FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE FERNANDÓPOLIS  FACULDADES INTEGRADAS DEFERNANDÓPOLIS            DORIVAL LUIS BUZINARO          HUG...
DORIVAL LUIS BUZINARO          HUGO CESAR BRIGATO DINIZ           THAIS FLORIAN GUIMARÃESESTUDO SOBRE CONDIÇÕES DE ARMAZEN...
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Dedicamos este trabalho de conclusão dagraduação a Deus, em primeiro por ser nossoMestre, que nos iluminou e guiou durante...
AGRADECIMENTOS      Em primeiro lugar agradecemos a Deus por nos conceder o direito de vida,iluminar e guiar nossos passos...
“É preciso se expor sem medo de dar vexame. Épreciso colocar o trabalho na rua. É preciso saberouvir um não e, depois de s...
RESUMOA Assistência Farmacêutica não está restrita à produção e distribuição demedicamentos, mas abrange um conjunto de pr...
ABSTRACTThe Pharmaceutical Assistance is not restricted to the production and distribution ofmedicines, but extends to a s...
LISTA DE TABELASTabela 1: Sinais indicativos de possíveis alterações na estabilidade demedicamentos..........................
LISTA DE FIGURASFigura 1: Ciclo da Assistência Farmacêutica........................................................... 18F...
Figura 13b: Existem estantes suficientes para a operação de estocagem emovimentação dos estoques? (Drogarias)................
Figura 21b: Se houverem discordâncias quanto ás quantidades ou quanto àintegridade         física     dos      medicamento...
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLASANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária.AF – Assistência Farmacêutica.CEME – Centr...
SUMÁRIOINTRODUÇÃO............................................................................................................
15                                    INTRODUÇÃO          A atuação do farmacêutico na área de distribuição e transporte é...
16condições adequadas de armazenamento e de um controle de estoque eficaz, bemcomo garantir a disponibilidade dos medicame...
171 DESENVOLVIMENTO1.1 ASPECTOS RELACIONADOS Á POLÍTICA DE MEDICAMENTOS NO BRASIL          A Política Nacional de Medicame...
181.1.2 O ciclo da assistência farmacêutica            A assistência farmacêutica corresponde a um conjunto de atividades ...
191.2 ARMAZENAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE MEDICAMENTOS CONFORME ALEGISLAÇÃO VIGENTE            Os produtos devem ser armazenad...
20          Empresas      que   exercem    a   atividade   de   armazenar   e   distribuirmedicamentos sujeitos a controle...
21          O ato de expor a venda ou entregar ao consumidor produtos de interesseà saúde cujo prazo de validade tenha sid...
22          Configura infrações a legislação sanitária federal, estabelece as sançõesrespectivas, e da outras providencias...
23          Portaria ANVISA/MS nº 802, de 08 de outubro de 1998          Considerando a necessidade de garantir maior cont...
24          irregulares, os falsificados e os provenientes de cargas roubadasassegurando as ações preventivas do sistema d...
25          aprovado pelo DECRETO nº 3.029, de 16 de abril de 1999, c/c o art. 111,inciso I, alínea “b”, § 1º, do regiment...
26          Resolução RDC ANVISA nº 44, de 17 de agosto de 2009          Dispõem sobre boas práticas farmacêuticas para o ...
271.3.1 Estabilidade de medicamentos          Todos os materiais com o passar do tempo sofrem alterações. Sãovariáveis que...
28Tabela 1 Sinais indicativos      de     possíveis     alterações   na   estabilidade   demedicamentos. FORMAS FARMACÊUTI...
29          Segundo Moura (1989) a estabilidade do medicamento, é de fundamentalimportância para que seu efeito terapêutic...
301.3.2 Temperatura           As condições ambientais são as mais responsáveis pela alteração datemperatura e deterioração...
31por isso há uma preocupação maior na aquisição onde se deve especificarcorretamente, para que haja embalagens adequadas....
32se cumpra todo o cronograma previsto, e para que os produtos cheguem emsegurança sem nenhum dano e nas quantidade corret...
332 OBJETIVOS2.1 OBJETIVO GERAL           O Objetivo desse trabalho foi verificar as condições em que osmedicamentos eram ...
343 MÉTODOS3.1 SELEÇÃO DA BIBLIOGRAFIA          O presente trabalho teve como método inicial a revisão bibliográfica compe...
354 RESULTADOS           Pesquisa sobre Armazenamento de medicamentos em Drogarias eDistribuidoras.            Figura 1a: ...
36           Figura 2ª: Quem é o responsável pelo almoxarifado?                                    (Distribuidoras)       ...
37           Figura 3a: Qual o tipo de estocagem?                                      (Distribuidoras)                   ...
38           Figura   4a:   Há   separação      física,   bem   delimitada,   entre   orecebimento, expedição e armazenage...
39         Figura 5a: O local apresenta-se em boas condições?                              (Distribuidoras)               ...
40           Figura 6a: O local possui forro?                                (Distribuidoras)                             ...
41Figura 7a: A iluminação é boa?                      (Distribuidoras)                           Sim    Não               ...
42          Figura 8a: Existe proteção contra entrada de roedores?                                 (Distribuidoras)       ...
43        Figura 9a: Existe proteção contra entrada de aves?                               (Distribuidoras)               ...
44         Figura 10a: Existem registros escritos do controle de temperatura eumidade?                                (Dis...
45 Figura 11a: Existem extintores de incêndio?                      (Distribuidoras)                          Sim     Não ...
46               Figura 12a: o local é completamente fechado?                                      (Distribuidoras)       ...
47         Figura 13a: Existem “pallets” suficientes para a operação deestocagem e movimentação?                          ...
48         Figura 14a: Existe local apropriado para a armazenagem deimunobiológicos?                               (Distri...
49          Figura 15a: As câmeras frias têm termômetro para a medição detemperatura?                                (Dist...
50         Figura 16a: Existe local apropriado para armazenagem de produtostermolábeis?                                  (...
51          Figura 17a: Existe local para guardar produtos controlados?                               (Distribuidoras)    ...
52          Figura 18a: Existem procedimentos por escrito para a expedição demedicamentos?                              (D...
53         Figura 19a: Existem procedimentos escritos para o recebimento demedicamentos?                               (Di...
54         Figura 20a: Na chegada, os medicamentos são examinadosfisicamente para se certificar que estão íntegros e nas q...
55         Figura 21a: Se houverem discordâncias quanto às quantidades ouquanto à integridade física dos medicamentos, qua...
56          Figura 22a: Na chegada, os medicamentos são examinados quantoao número do lote e ao prazo de validade?        ...
57          Figura 23a: Existem procedimentos escritos para as atividadesrelativas ao armazenamento dos medicamentos?     ...
58          Figura 24a: Os medicamentos são estocados por lotes de produtos?                                 (Distribuidor...
59          Figura 25a: O sistema de se despachar os lotes mais antigos emprimeiro lugar é seguido rigorosamente?         ...
605 DISCUSSÃO            O   almoxarifado   deve   ser   de   responsabilidade   do   profissionalfarmacêutico, pois este ...
615 CONSIDERAÇÕES FINAIS          Assistência Farmacêutica é um conjunto de ações voltada à promoção,proteção e recuperaçã...
62             A atuação farmacêutica deve estar orientada para a educação em saúde,orientação     farmacêutica,   dispens...
63                         REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASBRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Decreto n° 3.961, d...
64a     controle   especial.     Brasília:    ANVISA,     1998.   Disponível    em:<http://www.anvisa.gov.br/legis/portari...
65representantes no país, que exerçam as atividades. Brasília: ANVISA, 2005.Disponível   em:    <http://www.anvisa.gov.br/...
66ANVISA,               2002.               Disponível             em:             <http://www.anvisa.gov.br/legis/resol/2...
67FARMACOPÉIA BRASILEIRA .4.ed. São Paulo: Atheneu. 1988.MARIN, N.; LUIZA, V. L.; CASTRO, C. G. S. O.; SANTOS, S. M. Assis...
68                                   APÊNDICEPESQUISA SOBRE: ARMAZENAMENTO DE MEDICAMENTOS EM DROGARIASE DISTRIBUIDORAS   ...
69                 Sim                 Não7.    A iluminação é boa?                 Sim                 Não8.    Existe pr...
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Estudo sobre condições de armazenamento de medicamentos em drogarias e distribuidoras em fernandópolis e região

  1. 1. FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE FERNANDÓPOLIS FACULDADES INTEGRADAS DEFERNANDÓPOLIS DORIVAL LUIS BUZINARO HUGO CESAR BRIGATO DINIZ THAIS FLORIAN GUIMARÃESESTUDO SOBRE CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO DEMEDICAMENTOS EM DROGARIAS E DISTRIBUIDORAS EM FERNANDÓPOLIS E REGIÃO FERNANDÓPOLIS 2011
  2. 2. DORIVAL LUIS BUZINARO HUGO CESAR BRIGATO DINIZ THAIS FLORIAN GUIMARÃESESTUDO SOBRE CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO DEMEDICAMENTOS EM DROGARIAS E DISTRIBUIDORAS EM FERNANDÓPOLIS E REGIÃO Trabalho de conclusão de curso apresentado à Banca Examinadora do Curso de Graduação em Farmácia da Fundação Educacional de Fernandópolis como exigência parcial para obtenção do título de bacharel em farmácia. Orientador: Prof.ª Esp. Rosana Matsumi Kagesawa Motta FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE FERNANDÓPOLIS FERNANDÓPOLIS – SP 2011
  3. 3. DORIVAL LUIS BUZINARO HUGO CESAR BRIGATO DINIZ THAIS FLORIAN GUIMARÃES ESTUDO SOBRE CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO DE MEDICAMENTOS EM DROGARIAS E DISTRIBUIDORAS EM FERNANDÓPOLIS E REGIÃO Trabalho de conclusão de curso aprovado como requisito parcial para obtenção do título de bacharel em farmácia. Aprovado em: 10 de novembro de 2011. Banca examinadora Assinatura ConceitoProf.ª Esp. Rosana KagesawaMatsumi MottaProf. Msc. Giovanni Carlos deOliveiraProfª. Esp. Vanessa Maira RizzatoSilveira Prof.ª Esp. Rosana Matsumi Kagesawa Motta Presidente da Banca Examinadora
  4. 4. Dedicamos este trabalho de conclusão dagraduação a Deus, em primeiro por ser nossoMestre, que nos iluminou e guiou durante estagrandiosa jornada. Aos nossos familiares peloesforço, compreensão e total dedicação em todos osmomentos desta e de outras caminhadas.
  5. 5. AGRADECIMENTOS Em primeiro lugar agradecemos a Deus por nos conceder o direito de vida,iluminar e guiar nossos passos. Aos nossos pais por sempre estarem no nosso lado apoiando, confortando,ensinando, incentivando, ajudando e levantando cada vez que caíssemos. Aos nossos amigos que estiveram conosco nas brigas, nas bagunças, nostrabalhos e em todos os momentos. A farmacêutica Rosana Matsumi Kagesawa Motta nosso carinhosoagradecimento pelo exemplo e dedicação a profissão, obrigada pela confiança,paciência, dedicação e orientação para elaboração deste trabalho e a nossaformação.
  6. 6. “É preciso se expor sem medo de dar vexame. Épreciso colocar o trabalho na rua. É preciso saberouvir um não e, depois de secar as lágrimas, seguirbatalhando. Arriscar é o nome do jogo. Muitosperdem, poucos ganham. Mas quem não tenta, nãotem ao menos o direito de reclamar”. Martha Medeiros.
  7. 7. RESUMOA Assistência Farmacêutica não está restrita à produção e distribuição demedicamentos, mas abrange um conjunto de procedimentos necessários àpromoção, prevenção e recuperação da saúde, individual e coletiva, centrado nomedicamento. Com esta concepção, a Assistência Farmacêutica engloba asatividades de pesquisa, produção, distribuição, armazenamento, prescrição edispensação, esta última entendida como o ato essencialmente de orientaçãoquanto ao uso adequado e farmacovigilância. O objetivo principal deste trabalho foiverificar as condições em que os medicamentos são armazenados e distribuídos emdrogarias e distribuidoras na cidade de Fernandópolis e região, pois é importante amanutenção da integridade dos fármacos até chegar ao paciente. Foramselecionadas 25 questões e enviadas para 25 drogarias e 15 distribuidoras. Após orecebimento das respostas dos estabelecimentos foi realizado as análise dos dadosdemonstrados através de gráficos. Alguns resultados precisam ser averiguados,como, drogarias da região não ter manual de Boas Práticas atualizados e escritos,além de, algumas distribuidoras não ter local adequado para produtos termolábeis eimunobiológicos. Os resultados de forma geral mostraram que é preciso estruturaçãodas ações de assistência farmacêutica dentro do serviço de drogaria ou distribuidorapara a promoção da saúde na sua totalidade, a fim de que se garanta a melhoria dautilização dos medicamentos com redução dos riscos de morbimortalidade.Palavras-Chaves: Armazenamento. Assistência Farmacêutica. Distribuidora.Drogaria. Medicamento.
  8. 8. ABSTRACTThe Pharmaceutical Assistance is not restricted to the production and distribution ofmedicines, but extends to a set of necessary procedures for promotion, preventionand recovery of health, individual and collective directed to the medicine. With thisconception, the Pharmaceutical Assistance includes the research, production,distribution and storage, prescribing and dispensing, and the last one is understoodas the essential act and guidance on the appropriate use and how to care of thepharmaceutical products. The main objective of this work was to check the conditionsunder which drugs are stored and distributed in drugstores and distributors in theFernandópolis and other cities around, because it is important to maintain theintegrity of the medicines to reach the patient. 25 questions were selected and sentto 25 drugstores and 15 distributors. After receive the answers we made an analysisof the information by graphs. Some results have to be investigated, as why somedrugstores have no Good Practices Manual updated and written, and somedistributors have no place for substances which can be distroyed in low temperatureand immunological products. The results showed that in general it is necessary tostructure the actions of pharmaceutical care within the service drugstore or distributorfor health promotion in its entirety, in order to ensure the best way for use themedicines with reduction of the morbimortality risks.Keywords: Storage. Pharmaceutical Care. Distributor. Drugstore. Medicine.
  9. 9. LISTA DE TABELASTabela 1: Sinais indicativos de possíveis alterações na estabilidade demedicamentos............................................................................................................28Tabela 2: Faixas de temperatura segundo a classificação farmacopéica...............30
  10. 10. LISTA DE FIGURASFigura 1: Ciclo da Assistência Farmacêutica........................................................... 18Figura 1a: Qual sua formação profissional?(Distribuidoras).................................... 35Figura 1b: Qual sua formação profissional?(Drogarias)......................................... 35Figura 2a: Qual o responsável pelo almoxarifado?(Distribuidoras)........................ 36Figura 2b: Qual o responsável pelo almoxarifado?(Drogarias).............................. 36Figura 3a: Qual o tipo de estocagem?(Distribuidoras)............................................. 37Figura 3b: Qual o tipo de estocagem? (Drogarias).................................................. 37Figura 4a: Há separação física, bem delimitada, entre o recebimento, expediçãoe a armazenagem geral?(Distribuidoras)................................................................. 38Figura 4b: Há separação física, bem delimitada, entre o recebimento, expediçãoe a armazenagem geral?(Drogarias)....................................................................... 38Figura 5a: O local apresenta-se em boas condições?(Distribuidoras).................... 39Figura 5b: O local apresenta-se em boas condições? (Drogarias).......................... 39Figura 6a: O local possui forro?(Distribuidoras)....................................................... 40Figura 6b: O local possui forro?(Drogarias)............................................................. 40Figura 7a: A iluminação é boa?(Distribuidoras)....................................................... 41Figura 7b: A iluminação é boa?(Drogarias)............................................................. 41Figura 8a: Existe proteção contra entrada de roedores?(Distribuidoras)................ 42Figura 8b: Existe proteção contra entrada de roedores?(Drogarias)....................... 42Figura 9a: Existe proteção contra entrada de aves?(Distribuidoras)....................... 43Figura 9b: Existe proteção contra entrada de aves?(Drogarias)............................. 43Figura 10a: Existem registros escritos do controle de temperatura e umidade?(Distribuidoras)......................................................................................................... 44Figura 10b: Existem registros escritos do controle de temperatura e umidade?(Drogarias)............................................................................................................... 44Figura 11a: Existem extintores de incêndio?(Distribuidoras)................................... 45Figura 11b: Existem extintores de incêndio? (Drogarias)........................................ 45Figura 12a: O local é completamente fechado? (Distribuidoras)............................. 46Figura 12b: O local é completamente fechado? (Drogarias)................................... 46Figura 13a: Existem “pallets” ou estantes suficientes para a operação deestocagem e movimentação dos estoques? (Distribuidoras).................................. 47
  11. 11. Figura 13b: Existem estantes suficientes para a operação de estocagem emovimentação dos estoques? (Drogarias).............................................................. 47Figura 14a: Existe local apropriado para a armazenagem de imunobiológicos?(Distribuidoras)......................................................................................................... 48Figura 14b: Existe local apropriado para a armazenagem de imunobiológicos?(Drogarias)............................................................................................................... 48Figura 15a: As câmaras frias têm termômetros para a medição de temperatura?(Distribuidoras)......................................................................................................... 49Figura 15b: As câmaras frias têm termômetros para a medição detemperatura? (Drogarias)......................................................................................... 49Figura 16a: Existe local apropriado para armazenagem de produtostermolábeis? (Distribuidoras)................................................................................... 50Figura 16b: Existe local apropriado para armazenagem de produtostermolábeis? (Drogarias)......................................................................................... 50Figura 17a: Existe local para guardar produtos controlados? (Distribuidoras).... 51Figura 17b: Existe local para guardar produtos controlados? (Drogarias)........... 51Figura 18a: Existem procedimentos por escrito para a expedição demedicamentos? (Distribuidoras)........................................................................... 52Figura 18b: Existem procedimentos por escrito para a expedição demedicamentos? (Drogarias).................................................................................. 52Figura 19a: Existem procedimentos escritos para o recebimento demedicamentos? (Distribuidoras)........................................................................... 53Figura 19b: Existem procedimentos escritos para o recebimento demedicamentos? (Drogarias)................................................................................... 53Figura 20a: Quando de sua chegada, os medicamentos são examinadosfisicamente para se certificar que estão íntegros e nas quantidades certas?(Distribuidoras)..................................................................................................... 54Figura 20b: Quando de sua chegada, os medicamentos são examinadosfisicamente para se certificar que estão íntegros e nas quantidades certas?(Drogarias).............................................................................................................. 54Figura 21a: Se houverem discordâncias quanto ás quantidades ou quanto àintegridade física dos medicamentos, qual o procedimento adotado?(Distribuidoras)....................................................................................................... 55
  12. 12. Figura 21b: Se houverem discordâncias quanto ás quantidades ou quanto àintegridade física dos medicamentos, qual o procedimento adotado?(Drogarias).............................................................................................................. 55Figura 22a: Na chegada, os medicamentos são examinados quanto ao númerodo lote e prazo de validade? (Distribuidoras)....................................................... 56Figura 22b: Na chegada, os medicamentos são examinados quanto aonúmero do lote e prazo de validade? (Drogarias).................................................. 56Figura 23a: Existem procedimentos escritos para as atividades relativas aoarmazenamento dos medicamentos? (Distribuidoras).......................................... 57Figura 23b: Existem procedimentos escritos para as atividades relativas aoarmazenamento dos medicamentos? (Drogarias)................................................ 57Figura 24a: Os medicamentos são estocados por lotes de produtos?(Distribuidoras)....................................................................................................... 58Figura 24b: Os medicamentos são estocados por lotes de produtos?(Drogarias).............................................................................................................. 58Figura 25a: O sistema de se despachar os lotes mais antigos em primeirolugar é seguido rigorosamente? (Distribuidoras).................................................. 59Figura 25b: O sistema de se despachar os lotes mais antigos em primeirolugar é seguido rigorosamente? (Drogarias)......................................................... 59
  13. 13. LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLASANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária.AF – Assistência Farmacêutica.CEME – Centro de Emergência.CFF – Conselho Federal de Farmácia.CPRFB – Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira.CRF – Conselho Regional de Farmácia.DOU – Diário Oficial da União.MS – Ministério da Saúde.RDC – Resolução da Diretoria Colegiada.SP – São Paulo.SVS – Secretaria da Vigilância Sanitária.
  14. 14. SUMÁRIOINTRODUÇÃO.........................................................................................................................................151. DESENVOLVIMENTO.........................................................................................................................171.1 ASPECTOS RELACIONADOS Á POLÍTICA DE MEDICAMENTOS NO BRASIL.............................171.1.1 Bases conceituadas da assistência farmacêutica.....................................................................171.1.2 O ciclo da assistência farmacêutica ..........................................................................................181.2 ARMAZENAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE MEDICAMENTOS CONFORME A LEGISLAÇÃO.......191.2.1 Leis de armazenamento e distribuição.......................................................................................211.2.2 Decretos de armazenamento e distribuição...............................................................................221.2.3 Portarias de armazenamento e distribuição...............................................................................221.2.4 Resoluções de armazenamento e distribuição..........................................................................231.3 ARMAZENAMENTO..........................................................................................................................261.3.1 Estabilidade de medicamentos ...................................................................................................271.3.2 Temperatura..................................................................................................................................301.3.3 Luminosidade ...............................................................................................................................301.3.4 Ventilação......................................................................................................................................311.3.5 Umidade.........................................................................................................................................311.4 DISTRIBUIÇÃO..................................................................................................................................312. OBJETIVOS.........................................................................................................................................332.1 OBJETIVO GERAL............................................................................................................................332.2 OBJETIVO ESPECÍFICO...................................................................................................................333. METODOS...........................................................................................................................................343.1 SELEÇÃO DA BIBLIOGRAFIA..........................................................................................................343.2 AMOSTRA POPULACIONAL............................................................................................................343.3 ELABORAÇÃO DA PESQUISA.........................................................................................................343.4 ANÁLISE DOS RESULTADOS..........................................................................................................344. RESULTADOS....................................................................................................................................355. DISCUSSÃO........................................................................................................................................606. CONSIDERAÇÕES FINAS..................................................................................................................61REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS........................................................................................................63APÊNDICE...............................................................................................................................................68
  15. 15. 15 INTRODUÇÃO A atuação do farmacêutico na área de distribuição e transporte érelativamente nova, pois foi efetivada apenas no início da década de 90 com acriação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, e consolidada no final dadécada de 90, com o surgimento de normas específicas em armazenagem etransporte, em especial a Portaria 802 de 1998. Desde então, ocorreram mudançasna legislação, criação da Resolução 365 de 2 de Outubro de 2001 pelo CFF(Conselho Federal de Farmácia) a regulamentação da profissão nessas áreas enova forma de tratamento dessas atividades como prestação de serviços de saúde,devido à natureza de seus produtos. Desta forma, salienta-se o necessário empenhopor parte de cada profissional envolvido na cadeia de Distribuição de ProdutosFarmacêuticos, tais como indústria, operadores logísticos, distribuidores,transportadores, drogarias, farmácias, hospitais e clínicas, de fazer cumprir asnormas e procedimentos estabelecidos nas legislações vigentes (BRASIL, 2009). A atividade de distribuição é considerada de relevância pública tantopelas questões de abastecimento do mercado como pelas características em queesses produtos chegam ao usuário final. A distribuição de medicamentos, insumosfarmacêuticos, produtos para a saúde (correlatos), saneantes e cosméticos, deve serfeita de forma a se garantir a qualidade, eficácia e segurança dos produtos oriundosde indústrias químicas e farmacêuticas (BRASIL, 2009). Os medicamentos são produtos diferenciados de suma importância para amelhoria ou manutenção da qualidade de vida da população. A preservação da suaqualidade deve ser garantida desde sua fabricação até a dispensação ao paciente.Desta forma, as condições de armazenamento, distribuição e transportedesempenham papel fundamental para a manutenção dos padrões de qualidade dosmedicamentos (YOKAICHIYA et al., 2003). Segundo Yokaichiya (2003) é imprescindível que o ciclo logístico daAssistência Farmacêutica (aquisição, programação, distribuição e dispensação)tenha a qualidade e a racionalidade necessárias, de modo a disponibilizarmedicamentos seguros e eficazes, no momento certo e nas quantidades adequadas. O armazenamento e a distribuição são etapas do ciclo de AssistênciaFarmacêutica que visam assegurar a qualidade dos medicamentos através de
  16. 16. 16condições adequadas de armazenamento e de um controle de estoque eficaz, bemcomo garantir a disponibilidade dos medicamentos em todos os locais deatendimento ao usuário (CONSENDEY, 2000). Para que isso ocorra espera-se que equipes treinadas e responsáveispelo armazenamento e distribuição comprometam-se com os processos decuidados. Onde devem assumir para si a co-responsabilidade na preparação dosprodutos de forma que as unidades usuárias os recebam, na medida do possível,prontos para o uso (MARIN et al., 2003). Este trabalho apresenta uma revisão e análise da AssistênciaFarmacêutica no transporte e armazenamento de medicamentos, como parteintegrante do sistema de obtenção a saúde, no qual a qualidade do uso demedicamentos está diretamente relacionada à qualidade do serviço de saúde. Paraque um serviço tenha boa qualidade, é necessário satisfazer os objetivos de obter omáximo benefício com pequeno risco para a saúde proporcionando bem estar aosusuários. Essa qualidade está relacionada ao grau de competência profissional,pela eficiência na utilização dos recursos, pela satisfação dos usuários e pelo efeitofavorável a saúde.
  17. 17. 171 DESENVOLVIMENTO1.1 ASPECTOS RELACIONADOS Á POLÍTICA DE MEDICAMENTOS NO BRASIL A Política Nacional de Medicamentos faz parte da Política Nacional deSaúde e é capaz de melhorar muito as condições de saúde e de assistência apopulação, pois visa a qualidade nos medicamentos e o acesso da população aeles. A política de medicamentos é de extrema importância para a saúde, e a criaçãodo Centro de Emergência (CEME) representou uma grande iniciativa de ação dogoverno na produção de medicamentos, concretizando metas do plano de governo(BRASIL, 2000b).1.1.1 Bases conceituadas da assistência farmacêutica O mercado farmacêutico brasileiro está entre os cinco maiores do mundo.Mais se for traçar o perfil dos consumidores deste mercado, pode-se perceber que aminoria da população e com renda superior a dez salários mínimos consomemquarenta e oito por cento destes medicamentos, e mais da metade da polução comrenda até quatro salários mínimos consomem somente dezesseis por cento dosmedicamentos, e o restante ficam com a população com a faixa intermediária dequatro a dez salários, através desses dados fica claro que o acesso não é realizadode forma igual entre a população, um dos fatores que levam a população procurar osserviços públicos é o aumento constante dos preços dos medicamentos, assim apopulação de baixa renda fica comprometida (MARIN et al., 2003). Segundo Marin et al., (2003) existe no Brasil hoje para definir assistênciafarmacêutica grupo de atividades relacionadas com o medicamento, com o intuito deapoiar ações de saúde, e este grupo engloba também o abastecimento dosmedicamentos e a conservação e controle de qualidade e segurança dosmedicamentos.
  18. 18. 181.1.2 O ciclo da assistência farmacêutica A assistência farmacêutica corresponde a um conjunto de atividades queenvolvem os medicamentos e tem como seu principal beneficiário o usuário, maspara que essa prática atinja seus objetivos com sucesso é fundamental que osmedicamentos tenham qualidade e segurança, o ciclo é um sistema constituído poretapas que são: seleção, programação, aquisição, armazenamento, distribuição eutilização, que são voltadas para a atenção a saúde, mais ela não dependeexclusivamente de medicamentos, e sim a outros fatores que também estãorelacionados, como a qualidade do meio ambiente, alimentação, moradia, entreoutros, e quando detectados qualquer que seja os sintomas, a atenção a saúde commedicamentos, são necessários, por este motivo o fácil acesso da população aosmedicamentos é fundamental (MARTINS; GALATO, 2008). A assistência farmacêutica, assim concebida, apresenta componentes com aspectos de natureza técnica, científica e operativa, integrando-os de acordo com a complexidade do serviço, necessidades e finalidades. Os componentes representam as estratégias e o conjunto de ações, que visam ao alcance de objetivos definidos. Sua inter-relação sistêmica está representa no seguinte ciclo: (MARIN et al., 2003 p. 130).Figura 1: Ciclo da Assistência FarmacêuticaFonte: Marin, 2003.
  19. 19. 191.2 ARMAZENAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE MEDICAMENTOS CONFORME ALEGISLAÇÃO VIGENTE Os produtos devem ser armazenados de forma ordenada, seguindo asespecificações do fabricante e sobre condições que garantam a manutenção de suaidentidade, integridade, eficácia, segurança e rastreabilidade, as instalações devempossuir superfícies internas (piso, paredes e tetos) lisas e impermeáveis eequipamentos de combate a incêndio. O ambiente destinado ao armazenamentodeve ter capacidade suficiente para assegurar o armazenamento ordenado dasdiversas categorias dos produtos, devem ser mantidos limpos, protegidos da açãodireta da luz solar, umidade e calor, de modo a preservar a integridade química,física e microbiológica, buscando a garantia da qualidade e integridade dos mesmos(BRASIL, 2009a). Os locais destinados ao armazenamento de medicamentos devem serprojetados, localizados, construídos, adaptados e mantidos de forma que suasoperações sejam adequadas, devem possuir iluminação, ar condicionado(temperatura e umidade) e ventilação onde essas devem ser verificadas,monitoradas e registradas as instalações devem ser projetadas e equipadas deforma a permitir a máxima proteção contra a entrada de insetos e outros animais(BRASIL, 2002b). As unidades que exercem a atividade de distribuição e armazenamentode medicamentos possuem a responsabilidade de garantir e controlar a qualidadedos mesmos quando este for realizado pela empresa. Possuindo a responsabilidadede: a) Elaborar os procedimentos operacionais padrões e assegurar quesejam implantados; b) Manter atualizado os dados de distribuição de forma que garanta arastreabilidade dos mesmos; c) Distribuir os medicamentos de acordo com procedimentos apropriados; d) Distribuir os lotes dos medicamentos obedecendo à regra: o primeiroque expira é o primeiro que sai; e) Manter registros de monitoramento ambiental (BRASIL, 2006).
  20. 20. 20 Empresas que exercem a atividade de armazenar e distribuirmedicamentos sujeitos a controle especial tais como Psicotrópicos e Entorpecentesdevem possuir Autorização Especial concedida pela Secretaria da VigilânciaSanitária do Ministério da Saúde. Também deverão manter nos estabelecimentospara efeito de fiscalização e controle, livros de escrituração como: a) Livro de Registro Específico – para indústria farmoquímica, laboratóriosfarmacêuticos, distribuidoras, drogarias e farmácias; b) Livro de Receituário Geral – para farmácias magistrais (BRASIL,1999). Os medicamentos e os insumos farmacêuticos deverão obrigatoriamenteser guardados sob chave ou outro dispositivo que ofereça segurança, em localexclusivo para este fim, sobre a responsabilidade do farmacêutico ou químicoresponsável, quando se tratar de indústria farmoquímica (BRASIL, 1999). As distribuidoras de medicamentos possuem a função de tentar combatera distribuição de medicamentos falsificados, adulterados ou roubados, devem serlegalmente registradas no país, não poderão aceitar medicamentos sem suasinformações e também devem garantir a permanência das informações de cadaproduto tais como: a) Nome do produto farmacêutico – nome genérico e comercial; b) Nome e endereço completo do fabricante/telefone do serviço deatendimento ao consumidor; c) Nome do responsável técnico, número de inscrição e sigla do ConselhoRegional de Farmácia; d) Número de registro no Ministério da Saúde conforme publicado emDiário Oficial da União, sendo necessários somente os nove primeiros números; e) Data de fabricação; f) Data de validade; g) Número de lote a que a unidade pertence; h) Composição dos produtos farmacêuticos; i) Peso, volume líquido ou quantidade de unidade, conforme o caso; j) Finalidade, uso e aplicação; k) Precauções, cuidados especiais (BRASIL, 1998b).
  21. 21. 21 O ato de expor a venda ou entregar ao consumidor produtos de interesseà saúde cujo prazo de validade tenha sido expirado, ou apor-lhes novas datas,depois de expirado o prazo, comercializar produtos biológicos, imunoterápicos eoutros que exijam cuidados especiais de conservação, preparação, expedição, outransporte, sem observância das condições necessárias a sua preservação éconsiderado pena – advertência, apreensão, inutilização, interdição, cancelamentodo registro, da licença e da autorização e/ou multa. (BRASIL, 1977a). Os produtos que exijam condições especiais de armazenamento eguarda, os veículos utilizados no seu transporte deverão ser dotados deequipamentos que possibilite acondicionamento e conservação capazes deassegurar suas condições de eficácia e pureza (BRASIL, 1976a). As áreas de armazenamento devem ter capacidade suficiente paraestocar vários tipos de produtos, devem ser projetadas de forma a assegurarcondições ideais de temperatura, umidade compatíveis com os produtos, as áreasde recebimento e expedição devem ser protegidas das variações climáticas eambientais de temperatura, medicamentos devolvidos e vencidos devem ter áreaespecificas. Devem ser armazenados afastados do piso e das paredes, comespaçamento apropriado para permitir a limpeza e inspeção (BRASIL, 2005c).1.2.1 Leis de armazenamento e distribuição Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976 Dispõem sobre a vigilância sanitária a que ficam sujeitos osmedicamentos, as drogas os insumos farmacêuticos, e correlatos, cosméticos,saneamentos e outros produtos e da outras providências (BRASIL, 1976a). Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977
  22. 22. 22 Configura infrações a legislação sanitária federal, estabelece as sançõesrespectivas, e da outras providencias (BRASIL, 1977b). Lei nº 11.903, de 14 de janeiro de 2009 Dispõe sobre o rastreamento da produção e do consumo demedicamentos por meio de tecnologia de captura, armazenamento e transmissãoeletrônica de dados (BRASIL, 1999c).1.2.2 Decretos de armazenamento e distribuição Decreto nº 79.094, de 05 de janeiro de 1977 Regulamenta a lei 6.360, de 26 de setembro de 1976, que submete asistema de vigilância sanitária os medicamentos, insumos farmacêuticos, drogas,correlatos, cosméticos, produtos de higiene, saneantes e outros (BRASIL,1977a). Decreto nº 3.961, de 10 de outubro de 2001 Altera o decreto nº 79.094, de 05 de janeiro de 1977, que regulamenta alei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976 (BRASIL, 2001a).1.2.3 Portarias de armazenamento e distribuição Portaria SVS/MS nº 344, 12 de maio de 1998 Aprova o regulamento técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitosa controle especial (BRASIL, 1998a).
  23. 23. 23 Portaria ANVISA/MS nº 802, de 08 de outubro de 1998 Considerando a necessidade de garantir maior controle sanitário naprodução distribuição, e que todo seguimento envolvido na produção, distribuição,transporte e armazenagem de medicamentos é responsável solidário pelaidentidade, eficácia, qualidade, e segurança dos produtos farmacêuticos (BRASIL,1998b). Portaria SVS/MS nº 6, de 29 de janeiro de 1999 Aprova a instrução normativa da portaria SVS/MS nº 344 de 12 de maiode 1998, que institui o regulamento técnico das substâncias e medicamentossujeitos a controle especial (BRASIL, 1999).1.2.4 Resoluções de armazenamento e distribuição Resolução RDC ANVISA/MS nº 59, de 27 de junho de 2000 A diretoria colegiada da agencia nacional de vigilância sanitária, no usoda atribuição que lhe confere o artigo 11, inciso IV, do regulamento da ANVISAaprovado pelo decreto 3.029, de 16 de abril de 1999, em reunião realizada em 20 dejunho de 2000 (BRASIL, 2000a). Resolução RDC ANVISA nº 320, 22 de novembro de 2002 Considerando a necessidade de garantir o sistema de controle efiscalização em toda a cadeia dos produtos farmacêuticos, e a necessidade deacompanhar e monitorar nas distribuidoras, o cumprimento das normas sanitáriaspara a distribuição de medicamentos, com vistas à detecção de medicamentos
  24. 24. 24 irregulares, os falsificados e os provenientes de cargas roubadasassegurando as ações preventivas do sistema de controle e fiscalização (BRASIL,2002a). Resolução RDC ANVISA/MS nº 346, de 16 de dezembro de 2002 Considerando a necessidade de estabelecer as diretrizes técnicas paraconcessão, renovação, alteração e cancelamento de autorização de funcionamentoou de autorização especial de funcionamento de empresas que prestem serviços dearmazenagem de mercadorias sob vigilância sanitária em terminais aquaviários,portos organizados, aeroportos, postos de fronteira e recintos alfandegados, econsiderando a necessidade de estabelecer as diretrizes técnicas para as boaspráticas de armazenagem a serem cumpridas pelas empresas que prestem serviçosde armazenagem de mercadorias sob vigilância sanitária em estabelecimentosinstalados em terminais aquaviários, portos organizados, aeroportos, postos defronteira e recintos alfandegados (BRASIL, 2002b). Resolução RDC ANVISA/MS nº 210, 04 de agosto de 2003 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no usoda atribuição que lhe confere o art. 11, inciso IV, do Regulamento da ANVISA,aprovado pelo Decreto nº 3.029, de 16 de abril de 1999, c/c o art. 111, inciso I,alínea “b”, § 1º do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agostode 2000, republicada em 22 de dezembro de 2000, em reunião realizada em 30 dejulho de 2003 (BRASIL, 2003). Resolução RDC ANVISA/MS nº 55, 17 de março de 2005 A diretoria colegiada da agencia nacional de vigilância sanitária, no usode sua atribuição que lhe confere o art. 11, inciso IV, do regulamento da ANVISA
  25. 25. 25 aprovado pelo DECRETO nº 3.029, de 16 de abril de 1999, c/c o art. 111,inciso I, alínea “b”, § 1º, do regimento interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25de agosto de 2000, republicada no DOU de 22 de dezembro de 2000, em reuniãorealizada dia 10 de fevereiro de 2005 (BRASIL, 2005c). Resolução RDC ANVISA/MS nº 176, 07 de junho de 2005 Considerando a necessidade e controle sanitário na fabricação,importação exportação, fracionamento, armazenamento, expedição, embalagem,distribuição e transporte dos insumos farmacêuticos, art. 1º , fica estabelecida aobrigatoriedade do recadastramento e prestação de informações atualizadas porparte das empresas estabelecidas ou com representantes no país, que exerçam asatividades (BRASIL, 2005a). Resolução RDC ANVISA/MS nº 249, 13 de setembro de 2005 Considerando a necessidade de atualizar as boas práticas de fabricaçãode produto intermediário e insumo farmacêutico, e considerando a necessidade depadronizar as ações de vigilância sanitária (BRASIL, 2005b). Resolução RDC ANVISA nº 204, de 14 de novembro de 2006n - DOU, de16 de novembro de 2006 A diretoria colegiada da agencia nacional da vigilância sanitária, no usoda atribuição que lhe confere o inciso IV do art. 11 do regulamento aprovado peloDECRETO nº 3.029, de 16 de abril de 1999, e tendo em vista o disposto o inciso II, enos §§ 1º e 3º do art. 54 do nº 354 da ANVISA, de 11 de agosto de 2006,republicada no DOU de 21 de agosto de 2006, em reunião realizada em 06 denovembro de 2006 (BRASIL, 2006).
  26. 26. 26 Resolução RDC ANVISA nº 44, de 17 de agosto de 2009 Dispõem sobre boas práticas farmacêuticas para o controle sanitário dofuncionamento, da dispensação e da comercialização de produtos e da prestação deserviços farmacêuticos em farmácias e drogarias e dá outras providencias (BRASIL,2009a).1.3 ARMAZENAMENTO O armazenamento é um conjunto de procedimentos técnicos eadministrativos que tem como objetivo assegurar a qualidade dos medicamentos pormeio de condições adequadas de estocagem e guarda, de conservação e decontrole eficaz de estoque. Quando encontrado de maneira inadequada, podeocasionar danos perigosos, dos mais variados tipos. Tem como principal finalidadeassegurar a qualidade dos medicamentos, dependendo do tipo do produto e tambémda maneira como eles são armazenados, podem gerar simples prejuízos financeiros,ou até mesmo levar a danos mais graves como a intoxicação de usuários. Oarmazenamento garante a disponibilidade dos medicamentos em todos locais defornecimento e atendimento ao usuário (BRASIL, 2004). Um sistema falho de armazenamento proporciona um índice de danoscomo utilização de medicamentos vencidos ou estragados. Os sistemas maismodernos se comprometem mais com o processo de cuidado, estes que vão desdea preparação dos produtos, de forma que os usuários o recebam já pronto para uso,e devidamente rotulado (BRASIL, 2004). O almoxarifado é responsável na parte de estocagem dos medicamentoscom cuidados necessários para garantir a preservação desses medicamentos, dessaforma torna-se corresponsável pela estocagem em suas unidades, provendo umbom trabalho supervisionado e garantindo uma melhor qualidade dessemedicamento até o paciente (MARIN et al., 2003).
  27. 27. 271.3.1 Estabilidade de medicamentos Todos os materiais com o passar do tempo sofrem alterações. Sãovariáveis que podem ser refletidas ou não. O que leva á perda total ou parcial de suaatividade, ou podem formar outros produtos, cuja toxicidade pode ser mais elevadado que a do produto original (BRASIL, 2001b). Estabilidade é o período pelo qual os medicamentos mantém suascaracterísticas físicas, químicas e farmacológicas, dentro dos limites estabelecidos,desde o processo de fabricação até o período de vida útil (BRASIL, 2001b). A estabilidade, segundo Defilippe (1985) pode ser classificada em: Física - As características físicas são propriedades originais, tais como aparência, cor, sabor, odor, pH, viscosidade, dureza, uniformidade, etc. Indicando que os medicamentos não sofreram nenhum tipo de alterações, durante seu período de armazenamento, que impliquem em mudança das características físicas tornando-as praticamente inalteradas. Química - Cada integrante ativo deverá reter sua integridade e sua potencia declarada no rótulo, sendo esta a capacidade da forma farmacêutica em manter a identidade molecular do fármaco dentro dos limites especificados. Microbiológica - A resistência ao crescimento de microorganismos permanece dentro de limites estabelecidos, e os agentes antimicrobianos mantêm sua eficácia dentro dos limites especificados. Terapêutica - Essa atividade deve-se permanecer inalterada. Toxicológica - Não se deve ocorrer aumento significativo de toxicidade dos medicamentos.
  28. 28. 28Tabela 1 Sinais indicativos de possíveis alterações na estabilidade demedicamentos. FORMAS FARMACÊUTICAS ALTERAÇÕES VISÍVEIS Quantidade excessiva de pó Quebras, lascas, rachaduras na superfície Comprimidos Manchas, descoloração, aderência entre os comprimidos ou formação de depósitos de cristais sobre o produto Drágeas Fissuras, rachaduras, manchas na superfície Mudança na consistência ou aparência Cápsulas (amolecimento ou endurecimento) Presença de aglomerados Pós e grânulos Mudança na cor ou endurecimento Pós efervescentes Crescimento da massa e pressão grossa Diminuição do volume por perda de água Mudança na consistência Cremes e pomadas Presença de líquido ao apertar a bisnaga Formação de grânulos, grumos e textura arenosa Separação de fases Supositórios Amolecimento, enrugamento ou manchas de óleo Precipitação Soluções / xaropes / elixires Formação de gases Turbidez, presença de partículas, vazamento, Soluções injetáveis formação de cristais e mudança na coloração Quebra da emulsão, mudança na coloração e noEmulsões odor Precipitação, presença de partículas, grumos, Suspensões cheiro forte, mudança na coloração, entumecimento e liberação de gases. Mudanças de coloração, turbidez e formação de Tinturas / extratos gasesFonte: Defilippe,1985.
  29. 29. 29 Segundo Moura (1989) a estabilidade do medicamento, é de fundamentalimportância para que seu efeito terapêutico seja mantido. Existem fatores intrínsecose extrínsecos que afetam a estabilidade dos medicamentos e sua ação natural: Fatores intrínsecos – Estão relacionados ao processo de fabricação domedicamento: • Procedimento; • Métodos; • Técnicas; • Equipamentos; • Envase; • Embalagem; • Princípios ativos; • Princípios inativos (conservantes, corantes, aromatizantes); • Interações entre fármacos e solventes adjuvantes; • pH do meio; • Tamanho das partículas; • Alterações nos aspectos físicos (precipitação, presença de gases,uniformidade da dose, recipiente, grau de pureza); • Incompatibilidades. Fatores extrínsecos - Fatores ambientais, ligados as condições detransporte e estocagem: • Ligados a temperatura; • Luminosidade; • Ar (oxigênio, gás carbônico,...); • Umidade.
  30. 30. 301.3.2 Temperatura As condições ambientais são as mais responsáveis pela alteração datemperatura e deterioração dos medicamentos. Para um controle mais adequadodesta temperatura é fundamental o uso de termômetros nas áreas de estocagem, ecom um acompanhamento de registros diários em mapas de controle, e também,gráficos que possa informar possíveis anormalidades para que estas sejamcorrigidas (NUNES; SILVA, 2001). Os medicamentos sempre deverão estar armazenados em locaisventilados e com a temperatura ambiente de 25° as temperaturas elevadas são C,contra-indicadas para os medicamentos, pois pode acelerar a indução de reaçãoquímica e biológica (NUNES; SILVA, 2001).Tabela 2 Faixas de temperatura segundo a classificação farmacopéica.Temperatura para conservação de medicamentosFria ou refrigerada 2-8°CFresca 8-15°CAmbiente 15-30°CQuente Acima de 30°CFonte: Farmacopéia Brasileira.4ed.São Paulo:Atheneu, 19881.3.3 Luminosidade De acordo com Nunes, Silva (2001) se a intensidade da luminosidadesobre os medicamentos for muito forte, principalmente os raios solares, isso podeacarretar um elevado índice de aceleramento das reações químicas, e com issoalterando sua estabilidade, os efeitos ocorridos pela forte luminosidade nãodependem somente da intensidade da luz, mais também do tempo de exposição, sehouver a preocupação na estocagem dos medicamentos, embalando-os de formaadequada em papel alumínio, os problemas da estocagem podem ser amenizados,
  31. 31. 31por isso há uma preocupação maior na aquisição onde se deve especificarcorretamente, para que haja embalagens adequadas.1.3.4 Ventilação Segundo Nunes; Silva (2001) a ventilação é fundamental para manter oequilíbrio da temperatura em todos os pontos do ambiente, a circulação interna do ardeve ser mantida para uma melhor conservação dos medicamentos.1.3.5 Umidade Dependendo do grau de umidade isso pode afetar o nível de estabilidadedesencadeando possíveis reações químicas, biológicas e até mesmo físicas, quandoos medicamentos são armazenados em ambientes úmidos eles podem sofreralgumas alterações tanto na consistência como em seu odor ou sabor, por isso arecomendação de nunca deixar medicamentos próximos a paredes, teto ou chão,pois produtos que são sensíveis a umidades devem ser preservados e conservadosem frascos fechados. O grau de umidade dos medicamentos não deve passar de70%, e sua medição é feita por meio de higrômetros, a umidade relativa é calculadaentre a temperatura seca e a temperatura úmida (NUNES; SILVA, 2001).1.4 DISTRIBUIÇÃO O processo de distribuição tem início a partir de qualquer solicitação demedicamentos com o intuito de suprir necessidades por um tempo determinado, eessas atividades de transporte vão desde o fornecimento da matéria-prima até asaída do produto acabado da fábrica. O processo de distribuição de medicamentoscorretos deve ser realizado em um tempo eficaz, para que atrasos sejam evitados e
  32. 32. 32se cumpra todo o cronograma previsto, e para que os produtos cheguem emsegurança sem nenhum dano e nas quantidade corretas, por isso o cuidado naescolha do transporte é de extrema importância, pois os produtos tem que serentregues ao destinatário em segurança levando em consideração a rota que irápercorrer, distância etc. Toda entrega deve ser monitorada, deve-se saber sempredados referentes à posição dos produtos em estoques, ou seja, produtos recebidose distribuídos, quantidade máxima e mínima em estoque, quantidades de produtosadquiridos, todo esse procedimento é fundamental para um bom gerenciamento.Sendo assim o processo de distribuição deve satisfazer as necessidades dosclientes, entregando ao consumidor final um produto de forma segura e que garantaa qualidade, a segurança e as mesmas características com que foram produzidos(BRASIL, 2009).
  33. 33. 332 OBJETIVOS2.1 OBJETIVO GERAL O Objetivo desse trabalho foi verificar as condições em que osmedicamentos eram armazenados e distribuídos em drogarias e distribuidoras nacidade de Fernandópolis e região. Para fazer uma análise estudamos as leis queregulamentam esses procedimentos e também manuais de órgãos vigentes, com oobjetivo de confrontar os resultados obtidos com as leis responsáveis pelosprocedimentos.2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Este trabalho tem como objetivos específicos apresentar a realidade decomo são armazenados e distribuídos os medicamentos em drogarias edistribuidoras. Através da: a) A aplicação da assistência farmacêutica baseada na armazenagem edistribuição; b) O papel do farmacêutico no armazenamento e na distribuição dosmedicamentos; c) A maneira como os medicamentos são distribuídos.
  34. 34. 343 MÉTODOS3.1 SELEÇÃO DA BIBLIOGRAFIA O presente trabalho teve como método inicial a revisão bibliográfica compesquisas em livros, artigos científicos e sites relacionados (Scielo, Google Scholar).3.2 AMOSTRA POPULACIONAL A pesquisa foi realizada em 25 drogarias e 15 distribuidoras dosmunicípios de Fernandópolis e região.3.3 ELABORAÇÃO DA PESQUISA Foi elaborado um questionário com 25 questões relacionadas à diversasáreas da empresa e enviado aos responsáveis técnicos das drogarias edistribuidoras em análise.3.4 ANÁLISE DOS RESULTADOS Após recebimento das respostas foi realizada uma análise e após umatriagem, as demonstrações gráficas.
  35. 35. 354 RESULTADOS Pesquisa sobre Armazenamento de medicamentos em Drogarias eDistribuidoras. Figura 1a: Qual sua formação profissional? (Distribuidoras) Farmacêutico Outras formações 18% 82% Foram pesquisadas 15 distribuidoras, onde 82% apresentaram formaçãofarmacêutica e 18% possuem outras formações. Figura1b: Qual sua formação profissional? (Drogarias) Farmacêutico Outras formações 6% 94% Das 25 drogarias pesquisadas 94% são farmacêuticos e 6% possuemoutras formações.
  36. 36. 36 Figura 2ª: Quem é o responsável pelo almoxarifado? (Distribuidoras) Farmacêutico Proprietário 0% 100% As 15 distribuidoras entrevistadas 100% alegam ser o farmacêutico oresponsável pelo almoxarifado. Figura 2b: Quem é o responsável pelo almoxarifado? (Drogarias) Farmacêutico Proprietário 18% 82% Das 25 drogarias entrevistadas 82% alegam que o responsável peloalmoxarifado é o farmacêutico e 18% o proprietário.
  37. 37. 37 Figura 3a: Qual o tipo de estocagem? (Distribuidoras) Horizontal Vertical (porta paletas) 50% 50% Das 15 distribuidoras entrevistadas 50% possuem estocagem em formahorizontal e 50% possuem em forma vertical. Figura 3b: Qual o tipo de estocagem? (Drogarias) Horizontal Vertical (porta paletas) 44% 56% Das 25 drogarias 56% realizam o método horizontal para a estocagem e44% o vertical (por paletas).
  38. 38. 38 Figura 4a: Há separação física, bem delimitada, entre orecebimento, expedição e armazenagem geral? (Distribuidoras) Sim Não 0% 100% Das 15 distribuidoras pesquisadas 100% alegam possuir separação físicabem delimitada entre o recebimento, expedição e armazenagem. Figura 4b: Há separação física, bem delimitada, entre o recebimento,expedição e armazenagem geral? (Drogarias) Sim Não 6% 94% Das 25 drogarias entrevistadas 94% alegam possuir separação física bemdelimitada entre o recebimento, expedição e armazenagem e 6% não.
  39. 39. 39 Figura 5a: O local apresenta-se em boas condições? (Distribuidoras) Sim Não 0% 100% Das 15 distribuidoras entrevistadas 100% alegam que possuem boascondições de armazenamento. Figura 5b: O local apresenta-se em boas condições? (Drogarias) Sim Não 6% 94% Das 25 drogarias entrevistadas 94% apresentam boas condições dearmazenamento e 6% não apresentam.
  40. 40. 40 Figura 6a: O local possui forro? (Distribuidoras) Sim Não 30% 70% Das 15 distribuidoras 30% responderam que não tem forro na empresa e70% responderam sim. Figura 6b: O local possui forro? (Drogarias) Sim Não 0% 100% Das 25 drogarias 100% afirmaram que possuem forros nas instalações daempresa.
  41. 41. 41Figura 7a: A iluminação é boa? (Distribuidoras) Sim Não 0% 100% Das 15 distribuidoras 100% apresentam iluminação adequada.Figura 7b: A iluminação é boa? (Drogarias) Sim Não 0% 100% Das 25 drogarias 100% afirmam ter iluminação boa no estabelecimento.
  42. 42. 42 Figura 8a: Existe proteção contra entrada de roedores? (Distribuidoras) Sim Não 0% 100% De acordo com as respostas das 15 distribuidoras, 100% possuemproteção contra a entrada de roedores. Figura 8b: Existe proteção contra entrada de roedores? (Drogarias) Sim Não 13% 87% Nota-se que apenas 87% das drogarias tem proteção contra roedoressendo que 13% não estão protegidas, lembrando que foram questionadas 25estabelecimentos.
  43. 43. 43 Figura 9a: Existe proteção contra entrada de aves? (Distribuidoras) Sim Não 0% 100% Do total das 15 distribuidoras, 100% possuem proteção contra entrada deaves. Figura 9b: Existe proteção contra entrada de aves? (Drogarias) Sim Não 25% 75% Das 25 drogarias apenas 25% não possuem proteção contra entrada deaves sendo que 75% tem proteção contra entrada de aves.
  44. 44. 44 Figura 10a: Existem registros escritos do controle de temperatura eumidade? (Distribuidoras) Sim Não 30% 70% Das 15 distribuidoras 70% afirmam existir registros escritos do controle detemperatura e umidade, 30% não seguem esse procedimento. Figura 10b: Existem registros escritos do controle de temperatura eumidade? (Drogarias) Sim Não 25% 75% Das 25 drogarias apenas 25% mantém controle de temperatura eumidade, as 75% restantes responderam negativamente.
  45. 45. 45 Figura 11a: Existem extintores de incêndio? (Distribuidoras) Sim Não 0% 100%Das 15 distribuidoras, 100% possuem extintores de incêndio. Figura 11b: Existem extintores de incêndio? Figura 11b: Existem extintores de incêndio? (Drogarias) Sim Não 0% 100%Das 25 drogarias, 100% possuem extintores de incêndio.
  46. 46. 46 Figura 12a: o local é completamente fechado? (Distribuidoras) Sim Não 22% 78% Das 15 distribuidoras questionadas 78% alegam ter o espaçocompletamente fechado ao contrário das 22% restantes. Figura12b: O local é completamente fechado? (Drogarias) Sim Não 0% 100% Das 25 drogarias 100% afirmam ter o espaço completamente fechado.
  47. 47. 47 Figura 13a: Existem “pallets” suficientes para a operação deestocagem e movimentação? (Distribuidoras) Sim Não 0% 100% Das 15 distribuidoras, 100% possuem “pallets” suficientes paraestocagem e movimentação dos produtos em estoque. Figura 13b: Existem estantes suficientes para a operação deestocagem e movimentação? (Drogarias) Sim Não 25% 75% Das 25 drogarias, 75% possuem estantes suficientes para estocagem emovimentação dos estoques, ao contrário das 25% restantes.
  48. 48. 48 Figura 14a: Existe local apropriado para a armazenagem deimunobiológicos? (Distribuidoras) Sim Não 50% 50% Das 15 distribuidoras 50% afirmaram existir local apropriado paraarmazenagem de imunobiológicos, e 50% não possuem. Figura 14b: Existe local apropriado para a armazenagem deimunobiológicos? (Drogarias) Sim Não 31% 69% Das 25 drogarias, 69% não têm local para armazenar imunobiológicos e31% afirmaram possuir local adequado.
  49. 49. 49 Figura 15a: As câmeras frias têm termômetro para a medição detemperatura? (Distribuidoras) Sim Não 30% 70% Das 15 distribuidoras 70% afirmam que as câmaras frias têm termômetropara a temperatura e 30% não. Figura 15b: As câmeras frias têm termômetro para a medição detemperatura? (Drogarias) Sim Não 31% 69% Das 25 drogarias, 69% não têm termômetro em câmara fria e 31%afirmaram que sim.
  50. 50. 50 Figura 16a: Existe local apropriado para armazenagem de produtostermolábeis? (Distribuidoras) Sim Não 22% 78% Das 15 distribuidoras, 78% têm local apropriado para armazenamento deprodutos termolábeis e 22% não. Figura 16b: Existe local apropriado para armazenagem de produtostermolábeis? (Drogarias) Sim Não 50% 50% Das 25 drogarias 50% possuem local apropriado para produtostermolábeis e 50% não têm.
  51. 51. 51 Figura 17a: Existe local para guardar produtos controlados? (Distribuidoras) Sim Não 30% 70% Das 15 distribuidoras 70% afirmam ter um local específico para osmedicamentos controlados e 30 % não possuem. Figura 17b: Existe local para guardar produtos controlados? (Drogarias) Sim Não 0% 100% Das 25 drogarias, 100% possuem local para guardar medicamentoscontrolados.
  52. 52. 52 Figura 18a: Existem procedimentos por escrito para a expedição demedicamentos? (Distribuidoras) Sim Não 0% 100% Das 15 distribuidoras 100% possuem o procedimento de expedição demedicamentos por escrito. Figura 18b: Existem procedimentos por escrito para a expedição demedicamentos? (Drogarias) Sim Não 50% 50% Das 25 drogarias 50% possuem os procedimentos de expedição demedicamentos e 50% não têm.
  53. 53. 53 Figura 19a: Existem procedimentos escritos para o recebimento demedicamentos? (Distribuidoras) Sim Não 0% 100% Das 15 distribuidoras 100% têm procedimentos escritos para recebimentodos medicamentos. Figura 19b: Existem procedimentos escritos para o recebimento demedicamentos? (Drogarias) Sim Não 44% 56% Das 25 drogarias 56% não possuem os procedimentos de recebimento demedicamentos por escrito e 44% afirmam que sim.
  54. 54. 54 Figura 20a: Na chegada, os medicamentos são examinadosfisicamente para se certificar que estão íntegros e nas quantidades certas? (Distribuidoras) Sim Não 0% 100% Das 15 distribuidoras 100% conferem a integridade e quantidade dosmedicamentos. Figura 20b: Na chegada, os medicamentos são examinadosfisicamente para se certificar que estão íntegros e nas quantidades certas? (Drogarias) Sim Não 0% 100% Das 25 drogarias 100% conferem a integridade e quantidade dosmedicamentos.
  55. 55. 55 Figura 21a: Se houverem discordâncias quanto às quantidades ouquanto à integridade física dos medicamentos, qual o procedimento adotado? (Distribuidoras) Não recebem Recebem e ficam em quarentena 25% 75% Das 15 distribuidoras 75% não recebem a mercadoria se não estivercompatível com o pedido ou alterações na integridade do medicamento e 25%recebem, porém ficam em quarentena até resolver o problema com o fornecedor. Figura 21b: Se houverem discordâncias quanto às quantidades ouquanto à integridade física dos medicamentos, qual o procedimento adotado? (Drogarias) Não recebem Recebem e ficam em quarentena 19% 81% Das 25 drogarias 81% não recebem a mercadoria que contém alteraçõesna integridade física dos medicamentos ou está incompatível com o pedido e 19%recebem, porém mantém em quarentena até resolver o problema.
  56. 56. 56 Figura 22a: Na chegada, os medicamentos são examinados quantoao número do lote e ao prazo de validade? (Distribuidoras) Sim Não 0% 100% Das 15 distribuidoras 100% conferem o lote e a validade dosmedicamentos adquiridos. Figura 22b: Na chegada, os medicamentos são examinados quantoao número do lote e ao prazo de validade? (Drogarias) Sim Não 0% 100% Das 25 drogarias, 100% conferem o lote e o prazo de validade dosmedicamento s.
  57. 57. 57 Figura 23a: Existem procedimentos escritos para as atividadesrelativas ao armazenamento dos medicamentos? (Distribuidoras) Sim Não 0% 100% Das 15 distribuidoras 100%, têm procedimentos escritos para atividadesde armazenamento dos medicamentos. Figura 23b: Existem procedimentos escritos para as atividadesrelativas ao armazenamento dos medicamentos? (Drogarias) Sim Não 25% 75% Das 25 drogarias, 75% não possuem procedimentos escritos paraatividade de armazenamento de medicamentos e 25% afirmaram possuir.
  58. 58. 58 Figura 24a: Os medicamentos são estocados por lotes de produtos? (Distribuidoras) Sim Não 20% 80% Das 15 distribuidoras, 80% estocam os medicamentos por lotes e 20%não utilizam desse tipo de estoque. Figura 24b: Os medicamentos são estocados por lotes de produtos? (Drogarias) Sim Não 25% 75% Das 25 drogarias 75% não estocam os produtos por lotes e 25% seguemesse procedimento.
  59. 59. 59 Figura 25a: O sistema de se despachar os lotes mais antigos emprimeiro lugar é seguido rigorosamente? (Distribuidoras) Sim Não 10% 90% Das 15 distribuidoras 90% seguem rigorosamente o método de despacharos lotes antigos primeiramente e 10% não. Figura 25b: O sistema de se despachar os lotes mais antigos emprimeiro lugar é seguido rigorosamente? (Drogarias) Sim Não 6% 94% Das 25 drogarias 94% seguem rigorosamente o sistema de despachar oslotes mais antigos em primeiro lugar e 6% não.
  60. 60. 605 DISCUSSÃO O almoxarifado deve ser de responsabilidade do profissionalfarmacêutico, pois este tem condições de armazenar produtos de maneira adequadaidentificando possíveis danificações. É importante sua função neste setor parasegurança e proteção do almoxarifado, identificamos que algumas drogarias mantêmo proprietário como responsável, podendo trazer complicações futuras noacondicionamento dos produtos. Quanto à estrutura física, algumas drogarias não têm espaço bemdelimitado para recebimento, expedição e armazenamento. Além disso, várias nãopossuem proteção contra aves e roedores, normas estas que deveriam serfiscalizadas. Umas das questões mais importantes é o controle de temperatura eumidade que muitas drogarias e distribuidoras não realizam, fator que pode provocaralterações na composição dos medicamentos ocasionando danos à saúde dopaciente. É importante que as drogarias e distribuidoras tenham locais apropriadospara armazenamento de termolábeis e imunobiológicos e cumpram as normascorretas de armazenamento, porém identifica-se que a maioria não possui. Os medicamentos controlados nas distribuidoras devem estar em localseparado e sob cuidado do farmacêutico responsável, porém notamos que algumasnão estão cumprindo essas regras básicas. Algumas drogarias não têm o Manual de Boas Práticas exigido por lei,este é um problema que precisa ser resolvido com fiscalizações apropriadas.
  61. 61. 615 CONSIDERAÇÕES FINAIS Assistência Farmacêutica é um conjunto de ações voltada à promoção,proteção e recuperação da saúde, tanto individual como coletiva, tendo omedicamento como insumo essencial e visando ao acesso e ao seu uso racional.Este conjunto envolve a pesquisa, o desenvolvimento e a produção demedicamentos e insumos, bem como a sua seleção, programação, aquisição,distribuição, dispensação, garantia da qualidade dos produtos e serviços,acompanhamento e avaliação de sua utilização, na perspectiva da obtenção deresultados concretos e da melhoria da qualidade de vida da população (BRASIL,2004). O armazenamento e a distribuição de medicamentos são uma das etapasdo Ciclo de Assistência Farmacêutica, onde a finalidade principal é garantir aqualidade dos fármacos através de um acondicionamento adequado promovido peloprofissional farmacêutico. O principal propósito deste estudo foi verificar as condições dearmazenamento e distribuição dos medicamentos nas drogarias e distribuidoras deFernandópolis e região. Nota-se em alguns gráficos, dados que em longo prazopoderão tornar-se estatísticas problemáticas para as empresas em questão, como afalta de registros de temperatura em 30% das distribuidoras e 75% das drogarias, jáque este é um fator extrínseco responsável por alterações nos medicamentos. Outro aspecto evidente na pesquisa e análise dos dados foi identificada é69% das drogarias não armazenam os imunobiológicos em local apropriado, equanto aos termolábeis 50% das drogarias e 22% das distribuidoras estocam essesprodutos em locais inadequados. Identificamos em um dos gráficos que 30% das distribuidoras não estãocumprindo as normas vigentes em lei que os controlados devem estar em localespecífico e adequadas. Verificamos que várias drogarias não possuem o manual de Boas Práticaspor escrito, com os procedimentos anotados desde a chegada do medicamento atésua dispensação constituindo uma infração, pois a legislação nos fala que todos osestabelecimentos devem possuir por escrito todos os procedimentos realizadospelos funcionários diariamente.
  62. 62. 62 A atuação farmacêutica deve estar orientada para a educação em saúde,orientação farmacêutica, dispensação, atendimento e acompanhamentofarmacêutico, registro sistemático das atividades, mensuração e avaliação dosresultados. Faz-se necessário atentar para a qualificação do farmacêutico queprecisa ser direcionada para esses aspectos, o que hoje é pouco priorizado, alémdisso, é preciso a conscientização do proprietário para que juntamente com oprofissional de saúde realize todos os procedimentos adequados para que osmedicamentos cheguem de forma correta ao cliente final. Assim, a estruturação das ações de assistência farmacêutica dentro doserviço de drogaria ou distribuidora constitui uma abordagem imprescindível para apromoção da saúde, a fim de que se garanta a melhoria da utilização dosmedicamentos, com redução dos riscos de morbimortalidade.
  63. 63. 63 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASBRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Decreto n° 3.961, de 10 deOutubro de 2001a. Altera o decreto nº 79.094, de 05 de janeiro de 1977, queregulamenta a lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976. Brasília: ANVISA, 2001.Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br/legis/decretos/3961_01.htm >. Acesso em:10 ago. 2011.BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Decerto n° 79.094, de 05 deJaneiro de 1977a. Regulamenta a lei 6.360, de 26 de setembro de 1976, quesubmete a sistema de vigilância sanitária os medicamentos, insumos farmacêuticos,drogas, correlatos, cosméticos, produtos de higiene, saneantes e outros. Brasília:ANVISA, 1977. Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br/legis/consolidada/decreto_79094_77.pdf>. Acesso em: 10ago. 2011.BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Lei n° 6360, de 23 de Setembrode 1976a. Dispõem sobre a vigilância sanitária a que ficam sujeitos osmedicamentos, as drogas os insumos farmacêuticos, e correlatos, cosméticos,saneamentos e outros produtos e da outras providências. Brasília: ANVISA, 1976.Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br/legis/consolidada/lei_6360_76.pdf>.Acesso em: 10 ago. 2011.BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Lei n° 6437, de 20 de Agosto de1977b. Configura infrações a legislação sanitária federal, estabelece as sançõesrespectivas, e da outras providencias. Brasília: ANVISA, 1977. Disponível em:<http://www.anvisa.gov.br/legis/consolidada/lei_6437_77.pdf>. Acesso em: 10 ago.2011.BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Lei n° 11.903, de 14 de Janeirode 2009c. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11903.htm>. Acesso em: 10 ago. 2011.BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Portaria n° 06, de 29 de Janeirode 1999. Aprova a instrução normativa da portaria SVS/MS nº 344 de 12 de maio de1998, que institui o regulamento técnico das substâncias e medicamentos sujeitos acontrole especial. Brasília: ANVISA, 1999. Disponível em:<http://www.anvisa.gov.br/legis/portarias/6_99.htm>. Acesso em: 10 ago. 2011.BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Portaria n° 344, de 12 de Maiode 1998a. Aprova o regulamento técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos
  64. 64. 64a controle especial. Brasília: ANVISA, 1998. Disponível em:<http://www.anvisa.gov.br/legis/portarias/344_98.htm>. Acesso em: 10 de Agosto.BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Portaria n° 802, de 08 deOutubro de 1998b. Considerando a necessidade de garantir maior controle sanitáriona produção distribuição, e que todo seguimento envolvido na produção,distribuição, transporte e armazenagem de medicamentos é responsável solidáriopela identidade, eficácia, qualidade, e segurança dos produtos farmacêuticos.Brasília: ANVISA, 1998. Disponível em:<http://www.anvisa.gov.br/legis/portarias/802_98.htm>. Acesso em: 10 ago. 2011.BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da DiretoriaColegiada - RDC 44, de 17 de Agosto de 2009a. Dispõem sobre boas práticasfarmacêuticas para o controle sanitário do funcionamento, da dispensação e dacomercialização de produtos e da prestação de serviços farmacêuticos em farmáciase drogarias e dá outras providencias. Brasília: ANVISA, 2009. Disponível em:<http://cfo.org.br/wp-content/uploads/2010/02/180809_rdc_44.pdf >. Acesso em: 10ago. 2011.BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da DiretoriaColegiada - RDC 55, de 17 de Março de 2005c. A diretoria colegiada da agencianacional de vigilância sanitária, no uso de sua atribuição que lhe confere o art. 11,inciso IV, do regulamento da ANVISA aprovado pelo DECRETO nº 3.029, de 16 deabril de 1999, c/c o art. 111, inciso I, alínea “b”, § 1º, do regimento interno aprovadopela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, republicada no DOU de 22 dedezembro de 2000, em reunião realizada dia 10 de fevereiro de 2005. Brasília:ANVISA, 2005. Disponível em: < http://www.brasilsus.com.br/legislacoes/rdc/16089-55.html >. Acesso em: 10 ago. 2011.BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da DiretoriaColegiada - RDC 59, de 27 de Junho de 2000a. A diretoria colegiada da agencianacional de vigilância sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 11,inciso IV, do regulamento da ANVISA aprovado pelo decreto 3.029, de 16 de abril de1999, em reunião realizada em 20 de junho de 2000. Brasília: ANVISA, 2000.Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br/legis/resol/2000/59_00rdc.html>. Acessoem: 10 ago. 2011.BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da DiretoriaColegiada - RDC 176, de 07 de Junho de 2005a. Considerando a necessidade econtrole sanitário na fabricação, importação exportação, fracionamento,armazenamento, expedição, embalagem, distribuição e transporte dos insumosfarmacêuticos, art. 1º Fica estabelecida a obrigatoriedade do recadastramento eprestação de informações atualizadas por parte das empresas estabelecidas ou com
  65. 65. 65representantes no país, que exerçam as atividades. Brasília: ANVISA, 2005.Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br/legis/resol/2005/rdc/176_05rdc.pdf>.Acesso em: 10 ago. 2011.BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da DiretoriaColegiada – RDC 204, de 14 de Novembro de 2006. A diretoria colegiada daagencia nacional da vigilância sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o incisoIV do art. 11 do regulamento aprovado pelo DECRETO nº 3.029, de 16 de abril de1999, e tendo em vista o disposto o inciso II, e nos §§ 1º e 3º do art. 54 do nº 354 daANVISA, de 11 de agosto de 2006, republica no DOU de 21 de agosto de 2006, emreunião realizada em 06 de novembro de 2006. Brasília: ANVISA, 2006. Disponívelem:<http://www.interfarma.org.br/site2/images/Site%20Interfarma/Informacoesdosetor/RE/Garantia%20e%20Qualidade/RDC%202042006%20BPD%20e%20Fracionamento%20de%20Insumos.pdf>. Acesso em: 10 ago. 2011.BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da DiretoriaColegiada - RDC 249, de 13 de Setembro de 2005b. Considerando a necessidadede atualizar as boas práticas de fabricação de produto intermediário e insumofarmacêutico, e considerando a necessidade de padronizar as ações de vigilânciasanitária. Brasília: ANVISA, 2005. Disponível em:<http://www.anvisa.gov.br/legis/resol/2002/249_02rdc.pdf >. Acesso em: 10 ago.2011.BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da DiretoriaColegiada - RDC 320, de 22 de Novembro de 2002a. Considerando a necessidadede garantir o sistema de controle e fiscalização em toda a cadeia dos produtosfarmacêuticos, e a necessidade de acompanhar e monitorar nas distribuidoras, ocomprimento das normas sanitárias para a distribuição de medicamentos, com vistasà detecção de medicamentos irregulares, os falsificados e os provenientes de cargasroubadas assegurando as ações preventivas do sistema de controle e fiscalização.Brasília: ANVISA, 2002. Disponível em:<http://www.anvisa.gov.br/legis/resol/2002/320_02rdc.htm >. Acesso em: 10 ago.2011.BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da DiretoriaColegiada - RDC 346, de 16 de Dezembro de 2002b. Considerando a necessidadede estabelecer as diretrizes técnicas para concessão, renovação, alteração ecancelamento de autorização de funcionamento ou de autorização especial defuncionamento de empresas que prestem serviços de armazenagem de mercadoriassob vigilância sanitária em terminais aquaviários, portos organizados, aeroportos,postos de fronteira e recintos alfandegados, e considerando a necessidade deestabelecer as diretrizes técnicas para as boas práticas de armazenagem a seremcumpridas pelas empresas que prestem serviços de armazenagem de mercadoriassob vigilância sanitária em estabelecimentos instalados em terminais aquaviários,portos organizados, aeroportos, postos de fronteira e recintos alfandegados. Brasília:
  66. 66. 66ANVISA, 2002. Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br/legis/resol/2002/346_02rdc.pdf>. Acesso em: 10 ago. 2011.BRASIL. Conselho Regional do Estado de São Paulo. Distribuição e transportes.Julho de 2009b. Disponível em:<http://xa.yimg.com/kq/groups/2299115/1084345101/name/Cartilha+-+Distribui%C3%83%C2%A7%C3%83%C2%A3o+e+Transporte.pdf>. Acesso em: 15jun. 2011.BRASIL. Estabilidade de Medicamentos: Uma radiografia da realidade brasileira.Pharmácia Brasileira. Brasília, DF, ano 3, n° 24, p. 4-8, janeiro/fevereiro.2001.BRASIL: Journal of Public Health. São Paulo: Universidade de São PauloFaculdade de Saúde Pública, 2000b. Disponível em: <www.fsp.usp.br/rsp>. Acessoem: 10 de jun. 2011.BRASIL. Manual Farmacêutico: Conselho regional de farmácia do estado deGoiás. Disponível em: <http://www.crfgo.org.br/site/manual2009.pdf>. Acesso em:25 set. 2011.BRASIL. Ministério da Saúde Central de Medicamentos. Boas práticas paraestocagem de medicamentos. Disponível em:<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cd05_05.pdf>. Acesso em: 10 jun. 2011.BRASIL. Para entender a gestão do programa de medicamentos dedispensação em caráter excepcional. 2004. Disponível em:<http://www.conass.org.br/admin/arquivos/documenta3.pdf>. Acesso em: 15 jul.2011.BRASIL. Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados. Orientações parao armazenamento de medicamentos, produtos farmacêuticos e dispositivos médios.Disponível em: <http://www.umcci.min-saude.pt/SiteCollectionDocuments/Orientacoes_armazenamento_farmacos.pdf>.Acesso em: 20 set. 2011.CONSENDEY, M. A. E.. Assistência farmacêutica na atenção básica de saúde: aexperiência de três estados brasileiros. Caderno de Saúde Pública, 16 (1): 171 –182, 2000.DEFILIPPE, C. R. Estabilidade de medicamentos: condições ambientaisadequadas para a conservação dos medicamentos. Rio de Janeiro. [s.n.], 1985.40 p.
  67. 67. 67FARMACOPÉIA BRASILEIRA .4.ed. São Paulo: Atheneu. 1988.MARIN, N.; LUIZA, V. L.; CASTRO, C. G. S. O.; SANTOS, S. M. Assistênciafarmacêutica para gerentes municipais. Rio de Janeiro: OPAS/OMS, 2003. 334p.MARTINS, L. P. GALATO, D. O ciclo de assistência farmacêutica no sistema únicode saúde: estudo qualitativo em um município do estado de Santa Catarina.Disponível em:<http://www.revbrasfarm.org.br/pdf/2008/RBF_R3_2008/130_pag_185a188_ciclo_assistencia.pdf>. Acesso em: 12 ago. 2011.MOURA, R. A. Logística: suprimento, armazenamento, distribuição física. SãoPaulo: Ibam, 1989.NUNES, J. T; SILVA, L. A. da. Assistência farmacêutica na atenção básicainstruções técnicas para a sua organização. 1. ed. Brasília: MedMidia EAssociados Ltda, 2001.SAMPAIO, MAURO. CRISLLAG. J. M. Integração da cadeia de suprimentos daindústria farmacêutica. São Paulo: ENERO-MARZO, 2010. 109 – 130p.YOKAICHIYA, C. M.; et al. Manual de estruturação de almoxarifado demedicamentos e produtos para a saúde, e de boas práticas de armazenamento edistribuição. Disponível em:<http://ww2.prefeitura.sp.gov.br/arquivos/secretarias/saude/ass_farmaceutica/0004/almoxarifado.doc>. Acesso em: 20 jul. 2011.
  68. 68. 68 APÊNDICEPESQUISA SOBRE: ARMAZENAMENTO DE MEDICAMENTOS EM DROGARIASE DISTRIBUIDORAS 1. Qual sua formação profissional? Farmacêutico Outras formações 2. Qual o responsável pelo almoxarifado? 3. Farmacêutico Proprietário 3. Qual o tipo de estoque? Horizontal Vertical (porta pallets) 4. Há separação física, bem delimitada, entre o recebimento, expedição ea armazenagem geral? Sim . Não 5. O local apresenta-se em boas condições? Sim Não 6. O local possui forro?
  69. 69. 69 Sim Não7. A iluminação é boa? Sim Não8. Existe proteção contra entrada de roedores? Sim Não9. Existe proteção contra entrada de aves? Sim Não10. Existem registros escritos do controle de temperatura e umidade? Sim Não11. Existem extintores de incêndio? Sim Não12. O local é completamente fechado? Sim
  70. 70. 70 Não13. Existem “pallets” ou estantes suficientes para a operação de estocagem e movimentação dos estoques? Sim Não14. Existe local apropriado para a armazenagem de imunobiológicos? Sim Não15. As câmaras frias têm termômetros para a medição de temperatura? Sim Não16. Existe local apropriado para armazenagem de produtos termolábeis? Sim Não17. Existe local para guardar produtos controlados? Sim Não18. Existem procedimentos por escrito para a expedição de medicamentos? Sim Não
  71. 71. 7119. Existem procedimentos escritos para o recebimento de medicamentos? Sim Não20. Quando de sua chegada, os medicamentos são examinados fisicamente para se certificar que estão íntegros e nas quantidades certas? Sim Não21. Se houverem discordâncias quanto ás quantidades ou quanto à integridade física dos medicamentos, qual o procedimento adotado? Não recebem Recebem e ficam em quarentena22. Na chegada, os medicamentos são examinados quanto ao número do lote e prazo de validade? Sim Não23. Existem procedimentos escritos para as atividades relativas ao armazenamento dos medicamentos? Sim Não24. Os medicamentos são estocados por lotes de produtos?

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