Lição 5                                                                                          27 de outubro a 3 de nove...
o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade e purificar, para si mesmo, um povoexclusivamente ...
O resultado é que, segundo Paulo, não importa quanto a nossa natureza tenha sido corrompida pelo pecado, por meio deCristo...
do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado. (João 16:11)Não temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o dia...
Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno,preparado para...
Estudo adicionalLeia de Ellen G. White, Fundamentos da Educação Cristã, p. 136: “O Livro dos Livros”; História da Redenção...
Só para o professor: A lição desta semana expõe os diferentes aspectos do que Cristo realizou na cruz. Enquanto Suavitória...
Peça que diferentes membros de sua classe leiam Romanos 6:12-14 usando diferentes traduções da Bíblia (se houver).Observe ...
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  1. 1. Lição 5 27 de outubro a 3 de novembro Crescendo em CristoSábado à tarde Ano Bíblico: Lc 21, 22VERSO PARA MEMORIZAR: “Tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfandosobre eles na cruz” (Cl 2:15, NVI).Leituras da semana: Is 35:10; Mc 10:45; Rm 6:12-23; Ef 6:12; Cl 1:16; Gl 4:1-11; Cl 2:15Pensamento-chave: A vitória de Cristo sobre a cruz define a extensão da vitória na qual o cristão pode crescer.O item acrescentado às crenças fundamentais da Igreja, votado na 58ª Assembleia da Associação Geral (em 2005), foiintitulado “Crescimento em Cristo”. Quando a declaração é analisada, os seguintes pontos importantes se tornamevidentes: Jesus derrotou os poderes satânicos e as forças do mal; por meio de Cristo, é possível vencer esses poderes,incluindo suas manifestações passadas na vida de alguém; finalmente, há condições para que essas vitórias se realizemna experiência de uma pessoa.Esses pontos ocuparão nossa atenção nas três próximas lições. Nesta semana examinaremos a natureza da vitóriaconquistada por Cristo na cruz. Por Sua vitória, não somente sobre o pecado, mas sobre qualquer outra força que atuecontra a humanidade e a criação de Deus, Cristo alcançou salvação para nós.À medida que procuramos compreender o que Cristo realizou em nosso favor, estaremos mais bem preparados paraentender o que podemos alcançar em nossa vida agora. Sua vitória pode ser a nossa vitória, se a reivindicarmos paranós, porque, não importa o que Jesus fez por nós, devemos decidir aceitar isso. A vitória não é dada automaticamente aninguém.Domingo Ano Bíblico: Lc 23, 24A redençãoO cristianismo é “uma religião de redenção”, na qual as pessoas são salvas da ruína do pecado por meio do que outraPessoa, neste caso Jesus, fez por elas. Assim, a religião cristã pode ser diferenciada de “uma religião da lei”, em quealguém pode mudar seu destino pelos próprios esforços em “fazer boas obras”. Precisamos dessa redenção porque,segundo a Bíblia, sem Cristo as pessoas são escravas do pecado (Jo 8:34) e estão sob sentença de morte (Rm 6:23). Elasnão podem se libertar dessas duas condições. A situação do pecador requer intervenção externa, e essa intervenção temum preço. Como o Novo Testamento ensina de modo tão claro, esse preço foi a morte de Jesus na cruz.Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado. (João 8:34)porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. (Rom.6:23)1. Leia os textos bíblicos e marque “s” para sim ou “n” para não: O que está incluído no conceito de redenção? Is35:10; Mc 10:45; Gl 4:4, 5; Tt 2:14; Hb 9:12; 1Pe 1:18, 19Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá asua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do SENHOR prosperará nas suas mãos. (Isa. 53:10)Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. (Mar.10:45)vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os queestavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos. (Gál. 4:4-5) ramos@advir.com
  2. 2. o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade e purificar, para si mesmo, um povoexclusivamente seu, zeloso de boas obras. (Tito 2:14)não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez portodas, tendo obtido eterna redenção. (Heb. 9:12)sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútilprocedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, osangue de Cristo, (1 Ped. 1:18-19)A) O nascimento, vida, morte e ressurreição de Cristo. ( )B) O ministério de Cristo no santuário celestial, com base no Seu sangue. ( )C) O fato de que Deus escolheu uns para a redenção e outros para a perdição. ( )D) A nossa adoção como filhos de Deus, perdoados e purificados. ( )Do ponto de vista do Novo Testamento, a morte redentora de Cristo é sacrifical e substitutiva. Ele tomou nosso lugar,sacrificando-Se em nosso favor, sofrendo a nossa morte para que não tenhamos que enfrentá-la. Embora alguns rejeitemessa ideia porque não gostam da noção do sofrimento de alguém no lugar de outro (especialmente no lugar do culpado),essa é a essência da mensagem evangélica.“A menos que nossa linguística esteja em falta, quando o Novo Testamento fala de redenção, isso significa que Cristopagou o preço da nossa redenção. Visto que o preço pago deve ser adequado à compra em questão, isso indica umaequivalência, uma substituição” (Leon Morris, The Apostolic Preaching of the Cross [A Pregação Apostólica da Cruz];Grand Rapids, Wm. B. Eerdman Publishing Co., 1965, p. 61).Pense em algumas coisas em sua vida que você acha impossível mudar, questões sobre as quais você é absolutamenteimpotente para resolver. Da mesma forma, somos absolutamente impotentes para nos salvar. Como essa compreensãonos ajuda a entender melhor o que Cristo fez por nós na cruz? Mais importante ainda, como essa verdade maravilhosa daredenção deve afetar nossa vida?Segunda Ano Bíblico: Jo 1–3Escravos libertadosQuando entendemos a redenção como libertação de uma forma de escravidão que necessitava de ajuda “externa”,concluímos que a humanidade pecadora é dominada por uma força ou influência mais forte do que ela mesma. Aquestão que precisa ser respondida é: Que poder ou instrumento tem escravizado a humanidade pecadora de maneiraviolenta?2. Marque “v” para verdadeiro e “f” para falso: De acordo com Romanos 6:12-23 (especialmente os versos 18, 20 e 22),do que Jesus nos liberta? Em que contexto ocorre a libertação?Rom. 6:12 Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências;13 nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus,como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça.14 Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça.15 Pois quê? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum!16 Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis,ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?17 Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostesentregues.18 E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça.19 Falo como homem, pela fraqueza da vossa carne; pois que, assim como apresentastes os vossos membros paraservirem à imundícia e à maldade para a maldade, assim apresentai agora os vossos membros para servirem à justiça paraa santificação.20 Porque, quando éreis servos do pecado, estáveis livres da justiça.21 E que fruto tínheis, então, das coisas de que agora vos envergonhais? Porque o fim delas é a morte.22 Mas, agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vidaeterna.23 Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor.A) Liberta das obrigações da lei, no contexto do Antigo Testamento. ( )B) Liberta as nações da política da escravidão. ( )C) Liberta do pecado, anulando sua condenação e seu domínio em nossa vida prática. ( )D) Liberta do excesso de santidade, que pode levar ao orgulho. ( )Pense no que Paulo disse nos versos acima, e no que ele disse em Romanos 6:1-11. Paulo falou sobre o que acontece nobatismo cristão. Ele apresentou algumas coisas que deviam ter morrido com Cristo no batismo. Depois de mencionaressas coisas, Paulo desafiou os cristãos, que se uniram a Cristo, a manifestar o senhorio de Cristo, que os “libertou” dopoder do pecado. ramos@advir.com
  3. 3. O resultado é que, segundo Paulo, não importa quanto a nossa natureza tenha sido corrompida pelo pecado, por meio deCristo podemos ser livres do seu poder escravizante. Quem não viu a devastação que pode ser causada por esse tipo deescravidão? Quem não viu vidas arruinadas pelo pecado? Quem não lutou contra o poder do pecado em sua vida? Esse é,de longe, o maior inimigo que os seres humanos já enfrentaram.O que torna essa escravidão tão perversa é que ela não é imposta apenas de fora para dentro, mas também tem suaorigem dentro de nós. Como podemos ser libertados de uma escravidão, de um cativeiro, que se origina em nós, nanossa própria natureza?A resposta, como vimos nos versos acima, vem unicamente do poder de Jesus, que conquistou a vitória para nós e quenos oferece o poder para vencer. Por meio de Cristo, somos não apenas perdoados dos nossos pecados; devemos morrerpara eles, e ser libertados deles. Eles não mais devem nos dominar. Essas são promessas maravilhosas, poderosas, quetodos os que professam o nome de Cristo devem reclamar para si mesmos.Qual tem sido sua experiência com o poder escravizador e cruel do pecado? Como você pode aprender a se apegar maisàs maravilhosas promessas de libertação oferecidas em Jesus?Terça Ano Bíblico: Jo 4–6Principados e potestades: parte 1A Bíblia descreve nosso mundo como estando sob o domínio das forças do mal, que procuram nos controlar e destruir. Ogrande conflito é o resultado da atuação do Senhor contra esses poderes. A grande notícia é que, depois da cruz, avitória contra eles está assegurada. Embora o conflito continue dramático, a vitória pertence a Deus, e dela podemoscompartilhar pela fé.3. O que a Bíblia diz sobre a realidade do conflito? Que grande esperança e promessas encontramos nela? (Marque “v”para verdadeiro e “f” para falso) 1Jo 3:8; 5:19; Jo 12:31; 16:11; Ef 6:12; Cl 1:16; 2:15; Rm 8:38, 39Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou oFilho de Deus: para destruir as obras do diabo. (1 João 3:8)Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno. (1 João 5:19)Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso. (João 12:31)do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado. (João 16:11)porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadoresdeste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. (Efés. 6:12)pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejamsoberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. (Col. 1:16)e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz. (Col. 2:15)Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas dopresente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderáseparar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. (Rom. 8:38-39)A) “Para isto se manifestou o Filho de Deus: para amenizar as obras do diabo.” ( )B) “Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro já não mais está no Maligno.” ( )C) “A nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades.” ( )D) Nada “poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus.” ( )No século 21, muitas pessoas mantêm uma cosmovisão científica. Para essas pessoas, um mundo habitado por forças domal e dominado por poderes demoníacos hostis é predominantemente visto como um resquício de uma era desuperstição e ignorância. Em contraste com isso, a Bíblia apresenta, como parte da realidade do mundo, umaorganização de forças hostis incluindo principados e potestades demoníacos. A visão bíblica do mundo é grande osuficiente para abranger a cosmovisão natural e também a sobrenatural.Em Romanos 8:38, por exemplo, a palavra grega traduzida como “principados” é archai, que poderia se referir agovernantes civis e também a poderes sobrenaturais que tentam exercer o domínio do mal sobre os homens. Em Efésios6:12, a expressão literal “príncipes das trevas deste século” (RC) também poderia ser traduzido como “dominadoresdeste mundo tenebroso” (RA).“Evidentemente, Paulo está se referindo a espíritos malignos pessoais, que exercem um grau de autoridade sobre omundo. Compare a expressão ‘príncipe deste mundo’, que descreve Satanás, em João 12:31; 14:30; 16:11. Apersonalidade do diabo também estava clara para o revelador” (Ap 2:10; 12:10; The SDA Bible Commentary [ComentárioBíblico Adventista], v. 6, p. 1.044.Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso. (João 12:31)Já não falarei muito convosco, porque aí vem o príncipe do mundo; e ele nada tem em mim; (João 14:30) ramos@advir.com
  4. 4. do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado. (João 16:11)Não temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postosà prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida. (Apoc. 2:10)Então, ouvi grande voz do céu, proclamando: Agora, veio a salvação, o poder, o reino do nosso Deus e a autoridade doseu Cristo, pois foi expulso o acusador de nossos irmãos, o mesmo que os acusa de dia e de noite, diante do nosso Deus.(Apoc. 12:10)Quarta Ano Bíblico: Jo 7–9Principados e potestades: parte 2Como vimos, a palavra traduzida como “principados” pode se referir a governantes mundiais ou poderes sobrenaturaisque tentam exercer controle sobre a vida humana. Outra palavra grega usada em conjunto com o termo “principados”(archai) é a palavra stoicheia, que significa literalmente “elementos”, ou “substâncias ou princípios elementares”. Ocontexto em que stoicheia é usada revela outros aspectos deste mundo caído, dos quais fomos redimidos pela vitória deCristo na cruz.4. Marque um “x” nas respostas certas: Além dos poderes malignos literais, de que outras coisas fomos libertados porJesus? Cl 2:8, 14, 20; Gl 4:1-11Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conformeos rudimentos do mundo e não segundo Cristo; (Col. 2:8)tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial,removeu- o inteiramente, encravando-o na cruz; (Col. 2:14)Se morrestes com Cristo para os rudimentos do mundo, por que, como se vivêsseis no mundo, vos sujeitais aordenanças: (Col. 2:20)Digo, pois, que, durante o tempo em que o herdeiro é menor, em nada difere de escravo, posto que é ele senhor de tudo.Mas está sob tutores e curadores até ao tempo predeterminado pelo pai. Assim, também nós, quando éramos menores,estávamos servilmente sujeitos aos rudimentos do mundo; vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho,nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção defilhos. E, porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai! De sorte quejá não és escravo, porém filho; e, sendo filho, também herdeiro por Deus. Outrora, porém, não conhecendo a Deus,servíeis a deuses que, por natureza, não o são; mas agora que conheceis a Deus ou, antes, sendo conhecidos por Deus,como estais voltando, outra vez, aos rudimentos fracos e pobres, aos quais, de novo, quereis ainda escravizar-vos?Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco. (Gál. 4:1-11)A) Filosofia ( ); B) Vãs sutilezas ( ); C) Rudimentos do mundo ( ); D) Lei moral, que nos trazia condenação ( ); E) Tradiçãodos homens ( ).O Novo Testamento, principalmente o conceito de Paulo sobre os “poderes”, parece ligar seres espirituais a forças oupoderes que governam a vida humana, além de Cristo. Poderiam ser poderes políticos, sociais, tradicionais e até mesmoreligiosos. O termo stoicheia, usado em Gálatas 4:3, 9, fala do sistema de paganismo do qual os cristãos da Galáciahaviam sido libertados. É usado também em referência a aspectos do antigo sistema legal judaico. Em Colossenses2:8,20, refere-se metaforicamente a princípios filosóficos mundanos.Assim, também nós, quando éramos menores, estávamos servilmente sujeitos aos rudimentos do mundo; (Gál. 4:3)mas agora que conheceis a Deus ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como estais voltando, outra vez, aos rudimentosfracos e pobres, aos quais, de novo, quereis ainda escravizar-vos? (Gál. 4:9)“Em Isaías 24:21 a expressão ‘os reis da Terra, na Terra’ implica que a expressão ‘no céu, as hostes celestes’ refere-se aSatanás e os anjos maus. Paulo se refere a Satanás como ‘o príncipe da potestade do ar’ (Ef 2:2), e aos invisíveis líderesdo mal como ‘dominadores deste mundo tenebroso’ que habitam ‘nas regiões celestes’ (Ef 6:12). Em 1 Coríntios 15:24,25 Paulo diz que eles serão subjugados por Cristo. Isaías prevê o momento em que os anjos maus e os homens perversossofrerão punição (leia Mt 25:41;. 2Pe 2:4, 9; Ap 20:10-15; The SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v.4, p. 198, 199).Naquele dia, o SENHOR castigará, no céu, as hostes celestes, e os reis da terra, na terra. (Isa. 24:21)nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agoraatua nos filhos da desobediência; (Efés. 2:2)porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadoresdeste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. (Efés. 6:12)E, então, virá o fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como todapotestade e poder. Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés. (1 Cor. 15:24-25) ramos@advir.com
  5. 5. Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno,preparado para o diabo e seus anjos. (Mat. 25:41)Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas,reservando-os para juízo; (2 Ped. 2:4)é porque o Senhor sabe livrar da provação os piedosos e reservar, sob castigo, os injustos para o Dia de Juízo, (2 Ped.2:9)O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta comotambém o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos. Vi um grande trono branco eaquele que nele se assenta, de cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles. Vi também osmortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o Livro daVida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros. Deu omar os mortos que nele estavam. A morte e o além entregaram os mortos que neles havia. E foram julgados, um por um,segundo as suas obras. Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte,o lago de fogo. E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo. (Apoc.20:10-15)A vida é regida por uma série de poderes, pessoais e impessoais. Sem Cristo, o homem está à mercê desses poderes. Aspressões do momento presente, para não mencionar o medo do futuro, bem como as exigências da vida, sociedade,tradição, e da ideologia, todas podem exercer influências que podem separar uma pessoa do Senhor. Mas por intermédiode Cristo, fomos libertados, não apenas dos nossos pecados, mas também da escravidão a esses “poderes”. Precisamosentender a natureza dessa vitória e reivindicá-la como sendo nossa.Além das realidades sobrenaturais existentes, que outras forças e influências lutam contra você? Você precisa identificá-las e reivindicar as promessas de Jesus para vencê-las.Quinta Ano Bíblico: Jo 10, 11Um assassino reveladoCristo veio ao mundo com o propósito de destruir as obras do diabo (Hb 2:14). Ele fez isso na cruz. Mas, se Cristo foivitorioso sobre o diabo, os principados e potestades, por que ainda estamos lutando contra eles?Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, paraque, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, (Heb. 2:14)5. Quais são as três expressões usadas por Paulo para descrever o que aconteceu na cruz? Como podemos entender osignificado da cruz? Cl 2:15e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz. (Col. 2:15)Complete a resposta: __________________________________________________________, “expôs ao desprezo” e__________________________________________________________.Primeiro, Cristo despojou, ou “desarmou” os “poderes”. A palavra grega é apekduomai, que significa literalmente “tiraras roupas de alguém”. Aqui isso pode significar que os poderes foram despojados de suas armas.Que armas? “A vida vitoriosa de Cristo, que culminou no Calvário, anunciou a condenação do diabo. O disfarce deSatanás foi arrancado. [...] Por Sua cruz Jesus Cristo despojou dos principados e potestades das trevas tanto seu ‘mantooficial’ quanto sua autoridade como príncipes deste mundo, e sua armadura de força na guerra contra a justiça” (TheSDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista, v. 7], p. 205).6. Cristo “publicamente [...] expôs [os poderes] ao desprezo”, “fez deles um espetáculo público”. Como os poderes foramexpostos publicamente na cruz? Que imagens deles se tornou evidente? Jo 8:44Complete: Ele foi ___________________________________________________________ desde o princípio e jamais se firmou na__________________________________________, porque nele não há _____________________________________________.Quando ele profere __________________________________________________________, fala do que lhe é próprio….O texto também diz que Cristo “triunfou sobre eles”. A palavra grega é thriambeuo e implica uma celebração. Além detudo que estivesse incluído nesse triunfo, certamente estava o fato de que ele ajudou a revelar que Satanás é assassino.Por causa da cruz, chegará o dia em que o domínio desses poderes acabará, quando Cristo “houver destruído todoprincipado, bem como toda potestade e poder” (1Co 15:24), e o último inimigo a ser destruído será a morte (1Co 15:26).Até lá, temos que resistir, combatendo o combate da fé na força de Deus […]“Satanás viu que estava desmascarado. [...] Revelara-se um homicida. Derramando o sangue do Filho de Deus,desarraigou-se Satanás das simpatias dos seres celestiais. Daí em diante sua obra ficou restrita. Estavam quebrados osderradeiros laços de simpatia entre Satanás e o mundo celestial …” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p.761).Sexta Ano Bíblico: Jo 12, 13 ramos@advir.com
  6. 6. Estudo adicionalLeia de Ellen G. White, Fundamentos da Educação Cristã, p. 136: “O Livro dos Livros”; História da Redenção, p. 394, 395:“Espiritismo”; O Grande Conflito, p. 511-517: “Invisíveis Defensores do Homem”.“Uma batalha invisível a olhos humanos está sendo travada. Está em campo o exército do Senhor, buscando salvarpessoas. Satanás e suas legiões também estão em atividade, buscando por todos os meios possíveis, enganar e destruir.[...] Dia a dia prossegue a batalha. Se nossos olhos se pudessem abrir para ver em operação os instrumentos bons e osmaus, não haveria frivolidade, vaidade, gracejos e brincadeiras. Se todos se revestissem de toda a armadura de Deus ecombatessem corajosamente as batalhas do Senhor, seriam obtidas vitórias que fariam tremer o reino das trevas” (EllenG. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 41).“Quando os homens procuram viver em harmonia com Deus, descobrem que o escândalo da cruz ainda não findou.Principados, potestades e espíritos do mal nos lugares celestiais, estão voltados contra todos os que se submetemobedientemente à lei celestial. Por isso, longe de causar tristeza, as perseguições devem trazer alegria aos discípulos deCristo, porque são uma evidência de que seguem os passos de seu Senhor (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p.29, 30).Perguntas para reflexão1. Leia Hebreus 2:14, 15. A morte é claramente descrita ali como agente de escravidão. Observe, também, a ênfase emnosso medo da morte. Por que temos tanto medo da morte? Como esse medo nos mantém, como o texto diz, em umaespécie de escravidão? Como o cristão, livre em Cristo, deve ver a morte?2. Para algumas pessoas a ideia de forças demoníacas é tola superstição; outros são dominados pelo medo dessascoisas. Como podemos encontrar o equilíbrio entre a compreensão da realidade desses poderes e a noção do que Cristofez por nós na luta contra eles?3. Quais são alguns exemplos de como as forças do mal controlam ou influenciam diversos poderes mundanos?4. Como a concepção do grande conflito nos ajuda a entender a continuidade da existência do mal, mesmo após a vitóriade Cristo na cruz?Respostas sugestivas: 1. Sim para as letras A, B e D. 2. As letras A, B e D são falsas. A libertação ocorre no contexto davida prática e da consagração do corpo ao Senhor. 3. As letras A e B são falsas. 4. As letras A, B, C e E estão certas. 5. Aresposta é: “Despojando os principados e as potestades”; “publicamente os expôs ao desprezo”; “triunfou sobre eles nacruz”. 6. A resposta é: Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade.Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio…Resumo da lição 5 – Crescendo em CristoTexto-chave: Colossenses 2:15O aluno deverá:Conhecer: A total vitória de Cristo na cruz não só sobre o pecado, mas sobre todo outro poder e tradição que mantém ahumanidade em cativeiro.Sentir: A alegria do triunfo de Cristo sobre todos os poderes do mal no mundo e em sua vida pessoal.Fazer: Unir-se a Cristo, revestir-se da armadura e, em parceria com Ele, lutar pela salvação das pessoas.Esboço do aprendizadoI. Conhecer: Vitória completaA. Que sofismas de Satanás Cristo desmascarou na cruz?B. Que enganosas, filosofias, tradições e poderes sociais e políticos ainda escravizam os habitantes da Terra, e como avitória de Cristo oferece a energia necessária para superar essas forças?II. Sentir: Alegria na vitóriaA. Que certeza é possível para aquele que confia no triunfo de Cristo na cruz?B. Apesar de ainda haver luta para vencer o mal, em que base podemos ter alegria e louvar a Deus pelo resultado dessaguerra cósmica?III. Fazer: As batalhas do SenhorA. Como os cristãos podem se unir a Cristo nas lutas finais contra as forças do mal?B. Por que é importante que Cristo use Seus amigos e discípulos como embaixadores pessoais e soldados no conflito aquineste mundo?Resumo: Na cruz, Cristo foi vitorioso sobre o mal e demonstrou que os desafios de Satanás ao governo de Deus estavamfundamentados em mentiras.Ciclo do aprendizadoMotivaçãoConceito-chave para o crescimento espiritual: No grande conflito entre o bem e o mal, a cruz é um símbolo da vitóriasobre o pecado. Embora a batalha continue em direção ao seu clímax final, o cristão experimenta crescimento nocontexto do conflito, confiando na vitória de Cristo. ramos@advir.com
  7. 7. Só para o professor: A lição desta semana expõe os diferentes aspectos do que Cristo realizou na cruz. Enquanto Suavitória foi completa sobre o pecado, o cristão, mediante uma luta diária contra o pecado em seus muitos e abrangentesefeitos, ainda ocupa o campo de batalha.Nesta seção de abertura é importante começar a examinar a dinâmica dessa batalha e ver como é possível obter avitória na vida cristã, apesar da guerra contra o pecado.Discussão de abertura: Existem muitos tipos diferentes de desafios e batalhas. Alguns são aplicáveis apenas àexperiência individual. Muitos consideram os hábitos viciantes como uma batalha, utilizam a expressão " batalha", porexemplo, contra o tabagismo. Outras batalhas demandam esforço coletivo, como na realidade da guerra em defesa dapátria e do lar.Seja a batalha de natureza individual ou coletiva, o objetivo comum é obter a vitória e vencer o desafio sobre o quepoderia ser considerado o inimigo.Olhando para a dinâmica geral da batalha, notamos que sempre há duas forças opostas que lutam pelo domínio, a fim deconquistar o "prêmio". Também devem ser levados em conta um plano ou estratégia de batalha e também osparticipantes envolvidos na guerra.Uma parte significativa na elaboração do plano de batalha é um inventário que avalie as armas necessárias para vencera luta. Essas armas, juntamente com o plano de execução, são fundamentais para a vitória.Embora a estratégia, o armamento certo de guerra e o desejo de vitória sejam importantes, também existem outroscomponentes importantes que não podem ser ignorados. As entrevistas com veteranos de guerra vitoriosos indicam quea fé, a persistência o companheirismo com os outros são essenciais para o sucesso de ganhar a batalha.As Escrituras retratam a batalha espiritual entre Deus e o mal, originada no Céu, entre Lúcifer e Miguel. Algumassemanas atrás, uma das lições afirmou que os primeiros seres humanos criados se submeteram ao poder do mal, e opecado entrou na história da Terra. Mesmo assim, a Palavra de Deus também revela que entrou em vigor um plano debatalha contra o pecado.Hoje, vivemos do outro lado da cruz e da vitória de Cristo sobre o mal, o pecado e a morte. É nesse ponto que devemosconsiderar a importância do armamento espiritual na batalha pela nossa salvação nesse grande conflito entre o bem e omal. A vitória é possível com as armas da guerra espiritual, que são a fé, a persistência e o companheirismo com JesusCristo, o Vitorioso.Comente: 1. Qual é o verso bíblico na lição desta semana que encoraja o crente em relação à batalha contra o mal? 2.Qual é o significado da vitória de Cristo sobre a cruz, e que implicações isso tem para nossa vida diária?CompreensãoSó para o professor: O contexto histórico da carta de Paulo aos Romanos revela o sentimento pastoral de Paulo e tambémsua habilidade para ensinar, quando se esforçava para orientar e instruir os novos conversos em questões que tinham aver com sua compreensão espiritual da nova vida em Cristo. Essa instrução é especificamente o tema de Romanos 6.Para o Passo 2, leia cada seção desse capítulo, comentando as diferentes ilustrações que Paulo usa ao tratar de comocrescer e viver a vida cristã, em vista da vitória de Cristo na cruz.Comentário BíblicoI. Batismo, Morte e Vida (Leia com a classe Romanos 6:1-11.)Romanos 6 começa com uma forte reação de Paulo à ideia errônea que, aparentemente, alguns da congregação romanaprimitiva tinham sugerido. Sua conclusão era que, se a graça era estendida a todos, quanto mais alguém pecasse, maisinteressante seria pecar, para que essa graça fosse mais abundante. Paulo usa a ilustração do batismo para refutar essaconclusão errônea e também para ilustrar como deve ser essa nova vida em Cristo.Na igreja primitiva, o batismo era a evidência de uma confissão de fé pessoal e também de haver deixado para trás avida anterior, sem Cristo.Paulo usa essa experiência espiritual na vida do novo converso como um meio de discutir mais profundamente a formade pensar o estilo de vida anterior e posterior à conversão e as implicações que tem essa reflexão para o novo crente emCristo.Paulo explica que o batismo é o sepultamento de tudo o que estava relacionado com a vida anterior. A ação do batismoune o crente a Cristo. Assim como Cristo foi ressuscitado "para a glória do Pai", assim também, no batismo, ocorreu osepultamento do velho homem e, como na ressurreição, existe uma novidade de vida.O versículo 11 apresenta a nova atitude e a maneira em que é preciso pensar em um novo estilo de vida: "Assim,considerem-se mortos para a sedução e o poder do pecado, mas vivos para o chamado de Deus por meio de Jesus Cristo,nosso Senhor" (Phillips).Pense nisto: O que há de errado com a idéia distorcida de que devemos pecar mais, a fim de receber mais graça? Quesignifica estar morto para o pecado e vivo em Cristo? Como vamos viver essa verdade por meio do batismo?II. Armas, ferramentas e instrumentos (Leia com a classe Romanos 6:12-14.) ramos@advir.com
  8. 8. Peça que diferentes membros de sua classe leiam Romanos 6:12-14 usando diferentes traduções da Bíblia (se houver).Observe as diferentes palavras usadas no versículo 13 para "instrumentos de injustiça" e "instrumentos de justiça". Atradução Living Bible apresenta uma versão muito boa dessa passagem: "Não deixem mais que o pecado controle seucorpo débil; não cedam a seus desejos pecaminosos. Não permitam que qualquer parte de seu corpo se torne ferramentada maldade, que seja usado para o pecado, mas dê-se completamente a Deus – cada parte de você – pois você está devolta da morte e deseja ser instrumento nas mãos de Deus, para ser usado para Seus bons propósitos. O pecado nuncaprecisa voltar a ser seu senhor, pois agora você já não está vinculado à lei em que o pecado o escraviza, mas você estálivre sob o favor e a misericórdia de Deus" (v 12-14).Comente: Como a diferença de palavreado entre instrumento, ferramenta, arma ou membro contribui com uma novaideia sobre a proporção de nossa vida devemos dar a Deus e como deve ela ser vivida?III. Escravos de Deus (Leia Romanos 6:15-23 com a classe.)Paulo usa uma forte e vívida ilustração em seu ensino sobre o que significa viver uma vida nova em Cristo. Em seucontexto histórico, como ocorria em muitas partes do mundo, ser escravo significava que a pessoa não possuía nenhumaparte de sua vida. Toda a atenção era direcionada para o senhor no que se refere a serviço e tempo. Um escravo nãotinha direitos, mas era considerado propriedade de serviço para o senhor.Neste texto, é interessante o versículo 16: "Você pertence ao poder ao qual escolher obedecer; seja o pecado, cujarecompensa é a morte, ou a Deus, cuja obediência significa a recompensa da justiça" (Phillips). Em outras palavras,referindo-se ao batismo, os que optam por seguir Jesus o fazem livremente, escolhendo um novo Mestre e nova relaçãode escravidão e serviço ao Senhor.Observe a grande diferença de nível salarial entre servir ao pecado e se tornar escravos da justiça. A versão Living Bibleexpressa bem essa consideração: "Naqueles dias em que eram escravos do pecado, vocês não se preocupavam muitocom a bondade. E qual foi o resultado? Evidentemente, não é bom, já que agora vocês estão envergonhados de pensarnessas coisas que costumavam fazer, pois todas elas terminam em condenação eterna. Mas, agora, vocês estão livres dopoder do pecado e são escravos de Deus, e seus benefícios para você incluem santidade e vida eterna. Porque o saláriodo pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor" (vs. 21-23).Comente: Peça que os alunos definam em suas próprias palavras a diferença entre os salários do serviço ao pecado e o"dom gratuito" do Mestre.AplicaçãoSó para o professor: Divida os membros de sua classe em pequenos grupos (de preferência de 3-5 participantes cada).Atividade: Peça que seus pequenos grupos tracem para um grupo-alvo um plano de batalha para viver uma nova vida deforma vibrante e crescente em Cristo. Por exemplo, o grupo-alvo poderiam ser adultos jovens, novos membros da igreja,avós, etc.Certifique-se de que, à luz da lição desta semana, você considere o inimigo também em termos de principados epotestades e destaque o meio de obter a vitória em Cristo.Reagrupe assim que a primeira parte da atividade tiver sido realizada e, em seguida, peça a um membro de cada grupoque descreva à classe o plano de batalha seu grupo.CriatividadeSó para o professor: Materiais necessários: papel ou cartões de anotações e canetas ou lápis. Está faltado um membro daEscola Sabatina em sua classe? Peça que os membros de sua classe escrevam palavras de incentivo em um cartão oupapel e imediatamente entreguem pessoalmente ou enviem seus bilhetes a esse membro pelo correio (Como alternativa,ou nos casos em que seja preferível ou mais conveniente fazê-lo, visitem, passem um e-mail ou telefonem a essapessoa). Pratique ser um "instrumento" da justiça de hoje. ramos@advir.com

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