Estudo FC Twente

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Estudo FC Twente

  1. 1. FC Twente Enschede Estudo do Adversário
  2. 2. ANÁLISE FC TWENTE (2/10) CONSIDERAÇÕES GERAIS <ul><li>Considerações Gerais </li></ul><ul><li>Depois de uma boa época com Michel Preud’Homme ao serviço da equipa – 2º lugar na Eredivisie, vencedores da Taça e Supertaça e quartos-de-final da Liga Europa -, os Tukkers tentam manter a cultura vencedora dos últimos anos, agora com Co Adriaanse a comandar os seus destinos. </li></ul><ul><li>Fundado em 1965, o Twente possui um dos públicos mais entusiasmantes da Holanda, sendo a alegria dos habitantes da região de Enschede. Ao longo da sua história os Tukkers (nome dado aos habitantes da região) foram finalistas vencidos na Taça UEFA em 1975 e campeões da Eredivisie pela primeira vez na história em 2009/10 com Steve McLaren . Possuem ainda 3 Taças da Holanda (1977, 2001, 2011) e 2 Supertaças (2010, 2011) </li></ul><ul><li>Relatório baseado na análise dos jogos contra o Fenerbahce (preparação) e Ajax (Supertaça). Base não muito sólida (o ideal seria analisar os 5 jogos que antecederam o confronto com o Benfica), mas que permite um conhecimento mínimo e razoável da equipa. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Organização ofensiva </li></ul><ul><li>Equipa organizada em 1x4x2x3x1. Exibições consistentes neste início de temporada, tendo vencido a primeira prova da época na Holanda – 2x1 ao Ajax na Johan Cruijff Shield (Supertaça Holandesa). Grande espírito e concentração competitiva. Boa mobilidade ofensiva e boa eficiência em 4ª fase ,com destaque para Mark Janko que leva já 5 golos em 5 jogos. </li></ul><ul><li>A construção de jogo curto ocorre, normalmente, com o primeiro passe a sair para um dos centrais. Ambos bastante inconsistentes em posse e, portanto, bastante vulneráveis em 1ª fase. Douglas, principalmente, comete bastantes erros ao tentar passes de primeira estação para Brama ou Janssen. Não raras vezes demasiado audaz em iniciativas individuais (explorar) A construção longa é uma ameaça. Mark Janko é a grande referência, sendo bastante competente a encontrar colegas em largura ou profundidade. Atenção também às segundas bolas (Luuk De Jong bastante agressivo) </li></ul><ul><li>Da 2ª para a 3ª fase existe um padrão bem definido. Normalmente, envolve uma mistura entre um futebol mais directo e um jogo de “bola no pé”. Se a saída é assumida pelos centrais, estes atacam o espaço em zona central e procuram passe de 1ª estação para Brama/Janssen ou para o médio ofensivo que baixa linhas para pegar no jogo – menos se for De Jong a desempenhar esse papel; se, por outro lado, são os laterais que saem em posse há uma tentativa de jogar na profundidade dos médios ofensivos que caem no seu corredor, ou no movimento de De Jong que dá apoio na ala; numa 1ª fase os laterais não dão profundidade ofensiva; quando em posse e já no meio terreno contrário, procuram movimentos verticais junto à linha passando por trás do médio ofensivo; (continua) </li></ul>ANÁLISE FC TWENTE (3/10) ASPECTOS OFENSIVOS
  4. 4. <ul><li>Organização ofensiva </li></ul><ul><li>(continuação) </li></ul><ul><li>Brama é referência para o passe de 1ª estação, conseguindo boa saída pela zona central (não dá muita profundidade vertical); joga sempre em aproximação ao portador da bola, sendo um alvo fácil de pressão apesar de privilegiar a segurança e o critério. Wisgerhof procura muitas vezes um jogo mais directo para o médio ofensivo que cai no corredor direito ou para a referência Mark Janko. </li></ul><ul><li>Em 3ª fase o grande destaque da equipa é Bryan Ruiz. O costa-riquenho alia à sua grande capacidade técnica e poder no 1x1, um pé esquerdo com enorme precisão, seja em situações de último passe ou finalização. A sua movimentação é imprevisível, mas é importante bloquear movimentos interiores da direita para o meio (golos ao Ajax e ao AZ). Do lado esquerdo, o jovem (e excelente) Berghuis joga quase sempre aberto na ala. Bastante objectivo nas suas acções, é forte no 1x1 e tem boa precisão no seu pé esquerdo (atenção). </li></ul><ul><li>De Jong movimenta-se quase sempre nas costas de Janko, mesmo não sendo um médio ofensivo puro (não é um organizador). Surpreende pela boa mobilidade – apesar do 1,88m - e pela facilidade de remate com o pé direito. Importante não dar tempo e espaço para executar nas imediações da área. Pode jogar, também, como elemento mais avançado da equipa. O seu substituto natural é Chadli, que se encontra lesionado e não poderá dar o seu contributo à equipa. </li></ul><ul><li>Mark Janko tem capacidade para criar problemas em zona de finalização. Forte no jogo aéreo e nos duelos, passa por um período de grande confiança - boa proximidade com o golo neste início de temporada. </li></ul>ANÁLISE FC TWENTE (4/10) ASPECTOS OFENSIVOS <ul><li>Transição ofensiva </li></ul><ul><li>Mudança de atitude média. Recuperando a bola em zona recuada circulam pelos defesas, procurando sair a jogar de forma organizada e paciente; a partir daqui mantêm o padrão da organização ofensiva (centrais são a referência para a organização de jogo). Por outro lado, se recuperam a bola em zonas mais avançadas, têm capacidade para criar problemas através das acções do trio de médios ofensivos. </li></ul><ul><li>Ainda dentro do seu meio campo cometem alguns erros e acusam bastante o pressing do adversário (bolas longas para a frente). </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Organização defensiva </li></ul><ul><li>Equipa organizada num bloco médio. A procura da posse de bola é feita através de uma zona pressionante que pode ser mais ou menos agressiva, dependendo do oponente. Normalmente, diferenciam a forma de pressão e o seu comportamento assume duas formas: 1) contra adversários importantes, Janko pressiona de forma algo isolada porque os companheiros baixam na zona de meio campo, procurando o fecho de espaços. 2) nos outros jogos sobem as linhas de pressão e procuram potenciar erros em posse em 1ª e 2 ª fase. Assumem um posicionamento em 5 linhas em termos transversais (GR, quarteto defensivo, duplo pivot, três médios ofensivos - médio ofensivo por vezes baixa para a zona do duplo pivot, e linha do avançado. </li></ul><ul><li>A defesa é bastante inconsistente, seja devido a erros individuais (Douglas e Tiendalli) ou à falta de coordenação da linha defensiva . Fragilidades no lado esquerdo. Potenciar situações de explosividade e velocidade para cima de Tiendalli. 1x1 fácil. Brama importante e útil nesta fase, fecha espaços e recupera bastantes bolas. Médios ofensivos fecham bem e são bastantes disponíveis defensivamente (De Jong e Berghuis principalmente). </li></ul><ul><li>Demasiada valorização de referências individuais na marcação. Misturam zona com marcação ao homem e têm instruções para seguir o adversário directo para fora da sua zona. Centrais saem muitas vezes de posição, seja em marcações individuais, seja devido a um risco excessivo na tentativa de retirar espaço e tempo ao adversário (Douglas principalmente). Apesar de agressivos são batidos várias vezes, expondo a profundidade nas suas costas. Importante explorar, jogando simples e de primeira. Douglas raramente está colocado para dar cobertura a Tiendalli (explorar). (continua) </li></ul>ANÁLISE FC TWENTE (5/10) ASPECTOS DEFENSIVOS
  6. 6. <ul><li>Organização defensiva </li></ul><ul><li>(continuação) </li></ul><ul><li>Pouca preocupação do duplo pivot em ocupar o espaço aberto pela saída dos centrais. Problema potenciado pela pouca coordenação da linha defensiva (não garantem qualquer coerência na saída de posição – um dos centrais sai e os restantes elementos ficam em zonas mais baixas). Laterais seguem extremos até fora da sua zona, incluindo movimentos interiores (fecham demasiado por dentro - explorar espaço na ala através da subida dos laterais). </li></ul><ul><li>Importante canalizar saída de bola por Douglas de modo a potenciar erros individuais (condicionado também Brama e Tiendalli que são os alvos principais do passe de 1ª estação por parte do brasileiro) </li></ul><ul><li>Mihaylov tremendo na linha de baliza (seguro e capaz de intervenções decisivas. Certo a sair dos postes e algo inconsistente a jogar com os pés (risco excessivo quando joga curto). </li></ul>ANÁLISE FC TWENTE (6/10) ASPECTOS DEFENSIVOS <ul><li>Transição defensiva </li></ul><ul><li>Mudança de atitude média. Quem perde a bola tenta imediatamente recupera-la, ou então quem está mais perto desta; restantes baixam posição de forma recuperar a organização. </li></ul><ul><li>A defesa pode estar posicionada muito alta no campo, havendo espaços para explorar em transição ofensiva. Algumas vezes apanhados em contra-pé nesta fase do jogo por atacarem com muitos jogadores (alguma falta de agressividade). </li></ul><ul><li>Corredores laterais - do lado onde o lateral dá profundidade ofensiva - são um ponto claro a explorar - sobretudo do lado de Tiendalli. Laterais algo lentos a recuperar posição. Brama extremamente útil nesta fase do jogo. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Bolas paradas - favor </li></ul><ul><li>Livres laterais batidos por Ruiz, John ou Berghuis. Boa precisão no cruzamento. Normalmente, 4 jogadores atacam a bola na diagonal (Douglas, Wisgerhof, Janko, De Jong). Janko e Douglas (2ºPoste) as maiores ameaças. Brama e um dos extremo ficam na entrada da área para a segunda bola. Laterais os mais recuados. </li></ul><ul><li>A grande referência para os livres frontais (e restantes bolas paradas) era Theo Janssen que se transferiu para o Ajax. Grande precisão de pé esquerdo. Ruiz e Berghuis potenciais executantes. Penaltis batidos por Janko de pé esquerdo (Ruiz ou De Jong possíveis). </li></ul><ul><li>Cantos executados por Berghuis, Ruiz ou John. 4/5 jogadores atacam a bola na diagonal (Douglas, Wisgerhof, De Jong Janko + Cornelisse). Brama e um dos extremos ficam na entrada da área para a segunda bola. Tiendalli e W. Janssen os mais recuados. </li></ul><ul><li>Ameaça na execução rápida de lançamentos laterais, aproveitando o facto de não existirem offsides nessa acção de jogo. Lançamentos longos de Cornelisse para Janko desviar no primeiro poste. Perigo nas segundas bolas (atenção). </li></ul>ANÁLISE FC TWENTE (7/10) BOLAS PARADAS <ul><li>Bolas paradas - contra </li></ul><ul><li>Nos livres laterais colocam 1/2 jogadores na barreira. Janko fecha espaço entre o primeiro poste e a pequena área. Brama e Tiendalli ficam soltos, atentos à segunda bola. Extremo na entrada da área para iniciar a transição. Restantes defendem homem a homem. </li></ul><ul><li>Nos livres frontais colocam 4 jogadores na barreira (saltam!). Defendem com todos os jogadores nas imediações da área. </li></ul><ul><li>Nos cantos Berghuis ou Tiendalli ficam no segundo poste. Janko fecha espaço entre a pequena área e o primeiro poste. Brama, Berghuis ou Tiendalli e o outro extremo ficam soltos e atentos à segunda bola. Restantes defendem homem a homem. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Outras observações </li></ul><ul><li>Co Adriaanse terá uma equipa praticamente na máxima força para defrontar o Benfica. Leugers e Bajrami estão recuperados das lesões que os impediram de jogar contra o AZ e apenas Chadli se encontra lesionado. </li></ul><ul><li>Substituições não implicam, normalmente, alterações no esquema táctico da equipa. Os Tukkers deverão apresentar-se no seu 1x4x2x3x1 habitual, havendo ainda alguma indefinição nas alas do ataque (de Ruiz, Berghuis e John jogarão apenas 2). </li></ul><ul><li>Bom início de época, com 4 vitórias e 1 empate nos 5 jogos oficiais já disputados (7 golos marcados e apenas 1 sofrido). </li></ul><ul><li>Principais alternativas aos titulares. Destaque para John, extremo puro, bastante rápido e forte em acções individuais (alguma displicência), e para Bajrami, também ele boa opção para o lado esquerdo do ataque (bom no 1x1). Os promissores Bengtsson, Buysse, Leugers, Rosales e o já veterano Landzaat são opções para central, lateral esquerdo, lateral direito e centro do meio campo, respectivamente. </li></ul>ANÁLISE FC TWENTE (8/10) OUTRAS OBSERVAÇÕES
  9. 9. ANÁLISE FC TWENTE (9/10) ÚLTIMOS 5 JOGOS vs Vaslui (2-0) vs Ajax (2-1) vs Vaslui (0-0)
  10. 10. ANÁLISE FC TWENTE (10/10) ÚLTIMOS 5 JOGOS vs NAC Breda (0-1) vs AZ (2-0)

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