Rituais e cerimônias da igrejaLição 9                                                                                     ...
“O batismo é um rito muito importante e sagrado. Importa compreender bem seu sentido. Simbolizaarrependimento do pecado e ...
A reconciliação mútua dos irmãos é a obra para que foi estabelecido o rito do lava-pés . ... Quando quer quecelebrada, Cri...
o crente é ligado a Cristo, e assim ao Pai. Isso forma, em especial sentido, uma união entre os dependentesseres humanos, ...
amor entre irmão e irmão devem ser cimentados e feitos eternos pelo amor de Jesus. E nada menos que amorte de Cristo podia...
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Rituais e cerimônias da igreja_Resumo_Liç_942012_Esc_Sab.

  1. 1. Rituais e cerimônias da igrejaLição 9 24 de novembro a 1º de dezembro VERSO PARA MEMORIZAR: “Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (At 2:38).Esta palavra de segurança é oferecida a todos os que possuem fé em Deus. Recebam esta maravilhosapromessa. Não é um ser humano quem está falando. "Assim diz o Senhor dos Exércitos: Se andares nos Meuscaminhos e se observares as Minhas ordenanças, também tu julgarás a Minha casa e também guardarás os Meusátrios, e te darei lugar entre os que estão aqui." Zac. 3:7. Review and Herald, 30 de abril de 1901.Objetivo: Entender que Deus institui ordenanças para o nosso ensino e participação no plano da redenção,compreendidas e praticadas fortalecem a nossa fé e união. Domingo: Especificando os ritos sagrados1. Existe fundamento bíblico para chamar os atos sagrados de “ordenanças”? Mt 28:19, 20; Jo 13:14; 1Co 11:23-26Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até àconsumação do século. (Mat. 28:19-20)Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. (João13:14)Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e,tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Porsemelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue;fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque, todas as vezes que comerdes este pão ebeberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. (1 Cor. 11:23-26)- O batismo, o lava-pés e a santa ceia são chamados apropriadamente de “ordenanças”, porque foram ordenados porJesus a seus servos (Mat. 28:19-20; João 13:14; 1 Cor. 11:23-26). Os apóstolos pregaram sobre a necessidade e urgênciado batismo (Atos 2:38; 10:47-48; 22:16), Obedecendo as escrituras as multidões eram batizadas, formando assim aIgreja do Novo Testamento (Atos 2:41 e 47; 8:12).O rito do batismo e o da Ceia do Senhor são dois monumentos comemorativos. ... Sobre essas ordenançasCristo inscreveu o nome do Deus verdadeiro. Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 389.Depois, havendo lavado os pés aos discípulos, Ele disse: "Eu vos dei o exemplo, para que como Eu vos fiz, façais vóstambém." João 13:15. ... Pelo ato de nosso Senhor, esta cerimônia humilhante tornou-se uma ordenançaconsagrada. Devia ser observada pelos discípulos, a fim de poderem conservar sempre em mente Suaslições de humildade e serviço. O Desejado de Todas as Nações, 650. Segunda: BatismoSignificado:• Morte e Ressurreição de Cristo. Mar. 10:38; Luc. 12:50 ; Rom. 6:3-5 .• Morte Para o Pecado e Vida agora para Deus. Rom. 6:1-14; Gál. 2:19 ; II Cor. 5:17 ; Col. 2:12; II Cor. 6:17 .• Confirmação de Aliança. Col. 2:11 e 12 ; Gál. 3:27-29 ; Jer. 31:33 .• Filiação na Família Celeste. Atos 2:41 e 47; Jo. 1:12-13; I Cor. 12:13; II Cor. 6:17 e 18; I Jo. 3:1.• Consagração ao Serviço de Cristo. Mat. 3:11 ; Isa. 4:4 ; Isa. 1:25 ; Heb. 12:29 ; Atos 1:5 e 8 ; Apoc. 14:6 -12.Fazendo do batismo o sinal de entrada para o Seu reino espiritual , Cristo o estabeleceu como condiçãopositiva à qual têm de atender os que desejam ser reconhecidos como estando sob a jurisdição do Pai, doFilho e do Espírito Santo. Antes que o homem possa obter abrigo na igreja, antes de transpor mesmo o limiar doreino espiritual de Deus, deve receber a impressão do nome divino - "O Senhor Justiça Nossa". Jer. 23:6.Simboliza o batismo soleníssima renúncia do mundo. Os que ao iniciar a carreira cristã são batizados emnome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, declaram publicamente que renunciaram o serviço de Satanás,e se tornaram membros da família real, filhos do celeste Rei. Obedeceram ao preceito que diz: "Saí do meiodeles, e apartai-vos... e não toqueis nada imundo." Cumpriu-se em relação a eles a promessa divina: "E Eu vos receberei;e Eu serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas, diz o Senhor todo-poderoso." II Cor. 6:17 e 18. TestemunhosSeletos, vol. 2, p. 389.Quando nos submetemos ao solene rito do batismo, testificamos aos anjos e aos homens que somos purificados denossos antigos pecados, e que daí em diante, havendo morrido para o mundo, buscaremos "as coisas que são de cima".Col. 3:1. Não esqueçamos nossos votos batismais. Em presença das três mais altas potências celestes - o Pai, o Filho e oEspírito Santo - comprometemo-nos a fazer a vontade dAquele que... declarou: "Eu sou a ressurreição e a vida". João11:25. Cristo perdoa todo pecador arrependido e quando o perdoado, por ocasião do batismo, se ergue da sepulturalíquida, é declarado nova criatura, cuja vida está escondida com Cristo em Deus. Lembremo-nos sempre de que é nossoalto privilégio ser purificados de nossos pecados antigos. Review and Herald, 26 de maio de 1904. ramos@advir.com
  2. 2. “O batismo é um rito muito importante e sagrado. Importa compreender bem seu sentido. Simbolizaarrependimento do pecado e começo de uma vida nova em Cristo Jesus. Não deve haver nenhuma precipitaçãona administração desse rito. Pais e filhos devem avaliar os compromissos que por ele assumem”. Testemunhospara a igreja, v.6, p. 93.2. Que experiência espiritual deve ocorrer antes do batismo? Rm 10:17; Lc 3:8E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo. (Rom. 10:17)Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento e não comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão;porque eu vos afirmo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão. (Luc. 3:8)Desenvolver confiança na divindade, que vem através da Palavra de Deus; e confirmá-la em frutos do arrependimento.Aquelas almas produziram frutos dignos de arrependimento. Creram e foram batizadas, e levantaram-separa andar em novidade de vida - como novas criaturas em Cristo Jesus; não para se conformarem aosdesejos anteriores, mas, pela fé no Filho de Deus, seguir-Lhe os passos, refletir-Lhe o caráter, e purificar-seassim como Ele é puro. As coisas que antes odiavam, agora amavam; e as que antes amavam, passaram a odiar. Osorgulhosos e presunçosos tornaram-se mansos e humildes de coração. Os vaidosos e arrogantes se fizeram sérios eacessíveis. Os profanos se tornaram reverentes, sóbrios os bêbados, os devassos puros. As modas vãs do mundo forampostas de parte. Os cristãos procuravam não o "enfeite ... exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, nacompostura dos vestidos; mas o homem encoberto no coração; no incorruptível trajo de um espírito manso e quieto, queé precioso diante de Deus". I Ped. 3:3 e 4. Os despertamentos resultaram em profundo exame de coração ehumildade. O Grande Conflito, 461-462. Terça: Ordenança da humildade (lava-pés)Significado:• Memorial da disposição humilde, incondicional e voluntária de servir exemplificada por Cristo. Mat. 20:28 ; Filip. 2:7 .• Símbolo de uma purificação mais elevada (do interior, da mente, do motivo da ação). João 13:10 ; Gál. 5:13 .• A reconciliação mútua dos irmãos em humildade e perdão. João 13:14 ; Mat. 6:14 e 15 .• União e companheirismo com Cristo e com os crentes. João 13:8; João 13:34 ; Gál. 5:13.3. Que verdade fundamental os discípulos precisaram aprender? Lc 22:24-27; Mt 18:1; 20:21Suscitaram também entre si uma discussão sobre qual deles parecia ser o maior. Mas Jesus lhes disse: Os reis dospovos dominam sobre eles, e os que exercem autoridade são chamados benfeitores. Mas vós não soisassim; pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve. Poisqual é maior: quem está à mesa ou quem serve? Porventura, não é quem está à mesa? Pois, no meio de vós, eu soucomo quem serve. (Luc. 22:24-27)Naquela hora, aproximaram-se de Jesus os discípulos, perguntando: Quem é, porventura, o maior no reino doscéus? (Mat. 18:1)Perguntou-lhe ele: Que queres? Ela respondeu: Manda que, no teu reino, estes meus dois filhos se assentem, umà tua direita, e o outro à tua esquerda. (Mat. 20:21)- O Reino de Deus é antagônico ao deste mundo “todo aquele que quiser, entre vós, fazer-se grande, que seja vossoserviçal; e qualquer que, entre vós, quiser ser o primeiro, que seja vosso servo” seguindo o modelo de caráter, utilidade eeficiência “bem como o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e para dar a sua vida em resgate demuitos”.Não se alcança posição no reino de Deus mediante favoritismo. Não é adquirida nem recebida medianteconcessão arbitrária. É o resultado do caráter. A coroa e o trono são a prova de uma condição conquistada -prova do domínio do eu por meio da graça de nosso Senhor Jesus Cristo.Muito tempo depois, quando João havia sido levado à apreciação de Cristo mediante participação nos Seussofrimentos, o Senhor Jesus lhe revelou qual a condição de estar perto de Seu reino. "Ao que vencer", disseCristo, "lhe concederei que se assente comigo no Meu trono; assim como Eu venci, e Me assentei com Meu Pai no Seutrono." Apoc. 3:21. Aquele que permanece mais próximo de Cristo é o que tem bebido mais profundamente de Seuespírito de amor que vai ao sacrifício - amor que "não trata com leviandade, não se ensoberbece... não busca os seusinteresses, não se irrita, não suspeita mal" (I Cor. 13:4 e 5) - amor que atua no discípulo, como atuou em nossoSenhor, levando-O a dar tudo, a viver, a trabalhar e sacrificar-Se até à própria morte, pela salvação dahumanidade. Atos dos Apóstolos, 543.Em Sua vida e ensinos, Cristo deu um perfeito exemplo do abnegado ministério que tem sua origem em Deus. Deus nãovive para Si. Criando o mundo, mantendo todas as coisas, Ele está constantemente ministrando embenefício de outros. O Desejado de Todas as Nações, 649.4. O que podemos aprender com o lava-pés, como parte da cerimônia de comunhão? Jo 13:1-17O Mestre instituiu a cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servirum ao outro em humildade semelhante à de Cristo e para unir nossos corações em amor. O Serviço da Comunhão éfranqueado a todos os crentes cristãos. João 13:1-17. Nisto Cremos, Doutrina fundamental, no 16. ramos@advir.com
  3. 3. A reconciliação mútua dos irmãos é a obra para que foi estabelecido o rito do lava-pés . ... Quando quer quecelebrada, Cristo está presente por meio de Seu Santo Espírito. Esse Espírito é que produz convicção nos corações.Ao celebrar Cristo este rito com Seus discípulos, o sentimento de pecado se manifestou no coração de todos, exceto node Judas. Assim também o sentimento de pecado se apoderará de nós, ao falar-nos Cristo ao coração. As fontes daalma serão abertas. A mente será fortalecida e, entrando em atividade e vida, destruirá toda barreira quehaja causado desunião e afastamento. Os pecados que hajam sido cometidos aparecerão com maisnotoriedade que nunca antes; pois o Espírito Santo no-los trará à lembrança. Evangelismo, pág. 275.A celebração dessas ordenanças é o cumprimento da ordem: "Se Eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveistambém lavar os pés uns aos outros." João 13:14. Que lugar esse para silenciar disputas, para perdoar aos quenos fizeram algum agravo! Esta é a ocasião para, se alguém tem alguma coisa contra seu irmão, endireitar,liquidar qualquer questão. Haja perdão mútuo. Não seja levado para o altar fogo estranho. Nenhumamalevolência, ódio nenhum seja nutrido por aqueles que se reúnem em torno da mesa da comunhão.Manuscrito 19, 1892. Quarta: Ceia do SenhorSignificado:• Comemoração da libertação do pecado (Transição do que era anteriormente o festival da páscoa). Êxo. 12:3-8; João 6:47-54.• Comunhão da igreja (congregação dos fieis) com Cristo. I Cor. 10:16 e 17.• Antegozo da segunda vinda. I Cor. 11:26; Mat. 26:29; Apoc.19:9.“A Páscoa apontava para a libertação dos filhos de Israel no passado, e também era um tipo, apontando para o futuroCristo, o Cordeiro de Deus, que seria imolado para a redenção do homem caído. O sangue aspergido nosbatentes das portas prefigurava o sangue expiatório de Cristo, e também o fato de que o pecadordependeria continuamente dos méritos desse sangue para a proteção contra o poder de Satanás, e para aredenção final”. Ellen G. White, The Spirit of Prophecy [O Espírito de Profecia], v. 1, p. 201).5. Qual é o significado evidente de comer o pão e beber o vinho? Por que é importante ver isso em termos desímbolos? Mt 26:26-28Enquanto comiam, tomou Jesus um pão, e, abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai, comei;isto é o meu corpo. A seguir, tomou um cálice e, tendo dado graças, o deu aos discípulos, dizendo: Bebei deletodos; porque isto é o meu sangue, o sangue da [nova] aliança, derramado em favor de muitos, para remissão depecados. (Mat. 26:26-28)Os crentes alimentam-se de Cristo, no sentido que Ele é o Pão da vida João 6:32-35, ao participarem da Palavra de Deus epraticá-la será visto o poder vivificador de Cristo.O pão e o fruto da vide. Jesus utilizou muitas metáforas para ensinar diferentes verdades a Seu próprio respeito. Eledisse: “Eu sou a porta” (João 10:7), “Eu sou o caminho” (João 14:6), “Eu sou a videira” (João 15:1) e “Eu sou o Pão davida” (João 6:35). Não podemos tomar qualquer dessas expressões em sentido literal, pois Ele não Se encontra presenteem nenhuma porta, caminho ou vinha. Essas figuras, contudo, ilustram verdades espirituais profundas. Na oportunidadeem que alimentou miraculosamente a multidão de cinco mil pessoas, Jesus revelou o significado mais profundo de Seucorpo e sangue. Sendo o Pão verdadeiro, Ele declarou: “Em verdade, em verdade vos digo: não foi Moisés quem vos deuo pão do Céu; o verdadeiro pão do Céu é Meu Pai quem vós dá. Porque o pão de Deus é o que desce do Céu e dá vida aomundo. Então, lhe disseram: Senhor, dá-nos sempre desse pão. Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o Pão da vida; o quevem a Mim jamais terá fome; e o que crê em Mim jamais terá sede” (João 6:32-35). Ele ofereceu Seu corpo e Seusangue a fim de satisfazer a fome e a sede de nossas mais profundas necessidades e anseios (João 6:50-54).O pão pascal comido por Jesus era sem fermento, e o fruto da vide era sem álcool. O fermento, que faz a massa de pãocrescer, era considerado como símbolo do pecado (I Cor. 5:7 e 8); conseqüentemente, seria um símbolo inapropriado doCordeiro “sem defeito e sem mácula” (I Ped. 1:19). Somente o pão sem fermento poderia simbolizar o corpo de Cristosem pecado. Da mesma forma, somente o puro suco de uva – fruto não fermentado da vide – poderia simbolizarapropriadamente a imaculada perfeição do purificador sangue de Cristo. Nisto Cremos.Disse nosso Salvador: "Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o Seu sangue, não tereis vida emvós mesmos. ... Porque a Minha carne verdadeiramente é comida, e o Meu sangue verdadeiramente é bebida." João 6:53-55. Isso é verdade quanto à nossa natureza física. Mesmo esta vida terrestre devemos à morte de Cristo. Opão que comemos, é o preço de Seu corpo quebrantado. A água que bebemos é comprada com Seuderramado sangue. Nunca alguém, seja santo ou pecador, toma seu alimento diário, que não seja nutridopelo corpo e o sangue de Cristo. A cruz do Calvário acha-se estampada em cada pão. Reflete-se em todafonte de água. Tudo isso ensinou Cristo ao indicar os emblemas de Seu grande sacrifício. A luz irradiadadaquele serviço de comunhão no cenáculo torna sagradas as provisões de nossa vida diária. A mesa familiar torna-secomo a mesa do Senhor, e cada refeição um sacramento.E quão mais verdadeiras são as palavras de Cristo quanto a nossa natureza espiritual ! Declara Ele: "Quemcome a Minha carne e bebe o Meu sangue tem a vida eterna." É recebendo a vida por nós derramada na cruz doCalvário, que podemos viver a vida de santidade. E essa vida transmite-se-nos ao receber Sua palavra,fazendo as coisas que Ele ordenou. Tornamo-nos então um com Ele. "Quem come a Minha carne e bebe o Meusangue permanece em Mim e Eu nele. Assim como o Pai, que vive, Me enviou, e Eu vivo pelo Pai, assim, quem de Mim sealimenta, também viverá por Mim." João 6:54, 56 e 57. Esta escritura aplica-se, em sentido especial, à santacomunhão. Quando a fé contempla o grande sacrifício de nosso Senhor, a alma assimila a vida espiritual deCristo. Essa alma receberá vigor espiritual de cada comunhão. O serviço forma uma viva conexão pela qual ramos@advir.com
  4. 4. o crente é ligado a Cristo, e assim ao Pai. Isso forma, em especial sentido, uma união entre os dependentesseres humanos, e Deus.Ao recebermos o pão e o vinho simbolizando o corpo partido de Cristo e Seu sangue derramado, unimo-nos,pela imaginação, à cena da comunhão no cenáculo. Afigura-se-nos estar atravessando o jardim consagrado pelaagonia dAquele que levou sobre Si os pecados do mundo. Testemunhamos a luta mediante a qual foi obtida nossareconciliação com Deus. Cristo crucificado apresenta-Se entre nós.Contemplando o crucificado Redentor, compreendemos mais plenamente a magnitude e significação do sacrifício feitopela Majestade do Céu. O plano da salvação glorifica-se aos nossos olhos, e a idéia do Calvário desperta vivas e sagradasemoções em nossa alma. No coração e nos lábios achar-se-ão louvores a Deus e ao Cordeiro; pois o orgulho e o culto desi mesmo não podem crescer na alma que conserva sempre vivas na memória as cenas do Calvário.Aquele que contempla o incomparável amor do Salvador, será elevado no pensamento, purificado nocoração, transformado no caráter. Sairá para servir de luz ao mundo, para refletir, em certa medida, estemisterioso amor. Quanto mais contemplarmos a cruz de Cristo, tanto mais adotaremos a linguagem do apóstoloquando disse: "Mas longe esteja de mim gloriar-me a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundoestá crucificado para mim e eu para o mundo." Gál. 6:14. O Desejado de Todas as Nações, 660-661.6. Que importante verdade doutrinária sobre a cruz é revelada nos símbolos da Santa Ceia? 1Co 11:24-26e, tendo dado graças, o partiu (o pão) e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória demim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliançano meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque, todas as vezes que comerdeseste pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. (1 Cor. 11:24-26)- No sacrifício de cristo na cruz, Seu corpo foi partido (simbolizado pelo pão), e Seu sangue (simbolizado pelo suco da vide)derramado em nosso lugar; isso representa a aliança divina de salvação; quando participamos da cerimônia comconsciência, relembramos Sua morte e anunciamos a Sua segunda vinda.O pão e o vinho representam o corpo e o sangue de Jesus. Assim como o pão foi partido e o vinho tomado, ocorpo de Jesus foi partido e Seu sangue derramado por nós. Comendo o pão e bebendo o vinho,demonstramos que cremos neste fato. Mostramos que nos arrependemos de nossos pecados e queaceitamos a Cristo como nosso Salvador. Vida de Jesus, 98.Os símbolos da casa do Senhor são simples e facilmente compreensíveis, e as verdades por eles representadas são-nosda mais profunda significação. Ao estabelecer o rito sacramental para substituir a Páscoa, Cristo deixou para aigreja um memorial de Seu grande sacrifício em prol do homem. "Fazei isto", disse Ele, "em memória de Mim."Era esse o ponto de transição entre duas dispensações e suas duas grandes festas. Uma iria terminar para sempre; aoutra, que Ele acabava de estabelecer, iria substituí-la, e continuar através dos séculos como o memorial deSua morte. Review and Herald, 22 de junho de 1897.É nessas ocasiões (nas ordenanças do lava-pés e da ceia), indicadas por Ele mesmo, que Cristo Se encontra com Seupovo, e os revigora por Sua presença. ... Todos quantos ali chegam com a fé baseada nEle, serãograndemente abençoados. Todos quantos negligenciam esses períodos de divino privilégio, sofrerão prejuízo. Deles sepoderia quase dizer: "Nem todos estais limpos." João 13:11. …Mas o momento da comunhão não deve ser um período de tristeza. Não é esse o seu desígnio. ... Não tragamà memória as diferenças existentes entre si e seus irmãos. A cerimônia preparatória (o lava-pés) abrangeutudo isso. …Agora, chegam para se encontrar com Cristo. Não devem permanecer à sombra da cruz, mas à sua luzsalvadora. Abram a alma aos brilhantes raios do Sol da Justiça. Corações limpos pelo preciosíssimo sangue deCristo, na plena consciência de Sua presença, se bem que invisível, devem-Lhe ouvir as palavras: "Deixo-vosa paz, a Minha paz vos dou." João 14:27. O Desejado de Todas as Nações, págs. 656-659. (acrescentei os parêntesis). Quinta: Esperança da segunda vinda de Cristo7. Que grande esperança é apresentada na cerimônia da Santa Ceia? 1Co 11:26e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Porsemelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue;fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque, todas as vezes que comerdes este pão ebeberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. (1 Cor. 11:24-26)- A esperança da segunda vinda de Jesus.A santa ceia aponta à segunda vinda de Cristo. Foi destinada a conservar viva essa esperança na mente dosdiscípulos. Sempre que se reuniam para comemorar Sua morte, contavam como Ele, "tomando o cálice, e dandograças, deu-lhes, dizendo: Bebei dele todos; porque isto é o Meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que éderramado por muitos, para remissão dos pecados. E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide atéaquele dia em que o beba de novo convosco no reino de Meu Pai". Mat. 26:27-29. Nas tribulações, encontravamconforto na esperança da volta de seu Senhor. Indizivelmente precioso era para eles o pensamento: "Todas asvezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha." I Cor. 11:26.Estas são as coisas que nunca devemos esquecer. O amor de Jesus com Seu subjugante poder, deve ser mantido vivo emnossa memória. Cristo instituiu este serviço para que ele nos falasse aos sentidos acerca do amor de Deus,expresso em nosso favor. Não pode haver união entre nossa alma e Deus, senão por meio de Cristo. A união e o ramos@advir.com
  5. 5. amor entre irmão e irmão devem ser cimentados e feitos eternos pelo amor de Jesus. E nada menos que amorte de Cristo podia tornar eficaz o Seu amor por nós. É unicamente por causa de Sua morte, quepodemos esperar com alegria Sua segunda vinda. Seu sacrifício é o centro de nossa esperança. Nele noscumpre fixar a nossa fé. O Desejado de Todas as Nações, 659-660.8. Que benefício haveria na primeira vinda de Cristo sem a segunda vinda?- O plano divino é completo, toda a Sua obra é importante, não pode ser separado, por isso é o evangelho eterno. Apoc.14:6.Como a mensagem do primeiro advento de Cristo anunciava o reino de Sua graça, assim a de Sua segundavinda anuncia o reino de Sua glória. E a segunda, como a primeira mensagem, acha-se baseada nasprofecias. O Desejado de Todas as Nações, 234.A mensagem evangélica, pregada pelos discípulos de Cristo, era a anunciação de Sua primeira vinda aomundo. Trouxe aos homens as boas-novas de salvação pela fé nEle. Apontava para Sua segunda vinda emglória para redimir Seu povo, e deu aos homens a esperança de partilhar da herança dos santos na luz pela fé eobediência. Esta mensagem é dada à humanidade hoje em dia, e, neste tempo, está ligada à anunciação dabreve volta de Cristo. Os sinais de Sua vinda dados por Ele mesmo, cumpriram-se; e assim, pelos ensinos da Palavrade Deus podemos saber que o Senhor está à porta. Parábolas de Jesus, 227.9. Que promessa especial deve ser lembrada quando participamos da Santa Ceia? Mt 26:29E digo-vos que, desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei debeber, novo, convosco no reino de meu Pai. (Mat. 26:29)- A promessa é que Jesus fará uma ceia para Seu povo em Seu reino de glória, a ceia das bodas do Cordeiro.Cristo, conforme foi declarado pelo profeta Daniel, receberá do Ancião de Dias, no Céu, o domínio, e a honra, e o reino";receberá a Nova Jerusalém, a capital de Seu reino, "adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido". Dan. 7:14;Apoc. 21:2. Tendo recebido o reino, Ele virá em glória, como Rei dos reis e Senhor dos senhores, para aredenção de Seu povo, que deve assentar-se "com Abraão, Isaque e Jacó", à Sua mesa, em Seu reino (Mat. 8:11;Luc. 22:30), a fim de participar da ceia das bodas do Cordeiro. Cristo em Seu Santuário, p. 100.Tanto no Antigo como no Novo Testamento, as relações conjugais são empregadas para representar a terna e sagradaunião que existe entre Cristo e Seu povo. Ao espírito de Jesus, a alegria das bodas apontava ao regozijo daqueledia em que levará Sua esposa para o lar do Pai, e os remidos juntamente com o Redentor se assentarãopara a ceia das bodas do Cordeiro. O Desejado de Todas as Nações, pág. 151. Sexta: Estudo adicionalConclusão: Em “Rituais e cerimônias da igreja” aprendi que …- Deus institui ordenanças para o nosso ensino e participação ativa no plano da redenção, compreendidas e praticadasfortalecem a nossa fé e união.Domingo - Especificando os ritos sagrados: O batismo, o lava-pés e a santa ceia são chamados apropriadamente de“ordenanças”, porque foram ordenados por Jesus a seus servos (Mat. 28:19-20; João 13:14; 1 Cor. 11:23-26). Osapóstolos pregaram sobre a necessidade e urgência do batismo (Atos 2:38; 10:47-48; 22:16), Obedecendo as escriturasas multidões eram batizadas, formando assim a Igreja do Novo Testamento (Atos 2:41 e 47; 8:12).Segunda - Pelo Batismo confessamos nossa fé na morte e ressurreição de Jesus Cristo, e atestamos nossa morte para opecado e nosso propósito de andar em novidade de vida. Assim reconhecemos a Cristo como Senhor e Salvador, tornamo-nos Seu povo e somos aceitos como membros por Sua Igreja. O batismo é um símbolo de nossa união com Cristo, doperdão de nossos pecados e de nosso recebimento do Espírito Santo. É por imersão na água e depende de uma afirmaçãoda fé em Jesus e da evidência de arrependimento do pecado. Segue-se à instrução na Escrituras Sagradas e à aceitaçãode seus ensinos. Mateus 3:13-16; 28:19 e 20; Atos 2:38; 16:30-33; 22:16; Romanos 6:1-6: Gálatas 3:27; I Coríntios 12:13;Colossenses 2:21 e 13; I Pedro 3:21. Nisto Cremos, Doutrina fundamental, no 15.Terça - Ordenança da humildade: O Mestre instituiu a cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação,para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo e para unir nossos corações emamor. O Serviço da Comunhão é franqueado a todos os crentes cristãos. João 13:1-17. Nisto Cremos, Doutrinafundamental, no 16. Quanto a necessidade da participação na ordenança, leia com atenção o verso 8.Quarta - A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé nEle,nosso Salvador e Senhor. Nessa experiência de comunhão, Cristo está presente para encontrar-Se com Seu povo efortalecê-lo. Participando da Ceia, proclamamos alegremente a morte do nosso Senhor até que Ele volte. A preparaçãoenvolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. Mateus 26:17-30; I Coríntios 11:23-30; 10:16 e 17; João6:48-63; Apocalipse 3:20. Nisto Cremos, Doutrina fundamental, no 16.Quinta – A santa ceia tem como objetivo dirigir a mente para à volta de Cristo. Vivemos em alegria e gratidão pelocumprimento de Suas promessas em nossa vida, e nas dificuldades e tribulações, sempre encontramos orientaçõesadequadas para a necessidade, e conforto na Esperança da segunda vinda de Cristo. ramos@advir.com

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