Sismos

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Sismos

  1. 1. Um sismo , também chamado de terramoto, é um fenómeno de vibração brusca e passageira da superfície da Terra, resultante de movimentos subterrâneos de placas rochosas , de actividade vulcânica, ou por deslocamentos (migração) de gases no interior da Terra, principalmente metano. O movimento é causado pela liberação rápida de grandes quantidades de energia sob a forma de ondas sísmicas .
  2. 2. Formação de um sismo <ul><li>A maior parte dos terramotos ocorrem nas fronteiras entre placas tectónicas , ou em falhas entre dois blocos rochosos. O comprimento de uma falha pode variar de alguns centímetros até milhares de quilómetros, como é o caso da falha de San Andreas na Califórnia, Estados Unidos . </li></ul>
  3. 3. Sismo de Origem Natural <ul><li>A maioria dos sismos está relacionada à natureza tectónica da Terra, sendo designados sismos tectónicos . A força tectónica das placas é aplicada na Litosfera, que desliza lenta mas constantemente sobre a Astenosfera devido às correntes de convecção com origem no Manto e no Núcleo (ver Tectónica de Placas ). </li></ul>
  4. 4. Maremoto <ul><li>Maremoto é um sismo em região coberta por um oceano. É ocasionado pelo deslocamento das placas tectónicas, que são blocos em que a crosta terrestre está dividida. Os grandes maremotos produzem ondas gigantescas chamadas tsunamis que se deslocam por quilómetros a alta velocidade. Às vezes essas ondas atingem ilhas e costas dos continentes, provocando destruição material e mortes nos locais habitados. </li></ul><ul><li>As ondas originadas podem atingir mais de 30 metros de altura. </li></ul>
  5. 5. Profundidade dos sismos <ul><li>Podem ser classificados de três formas: superficiais, intermédios e profundos. </li></ul><ul><li>Superficiais – ocorrem entre a superfície e os 70 km de profundidade (85%) </li></ul><ul><li>Intermédios – ocorrem entre os 70 e os 350 km de profundidade (12%) </li></ul><ul><li>Profundos – ocorrem entre os 350 e os 670 km de profundidade (3% dos sismos) </li></ul><ul><li>Em profundidades superiores a 700 km são muito raros </li></ul><ul><li>Na crosta continental, a maior parte dos sismos ocorrem entre os 2 e os 20 km, sendo muito raros abaixo dos 20 km, uma vez que a temperatura e pressão são elevadas, fazendo com que a matéria seja dúctil e tenha mais elasticidade. Como a crosta oceânica é fria, nas zonas de subducção os sismos podem ser mais profundos </li></ul>
  6. 6. Sinais precursores <ul><li>Aumento da emissão de gás rádon ; </li></ul><ul><li>Aumento da emissão de gás hélio ; </li></ul><ul><li>Aumento da emissão de gás metano , com possível formação de nuvens de metano (coloridas); </li></ul><ul><li>Aumento da actividade de vulcão de lama ; </li></ul><ul><li>Ocorrência de microssismos; </li></ul><ul><li>Alteração da condutividade eléctrica ; </li></ul><ul><li>Flutuações no campo magnético ; </li></ul><ul><li>Modificações na densidade das rochas; </li></ul><ul><li>Variação dos níveis da água em poços próximos das falhas ; </li></ul><ul><li>Anomalias no comportamento dos animais; por exemplo migração em massa de anfíbios. </li></ul><ul><li>Aumento da emissão de dióxido de carbono em áreas vulcânicas; </li></ul>
  7. 7. Após o sismo <ul><li>Ruídos sísmicos </li></ul><ul><li>Alteração do caudal ou nível das fontes, poços e águas subterrâneas </li></ul><ul><li>Aparecimento de fumarolas vulcânicas </li></ul><ul><li>Formação de tsunamis </li></ul>
  8. 8. Exemplos de Sismos recentes <ul><li>O sismo do Haiti foi um terramoto catastrófico que teve o seu epicentro a cerca de 25 quilómetros da capital haitiana, Porto Príncipe, e foi registado às 16h 53min 10s do horário local (21h 53min 10s UTC), na terça-feira, 12 de Janeiro de 2010. </li></ul>
  9. 9. Trabalho realizado por: <ul><li>José Diogo Nº 9 </li></ul><ul><li>8ºA </li></ul><ul><li>Miguel Parracho Nº13 </li></ul>

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