Lições Adultos Reavivamento e Reforma
Lição 9 - Reforma: consequência do reavivamento 24 a 31 de agosto
❉ Sábado à tarde- ...
❉ Segunda - Apelo para reforma em Corinto Ano Bíblico: Jr 51, 52
“Por toda parte se ouve que há imoralidade entre vocês, i...
como sacrifício pela humanidade e a sofrer com paciência a reprovação dos homens até o ponto de ser chamado diabo, o
amor ...
morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu próprio amor para
conos...
✰ Domingo - O apelo do profeta para reforma: O rei Josafá temeu e buscou ao Senhor “Então, Josafá temeu e pôs-se a
buscar ...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Reforma: consequência do reavivamento_resumo_932013

237 visualizações

Publicada em

O Objetivo do resumo da lição não é substituí-la, pelo contrário e dar mais amplitude ao estudo do tema.

A ideia e colocar os textos bíblicos diretos que respondam as questões da lição, somados aos escritos de Ellen White que dão luz sobre o assunto, eu procuro comentar o mínimo possível, só detalhes referentes as questões e algumas definições todas neste tom de azul, pois se os textos forem realmente claros, que é intenção, não há necessidade de ficar comentando, e a aplicação, como e mais extensa, procuro fazer na nossa classe.

“Sempre darei a fonte, para que o conteúdo não seja anônimo, e todos tenham a oportunidade de achar, pesquisar e questionar”.

Que... “Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe; e faça resplandecer o seu rosto sobre nós. Para que se conheça na terra o teu caminho, e em todas as nações a tua salvação”. Sal. 67:1-2. 

Bom Estudo!

Publicada em: Espiritual
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
237
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Reforma: consequência do reavivamento_resumo_932013

  1. 1. Lições Adultos Reavivamento e Reforma Lição 9 - Reforma: consequência do reavivamento 24 a 31 de agosto ❉ Sábado à tarde- “Tanto o que santifica como os que são santificados, todos vêm de um só. Por isso, é que Ele não Se envergonha de lhes chamar irmãos”. Hb 2:11. Ao passo que a lei de Deus é mantida, e sua justiça reivindicada, pode o pecador ser perdoado. O mais precioso dom que o Céu possuía para conceder, foi outorgado para que Deus "seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus". Rom. 3:26. Por esse dom são os homens erguidos da ruína e degradação do pecado para se tornarem filhos de Deus. Diz Paulo: "Recebestes o espírito de adoção, pelo qual clamamos: Aba, Pai." ... Rom. 8:15. Irmãos, com o amado João, rogo-vos: "Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus." ... I João 3:1. Que amor, que incomparável amor, que, pecadores e estranhos como somos, possamos ser levados novamente a Deus e adotados em Sua família! A Ele nos podemos dirigir chamando-O pelo terno nome de "Pai nosso", o que é um sinal de nossa afeição por Ele, e um penhor de Sua terna consideração e parentesco para conosco. E o Filho de Deus, olhando aos herdeiros da graça, "não Se envergonha de lhes chamar irmãos". Heb. 2:11. Têm para com Deus uma relação ainda mais sagrada do que os anjos que não caíram nunca. Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 336 e 337. Objetivo: Entender a base da verdadeira reforma, e como colocá-la em prática dentro do conceito divino. ❉ Domingo - O apelo do profeta para reforma Ano Bíblico: Jr 49, 50 O rei Jeosafá reconheceu um ponto crítico na manutenção do reavivamento e reforma. Que conselho solene ele deu ao povo? Que padrão espiritual descobrimos ali para o reavivamento e reforma? 1. Leia 2 Crônicas 20:1-20 e resuma as instruções do rei Josafá a Judá. O rei Josafá temeu e buscou ao Senhor “Então, Josafá temeu e pôs-se a buscar o SENHOR” e deu instruções a Judá para para que todo o povo também busca-se ao Senhor por meio do jejum “e apregoou jejum em todo o Judá” e da oração “E Judá se ajuntou, para pedir socorro ao SENHOR; também de todas as cidades de Judá vieram para buscarem o SENHOR”. 2 Cr 20:3-4. Josafá orou com base no caráter, poder e na promessa de Deus dada a Salomão. 2 Cr 20:5-9. (1Rs 8:33-35; 2Cr 6:28; 2Cr 7:13), e com fé na justiça divina. 2 Cr 20:9-13. E Judá recebeu a resposta SENHOR. 2 Cr 20:14-17. E adoraram e louvaram a Deus, com gratidão e alegria. 2 Cr 20:18-19. Deviam agora confirmar diante da peleja sua crença em Deus e confiar nos Seus profetas. Assim a segurança e prosperidade da nação seriam asseguradas. “E, pela manhã cedo, se levantaram e saíram ao deserto de Tecoa; e, saindo eles, pôs-se em pé Josafá e disse: Ouvi-me, ó Judá e vós, moradores de Jerusalém: Crede no SENHOR, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas e prosperareis. 2 Cr 20:20. A experiência de Josafá com Deus, nos ensina a bases do verdadeiro reavivamento e reforma. Sobe sua liderança Israel buscou ao SENHOR com todo o coração, com toda a tua alma, com todas as tuas forças, com todo o teu entendimento (Dt 6:5; 10:12; Mt 22:37; Lc 10:27; Js 22:5; Ec 12:13; Mq 6:8), isso foi manifesto através da união de todo o povo em jejum, oração, confiança e obediência a Deus. 2 Cr 20:3-13. Josafá era um homem de coragem e valor. Durante anos, estivera fortalecendo seus exércitos e suas cidades fortificadas. Ele estava bem preparado para enfrentar praticamente qualquer inimigo; contudo, nesta crise não pôs sua confiança no braço de carne. Não mediante disciplinados exércitos e cidades muradas, mas por uma viva fé no Deus de Israel, poderia ele esperar alcançar a vitória sobre esses pagãos que se vangloriavam de seu poder para humilhar Judá aos olhos das nações. Profetas e Reis, 198-199. Com confiança podia Josafá dizer ao Senhor: "Nossos olhos estão postos em Ti." Durante anos ele havia ensinado o povo a confiar nAquele que nos séculos passados tinha-Se interposto tantas vezes para salvar Seus escolhidos de completa destruição; e agora, quando o reino estava em perigo, Josafá não estava sozinho; "todo o Judá estava em pé perante o Senhor, como também as suas crianças, as suas mulheres, e os seus filhos". II Crôn. 20:13. Unidos jejuaram e oraram; unidos pleitearam com o Senhor para que pusesse seus inimigos em confusão, a fim de que o nome de Jeová fosse glorificado. Profetas e Reis, 200. “Deus foi a força de Judá nessa crise e Ele é a força de Seu povo hoje. Não devemos confiar em príncipes, nem pôr o homem no lugar de Deus. Devemos lembrar que os seres humanos são falíveis e falhos, e que Aquele que tem todo o poder é nossa forte torre de defesa. Em qualquer emergência, devemos sentir que a batalha é dEle. Seus recursos são ilimitados, e as aparentes impossibilidades farão que a vitória seja ainda maior”. Profetas e Reis, p. 202. ramos@advir.comramos@advir.com
  2. 2. ❉ Segunda - Apelo para reforma em Corinto Ano Bíblico: Jr 51, 52 “Por toda parte se ouve que há imoralidade entre vocês, imoralidade que não ocorre nem entre os pagãos, a ponto de alguém de vocês possuir a mulher de seu pai”. 1Co 5:1. NVI 2. Que conselho Paulo deu aos coríntios sobre a vida espiritual deles? Qual é a ideia principal nos textos a seguir? 1Co 6:19, 20; 9:24-27; 13:13; 15:1, 2, 27, 28 A ideia principal e que devemos glorificar a Deus com nosso corpo, porque é o templo do Espírito Santo. “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.” 1 Co 6:19-20. Para isso é fundamental desenvolver a comunhão diária com Cristo, e receber Dele, o domínio próprio, e como um determinado atleta olímpico submeter o corpo e a mente à disciplina para conquistar a vitória na carreira celestial que nos está proposta. 1 Co 9:24-27, perseverando na fé, na esperança e no amor até a Sua volta. 1 Co 13:13; 15:1-2; 27-28. Não somos de nós mesmos. Fomos comprados por alto preço, os próprios sofrimentos e morte do Filho de Deus. Caso pudéssemos compreender isto, e o avaliássemos plenamente, experimentaríamos uma grande responsabilidade a pesar sobre nós quanto a manter-nos no melhor estado de saúde, a fim de prestar a Deus um serviço perfeito. Testemunhos Seletos, vol. 1, p. 181. Aqueles que se empenhavam na carreira para obter um prêmio que era considerado honra especial, eram temperantes em todas as coisas, de modo que os músculos, o cérebro e todo o seu corpo se achassem na melhores condições. ... Um apenas recebia a recompensa. Na carreira celestial todos podemos correr, e todos receber o prêmio. Não há incerteza, não há risco nessa questão. Cumpre revestir-nos das graças celestes e, com os olhos voltados para a coroa da imortalidade, manter o Modelo sempre diante de nós. ... A vida humilde, abnegada de nosso divino Senhor, devemos conservar sempre em vista. E então, ao buscarmos imitá-Lo, olhos fitos na recompensa, podemos correr com segurança essa carreira. Testemunhos Seletos, vol. 1, págs. 184 e 185. 3. Como a igreja de Corinto respondeu ao conselho de Paulo? 2Co 7:8-12 A igreja de Corinto após ser repreendida, seus membros reconheceram os erros, se arrependeram, e mudaram de procedimento confirmando o perdão divino e recebendo Sua salvação. “Agora, porém, me alegro diz Paulo, não porque vocês foram entristecidos, mas porque a tristeza os levou ao arrependimento. Pois vocês se entristeceram como Deus desejava, e de forma alguma foram prejudicados por nossa repreensão. A tristeza segundo Deus produz um arrependimento que leva à salvação e não remorso, mas a tristeza segundo o mundo produz morte. Vejam o que esta tristeza segundo Deus produziu em vocês: dedicação, reconhecimento, desculpas, indignação pelo mal, temor, saudade, preocupação, e o desejo de ver a justiça feita! Em tudo vocês agora se mostram inculpáveis”. II Cor. 7:8-12. “Contra essas coisas não há lei. Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos”. Gl 5:23- 24. E "Alegro-me por poder ter plena confiança em vocês." II Cor. 7:16. NVI Este é o resultado da obra do Espírito de Deus. Não há prova de genuíno arrependimento a menos que ele opere reforma na vida. Se restitui o penhor, devolve o que tinha roubado, confessa os pecados, e ama a Deus e seus semelhantes, pode o pecador estar certo de que encontrou paz com Deus. Foram estes os efeitos que, em anos anteriores, se seguiram às ocasiões de avivamento religioso. Julgados pelos seus frutos, sabia-se que eram abençoados por Deus para a salvação dos homens e para reerguimento da humanidade. O Grande Conflito, 462-463. ❉ Terça - Apelo no Apocalipse para reforma em Éfeso Ano Bíblico: Lamentações 4. Leia Apocalipse 2:1-6. Quais são as virtudes dessa igreja? Quais são os problemas? Ao anjo da igreja em Éfeso escreve: Estas coisas diz aquele que conserva na mão direita as sete estrelas e que anda no meio dos sete candeeiros de ouro: Ap 2:1. Virtudes: “Conheço as tuas obras, tanto o teu labor como a tua perseverança, e que não podes suportar homens maus, e que puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achaste mentirosos; e tens perseverança, e suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer.” … “Tens, contudo, a teu favor que odeias as obras dos nicolaítas, as quais eu também odeio.” Ap 2:2, 3 e 6. Repreensão: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor”. Ap 2:4. “à prática das primeiras obras”. Ap 2:5. Convite para a reforma: “Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas.” Ap 2:5. [Se cita Apoc. 2: 1-5.] Nesta passagem se resumem as condições para ser aceitados por Deus. A primeira experiência da igreja de Éfeso a induziu a boas obras. Deus se deleitava no fato de que sua igreja refletia a luz do céu ao revelar o espírito de Cristo em ternura e compaixão. O amor que morava no coração de Cristo, o amor que o moveu a entregar-se ramos@advir.comramos@advir.com
  3. 3. como sacrifício pela humanidade e a sofrer com paciência a reprovação dos homens até o ponto de ser chamado diabo, o amor que o impulsionou a fazer prodigiosas obras de cura durante seu ministério: este era o amor que devia ser revelado nas vidas de seus discípulos. Mas eles descuidaram de cultivar a compaixão e a ternura de Cristo. O eu, como se manifestava nos rasgos hereditários do caráter, levou-os a perder os princípios das magníficas boas obras que os caracterizaram como cristãos aos membros da igreja de Éfeso. O Senhor Jesus precisava mostrar-lhes que tinham perdido o que era tudo para eles. O amor que impulsionou ao Salvador a morrer por nós não foi revelado em sua plenitude na vida deles, e, portanto não podiam honrar o nome do Redentor. E ao perder seu primeiro amor se aumentou seu conhecimento de teorias "científicas" originadas no Pai da mentira. Manuscrito 11, 1906. No início, a experiência da igreja de Éfeso foi marcada por simplicidade e fervor infantis. Os crentes procuravam fervorosamente obedecer a cada ordem de Deus, e suas vidas revelavam fervente e sincero amor por Cristo. Regozijavam-se em fazer a vontade de Deus porque o Salvador estava sempre presente em seu coração. Cheios de amor pelo Redentor, era seu mais alto objetivo conquistar almas para Ele. Não pensavam em reter o precioso tesouro da graça de Cristo. Sentiam a importância do seu chamado; e com a responsabilidade da mensagem, "Paz na Terra, boa vontade para com os homens" (Luc. 2:14), ardiam em desejo de levar as alegres novas de salvação aos recantos mais remotos da Terra. E o mundo teve conhecimento de que haviam estado com Jesus. Homens pecadores, arrependidos, perdoados, purificados e santificados, foram levados em participação com Deus através de Seu Filho. Os membros da igreja estavam unidos em sentimento e ação. O amor a Cristo era a cadeia de ouro que os unia. Prosseguiram em conhecer o Senhor mais e mais perfeitamente, e a vida deles revelava o júbilo e a paz de Cristo. Visitavam os órfãos e as viúvas em suas aflições, e guardavam-se imaculados do mundo, sentindo que deixar de fazer isto seria uma contradição de sua fé e uma negação de seu Redentor. Em cada cidade a obra era levada para frente. Almas eram convertidas e estas por sua vez sentiam que precisavam falar do inestimável tesouro que haviam recebido. Não tinham repouso sem que a luz que lhes iluminara a mente brilhasse sobre outros. Multidões de incrédulos ficavam familiarizados com as razões da esperança dos cristãos. Amorosos e inspirados apelos pessoais eram feitos aos que estavam em erro, aos párias* e aos que, embora professando conhecer a verdade, eram mais amantes dos prazeres que de Deus. Depois de algum tempo, porém, começou a minguar o zelo dos crentes, bem assim seu amor a Deus e de uns para com os outros. A frieza invadiu a igreja. Alguns esqueceram a maneira maravilhosa em que haviam recebido a verdade. Os velhos porta-estandartes caíram em seu posto um após outro. Alguns dos obreiros mais jovens, que poderiam haver partilhado das responsabilidades desses pioneiros e assim se preparado para assumir direção sábia, haviam-se cansado das tão repetidas verdades. Em seu desejo de alguma coisa nova e estimulante, buscaram introduzir novos aspectos da doutrina, mais agradáveis a muitos espíritos, mas não em harmonia com os princípios fundamentais do evangelho. Em sua confiança própria e cegueira espiritual deixaram de discernir que esses sofismas levariam muitos a pôr em dúvida as experiências do passado, conduzindo assim à confusão e incredulidade. Atos dos Apóstolos, 578-580. O pária* é aquele que não faz seu papel social. Ele se recusa a assumir responsabilidades por seu grupo. É leviano. Ele tem potencial, mas não faz a sua parte. Dicionario informal. As obras dos Nicolaítas: Suas obras eram baseadas na doutrina que dizia que o Evangelho de Cristo anulou a lei de Deus, e que somente "crendo" seremos salvos, sem a responsabilidade de obedecer a Palavra de Deus, expressa por Seus mandamentos. Dt 6:5; 10:12; Mt 22:36-40; Lc 10:25-28; Jo 14:15, 20-21, 23; 15:10; [Js 22:5]; [Ec 12:13-14]; [Mq 6:8]. “Pois certos homens, cuja condenação já estava sentenciada há muito tempo, infiltraram-se dissimuladamente no meio de vocês. Estes são ímpios, e transformam a graça de nosso Deus em libertinagem e na prática negam a Jesus Cristo, nosso modelo, único Soberano e Senhor”. Jud. 4. (2Pe 2:1-3; 1Pe 2:7-8). (Rom. 3:31.) Doutrina dos nicolaítas. Ensina-se muito agora a doutrina que o Evangelho de Cristo anulou a lei de Deus, que "crendo" ficamos liberados da necessidade de ser praticantes da Palavra; mas esta é a doutrina dos nicolaítas que Cristo condenou tão implacavelmente. Sings of Times 2-1-1912. É [nosso] o pecado dos nicolaítas, converter a graça de Deus em libertinagem? Review and Herald, 7 de junho de 1887. ❉ Quarta - Apelo de Lutero para reforma Ano Bíblico: Ez 1–3 5. Por que as palavras do livro de Romanos causaram impacto tão poderoso na vida de Lutero? Por que elas são vitais para nos conduzir a um reavivamento da fé e à reforma? Rm 1:16, 17; 3:21-25;5:6-11; 8:1-4 A epístola de Romanos ensina que somos salvos pela graça divina. “sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé”. Independentemente de nação, gênero ou posição social. “não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego”. O evangelho é a justiça de Cristo em nós, pela fé, sem a lei. “agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos [e sobre todos] os que crêem.” Cristo morreu em nosso favor, sendo nós ainda pecadores. “Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Dificilmente, alguém ramos@advir.comramos@advir.com
  4. 4. morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” Na morte de Cristo o pecado foi condenado em Sua carne, a fim de que vivêssemos Nele em espírito. “e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado, a fim de que o preceito da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito”. Rm 1:16-17; 3:21-25; 5:6-11; 8:1-4. Em sua epístola aos romanos, Paulo expôs os grandes princípios do evangelho. Ele afirmava a sua posição nas questões que estavam agitando as igrejas judaicas e gentílicas, e mostrava que as esperanças e promessas que haviam pertencido outrora aos judeus especialmente, eram agora oferecidas também aos gentios. Com grande clareza e poder o apóstolo apresentava a doutrina da justificação pela fé em Cristo. Ele esperava que outras igrejas também pudessem ser ajudadas pela instrução enviada aos cristãos de Roma; mas quão pouco podia ele prever o vasto alcance da influência de suas palavras! Através dos séculos a grande verdade da justificação pela fé tem permanecido como poderoso farol a guiar os pecadores arrependidos ao caminho da vida. Foi esta luz que dissipou as trevas que envolviam a mente de Lutero e revelou-lhe o poder do sangue de Cristo para purificar do pecado. A mesma luz tem guiado à verdadeira fonte de perdão e de paz, milhares de almas sobrecarregadas de pecado. Cada cristão tem motivos para agradecer a Deus pela epístola aos romanos. Atos dos Apóstolos, 373-374. Entra Lutero, então, ousadamente, em sua obra como campeão da verdade. Sua voz era ouvida do púlpito em advertência ardorosa e solene. Expôs ao povo o caráter ofensivo do pecado, ensinando-lhes ser impossível ao homem, por suas próprias obras, diminuir as culpas ou fugir ao castigo. Nada, a não ser o arrependimento para com Deus e a fé em Cristo, pode salvar o pecador. A graça de Cristo não pode ser comprada; é dom gratuito. Aconselhava o povo a não comprar indulgências, mas a olhar com fé para um Redentor crucificado. Relatou sua própria e penosa experiência ao procurar em vão pela humilhação e penitência conseguir salvação, e afirmou a seus ouvintes que foi olhando fora de si mesmo e crendo em Cristo que encontrara paz e alegria. O Grande Conflito, 129. “Os pecadores só podem ser justificados por Deus quando Ele lhes perdoa os pecados, suspende a punição que eles merecem e os trata como se realmente fossem justos e não houvessem pecado, dispensando-lhes o favor divino e tratando-os como se fossem justos. Eles são justificados unicamente pela justiça imputada por Cristo. O Pai aceita o Filho e, mediante o sacrifício expiatório de Seu Filho, aceita o pecador”. Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 194. ❉ Quinta - Apelo do Céu por uma reforma no tempo do fim Ano Bíblico: Ez 4–7 6. Leia atentamente a divina mensagem de reavivamento e reforma para o tempo do fim (Ap 14:6, 7, 12). O que esses versos nos ensinam sobre o caráter de Deus? Deus é amor e justiça, o juízo divino é uma benção, seu significado primário é Justificar, Salvar, libertar. O juízo executivo é a purificação ou eliminação do mal, e conforme prometido, será feito, e o pecado não se levantará segunda vez. Naum 1:9, e pela graça e misericórdia de Deus, os homens são chamados a um reavivamento e uma reforma, desvinculando-se do mal, e passando a ter comunhão com Ele. “Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” Ap 14:6-7. E assim viver eternamente em Sua presença. A graça e a misericórdia divina está ainda atraindo as pessoas, hoje é dia de salvação, portanto “Portanto, como diz o Espírito Santo, se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais o vosso coração”. Heb. 3:7-8. Para os fieis o Juízo divino significa Justificação, Purificação e Salvação eterna, para os que escolheram rejeitar a graça de Deus, resta tão somente o oposto disso. O terceiro anjo está voando pelo meio do céu, anunciando os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. Isso representa a obra que precisa ser feita nestes últimos dias. A mensagem nada perde de sua força em seu vôo. João viu o trabalho crescendo em poder até que toda a Terra se enchesse da glória de Deus. A mensagem: "Temei a Deus e guardai os Seus mandamentos, porque vinda é a hora do Seu juízo" , deve ir avante com grande voz. Os seres humanos devem com intensificado zelo e energia levar adiante a obra do Senhor. Carta 134, 1901. Mas não foi meramente para efetuar a redenção do homem que Cristo veio à Terra e aqui sofreu e morreu. Veio para "engrandecer a lei" e "torná-la gloriosa". Não somente para que os habitantes deste mundo pudessem considerar a lei como esta deveria ser considerada, mas para demonstrar a todos os mundos do Universo que a lei de Deus é imutável. Pudessem seus requisitos ser postos de lado, e o Filho de Deus não necessitaria então haver dado Sua vida para expiar a transgressão da mesma. A morte de Cristo prova ser ela imutável. E o sacrifício a que o amor infinito induziu o Pai e o Filho, a fim de que os pecadores pudessem ser salvos, demonstra ao Universo todo (e nada menos que este plano de expiação teria bastado para fazer) que a justiça e a misericórdia são o fundamento da lei e do governo de Deus. O Grande Conflito, 503. “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.” Ap 14:12. ❉ Sexta - Conclusão: Ano Bíblico: Ez 8–10 Em “Reforma: consequência do reavivamento” aprendi que … ramos@advir.comramos@advir.com
  5. 5. ✰ Domingo - O apelo do profeta para reforma: O rei Josafá temeu e buscou ao Senhor “Então, Josafá temeu e pôs-se a buscar o SENHOR” e deu instruções a Judá para para que todo o povo também busca-se ao Senhor por meio do jejum “e apregoou jejum em todo o Judá” e da oração “E Judá se ajuntou, para pedir socorro ao SENHOR; também de todas as cidades de Judá vieram para buscarem o SENHOR”. 2 Cr 20:3-4. Josafá orou com base no caráter, poder e na promessa de Deus dada a Salomão. 2 Cr 20:5-9. (1Rs 8:33-35; 2Cr 6:28; 2Cr 7:13), e com fé na justiça divina. 2 Cr 20:9-13. E Judá recebeu a resposta SENHOR. 2 Cr 20:14-17. E adoraram e louvaram a Deus, com gratidão e alegria. 2 Cr 20:18-19. Deviam agora confirmar diante da peleja sua crença em Deus e confiar nos Seus profetas. Assim a segurança e prosperidade da nação seriam asseguradas. “E, pela manhã cedo, se levantaram e saíram ao deserto de Tecoa; e, saindo eles, pôs-se em pé Josafá e disse: Ouvi-me, ó Judá e vós, moradores de Jerusalém: Crede no SENHOR, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas e prosperareis. 2 Cr 20:20. A experiência de Josafá com Deus, nos ensina a bases do verdadeiro reavivamento e reforma. Sobe sua liderança Israel buscou ao SENHOR com todo o coração, com toda a tua alma, com todas as tuas forças, com todo o teu entendimento (Dt 6:5; 10:12; Mt 22:37; Lc 10:27; Js 22:5; Ec 12:13; Mq 6:8), isso foi manifesto através da união de todo o povo em jejum, oração, confiança e obediência a Deus. 2 Cr 20:3-13. ✰ Segunda - Apelo para reforma em Corinto: “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.” 1 Co 6:19-20. A igreja de Corinto após ser repreendida, seus membros reconheceram os erros, se arrependeram, e mudaram de procedimento confirmando o perdão divino e recebendo Sua salvação. “Agora, porém, me alegro diz Paulo, não porque vocês foram entristecidos, mas porque a tristeza os levou ao arrependimento. Pois vocês se entristeceram como Deus desejava, e de forma alguma foram prejudicados por nossa repreensão. A tristeza segundo Deus produz um arrependimento que leva à salvação e não remorso, mas a tristeza segundo o mundo produz morte. Vejam o que esta tristeza segundo Deus produziu em vocês: dedicação, reconhecimento, desculpas, indignação pelo mal, temor, saudade, preocupação, e o desejo de ver a justiça feita! Em tudo vocês agora se mostram inculpáveis”. II Cor. 7:8-12. “Contra essas coisas não há lei. Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos”. Gl 5:23- 24. E "Alegro-me por poder ter plena confiança em vocês." II Cor. 7:16. NVI ✰ Terça - Apelo no Apocalipse para reforma em Éfeso: Virtudes: “Conheço as tuas obras, tanto o teu labor como a tua perseverança, e que não podes suportar homens maus, e que puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achaste mentirosos; e tens perseverança, e suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer.” … “Tens, contudo, a teu favor que odeias as obras dos nicolaítas, as quais eu também odeio.” Ap 2:2, 3 e 6. Repreensão: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor”. Ap 2:4. “à prática das primeiras obras”. Ap 2:5. Convite para a reforma: “Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas.” Ap 2:5. Doutrina dos Nicolaítas: Doutrina que diz que o Evangelho de Cristo anulou a lei de Deus, e que somente "crendo" seremos salvos, sem a responsabilidade de obedecer a Palavra de Deus, expressa por Seus mandamentos. Dt 6:5; 10:12; Mt 22:36- 40; Lc 10:25-28; Jo 14:15, 20-21, 23; 15:10; [Js 22:5]; [Ec 12:13-14]; [Mq 6:8]. “Pois certos homens, cuja condenação já estava sentenciada há muito tempo, infiltraram-se dissimuladamente no meio de vocês. Estes são ímpios, e transformam a graça de nosso Deus em libertinagem e na prática negam a Jesus Cristo, nosso único Soberano e Senhor”. Jud. 4. (2Pe 2:1-3; 1Pe 2:7-8). ✰ Quarta - Apelo de Lutero para reforma: A epístola de Romanos ensina que somos salvos pela graça divina; “sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé”. Independentemente de nação, gênero ou posição social; “não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego”. O evangelho é a justiça de Cristo em nós, pela fé, sem a lei; “agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos [e sobre todos] os que crêem.” Cristo morreu em nosso favor, sendo nós ainda pecadores; “Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” Na morte de Cristo o pecado foi condenado em Sua carne, a fim de que vivêssemos Nele em espírito; “e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado, a fim de que o preceito da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito”. Rm 1:16-17; 3:21-25; 5:6-11; 8:1-4. ✰ Quinta - Apelo do Céu por uma reforma no tempo do fim: Deus é amor e justiça, o juízo divino é uma benção, seu significado primário é Justificar, Salvar, libertar. O juízo executivo é a purificação ou eliminação do mal, e conforme prometido, será feito, e o pecado não se levantará segunda vez. Naum 1:9, e pela graça e misericórdia de Deus, os homens são chamados a um reavivamento e uma reforma, desvinculando-se do mal, e passando a ter comunhão com Ele. Ap 14:6-7. E assim viver eternamente em Sua presença. A graça e a misericórdia divina está ainda atraindo as pessoas, hoje é dia de salvação, portanto “Portanto, como diz o Espírito Santo, se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais o vosso coração”. Heb. 3:7-8. Para os fieis o Juízo divino significa Justificação, Purificação e Salvação eterna, para os que escolheram rejeitar a graça de Deus, resta tão somente o oposto disso. ramos@advir.comramos@advir.com

×