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Também observamos que as respostas são de âmbito global e integrada aos sistemas envolvidosdurante o exercício, incluindo ...
AMOSTRAS** Modelo de Enright & SherrillSujeito Sexo Idade      Altura Peso       Distancia prevista   Distancia percorrida...
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No que se refere às variáveis frequência cardíaca e percepção do esforço muscular (escala deBorg), não observamos diferenç...
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICASBARATA, V. F.; GASTALDI, A. C.; MAYER, A. F. Avaliação Das Equações De Referência Para PrediçãoD...
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TC6M. POSSÍVEIS PARÂMETROS PARA ELABORAÇÃO DE UM PROGRAMA DE CAMINHADA PARA IDOSOS

  1. 1. TESTE DE 6 MINUTOS. POSSÍVEIS PARÂMETROS PARA ELABORAÇÃO DE UM PROGRAMA DE CAMINHADA PARA IDOSOSTiago Antunes da Luz Neto, Frank Shiguemitsu Suzuki, Gyselle Renata Geromin do NascimentoTrindade, Ataíde Oliveira Filho, Bruno de Oliveira Trindade. RESUMOO objetivo deste artigo foi comparar as distâncias previstas pelas equações de Enright & Sherrill com asdistâncias percorridas por idosos no teste de caminhada de 6 minutos (TC6M), por se tratar de umaavaliação simples, de fácil aceitação, baixo custo e pela possibilidade de ser realizada a qualquer hora dodia. Métodos: participaram do estudo 29 (vinte e nove) sujeitos, os quais foram submetidos à coleta deinformações realizada em um centro de convivência. O TC6M avalia a partir da máxima distânciapercorrida pelo sujeito durante o período de 6 (seis) minutos, mostrando a padronização clássica deMcGavin (1978). E define como o indivíduo corresponde às demandas físicas do cotidiano, quecompreende desde as atividades básicas para uma vida ativa até as ações mais complexas da rotinadiária. Resultados: Segundo a equação de Enright & Sherrill (1988), os idosos (6 homens) atingiram amédia de 107,63% da distância prevista para cada um, as idosas (23 mulheres) atingiram a média de104,38% da distância prevista para cada uma. Conclusão: Concluímos que o TC6M para idososapontam possíveis parâmetros para elaboração de um programa de caminhada, através de umacompanhamento continuado para cada indivíduo; com isso, os resultados poderão ser melhorados.Palavras-chave: teste de caminhada, idosos e atividade física. ABSTRACTThe aim of this paper was to compare the estimated distances by the equations of Enright & Sherrill to thedistance traveled by the elderly in the “6-minute walk test (6MWT)”, for being a simple, easily acceptable,low cost evaluation, besides the possibility of being performed at any time of the day. Methods: The studyfeatured 29 (twenty nine) individuals, so they should provide several info for a research which was held ina daycare center. The 6MWT evaluates from the maximum distance traveled by the individual within 6(six) minutes, showing the McGavin´s classic standard (1978). It defines how the individual matches to thephysical demands of everyday life, which ranges from basic activities for an active life to the morecomplex actions of a daily routine. Results: According to the Enright & Sherrill´s equation (1988), elderly(6 men) reached an average of 107.63% of the estimated distance for each one, the elderly (23 women)reached an average of 104.38% of the estimated distance for each one. Conclusion: We conclude that6MWT for the elderly indicates possible parameters for developing a walking program, through acontinuous monitoring for each individual; being so, the results could be improved.Key words: walk test, the elderly and physical activity INTRODUÇÃO O teste de caminhada de 6 minutos (TC6M) é a forma mais simples de avaliar idosos, pois utiliza-se movimentos do cotidiano (o caminhar), para verificação do desempenho físico (BARATA et al., 2005).Esse teste pode ser realizado a qualquer hora do dia, não necessitando de materiais sofisticados e temfácil aceitação por parte dos idosos. Para grande parte dos sujeitos o TC6M é um teste submáximo dacapacidade cardiovascular, uma vez que a pessoa tem autonomia para ditar seu ritmo, sendo permitida aparada (descanso) durante a execução do mesmo (RODRIGUES, 2002) O TC6M tem sido comumente usado para a verificação da capacidade cardiovascular aoexercício e a sua utilização nesta pesquisa tem por objetivo verificar a capacidade dos sujeitos emrealizá-la, mensurar a distância alcançada e as alterações de pressão arterial e frequência cardíaca.
  2. 2. Também observamos que as respostas são de âmbito global e integrada aos sistemas envolvidosdurante o exercício, incluindo o sistema cardiovascular e respiratório, as circulações sistêmica eperiférica. Para avaliação específica do sistema envolvido deverá ser realizado teste de desempenhomáximo. O TC6M é uma adaptação do teste de corrida de 12 (doze) minutos de Cooper. Burtland (1982)demonstrou que o teste de 6 (seis) minutos seria o suficiente para demonstrar o mesmo resultado que oteste de 12 (doze) minutos. O exame é limitado por tempo e pode ser utilizado / realizado a qualquer horado dia. Os sujeitos são posicionados em corredores, ou em pistas, com superfície lisa. É uma avaliaçãoda capacidade funcional de componentes específicos como de equilíbrio em pé, força muscular emarcha. Surgiu com o objetivo de avaliar a funcionabilidade dos portadores de doença pulmonarobstrutiva crônica (DPOC). E definir como o indivíduo corresponde às demandas físicas do cotidiano, quecompreende desde as atividades básicas para uma vida independente até as ações mais complexas darotina diária. O teste foi realizado por Barata (2005), Rodrigues (2002), Marino (2007) e Rodrigues (2004)como uma das principais formas de avaliar a capacidade de exercícios em diversas condições clínicas. Apesar de ser um teste de fácil aplicação, não se encontram relatos a respeito da eficácia doTC6M para verificação de capacidade física de pessoas que não possuem doenças respiratórias. Enright e Sherrill (1988) ressaltam que a distância máxima percorrida no TC6M realizada empessoas saudáveis gira em torno de 400 a 700 metros e acrescentam que a distância máxima percorridaao final do TC6M provou eficácia na avaliação da morbidade e mortalidade em pacientes portadores dedoenças pulmonares e/ou cardiovasculares, principalmente aqueles que percorreram uma distânciainferior a 300 metros. Sendo assim surgiu-nos um questionamento : Como o teste de caminhada de 6 (seis) minutospode servir de parâmetro para elaboração de um programa de caminhada para idosos? DESCRIÇÃO METODOLÓGIA Participaram da nossa amostra 29 idosos sem restrições médicas, sendo 6 homens e 23mulheres, não institucionalizados e com idade entre 62 a 83 anos (Tabela 1). Os participantes foramselecionados por busca ativa em um centro de convivência. Todos os participantes assinaram o Termode Consentimento Livre Esclarecido (TCLE). Este estudo é parte integrante do Grupo de Estudo e Pesquisa em Atividade Física noEnvelhecimento (GREPAFE-NOVE), já aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisas em Humanos daUniversidade Nove de Julho. Os critérios de inclusão: idosos de ambos os sexos com idade igual ousuperior a 60 anos, sem qualquer restrição médica. Os critérios de exclusão: ter idade inferior a 60 anos,possuir alguma restrição médica e não estar em dia com o atestado médico, ou não querer participar doteste por questões pessoais.Tabela 1. Caracterização da amostra. TOTAL HOMENS MULHERES NÚMERO 29 6 23 Idade (anos) 71 70 73 Distância (metros) 438,75 489,75 437,97Dados referentes à idade e distância expressos como média.
  3. 3. AMOSTRAS** Modelo de Enright & SherrillSujeito Sexo Idade Altura Peso Distancia prevista Distancia percorrida %A M 66 173 67,4 550,67 445,5 80,9B M 62 160 71,3 465,47 610,53 131,16C M 64 161 59,7 483,42 511,4 105,79D M 77 160 66,5 398,62 412,27 103,48E M 80 168 76,5 426,52 478,53 112,19F M 71 163 85 418,89 470,25 112,26G F 74 159 92,8 362,26 313,58 86,54H F 79 157 64,2 394,63 429 108,71I F 64 157 84,1 435,76 453,75 104,13J F 66 149 72,4 434,11 511,5 117,83K F 74 155 81,2 380,38 134,47 134,47L F 78 146 37,2 439,03 379,56 86,44M F 72 148 57,5 431,45 297 68,84N F 69 144 57,4 440,57 577,59 131,08O F 66 146 49,9 479,31 610,5 127,37P F 67 162 77,2 444,77 478,52 107,58Q F 64 154 69,7 462,41 660 142,73R F 70 148 70 414,38 627 151,31S F 65 153 80 430,93 363 84,24T F 75 157 65,3 415,23 313,5 75,50U F 75 157 65,3 415,23 313,5 75,50V F 77 149 63,8 390,23 561 143,76W F 77 145 67,5 373,32 330 88,40X F 72 139 40,5 451,39 429 95,04Y F 76 148 46,7 433,06 396 91,44Z F 66 149 72,4 434,11 511,5 117,83AA F 72 145 74,1 387,10 412,5 106,56BA F 69 145 72,1 409,02 445,5 108,92CA F 75 152 69,9 394,15 247,5 62,79 PROTOCOLOS UTILIZADOS Foi utilizado o teste de caminhada proposto por Bultland (1982) com a equação para verificaçãodos resultados de Enright & Sherrill (1988). HOMEM Distância prevista = (7,57 x altura cm) – (5,02 x idade) – (1,76 x peso kg) – 309m MULHER Distância prevista = (2,11 x altura cm) – (2,29 x peso kg) – (5,78 x idade) + 667m Foi solicitado aos sujeitos analisados neste estudo que comparecessem ao local do testeutilizando seu calçado e roupas habituais. O TC6M foi realizado no período da tarde, com 3 (horas) de
  4. 4. duração, em pista retangular de 5,5m (cinco metros e cinquenta centímetros) de comprimento e 2,75m(dois metros e setenta e cinco centímetros) de largura, perfazendo um total de 16,5 (dezesseis metros ecinquenta centímetros) de distância, em local fechado, com pouco barulho, bem iluminado e arejado. Os materiais utilizados para a realização do teste foram: fita de segurança zebrada, fita duplaface, balança Toledo modelo 2096 PP (antro pedométrica) capacidade 150 Kg divisões de 100 gramas,cronômetros, fita métrica, pranchetas, aparelho de pressão arterial digital automático de pulso,esfigmomanômetro, estetoscópio. Antes de iniciarmos o TC6M, verificamos a vestimenta dos sujeitos e foi instruído sobre como oseria realizado o teste de caminhada de 6 (seis) minutos (TC6M) e se estavam com roupas e calçadosconfortáveis / habituais para a avaliação e que, caso apresentassem algum desconforto respiratório, dorno peito ou dor muscular forte, poderia diminuir a velocidade e até mesmo parar. Caso isso acontecesse,o cronômetro permaneceria ativado. Instruímos aos sujeitos analisados que andassem o mais rápidopossível. Em seguida, posicionamos o mesmo em uma pista retangular e o orientamos a percorrer a maiordistância possível durante 6 (seis) minutos, sendo permitidas pausas para descanso ou atendimento casosinta fadiga extrema, mal estar, ou qualquer outro fator que limite a continuidade do teste. Mesmodurante as pausas, o cronômetro deverá marcar o tempo total do exercício. O ritmo da caminhada serádeterminado pelo próprio idoso. Ao final dos 6 (seis) minutos a distância foi registrada e analisada na equação de Enright &Sherrill (1988). Ao início e término de cada TC6M foram monitoradas as pressões arteriais e asfrequências cardíacas. DESCRIÇÃO DOS RESULTADOS O teste de caminhada foi bem aceito pelos sujeitos analisados. Não houve alteraçõessignificativas dos parâmetros monitorados após o teste ou ocorrências de eventos inesperados durantesua realização. Segundo a equação de Enright & Sherrill (1988), os idosos (6 homens) atingiram a médiade 107,63% (cento e sete virgula sessenta e três por cento) da distância prevista para cada um; asidosas (23 mulheres) atingiram a média de 104,38% (cento e quatro virgula trinta e oito por cento) dadistância prevista para cada uma. Comparado com o teste de Barata (2005) os idosos avaliados tiveramdesempenho médio superior. Segundo os testes de Marino (2007), a distância média alcançada foi 415,75m (quatrocentos equinze metros e setenta e cinco centímetros) utilizando a equação de Enright & Sherrill (1988) emhomens somente, comparado com os idosos analisados, também tiveram desempenho superior médiomaior de 489,75m (quatrocentos e oitenta e nove metros e setenta e cinco centímetros). O teste decaminhada de 6 (seis) minutos demonstrou um bom indicador da avaliação para os idosos. Quando aplicamos a equação de Enright & Sherrill (1988), constatamos que a distância mínimapara os 6 (seis) idosos foi de 412,5m (quatrocentos e doze metros e cinquenta centímetros) e a distânciamáxima foi de 610,5m (seiscentos e dez metros e cinquenta centímetros), já para as 23 (vinte e três)idosas foi constatado a distância mínima de 231m (duzentos e trinta e um metros) e a distância máximafoi de 660m (seiscentos e sessenta metros). A análise de correlação entre as distâncias percorridas e as previstas foi coletada e analisadaseparadamente. Segundo Enright & Sherrill (1988), a distância média prevista para os idosos seria de457,26m (quatrocentos e cinquenta e sete metros e vinte e seis centímetros) e o realizado foi 488,08m(quatrocentos e oitenta e oito metros e oito centímetros), demonstrando que a distância percorrida pelosidosos foi superior a distância prevista. Para as idosas, a distância média prevista foi de 419,68m(quatrocentos e dezenove metros e sessenta e oito centímetros) e a percorrida foi de 425,89(quatrocentos e vinte e cinco metros e oitenta e nove centímetros). A comparação mostrou que adistância percorrida pelas idosas foi superior a distância prevista, assim como, as dos idosos. Em relação à distância percorrida, nossos resultados concordam com os valores de referênciapara indivíduos saudáveis sugeridos por Enright & Sherrill (1988); mesmo sem encorajamento verbaldurante o TC6M, houve melhora na distância percorrida com relação à distância prevista tanto para osidosos como para as idosas. Os resultados dos testes mostraram que os idosos brasileiros ultrapassaramos idosos analisados por Enrigth & Sherrill com relação à distância prevista e percorrida.
  5. 5. No que se refere às variáveis frequência cardíaca e percepção do esforço muscular (escala deBorg), não observamos diferenças relevantes em cada teste analisado. Isto sugere que o grau de esforçodesenvolvido pelos sujeitos foi plausível e corrobora a hipótese de que o fator determinante para oaumento significativo seja a questão saudável de cada sujeito. CONCLUSÃO Concluímos que os sujeitos avaliados no TC6M mostraram grande relevância para possíveisparâmetros para elaboração de um programa de caminhada para os idosos. No que se refere à relaçãodistância percorrida “X” e distância prevista, o teste demonstrou que indivíduos saudáveis conseguemultrapassar as distâncias previstas por Enritgh & Sherrill (1988); no caso de pessoas pneumopatas, oteste também demonstra que é necessário acompanhamento dos indivíduos. Segundo Enritgh & Sherril,caso o sujeito alcance uma distância inferior a 400 (quatrocentos) metros, o mesmo não é consideradosaudável. Dos dados coletados, cerca de 30% (trinta por cento) do total de participantes percorreramdistância inferior a 400 (quatrocentos) metros, sendo todas mulheres. A equação de referência de Enright& Sherrill apresenta, em alguns casos, distâncias previstas para as mulheres maiores que para oshomens. Com o acompanhamento continuado e a prescrição de um programa de caminhada adequadopara cada indivíduo, os resultados poderão ser melhorados. Isso demonstra que o TC6M pode serutilizado como parâmetro de análise não somente de idosos com DPOC, como também em idososconsiderados saudáveis.
  6. 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICASBARATA, V. F.; GASTALDI, A. C.; MAYER, A. F. Avaliação Das Equações De Referência Para PrediçãoDa Distância Percorrida No Teste De Caminhada De Seis Minutos Em Idosos Saudáveis Brasileiros.Revista Brasileira de Fisioterapia, vol. 9, n. 2, p. 165 - 171, 2005.CÂMARA, F. M.; GEREZ A. G.; MIRANDA M. L. J.; VELARDI, M. Capacidade funcional do idoso: formasde avaliação e tendências. Acta Fisiátrica. 15(4): p. 249 – 256, 2008.MARINO, D. M.; MARRACA, K. T.; LORENZO, V. A. P.; JAMAMI, M. Teste de caminhada de seisminutos na doença pulmonar obstrutiva crônica com diferentes graus de obstrução. Revista Brasileirade Medicina do Esporte. vol. 13, n.2 – Mar /Abr, 2007.PEDROSA, R. H. G. Correlação entre os testes da caminhada, marcha estacionária e tug em hipertensasidosas. Revista Brasileira de Fisioterapia. 2009.RODRIGUES, S. L. Estudo de correlação entre provas funcionais respiratórias e o teste de caminhada deseis minutos em pacientes portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica. Jornal Brasileiro dePneumologia. vol.28 n.6 - Nov./Dec, 2002.RODRIGUES, S. L.; MENDES, Helder Fonseca e; VIEGAS Carlos Alberto de Assis. Teste de caminhadade seis minutos: estudo do efeito do aprendizado em portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica.Jornal Brasileiro de Pneumologia. 30(2). p. 121 - 125, 2004.Tiago Antunes da Luz Neto (Uninove)Frank Shiguemitsu Suzuki (Uninove, Unicastelo e USJT)Gyselle Renata Geromin do Nascimento Trindade (Uninove)Ataíde Oliveira Filho (Uninove)Bruno de Oliveira Trindade (Uninove).Órgão de fomento a pesquisa PIBIC/FAPIC.

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