PIRAPIRÊ -  MOEDA SOCIAL Guacira Quirino Miranda
ECONOMIA SOLIDÁRIA <ul><li>Também designada Economia Social. </li></ul><ul><li>Os empreendimentos solidários surgiram como...
ECONOMIA SOLIDÁRIA <ul><li>FRANÇA-FILHO (2006), destaca as dimensões da economia solidária: comunitária e pública, voltada...
ECONOMIA SOLIDÁRIA <ul><li>A economia solidária tem as seguintes características: </li></ul><ul><li>de dádiva e reciprocid...
ECONOMIA SOLIDÁRIA <ul><li>Princípios de comportamento econômico na economia solidária: </li></ul><ul><li>a domesticidade,...
ECONOMIA SOLIDÁRIA <ul><li>A economia tradicional se pauta pelos princípios de rentabilidade e utilidade.  </li></ul><ul><...
MOEDA SOCIAL <ul><li>A moeda social surge, na economia solidária, de forma semelhante à criação do uso da moeda, como uma ...
MOEDA SOCIAL <ul><li>A moeda social é considerada um instrumento de desenvolvimento local: destinada a beneficiar o mercad...
MOEDA SOCIAL <ul><li>Uma das dificuldades dos empreendimentos de economia solidária é a comercialização de seus produtos. ...
Pirapirê Moeda criada pelo  Banco Pirê de Dourados MS, que hoje financia 242 projetos de  economia solidária.
1 Pirapirê O termo  Pirapirê tem origem na língua Índigena. Em guarani, significa “escama de peixe”
Loja Solidária – Dourados MS
MOEDA SOCIAL <ul><li>A moeda social ainda terá que enfrentar muitos desafios: </li></ul><ul><li>Luta pela sua instituciona...
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Economia solidária e moeda social - Pirapirê, a moeda social do Banco Pirê - Dourados - MS

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Moeda Social Pirapirê

  1. 1. PIRAPIRÊ - MOEDA SOCIAL Guacira Quirino Miranda
  2. 2. ECONOMIA SOLIDÁRIA <ul><li>Também designada Economia Social. </li></ul><ul><li>Os empreendimentos solidários surgiram como respostas a </li></ul><ul><li>crises nas empresas, ao desemprego e à exclusão social, que são conseqüências do capitalismo dominante em que vivemos. </li></ul><ul><li>A economia capitalista gera exclusão e competitividade, e a economia solidária acredita em uma sociedade em que predomina a igualdade e a oportunidade para todos. </li></ul><ul><li>Esta economia é gerada e administrada pelos trabalhadores. </li></ul>
  3. 3. ECONOMIA SOLIDÁRIA <ul><li>FRANÇA-FILHO (2006), destaca as dimensões da economia solidária: comunitária e pública, voltada para a geração de trabalho e renda, preocupada com o desenvolvimento local, que pressupõe a ação no espaço público e uma construção coletiva democrática, pois o Estado não preenche as lacunas deixadas pelo mercado. </li></ul>
  4. 4. ECONOMIA SOLIDÁRIA <ul><li>A economia solidária tem as seguintes características: </li></ul><ul><li>de dádiva e reciprocidade; </li></ul><ul><li>é uma resposta à crise do paradigma fordista e do estado de bem-estar social; </li></ul><ul><li>é um híbrido formado por atividades recíprocas de voluntários, atividades de mercado e atividades financiadas por subsídios estatais; </li></ul><ul><li>é uma tentativa de articulação entre economias mercantil, não-mercantil e não monetária (trocas); </li></ul><ul><li>envolve serviços de proximidade, ou serviços solidários, que antes eram somente da esfera da economia doméstica. </li></ul>
  5. 5. ECONOMIA SOLIDÁRIA <ul><li>Princípios de comportamento econômico na economia solidária: </li></ul><ul><li>a domesticidade, na forma de produção; </li></ul><ul><li>a reciprocidade, que governa a troca visando criar ou reforçar trocas sociais e a transferência de bens e serviços; </li></ul><ul><li>a redistribuição, o mercado de troca de bens e serviços; </li></ul><ul><li>a dádiva, o apoio mútuo, os mutirões, os laços de solidariedade. Os objetos da dádiva são os mesmos produzidos pelo mercado, o que os distingue é que tem relações de solidariedade. </li></ul>
  6. 6. ECONOMIA SOLIDÁRIA <ul><li>A economia tradicional se pauta pelos princípios de rentabilidade e utilidade. </li></ul><ul><li>A economia solidária busca os princípios da solidariedade recíproca, da liberdade e igualdade de viver em conjunto. </li></ul>
  7. 7. MOEDA SOCIAL <ul><li>A moeda social surge, na economia solidária, de forma semelhante à criação do uso da moeda, como uma alternativa ao escambo, nas trocas de produção do trabalho desenvolvido em empreendimentos solidários. </li></ul>
  8. 8. MOEDA SOCIAL <ul><li>A moeda social é considerada um instrumento de desenvolvimento local: destinada a beneficiar o mercado de trabalho dos grupos que participam da economia da localidade, seu uso é restrito e a sua circulação beneficia a redistribuição dos recursos na esfera da própria comunidade. O aumento da quantidade de moeda social corresponde ao aumento das transações realizadas pelos participantes da economia local. </li></ul>
  9. 9. MOEDA SOCIAL <ul><li>Uma das dificuldades dos empreendimentos de economia solidária é a comercialização de seus produtos. Para viabilizar esta comercialização surgiram as feiras de economia solidária. Estas feiras consistem basicamente em espaços destinados à integração e articulação entre os empreendimentos, bem como à oferta de produtos produzidos pelos empreendedores. Nestas feiras surgiram as primeiras moedas sociais. </li></ul>
  10. 10. Pirapirê Moeda criada pelo Banco Pirê de Dourados MS, que hoje financia 242 projetos de economia solidária.
  11. 11. 1 Pirapirê O termo Pirapirê tem origem na língua Índigena. Em guarani, significa “escama de peixe”
  12. 12. Loja Solidária – Dourados MS
  13. 13. MOEDA SOCIAL <ul><li>A moeda social ainda terá que enfrentar muitos desafios: </li></ul><ul><li>Luta pela sua institucionalização (leis federais, estaduais e municipais). </li></ul><ul><li>Falta de divulgação para adquirir credibilidade. </li></ul><ul><li>Compatibilidade com a política monetária e com a exigência de solidez do mercado financeiro. </li></ul><ul><li>Mecanismos de monitoramento e fiscalização. </li></ul><ul><li>Viabilidade econômica-financeira (custos e riscos). </li></ul>

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