Lições do santuário_Resumo_442013

336 visualizações

Publicada em

O Objetivo do resumo da lição não é substituí-la, pelo contrário e dar mais amplitude ao estudo do tema.
A ideia e colocar os textos bíblicos diretos que respondam as questões da lição, somados aos escritos de Ellen White que dão luz sobre o assunto, eu procuro comentar o mínimo possível, só detalhes referentes as questões e algumas definições todas neste tom de azul, pois se os textos forem realmente claros, que é intenção, não há necessidade de ficar comentando, e a aplicação, como e mais extensa, procuro fazer na nossa classe.
“Sempre darei a fonte, para que o conteúdo não seja anônimo, e todos tenham a oportunidade de achar, pesquisar e questionar”.
Que... “Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe; e faça resplandecer o seu rosto sobre nós. Para que se conheça na terra o teu caminho, e em todas as nações a tua salvação”. Sal. 67:1-2. 
Bom Estudo!

Publicada em: Espiritual
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
336
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
5
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Lições do santuário_Resumo_442013

  1. 1. Lições Adultos O Santuário Lição 4 - Lições do santuário 19 a 26 de outubro ❉ Sábado à tarde - “E Me farão um santuário, para que Eu possa habitar no meio deles.” Êx 25:8. Foi comunicada a Moisés, enquanto se achava no monte com Deus, esta ordem: "E Me farão um santuário, e habitarei no meio deles" (Êxo. 25:8), e foram dadas instruções completas para a construção do tabernáculo. Em virtude de sua apostasia, os israelitas ficaram despojados da bênção da presença divina, e por algum tempo impossibilitaram a construção de um santuário para Deus, entre eles. Mas, depois de novamente haverem sido recebidos no favor do Céu, o grande líder procedeu à execução da ordem divina. Patriarcas e Profetas, 343. Nos tempos patriarcais as ofertas sacrificais relacionadas com o culto divino constituíam uma lembrança perpétua da vinda de um Salvador; e assim era com todo o ritual dos serviços do santuário na história de Israel. Na ministração do tabernáculo, e do templo que posteriormente lhe tomou o lugar, o povo era ensinado cada dia, por meio de símbolos e sombras, a respeito das grandes verdades relativas ao advento de Cristo como Redentor, Sacerdote e Rei; e uma vez em cada ano tinham a mente voltada para os eventos finais do grande conflito entre Cristo e Satanás, a purificação final do Universo do pecado e pecadores. Os sacrifícios e ofertas do ritual mosaico deviam sempre apontar para um serviço melhor, celestial mesmo. O santuário terrestre era "uma alegoria para o tempo presente, em que se oferecem dons e sacrifícios"; seus dois lugares santos eram "figuras das coisas que estão no Céu"; pois Cristo, nosso grande Sumo Sacerdote, é hoje "Ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem". Heb. 9:9 e 23; 8:2. Profetas e Reis, 684. Objetivo: Entender mais sobre o amor e a bondade de Deus revelada no santuário terrestre, que nós traz um ensinamento didático e completo sobre o plano da redenção. ❉ Domingo - Lugar da presença Ano Bíblico: Lc 1, 2 1. Qual foi o propósito do santuário terrestre no deserto? Que verdade impressionante isso nos ensina sobre o amor de Deus por nós? Êx 25:8 E me farão um santuário, e habitarei no meio deles. Ex 25:8. Deus nos ama e quer habitar em nosso meio. “Porque o SENHOR elegeu a Sião; desejou-a para sua habitação, dizendo: Este é o meu repouso para sempre; aqui habitarei, pois o desejei.” Sl. 132:13, 14. "Neles habitarei e entre eles andarei; e Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo." II Cor. 6:16. "Habitarei no meio dos filhos de Israel, e lhes serei por Deus." Ex 29:45. "para que por Minha glória sejam santificados." Ex 29:43. Deus ordenou a Moisés acerca de Israel: "E Me farão um santuário, e habitarei no meio deles" (Êxo. 25:8), e habitou no santuário, no meio de Seu povo. Durante toda a fatigante peregrinação deles no deserto, o símbolo de Sua presença os acompanhou. Assim Cristo estabeleceu Seu tabernáculo no meio de nosso acampamento humano. Estendeu Sua tenda ao lado da dos homens, para que pudesse viver entre nós, e tornar-nos familiares com Seu caráter e vida divinos. "O Verbo Se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a Sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade." João 1:14. ramos@advir.com
  2. 2. Desde que Cristo veio habitar entre nós, sabemos que Deus está relacionado com as nossas provações, e Se compadece de nossas dores. Todo filho e filha de Adão pode compreender que nosso Criador é o amigo dos pecadores. Pois em toda doutrina de graça, toda promessa de alegria, todo ato de amor, toda atração divina apresentada na vida do Salvador na Terra, vemos "Deus conosco". Mat. 1:23. O Desejado de Todas as Nações, 23-24. ❉ Segunda - “Sede santos” Ano Bíblico: Lc 3–5 “Tomarás o óleo da unção, e ungirás o tabernáculo e tudo o que nele está, e o consagrarás com todos os seus pertences; e será santo. Ungirás também o altar do holocausto e todos os seus utensílios e consagrarás o altar; e o altar se tornará santíssimo” (Êx 40:9, 10). Santo: O que é sagrado, separado do que é de uso comum, é a dedicação de algo ou alguém para o uso divino. cf Ex 19:6; 30:31, 32; 40:9, 10; Lv 21:6; Hb 3:1; etc. Em algumas passagens bíblicas expressa-se o conceito de santo como "apartado" (heb. sûr, "desviar/se", "apartar/se", "retirar/se"; gr. ekklíno, "desviar-se de", "esquivar", "evitar"). Este vocábulo aparece em Jó 1:1, 8, 2:3; 2 Pe 3:11; etc., e tem o sentido de "abster-se [aparta-se] de"; principalmente o de "fugir [escapar] assustado com" algo. SDABD. “O ritual simbólico era o elo entre Deus e Israel. As ofertas sacrificais tinham o propósito de prefigurar o sacrifício de Cristo e, assim, preservar no coração das pessoas uma fé inabalável no Redentor vindouro . Para que o Senhor aceitasse seus sacrifícios, continuasse presente com elas e, por outro lado, para que o povo tivesse um correto conhecimento do plano da salvação e uma compreensão adequada de seu dever, era da máxima importância que fossem mantidas, por parte de todos os que estavam associados ao santuário, santidade de coração e pureza de vida, reverência a Deus e estrita obediência aos Seus requisitos.” Ellen G. White, CBA, v. 2, p. 1116. "Esta é a vontade de Deus", escreve o apóstolo Paulo, "a vossa santificação." I Tess. 4:3. Em todo o Seu trato com o Seu povo, o objetivo de Deus é a santificação da igreja. Ele os escolheu desde a eternidade, para que fossem santos. Deu-lhes Seu Filho para morrer por eles, a fim de que pudessem ser santificados pela obediência à verdade, despidos de toda a mesquinhez do eu. Deles requer trabalho pessoal e pessoal entrega. Deus só pode ser honrado pelos que professam crer nEle, quando são conformes à Sua imagem e controlados por Seu Espírito. Então, como testemunhas do Salvador podem tornar conhecido o que a graça divina fez por eles. Atos dos Apóstolos, 559. 2. Qual é a principal razão para que o povo seja santo? Lv 19:2; 1Pe 1:14-16 Fala a toda a congregação dos filhos de Israel e dize-lhes: Santos sereis, porque eu, o SENHOR, vosso Deus, sou santo. Lv 19:2. como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância; 15 mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver , 16 porquanto escrito está: Sede santos, porque eu sou santo. 1 Pe 1:14-16. A principal razão para que o povo seja santo é a santidade de Deus. “como filhos obedientes, não nos conformando com os maus desejos que antes havia em nossa ignorância; mas, como é santo aquele que nos chamou, sejamos também santos em toda a nossa maneira de viver, porquanto escrito está: Sede santos, porque eu sou santo.” 1 Pe 1:14-16. “Santos sereis, porque eu, o SENHOR, vosso Deus, sou santo.” Lv 19:2. Santidade não é arrebatamento: é inteira entrega da vontade a Deus; é viver por toda a palavra que sai da boca de Deus; é fazer a vontade de nosso Pai celestial; é confiar em Deus na provação, tanto nas trevas como na luz; é andar pela fé e não pela vista; é apoiar-se em Deus com indiscutível confiança, descansando em Seu amor . Atos dos Apóstolos, pág. 51. Os pensamentos devem se concentrar em Deus. Devemos exercer diligente esforço para vencer as más tendências do coração natural. Nossos esforços, nossa abnegação e perseverança devem ser proporcionais ao infinito valor do objetivo que perseguimos. Unicamente vencendo como Cristo venceu, havemos de alcançar a coroa da vida. Ciência do Bom Viver, 455. ❉ Terça - Utensílios do santuário Ano Bíblico: Lc 6–8 3. Leia Êxodo 31:2-11. O que esses versos nos ensinam sobre a fabricação dos objetos do santuário terrestre? Que relação existe com Gênesis 1:2? (Leia também Êx 25:9) O Espírito de Deus, que participou da criação da Terra. (Gn 1:2; Jó 33:4; 26:13; Sl 33:6; 104:30; Algumas traduções definem como sopro, fôlego ou vento, nomes e símbolos apropriados para o Espírito Santo usados no decorrer de toda a bíblia). "O Espírito de Deus me fez; o sopro do Todo-poderoso me dá vida." Jó 33:4. Foi o mesmo que inspirou, instruiu e capacitou os homens na construção tanto do santuário como de seus utensílios. “e o enchi do Espírito de Deus, de sabedoria, e de entendimento, e de ciência em todo artifício, para inventar invenções, … e tenho dado sabedoria ao coração de todo aquele que é sábio de coração, para que façam tudo o que te tenho ordenado, … farão conforme tudo que te tenho mandado.” Ex 31:2-11. ramos@advir.com
  3. 3. Grande foi a honra e o privilégio concedidos a Israel na edificação do santuário; e grande também foi a responsabilidade. Uma estrutura de extraordinário esplendor, exigindo para a sua construção os mais custosos materiais e as maiores aptidões artísticas, devia ser construída no deserto por um povo recém-liberto da escravidão. Parecia uma tarefa estupenda. Mas Aquele que havia dado o plano da construção, empenhou-Se em cooperar com os construtores. ... Que escola industrial era aquela no deserto, tendo como instrutores a Cristo e os Seus anjos! No preparo do santuário e seus móveis todo o povo devia cooperar. Havia ocupação para o cérebro e para as mãos. Exigia-se uma grande variedade de material, e todos foram convidados a contribuir conforme a boa vontade de seu coração. Desta maneira, pelo trabalho e ofertas eram ensinados a cooperar com Deus e uns com os outros . E também deviam cooperar na preparação do edifício espiritual - o templo de Deus na alma. Educação, 36-37. A habilidade nas artes comuns é um dom de Deus. Ele provê não só o dom como a sabedoria para dele se fazer uso correto. Quando Ele desejou fosse feita uma obra no santuário, disse: "Eis que Eu tenho chamado por nome a Bezalel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá, e o enchi do Espírito de Deus, de sabedoria, e de entendimento, e de ciência em todo artifício." Êxo. 31:2 e 3. … Deus confere Seus dons conforme Lhe apraz. Concede um dom a um, e outro dom a outro, mas tudo para o bem do corpo todo. Está no plano de Deus que alguns sirvam em um ramo de trabalho, e outros em ramos diversos - trabalhando todos sob o mesmo espírito. O reconhecimento deste plano será uma salvaguarda contra a emulação, o orgulho, a inveja, ou contra o desdém de um ao outro. Fortalecerá a unidade e o amor mútuo. CPPE, 314-315. Aqueles que fazem de Deus sua eficiência, compreendem suas próprias fraquezas, e o Senhor os supre com Sua sabedoria. À medida que dia a dia confiam em Deus, aceitando humildemente Sua vontade e de todo o coração e com a mais completa integridade, crescem em entendimento e habilidade. Desejosos de serem obedientes, demonstram reverência e honra a Deus, e são por Ele honrados. Review and Herald, 22 de fevereiro de 1906. ❉ Quarta - Centro de atividades divinas e comunitárias Ano Bíblico: Lc 9–11 4. Leia 1 Reis 8:31-53. O que mais esse texto nos ensina sobre a função do santuário? Se alguém pecar contra o seu próximo e lhe for exigido que jure, e ele vier jurar diante do teu altar nesta casa, 32 ouve então do céu, age, e julga os teus servos; condena ao culpado, fazendo recair sobre a sua cabeça e seu proceder, e justifica ao reto, retribuindo-lhe segundo a sua retidão. 33 Quando o teu povo Israel for derrotado diante do inimigo, por ter pecado contra ti; se eles voltarem a ti, e confessarem o teu nome, e orarem e fizerem súplicas a ti nesta casa, 34 ouve então do céu, e perdoa a pecado do teu povo Israel , e torna a levá-lo à terra que deste a seus pais. 35 Quando o céu se fechar e não houver chuva, por terem pecado contra ti, e orarem, voltados para este lugar, e confessarem o teu nome, e se converterem dos seus pecados, quando tu os afligires, 36 ouve então do céu, e perdoa o pecado dos teus servos e do teu povo Israel, ensinando-lhes o bom caminho em que devem andar; e envia chuva sobre a tua terra que deste ao teu povo em herança. 37 Se houver na terra fome ou peste, se houver crestamento ou ferrugem, gafanhotos ou lagarta; se o seu inimigo os cercar na terra das suas cidades; seja qual for a praga ou doença que houver; 38 toda oração, toda súplica que qualquer homem ou todo o teu povo Israel fizer, conhecendo cada um a chaga do seu coração, e estendendo as suas mãos para esta casa , 39 ouve então do céu, lugar da tua habitação, perdoa, e age, retribuindo a cada um conforme todos os seus caminhos, segundo vires o seu coração (pois tu, só tu conheces o coração de todos os filhos dos homens); 40 para que te temam todos os dias que viverem na terra que deste a nossos pais. 41 Também quando o estrangeiro, que não é do teu povo Israel, vier de terras remotas por amor do teu nome 42 (porque ouvirão do teu grande nome, e da tua forte mão, e do teu braço estendido), quando vier orar voltado para esta casa, 43 ouve do céu, lugar da tua habitação, e faze conforme tudo o que o estrangeiro a ti clamar, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome, e te temam como o teu povo Israel, e saibam que pelo teu nome é chamada esta casa que edifiquei. 44 Quando o teu povo sair à guerra contra os seus inimigos, seja qual for o caminho por que os enviares, e orarem ao Senhor, voltados para a cidade que escolheste, e para a casa que edifiquei ao teu nome, 45 ouve então do céu a sua oração e a sua súplica, e defende a sua causa. ... 1 Rs 8:31-53. RA A função do santuário descrita na oração de dedicação, feita por salomão em 1 Reis 8:31-53, nos ensina que o templo foi estabelecido para se buscar perdão dos pecados (v. 30); para se fazer juramentos diante do altar (v. 31, 32); de pedir súplicas quando derrotados diante do inimigo, por ter pecado contra o Senhor (v. 33, 34); para pedir por chuva (v. 35, 36) e proteção diante da fome, e de todo tipo de praga, doença ou inimigo que possa cercar a terra nas suas cidades (v. 37-40). Era também o lugar de oração para o estrangeiro que ama-se ao nome do Senhor (v. 41-43), Lugar de pedir pela vitória contra o inimigo (v. 44, 45). Assim o adorador estava seguro mesmo em tempos de adversidade “Porque no dia da adversidade me esconderá no seu pavilhão; no oculto do seu tabernáculo me esconderá; pôr-me-á sobre uma rocha.” Sl 27:5. O Objetivo do Santuário e de seu ritual é nós ensinar a viver diante de um Deus santo. Pela manifestação da glória divina passamos à ser santificados e ter a presença contínua do Senhor. Ele faz com que Sua habitação esteja no meio do Seu povo. "E Me farão um santuário, e habitarei no meio dEles." Êxo. 25:8. "Habitarei no meio dos filhos de Israel, e lhes serei por Deus", "para que por Minha glória sejam santificados." Êxo. 29:45 e 43. E assim após essa preparação, moraremos com Ele eternamente. “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito, pois vou prepararvos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também.” Jo:14:1-3. ramos@advir.com
  4. 4. Na construção do santuário como a morada de Deus, Moisés foi instruído a fazer tudo segundo o modelo das coisas no Céu. Deus o chamou ao monte e revelou-lhe as coisas celestiais; e o tabernáculo foi, em todos os seus pertences, modelado à semelhança delas. Assim também revelou Ele o Seu glorioso ideal de caráter a Israel, de que Ele desejava fazer Sua morada . A norma deste caráter foi-lhes mostrada no monte, ao ser do Sinai dada a lei, e quando passou Deus diante de Moisés e este proclamou: "Jeová, o Senhor, Deus misericordioso e piedoso, tardio em iras e grande em beneficência e verdade." Êxo. 34:6. Mas por si mesmos eram eles incapazes de atingir este ideal. Aquela revelação no Sinai apenas poderia impressioná-los com sua necessidade e incapacidade. O tabernáculo, com os seus sacrifícios, deveria ensinar outra lição - a lição do perdão do pecado e do poder de obediência para a vida, mediante o Salvador. Por meio de Cristo deveria cumprir-se o propósito de que era um símbolo o tabernáculo - aquela construção gloriosa, com suas paredes de ouro luzente refletindo em matizes do arco-íris as cortinas bordadas de querubins; o aroma do incenso, sempre a queimar, a invadir tudo; os sacerdotes vestidos de branco imaculado, e no profundo mistério do compartimento interior, acima do propiciatório, entre as figuras de anjos prostrados em adoração, a glória do Santíssimo. Em tudo Deus desejava que Seu povo lesse o Seu propósito para com o ser humano . Era o mesmo propósito muito mais tarde apresentado pelo apóstolo Paulo, falando pelo Espírito Santo: "Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo." I Cor. 3:16 e 17. Educação, págs. 35 e 36. 5. O santuário era basicamente o centro ideológico de toda atividade em Israel. A religião não era parte da vida do fiel, nem mesmo uma das mais importantes. Ela era a vida. O que isso nos diz sobre o papel da fé em nossa vida? O papel da fé em nossa vida é nos fazer confiantes no Senhor e obedecer Suas orientações em todos os momentos. “Sem fé é impossível agradar a Deus.” Hb 11:6. A fé é a maneira de viver dos que foram justificados por Cristo. “o justo viverá da fé.” Rm 1:17. cf. Hb 2:4; Gl 3:11; Hb 10:38. A disciplina e o ensino que Deus designara a Israel, fariam com que eles, em toda a sua maneira de viver, diferissem do povo de outras nações. Esta peculiaridade, que deveria ser considerada como privilégio e bênção especiais, foi mal recebida por eles. A simplicidade e moderação, essenciais para o mais alto desenvolvimento, procuraram substituir pela pompa e condescendência própria dos povos pagãos. Serem como todas as nações era a sua ambição. (I Sam. 8:5.) O plano divino para a educação foi posto de lado, e tirada a autoridade de Deus. Educação, 49-50. Jovens e adultos devem ter uma experiência preciosa, alegre e abundante na religião de Cristo, de modo a poderem dirigir sua conduta e conversação pela maneira devida, a fim de se tornarem cooperadores de Deus na salvação dos perdidos. The Youth's Instructor, 29 de junho de 1893. "Está escrito", eis o que devem exprimir por palavras e obras. Por sua própria maneira de viver devem ensinar simplicidade e correção de hábitos em tudo. Conselhos Sobre Educação, 139. ❉ Quinta - “Até que entrei no santuário” Ano Bíblico: Lc 12–14 6. Leia o Salmo 73:1-17. Que ideias Asafe obteve depois de entrar no santuário? Verdadeiramente bom é Deus para com Israel, para com os limpos de coração. 2 Quanto a mim, os meus pés quase resvalaram; pouco faltou para que os meus passos escorregassem. 3 Pois eu tinha inveja dos soberbos, ao ver a prosperidade dos ímpios. 4 Porque eles não sofrem dores; são e robusto é o seu corpo. 5 Não se acham em tribulações como outra gente, nem são afligidos como os demais homens. 6 Pelo que a soberba lhes cinge o pescoço como um colar; a violência os cobre como um vestido. 7 Os olhos deles estão inchados de gordura; trasbordam as fantasias do seu coração. 8 Motejam e falam maliciosamente; falam arrogantemente da opressão. 9 Põem a sua boca contra os céus, e a sua língua percorre a terra. 10 Pelo que o povo volta para eles e não acha neles falta alguma. 11 E dizem: Como o sabe Deus? e: Há conhecimento no Altíssimo? 12 Eis que estes são ímpios; sempre em segurança, aumentam as suas riquezas. 13 Na verdade que em vão tenho purificado o meu coração e lavado as minhas mãos na inocência, 14 pois todo o dia tenho sido afligido, e castigado cada manhã. 15 Se eu tivesse dito: Também falarei assim; eis que me teria havido traiçoeiramente para com a geração de teus filhos. 16 Quando me esforçava para compreender isto, achei que era tarefa difícil para mim, 17 até que entrei no santuário de Deus; então percebi o fim deles. Sl 73:1-17. RA Tanto Davi quanto Asafe contrastaram a aparente prosperidade da vida dos ímpios Sl 27:4-12, com a dificuldades e perplexidades dos fieis ao Senhor, mas ao entrarem no santuário que significa aproximar-se de Deus e entender o plano da salvação, viram a glória, santidade e a justiça de Deus, e compreenderam qual seria o fim dos ímpios. cf. Sl 27:1-8; 73:1-28. E concluíram que “Mas, para mim, bom é aproximar-me de Deus; pus a minha confiança no SENHOR Deus, para anunciar todas as tuas obras.” Sl 73:28. Também somos convidados a entrar na presença de Deus no lugar santíssimo do santuário. “Portanto, irmãos, temos plena confiança para entrar no Santo dos Santos pelo sangue de Jesus.” Hb 10:19-23. cf. Ef 3:12; 2:18. Quando meditava nas dificuldades e perigos da vida, estes pareciam tão ameaçadores que ele se considerava abandonado por Deus por causa de seus pecados. Percebeu seus pecados sob uma luz tão forte que exclamou: "Rejeita o Senhor para sempre? Acaso, não torna a ser propício?" Sal. 77:7. ramos@advir.com
  5. 5. Ao chorar e orar, obteve uma visão mais clara do caráter e dos atributos de Deus e, sendo instruído por agentes celestiais, concluiu que suas idéias acerca da justiça e severidade de Deus eram exageradas. ... Ao considerar Davi os votos e promessas de Deus a Israel, sabendo que se destinavam a todos quantos deles precisassem, além de Israel, apropriou-se também deles. … Ao apropriar-se Davi desses privilégios e promessas, decidiu não mais fazer julgamentos apressados, tornando-se desanimado e mergulhando num impotente desespero. Sua alma tomou ânimo ao contemplar o caráter geral de Deus, exposto em Seus ensinos, Sua longanimidade, Sua insuperável grandeza e misericórdia, e ele viu que as obras e os prodígios de Deus não deviam ter aplicação restrita. Mas a experiência de Davi mudou novamente. Ao ver que transgressores e pecadores também recebiam favores e bênçãos, enquanto aqueles que realmente amavam a Deus eram cercados por dificuldades e perplexidades que o pecador declarado não enfrentava, pensou que os caminhos de Deus não eram justos. ... "Eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos. ... [Não] são afligidos como os outros homens." Sal. 73:3-5. Davi não pôde entender isso até entrar no santuário de Deus, quando, então, diz ele: "Atinei com o fim deles." "Tu certamente os pões em lugares escorregadios, e os fazes cair na destruição. ... Quanto a mim, bom é estar junto a Deus." Sal. 73:17, 18 e 28. Manuscrito 4, 1896. Ano Bíblico: Lc 15–17 ❉ Sexta - Conclusão: Em Lições do santuário aprendi que … ✰ Domingo - Lugar da presença: Deus nos ama e quer habitar em nosso meio. “Porque o SENHOR elegeu a Sião; desejou-a para sua habitação, dizendo: Este é o meu repouso para sempre; aqui habitarei, pois o desejei.” Sl. 132:13, 14. "Neles habitarei e entre eles andarei; e Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo." II Cor. 6:16. "Habitarei no meio dos filhos de Israel, e lhes serei por Deus." Ex 29:45. "para que por Minha glória sejam santificados." Ex 29:43. ✰ Segunda - “Sede santos”: “Tomarás o óleo da unção, e ungirás o tabernáculo e tudo o que nele está, e o consagrarás com todos os seus pertences; e será santo. Ungirás também o altar do holocausto e todos os seus utensílios e consagrarás o altar; e o altar se tornará santíssimo” (Êx 40:9, 10). Santo: O que é sagrado, separado do que é de uso comum, é a dedicação de algo ou alguém para o uso divino. cf Ex 19:6; 30:31, 32; 40:9, 10; Lv 21:6; Hb 3:1; etc. A principal razão para que o povo seja santo é a santidade de Deus e “como filhos obedientes, não nos conformando com os maus desejos que antes havia em nossa ignorância; mas, como é santo aquele que nos chamou, sejamos também santos em toda a nossa maneira de viver, porquanto escrito está: Sede santos, porque eu sou santo.” 1 Pe 1:14-16. Santos sereis, porque eu, o SENHOR, vosso Deus, sou santo. Lv 19:2. ✰ Terça - Utensílios do santuário: O Espírito de Deus, que participou da criação da Terra. (Gn 1:2; Jó 33:4; 26:13; Sl 33:6; 104:30; Algumas traduções definem como sopro, fôlego ou vento, nomes e símbolos apropriados para o Espírito Santo usados no decorrer de toda a bíblia). "O Espírito de Deus me fez; o sopro do Todo-poderoso me dá vida." Jó 33:4. Foi o mesmo que inspirou, instruiu e capacitou os homens na construção tanto do santuário como de seus utensílios. “e o enchi do Espírito de Deus, de sabedoria, e de entendimento, e de ciência em todo artifício, para inventar invenções, … e tenho dado sabedoria ao coração de todo aquele que é sábio de coração, para que façam tudo o que te tenho ordenado, … farão conforme tudo que te tenho mandado.” Ex 31:2-11. ✰ Quarta - Centro de atividades divinas e comunitárias: A função do santuário descrita na oração de dedicação, feita por salomão em 1 Reis 8:31-53, nos ensina que o templo foi estabelecido para se buscar perdão dos pecados (v. 30); para se fazer juramentos diante do altar (v. 31, 32); de pedir súplicas quando derrotados diante do inimigo, por ter pecado contra o Senhor (v. 33, 34); para pedir por chuva (v. 35, 36) e proteção diante da fome, e de todo tipo de praga, doença ou inimigo que possa cercar a terra nas suas cidades (v. 37-40). Era também o lugar de oração para o estrangeiro que ama-se ao nome do Senhor (v. 41-43), Lugar de pedir pela vitória contra o inimigo (v. 44, 45). Assim o adorador estava seguro mesmo em tempos de adversidade “Porque no dia da adversidade me esconderá no seu pavilhão; no oculto do seu tabernáculo me esconderá; pôr-me-á sobre uma rocha.” Sl 27:5. O Objetivo do Santuário e de seu ritual é nós ensinar a viver diante de um Deus santo. Pela manifestação da glória divina passamos à ser santificados e ter a presença contínua do Senhor. Ele faz com que Sua habitação esteja no meio do Seu povo. "E Me farão um santuário, e habitarei no meio dEles." Êxo. 25:8. "Habitarei no meio dos filhos de Israel, e lhes serei por Deus", "para que por Minha glória sejam santificados." Êxo. 29:45 e 43. E assim após essa preparação, moraremos com Ele eternamente. “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito, pois vou prepararvos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também.” Jo:14:1-3. ✰ Quinta - “Até que entrei no santuário”: Tanto Davi quanto Asafe contrastaram a aparente prosperidade da vida dos ímpios Sl 27:4-12, com a dificuldades e perplexidades dos fieis ao Senhor, mas ao entrarem no santuário que significa aproximar-se de Deus e entender o plano da salvação, viram a glória, santidade e a justiça de Deus, e compreenderam qual seria o fim dos ímpios. cf. Sl 27:1-8; 73:1-28. E concluíram que “Mas, para mim, bom é aproximar-me de Deus; pus a minha confiança no SENHOR Deus, para anunciar todas as tuas obras.” Sl 73:28. Também somos convidados a entrar. “Portanto, irmãos, temos plena confiança para entrar no Santo dos Santos pelo sangue de Jesus.” Hb 10:19-23. cf. Ef 3:12; 2:18. ramos@advir.com

×