O Sentimento de Lugar em Tempos de Fluxo

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O ritmo frenético dos meios de comunicação contribui de forma relevante para a modificação do espaço urbano. Discutiremos então como o sentimento de lugar do habitante das grandes cidades foi transformado por tecnologias comunicacionais e como o processo de globalização construiu uma nova forma de relação entre o habitante e o seu espaço físico, proporcionando novas experiências ao indivíduo que, bombardeado por inverdades midiatizadas, deixava o seu sentimento de pertencer a determinado lugar ser diminuído consideravelmente. Utilizaremo-nos então da pesquisa bibliográfica como metodologia uma vez que Cervo e Bervian (1996) afirmam que tal método é meio de formação por excelência. Colocando assim uma luz sobre a questão do sentimento de lar e de lugar do indivíduo num cenário contemporâneo, em que as discussões sobre os conceitos de Lipovetsky (2004) sobre hipermodernidade são extremamente frequentes.

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O Sentimento de Lugar em Tempos de Fluxo

  1. 1. O Sentimento de "Lugar" em Tempos de Fluxo. Uma Reflexão Sobre o Aniquilamento do Espaço Pelo Tempo. Autor (a): Glória Régia Sousa Guimarães Co-autor: João Bosco Augusto Correia de Oliveira Júnior Orientador: Paulo Júnior Silva Pinheiro Faculdade Maurício de Nassau, CE
  2. 2. “(...) a cidade se apresenta centro das ambições Para mendigos ou ricos e outras armações Coletivos, automóveis, motos e metrôs Trabalhadores,patrões, policiais, camelôs” Francisco de Assis França
  3. 3. McLuhan, o vidente. “A nova interdependênciaeletrônica recria o mundo em uma imagem da aldeia global”. McLuhan, 1967.
  4. 4. A aldeia atual “A cidade deve ser vista como forma espaço-temporal que se constrói pelo movimento: transporte e comunicação”. André Lemos, 2004.
  5. 5. A hipermodernidade de Lipovetsky “As sociedades modernas se constituíram mediante uma imensa inversão do tempo que instituiu a supremacia do futuro sobre o passado”. Gilles Lipovetsky, 2007.
  6. 6. A teoria na prática
  7. 7. A teoria na prática
  8. 8. A teoria na prática
  9. 9. A teoria na prática
  10. 10. A teoria na prática
  11. 11. O que esperar? “Não há escolha senão evoluir, acelerar para não ser ultrapassado pela evolução”. Gilles Lipovetsky
  12. 12. Referências • McLuhan, Marshall; A Galáxia de Gutenberg; São Paulo, 1972. • Lemos, André; Cibercidade. As Cidades na Cibercultura; São Paulo, 2004. • Lipovetsky, Gilles; Os Tempos Hipermodernos; Barcarolla, 2004.
  13. 13. Obrigado. Gloria Guimarães blogdagloria.wordpress.com blogdagloriarsg@gmail.com /gloriaregiasousa @gloriarsg João Bosco de Oliveira Júnior boscoaugusto@gmail.com /joaoboscojunior @jbdeoliveirajr

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