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Henrique Morais<br />18<br />Municípios Avaliados<br />Municípios não Avaliados<br />M   U   N   I   C    I    P   I   O  ...
Henrique Morais<br />19<br />C   O   L   E   T    A         D     E         D   A   D   O   S  <br />
Henrique Morais<br />20<br />I   N    S    T    R   U    M    E     N    T    O   S  <br />PROVAS<br /><ul><li>  Caracterí...
  Características Funcionais
  Provas de Português
  Provas de Matemática</li></ul>QUESTIONÁRIOS<br />diretor<br />professor<br />Escala I<br />Liderança<br />Comprometiment...
Henrique Morais<br />21<br />A   N   Á   L   I   S   E         D   O   S        D   A  D   O   S<br />A análise dos dados ...
Henrique Morais<br />22<br />E    T    A    P    A      I        -       L    I    M    P    E    Z    A         D   A  S ...
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PORTUGUÊS<br />MATEMÁTICA<br />DESEMPENHO<br />160<br />100<br />40<br />A       E  S  C  A  L  A         F   I    N    A ...
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Henrique Morais<br />29<br />J    U   S   T   I   F   I    C    A    T    I    V   A<br />Uso de variáveis educacionais no...
Henrique Morais<br />30<br />O   B   J   E    T    I     V   O   S <br />Gerais:<br />Mensurar o impacto dos níveis de com...
Henrique Morais<br />31<br />H  I  P  Ó  T  E  S  E  S<br />H1: O comprometimento com a profissão e com as escolas são var...
Henrique Morais<br />32<br />PROBLEMAS DA ESCOLA<br />QUESTIONÁRIO DO DIRETOR<br />VARIÁVEIS FUNCIONAIS <br />QUESTIONÁRIO...
 Carência de pessoal
 Falta de recursos financeiros
 Problemas disciplinares na escola</li></ul>FATORES ORGANIZACIONAIS<br />QUESTIONÁRIO DO DIRETOR<br /><ul><li> Rede de ens...
 Turno
 Sexo
 Idade
 Falta às aulas
 Interrupção dos Estudos
 Escolaridade do pai
 Escolaridade da mãe
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Comprometimento e Desempenho - Estudo Hierárquico nas Escolas de Salvador - Bahia

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Dissertação de mestrado apresentada ao programa de pós-graduação da Universidade Federal da Bahia.

Publicada em: Tecnologia, Negócios
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Comprometimento e Desempenho - Estudo Hierárquico nas Escolas de Salvador - Bahia

  1. 1. U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D A B A H I A<br />D E P A R T A M E N T O D E P S I C O L O G I A<br />Comprometimento e Desempenho Organizacional: um Estudo Hierárquico Multinível (HLM) no Sistema Público de Ensino da Bahia<br />Orientador<br />Antonio VirgílioBittencourt Bastos<br />Orientando<br />José Henrique Miranda de Morais<br />
  2. 2. Henrique Morais<br />2<br />I N T R O D U Ç Ã O <br />
  3. 3. Henrique Morais<br />3<br />O C O N C E I T O D E C O M P R O M E T I M E N T O <br />Os conceitos mais antigos<br />Interesse central da vida - Dubin (1956).<br />Envolvimento com o trabalho - Lodahl e Kejner (1965).<br />Muitos conceitos<br />Morrow (1983) identifica aproximadamente 25 conceitos de comprometimento. <br />Bastos (1992): comprometimento, identificação, apego (attachment), envolvimento, saliência, centralidade.<br />Avanços<br />Opção por “commitment” (após a década de 1970).<br />No Brasil: comprometimento.<br />Vantagens do comprometimento (Bastos,1993)<br />Delimitação mais precisa do fenômeno. <br />É relacionado a sentimentos de auto-responsabilidade por um determinado ato.<br />As atitudes são percebidas como livremente escolhidas, públicas e irrevogáveis.<br />
  4. 4. Henrique Morais<br />4<br />D I F E R E N C I A N D O OC O N C E I T O<br />Linguagem cotidiana (Bastos, 1994) :<br />Idéia de ocorrência de ações que impedem ou dificultam a consecução de um objetivo<br />Noção de engajamento, colocar-se junto, agregamento, envolvimento, adesão ou forte vínculo.<br />Linguagem científica (Bastos, 1994) :<br />Assume o significado de adesão, forte engajamento ou envolvimento com diversos aspectos do contexto de trabalho:<br />Desejo de permanecer como membro<br />Identificação com objetivos e valores<br />Engajamento, exercer esforço, empenho<br />A partir da década de 80 : <br />Aumento considerável de utilização do conceito e de estudos <br />Preditor de resultados no trabalho: <br />Rotatividade, intenção em sair da empresa, stress<br />Performance, desempenho, produtividade.<br />
  5. 5. Henrique Morais<br />5<br /><br /><br />Antecedentes<br />ou determinantes<br />Comprometimento<br />Conseqüentes<br /><br />Correlatos<br />O S E S T I L O S D E P E S Q U I S A S D E C O M P R O M E T I M E N T O <br />Duas classes de estudos:<br />A prioridade é relatar o conceito de comprometimento, explicar conceitualmente o fenômeno e desenvolver medidas e estratégias de mensuração.<br />A prioridade é o teste de variáveis e a articulação do comprometimento com outros construtos. <br />Três tipos de estudos com teste de hipóteses:<br />Analisar o que causa ou determina o comprometimento organizacional (antecedentes); <br />Estudos dos fenômenos das conseqüências do estar comprometido (conseqüentes) <br />Estudos dos fenômenos associados ao comprometimento (correlatos).<br />
  6. 6. Henrique Morais<br />6<br />NATUREZA DO VÍNCULO<br />OBJETIVO / FOCO<br />COMPROMETIMENTO<br />IDENTIFICAÇÃO<br />APEGO<br />ENVOLVIMENTO<br />SALIENCIA<br />CENTRALIDADE<br />ORGANIZAÇÃO<br />TRABALHO<br />CARREIRA ou PROFISSÃO<br />VALORES<br />SINDICATO<br />O S F O C O S D E C O M P R O M E T I M E N T O <br />Natureza do vínculo:<br />Processo psicológico que gera o compromisso: racional, afetivo, moral.<br />Focos:<br />Partes do ambiente, fenômenos ou processos que o indivíduo elege como alvo da relação de compromisso <br />Morrow (1983) relata cinco grandes focos de comprometimento: <br />
  7. 7. Henrique Morais<br />7<br />C O M P R O M E T I M E N T O O R G A N I Z A C I O N A L<br />Porter & Smith (1970):<br />Comprometimento é uma relação forte entre um indivíduo identificado e envolvido com uma organização.<br />Caracterizada por três fatores: <br />Estar disposto a exercer um esforço considerável em benefício da organização; <br />A crença e a aceitação de valores e objetivos da organização e <br />Um forte desejo de se manter como membro da organização. <br />Hrebiniak e Alutto (1972): <br />Um resultado das trocas e transações do indivíduo-organização<br />Mudanças nos benefícios adquiridos e investimentos de indivíduo no trabalho ao longo do tempo (sidebets). <br />Shelton (1995):<br />Diferencia o conceito de comprometimento do conceito de dependência. <br />O comprometimento inclui movimento ativo por parte do indivíduo em construir e melhorar a organização<br />A dependência envolve uma espera passiva e falta de compromisso com a organização e o trabalho.<br />
  8. 8. Henrique Morais<br />8<br />B A S E S D E C O M P R O M E T I M E N T O O R G A N I Z A C I O N A L<br />Perspectiva unidimensional:<br />Mowday, Steers e Porter (1979) e Mowday Porter e Steers (1982) com seu enfoque atitudinal/afetivo e pelo desenvolvimento do instrumento de medição desse construto o OCQ - OrganizationalCommitmentQuestionnaire.<br />Perspectiva multidimensional :<br />Kelman, em 1958 <br />Meyer e Allen (1997): três dimensões (as bases de comprometimento). <br />Afetiva - apego psicológico - associa-se a idéia de lealdade, sentimento de pertencer e desejo de contribuir; <br />Instrumental - custos econômicos, sociais ou psicológicos associados a deixar a organização. <br />Normativa - sentimento de dever devido à internalização de valores e objetivos da organização. <br />
  9. 9. Henrique Morais<br />9<br />C O M P R O M E T I M E N T O C O M A P R O F I S S Ã O <br />Estrutura com três aspectos diferentes: <br />(a) investimentos acumulados em uma carreira com sucesso que seriam perdidos ou menos aproveitados com uma mudança na carreira (Meyer & Allen, 1984); <br />(b) custos emocionais antecipados com uma mudança de carreira (Hirsch, 1987); <br />(c) limitações de carreiras alternativas, percepção de perda de opções disponíveis com uma mudança de carreira ou opção em uma nova carreira.<br />É o menos desenvolvido entre todos os cinco focos apontados por Morrow (1983). <br />Blau (1989) - três diferentes aspectos são considerados: <br />Persistência: resistência às barreiras e dificuldades da profissão <br />Compreensão da carreira<br />Identidade: envolvimento pessoal com seu trabalho ou profissão <br />Becker (1960): &quot;side bets&quot; de carreira<br />Caracteriza as perdas e ganhos associados ao comprometimento com a carreira. <br />Qualquer importância que o empregado tenha investido como tempo, esforço ou dinheiro que poderia ser perdido se deixar a carreira.<br />
  10. 10. Henrique Morais<br />10<br />D E S E M P E N H O O R G A N I Z A C I O N A L<br />O desempenho ou a performance organizacional é um fenômeno complexo e de difícil mensuração. <br />Dificuldades associadas ao ramo de atividade que as organizações estão inseridas. <br />os estudos quase sempre são desenvolvidos com medidas de fracas inter-relações.<br />A performance quase sempre é mensurada de forma localizada, sem difusão.<br />A alta performance resulta de prática “salutar” de recursos humanos (treinamento, participação em decisões, sistema de incentivos e comunicações abertas).<br />Tem reflexos tanto nas atitudes dos empregados quanto nos resultados financeiros da empresa.<br />
  11. 11. Henrique Morais<br />11<br />D E S E M P E N H O E C O M P R O M E T I M E N T O<br />O’Reilley (1991) - existem falhas em diferenciar os antecedentes do comprometimento e as conseqüências de estar comprometido. <br />Mowday (1998) - ainda falta uma comprovação da hipótese de que o alto nível de comprometimento leve as empresas a altos padrões de desempenho. <br />Mowday (1998, p. 396) – o estudo da relação comprometimento e desempenho talvez seja o novo desenvolvimento mais excitante nesse campo de estudo em muitos anos”. <br />Importantes agendas de pesquisa no mundo: Mowday, Strers e Porter, 1979, de 1982, Mowday, 1998, a de Mathieus e Zajac 1990, Meyer e Allen, 1997 <br />No Brasil: Bastos, 1994; Bastos, 1995; Medeiros, 2000.<br />Todas essas agendas de pesquisa apontam para um ponto em comum: a necessidade de se estudar os conseqüentes de comprometimento.<br />
  12. 12. Henrique Morais<br />12<br />C O N T E X T O <br />
  13. 13. Henrique Morais<br />13<br />A S M U D A N Ç A S D O S E T O R P Ú B L I C O<br />Mundo<br />Nos Estados Unidos, o governo priorizou a saída do papel de provedor para o de capacitador e foi em direção de maximizar a produtividade e a eficiência. <br />Já a França, concentrou seus esforços na contenção de custos, na melhoria da gestão, na descentralização e na participação do cidadão <br />A Suécia tem um modelo de responsabilidade social, que é diferente dos modelos guiados pelo mercado e com ênfase na eficiência. Tem maiores preocupações humanísticas e dá destaque a temas como participação, descentralização, produtividade e aumento no número de oferta de serviços para a população. <br />Brasil <br />O Plano Diretor de Reforma do Aparelho do Estado (1995) propõe estratégias para transformar a cultura burocrática e patrimonialista das instituições públicas brasileiras <br />Ferreira (1999) define cinco objetivos principais: melhoria da qualidade dos serviços, flexibilização administrativa, valorização do servidor, aumento da participação da sociedade e modelos de gestão centrados no estabelecimento de metas e objetivos.<br />
  14. 14. Henrique Morais<br />14<br />R E F O R M A E D U C A C I O N A L N A B A H I A<br />Programa de mudanças nas escolas públicas, denominado “Educar para Vencer” <br />Composto por seis projetos diferentes: <br />Gestão escolar <br />Gestão municipal<br />Regularização de fluxo escolar (1ª a 4ª série)<br />Regularização de fluxo (5ª a 8ª série)<br />Certificação profissional<br />Projeto de avaliação externa<br />Nas unidades escolares as mudanças em vigor têm algumas prioridades básicas: <br />aumento da autonomia dos diretores escolares, <br />flexibilização administrativa, <br />estabelecimento de planos estratégicos com metas claras e objetivas e <br />redefinição do papel de diretor. <br />Os gestores escolares exercem uma função essencial nas reformas<br />Passam a ter um novo foco de atuação, muito mais centrado na gestão do que em atividades pedagógicas. <br />Essas mudanças promovem a importância de se pensar a administração escolar com um modelo organizacional centrado em idéias de flexibilidade, produtividade e qualidade - como propõe o modelo gerencial brasileiro. <br />
  15. 15. Henrique Morais<br />15<br />P R O J E T O D E A V A L I A Ç Ã O <br />O projeto de Avaliação Externa tem o objetivo principal de desenvolver as avaliações das escolas em todo o estado e assegurar os critérios de qualidade da educação na Bahia.<br />Ele foi desenvolvido numa parceria entre a SEC e a Universidade Federal da Bahia - Representada pelo Centro de Estudos Interdisciplinares para o Setor Público (ISP) e com interveniência da Fundação de Apoio a Pesquisa e Extensão (FAPEX). <br />Esta associação deu origem à Agência de Avaliação <br />Responsável pelo desenvolvimento de dois importantes programas de avaliação em larga escala: as avaliações de aprendizagem e as avaliações de desempenho.<br />As Avaliações de desempenho está na sua quarta aplicação e em vias de iniciar a quinta. Inicialmente as avaliações eram realizadas anualmente, e a partir de 2002, a cada dois anos. <br />
  16. 16. Henrique Morais<br />16<br />M É T O D O <br />
  17. 17. Henrique Morais<br />17<br />ESCOLAS<br />2.025<br />MUNICÍPIOS <br />267<br />ALUNOS<br />108.704<br />PROFESSORES<br />9.451<br />DIRETORES<br />2.025<br />P O P U L A Ç Ã O E S T U D A D A <br />
  18. 18. Henrique Morais<br />18<br />Municípios Avaliados<br />Municípios não Avaliados<br />M U N I C I P I O S A V A L I A D O S <br />
  19. 19. Henrique Morais<br />19<br />C O L E T A D E D A D O S <br />
  20. 20. Henrique Morais<br />20<br />I N S T R U M E N T O S <br />PROVAS<br /><ul><li> Características Pessoais
  21. 21. Características Funcionais
  22. 22. Provas de Português
  23. 23. Provas de Matemática</li></ul>QUESTIONÁRIOS<br />diretor<br />professor<br />Escala I<br />Liderança<br />Comprometimento com a Profissão<br />Abertura e Participação<br />Escolha da Profissão<br />Escala II <br />Interrupção das Atividades<br />Carência de Pessoal<br />Falta de Recursos<br />Problemas Disciplinares.<br />Gestão da Escola <br />Comprometimento com a profissão<br />Compromisso com a escola<br />Escolha da profissão – interna<br />Escolha da profissão – externa<br />Flexibilidade <br />Didática do professor<br />Disciplina dos Alunos<br />Profissionalismo<br />Relacionamento<br />
  24. 24. Henrique Morais<br />21<br />A N Á L I S E D O S D A D O S<br />A análise dos dados ocorreu em quatro etapas distintas: <br />(I) Limpeza das bases de dados<br />(II) Validação e cálculo das escalas Likert<br />(III) Cálculos psicométricos e criação dos escores finais e das escalas de desempenho<br />(IV) Análises das relações entre as variáveis do estudo.<br />
  25. 25. Henrique Morais<br />22<br />E T A P A I - L I M P E Z A D A S B A S E S D E D A D O S<br />A etapa inicial foi a checagem da consistência dos dados e a limpeza <br />Exclusão de escolas, questionários sem respostas e aleatoriedade das respostas <br />Foram eliminados das análises os estudantes que não marcaram nas folhas de reposta nenhuma questão da prova <br />Os estudantes que marcaram todo o gabarito inteiro com a resposta A ou B ou C ou D o que configura que marcaram o gabarito aleatoriamente sem tentar responder à prova também saíram das análises. <br />Foram retirados os estudantes que anularam todas as questões das provas por marcarem respostas duplas. <br />Essa etapa foi realizada no SPSS - Statistical Packard for Social Science 10.5 (1999).<br />
  26. 26. Henrique Morais<br />23<br />150<br />3<br />150<br />QUESTIONÁRIOS<br />4<br />diretores<br />Bartlett<br />Padronização de Escores<br />3<br />Classificação<br />2<br />professores<br />1<br />-3<br />50<br />50<br />CONSTRUCTO<br />ESCORES<br />BARTLETT<br />ESCORES<br />PADRONIZADOS<br />ESCALA<br />FINAL<br />E T A P A I I<br />A S E S C A L A S L I K E R T V A L I D A D A S <br />Análise<br />Fatorial<br />
  27. 27. Henrique Morais<br />24<br />Padronização de Escores<br />40<br />6<br />80<br />ESCALA <br />FINAL<br />PROVAS<br />-6<br />20<br />0<br />NOTAS BRUTAS<br /> ESCORES<br /> TRI<br /> ESCORES<br /> PADRONIZADOS<br />E T A P A I II - A S E S C A L A S <br />Angoff<br />Modificado<br />TRI<br />Escores Simples<br />ID Matching <br />
  28. 28. A E S C A L A E A S C O M P E T Ê N C I A S <br />
  29. 29. PORTUGUÊS<br />MATEMÁTICA<br />DESEMPENHO<br />160<br />100<br />40<br />A E S C A L A F I N A L D E D E S E M P E N H O <br />&<br />
  30. 30. Henrique Morais<br />27<br />E S T A T I S T I C A S F I N A I S - E T A P A I V <br />Cálculo das estatísticas descritivas e inferenciais necessárias para o teste das hipóteses <br />As estatísticas descritivas (freqüência, média, desvio-padrão) foram calculadas com o SPSS 10.5, <br />A estimativa das análises inferenciais foram iniciadas com o cálculo das correlações bivariadas entre os construtos presentes no questionário do diretor e dos professores. <br />O final da análise foi a montagem dos modelos explicativos de desempenho pela técnica de modelagem multinível (HLM), utilizando dois níveis: aluno e escola. <br />Nessa etapa, foram testados dois diferentes modelos de HLM com o aplicativo Hierarquical Linear and Nonlinear Modeling. 5.04 (2001).<br />
  31. 31. Henrique Morais<br />28<br />D E L I N E A M E N T O <br />
  32. 32. Henrique Morais<br />29<br />J U S T I F I C A T I V A<br />Uso de variáveis educacionais no modelo organizacional - ajuda a entender melhor os processos organizacionais ao articular com os processos educativos. <br />Pode fornecer maiores possibilidades de análises e inferência e diminuir a distância entre as duas áreas de conhecimento.<br />Ao se utilizar dados das avaliações sistemáticas em larga escala da Bahia, pode-se chegar a resultados bastante elucidativos e estruturais, pode-se promover correções e melhorias no sistema educacional. <br />Estudo em larga escala possibilitando maiores generalizações dos resultados<br />As medidas de desempenho podem ser articuladas e ajudar no entendimento de outros fenômenos da vida organizacional, sobretudo com comprometimento - essa relação é fortemente marcada como necessária nas agendas de pesquisas da área. <br />Os estudos de HLM e da Teoria de Resposta ao Item (TRI). <br />
  33. 33. Henrique Morais<br />30<br />O B J E T I V O S <br />Gerais:<br />Mensurar o impacto dos níveis de comprometimento com a profissão e a escola de professores e gestores escolares dentro de um modelo explicativo multinível do desempenho dos alunos nas unidades escolares do sistema público de ensino do estado da Bahia. <br />Específicos:<br />Descrever os níveis de desempenho dos alunos com base nos resultados de avaliações <br />Descrever os níveis de comprometimento com a profissão e os níveis de comprometimento com a escola;<br />Desenvolver o modelo multinível com 02 níveis de análise (alunos e escola) para estimar em cada nível, as variáveis preditoras de desempenho;<br />Estimar a contribuição do incremento dos níveis de comprometimento de professores e diretores sobre a melhoria do desempenho dos alunos;<br />Investigar a relação entre as outras variáveis do estudo (gestão escolar, liderança, escolha da profissão, didática, idade dos alunos, e escolaridade dos pais dos alunos, etc) com o desempenho dos alunos.<br />
  34. 34. Henrique Morais<br />31<br />H I P Ó T E S E S<br />H1: O comprometimento com a profissão e com as escolas são variáveis importantes do nível II na predição do desempenho dos alunos (nível I) das escolas públicas. <br />H2: O comprometimento com a profissão e com as escolas compõem um modelo explicativo amplo para predição dos níveis de desempenho dos alunos.<br />
  35. 35. Henrique Morais<br />32<br />PROBLEMAS DA ESCOLA<br />QUESTIONÁRIO DO DIRETOR<br />VARIÁVEIS FUNCIONAIS <br />QUESTIONÁRIO DO ALUNO<br />VARIÁVEIS PESSOAIS <br />QUESTIONÁRIO DO ALUNO<br /><ul><li> Interrupção das atividades na escola
  36. 36. Carência de pessoal
  37. 37. Falta de recursos financeiros
  38. 38. Problemas disciplinares na escola</li></ul>FATORES ORGANIZACIONAIS<br />QUESTIONÁRIO DO DIRETOR<br /><ul><li> Rede de ensino do aluno
  39. 39. Turno
  40. 40. Sexo
  41. 41. Idade
  42. 42. Falta às aulas
  43. 43. Interrupção dos Estudos
  44. 44. Escolaridade do pai
  45. 45. Escolaridade da mãe
  46. 46. Presença de livros em casa
  47. 47. Liderança (auto-avaliação)
  48. 48. Comprometimento com a profissão
  49. 49. Fortalecimento de equipe
  50. 50. Escolha da profissão </li></ul>FATORES ORGANIZACIONAIS<br />QUESTIONÁRIO DO PROFESSOR<br /><ul><li> Gestão Escolar
  51. 51. Comprometimento com a profissão
  52. 52. Comprometimento com a escola
  53. 53. Escolha externa da profissão
  54. 54. Escolha interna da profissão</li></ul>FATORES PEDAGÓGICOS<br />QUESTIONÁRIO DO PROFESSOR<br /><ul><li> Abertura
  55. 55. Disciplina dos alunos em sala
  56. 56. Profissionalismo
  57. 57. Didática do professor
  58. 58. Relação com os alunos</li></ul>NIVEL I NIVEL II<br />M O D E L O T E Ó R I C O <br />EIXO I - EDUCACIONAL<br />EIXO II - ORGANIZACIONAL<br />DESEMPENHO <br />DOS<br />ALUNOS<br />
  59. 59. Henrique Morais<br />33<br />R E S U L T A D O S <br />
  60. 60. Henrique Morais<br />34<br />D E S E M P E N H O D O S A L U N O S P O R T U G U Ê S <br />
  61. 61. D E S E M P E N H O <br />E S C A L A<br />C O M P E T Ê N C I A <br />P O R T U G U Ê S<br />
  62. 62. D E S E M P E N H O <br />E S C A L A<br />C O M P E T Ê N C I A <br />P O R T U G U Ê S<br />
  63. 63. D E S E M P E N H O <br />E S C A L A<br />C O M P E T Ê N C I A <br />P O R T U G U Ê S<br />
  64. 64. D E S E M P E N H O <br />E S C A L A<br />C O M P E T Ê N C I A <br />P O R T U G U Ê S<br />
  65. 65. D E S E M P E N H O <br />E S C A L A<br />C O M P E T Ê N C I A <br />P O R T U G U Ê S<br />
  66. 66. Henrique Morais<br />40<br />D E S E M P E N H O D O S A L U N O S M A T E M Á T I C A<br />
  67. 67. D E S E M P E N H O <br />E S C A L A<br />C O M P E T Ê N C I A <br />M A T E M Á T I C A <br />
  68. 68. Henrique Morais<br />42<br />P R I M E I R O M O D E L O D E H L M<br />
  69. 69. Henrique Morais<br />43<br />PROBLEMAS DA ESCOLA<br />QUESTIONÁRIO DO DIRETOR<br />VARIÁVEIS FUNCIONAIS <br />QUESTIONÁRIO DO ALUNO<br />VARIÁVEIS PESSOAIS <br />QUESTIONÁRIO DO ALUNO<br /><ul><li> Interrupção das ativ. escola (-0.35)
  70. 70. Carência de pessoal (-0.24)
  71. 71. Falta de recursos financeiros
  72. 72. Problemas disciplinares na escola</li></ul>FATORES ORGANIZACIONAIS<br />QUESTIONÁRIO DO DIRETOR<br /><ul><li> Falta às aulas (-1.09)
  73. 73. Interrup. dos Estudos (-0.22)
  74. 74. Escolaridade do pai (0.27)
  75. 75. Escolaridade da mãe (0.12)
  76. 76. Pres. de livros em casa (0.14)
  77. 77. Rede de ensino-aluno ( 2.13 )
  78. 78. Turno ( 0.19 )
  79. 79. Sexo (-0.54 )
  80. 80. Idade (-0.33 )
  81. 81. Liderança (auto-avaliação)
  82. 82. Comprom. com a profissão (0.18)
  83. 83. Fortalecimento de equipe (-0.13)
  84. 84. Escolha da profissão (-0.22)</li></ul>FATORES ORGANIZACIONAIS<br />QUESTIONÁRIO DO PROFESSOR<br /><ul><li> Gestão Escolar (1.00)
  85. 85. Comprometimento com a profissão
  86. 86. Comprom. com a escola(0.37)
  87. 87. Escolha ext. da profissão (-0.86)
  88. 88. Escolha interna da profissão</li></ul>FATORES PEDAGÓGICOS<br />QUESTIONÁRIO DO PROFESSOR<br /><ul><li> Abertura (0.24)
  89. 89. Disciplina dos alunos em sala (0.40)
  90. 90. Profissionalismo (0.57)
  91. 91. Didática do professor (1.22)
  92. 92. Relação com os alunos</li></ul>NIVEL I NIVEL II<br />S E G U N D O M O D E L O D E H L M<br />EIXO I - EDUCACIONAL<br />EIXO II - ORGANIZACIONAL<br />DESEMPENHO <br />DOS<br />ALUNOS<br />
  93. 93. Henrique Morais<br />44<br />C O N C L U S Õ E S <br />
  94. 94. Henrique Morais<br />45<br />P R I N C I P A I S A C H A D O S<br />Nesse sentido, considera-se que os níveis de desempenho separados pelos critérios estabelecidos na pesquisa são ricos em descrição e ajudam ao Estado a perceber os principais problemas educacionais dos alunos das escolas públicas baianas. <br />Os dados apresentados apontam que os níveis de desempenho dos alunos do estado, no geral são bastante insatisfatórios. <br />A análise de correlação ofereceu um conjunto valioso de pistas sobre a interação entre as variáveis da pesquisa, sobretudo, as associações do conjunto das variáveis pesquisadas com o comprometimento com a escola e com a profissão de diretores e professores. <br />O delineamento do estudo com variáveis de diferentes níveis de análise nos permite apontar os fatores que explicam o desempenho dos alunos, caracterizar o desempenho dos alunos e são capazes de apresentar as principais interações entre as variáveis do estudo. <br />Os resultados finais, contudo, apontam para um conjunto de importantes e significativas variáveis explicativas de desempenho.<br />
  95. 95. Agradecimentos:<br />Herbelino Morais (in memorium)<br />Pelos inesquecíveis estímulos ao trabalho, a dedicação e ao desenvolvimento pessoal;<br />Ivonete Miranda <br />Pelo todos os momentos de estímulo nos estudos e as fortes diretrizes éticas e morais, a paciência e a compreensão;<br />Aline Villafañe<br />Pelos incentivos e estímulos, a paciência, o afeto e a compreensão;<br />Antonio Virgílio<br />Pelos momentos de aprendizado, liberdade e independência na escolha;<br />Kátia Miranda <br />Pelo percurso percorrido e modelo de irmã, de dedicação e altruísmo;<br />Equipe da Agência de Avaliação<br />Pelo apoio, as trocas e a amizade;<br />Muitos Outros Amigos <br />Pela credibilidade, a confiança e a força em momentos difíceis.<br />Aos Alunos da UFBA, FBDC, e FSC<br />Universidade <br />Federal da Bahia<br />Departamento de Psicologia<br />Orientador<br />Antonio Virgílio Bittencourt Bastos <br />Orientando<br />Henrique Morais<br />
  96. 96. Universidade <br />Federal da Bahia<br />Departamento de Psicologia<br />Muito <br />Obrigado !!!<br />Orientador<br />Antonio Virgílio Bittencourt Bastos <br />Orientando<br />Henrique Morais<br />

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