Exortações do santuário_Resumo_1342013

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O Objetivo do resumo da lição não é substituí-la, pelo contrário e dar mais amplitude ao estudo do tema.

A ideia e colocar os textos bíblicos diretos que respondam as questões da lição, somados aos escritos de Ellen White que dão luz sobre o assunto, eu procuro comentar o mínimo possível, só detalhes referentes as questões e algumas definições todas neste tom de azul, pois se os textos forem realmente claros, que é intenção, não há necessidade de ficar comentando, e a aplicação, como e mais extensa, procuro fazer na nossa classe.

“Sempre darei a fonte, para que o conteúdo não seja anônimo, e todos tenham a oportunidade de achar, pesquisar e questionar”.

Que... “Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe; e faça resplandecer o seu rosto sobre nós. Para que se conheça na terra o teu caminho, e em todas as nações a tua salvação”. Sal. 67:1-2. 

Bom Estudo!

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Exortações do santuário_Resumo_1342013

  1. 1. Lições Adultos O Santuário Lição 13 - Exortações do santuário 21 a 28 de dezembro ❉ Sábado à tarde - "Tendo grande Sacerdote sobre a casa de Deus, aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura." Hb 10:21, 22. Aqueles que verdadeiramente crêem em Cristo sentam-se com Ele nos lugares celestiais. Aceitemos o emblema do cristianismo. Esse não é um sinal exterior, não é a exibição de uma cruz ou uma coroa, mas algo que revela a união do homem com Deus. Dispamo-nos "do velho homem com os seus feitos e" revistamo-nos "do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem dAquele que o criou". Col. 3:9 e 10. A beleza da santidade é revelada quando os cristãos se aproximam uns dos outros, unindo-se em amor, igual ao de Cristo. Carta 126, 1902. Objetivo: Estudar as palavras de ânimo, advertências e conselhos contidas em Hebreus 10:19-25, e como elas afetam diretamente nossa vida cristã. ❉ Domingo - Acesso ao santuário celestial Ano Bíblico: Ap 1–3 1. Leia Hebreus 4:16; 6:19, 20; 10:19-21. A que os cristãos têm acesso, e o que isso significa para nós? Que esperança é oferecida ali e que impacto essa esperança deve ter sobre nossa vida e fé? Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus, 20 pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, 21 e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, Hb 10:19-21 RC Paulo ensina que através do sacrifício de Jesus, por meio de seu sangue que foi derramado, temos acesso ao santo dos santos no santuário celestial, o que significa estar pela fé na presença do Pai. Mt 6:6-9; Jo 16:23-28. “Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus”, Hb 10:19-21. Ele nós anima para chegarmos até o trono da graça “Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.” Hb 4:16. Está é nossa fé “a qual temos como âncora da alma segura e firme e que penetra até ao interior do véu, onde Jesus, nosso precursor, entrou por nós, feito eternamente sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.” Hb 6:19-20. Por meio de Cristo podemos apresentar nossas petições ao trono da graça. Por Seu intermédio, indignos como somos, podemos obter toda bênção espiritual. Testimonies, vol. 5, pág. 221. O que a intercessão envolve? É a cadeia dourada que liga o homem finito ao trono do infinito Deus. O ser humano, para cuja salvação Jesus morreu, se dirige insistentemente ao trono de Deus, e sua petição é levada por Jesus que o comprou com o próprio sangue. Nosso grande Sumo Sacerdote coloca Sua justiça ao lado do suplicante sincero, e a oração de Cristo se mistura com a do suplicante humano. Para Conhecê-Lo, p. 78. As determinações e concessões de Deus em nosso favor são ilimitadas. O trono da graça exerce os maiores atrativos, pois está ocupado por Aquele que consente em ser por nós chamado Pai. Mas Deus não considerou completo o princípio da salvação, enquanto era representado somente pelo Seu amor. Por isso determinou colocar junto ao Seu altar um Mediador que personificasse nossa natureza. Como nosso Intercessor, Seu ministério consiste em apresentar-nos perante Deus como filhos e filhas. Cristo intercede em favor dos que O recebem e, por virtude de Seus próprios méritos, lhes concede constituírem-se membros da família real, filhos do celeste Rei. Por seu turno, o Pai demonstra para com Cristo, que pagou com sangue o preço de nosso libertamento, o Seu infinito amor, aceitando como Seus os amigos dele. Está satisfeito com a expiação que Cristo efetuou, e é glorificado na vida, morte e mediação de Seu Filho. Em se chegando ao trono da graça, o filho de Deus se constitui cliente do grande Advogado. À primeira manifestação de arrependimento e do desejo de perdão, Cristo defende a causa deste e fá-la Sua, intercedendo por ele perante o Pai como se o fizera por Si próprio. Enquanto Cristo intercede por nós, o Pai nos oferece os tesouros de Sua graça para que os possuamos, regozijando-nos neles e repartindo-os com outros. "Naquele dia pedireis em Meu nome", disse Jesus, "e não vos digo que Eu rogarei por vós ao Pai; pois o mesmo Pai vos ama; visto como vós Me amastes." João 16:26 e 27. Devemos pedir em nome de Cristo. Isto tornará eficaz nossa oração, e o Pai nos distribuirá as riquezas da Sua misericórdia; por isso "pedi, e recebereis, para que o vosso gozo se cumpra". João 16:24. Testemunhos Seletos, vol. 3, págs. 29 e 30. ramos@advir.com
  2. 2. ❉ Segunda - Purificado e sincero Ano Bíblico: Ap 4–6 2. Quais são as condições para nos aproximarmos de Deus no santuário celestial? Hb 10:22. cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé; tendo o coração purificado da má consciência e o corpo lavado com água limpa. Hb 10:22 RC Os requisitos estabelecidos por Deus para nós aproximarmos Dele é; busca-Lo de todo coração e alma. “buscarás ao SENHOR, teu Deus, e o acharás, quando o buscares de todo o teu coração e de toda a tua alma.” Dt 4:29. cf. 2Cr 15:4. Com uma disposição sincera, humilde e confiante “cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé”. Para sermos purificados por Deus, através do sangue de Cristo, precisamos entregar-Lhe sem reservas o ser todo. Mc 12:30. “tendo o coração purificado da má consciência e o corpo lavado com água limpa.” Hb 10:22. E assim poderemos adora-Lo em espírito e em verdade. “os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.” Jo 4:23. A bezerra sacrifical era conduzida para fora do arraial, e morta da maneira mais impressionante. Assim Cristo sofreu fora das portas de Jerusalém, pois o Calvário achava-se fora dos muros da cidade. Isto se destinava a mostrar que Cristo não morreu pelos hebreus somente, mas por toda a humanidade. Ele proclama ao mundo caído que veio a fim de ser seu Redentor, e insta com os homens a que aceitem a salvação que lhes oferece. Morta a bezerra do modo mais solene, o sacerdote, trajando vestes puramente brancas, tomava nas mãos o sangue quando jorrava do corpo da vítima, e lançava-o em direção do templo sete vezes. "E tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, cheguemonos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé; tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa." Heb. 10:21 e 22. O corpo da bezerra era queimado e reduzido a cinzas, o que significava um sacrifício amplo e completo. As cinzas eram então reunidas por pessoa não contaminada pelo contato com morto, e colocadas num vaso que continha água provinda de uma corrente. Essa pessoa limpa e pura tomava então uma vara de cedro com pano de escarlate e um ramo de hissopo, e aspergia o conteúdo do vaso sobre a tenda e o povo reunido. Esta cerimônia era repetida várias vezes, a fim de ser completa, e fazia-se como purificação do pecado. Assim Cristo, em Sua própria justiça imaculada, depois de derramar Seu sangue precioso, penetra no lugar santo para purificar o santuário. E ali a corrente escarlate é empregada no serviço de reconciliar Deus com o homem . Poderá haver quem considere esse sacrificar da bezerra como cerimônia destituída de significado; mas era celebrada por ordem de Deus, e tem profundo significado, que não perdeu sua aplicação ao tempo presente. O sacerdote usava cedro e hissopo, mergulhando-os na água purificadora e aspergindo o imundo. Isto simbolizava o sangue de Cristo derramado para nos purificar das impurezas morais. A aspersão repetida ilustra o caráter completo da obra que tinha de ser realizada em favor do pecador arrependido. Tudo que ele possui tem de ser consagrado. Não só deve sua própria alma ser lavada de modo a ficar limpa e pura, mas deve ele empenhar-se em que a família, os seus arranjos domésticos, sua propriedade e todos os seus pertences - tudo seja consagrado a Deus. Depois que a tenda fora aspergida com hissopo, acima da porta dos purificados era escrito: Não sou meu; Senhor, sou Teu. Assim deve ser com os que professam ser purificados pelo sangue de Cristo. Deus não é menos estrito hoje do que era nos tempos antigos. O salmista, em sua oração, refere-se a essa cerimônia simbólica quando diz: "Purifica-me com hissopo, e ficarei puro; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve." "Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto." "Torna a dar-me a alegria da Tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário." Sal. 51:7, 10 e 12. O sangue de Cristo é eficaz, mas precisa ser aplicado continuamente. Deus não só quer que Seus servos usem os meios que lhes confiou para Sua glória, mas deseja que se consagrem a si mesmos à Sua causa. Se vós, meus irmãos, vos tornastes egoístas e estais retendo do Senhor aquilo que deveríeis alegremente dar ao Seu serviço, necessitais então de que se vos aplique completamente o sangue da aspersão, consagrando-vos a Deus com todas as vossas posses. Testemunhos Seletos, vol. 1, págs. 482-483. ❉ Terça - Fé: seja confiante Ano Bíblico: Ap 7–9 3. Há outros textos em Hebreus que falam sobre confiança e certeza: Hb 3:6, 14; 4:16; 6:11, 11:1. Que tipo de confiança esses textos descrevem? mas Cristo, como Filho, sobre a sua própria casa; a qual casa somos nós, se tão-somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim. Hb 3:6 RC Porque nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim. Hb 3:14 RC Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno. Hb 4:16 RC Mas desejamos que cada um de vós mostre o mesmo cuidado até ao fim, para completa certeza da esperança; 12 para que vos não façais negligentes, mas sejais imitadores dos que, pela fé e paciência, herdam as promessas. Hb 6:11 RC ramos@advir.com
  3. 3. Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem. Hb 11:1 RC O cristão não deve se firmar em aparências, sentimentalismo ou circunstancias, só é possível perseverar até o fim (Hb 3:6, 14; 4:16; 6:11, 11:1), e ser vencedor “Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do testemunho que deram; diante da morte, não amaram a própria vida.” Ap 12:11, através de uma firme confiança nas promessas de Deus. Hb 6:11; 10:22; Ez 36:25; 1Co 6:11; Hb 12:24. “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem.” Hb 11:1. Não rejeitemos, pois, nossa confiança, mas tenhamos firme certeza, mais firme que nunca . "Até aqui nos ajudou o Senhor" (I Sam. 7:12), e nos ajudará até o fim. Olhemos aos marcos miliários, que nos recordam o que o Senhor tem feito para nos confortar e salvar da mão do destruidor. Conservemos sempre vivas na memória todas as ternas misericórdias que Deus tem tido para conosco - as lágrimas por Ele enxugadas, as dores que suavizou, as ansiedades que desvaneceu, os temores que dissipou, as necessidades que supriu, as bênçãos que concedeu - e fortalecemo-nos assim para tudo quanto nos aguarda no restante de nossa peregrinação. Não podemos senão esperar novas perplexidades na luta que está para vir, mas podemos fixar a vista no passado, da mesma maneira que no futuro, e dizer: "Até aqui nos ajudou o Senhor." I Sam. 7:12. "E a tua força será como os teus dias." Deut. 33:25. As provações não excederão às forças que nos serão dadas para as suportar. Empreendamos, pois, nossa tarefa onde quer que a encontremos, crendo que, seja o que for que sobrevier, ser-nos-á concedida a força proporcional à provação. Caminho a Cristo, pág. 125. Paciente perseverança em fazer o bem conduzir-te-á, através deste mundo de tristeza e luta, à glória, à honra e à vida eterna. Tem Deus no íntimo e no Alto, e não precisarás de temer nada. A Bíblia é uma luz para os que estão em trevas. Na perspetiva de uma jubilosa imortalidade oferecida aos que perseverarem até ao fim, encontrarás um poder enobrecedor, uma força de que necessitarás para resistir ao mal. Sê firme na hora da aflição, e receberás, por fim, uma coroa que nunca se esvanecerá. Precisas de orientação do Alto. Confia no Senhor de todo o coração, e Ele nunca trairá a tua confiança. Se pedires a ajuda de Deus, não pedirás em vão. Para nos encorajar a ter confiança e fé, Ele aproxima-Se de nós através da Sua santa Palavra e Espírito, procurando, através de milhares de formas, conquistar a nossa confiança. Mas nada Lhe causa mais deleite do que receber os fracos que vão ter com Ele em busca de força. Se tivermos coração e voz para orar, Ele certamente terá ouvidos para ouvir e braços para salvar. Não há um só caso em que Deus tenha escondido o Seu rosto das súplicas do Seu povo. Quando falharam todos os outros recursos, Ele foi um auxílio presente em todas as emergências. Deus te abençoe, pobre alma acabrunhada e ferida. Apega-te à Sua mão; segura-a firmemente. Ele acolher-te-á, bem como aos teus filhos e a todos os teus fardos e aflições, se tão-somente os lançares sobre Ele. Carta 42, 1875. Este Dia Com Deus (Meditações Matinais, 1980), p. 192. ❉ Quarta - Esperança: ser firme e inabalável Ano Bíblico: Ap 10, 11 4. Leia os textos abaixo. O que há em comum entre eles? A que os cristãos devem se apegar? Hb 3:6, 14; 4:14; 6:18; 10:23 Os textos de Hebreus 3:6, 14; 4:16; 6:11, 11:1, confirmam a necessidade de estarmos firmes à esperança oferecida por meio de Jesus Cristo “Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão.” Hb 4:14, que é na prática ser obedientes a Ele, perseverando na fé e na comunhão diária do inicio até o fim de nossa carreira. “Porque nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim.” Hb 3:14. “mas Cristo, como Filho, sobre a sua própria casa; a qual casa somos nós, se tão-somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim.” Hb 3:6. Porque fiel é o que prometeu “retenhamos firmes a confissão da nossa esperança, porque fiel é o que prometeu.” Hb 10:23. “para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta” Hb 6:18. Quando as pessoas se convertem, a sua salvação ainda não está cumprida. Elas têm, então, uma corrida pela frente; está perante elas uma luta forte para fazerem o quê? Para combaterem “o bom combate da fé” (I Tim. 6:12), prosseguirem “para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fil. 3:14). Não há tréguas nesta luta; a batalha dura a vida inteira, e precisa de ser travada com determinação e energia proporcionais ao valor do alvo que temos em vista, que é a vida eterna. Aqui estão envolvidos imensos interesses. Somos feitos participantes da abnegação de Cristo nesta vida, e então é-nos garantido que seremos participantes de todos os seus benefícios na futura vida imortal, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim. Pensem nisso. A promessa é: “Fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis, antes, com a tentação dará também o escape” (I Cor. 10:13). Mantenham até ao fim a vossa integridade Cristã, e não murmurem contra Deus. ... Tenham em consideração que estão aqui envolvidos interesses eternos. Não se podem arriscar a desanimar e a perder a confiança. O Senhor ama-vos, confiem no Senhor. O Senhor Jesus é a vossa única esperança. Façam um trabalho seguro para a Eternidade. Não devem murmurar nem queixar-se ou condenar. Não negligenciem nenhum meio da graça. Animem o vosso espírito a crer e a confiar em Deus. Carta 33, 1895. – Minha Consagração Hoje (Meditações Matinais, 1989/1953), p. 313. ramos@advir.com
  4. 4. No Senhor temos justiça e fortaleza. Arrimai-vos nEle, e por meio de Seu poder podereis apagar todos os dardos do adversário e serdes mais do que vencedores. Testimonies, vol. 4, págs. 213 e 214. ❉ Quinta - Amor: incentivando uns aos outros Ano Bíblico: Ap 12–14 5. Leia Hebreus 10:24, 25. O que "amor" e "boas ações" têm a ver com o ato de congregar com os irmãos? Amor é princípio, é a decisão de uma vontade santificada. O amor verdadeiro é manifesto ou materializado pela ação; é uma prática deliberada. É o alicerce para a edificação da piedade. É entrega total, é a Disposição voluntária, constante e incondicional de servir, há Deus em obediência (representando bem o Seu governo diante do universo), e ao próximo em sua necessidade, trazendo realização e felicidade aos três, e assim o quarto (o que observa) é convidado a participar. Amor é o antônimo de egoísmo. O amor é a base para a fé e a esperança; é a essência do caráter de Deus, e a motivação correta da verdadeira religião estabelecida por Cristo, e é na Sua igreja que aprendemos por preceito, exemplo e prática desse amor celestial, tanto recebendo como repassando, entre irmão; para poder levar com eficiência aos outros que ainda não conhecem o sistema de governo divino. Por isso “consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras, não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.” Hb 10:24-25. A amabilidade do caráter de Cristo se manifestará em Seus seguidores. Era Seu deleite fazer a vontade de Deus. Amor a Deus, zelo por Sua glória, era o motivo dominante na vida de nosso Salvador. O amor embelezava e enobrecia todos os Seus atos. O amor vem de Deus. O coração não consagrado não o pode originar nem produzir. Encontra-se unicamente no coração em que reina Jesus. "Nós O amamos, porque Ele nos amou primeiro." I João 4:19, Bras. No coração renovado pela graça divina, o amor é o princípio da ação. Modifica o caráter, governa os impulsos, domina as paixões, subjuga a inimizade e enobrece as afeições. Este amor, abrigado na alma, ameniza a vida e espalha ao redor uma influência enobrecedora. Caminho a Cristo p. 59. Devemos aproveitar toda a oportunidade de nos colocarmos no conduto da bênção. ... As convocações da igreja, como nas reuniões campais, as assembleias da igreja local, e todas as ocasiões em que há trabalho pessoal em favor das almas, são oportunidades determinadas por Deus para dar tanto a chuva temporã como a serôdia. Testemunhos Para Ministros, 508. Como irmãos do nosso Senhor, somos chamados, com uma santa vocação, a ter uma vida santa e feliz. Tendo entrado no caminho estreito da obediência, refresquemos a nossa mente pela comunhão uns com os outros e com Deus. À medida que vemos aproximar-se o dia de Deus, reunamo-nos, muitas vezes, para estudar a Sua Palavra e exortarnos uns aos outros, para sermos fiéis até ao fim. Estas reuniões terrestres são os meios indicados por Deus, mediante os quais temos oportunidade de falar uns com os outros e de reunir toda a ajuda possível para nos prepararmos, de forma correta, para receber, nas Assembleias Celestiais, o cumprimento do penhor da nossa herança. Lembrem-se de que em cada reunião se encontram com Cristo, o Senhor das congregações. Incentivem o interesse pessoal de uns pelos outros; pois não basta simplesmente conhecer os homens. Temos de conhecê-los em Cristo Jesus. É-nos ordenado que nos consideremos “uns aos outros”. Esta é a nota predominante do Evangelho. A nota predominante do mundo é o eu. Carta 98, 1902. Bible Training School, 1 de fevereiro de 1910. Não é um assunto de pouca importância que uma família, que viva numa comunidade de incrédulos, seja representante de Jesus, pela observância da Lei de Deus. É-nos pedido que sejamos epístolas vivas, conhecidas e lidas por todos os homens. Esta posição envolve tremendas responsabilidades. Para viver na luz, precisamos de nos colocar onde ela brilha. Não é bom para o povo de Deus perder o privilégio da associação com os da mesma fé; pois a verdade perde a importância no seu espírito. … Não são fortalecidos pela palavra do pregador vivo. … A fé de muitos Cristãos vacilará, se negligenciarem constantemente os encontros para se reunirem e orarem . Se fosse impossível desfrutarem de tais privilégios religiosos, então Deus enviaria luz diretamente do Céu, através dos Seus anjos, para animar, alegrar e abençoar o Seu povo disperso. Mas, Ele não Se propõe a realizar um milagre para suster a fé dos Seus filhos. Espera-se que eles amem suficientemente a verdade para fazerem algum esforço a fim de assegurar os privilégios e as bênçãos que lhes são concedidos por Deus. … Vale a pena, então, aproveitar os privilégios que estão ao nosso alcance e, mesmo à custa de algum sacrifício, reunir-nos com os que temem a Deus e falam no Seu favor. Pois Ele é apresentado como estando a escutar esses testemunhos, enquanto os anjos os escrevem num livro. Deus irá lembrar-Se daqueles que se reúnem e falam no Seu nome. … Eles serão como joias preciosas aos Seus olhos, quando a Sua ira cair sobre a cabeça descoberta do pecador. Review and Herald, 14 de novembro de 1882. – Para Conhecê-lo (Meditações Matinais, 1965), p. 154. Se os cristãos entretivessem convivência, falando entre si do amor de Deus e das preciosas verdades da redenção, seu próprio coração seria refrigerado, ao mesmo tempo que levariam refrigério uns aos outros . Caminho a Cristo, 101-102. ramos@advir.com
  5. 5. Embora sejamos exortados a não deixar as nossas reuniões, elas não se destinam apenas ao nosso próprio refrigério. Devemos ser inspirados com um zelo maior para comunicar aos outros as bênçãos que recebemos. É nosso dever zelar pela glória de Deus, evitando dar qualquer mau testemunho, quer pela expressão triste do nosso rosto quer por palavras de desconsideração, como se os requisitos divinos fossem uma restrição à nossa liberdade. Mesmo em meio a aflições, desapontamentos e pecados deste mundo, o Senhor quer que estejamos jubilosos e fortes no Seu poder. Toda a nossa individualidade é chamada a dar bom testemunho a respeito de tudo. Pela fisionomia, temperamento, palavras e caráter, devemos dar testemunho de que é bom servir a Deus. Desse modo proclamaremos que “a Lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma”. Salmo 19:7. … A Igreja de Deus na Terra está unida à do Céu. Os crentes na Terra e os seres celestiais que não pecaram são uma só Igreja. Cada ser celestial tem interesse nos santos que na Terra se reúnem para adorar a Deus. Os testemunhos dos crentes são ouvidos por eles na corte celestial. O louvor e as ações de graças dos adoradores na Terra, repetidos nos seus cânticos divinos, repercutem no Céu o seu louvor e alegria, porque Cristo não morreu em vão pelos caídos filhos de Adão. E, enquanto os anjos participam diretamente do manancial divino, os santos da Terra bebem das correntes de águas puras que fluem do Trono, das correntes de águas que alegram a cidade de Deus. Oxalá todos pudessem compreender quão perto a Terra e o Céu estão! Sem que os filhos de Deus na Terra o percebam, têm anjos de luz como seus companheiros. Uma testemunha silenciosa guarda cada pessoa, procurando atraí-la para Cristo. E, a menos que o homem, para sua ruína eterna, resista ao Espírito Santo, enquanto houver esperança, será guardado por seres celestiais. Devemos ter sempre em mente que, em cada assembleia de crentes na Terra, estão anjos de Deus a escutar os testemunhos, hinos e orações. Devemos recordar que os nossos louvores são complementados pelos coros de anjos celestiais. Testemunhos Para a Igreja, vol. 6, pp. 365-367. Ano Bíblico: Ap 15–17 ❉ Sexta - Conclusão: Em Exortações do santuário, aprendi que … ✰ Domingo - Acesso ao santuário celestial: Paulo ensina que através do sacrifício de Jesus, por meio de seu sangue que foi derramado, temos acesso ao santo dos santos no santuário celestial, o que significa estar pela fé na presença do Pai. Mt 6:6-9; Jo 16:23-28. “Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus”, Hb 10:19-21. Ele nós anima para chegarmos até o trono da graça “Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.” Hb 4:16. Está é nossa fé “a qual temos como âncora da alma segura e firme e que penetra até ao interior do véu, onde Jesus, nosso precursor, entrou por nós, feito eternamente sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.” Hb 6:19-20. ✰ Segunda - Purificado e sincero: Os requisitos estabelecidos por Deus para nós aproximarmos Dele é; busca-Lo de todo coração e alma. “buscarás ao SENHOR, teu Deus, e o acharás, quando o buscares de todo o teu coração e de toda a tua alma.” Dt 4:29. cf. 2Cr 15:4. Com uma disposição sincera, humilde e confiante “cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé”. Para sermos purificados por Deus, precisamos entregar-Lhe sem reservas o ser todo. Mc 12:30. “tendo o coração purificado da má consciência e o corpo lavado com água limpa.” Hb 10:22. E assim poderemos adora-Lo em espírito e em verdade. “os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.” Jo 4:23. ✰ Terça - Fé: seja confiante: O cristão não deve se firmar em aparências, sentimentalismo ou circunstancias, só é possível perseverar até o fim (Hb 3:6, 14; 4:16; 6:11, 11:1), e ser vencedor “Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do testemunho que deram; diante da morte, não amaram a própria vida.” Ap 12:11, através de uma firme confiança nas promessas de Deus. Hb 6:11; 10:22; Ez 36:25; 1Co 6:11; Hb 12:24. “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem.” Hb 11:1. ✰ Quarta - Esperança: ser firme e inabalável: Os textos de Hebreus 3:6, 14; 4:16; 6:11, 11:1, confirmam a necessidade de estarmos firmes à esperança oferecida por meio de Jesus Cristo “Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão.” Hb 4:14, que é na prática ser obedientes a Ele, perseverando na fé e na comunhão diária do inicio até o fim de nossa carreira. “Porque nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim.” Hb 3:14. “mas Cristo, como Filho, sobre a sua própria casa; a qual casa somos nós, se tão-somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim.” Hb 3:6. Porque fiel é o que prometeu “retenhamos firmes a confissão da nossa esperança, porque fiel é o que prometeu.” Hb 10:23. “para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta” Hb 6:18. ✰ Quinta - Amor: incentivando uns aos outros: Amor é princípio, é a decisão de uma vontade santificada. O amor verdadeiro é manifesto ou materializado pela ação; é uma prática deliberada. É o alicerce para a edificação da piedade. É entrega total, é a Disposição voluntária, constante e incondicional de servir, há Deus em obediência (representando bem o Seu governo diante do universo), e ao próximo em sua necessidade, trazendo realização e felicidade aos três, e assim o quarto (o que observa) é convidado a participar. Amor é o antônimo de egoísmo. O amor é a base para a fé e a esperança; é a essência do caráter de Deus, e a motivação correta da verdadeira religião estabelecida por Cristo, e é na Sua igreja que aprendemos por preceito, exemplo e prática desse amor celestial, tanto recebendo como repassando, entre irmão; para poder levar com eficiência aos outros que ainda não conhecem o sistema de governo divino. Por isso “consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras, não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.” Hb 10:2425. ramos@advir.com

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