Lição 2                                                                                                6 a 13 de outubro  ...
3. Que verdades cruciais sobre as Escrituras e sua autoridade podemos aprender com Jesus? Mt 4:4, 7, 10;22:41-46; Jo 10:34...
Ainda que seja importante entender como funciona a inspiração, isso é apenas o meio para um fim, e esse fim éconhecer a De...
A convicção sobre a existência de Deus não pode surgir somente de argumentos racionais. A Bíblia ensina que umapessoa é co...
onde o crucificaram e com ele outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio. (João 19:18)esperando e apressando a vinda do...
III. Fazer: Em busca de DeusA. Como Deus tem buscado ativamente Seus filhos, de acordo com as Escrituras?B. Em contraparti...
II. Como Estudar a Bíblia (Leia com a classe Hebreus 11:6.)A lição desta semana também destaca os atributos e atividades d...
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  1. 1. Lição 2 6 a 13 de outubro Deus e a revelaçãoSábado à tarde Ano Bíblico: Mt 5–7VERSO PARA MEMORIZAR: “Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas,nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez oUniverso” (Hb 1:1, 2).Leituras da semana: 2Pe 1:19-21; 2Tm 3:16, 17; Dt 6:4; Mt 28:19; Hb 11:6; Êx 3:1-14Pensamento-chave: Por mais importante que seja compreender a maneira pela qual a inspiração bíblica funciona, é maisimportante conhecer o Deus revelado a nós por meio dessa inspiração.“Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das Suas mãos” (Sl 19:1). Isso é verdade. O queeles não proclamam, no entanto, é que o nosso Deus nos ama, morreu por nós e está trabalhando ativamente para nossalvar das consequências de nossas escolhas pecaminosas.O resultado é que, não importa o que aprendamos sobre Deus a partir de outras fontes, a principal fonte tem que ser aBíblia. Existem grandes verdades, especialmente sobre a natureza de Deus e Sua atuação no mundo, sobre as quaisnada saberíamos se não nos fossem reveladas. Como já vimos, embora as pessoas percebam a ocorrência de umabatalha entre o bem e o mal, de que outro modo elas saberiam acerca do grande conflito se as Escrituras não falassemsobre isso?Nesta semana, focalizaremos duas coisas: primeira, examinaremos o que a Bíblia diz sobre si mesma e acerca de comoela foi inspirada; segunda, veremos o que ela ensina sobre o Deus que a inspirou.Domingo Ano Bíblico: Mt 8–10A doutrina da Escritura1. Como os autores do Novo Testamento consideravam as Escrituras? 2Pe 1:19-21Pedro afirma que as profecias do Antigo Testamento não eram de origem humana. Seu argumento é que os profetasfalaram porque foram “movidos pelo Espírito Santo”. A expressão “movidos pelo Espírito Santo” significa que o impulsoque levou à produção das Escrituras proveio do Espírito de Deus. Em resumo, os escritores da Bíblia foram inspiradospelo próprio Senhor.Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha emlugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração, sabendo, primeiramente, isto: quenenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada porvontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo. (2 Ped. 1:19-21)2. Quais são a utilidade e o propósito da Bíblia? 2Tm 3:16, 17Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação najustiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra. (2 Tim. 3:16-17)Evidentemente Paulo queria que Timóteo entendesse que, tendo as Escrituras sua origem no poder divino, elas sãodignas de confiança e valiosas para a edificação do crente. Paulo não deixa dúvida quanto à veracidade, autoridade eorigem das Escrituras. Observe também que ele está falando de “toda a Escritura”. Paulo não nos deixa a opção deescolher quais partes consideramos inspiradas e quais partes não consideramos. Nem tudo (como as leis cerimoniais) éainda obrigatório para nós, mas isso é radicalmente diferente da alegação de que algumas partes da Bíblia sãoinspiradas e outras não, ou que algumas partes não são tão inspiradas como outras partes (seja qual for o supostosignificado disso). ramos@advir.com
  2. 2. 3. Que verdades cruciais sobre as Escrituras e sua autoridade podemos aprender com Jesus? Mt 4:4, 7, 10;22:41-46; Jo 10:34,35Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca deDeus. (Mat. 4:4)Respondeu-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus. (Mat. 4:7)Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto.(Mat. 4:10)Reunidos os fariseus, interrogou-os Jesus: Que pensais vós do Cristo? De quem é filho? Responderam-lhe eles: De Davi.Replicou-lhes Jesus: Como, pois, Davi, pelo Espírito, chama-lhe Senhor, dizendo: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés? Se Davi, pois, lhe chama Senhor, como é eleseu filho? E ninguém lhe podia responder palavra, nem ousou alguém, a partir daquele dia, fazer-lhe perguntas. (Mat.22:41-46)Replicou-lhes Jesus: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: sois deuses? Se ele chamou deuses àqueles a quem foidirigida a palavra de Deus, e a Escritura não pode falhar, (João 10:34-35)Não importa aquilo em que acreditamos, precisamos de um ponto de partida, um fundamento sobre o qual colocar essacrença. Para os adventistas do sétimo dia, esse fundamento é a Bíblia, a norma suprema e árbitro da verdade.Quanto tempo você gasta com a Palavra? Quanto de sua vida é moldado por aquilo que ela ensina? Pense nas últimas 24horas. Durante esse tempo, o que você fez, ou deixou de fazer, que foi fundamentado na autoridade das Escrituras?Segunda Ano Bíblico: Mt 11–13A natureza da inspiração“Não são as palavras da Bíblia que são inspiradas, mas os homens é que o foram. A inspiração não atua nas palavras dohomem ou em suas expressões, mas no próprio homem que, sob a influência do Espírito Santo, é possuído depensamentos. As palavras, porém, recebem o cunho da mente individual. A mente divina é difusa. A mente divina, bemcomo Sua vontade, é combinada com a mente e a vontade humanas; assim as declarações do homem são a Palavra deDeus” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 21). Como essas palavras nos ajudam a entender como funciona ainspiração bíblica?Em relação à inspiração, às vezes as pessoas ficam confundidas com o que, muitas vezes, são considerados textosproblemáticos. Considere, por exemplo, o texto da inscrição acima da cruz de Jesus, conforme descrito nos evangelhos.De acordo com Mateus 27:37, a inscrição diz: “Este é Jesus, o Rei dos judeus”; de acordo com Marcos 15:26, diz: “O Reidos judeus”; de acordo com Lucas 23:38, diz: “Este é o Rei dos judeus”. Como devemos entender essas diferenças?Como a Bíblia diz, “toda a Escritura é inspirada por Deus” e é confiável. No entanto, recebemos relatos diferentes dainscrição na cruz de Jesus. Esses dois pontos em conjunto podem nos ajudar a entender como a inspiração funciona. Essecaso mostra que a inspiração permite diferentes expressões de uma ideia ou evento, na medida em que essasexpressões os descrevem adequadamente. Quando textos semelhantes expressam a mesma ideia de modo adequado,como nas inscrições sobre a cruz, a inspiração os harmoniza. Por outro lado, onde são necessários detalhes específicos,como em 1 Reis 6:1, a inspiração os apresenta e devemos confiar neles.4. Que aparentes diferenças existem nos relatos da morte de Judas? At 1:18; Mt 27:5(Ora, este homem adquiriu um campo com o preço da iniquidade; e, precipitando-se, rompeu-se pelo meio, e todas assuas entranhas se derramaram; (Atos 1:18)Então, Judas, atirando para o santuário as moedas de prata, retirou-se e foi enforcar-se. (Mat. 27:5)Durante muito tempo, os críticos da Bíblia afirmaram que esses versos davam relatos conflitantes sobre a morte deJudas. No entanto, uma pesquisa recente mostrou que a palavra traduzida como “precipitando-se” (“caiu de cabeça”,NVI) em Atos 1:18, também significa “inchando”. Portanto, é provável que, depois de se enforcar, Judas não tenha sidodescoberto até que seu cadáver estivesse inchado, o que teria feito com que suas entranhas se arrebentassem. O pontoé que, aquilo que a princípio parecia ser contraditório demonstrou harmonia.A maior parte da Bíblia não é problemática. Nos poucos lugares em que algumas questões permanecem sobre aparentes“erros” ou “contradições”, a atitude prudente é humildade. Muitas pessoas naufragaram na fé, ao focalizar os“problemas” dos textos. Não fomos chamados para julgar a Palavra. Em vez disso, fomos chamados para obedecer a ela.Terça Ano Bíblico: Mt 14–16O mistério do Deus triúno“Disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gn 1:26). ramos@advir.com
  3. 3. Ainda que seja importante entender como funciona a inspiração, isso é apenas o meio para um fim, e esse fim éconhecer a Deus. Uma profunda compreensão de como a Bíblia foi escrita, ou mesmo uma compreensão profunda dasverdades nela reveladas, nada significa se não conhecemos o Senhor por nós mesmos (Jo 17:3).E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. (João 17:3)E uma coisa que a Bíblia afirma explicitamente sobre o Senhor é a Sua unidade.5. Que verdade fundamental sobre Deus foi apresentada por Moisés? Dt 6:4; Mc 12:29Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR. (Deut. 6:4)Respondeu Jesus: O principal é: Ouve, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! (Mar. 12:29)A expressão bíblica sobre a unidade de Deus exclui qualquer ideia relacionada com muitos deuses. Há um só Deus. Noentanto, a descrição completa encontrada na Bíblia demonstra que Ele tem uma “substância” interior, mesmo na Suaunicidade.6. O que a Bíblia explica sobre a realidade interior de Deus? Gn 1:26; 3:22; 11:7; Jo 1:1-3, 18; 20:28, 2Co 13:13;Mt 28:19Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre ospeixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis querastejam pela terra. (Gên. 1:26)Então, disse o SENHOR Deus: Eis que o homem se tornou como um de nós, conhecedor do bem e do mal; assim, que nãoestenda a mão, e tome também da árvore da vida, e coma, e viva eternamente. (Gên. 3:22)Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que um não entenda a linguagem de outro. (Gên. 11:7)No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas ascoisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. (João 1:1-3)Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou. (João 1:18)Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu! (João 20:28)Todos os santos vos saúdam. A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejamcom vós todos. Amém! (2 Cor. 13:13 ou 14)Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; (Mat.28:19)A sugestão de pluralidade no Antigo Testamento apresenta indícios sobre a natureza do ser interior de Deus. Quandoligamos essa sugestão com a afirmação do Novo Testamento sobre Jesus Cristo e o Espírito Santo, começamos aperceber que há muita coisa sobre a natureza divina que não entendemos completamente e provavelmente nuncaentenderemos. A trindade divina é um mistério, entre muitos outros, com o qual teremos que aprender a conviver. Ainformação que a Bíblia dá sobre Deus, incluindo Sua natureza triúna, não é dada para que nos envolvamos emdiscussões especulativas, mas a fim de aprofundar nossa compreensão de Suas atividades, em especial Sua obraredentora em nosso favor, à medida que o grande conflito se desdobra e se aproxima do fim.Quem não tem muitas perguntas que só Deus pode responder? Como podemos aprender a confiar nEle até o momentoem que as respostas serão dadas?Quarta Ano Bíblico: Mt 17–20Atributos do nosso CriadorA Bíblia nos revela verdades sobre Deus que não encontraremos em outro lugar. Entre essas, está a verdade de que Ele éo criador. Na verdade, essa é a primeira coisa que a Bíblia nos diz sobre Deus, que Ele criou “os céus e a Terra” (Gn 1:1).No princípio, criou Deus os céus e a terra. (Gên. 1:1)Uma das muitas coisas fascinantes sobre esse texto é que a Bíblia simplesmente pressupõe a existência de Deus semtentar prová-la ou demonstrá-la. A Bíblia gasta grande quantidade de tempo nos ensinando como é Deus, especialmentequando Seu caráter é revelado por meio de Sua interação com a humanidade caída. Mas ela não gasta nenhum tempotentando provar que Ele existe. Ela apenas reconhece Sua existência.7. Qual é o papel da Bíblia na convicção acerca da existência de Deus? Qual é a importância da fé? Hb 11:6;Rm 10:17De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que eleexiste e que se torna galardoador dos que o buscam. (Heb. 11:6)E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo. (Rom. 10:17) ramos@advir.com
  4. 4. A convicção sobre a existência de Deus não pode surgir somente de argumentos racionais. A Bíblia ensina que umapessoa é convencida da existência de Deus por meio da experiência pessoal com Ele, à medida que o Espírito Santoimpressiona o coração e a mente com o fato de Sua existência. Em muitos casos, as pessoas podem vir a acreditar emDeus primeiramente, e depois começam a construir um fundamento lógico e intelectual para a fé em um Deus que nãopodem ver.8. Quais são alguns dos atributos de Deus? Que atributos você encontrou na Palavra? Ml 3:6; Tg 1:17; 1Jo 4:8,16; 2Cr 6:18Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos. (Mal. 3:6)Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ousombra de mudança. (Tia. 1:17)Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. (1 João 4:8)E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor, e aquele que permanece no amor permaneceem Deus, e Deus, nele. (1 João 4:16)Mas, de fato, habitaria Deus com os homens na terra? Eis que os céus e até o céu dos céus não te podem conter, quantomenos esta casa que eu edifiquei. (2 Crôn. 6:18)Medite nos atributos de Deus como expressos nas Escrituras. Quantos deles você poderia conhecer a partir de outrasfontes, isto é, por meio da natureza ou da experiência pessoal? O que sua resposta ensina sobre a importância dasEscrituras para nossa compreensão de como realmente é Deus?Quinta Ano Bíblico: Mt 21–23As ações de DeusMesmo a leitura mais superficial da Bíblia revela que Deus está ativamente envolvido com a humanidade e no queacontece na Terra. Ele não está distante, separado, afastado, como alguns antigos conceitos gregos sobre Deusensinavam, ou mesmo como alguns teólogos cristãos tentam descrevê-Lo. Embora a criação esteja radicalmentediferente do que Ele originalmente fez, o Senhor Se ligou intimamente a ela.Como vimos ontem, a Bíblia descreve o Senhor como nosso criador, um ato que mostra que Deus está intrinsecamenteligado a este mundo.9. O que os textos a seguir dizem sobre outras ações de Deus na Terra, especialmente no contexto do grande conflito? Gn11:9 | Gn 19:24 | Êx 3:1-14 | Jo 3:16 | 1Ts 4:17Chamou-se-lhe, por isso, o nome de Babel, porque ali confundiu o SENHOR a linguagem de toda a terra e dali o SENHORos dispersou por toda a superfície dela. (Gên. 11:9)Então, fez o SENHOR chover enxofre e fogo, da parte do SENHOR, sobre Sodoma e Gomorra. (Gên. 19:24)Apascentava Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote de Midiã; e, levando o rebanho para o lado ocidental dodeserto, chegou ao monte de Deus, a Horebe. Apareceu-lhe o Anjo do SENHOR numa chama de fogo, no meio de umasarça; Moisés olhou, e eis que a sarça ardia no fogo e a sarça não se consumia. Então, disse consigo mesmo: Irei para láe verei essa grande maravilha; por que a sarça não se queima? Vendo o SENHOR que ele se voltava para ver, Deus, domeio da sarça, o chamou e disse: Moisés! Moisés! Ele respondeu: Eis-me aqui! Deus continuou: Não te chegues para cá;tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa. Disse mais: Eu sou o Deus de teu pai, o Deus deAbraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar para Deus. Disse ainda oSENHOR: Certamente, vi a aflição do meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus exatores.Conheço-lhe o sofrimento; por isso, desci a fim de livrá-lo da mão dos egípcios e para fazê-lo subir daquela terra a umaterra boa e ampla, terra que mana leite e mel; o lugar do cananeu, do heteu, do amorreu, do ferezeu, do heveu e dojebuseu. Pois o clamor dos filhos de Israel chegou até mim, e também vejo a opressão com que os egípcios os estãooprimindo. Vem, agora, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo, os filhos de Israel, do Egito. Então, disseMoisés a Deus: Quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel? Deus lhe respondeu: Eu serei contigo; eeste será o sinal de que eu te enviei: depois de haveres tirado o povo do Egito, servireis a Deus neste monte. DisseMoisés a Deus: Eis que, quando eu vier aos filhos de Israel e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós outros; eeles me perguntarem: Qual é o seu nome? Que lhes direi? Disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assimdirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós outros. (Êxo. 3:1-14)Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mastenha a vida eterna. (João 3:16)depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro doSenhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. (1 Ts 4:17)Sem dúvida, a Bíblia revela um Deus muito envolvido com a humanidade. O cenário do grande conflito é, realmente,acerca de como o Senhor está atuando para salvar a humanidade das garras do pecado e de Satanás. Desde o primeiroato de criação da Terra (Gn 1:1) passando pela cruz (Jo 19:18) e até a recriação da Terra (2Pe 3:12, 13), a Bíblia nos mostra deforma inequívoca a atuação intensa do Senhor em favor da humanidade.No princípio, criou Deus os céus e a terra. (Gên. 1:1) ramos@advir.com
  5. 5. onde o crucificaram e com ele outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio. (João 19:18)esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementosabrasados se derreterão. Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habitajustiça. (2 Ped. 3:12-13)Você experimentou pessoalmente a atuação de Deus? De que forma você percebeu a obra do Senhor em sua vida e navida dos outros? De que forma você pode aprender a encontrar conforto no conhecimento da proximidade e intimidadede Deus conosco?Sexta Ano Bíblico: Mt 24–26Estudo adicionalLeia de Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 427-438: “O Perigo do Conhecimento Especulativo”; Testemunhos Para a Igreja,v. 5, p. 746-749: “O Verbo Se Fez Carne”; O Grande Conflito, p. 5-8: “Prefácio” e “Introdução”.“Deus Se agradou em comunicar Sua verdade ao mundo por meio de pessoas, e Ele mesmo, pelo Seu Espírito, qualificoue habilitou homens para realizar essa obra. Ele guiou a mente na escolha do que dizer e escrever. O tesouro foi confiadoa vasos de barro, mas é, contudo, de origem celestial. O testemunho é transmitido mediante a imperfeita expressão dalinguagem humana, porém é o testemunho de Deus, e o filho de Deus, crente e submisso, contempla nele a glória de umdivino poder, cheio de graça e verdade.“Em Sua Palavra, Deus conferiu aos homens o conhecimento necessário à salvação. As Santas Escrituras devem seraceitas como autorizada e infalível revelação de Sua vontade. Elas são a norma do caráter, o revelador das doutrinas, oteste para avaliar a experiência religiosa. ‘Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão,para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado paratoda boa obra’” (2Tm 3:16, 17; O Grande Conflito, p. 8, 9).Perguntas para reflexão1. Em muitos aspectos, a ciência e a tecnologia têm sido uma grande bênção para a humanidade. De certa forma,também, a ciência tem nos ajudado a entender melhor o poder de Deus (por exemplo, considere o que ela mostrou sobrea absoluta complexidade da vida!). Quais, porém, são os limites óbvios ao que a ciência pode nos ensinar sobre Deus?Quando, também, a ciência pode atuar contra a verdadeira compreensão de Deus?2. Por que a doutrina de um Deus triúno é tão importante para nós? O que significaria, por exemplo, se Cristo fossequalquer outra coisa menos do que plenamente Deus?Respostas sugestivas: 1. Uma candeia que brilha em lugar escuro; as profecias não foram dadas por vontade humana,mas homens santos foram movidos pelo Espírito Santo. 2. Útil para o ensino, repreensão, correção e educação na justiça;para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra. 3. “Não só de pão viverá ohomem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus”; a Palavra escrita nos protege dos ataques satânicos e temautoridade para corrigir ideias erradas. 4. Mateus diz: enforcou; Atos diz: “precipitando-se, rompeu-se pelo meio”, e assuas entranhas se derramaram; o verbo precipitar também pode significar inchar: depois de se enforcar, seu corpoinchou e se rompeu. 5. O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. 6. Deus Se refere a Si mesmo como “nós”; o Verbo(Jesus) estava com Deus; Ele é Deus e Criador; o batismo é feito em nome da pessoa do Espírito Santo, do Pai e do Filho.7. A fé vem ao ouvirmos a Palavra de Deus; sem fé é impossível agradar a Deus; para estar perto de Deus, é preciso crernEle e na recompensa que Ele prometeu. 8. Deus não muda; Deus é a fonte da luz e perfeição; Deus é amor; Deus étranscendente e infinito. 9. Confundiu as línguas e espalhou a sociedade de Babel; destruiu Sodoma e Gomorra; libertouIsrael do Egito; enviou Jesus para morrer pelos pecadores; Jesus voltará para transformar os salvos e livrá-los do pecado.Resumo da lição 2: Deus e a revelaçãoTexto Chave: Hebreus 1:1, 2O aluno deverá:Conhecer: O papel crítico das Escrituras divinamente inspiradas, como forma de conhecer e entender Deus.Sentir: A nível pessoal e íntimo o poder de atração do Espírito Santo.Fazer: Prosseguir ativamente no estudo da revelação do próprio Deus nas Escrituras e desenvolver um relacionamentopessoal com Ele.Esboço do aprendizadoI. Conhecer: Palavras de vida inspiradas por DeusA. Qual é o papel do Espírito Santo em inspirar os pensamentos e as palavras humanas para iluminar a natureza e opropósito de Deus?B. Qual é o papel das Escrituras em ajudar os seguidores de Cristo a desenvolver fé e um relacionamento pessoal comEle?II. Sentir: Intimidade com o Deus invisível do UniversoA. Como os discípulos de Cristo são levados a um conhecimento íntimo do Deus invisível do Universo e a se relacionarcom Ele?B. Como a revelação do próprio Deus ao longo da história e nas experiências pessoais de muitos autores bíblicos edifica afé e a confiança? ramos@advir.com
  6. 6. III. Fazer: Em busca de DeusA. Como Deus tem buscado ativamente Seus filhos, de acordo com as Escrituras?B. Em contrapartida, como Seus filhos buscam ativamente obter Sua revelação e manter relacionamento com Ele? Queformas toma essa busca no dia a dia?Resumo: As Escrituras, inspiradas pelo Espírito Santo por meio dos pensamentos e palavras dos escritores bíblicos,revelam a natureza de Deus e Suas relações com homens e mulheres, e atraem Seus filhos a um relacionamento comEle.CICLO DO APRENDIZADOMOTIVAÇÃOConceito-chave para o crescimento espiritual: Quando aceitamos a divina inspiração das Escrituras, nósconsequentemente nos esforçamos para ouvir em suas páginas a voz do nosso Deus criador e temos uma vida degratidão em resposta ao desenrolar da história da redenção.Só para o professor: O estudo desta semana investiga as declarações que as Escrituras fazem sobre sua própriainspiração e o que elas ensinam sobre o Deus que as inspirou. No entanto, não é suficiente manter uma crençaintelectual de que as Escrituras são inspiradas. A Palavra de Deus também é uma palavra viva que deve serexperimentada pessoalmente. Seu objetivo no passo 1 é incentivar os membros de sua classe a compartilhar suaexperiência com a inspirada Palavra de Deus em resposta às perguntas seguintes: (Atenção: Não dedique mais de 5 a 6minutos a esta atividade, a fim deixar pelo menos 15 minutos para dedicar ao Passo 2 – Compreensão, e mais 30 minutospara o Passo 3 – Aplicação, encerrando com 5 minutos para o Passo 4 –Criatividade.)Atividade de abertura: Faça aos membros de sua classe as seguintes perguntas:"Você se lembra de quantos anos tinha na primeira vez em que leu a Bíblia?""Descreva uma ocasião em que descobriu uma nova história, um novo princípio, ou quando a verdade da leitura da Bíbliamudou uma atitude ou comportamento em sua vida.""Considerando o que você contou, qual é seu testemunho sobre a inspirada Palavra de Deus?"Convide os alunos a falar sobre seu método favorito de estudo pessoal da Bíblia e como essa maneira particular deaprendizagem influenciou seu crescimento espiritual.CompreensãoComentário BíblicoSó para o professor: Nesta seção, vamos explorar a finalidade e a função da Palavra inspirada, bem como introduzir umaabordagem metódica para o estudo da Bíblia.I. Por que estudar a Bíblia? (Leia com os membros da classe 2 Timóteo 3:14-17.)Independentemente de idade, profissão ou origem, a maioria de nós tem um profundo desejo de aprender a estudar aBíblia de maneira que nos aproxime de Deus e também nos capacite a partilhar suas verdades com os outros.Na passagem que acabamos de ler, Paulo encoraja Timóteo a permanecer inspirado, motivado e confiante na fidelidadedas "Escrituras Sagradas". Por quê? Paulo explica que as Escrituras são capazes de nos "instruir", isto é, dar ao cristão acapacidade de compreender o propósito salvífico de Deus para sua vida quando Jesus Cristo é aceito pela fé, comoSalvador e Senhor.As palavras iniciais do versículo 16 nos dizem que as Escrituras são "inspiradas por Deus". Embora Paulo esteja sereferindo ao Antigo Testamento nesse versículo (visto que os livros do Novo Testamento ainda não faziam parte do quemais tarde se tornaria o que hoje chamamos de Bíblia Sagrada) aceitamos tanto o Antigo como o Novo Testamento comoinspirados por Deus.Entendendo que "toda a Escritura é inspirada por Deus", podemos, então, confiar em seu valor e utilidade como fonte deensinamento e doutrina, e também para apontar o erro e nos indicar a direção correta. A frase "para a educação najustiça" (NVI) indica o poder e valor das Escrituras em nos educar para viver a vida cristã.Por que estudar a Bíblia? Observe a função fundamental nas palavras finais do versículo 17: "a fim de que o homem deDeus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra" (NVI). Paulo indica que, com forte e sólida formaçãobíblica, o cristão se torna hábil, capaz e eficiente para se envolver em “toda boa obra", isto é, em todas as oportunidadese responsabilidades que o cristão enfrentar no processo de praticar as boas obras.Portanto, o estudo das Escrituras é capaz de ter como produto final que dá bom testemunho do poder da inspiraçãodivina, que não só conduz à salvação, mas também desenvolve uma base sólida para viver a Palavra de Deus.Pense nisto: Como a Bíblia serve como nossa "mestra"? Que significa sua condição como documento inspirado para todosos aspectosde nossa caminhada cristã? ramos@advir.com
  7. 7. II. Como Estudar a Bíblia (Leia com a classe Hebreus 11:6.)A lição desta semana também destaca os atributos e atividades do Deus que inspirou as Escrituras. O nosso texto deHebreus diz que, a fim de se aproximar de Deus é necessário que a pessoa "precisa crer que Ele existe". Este versículotambém afirma que Deus "recompensa aqueles que O buscam" (NVI). Assim, fé e crença também fazem parte de nossabusca de Deus.A maioria de nós participa do estudo da Bíblia não só para aprender as verdades bíblicas, mas também com o objetivo dese aproximar do Deus da Bíblia pela leitura, reflexão e meditação em Sua Palavra. Embora essa finalidade seja deextrema importância, devemos também dar ênfase ao processo de estudo da Bíblia.Existem muitas estatísticas que indicam que um percentual muito baixo entre os que frequentam a igreja mantém umaleitura consistente e diária da Bíblia. Embora isso reflita a influência de uma cultura secular no corre-corre da vida, noentanto, a verdade é que muitos não têm um método de estudo ou as habilidades necessárias para descobrir na Bíbliaverdades mais profundas que sejam relevantes e que se relacionem com sua vida cotidiana.Então, como podemos estudar a Bíblia de maneira que ligue seu estudo à nossa experiência de vida? Um ponto departida é desenvolver um método de estudo da Bíblia chamado de estudo bíblico indutivo. O método de estudo indutivoda Bíblia, por sua natureza, desenvolve e constrói as habilidades. Aprender a usar as ferramentas do estudo bíblicoindutivo (mencionado como observação, interpretação, personalização e aplicação) é um processo que permite que oleitor desacelere o estudo das Escrituras para não perder os níveis mais profundos de significado. Também facilita que seouça a Palavra de Deus que, com a ajuda do Espírito Santo, fala ao coração e permite que a Palavra transforme sua vida.Pense nisto: Por que a crença na existência de Deus é um requisito essencial para nos aproximar dEle? Como podemos"ouvir" a Palavra de Deus, e como tem lugar na vida a transformação pelo estudo da Palavra de Deus?AplicaçãoSó para o professor: Leia Marcos 5, dividindo suas passagens em seções para ser lidas por diversos membros da classe e,então, trabalhe com o capítulo, utilizando as perguntas como forma de exercitar cada habilidade no estudo indutivo daBíblia.Habilidades do estudo indutivo da Bíblia1. Observação: Essa habilidade nos ajuda a responder à pergunta "O que a Bíblia diz?" Tornamo-nos cientes dos detalhesdo texto, encontramos palavras-chave, contrastes, comparações, repetições e também o uso de perguntas. Vamospraticar respondendo às seguintes perguntas em relação a Marcos 5:• O que as pessoas da Decápolis dos gerasenos conheciam sobre "o homem endemoninhado"?• Agora observe o que Jesus queria que seu "troféu de graça" fizesse nos versos 18-20. Compare isso com o que o homemqueria.2. Interpretação: Essa ferramenta responde à pergunta: "O que significa isso?" Este passo levanta questões sobre asobservações feitas no texto: "O que significa essa palavra, frase ou afirmação?" "Por que o autor usou essa palavra oufrase em particular?" "O que está implícito nessa ilustração?" Estas são chamadas de perguntas de compreensão. Estepasso só é possível depois de minucioso tempo gasto na observação.• Leia novamente os versículos 18-20. Quais são as implicações na comparação entre o que o homem queria e o que Jesusqueria que ele fizesse?• O que significam essas implicações para os personagens envolvidos nesses versos?3. Personalização: Essa ferramenta auxilia na resposta à pergunta: "O que essa passagem ou ideia significa para minhavida?” Procuramos nos identificar com os personagens, as ações ou as circunstâncias do texto.• Reveja os versos 21-25, relacionando-os com os versos finais do capítulo. Identifique-se com o pai. Como ele deve ter sesentido?• Observação: Enquanto procura chegar urgentemente à casa, Jesus é interrompido por uma mulher doente sem nome etoma tempo vital para ouvir sua história.• Pergunta: Como pai, que atitudes e sentimentos você acha que ele abrigava?• O que você teria tentado dizer?• Identifique-se com a mulher e responda às mesmas perguntas.• Tente se identificar com os discípulos.• Perguntas de personalização: Em relação a Marcos 5, qual dessas declarações Jesus diria a você, e aonde você precisair a fim de encontrar a cura?"Vá em paz e fique livre do seu sofrimento" (v. 34, NVI)."Não tenha medo; tão-somente creia" (v. 36, NVI). ramos@advir.com
  8. 8. "Eu lhe ordeno, levante-se!" (v. 41, NVI).4. Aplicação: Esta última etapa do método indutivo de estudo da Bíblia é a mais importante, perguntando: o que possofazer hoje ou nesta semana para começar a viver de acordo com os princípios bíblicos que descobri? O que,especificamente, vou fazer, guardar ou obedecer?CriatividadeSó para o professor: Desenvolva a seguinte atividade com a classe. Comece distribuindo cartões ou pequenos pedaçosde papel e canetas ou lápis, se houver. Como alternativa, este exercício pode ser realizado sem a utilização de cartões oucanetas, fazendo simplesmente uma discussão em lugar dos objetos fornecidos.Atividade: Peça que os alunos escrevam alguma coisa pela qual são gratos e uma ação específica que vão praticar comoresultado do estudo das Escrituras. Por favor, enfatize que deve ser algo específico. Por exemplo, nesta quinta-feira às18h00, vou convidar meu novo vizinho para jantar e vou lhe apresentar alguns pensamentos da Bíblia.No encerramento, estimule os membros de sua classe a tentar as habilidades de estudo bíblico indutivo, e convide-os apartilhar na próxima semana como a Palavra inspirada de Deus está se tornando viva em seu estudo da Bíblia. ramos@advir.com

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