram suas próprias vidas e essa grande multidão no céu canta em adoração ao único Deus verdadeiro. O céu é assim, há muita música. Mas, que música é esta que João ouve cantarem?
  19. 19. O Cântico de Moisés e do Cordeiro. O cântico do êxodo que é um símbolo da redenção que temos em CRISTO. Muito provavelmente João esteja referindo-se a Êxodo 15. Ouçamos o texto:
  20. 20. O cântico de Moisés 1 ENTÃO cantou Moisés e os filhos de Israel este cântico ao SENHOR, e falaram, dizendo: Cantarei ao SENHOR, porque gloriosamente triunfou; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro. 2 O SENHOR é a minha força, e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus, portanto lhe farei uma habitação; ele é o Deus de meu pai, por isso o exaltarei. 3 O SENHOR é homem de guerra; o SENHOR é o seu nome. 4 Lançou no mar os carros de Faraó e o seu exército; e os seus escolhidos príncipes afogaram-se no Mar Vermelho.
  21. 21. 5 Os abismos os cobriram; desceram às profundezas como pedra. 6 A tua destra, ó SENHOR, se tem glorificado em poder, a tua destra, ó SENHOR, tem despedaçado o inimigo; 7 E com a grandeza da tua excelência derrubaste aos que se levantaram contra ti; enviaste o teu furor, que os consumiu como o restolho. 8 E com o sopro de tuas narinas amontoaram-se as águas, as correntes pararam como montão; os abismos coalharam-se no coração do mar.
  22. 22. 9 O inimigo dizia: Perseguirei, alcançarei, repartirei os despojos; fartar-se-á a minha alma deles, arrancarei a minha espada, a minha mão os destruirá. 10 Sopraste com o teu vento, o mar os cobriu; afundaram-se como chumbo em veementes águas. 11 Ó SENHOR, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu glorificado em santidade, admirável em louvores, realizando maravilhas? 12 Estendeste a tua mão direita; a terra os tragou.
  23. 23. 13 Tu, com a tua beneficência, guiaste a este povo, que salvaste; com a tua força o levaste à habitação da tua santidade. 14 Os povos o ouviram, eles estremeceram, uma dor apoderou-se dos habitantes da Filistia. 15 Então os príncipes de Edom se pasmaram; dos poderosos dos moabitas apoderou-se um tremor; derreteram-se todos os habitantes de Canaã.
  24. 24. 16 Espanto e pavor caiu sobre eles; pela grandeza do teu braço emudeceram como pedra; até que o teu povo houvesse passado, ó SENHOR, até que passasse este povo que adquiriste. 17 Tu os introduzirás, e os plantarás no monte da tua herança, no lugar que tu, ó SENHOR, aparelhaste para a tua habitação, no santuário, ó Senhor, que as tuas mãos estabeleceram. 18 O SENHOR reinará eterna e perpetuamente;
  25. 25. 19 Porque os cavalos de Faraó, com os seus carros e com os seus cavaleiros, entraram no mar, e o SENHOR fez tornar as águas do mar sobre eles; mas os filhos de Israel passaram em seco pelo meio do mar.
  26. 26. Repito, o Êxodo é símbolo da vitória de Cristo – aponta para Cristo. Deste modo, assim como Moisés triunfou sobre faraó e seu exército, a igreja – em Cristo – triunfa e triunfará sobre o diabo e suas hostes.
  27. 27. Por isso este é um cântico de vitória e assim como Moisés tributou sua vitória a Deus (Êxodo 15), os remidos também o fazem (Ap. 15). E mais, antes mesmo de João escutar as blasfêmias dos ímpios, ele ouve o cântico dos remidos. E... Como é este cântico? Quais são as características do cântico vitorioso dos remidos?
  28. 28. 1. A igreja celeste não canta sobre si mesma ou sobre SUAS conquistas. 2. A igreja celeste é aquela que está compenetrada na glorificação de Deus. 3. A igreja celeste é aquela capaz de esquecer de si mesma tendo em sua mente a plena recordação de Deus e de seus feitos.
  29. 29. 4. A igreja celeste é aquela que finalmente entende que quando se contempla a glória de Deus, nada mais importa. Assim somos capazes de entender a profundidade desta canção que:
  30. 30. Em primeiro lugar: Exalta a pessoa de Deus. Deus é o senhor todo- poderoso. Diz-nos o texto: Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos.
  31. 31. Isso está em contraste ao trono do Dragão, seu poder e autoridade, assim como contrasta ao poder da besta; pois são limitados. Deus é o Todo poderoso. Só Ele receberá adoração para sempre. Ele é o Rei das nações. Deus é temível e digno de glória. Por isso tem todo sentido a pergunta: quem não temerá e não glorificará teu nome?
  32. 32. Em segundo lugar: Esse cântico exalta as obras de Deus. Elas são grandes e admiráveis. Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos.
  33. 33. O universo está nas mãos de Deus. Ele é quem redime o seu povo e quem dá a devida recompensa aos ímpios, pois Deus é inescapável. Quando Deus age ninguém O pode impedir. Afinal de contas, Seus atos de justiça se fizeram manifestos.
  34. 34. Em terceiro lugar: esse cântico exalta os caminhos de Deus. Seus caminhos são justos e verdadeiros. Significa dizer que Deus jamais poderá ser acusado de usar meios ilegítimos para o seu agir. Pois seus caminhos são justos tanto no que diz respeito à salvação dos remidos quanto na condenação dos impenitentes que foram misericordiosamente avisados.
  35. 35. Em quarto lugar: esse cântico exalta o triunfo final de Deus. Todas as nações virão e adorarão diante Dele. Quem te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o teu nome? Porque só tu és santo; por isso todas as nações virão, e se prostrarão diante de ti, porque os teus juízos são manifestos.
  36. 36. O que igualmente contrasta com a adoração universal da besta. As nações vão se prostrar diante do deus Todo Poderoso. Todo joelho vai se curvar, em cumprimento à sua Palavra, diante de Jesus. Pois somente Deus e o Leão da Tribo de Judá poderão ser exaltados eternamente como bem nos ensinou o apóstolo Paulo. Ouçamos o texto:
  37. 37. Filip. 2 : 9 Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; 10 Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,11 E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o SENHOR, para glória de Deus Pai.
  38. 38. Assim a justiça de Deus encontrará sua plenitude. Sua justiça é vingar a s injustiças dos homens e ninguém poderá deter seu intento que é totalmente pessoal. Estes anjos o representam na terra – sairão do seu templo. Notem que não são catástrofes naturais, não são anjos maus, mas o próprio Deus por meio de seus anjos consumará sua ira e vingança...
  39. 39. E ... O Como isso se dará, será o assunto das próximas aulas. Até lá, fica essa cena: Enquanto o mundo ímpio está maduro e pronto para o juízo, os filhos de Deus estão seguros, protegidos, porque salvos, cantam em adoração ao seu Senhor. Deus nos abençoe!

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