FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE FERNANDÓPOLIS    FACULDADES INTEGRADAS DE FERNANDÓPOLIS       FABIANA CRISTINA NEVES DA SILVA     ...
FABIANA CRISTINA NEVES DA SILVA                  JONATAS ROBERTO COIADO               RENATA VALERO SANTOS OLIVEIRA       ...
FABIANA CRISTINA NEVES DA SILVA                             JONATAS ROBERTO COIADO                          RENATA VALERO ...
Dedicamos este trabalho a Deus, porque d´Ele e por Elesão todas as coisas, e Ele nos permitiu sonhar, batalhar echegar até...
AGRADECIMENTOS      A cada passo que damos, cada atitude que tomamos ou até mesmo tudo oque aparece em nosso caminho, faz ...
Agradeço primeiramente a Deus, pois sem Ele não teria chegado até aqui econquistado tudo que conquistei, e aos meus pais J...
Agradeço primeiramente a Deus, meus pais Maria Ivete Valerio SantosOliveira e Renato Santos Oliveira Sobrinho, meus irmãos...
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Determinação coragem e autoconfiança são fatoresdecisivos para o sucesso. Se estivermos possuídos poruma inabalável determ...
RESUMOConsiderado um dos agravos a saúde pública, a prática da automedicação e asintoxicações por medicamentos são ocorrên...
ABSTRACTConsidered one of the public health harm, the self-medication and the intoxication bymedicines are incidents that ...
LISTA DE FIGURAS OU GRÁFICOSFigura 1 -   Processo inflamatório                                                19Figura 2 -...
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLASAAS – Ácido AcetilsalicilicoAINES – Anti-inflamatórios não esteroidesANVISA – Agência Nacion...
SUMÁRIOINTRODUÇÃO............................................................................................................
15INTRODUÇÃO         A automedicação é um procedimento onde sua principal característica é o fatoem que o paciente ou pess...
16intensas. Diversos transtornos podem ser causados pela administração de formaindevida desses medicamentos, como efeitos ...
171 REVISÃO DA LITERATURA1.1 INTOXICAÇÃO POR MEDICAMENTOS NO BRASIL      Os medicamentos ocupam o primeiro lugar nas estat...
18indiscutivelmente óbitos e agravos à saúde é o maior percentual brasileiro,totalizando de 40 a 70% dos casos (ADAMI, 200...
19         Inicialmente saem do capilar eletrólitos e pequenas moléculas constituindo otransudato, posteriormente saem tam...
201.2.1 HISTÓRICO DOS ANTI-INFLAMATÓRIOS         Os anti-inflamatórios são drogas capazes de diminuir o processo de defesa...
21      Entre as limitações do uso dos AINES, os efeitos gastrointestinais estão entreos mais graves, incluindo úlcera gás...
22         A ação anti-inflamatória dos corticosteroides é mais eficaz nos processosinflamatórios persistentes, em vias de...
232 OBJETIVOS2.1 OBJETIVO GERAL      Identificar a prevalência e avaliar o conhecimento, a prática e os padrõesdeterminant...
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254 RESULTADOS E DISCUSSÃO       Os gráficos aqui apresentados foram elaborados a partir das informaçõescoletadas com o qu...
26      Figura 3 – Sexo dos alunos entrevistados.      Fonte: Elaboração própria      Nos alunos entrevistados do curso de...
274.1 USO DE ANALGÉSICOS      Figura 4 – Já fez uso de analgésicos sem prescrição médica.      Fonte: Elaboração própria  ...
28      Figura 5 – Quantas vezes fez uso de analgésicos na ultima semana.      Fonte: Elaboração própria      No gráfico a...
29      Figura 6 – Analgésicos mais utilizados      Fonte: Elaboração própria      Em nossa pesquisa a dipirona foi o anal...
304.2 USO DE ANTI-INFLAMATÓRIOS      Figura 7 – Já fez uso de anti-inflamatórios sem prescrição médica.      Fonte: Elabor...
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32         Figura 9 – Anti-inflamatórios mais utilizados.         Fonte: Elaboração própria         Os resultados obtidos ...
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36      Figura 12 - Quem indicou os medicamentos utilizados      Fonte: Elaboração própria      Entre os alunos de engenha...
37      Figura 13 – Já utilizou medicamentos com base em propagandas de TV.      Fonte: Elaboração própria      Os resulta...
384.4 EFEITOS COLATERAIS      Figura 14 – Já sofreu algum efeito colateral pela automedicação com analgésicos.      Fonte:...
39      Figura 15 – Efeitos colaterais apresentados devido ao uso de analgésicos.      Fonte: Elaboração própria      A do...
40      Figura 16 – Já sofreu algum efeito colateral pela automedicação com anti-inflamatórios.      Fonte: Elaboração pró...
41      Figura 17 – Efeitos colaterais apresentados devido ao uso de anti-inflamatórios.     Fonte: Elaboração própria    ...
425 CONCLUSÃO      No Brasil temos a cultura de que a farmácia é apenas um mero comércio,onde o medicamento e tratado como...
43                                  REFERÊNCIASABRAÃO, L. M; SIMAS, J. M. M.; MIGUEL, T. L. B., Incidência da automedicaçã...
44BRICKS, L. F., Analgésicos, antitérmicos e anti-inflamatórios não hormonais:toxicidade - parte I. Revisões e Ensaios - P...
45GARRIDO, M. B. M., Linfangites e Erisipelas. Pitta GBB, Castro AA, Burihan E.Angiologia e cirurgia vascular: guia ilustr...
46NEAL, M. Cyclooxygenase-3: axiom, anomaly, enigma or splice error? not aseasy as 1,2,3. J Pharm Pharmaceut Sci. V.7, n.2...
47TIERLING, V. L; PAULINO, M. A; FERNANDES, L. C; SCHENKEL, E. P; MENGUE,S. S., Nível de conhecimento sobre a composição d...
48                                     APÊNDICE                             Questionário de pesquisaIdade:____________Sexo...
496 - Qual dos sintomas o levou a se a se automedicar?(   )Dor de cabeça(   )Dor muscular(   )Dores nas costas(   )Febre( ...
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Automedicação por universitarios da fundação educacional de fernandopolis

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  1. 1. FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE FERNANDÓPOLIS FACULDADES INTEGRADAS DE FERNANDÓPOLIS FABIANA CRISTINA NEVES DA SILVA JONATAS ROBERTO COIADO RENATA VALERO SANTOS OLIVEIRA ROSIMEIRY ALVES DE OLIVEIRAAUTOMEDICAÇÃO POR UNIVERSITÁRIOS DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE FERNANDÓPOLIS-SP FERNANDÓPOLIS 2012
  2. 2. FABIANA CRISTINA NEVES DA SILVA JONATAS ROBERTO COIADO RENATA VALERO SANTOS OLIVEIRA ROSIMEIRY ALVES DE OLIVEIRAAUTOMEDICAÇÃO POR UNIVERSITÁRIOS DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE FERNANDÓPOLIS-SP Trabalho de conclusão de curso apresentado à Banca Examinadora do Curso de Graduação em Farmácia da Fundação Educacional de Fernandópolis como exigência parcial para obtenção do título de bacharel em farmácia. Orientadora: Profa. Esp. Vanessa Maira Rizzato Silveira FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE FERNANDÓPOLIS FERNANDÓPOLIS – SP 2012
  3. 3. FABIANA CRISTINA NEVES DA SILVA JONATAS ROBERTO COIADO RENATA VALERO SANTOS OLIVEIRA ROSIMEIRY ALVES DE OLIVEIRAAUTOMEDICAÇÃO POR UNIVERSITÁRIOS DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE FERNANDÓPOLIS-SP Trabalho de conclusão de curso aprovado como requisito parcial para obtenção do título de bacharel em farmácia. Aprovado em: 05 de novembro de 2012. Banca examinadora Assinatura ConceitoProfa. Vanessa Maira RizzatoSilveiraProf. Dr. Anísio StortiProfa. Rosana Matsumi KagesawaMotta Profa. Esp. Vanessa Maira Rizzato Silveira Presidente da Banca Examinadora
  4. 4. Dedicamos este trabalho a Deus, porque d´Ele e por Elesão todas as coisas, e Ele nos permitiu sonhar, batalhar echegar até aqui. Também a nossa família que nos deuincentivo e perseverou conosco durante os quatro anosdesta jornada, bem como a nossos professores e mestresque nos ensinaram a arte da farmácia, abrindo assim umleque de sonhos e conquistas que nos permite vislumbrare realizar o futuro profissional almejado por cada um denós. A única barreira entre o hoje e o ápice de nossasrealizações somos nós, por isso não estacionaremos aquie sim batalharemos com determinação rumo àquilo quedesejamos ser. Fabiana, Jonatas, Renata e Rosimeiry
  5. 5. AGRADECIMENTOS A cada passo que damos, cada atitude que tomamos ou até mesmo tudo oque aparece em nosso caminho, faz parte de nossa evolução como indivíduos, poisnão existe acaso e sim um propósito sobre cada um. Tudo coopera para nosso bem,independente da situação. E ao longo desses quatro anos não poderia ser diferente,pois em meio a tantas dificuldades traçamos um objetivo e conseguimos chegar ateaqui, porém não chegamos sozinhos e sim pelo incentivo e cooperação de pessoasque Deus coloca ao nosso lado, cada qual com seu tempo e motivo certo.Primeiramente agradeço a Deus o autor da minha vida, pois sem ele eu nada sou, efoi Ele quem me permitiu respirar a cada dia. Aos meus pais Paulo Candido da Silvae Romilda Cristina N. da Silva, por me incentivarem e me segurarem quando euachava que já não conseguia mais, aos meus irmãos Danilo Saulo N. da Silva ePaulo Rogério N. da Silva que me apoiaram sempre. Aos meus amigos maischegados que irmãos: Elisangela, Geice e Vinicius que incansavelmente estiveramao meu lado me incentivando e dizendo que eu poderia conquistar tudo aquilo queeu sonhasse. Aos meus professores que me transmitiram seu conhecimentopermitindo assim que eu realizasse meu sonho, bem como a nossa orientadora, aprofa. Vanessa Rizatto por todo o tempo disposto, ensinamento, paciência ededicação para conosco, e a Jonatas R. Coiado, Renata S. V. Oliveira e RosimeiryA. Oliveira por me acompanharem nessa trajetória, fomos persistentes, e Deus nospermitiu chegar até aqui. Tudo tem sua hora certa. Fabiana Cristina Neves da Silva
  6. 6. Agradeço primeiramente a Deus, pois sem Ele não teria chegado até aqui econquistado tudo que conquistei, e aos meus pais José Roberto Coiado e SilvanaPereira Coiado que sempre me ajudaram e me deram todo apoio necessário e mefizeram acreditar que tudo é possível desde que você corra atrás e acredite em seussonhos e aos meus irmãos José Henrique e Julio César. Agradeço as amizades quefiz durante a faculdade principalmente Rosimeiry Alves de Oliveira, Renata V. S.Oliveira e Fabiana C. N. da Silva que sempre foram companheiros e me ajudaramtoda vez que precisei. Agradeço também a nossa orientadora Vanessa Rizzato portodo apoio, e comprometimento. Jonatas Roberto Coiado
  7. 7. Agradeço primeiramente a Deus, meus pais Maria Ivete Valerio SantosOliveira e Renato Santos Oliveira Sobrinho, meus irmãos Flávia e Ricardo e aosmeus amigos Jonatas, Rosimeiry e Fabiana. Agradeço também a nossa orientadoraVanessa Rizzato por toda a atenção e incentivo. Renata Valero Santos Oliveira
  8. 8. Agradeço primeiramente a Deus, pois vem d’Ele toda força e fé que persistiuao meu lado nessa caminhada. Agradeço aos meus pais Hélio Quintino de Oliveira eRita Alves de S. Oliveira, que são com certeza minha inspiração e orgulho, aosmeus irmãos Roner, Rosiele e Ronan que formam essa família maravilhosa a qualfaço parte. Agradeço ao meu namorado Bruno H. Fondelo que sempre estevecomigo e me apoiou, aos meus professores e a orientadora Vanessa Rizzato pelaatenção e dedicação que teve conosco, aos amigos de classe pelo carinho eamizade que por fim foram anos de convivência. Em especial agradeço a FabianaCristina N. da Silva, Jonatas Roberto Coiado e Renata V. S. Oliveira. Rosimeiry Alves de Oliveira
  9. 9. Determinação coragem e autoconfiança são fatoresdecisivos para o sucesso. Se estivermos possuídos poruma inabalável determinação conseguiremos superá-los.Independentemente das circunstâncias, devemos sersempre humildes, recatados e despidos de orgulho. Dalai Lama
  10. 10. RESUMOConsiderado um dos agravos a saúde pública, a prática da automedicação e asintoxicações por medicamentos são ocorrências que classificam um percentualnumeroso no Brasil. O estudo aqui apresentado descreve sobre o índice daautomedicação e intoxicações por analgésicos e anti-inflamatórios em umdeterminado número de estudantes do curso de engenharia ambiental e últimosemestre de farmácia da Fundação Educacional de Fernandópolis - SP. Realizou-seuma pesquisa de campo onde foi fornecido um questionário contendo 10 (dez)questões relacionadas à automedicação. A pesquisa teve intuito de demostrar eafirmar através dos dados obtidos que estudantes de farmácia, curso esse queabrange totais conhecimentos sobre benefícios e riscos causados pelosmedicamentos, se destacaram na prática da automedicação perante os acadêmicosdo curso de engenharia ambiental, que por fim são leigos e não possuemconhecimentos específicos relativos ao uso racional de medicamentos, mas que, noentanto também fazem uso da automedicação de forma alarmante. Essa prática daautomedicação por acadêmicos de farmácia e profissional farmacêutico resulta daautoconfiança, oriundo de sua formação, esta a qual deveria resultar apenas naprevenção. O aumento da automedicação e consequentemente intoxicações commedicamentos no Brasil, pode estar relacionado à necessidade da VigilânciaSanitária em aprimorar suas políticas de fiscalização no país.Palavras chave: Automedicação. Intoxicação. Medicamentos. Analgésicos. Anti-inflamatórios.
  11. 11. ABSTRACTConsidered one of the public health harm, the self-medication and the intoxication bymedicines are incidents that classify a large percentage in Brazil. The presentedstudy describes about self-medication and intoxications rating for analgesic and anti-inflammatory in students of Environmental Engineering and last semester ofpharmacy course from Fundação Educacional de Fernandópolis -SP. We conducteda field study where he was given a questionnaire containing ten (10) questionsrelated to self-medication. The research was aimed to demonstrate and affirm thatthe data obtained through pharmacy students, this course covering total knowledgeabout benefits and risks caused by medicines, stood out on the self-medicationbefore the students of Environmental Engineering who are laymen and do not havespecific knowledge about the rational use of medicine, but however make use of self-medication alarmingly. This practice of self-medication by students of pharmacy andpharmacist-confidence results, derived from its formation, this which should resultonly in prevention. The increase in self-medication and consequently poisoning withmedicines in Brazil, may be related to the need to improve health surveillance in itsenforcement policies in the county.Keywords: Self-medication. Intoxication. Medicines. Analgesic. Anti-inflammatory.
  12. 12. LISTA DE FIGURAS OU GRÁFICOSFigura 1 - Processo inflamatório 19Figura 2 - Faixa etária dos alunos entrevistados 25Figura 3 - Sexo dos alunos entrevistados 26Figura 4 - Já fez uso de analgésicos sem prescrição médica 27Figura 5 - Quantas vezes fez uso de analgésicos na ultima semana 28Figura 6 - Analgésicos mais utilizados 29Figura 7 - Já fez uso de anti-inflamatórios sem prescrição médica 30Figura 8 - Quantas vezes fez uso de anti-inflamatórios na ultima semana 31Figura 9 - Anti-inflamatórios mais utilizados 32Figura 10 - Fatores que levou a automedicação incialmente 34Figura 11- Sintomas que levaram a automedicação 35Figura 12 - Quem indicou os medicamentos utilizados 36Figura 13 - Já utilizou medicamentos com base em propagandas de TV 37Figura 14 - Já sofreu algum efeito colateral pela automedicação com analgésicos 38Figura 15 - Efeitos colaterais apresentados devido ao uso de analgésicos 39Figura 16 - Já sofreu algum efeito colateral pela automedicação com anti- inflamatórios 40Figura 17 - Efeitos colaterais apresentados devido ao uso de anti-inflamatórios 41
  13. 13. LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLASAAS – Ácido AcetilsalicilicoAINES – Anti-inflamatórios não esteroidesANVISA – Agência Nacional de Vigilância SanitáriaATCH – Hormônio AdrenocorticosteroideCOX – CicloxigenaseFIOCRUZ – Fundação Oswaldo CruzIL-1 - InterleucinaMIPs – Medicamentos Isentos de PrescriçãoMS – Ministério da SaúdePGE1 – Prostaglandina E1SINITOX – Sistema Nacional de Informações Tóxico-FarmacológicasTNF-α – Fator de Necrose Tumoral
  14. 14. SUMÁRIOINTRODUÇÃO...........................................................................................................151 REVISÃO DA LITERATURA..................................................................................171.1 INTOXICAÇÃO POR MEDICAMENTOS NO BRASIL ........................................171.2 PROCESSO DE INFLAMAÇÃO...........................................................................181.2.1 Histórico Dos Anti-inflamatório.....................................................................201.2.2 Anti-inflamatórios Não-Esteroidais...............................................................201.2.3 Anti-inflamatórios Esteroidais.......................................................................211.2.4 Mecanismo De Ação.......................................................................................222 OBJETIVOS............................................................................................................232.1 OBJETIVO GERAL...............................................................................................232.2 OBJETIVO ESPECÍFICO.....................................................................................233 MATERIAIS E MÉTODOS......................................................................................244 RESULTADO E DISCUSSÃO................................................................................254.1 USO DE ANALGÉSICOS.....................................................................................274.2 USO DE ANTI-INFLAMATÓRIOS........................................................................304.3 FATORES QUE INFLUÊNCIAM A AUTOMEDICAÇÃO......................................344.4 EFEITOS ADVERSOS.........................................................................................385 CONLUSÃO............................................................................................................42REFERÊNCIAS..........................................................................................................43APÊNDICE
  15. 15. 15INTRODUÇÃO A automedicação é um procedimento onde sua principal característica é o fatoem que o paciente ou pessoa responsável toma como iniciativa utilizar talmedicamento buscando o alívio de sintomas ou tratamento de enfermidades(BARBOSA; BOECHAT, 2012). A pratica da automedicação pode ser realizada de várias formas, seja atravésda utilização de receitas antigas e descumprimento da prescrição profissionalprolongando ou diminuindo o tempo do tratamento, compartilhando remédios compessoas de seu convívio ou utilizando sobras de outra prescrição (ARRAIS et al.,1997). Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas, emnosso país há cerca de 80 milhões de pessoas que praticam a automedicação, euma grande parcela dessa população não recebem instruções e informaçõesadequadas relacionadas ao uso de medicamentos, o que torna essa prática um riscoconstante (SERVIDONI et al., 2006). Segundo o autor citado acima, nos países em desenvolvimento, como oBrasil, a automedicação pode ser considerada uma necessidade que complementa osistema de saúde. Porém quando realizado o uso indiscriminado dos medicamentossurtem efeitos indesejados tais como: aumento da resistência bacteriana aosantibióticos e até mesmo uma hemorragia cerebral devido à combinação de umanticoagulante com um simples analgésico (CERETTA; RODRIGUES, 2005). Os principais fatores que levam a população a se automedicar são: adificuldade de acesso ao hospital e a comodidade; seguido do fato da população jásaber como usar o medicamento e por isso se automedicam, e por último apontam-se dificuldades econômicas como motivo da automedicação. A classe de medicamento mais utilizada entre todos os agentes terapêuticossão os anti-inflamatórios não esteroides (AINES), já existem mais de 50 diferentesAINES no mercado farmacêutico e estes estão presentes na maioria dasassociações medicamentosas irracionais disponíveis sob a forma de venda livre, eentre eles destacam-se também o ácido acetil salicílico (AAS), o paracetamol, animesulida, e o diclofenaco de sódio (RIBEIRO; SEVALHO; CÉSAR, 2007). Os AINES são prescritos para dores em geral musculoesqueléticas“reumáticas”, porem a população faz uso sem prescrição para dores menos
  16. 16. 16intensas. Diversos transtornos podem ser causados pela administração de formaindevida desses medicamentos, como efeitos colaterais e reações adversas(ABRAÃO; SIMAS; MIGUEL, 2009). Nenhum dos anti-inflamatórios existentes no mercado é considerado ideal,por ocasionarem uma grande variedade de efeitos colaterais como: efeitos renaisadversos, distúrbios intestinais, distúrbios hepáticos e distúrbios da medula óssea.(WANNMACHER, 2005). Os analgésicos é um dos grupos mais usados frequentemente para o alivio dador, certamente pela facilidade de aquisição por ser de venda livre e por suadisponibilidade fora dos estabelecimentos farmacêuticos, como mercados e bares(TIERLING et al., 2004). Os analgésicos possuem reações adversas que podem ser divididas em doisgrupos: reação alérgica verdadeira e reação pseudoalérgica. A reação alérgicaverdadeira é a reação anafilática, sendo a mais frequente e correlacionada aomecanismo imunológico. Pode estar associada ou não a outras manifestações comoangioedema, urticária e rash maculopapular, além de ataque de asma (TIERLING etal., 2004). Segundo o autor citado acima, as reações pseudoalérgicas se caracterizamem ataques respiratórios com broncoespasmo. A automedicação apresenta-se constante mediante seu uso indiscrimindadopela população, mesmo diante da intensa variedade de reações adversas eresultados indesejados aos fármacos (TIERLING et al., 2004). Optamos pelo tema sobre a automedicação por ser de grande interesse naárea da saúde, um assunto que hoje preocupa o país devido os medicamentosserem responsáveis por um percentual bastante elevado quando o assunto é mortepor intoxicação.
  17. 17. 171 REVISÃO DA LITERATURA1.1 INTOXICAÇÃO POR MEDICAMENTOS NO BRASIL Os medicamentos ocupam o primeiro lugar nas estatísticas do SistemaNacional de Informações Toxico-Farmacológicas (SINITOX) de agentestoxicológicos quando se trata de intoxicações e reações adversas, sendo as classesde benzodiazepínicos, antigripais em geral, anti-inflamatórios e analgésicos osprincipais causadores dessas reações (ADAMI, 2008). Criado pelo Ministério da Saúde (MS) em 1980 tendo ampla sede naFundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (SINITOX) entre os anos de 1993 e 1994 foi subdividido em 28centros de controle distribuídos em 15 estados, com maior incidência na região Sul,Sudeste e Centro Oeste, sendo sua maior concentração na região Sudeste com 11centros no estado de São Paulo (BORTOLETTO; BOCHNER, 1999). Segundo o autor citado acima o SINITOX tem como principal objetivo acoordenação do processo de coleta, analise e divulgação dos dados onde ocorreintoxicação humana no País. Atualmente os medicamentos são a primeira escolha quando se trata detentativas de suicídio em grande parte do país, acometendo principalmente o sexofeminino onde mais prevalece a faixa etária de 30 a 39 anos, antes essas tentativasde suicídio com intuito de levar a óbitos eram mais frequentes com a ingestão dosagrotóxicos de uso agrícola, sendo eles hoje a segunda causa de morte tratando-sede agentes toxicológicos (BORGES et al., 2010). A bibliografia classifica o medicamento como responsável pelasemergências tóxicas, internações e óbitos de um modo geral em vários paísessendo grande parte pelo uso irracional ou pelo deslize do paciente em não concluir afarmacoterapia adequadamente. No Brasil devido à necessidade de aprimorar aregulamentação da publicidade esses medicamentos tem uma maior facilidade deaquisição por parte do paciente ou usuários dos mesmos (MOTA et al., 2012). Sendo o uso indiscriminado por parte da população que eleva a cada ano onumero de intoxicações e complicações relacionadas a medicamentos, hoje
  18. 18. 18indiscutivelmente óbitos e agravos à saúde é o maior percentual brasileiro,totalizando de 40 a 70% dos casos (ADAMI, 2008).1.2 PROCESSO DE INFLAMAÇÃO A inflamação é uma defesa desencadeada quando ocorre dano celularcausado por agentes físicos, micróbios, agentes químicos e necrose do tecido. Areação inflamatória é caracterizada por vários eventos, entre eles o aumento dofluxo sanguíneo e a permeabilidade vascular na região lesada, dor localizada,edema, acúmulo de leucócitos inflamatórios para dentro do tecido, o tecido degranulação e por ultimo reparo tecidual (HILÁRIO; TERRERI; LEN, 2006). O organismo desenvolve uma resposta diante a uma infecção ou injuriatecidual, basicamente através de dois mecanismos de defesa: uma respostainespecífica (resposta inata) responsável pelas características da região inflamada(vermelhidão, edema, calor, dor e perda de função), e uma resposta imunológica naqual há produção de anticorpos específicos contra um determinado agente agressor(COUTINHO et al., 2009). Ocorrendo a agressão dos tecidos desencadeia a liberação de mediadoresquímicos que provocam dilatação das arteríolas e aumento de permeabilidade doscapilares e vênulas, o que leva a um aumento do fluxo de sangue para a áreaagredida assim como a exsudação (extravasamento) de líquido e proteínas e célulasde defesa para o espaço intersticial (LAMANO, 2008). O resultado final da inflamação pode ser a cura ou caso a reposta não sejasuficiente o caso pode evoluir para o estado crônico (COUTINHO et al., 2009). Na inflamação aguda as principais células são os neutrófilos e os macrófagos.A resposta inflamatória aguda evolui a partir de uma fase vascular que tem inícioimediatamente após o dano e envolve basicamente a microcirculação. Após umaagressão ocorre vasodilatação local e recrutamento da maioria dos capilares darede, seguida de aumento da permeabilidade capilar (VARALDA; MOTTA, 2009). A permeabilidade é aumentada imediatamente por aminas vasoativas,histamina e serotonina, que são liberadas por mastócitos e monócitos minutos apósa agressão (SOUZA, 2010).
  19. 19. 19 Inicialmente saem do capilar eletrólitos e pequenas moléculas constituindo otransudato, posteriormente saem também moléculas maiores como albumina efibrinogênio, constituindo um exsudato. Saem também para o espaço extravasculare são ativados, componentes do sistema do complemento e do sistema dacoagulação. Macrófagos residentes no tecido lesado liberam citocinas inflamatóriascomo IL-1(interleucina), TNF-α(fator de necrose tumoral) e quimiocinas (CARNEIRO,2006). A diapedese (migração de células circulantes para os tecidos) é direcionadapela presença de um gradiente de substâncias quimiotáticas no sítio inflamatório. Notecido, as células buscam remover o patógeno por meio de sua capacidadefagocitária, permitindo o reparo da lesão (ANTUNES, 2008). A permanência do agente lesivo leva à cronificação do processo inflamatório,sendo observada concomitância de destruição e reparo tecidual. Na inflamaçãocrônica o tecido apresenta caracteristicamente um infiltrado constituído por célulasmononucleares (monócitos, macrófagos e linfócitos), sinais de angiogênese e fibrose(GARRIDO, 2000). A restauração da normalidade acontece com a neutralização dos mediadoresquímicos, a drenagem do liquido do edema, a remoção dos resíduos por célulasfagocitárias e a regeneração do parênquima danificado (BILATES, 2007). A figura 1 mostra um processo inflamatório. FIGURA 1 – Processo Inflamatório FONTE: OLIVEIRA, G.C, Conteúdo de aula; Fundação Educacional de Fernandópolis, 2012
  20. 20. 201.2.1 HISTÓRICO DOS ANTI-INFLAMATÓRIOS Os anti-inflamatórios são drogas capazes de diminuir o processo de defesa doorganismo de modo a minimizar o dano (agressão por parte dos próprios tecidosfrente ao agente injuriante) gerando maior conforto ao paciente. Podem ser denatureza hormonal ou não-hormonal sendo que os hormonais também sãochamados de anti-inflamatórios esteroides (glicocorticoides) e os não hormonaischamados de AINES (OLIVEIRA, 2009). Com o inicio da produção do ácido salicílico desde 1893 quando o químicoFelix Hoffman incentivou a Bayer na produção do mesmo, patenteando-o comoaspirina, então os anti-inflamatórios não-esteroides (AINES) passaram a seramplamente utilizados e prescritos em todo o mundo (CARVALHO, A; CARVALHO,R; RIOS, 2004).1.2.2 ANTI-INFLAMATÓRIOS NÃO-ESTEROIDAIS Os anti-inflamatórios não-esteroidais (AINES) são prescritos na maioria dasvezes para doenças reumáticas, o uso mais rígido frequentemente dessesmedicamentos é para a terapia da artrite reumatóide, da osteoartrite ou artrite gotosaaguda. Em todos esses casos a característica presente é a inflamação e lesão nasarticulações que vão se agravando a medida que a doença progride levando ao usodesses medicamentos em condições de doenças crônicas (GARBOSSA et al.,2007). Conhecida como Prostaglandina Endoperóxido Sintetase ou ProstaglandinaSintetase, a Ciclooxigenase (COX) é uma enzima chave na biossíntese ecatalisação das prostaglandinas, isolada no ano de 1976 sendo clonada em 1988.São duas isoformas a ciclooxigenase-1 (COX-1) e ciclooxigenase-2 (COX-2) ambaspossuem estrutura proteica primaria similar e essencialmente catalisam a mesmareação (CARVALHO, A; CARVALHO, R; RIOS, 2004). A COX-1 é responsável pela manutenção dos tecidos lesados, agregaçãoplaquetária e proteção da parede do estômago contra a acidez excessiva enquantoa COX-2 responde a agressão através de dor, edema e febre. O total bloqueio daatividade dessas duas enzimas pode levar a sérias consequências ao organismo taiscomo efeitos nefrotóxicos, problemas intestinais e úlceras (LAPORTA et al., 2005).
  21. 21. 21 Entre as limitações do uso dos AINES, os efeitos gastrointestinais estão entreos mais graves, incluindo úlcera gástrica, dor abdominal e náuseas (NEAL, 2004). Diante das funções fisiológicas das isoformas da COX, define-se que AINESinibidores específicos da COX-2 impediriam o processo inflamatório sem causar osefeitos colaterais gástricos resultantes da inibição da COX-1. Os AINES tambémdiminuem a permeabilidade capilar, reduzindo o edema e vermelhidão, inibem aliberação de PGE1(prostaglandina E1) o que resulta na redução do estado febril(MURI; SPOSITO; METSALVAHT, 2009). São classificados como inibidores seletivos das enzimas ciclooxigenases(COX 1-2), os anti-inflamatórios derivados do acido salicílico, meloxicam, naproxeno,cetoprofeno e diclofenaco de sódio. Destacam-se como inibidores não seletivos deambas ciclooxigenase, derivados da fenoximetanossulfanilida, nimesulida ederivados do acido indolacético (CARVALHO, A; CARVALHO, R; RIOS, 2004). Os inibidores seletivos da cicloxigenase-2 representa vantagem em relaçãoaos AINES não seletivos, pois mantém a eficácia anti-inflamatória sem o surgimentodos efeitos adversos, consequentes à inibição enzimática não seletiva e sem acapacidade de lesar sítios gástricos e renais. Essas vantagens representamfarmacologicamente a capacidade de inativar seletivamente a cicloxigenase indutível(COX-2), preserva a cicloxigenase constitutiva a enzima indutora da síntese deprostaglandina no local da inflamação (COX-2), nesses sítios ocorre a proteçãofisiológica exercida pelas prostaglandinas (WANNMACHER; BREDEMEIER, 2004).1.2.3 ANTI-INFLAMATÓRIOS ESTEROIDAIS Uma nova era na terapia anti-inflamatória surge com o a utilização dassubstâncias cortisona e a corticotrofina (hormônio adrenocorticotrófico) que semostram eficazes no tratamento da artrite reumatoide (SILVA, 2002). Os hormônios essenciais para regulação do metabolismo e equilíbriohidroeletrolítico é secretado pelo córtex adrenal, estes hormônios são esteroides eproduzidos a partir do colesterol. Distinguem-se dois grupos: glicocorticoides nohomem presente como cortisol; e mineralocorticoide sendo a aldosterona o principalexemplo (FUNCHS; WANNMACHER; FERREIRA, 2006).
  22. 22. 22 A ação anti-inflamatória dos corticosteroides é mais eficaz nos processosinflamatórios persistentes, em vias de cronificação ou crônicos e em várias afecçõesrenitentes (SILVA, 2002). Os glicocorticoides apresentam muitos mecanismos envolvidos na supressãoda inflamação, entre eles a inibição da produção de fatores por várias células quesão fundamentais na geração da resposta inflamatória. Ocorre diminuição doextravasamento de leucócitos para as áreas lesionadas, liberação diminuída defatores vasoativos e quimioatraentes, redução da secreção de enzimas lipolíticas eproteolíticas e por fim fibrose diminuída (GILMAN; HARDMAN; LIMBIRD, 2003). Os esteroides apresentam efeitos adversos entre os mais graves está aretenção de sódio, cloro e água (atividade mineralocorticoide) com distúrbioseletrolíticos formam edema. Acarretam também a indução de hiperglicemia porestimularem a gliconeogênese e reduzirem a utilização periférica da glicose (SILVA,2002). Após administração em longo prazo, o término do tratamento não deve serabrupto a droga deve ser retirada gradativamente a fim de evitar insuficiênciaadrenal aguda em decorrência da supressão da secreção de ATCH (hormônioadrenocorticotrófico) e consequente atrofia adrenocortical. A dose deve ser reduzidagradualmente no período de várias semanas ou meses, numa quantidadedeterminada pela dose empregada e duração prévia do tratamento (SMITH, 2004).1.2.4 MECANISMO DE AÇÃO O mecanismo de ação dos anti-inflamatórios ocorre com o bloqueio daformação de prostaglandinas por inibição da COX, impedindo a liberação dehistamina e consequentemente a migração de polimorfonucleares e monócitos quesão responsáveis pelo inicio do processo inflamatório (SILVA; FERNANDES;PARTALA, 2010). A inibição da Cox-1 leva a não formação do tromboxano e esta associada aoaumento do risco de danos no trato gastrointestinal e aumento no risco desangramentos. Ao passo que os inibidores seletivos e específicos da cox-2diminuem a incidências dos efeitos adversos da inibição da Cox-1 (CARVALHO, A;CARVALHO, R; Rios, 2004).
  23. 23. 232 OBJETIVOS2.1 OBJETIVO GERAL Identificar a prevalência e avaliar o conhecimento, a prática e os padrõesdeterminantes individuais da automedicação com analgésicos e anti-inflamatóriospelos universitários da Fundação Educacional de Fernandópolis.2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Avaliar a prática e a prevalência da automedicação com analgésicos e anti-inflamatórios entre os universitários da área de saúde e exatas da FundaçãoEducacional de Fernandópolis, e fazer um comparativo; - Identificar os principais motivos que levam a automedicação; - Identificar os medicamentos mais utilizados para a automedicação; - Avaliar o conhecimento dos universitários em relação aos riscos e efeitoscolaterais do uso indiscriminado de analgésicos e anti-inflamatórios.
  24. 24. 243 MATERIAIS E MÉTODOS Realizamos um estudo com uma amostra composta por 250 estudantes daFundação Educacional de Fernandópolis, sendo eles: 125 estudantes da área desaúde cursando o último semestre de Farmácia Bioquímica, e 125 estudantes daárea de exatas, cursando entre o 3º e o ultimo semestre de Engenharia Ambiental. Com a finalidade de avaliar o uso de analgésicos e anti-inflamatórios semprescrição médica por esses estudantes e de fazer um comparativo entre oconhecimento da automedicação e seus riscos entre os universitários da área desaúde e exatas, aplicamos um questionário contendo 10 questões fechadas, o qualfoi respondido de forma individual e anônima, o qual se encontra em anexo.
  25. 25. 254 RESULTADOS E DISCUSSÃO Os gráficos aqui apresentados foram elaborados a partir das informaçõescoletadas com o questionário aplicado a 250 alunos da Fundação Educacional deFernandópolis, sendo 125 alunos do curso de engenharia ambiental e 125 alunos docurso de farmácia. Figura 2 – Faixa etária dos alunos entrevistados. Fonte: Elaboração própria Entre os alunos entrevistados do curso de engenharia a idade varia entre 17 e33 anos e notou-se uma faixa de idade predominante entre 19 a 21 anos, já nosentrevistados do último semestre de farmácia a idade varia entre 20 e 48 anos,sendo predominante a faixa entre 21 a 22 anos. Portanto a faixa etária dos alunos entrevistados da engenharia ambiental e osde farmácia são praticamente a mesma.
  26. 26. 26 Figura 3 – Sexo dos alunos entrevistados. Fonte: Elaboração própria Nos alunos entrevistados do curso de engenharia houve uma predominânciamasculina, e no curso de farmácia o sexo predominante foi o feminino, o que podeser explicado pelo próprio tipo do curso uma vez que o sexo masculino épredominante no curso de engenharia ambiental e feminino em farmácia.
  27. 27. 274.1 USO DE ANALGÉSICOS Figura 4 – Já fez uso de analgésicos sem prescrição médica. Fonte: Elaboração própria Através dos resultados podemos verificar que o índice de compra deanalgésicos sem prescrição médica é alto entre os alunos de engenharia, bem comopara os alunos de farmácia. Evidenciamos que os alunos de farmácia compram14,4% a mais sem receita, fato este que pode ser explicado pelo conhecimento quetais alunos da área da saúde possuem em relação às patologias, porém nãopodemos deixar de considerar tal erro, pois os mesmos também têm conhecimentosem relação ao uso racional de medicamentos.
  28. 28. 28 Figura 5 – Quantas vezes fez uso de analgésicos na ultima semana. Fonte: Elaboração própria No gráfico acima prevalece em ambos os cursos a não utilização deanalgésicos na semana anterior, mas é preocupante o fato mesmo que em umíndice menor, os alunos que utilizaram analgésicos mais que duas vezes porsemana, o que pode indicar uma prática frequente. Segundo Zampirolli; Dorighetto eCarlete (2007) quando utilizados em curto prazo, os analgésicos são razoavelmenteseguros, porém quando utilizados em casos crônicos por um longo período podemocasionar sérios problemas.
  29. 29. 29 Figura 6 – Analgésicos mais utilizados Fonte: Elaboração própria Em nossa pesquisa a dipirona foi o analgésico mais utilizado, seguido doparacetamol. Este dado confere com o que foi pesquisado, uma vez quer segundo Silva(2010) no Brasil a dipirona é o analgésico mais utilizado, tanto na forma sódicaquanto em diferentes formulações farmacêuticas. Seu uso pode ocasionar reações alérgicas, diminuição da temperaturacorporal e queda da pressão arterial (FILHO; TARANTINO, 2011), e de acordo comSilva (2010) quando utilizada por um longo período a dipirona pode causaragranulocitose, que é a diminuição severa do numero de neutrófilos na circulaçãosanguínea. De acordo com Filho e Tarantino (2011) este é o motivo pelo qual adipirona já foi retirada do mercado e proibida em diversos outros países, porém noBrasil sua venda ainda é liberada pelo fato da ANVISA considerar a dipirona comoum medicamento seguro.
  30. 30. 304.2 USO DE ANTI-INFLAMATÓRIOS Figura 7 – Já fez uso de anti-inflamatórios sem prescrição médica. Fonte: Elaboração própria A automedicação com anti-inflamatórios é praticada por alunos dos doiscursos, porém a prática da mesma prevalece entre os universitários de farmácia,sendo que 48 alunos de engenharia e 11 alunos de farmácia relataram não utilizaranti-inflamatórios sem a prescrição médica. Segundo Abraão, Simas e Miguel (2009) dentre todos os agentesterapêuticos, a classe mais utilizada é a dos anti-inflamatórios não esteroides(AINES). O uso dos AINES vem aumentando significativamente a nível mundial.Sendo os mesmos utilizados para tratar manifestações dolorosas agudas e crônicas,e em tratamentos sintomáticos específicos (LAPORTA et al., 2005).
  31. 31. 31 Figura 8 - Quantas vezes fez uso de anti-inflamatórios na ultima semana. Fonte: Elaboração própria Dos 125 alunos entrevistados de farmácia, 77 relataram ter utilizado anti-inflamatório sem prescrição médica na semana anterior a pesquisa, sendo que 6alunos relataram ter se automedicado 5 ou mais vezes por semana. Fica claro que o uso de anti-inflamatórios sem prescrição medica pelos alunosdo curso de farmácia mostra um dado alarmante, uma vez que são conhecedoresdas reações adversas/malefícios causados pelos mesmos.
  32. 32. 32 Figura 9 – Anti-inflamatórios mais utilizados. Fonte: Elaboração própria Os resultados obtidos em nossa pesquisa revelam que os anti-inflamatóriosmais utilizados pelos universitários de farmácia foram o nimesulida, seguido dodiclofenaco. Já entre os universitários de engenharia o mais utilizado foi odiclofenaco, seguido pelo nimesulida. Ambos pertencentes ao grupo dos anti-inflamatórios não-esteroidais (AINES). Contudo vale ressaltar que o uso de anti-inflamatórios pelos alunos defarmácia foi bem superior aos de engenharia, o que pode ser explicado peloconhecimento dos medicamentos por estes alunos. Os AINES estão entre os medicamentos mais utilizados para automedicação,geralmente no tratamento de dores musculo esqueléticas e para dores menores(LAPORTA et al., 2005). Segundo o Alerta de Farmacovigilância (2004), a nimesulida é um fármacoanti-inflamatório não-esteroidal (AINE), é amplamente utilizado como analgésico eanti-inflamatório, sendo seu uso sem prescrição mais frequente para tratar dor efebre. Os efeitos adversos mais comuns resultantes de seu uso são: sintomasgastrointestinais (náuseas, azia e dor), efeitos no sistema nervoso (vertigem e
  33. 33. 33nervosismo), e reações adversas hepáticas, sendo este último um dos maispreocupantes. O diclofenaco ocupa um dos primeiros lugares no ranking de vendas emnosso país, podendo ser utilizado para tratar dores nas articulações e entorses.Porém, é preciso cuidado com seu uso, pois se ingerido em doses acima do limitede segurança podem pode ocasionar o aumento em ocorrências de sangramentogastrointestinais (LAPORTA et al., 2005). Segundo Kummer e Coelho (2002), o uso do diclofenaco está diretamenteassociado a quadros graves de hepatotoxicidade. É importante ressaltar que o paracetamol foi o segundo analgésico utilizadopara automedicação em nossa pesquisa, o que pode representar um risco maiorpara os praticantes da automedicação, pois segundo Laporta et al (2005) aassociação de analgésico com o diclofenaco agrava o quadro de sangramentogastrointestinal citado acima, bem como aumenta o risco de lesões renais acimados 40 anos de idade, podendo inclusive devido sua gravidade causar a parada dasfunções renais.
  34. 34. 344.3 FATORES QUE INFLUÊNCIAM A AUTOMEDICAÇÃO Figura 10 – Fator que levou a automedicação inicialmente. Fonte: Elaboração própria Em nossa pesquisa o fator que mais influência a automedicação foi a falta detempo para procurar um médico, pois o mesmo envolve ter que se se ausentar desuas atividades diária para se consultar e realizar os exames diagnósticos. Porémsegundo Brito (2010) entre as razões que influenciam a automedicação o maiordestaque se dá para a dificuldade em conseguir uma consulta médica.
  35. 35. 35 Figura 11 – Sintomas que levaram a automedicação. Fonte: Elaboração própria O principal sintoma que levou os universitários entrevistados a seautomedicarem foi a cefaleia, porém é preciso ter um cuidado mais específico emrelação ao uso de medicamentos para cefaleia, pois este sintoma pode ser isolado,porém o mesmo pode ser indicativo de outras doenças, de forma que o uso deanalgésicos para este fim pode mascarar o diagnóstico da doença. A maioria dos pacientes que fazem uso de analgésicos sem orientaçãoadequada, e que ingerem uma dose acima do recomendado desconhece o risco quetem de desenvolverem uma cefaleia rebote, segundo um estudo realizado peloneurologista diretor da Sociedade Brasileira de Cefaleia, onde a principal causa dacefaleia sofrida pelos habitantes pesquisados era o uso abusivo de analgésicos(FILHO; TARANTINO, 2011).
  36. 36. 36 Figura 12 - Quem indicou os medicamentos utilizados Fonte: Elaboração própria Entre os alunos de engenharia a indicação do medicamento utilizado se deuem sua maioria por influência das mães, refletindo assim a imagem protetora eprovedora que é delegada as mães, maneira pela qual ela zela pela saúde de seusfilhos (BARBOSA; BOECHAT, 2012). Já no caso dos alunos de farmácia o fator predominante foi por decisãoprópria, certamente devido o conhecimento farmacológico já adquirido por eles. De acordo com Laporta e colaboradores (2005) a recomendação de pessoasleigas influencia diretamente na escolha do medicamento.
  37. 37. 37 Figura 13 – Já utilizou medicamentos com base em propagandas de TV. Fonte: Elaboração própria Os resultados obtidos indicam que ambos os grupos pesquisados utilizammedicamentos com base em propagandas de TV, porém os alunos de farmácia ofazem em maior número. Segundo Garbossa e colaboradores (2007); embora seja regulamentada apropaganda e a venda de medicamentos isentos de prescrição médica (MIPs), nãohá regulamentação e nem orientação especifica para aquelas aqueles que utilizamestes medicamentos. Através de propagandas e ferramentas de marketing, as indústriasfarmacêuticas não medem esforços para a venda de medicamentos, criando assimuma cultura desenfreada de consumo excessivo, ao que se deve parte do alto índicede automedicação no Brasil (SOUZA; SILVA; NETO, 2008).
  38. 38. 384.4 EFEITOS COLATERAIS Figura 14 – Já sofreu algum efeito colateral pela automedicação com analgésicos. Fonte: Elaboração própria Segundo nossas pesquisas, em média 10% dos alunos entrevistados relatamjá ter tido algum efeito colateral pelo uso de analgésicos. Assim como os danos causados pelo uso incorreto de outros analgésicos, oabuso na ingestão excessiva de analgésicos para dor de cabeça pode causar lesãorenal ou sangramento gastrointestinal, afirma a neurologista Norma Fleming,coordenadora do Ambulatório da Clínica da Dor da Universidade do Estado do Riode Janeiro (FILHO; TARANTINO, 2011). De acordo com o autor citado acima devemos citar também outros efeitoscolaterais resultantes do uso de analgésicos, como o risco de surdez para pessoascom mais de 60 anos, sérias complicações hepáticas, e interferência na formaçãodas células sanguíneas.
  39. 39. 39 Figura 15 – Efeitos colaterais apresentados devido ao uso de analgésicos. Fonte: Elaboração própria A dor no estômago foi o efeito colateral mais ocorrente resultante do uso deanalgésicos, seguido pela ânsia de vômito e alergia. Grande parte dos analgésicos é constituída de ácidos orgânicos que possuiação direta na mucosa gastrointestinal, lesionando a barreira da mucosa gástricadevido ao aumento da permeabilidade da membrana celular, porém acredita-se quea lesão na mucosa seja causada pelo efeito sistêmico devido à inibição da síntesede prostaglandinas. Os analgésicos bloqueiam a enzima da COX-1, causando efeitoantissecretório na produção de ácido gástrico, diminuindo a síntese de bicarbonato,impedindo o fluxo sanguíneo da mucosa e o efeito citoprotetor, causando assimintolerância gástrica, náuseas, vômitos, flatulência, dor abdominal e diarreia(BRICKS, 1998).
  40. 40. 40 Figura 16 – Já sofreu algum efeito colateral pela automedicação com anti-inflamatórios. Fonte: Elaboração própria Quando os anti-inflamatórios são administrados indevidamente eles podemocasionar reações adversas ou efeitos colaterais, porém a maioria dos alunosentrevistados de ambos os cursos relataram não terem sofrido de nenhum efeitocolateral pelo uso de anti-inflamatórios, o que pode levar a uma nova administraçãouma vez que foi efetivo e não lhes causou nenhum mal.
  41. 41. 41 Figura 17 – Efeitos colaterais apresentados devido ao uso de anti-inflamatórios. Fonte: Elaboração própria A dor no estômago foi o efeito adverso mais relatado na pesquisa, e segundoZampirolli; Dorighetto e Carlete (2007), os efeitos adversos mais importantescausados pelos AINES são: problemas gastrointestinais, hepatoxicidade,agravamento da hipertensão arterial, cefaleia, reações alérgicas, insuficiência renal,entre outros.
  42. 42. 425 CONCLUSÃO No Brasil temos a cultura de que a farmácia é apenas um mero comércio,onde o medicamento e tratado como qualquer mercadoria, estimulando assim seuuso indiscriminado. Em nosso estudo notamos que a automedicação é uma prática prevalenteentre os acadêmicos de engenharia que são leigos e não possuem conhecimentoespecifico relativo ao uso racional de medicamentos. Com intuito de demostrar e afirmar através de dados e pesquisa de nossotrabalho que estudantes de farmácia (futuros farmacêuticos), curso este queabrange totais conhecimentos sobre benefícios e riscos causados pelosmedicamentos, mesmo dotados de sabedoria e consciência de quão errado é o usoabusivo de medicamentos sem prescrição medica, se destacam pela praticaexagerada da automedicação, a qual ocorre em uma maior quantidade que no outrogrupo estudado. A prática da automedicação pelos farmacêuticos resulta daautoconfiança oriunda de sua formação, adquirindo conhecimentos referentes acomposição e efeitos farmacológicos de cada classe de medicamento, formaçãoesta que deveria resultar em prevenção a automedicação por parte destesprofissionais, visto que os mesmos conhecem os riscos da automedicação. Aautoconfiança e a falsa impressão de autocontrole resultante de seusconhecimentos específicos podem acarretar no uso persistente da automedicação. O uso indiscriminado de medicamentos pelos alunos entrevistados pode gerargraves consequências. O medicamento é um dos principais agentes tóxicos noBrasil que causam intoxicação nos seres humanos, pois ao mesmo tempo em que omedicamento tem poder curativo, o mesmo também tem um alto índice de letalidadese utilizado em doses erradas. E uma vez que esses alunos tiveram sucesso ao seautomedicar, certamente isso se repetira por diversas vezes. A prática daautomedicação e consequentemente as intoxicações causadas pelo uso demedicamentos no Brasil, pode estar relacionado à necessidade da VigilânciaSanitária em aprimorar suas políticas de fiscalização no País. De acordo com os resultados será necessária uma melhor orientação aosuniversitários de engenharia ambiental sobre os riscos de tal prática, bem como umamaior conscientização por parte dos alunos de farmácia, sendo os mesmoresponsáveis por disseminar o uso racional de medicamentos.
  43. 43. 43 REFERÊNCIASABRAÃO, L. M; SIMAS, J. M. M.; MIGUEL, T. L. B., Incidência da automedicaçãoe uso indiscriminado de medicamentos entre jovens universitários. Lins, 2009.Disponível em:http://www.unisalesiano.edu.br/encontro2009/trabalho/aceitos/CC36607658806.pdf.Acesso em: 08 Out. 2012.ADAMI, A. M., Intoxicação por medicamentos. 2008. Disponível em:http://www.portaleducacao.com.br /enfermagem/artigos/890/intoxicacao-pormedicamentos#ixzz1zJCRfA4G. Acesso em: 29 Set. 2012.Alerta em farmacovigilância. Centro de Farmacovigilância do Ceará (CEFACE).NIMESULIDA, Informe n.16. set. 2004. Disponível em:http://www.gpuim.ufc.br/alertas/alertas04/nimesulida-16-set-04.pdf. Acesso em 10Out. 2012.ANTUNES, A. A., Investigação dos níveis plasmáticos da interleucina-6 empacientes com trauma cranioencefálico fechado com hemorragia intercerebral.2008. Disponível em: http://www.biblioteca.pucpr.br/tede/tde_arquivos/12/TDE-2010-07-12T122352Z-1437/Publico/Alessandra_Antunes.pdf. Acesso em: 26 Jul.2012.ARRAIS, P. S. D.; COELHGO, H. L. L.; BATISTA. M. C. D. S., Perfil daautomedicação no Brasil. Rev. Saúde Pública, V.31, n.1, p.71-77, fev. 1997.Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rsp/v31n1/2212.pdf. Acesso em: 20 Set.2012.BARBOSA, L. B.; BOECHAT, M. S., Perfil da automedicação em estudantes domunicípio de Laranjal/ MG. Acta Biomedica Brasiliensia/ V.3, n.1, jun. 2012.Disponível em: http://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/3970208.pdf. Acesso em:09 Out. 2012.BILATES, A. M. B., Inflamação, citocinas, proteínas de fase aguda e implicaçõesterapêuticas. Temas de Reumatologia Clínica, V.8, n.2, 2007. Disponível em: http://www.cerir.org.br/pdf/TReuma2-07-Inflamação.pdf. Acesso em: 26 Jul. 2012.BORGES, M. S. B.; RIGETTO, J. G.; FURINI, A. A. C.; GONÇALVES, R. R.,Eventos toxicológicos relacionados a medicamentos registrados no CEATOXde São José do Rio Preto, no ano de 2008. Arq Ciênc Saúde, V.17, n.1, p. 35-41,jan/mar. 2010. Disponível em: http://www.cienciasdasaude.famerp.br/racs_ol/vol-17-1/IDL5_jan-mar_2010.pdf>. Acesso em: 27 Set. 2012.BORTOLETTO, M. E.; BOCHNER, R., Impacto dos medicamentos nasintoxicações humanas no Brasil. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, V.15, n.4,p.859-869, out-dez. 1999. Disponível em:http://www.scielo.br/pdf/csp/v15n4/1026.pdf. Acesso em: 10 Out. 2012
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  48. 48. 48 APÊNDICE Questionário de pesquisaIdade:____________Sexo: ( )Masc ( )Fem1 - Você já fez uso de analgésicos sem prescrição médica?( )Sim ( )NãoSe sim, cite qual: _____________________________________________________2 - Na última semana fez uso de analgésicos por quantas vezes?( ) Nenhuma( )1( )2( )3( )4( ) 5 ou maisSe sim, cite qual:______________________________________________________3 - Você já fez uso de anti-inflamatório sem prescrição médica?( )Sim ( )NãoSe sim, cite qual: _____________________________________________________4 - Na última semana fez uso de anti-inflamatório por quantas vezes?( ) Nenhuma( )1( )2( )3( )4( ) 5 ou maisSe sim, cite qual: _____________________________________________________5 – Que fator o levou a se automedicar inicialmente?( ) Falta de médico para se consultar( ) Falta de tempo pra ir a uma consulta
  49. 49. 496 - Qual dos sintomas o levou a se a se automedicar?( )Dor de cabeça( )Dor muscular( )Dores nas costas( )Febre( )Gripe/Resfriado( )Dor de garganta( )Outros7 - O(s) medicamento(s) utilizado(s) por você sem prescrição médica foi porindicação de quem?( )Mãe( )Pai( )Outros Parentes( )Amigos / Vizinhos( )Farmacêutico( )Balconista( )Por decisão Própria8 - Já utilizou algum analgésico ou anti-inflamatório com base em propagandas detv?( )Sim ( )Não9 - Já sofreu algum efeito colateral devido a automedicação com analgésicos?( )Sim ( )NãoSe sim, cite qual: _____________________________________________________10 - Já sofreu algum efeito colateral devido a automedicação com anti-inflamatórios?( )Sim ( )NãoSe sim, cite qual: _____________________________________________________

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