Salvação: a única solução_Lição da Escola Sabatina_original_com_textos

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Salvação: a única solução_Lição da Escola Sabatina_original_com_textos

  1. 1. Lição 4 20 a 27 de outubro Salvação: a única soluçãoSábado à tarde Ano Bíblico: Lc 1, 2VERSO PARA MEMORIZAR: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo oque nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16).Leituras da semana: Jo 2:25; Jr 17:9; Tt 1:1, 2; Rm 3:19-24; At 2:37; Lc 7:47; Ef 2:1-5Pensamento-chave: O problema do pecado é muito grande. Devemos ser muito gratos porque a solução foi grande osuficiente para resolvê-lo.O “problema do pecado” se refere à crise provocada pela queda de Adão e Eva no Jardim do Éden, que trouxe para aTerra o grande conflito entre o bem e o mal. A parte de Deus no conflito é conter e, finalmente, eliminar os efeitosdeletérios do pecado, não apenas na Terra, mas sobre a criação como um todo. A ação divina de resgatar a criação dosresultados destrutivos do pecado constitui a doutrina da salvação. E embora essa batalha, pelo menos em termos desalvação, seja realizada na Terra, o tema do grande conflito nos mostra que as questões são, literalmente, universais.É claro, a doutrina da salvação primeiramente diz respeito a Deus e Sua obra de nos salvar. Mas a humanidade tambémtem um papel muito importante. Sim, Deus fez uma provisão incrível para a salvação da humanidade. Nossa participaçãofundamental é responder à seguinte questão: qual será nossa resposta a essa provisão? Na verdade, o destino eternodas pessoas depende dessa resposta.Domingo Ano Bíblico: Lc 3–5A extensão do problemaVisto que a salvação é a solução de Deus para o problema criado pelo pecado, a extensão dos danos do pecadodetermina a área de atuação dessa solução. O plano de divino não seria uma solução se não fosse capaz de resolver oproblema do pecado, não importando o tamanho desse problema.1. O que os textos a seguir revelam sobre a extensão do problema do pecado? Você tem sofrido com esse problema outem percebido a realidade descrita nesses textos?Jo 2:25 | Sl 59:2 | Jr 17:9 | Rm 5:12 | Tg 5:1-7 | Is 5:23 | 2Ts 2:10E não precisava de que alguém lhe desse testemunho a respeito do homem, porque ele mesmo sabia o que era anatureza humana. (João 2:25)Livra-me dos que praticam a iniquidade e salva-me dos homens sanguinários, (Sal. 59:2)Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá? (Jer. 17:9)Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a mortepassou a todos os homens, porque todos pecaram. (Rom. 5:12)Atendei, agora, ricos, chorai lamentando, por causa das vossas desventuras, que vos sobrevirão. As vossas riquezasestão corruptas, e as vossas roupagens, comidas de traça; o vosso ouro e a vossa prata foram gastos de ferrugens, e asua ferrugem há de ser por testemunho contra vós mesmos e há de devorar, como fogo, as vossas carnes. Tesourosacumulastes nos últimos dias. Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram os vossos campos e que por vós foi retidocom fraude está clamando; e os clamores dos ceifeiros penetraram até aos ouvidos do Senhor dos Exércitos. Tendesvivido regaladamente sobre a terra; tendes vivido nos prazeres; tendes engordado o vosso coração, em dia de matança;tendes condenado e matado o justo, sem que ele vos faça resistência. Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do ramos@advir.com
  2. 2. Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas.(Tia. 5:1-7)os quais por suborno justificam o perverso e ao justo negam justiça! (Isa. 5:23)e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. (2 Ts2:10)Quem entre nós não conheceu profunda, pessoal e dolorosamente quanto é perverso o problema do pecado?Enfrentamos a cada momento a realidade do pecado e seus efeitos. Todos os aspectos da existência humana nesteplaneta estão em grande parte dominados pela realidade do pecado. Da política aos recessos mais íntimos do coraçãohumano, o pecado contaminou a humanidade. É tão perverso que, sem a solução divina, não haveria saída. Devemos sermuito gratos porque a solução foi dada. É chamada de “plano da salvação”, e seu propósito é resolver o problema dopecado.Segunda Ano Bíblico: Lc 6–8A provisão de Deus: parte 1Os efeitos do pecado não esperaram por um “período de carência.” Seus resultados foram imediatos e exigiram atençãoimediata. Por isso, era necessário que algum tipo de provisão estivesse estabelecido quando o pecado se manifestasse.Ellen G. White expressou isso de modo muito claro: “Tão logo o pecado passou a existir, havia um Salvador. Cristo sabiaque teria que sofrer, mas Se tornou substituto do homem. Tão logo Adão pecou, o Filho de Deus Se apresentou comogarantia para a humanidade, com tanto poder para impedir a condenação pronunciada sobre o culpado como quandomorreu na cruz do Calvário” (Comentários de Ellen G. White, Seventh Day Adventist Bible Commentary [ComentárioBíblico Adventista], v. 1, p. 1.084).2. O que os textos a seguir dizem sobre o plano da salvação e o tempo em que ele foi estabelecido? Que grandeesperança e promessa podemos encontrar neles?Tt 1:1, 2 | Ef 1:3-5 | 2Ts 2:13, 14 | Ap 13:8Paulo, servo de Deus e apóstolo de Jesus Cristo, para promover a fé que é dos eleitos de Deus e o pleno conhecimento daverdade segundo a piedade, na esperança da vida eterna que o Deus que não pode mentir prometeu antes dos temposeternos (Tito 1:1-2)Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nasregiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos eirrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo,segundo o beneplácito de sua vontade, (Efés. 1:3-5)Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde oprincípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o que também vos chamou mediante onosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo. (2 Ts 2:13-14)e adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiroque foi morto desde a fundação do mundo. (Apoc. 13:8)Pense nas implicações desses textos. O que eles estão dizendo? Basicamente, desde a eternidade, provisões foram feitaspor Deus para resolver o problema do pecado. Embora Deus não tenha predestinado a existência dele (se tivesse, seria oresponsável pelo mal, uma ideia terrível e blasfema), Ele sabia que o pecado existiria. Por isso, na eternidade passada,Ele fez uma provisão para enfrentá-lo.Essa é a predestinação bíblica, radicalmente diferente da maneira comum de entender “predestinação”. Foi plano deDeus, desde a eternidade, que todos os seres humanos tivessem salvação em Jesus. O fato de que alguns rejeitem essasalvação não anula a força ou a amplitude da provisão feita. Isso apenas aumenta a tragédia do que significa alguém seperder em face do que foi feito por nós.Medite na maravilhosa verdade de que, desde a eternidade, o plano de Deus foi que você tivesse salvação. Pense sobre oque isso significa. De que maneira uma verdade como essa deve afetar sua vida?Terça Ano Bíblico: Lc 9–11A provisão de Deus: parte 2Ao longo da história da salvação, começando com a primeira promessa evangélica (Gn 3:15), por meio do primeiro sistemade sacrifícios (Gn 4:4), da aliança com Abrão (Gn 12:1-3) e dos rituais do santuário israelita (Êx 25:8), tudo devia apontarpara Jesus Cristo, e culminar na vida, morte, ressurreição e ministério celestial dEle, a provisão máxima de Deus pararesolver o problema do pecado.Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe feriráso calcanhar. (Gên. 3:15)Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. Agradou-se o SENHOR de Abel e de suaoferta; (Gên. 4:4) ramos@advir.com
  3. 3. Ora, disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei;de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! Abençoarei os que teabençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra. (Gên. 12:1-3)E me farão um santuário, para que eu possa habitar no meio deles. (Êxo. 25:8)Talvez, a gravidade desse problema possa ser melhor compreendida apenas quando entendemos o que foi exigido (acruz) para que esse assunto fosse resolvido. Somente a cruz prova a incapacidade da humanidade para resolver oproblema do pecado por si mesma. Uma situação extrema exigia uma solução extrema, e a morte de Cristo, Deuscarregando em Si mesmo os nossos pecados, é uma medida quase tão extrema quanto se poderia imaginar.A morte sacrificial de Cristo é apresentada nas Escrituras como uma expiação pelo pecado, ou seja, o meio pelo qual eleé tratado em todas as suas manifestações.3. Como a morte de Cristo supre a necessidade humana de salvação? Examine essa questão a partir das seguintesperspectivas:A) Justificação/reconciliação (ser aprovado diante de Deus): Lc 18:9-14; Is 53:4-7; Rm 3:19-24, 28; Zc 3:1-4Propôs também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam osoutros: Dois homens subiram ao templo com o propósito de orar: um, fariseu, e o outro, publicano. O fariseu, posto empé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores,injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho.O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus,sê propício a mim, pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que seexalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado. (Luc. 18:9-14)Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito,ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; ocastigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarradoscomo ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos. Ele foioprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante osseus tosquiadores, ele não abriu a boca. (Isa. 53:4-7)Ora, sabemos que tudo o que a lei diz, aos que vivem na lei o diz para que se cale toda boca, e todo o mundo sejaculpável perante Deus, visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem opleno conhecimento do pecado. Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelosprofetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos [e sobre todos] os que crêem; porque não hádistinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante aredenção que há em Cristo Jesus, (Rom. 3:19-24)Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei. (Rom. 3:28)Deus me mostrou o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do Anjo do SENHOR, e Satanás estava à mão direita dele,para se lhe opor. Mas o SENHOR disse a Satanás: O SENHOR te repreende, ó Satanás; sim, o SENHOR, que escolheu aJerusalém, te repreende; não é este um tição tirado do fogo? Ora, Josué, trajado de vestes sujas, estava diante do Anjo.Tomou este a palavra e disse aos que estavam diante dele: Tirai-lhe as vestes sujas. A Josué disse: Eis que tenho feitoque passe de ti a tua iniqüidade e te vestirei de finos trajes. (Zac. 3:1-4)B) Santificação/regeneração (viver de modo justo diante de Deus): 1Co 6:8-11; Rm 6:1-8Mas vós mesmos fazeis a injustiça e fazeis o dano, e isto aos próprios irmãos! Ou não sabeis que os injustos não herdarãoo reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nemladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes algunsde vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e noEspírito do nosso Deus. (1 Cor. 6:8-11)Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? De modo nenhum! Comoviveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos? Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizadosem Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, comoCristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Porque, sefomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição,sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e nãosirvamos o pecado como escravos; porquanto quem morreu está justificado do pecado. Ora, se já morremos com Cristo,cremos que também com ele viveremos, (Rom. 6:1-8)C) Glorificação (certeza da ressurreição para a vida eterna): Jo 5:24, 25; 1Jo 5:9-13; 1Ts 4:16, 17Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, nãoentra em juízo, mas passou da morte para a vida. Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora e já chegou, em queos mortos ouvirão a voz do Filho de Deus; e os que a ouvirem viverão. (João 5:24-25)Se admitimos o testemunho dos homens, o testemunho de Deus é maior; ora, este é o testemunho de Deus, que ele dáacerca do seu Filho. Aquele que crê no Filho de Deus tem, em si, o testemunho. Aquele que não dá crédito a Deus o faz ramos@advir.com
  4. 4. mentiroso, porque não crê no testemunho que Deus dá acerca do seu Filho. E o testemunho é este: que Deus nos deu avida eterna; e esta vida está no seu Filho. Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus nãotem a vida. Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome doFilho de Deus. (1 João 5:9-13)Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus,descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremosarrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para semprecom o Senhor. (1 Ts 4:16-17)Pense mais no fato de que o pecado é tão perverso que foi necessária a morte de Cristo na cruz para nos salvar de seuresultado final, a morte eterna. Manter a cruz sempre diante de nós pode ser um impedimento ao pecado?Quarta Ano Bíblico: Lc 12–14A experiência da salvação: parte 1O pecador é justificado e reconciliado na base objetiva do sacrifício expiatório de Cristo por todos (Rm 5:6-10). A provisãoque Deus fez para a justificação e reconciliação da humanidade consigo mesmo por meio da morte de Cristo necessita,no entanto, ser aplicada à experiência do crente. Não basta apenas ter um conhecimento teórico da justificação.Precisamos experimentar o que ela significa.Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Dificilmente, alguém morreria por umjusto; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelofato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seusangue, seremos por ele salvos da ira. Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a mortedo seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida; (Rom. 5:6-10)4. Atos 2:36-38 e Atos 3:19 apresentam o arrependimento como o início da experiência de salvação dos pecadores. Como anatureza do arrependimento como um sentimento de tristeza nos ajuda a conectar a experiência de justificação com amorte de Cristo?Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor eCristo. Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Quefaremos, irmãos? Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo pararemissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. (Atos 2:36-38)Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados, (Atos 3:19)Considere o seguinte comentário: “Coisa alguma atinge tão profundamente a alma quanto a sensação do amorperdoador de Cristo. Quando os pecadores contemplam esse insondável amor divino, exposto na cruz, recebem a maispoderosa motivação possível para arrepender-se. Essa é a bondade de Deus que nos conduz ao arrependimento ( Rm 2:4)”(Associação Ministerial da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, Nisto Cremos, Casa Publicadora Brasileira,2010, p. 152).5. Qual é o papel da fé na experiência da justificação? Rm 3:23-25; Ef 2:8pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redençãoque há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a suajustiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; (Rom. 3:23-25)Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; (Efés. 2:8)A Bíblia diz que a fé vem pelo ouvir e o ouvir pela Palavra de Deus ( Rm 10:17). Vimos também que, contemplar o amor deCristo motiva a pessoa ao arrependimento. Portanto, o arrependimento não é prerrogativa especial de uns poucosprivilegiados. Em vista desses fatos, a importância do estudo e da contemplação da Palavra de Deus na experiência dajustificação deve ser enfatizada.E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo. (Rom. 10:17)É a bondade de Deus que conduz ao arrependimento e à justificação. Assim, se eu me arrepender do pecado eexperimentar a justificação, Deus é o único que deve receber o crédito. Salvação, portanto, é verdadeiramente um domda graça divina, pois, na verdade, é pela graça mediante a fé que somos salvos (Ef 2:8).Quais são algumas maneiras tangíveis e práticas pelas quais você pode encher seu coração e mente com a bondade deDeus, especialmente quando você pensa no que Ele fez por você e nas coisas das quais Ele o poupou?Quinta Ano Bíblico: Lc 15–17A experiência da salvação: parte 2A experiência da justificação coloca na vida do crente realidades espirituais que dão início a mudanças na vida. Najustificação, o pecador é perdoado (Lc 7:47; Ef 1:7; Rm 4:7), absolvido das acusações de pecado, considerado justo (Rm5:16, 18; Rm 8:1), e recebe o dom de uma nova vida (Ef 2:1-5; 2Co 5:17). ramos@advir.com
  5. 5. Por isso, te digo: perdoados lhe são os seus muitos pecados, porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco seperdoa, pouco ama. (Luc. 7:47)no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça, (Efés. 1:7)Bem-aventurados aqueles cujas iniqüidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos; (Rom. 4:7)O dom, entretanto, não é como no caso em que somente um pecou; porque o julgamento derivou de uma só ofensa, paraa condenação; mas a graça transcorre de muitas ofensas, para a justificação. (Rom. 5:16)Pois assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também, por um só atode justiça, veio a graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida. (Rom. 5:18)Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. (Rom. 8:1)Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso destemundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quaistambém todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dospensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais. Mas Deus, sendo rico em misericórdia, porcausa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo,pela graça sois salvos, (Efés. 2:1-5)E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas. (2 Cor.5:17)A base dessa nova experiência é a realidade de que, não importa nosso passado, podemos ser perdoados, absolvidos epurificados diante de Deus.A morte de Cristo cobre todos os pecados. Não importa se o seu coração o condene ( 1Jo 3:20), quando você se entrega aCristo, pela fé, e aceita Sua vida perfeita em lugar de seu “trapo da imundícia” (Is 64:6), você é coberto com a justiça deCristo. A vida perfeita dEle é creditada a você como se fosse sua.pois, se o nosso coração nos acusar, certamente, Deus é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas. (1João 3:20)Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; todos nós murchamos como afolha, e as nossas iniqüidades, como um vento, nos arrebatam. (Isa. 64:6)A questão é: Como uma coisa assim pode acontecer a uma pessoa e não haver uma mudança radical? Essa mudança, ou“novo nascimento”, é parte essencial da experiência de salvação.6. Com base nos parágrafos acima, escolha a resposta certa: O que é justificação?A) Atribuição de justiça com base no desempenho espiritual pessoal.B) Atribuição de justiça com base na graça de Deus associada ao esforço humano.C) A experiência de ser perdoado, absolvido e considerado justo, pela fé no sangue de Cristo.D) O presente de Deus aos que já nasceram com propensão para o bem.7. Com base nos parágrafos acima, marque “f” para falso e “v” para verdadeiro: Na prática, como experimentamos ajustificação?A) Praticando a justiça para impressionar a Deus e aos outros. ( )B) Entregando o coração a Cristo e aceitando, pela fé, Sua perfeição em lugar da nossa impureza. ( )C) Estando em Cristo e andando de acordo com o Espírito. ( )D) Fazendo minha parte para completar a obra iniciada por Deus. ( )A experiência do perdão acaba com a vulnerabilidade do pecador à ira de Deus e afasta as barreiras à reconciliação e àcomunhão entre Deus e os seres humanos. Uma nova vida se abre para o pecador, que tem o privilégio de viver emcomunhão com Cristo, sob a direção e orientação do Espírito Santo.O arrependimento é o pré-requisito para entrar na experiência do perdão e da justificação, e vem acompanhado daconfissão e batismo (At 2:38; 1Jo 1:9).Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dosvossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. (Atos 2:38)Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. (1João 1:9)Onde você estaria se não pudesse confiar na promessa, a cada momento, de que sua aceitação diante de Deus estáfundamentada no que Jesus fez por você, e não em si mesmo nem em seu desempenho e obediência à lei?Sexta Ano Bíblico: Lc 18–20 ramos@advir.com
  6. 6. Estudo adicionalLeia de Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 19-26: “Deus conosco”; Ivan T. Blazen, “Salvation” [Salvação], p.271-313, em Raoul Dederen (editor), Handbook of Seventh-day Adventist Theology [Tratado de Teologia Adventista doSétimo Dia].“O plano de nossa redenção não foi um pensamento posterior, formulado depois da queda de Adão. Foi a revelação ‘domistério que desde tempos eternos esteve oculto’ (Rm 16:25, RC). Foi um desdobramento dos princípios que têm sido,desde os séculos da eternidade, o fundamento do trono de Deus. [...] Deus não ordenou a existência do pecado. Previu-a,porém, e tomou providências para enfrentar a terrível emergência. Tão grande era Seu amor pelo mundo, que concertouentregar Seu Filho unigênito ‘para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna’” (Jo 3:16, RC; EllenG. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 22).Perguntas para reflexão1. O pecado é tão perverso que exigiu a morte do próprio Criador para resolvê-lo. O que a cruz nos revela sobre nossatotal incapacidade para nos salvarmos? O que poderíamos acrescentar ao que já foi feito por nós?2. Alguns acreditam no que é chamado de “expiação subjetiva”, a ideia de que nada a respeito da cruz mudou nossaposição diante de Deus. Pelo contrário, o objetivo da cruz foi, dizem eles, mudar nossa atitude a respeito de Deus, nadamais. Qual é a terrível deficiência dessa teologia? Como poderíamos entender o problema do pecado, se fosse necessárioapenas um “ajuste de atitude”, da nossa parte, para resolver essa questão?3. É possível ter muito conhecimento sobre a salvação e ainda não experimentá-la? O que você acha do comentário deEllen G. White de que “a consagração a Deus precisa ser uma questão viva e prática; não uma teoria sobre que se fale,mas um princípio entrelaçado em toda a nossa vida”? (Nossa Alta Vocação, [Meditações Matinais 1962], p. 241). Comopodemos viver, na prática, a experiência da salvação?4. Pense no papel da salvação no contexto do grande conflito. Por que Satanás quer impedir tantas pessoas quantopossível de alcançar a salvação em Jesus? Que meios ele usa contra nós, e como podemos nos proteger contra eles?Respostas sugestivas: 1. Deus conhece a maldade e o engano do coração humano; o pecado afetou toda a humanidade;o pecado traz morte; o homem é corrupto, ganancioso e mentiroso, inclusive no mundo religioso. 2. Antes dos temposeternos, Deus planejou e prometeu vida eterna; Ele nos escolheu para a salvação antes da fundação do mundo, por meiode Cristo. 3. (A) Justificação: O Justo morreu pelos injustos e oferece Sua justiça aos que creem; (B) Santificação: Obatismo simboliza a morte para o pecado e o renascimento para uma vida de santificação, pelo poder do Cristo quemorreu para nos salvar. (C) Glorificação: Quem crê no Filho que morreu por nós tem a vida; na volta de Jesus, os mortosressuscitarão e os vivos serão glorificados. 4. Quando pensamos no sofrimento e morte de Cristo, por causa dos nossospecados, nos arrependemos, confessamos nossas faltas e recebemos a justiça de Deus. 5. Somos justificados pela graçae pelo sangue de Cristo, mediante a fé. 6. A resposta certa é a letra C. 7. As letras B e C são verdadeiras.Resumo da lição 4 – Salvação: a única soluçãoO aluno deverá:Conhecer: Esboçar tanto os resultados devastadores do pecado como a solução que Deus lhe deu.Sentir: A bondade e a grandeza do amor redentor de Cristo e do perdão, da justificação e restauração que Ele tornapossível.Fazer: Arrepender-se e experimentar a nova vida que vem com a aceitação do sacrifício de Cristo.Esboço do aprendizadoI. Conhecer: Problema grande, Solução maior aindaA. Como o pecado mudou a natureza humana e a vida neste mundo, bem como no Universo?B. Qual foi a solução de Deus para o pecado? Quando, no curso da história eterna, foi provida essa solução, e que podertem para resolver o problema?II. Sentir: bondade irresistívelA. Por que é importante que cada seguidor de Cristo reconheça em base diária sua grande necessidade como pecador?B. Por que também é importante refletir em base diária no que Cristo fez em favor do pecador ao morrer na cruz?C. Como a aceitação do amoroso sacrifício de Deus e aceitação do perdão, justificação e restauração que Ele tornapossível transforma o coração humano?III. Fazer: Arrepender-se e crerA. O que Deus pede que o pecador faça em resposta ao sacrifício de Cristo?B. Como o pecador pode ter a certeza da salvação?Resumo: Sem um Salvador, teríamos que enfrentar a destruição eterna por causa do pecado. No entanto, Deusprovidenciou uma solução perfeita e abrangente por meio do sacrifício de Cristo, que, se for aceita, oferece perdão,justificação e restauração.Ciclo do aprendizadoMOTIVAÇÃOConceito-chave para o crescimento espiritual: Pela morte de Cristo na cruz, Deus providenciou a solução final e únicapara o problema do pecado. Sem essa solução divina, não há maneira de sair do pecado.Só para o professor: Das muitas questões que confrontam a existência humana, uma das mais intrigantes é: "Quem soueu? " (2Sm 7:18, NVI). O mundo, em todas as suas confusões, ora nos tenta a nos exaltarmos, ora a nos mergulhar em ramos@advir.com
  7. 7. profundo desespero. Qual é o problema com qualquer uma das respostas do mundo, e qual é a solução? Nossa liçãodesta semana vai tratar dessa questão.Atividade de abertura: Quem sou eu? Muitas respostas são possíveis, mas consideraremos quatro. Primeiro, o filósofo diz:"A vida não questionada não vale a pena viver. Conhecimento é poder, e é o poder que me faz ou me quebra." Segundo,a "pessoa primitiva” responde em termos de identificação tribal. Minha segurança está no meu grupo, ninguém maisimporta." O problema com o primitivismo é que ele nunca sai da caverna do interesse próprio. Terceiro, pense no"mundano". No universo do mundano, minha identidade, seja nos negócios, na política ou na profissão sou eu mesmo. OPoder se torna meu foco. Na sentença dA vida, o sujeito sou "eu", o verbo é "sou", e o objeto é "eu". Eu sou eu. Nadamais importa.Nenhuma dessas respostas será suficiente. Assim, voltamos à cruz. Não vemos nossa condição: um pecador procuradopor Deus. Na cruz, o pecador vê duas pessoas: "O Filho de Deus, que me amou e a Si mesmo Se entregou por mim" ( Gl2:20). O Filho e eu. Com essa perspectiva, posso afirmar que não sou um acidente cósmico neste Universo. Não sou oclímax de um processo evolutivo. Não sou a engrenagem de uma máquina gigante, movendo-se em um ciclo semsentido. Sou um filho de Deus que se desviou.Comente: Por que a resposta mais satisfatória para a condição humana só pode ser alcançada se for estudada à luz doafastamento da cruz e do retorno a ela?CompreensãoSó para o professor: A Bíblia descreve o ato de "desgarramento" como pecado, afastamento da vontade de Deus,rebelião contra Sua lei, rejeição a Suas legítimas reivindicações e auto afirmação. Tendo o Céu como ponto de partida e opecado como o fio de prumo que nos desvia desse ideal, essa descida tem uma dimensão vertical. O "desgarramento"também traz uma ruptura horizontal dos relacionamentos – ruptura na família e na comunidade, expressa em forma deatos de orgulho, crueldade, inveja e outros semelhantes. Conduza a classe a uma discussão geral sobre as dimensõesverticais e horizontais do pecado.Comentário BíblicoResumo: As formas de lidar com o pecado são variadas. Alguns negam o pecado. Outros consideram o pecado umsimples acidente biológico, um acidente sociológico, ou um subdesenvolvimento psicológico. Outros ainda o tratam comouma deficiência moral ou privação econômica. Mas que diz a Bíblia? A lição desta semana aponta para a natureza dopecado, mostra o que Deus tem feito com ele e o que precisamos fazer.I. O pecado: sua natureza e essência (Leia com a classe Romanos 7:23-25.)O pecado é uma intromissão. A Bíblia começa descrevendo o pecado como uma intromissão na perfeita criação de Deus,surgida com a escolha de nossos primeiros pais de lançar sua sorte ao lado de Satanás, em oposição ao lado de Deus(Gênesis 3). A Bíblia termina com o juízo de Deus destruindo o pecado e Satanás e criando um novo Céu e uma nova Terra(Ap 20:11-15, 21:1-5). Entre a abertura e o fechamento, a Bíblia narra a história do pecado da forma como é evidenciado navida das pessoas e das nações.O pecado é rebelião contra Deus. No Céu, o pecado começou com a rebelião de Lúcifer contra Deus ( Is 14:12-15; Jo 8:44).Na Terra, ela começou com a desobediência de Adão e Eva (Gn 3; Rm 5:12). "O pecado é a transgressão da lei" (1Jo 3:4).Assim, o pecado não é simplesmente um ato ilícito, como avançar um sinal vermelho, mas uma revolta real contra Deus(Sl 51:4; Is 1:2). Além disso, é também a recusa de se submeter a Ele (Rm 8:7) e a escolha de viver em inimizade com Ele(Rm 5:10; Cl 1:21).O pecado é universal e leva à morte. "Todos pecaram", e todos estão sujeitos à morte ( Rm 3:23, 6:23). Isaías dá umprognóstico sombrio da depravação humana: "A cabeça toda está ferida, todo o coração está sofrendo. Da sola do pé aoalto da cabeça não há nada são" (Is 1:5-7, NVI). O significado é claro: toda a pessoa, física, mental, espiritual, emocional,está poluída pelo o pecado (Rm 1:23-25; 7:23-25; 5:8, 12) e, conosco, toda a criação geme sob o peso do mal (Rm 8:22). Assim,uma humanidade depravada, uma comunhão distante e uma natureza que geme são testemunhas de um Universo embatalha com as forças do pecado.Pense nisto: Pecado não é simplesmente revolta, é uma recusa e uma escolha. O que recusamos quando escolhemos opecado? Em que medida o pecado poluiu a humanidade, e qual é a única cura?II. Pecado: o que Deus fez? (Leia com a classe João 3:16.)Em um texto poderoso, a Bíblia resume o que Deus fez para lidar com o problema do pecado: " “Porque Deus tanto amouo mundo que deu o Seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3:16,NVI). O ato de Deus dar Seu Filho para morrer na cruz não foi um acidente nem uma decisão tardia. Ele foi concebido emSua mente "antes da fundação do mundo" (Ef 1:4-7).A provisão de Deus para o problema do pecado é ao mesmo tempo redentora e cirúrgica. É redentora no sentido de queDeus proveu a redenção da humanidade do pecado pela cruz de Cristo, que reconcilia Deus com o ser humano (2Co 5:19).É cirúrgica no sentido de que aguarda uma hora final em que o pecado e seus resultados serão completamenteextirpados da Terra, dando lugar à criação de "novos céus e nova terra" (Is 65:17).Pense nisto: Como a cruz revela ao Universo tanto a verdadeira maldição do pecado como o verdadeiro sentido da vida?III. Pecado: O que precisamos fazer (Leia com a classe Efésios 2:8.) ramos@advir.com
  8. 8. Por nós mesmos, não podemos fazer nada para nos salvar. A doutrina de que podemos salvar a nós mesmos por meio deboas obras ou rituais é tão antiga quanto o próprio pecado. A cruz, e não a folha da figueira, é a solução para o problema."O princípio de que o homem se pode salvar por suas próprias obras, e que jaz à base de toda religião pagã. ...Implantara-o Satanás. Onde quer que seja mantido, os homens não têm barreira contra o pecado" (Ellen G. White, ODesejado de Todas as Nações, p 35, 36).Só Cristo é nosso Redentor. Esta declaração não é resultado de arrogância ou orgulho espiritual ou doutrinário, mas é umreconhecimento da singularidade do que aconteceu na cruz. O caminho escolhido por Deus para lidar com o pecado, pelamanifestação de Sua graça, custou a vida de Seu Filho. "Cristo foi tratado como nós merecíamos, para que pudéssemosreceber o tratamento a que Ele tinha direito. Foi condenado pelos nossos pecados, nos quais não tinha participação, paraque fôssemos justificados por Sua justiça, na qual não tínhamos parte. Sofreu a morte que nos cabia, para querecebêssemos a vida que a Ele pertencia. "Pelas Suas pisaduras fomos sarados" (Is. 53:5; O Desejado de Todas as Nações, p. 25).Assim, deve-se notar que o amor e a graça de Deus tornaram possível nossa salvação por meio da cruz (Jo 3:16: Rm1:16: Ef 2:8; Tt 2:11). Nossa parte é crer e aceitar o que Deus fez em Cristo. Como pecadores, tudo o que precisamos fazer éir com fé para a cruz. Ali, devemos ver nEle nosso substituto. Devemos nos arrepender de nossos pecados e reconhecerque Ele morreu por nós (Mc 1:15; At 3:19; 16:31; Rm 5:8, 14:15). Pela fé nEle, temos o perdão dos pecados e a redenção (Ef 1:7,8), justificação (Gl 2:16) e "justiça, e santificação, e redenção" (1Co 1:30). Nada que seja essencial a uma nova vida énegado, e nos tornamos filhos de Deus (Rm 8:14). Recebemos o dom da vida eterna (Rm 5:21, 6:23,1Jo 2:25).Pense nisto: Por que a doutrina da salvação pelas obras é tão perigosa? Como procura minar a teologia da cruz, de quepodemos ser salvos unicamente por Cristo?AplicaçãoSó para o professor: Toda religião exige que seus seguidores façam o bem, quer como meio de alcançar a salvação, querpara escapar de um ciclo ou dois no processo de reencarnação. Mas, no cristianismo, a salvação não pode ser adquiridapor meio de obras. Ellen G. White escreve que o manto de justiça, “tecido no tear do Céu, não tem em si um únicosegmento de concepção humana." (Parábolas de Jesus, p. 311). Em Cristo, Deus nos aceita como somos, perdoa nossospecados, nos habilita a fazer o bem e nos adota como Seus filhos.Perguntas de aplicação1. Como você pode tornar essa cruz o centro de sua vida?2. Qual é a responsabilidade dos filhos de Deus para com Seus outros filhos, dentro e fora do redil de salvação?CriatividadeSó para o professor: A experiência redentora torna possível termos uma mente transformada, que pode considerar a vidae seu entorno a partir de uma perspectiva holística, de conformidade com o plano original de Deus.Atividade: Tendo em vista essa experiência redentora, como você vai se relacionar com aqueles que estão ao seu redor –seu vizinho que tem uma fé diferente, seu colega de trabalho, que muitas vezes parece desagradável, e aqueles quediscordam de você em cultura, política ou raça? ramos@advir.com

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