O modelo quadrifasico do stress - Lipp

1.867 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.867
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
51
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

O modelo quadrifasico do stress - Lipp

  1. 1. Docente: Monika Discentes: Arley Assumpção Daline Monteiro Durcilene Lacerda Fernanda Pererira Gitana Torres Kiss Mayanna Almeida Curso: Psicologia 6 AN Disciplina: Saúde e Processos Psicossociais
  2. 2. Historico  Até o século XVII o termo stress era utilizado com o significado de aflição e adversidade Lazarus e Lazarus (1994 apud LIPP, 2003). A partir de então a palavra passa a ser usada para denotar o “complexo fenômeno de tensão-angústia-desconforto tão característico da sociedade atual”.  Porém, somente no século XX o termo passou a ser identificado como o conjunto de reações não específicas frente a situações que causam angústia e tristeza. Esse termo passou a ser conhecido como “síndrome geral de adaptação” ou “síndrome do estresse biológico” (p.17). Com essa nova definição, o estresse passou a fazer parte da literatura médica, como é conhecido até hoje.Selye (1926 apud LIPP, 2003).  O termo passou, em 1939, a significar a quebra da homeostase do organismo, desequilibrando os processos fisiológicos do mesmo. Selye (1939 apud LIPP, 2003). Porém, atualmente o termo STRESS está sendo utilizado tanto para descrever os estímulos que geram essa quebra como a resposta comportamental criada por esse desequilíbrio. Portanto, passa-se a existir um problema conceitual, já que o termo passa a ser condição, causa ou estímulo desencadeante de uma reação do organismo (JEWELL e MYLANDER, 1988 apud LIPP, 2003).
  3. 3. Homeostasia (ou Homeostase) é a propriedade de um sistema aberto, em seres vivos especialmente, que tem função de regular o seu ambiente interno para manter uma condição estável, mediante múltiplos ajustes de equilíbrio dinâmico controlados por mecanismos de regulação interrelacionados. O termo foi criado em 1932 por Walter Cannon a partir do grego homeo similar ou igual, stasis estático.
  4. 4. Definição - Stress   “O estresse é definido pelas Ciências Médicas como: o estado de tensão excessivo resultante de uma ação brusca ou continuada para o organismo. Do ponto de vista psicológico, se entende como: um conjunto de manifestações gerais não-específicas como resposta por uma demanda qualquer do ambiente, incluindo o psicossocial”. Segundo Rivolier (1999 apud GUILLÉN GARCÍA, 2006, p.25),
  5. 5. O Stress pode ser de causas: Internas: da própria pessoa as características de personalidade. Externas:do ambiente.
  6. 6. O stress é um processo que se desenvolve por etapas: Temporário, de baixa ou grande intensidade
  7. 7. Segundo Lipp a definição para o stresse: Uma reação psicofisiólogica muito complexa que tem em sua gênese a necessidade do organismo fazer face a algo que ameace sua homeostase interna.
  8. 8. Modelo Trifásico do Stress - Selye Fase de Alerta – o organismo prepara-se para a reação de luta ou fuga, que é essencial para a preservação da vida. Os sintomas nessa fase dizem respeito ao preparo do corpo e da mente, para a preservação da própria vida; Fase de Resistência – inicia-se quando o organismo tenta uma adaptação, em virtude de sua tendência a procurar a homeostase interna; Fase de Exaustão – essa fase se manifesta quando doenças serias aparecem;
  9. 9.  Fase de Alerta  Aumento na capacidade de resistência acima do normal, o córtex das supra-renais acumula grande quantidade de grânulos de secreção hormonal segregados e, com isso, o sangue se apresenta diluído.  Busca pelo reequilíbrio, acarretando uma utilização grande de energia, o que pode gerar uma sensação de desgaste generalizado sem causa aparente e dificuldades com a memória, dentre outras consequências. A falta de memória é sinal de que a demanda ultrapassou a capacidade da pessoa lidar com a situação presente. A homeostase, quebrada na fase de alerta, volta a ocorrer, pelo menos temporariamente. Quanto maior é o esforço que a pessoa faz para se adaptar e restabelecer a harmonia interior, maior é o desgaste do organismo. Quando o organismo consegue proceder a uma adaptação completa e resistir ao estressor adequadamente, o processo de stress se interrompe sem sequelas.
  10. 10.  Fase de Resistência  Aumento na capacidade de resistência acima do normal, o córtex das supra-renais acumula grande quantidade de grânulos de secreção hormonal segregados e, com isso, o sangue se apresenta diluído.  Nesta fase, há sempre uma busca pelo reequilíbrio, acarretando uma utilização grande de energia, o que pode gerar uma sensação de desgaste generalizado sem causa aparente e dificuldades com a memória, dentre outras consequências. A falta de memória é sinal de que a demanda ultrapassou a capacidade da pessoa lidar com a situação presente. A homeostase, quebrada na fase de alerta, volta a ocorrer, pelo menos temporariamente. Quanto maior é o esforço que a pessoa faz para se adaptar e restabelecer a harmonia interior, maior é o desgaste do organismo. Quando o organismo consegue proceder a uma adaptação completa e resistir ao estressor adequadamente, o processo de stress se interrompe sem sequelas.
  11. 11.  Fase de Quase-Exaustão Neste ponto do processo o stress evolui para a fase de quase- exaustão quando as defesas do organismo começam a ceder e ele já não consegue resistir às tensões e restabelecer a homeostase interior. Há momentos em que ele consegue resistir e se sente razoavelmente bem e outros em que ele não consegue mais. É comum nesta fase a pessoa sentir que oscila entre momentos de bem-estar e tranquilidade e momentos de desconforto, cansaço e ansiedade. Algumas doenças começam a surgir demonstrando que a resistência já não está tão eficaz.
  12. 12.  Fase de Exaustão Neste estágio, há uma quebra total da resistência e alguns sintomas que aparecem são semelhantes aos da fase de alarme, embora sua magnitude seja muito maior. Há um aumento das estruturas linfáticas, exaustão psicológica em forma de depressão e exaustão física, na forma de doenças que começam a aparecer, podendo ocorrer a morte como resultado final. A fase de exaustão, embora bastante grave, não é, necessariamente, irreversível desde que afete unicamente partes do corpo.
  13. 13. Efeitos do stress
  14. 14. Conclusão O stress excessivo é capaz de produzir graves consequências para o individuo em si, a família, a empresa onde trabalha, a comunidade onde vive e a sociedade em geral. O Brasil é um dos países que lideram as pesquisas do elevado índice de stress. (Segundo dados da PUC Campinas). Estudos estão sendo realizado para identificar em que ponto do processo de desenvolvimento do stress o indivíduo se encontra, para assim serem realizadas implantação de medidas terapêuticas que venham ajudar a modificar essa realidade.
  15. 15. Video Video
  16. 16. Referencia Bibliografica Mecanismos neuropsicofisiológicos do stress: teoria e aplicações clínicas -  In: Capítulo 1: O Modelo Quadrifásico do Estresse (Marilda Emmanuel Novaes Lipp). http://psiquecienciaevida.uol.com.br/ESPS/Edicoes/22/ar tigo65985-1.asp
  17. 17. Por isso...

×