Lição 11                                                                                                8 a 15 de dezembro...
sustentou com maná, que teus pais não conheciam; para te humilhar, e para te provar, e, afinal, te fazer bem. Não digas,po...
custou. Da cruz do Calvário, Cristo pede uma entrega incondicional” (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 4, p. 1...
Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama.(Efés. 5:28)Hoj...
Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e asautoridades que...
Respostas sugestivas: 1. Lembrando que as bênçãos vêm de Deus e devem ser usadas para Sua glória; sendo fiel aoSenhor; col...
Introdução e Comentário; Londres: Inter-Varsity Press, 1974], p. 11). Em Deuteronômio, os discursos de Moisés reportama hi...
Passo 3: Renunciamos à nossa propriedade e aceitamos a Sua.Adoramos a Deus com nosso dízimo para nos lembrar de que tudo p...
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A vida cristã_Lição da Escola Sabatina_original_com_textos

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A lição original com os textos bíblicos tem como finalidade facilitar a leitura ou mesmo o estudo, os versos estão na sequência correta, evitando a necessidade de procurá-los, o que agiliza, para os que tem o tempo limitado, vc pode levá-la no ipad, no pendrive, celular e etc, ler a qualquer momento e em qualquer lugar que desejar, até sem a necessidade de estar conectado na internet. 

O esbouço tem como objetivo facilitar para aqueles que querem responder a lição, mas tem pouco espaço na revista para isso. Ele vem com as perguntas e com os textos relacionados na ordem para respondê-las, sem nenhum tipo de comentários, para vc poder meditar e ligar a pergunta com o texto sugerido para a sua resposta. vc também tem a facilidade de poder pesquisar através do computador e copiar e colar textos, o que acrescenta muito a sua lição, e ainda podendo deixá-la armazenada para pesquisas posteriores sobre o mesmo assunto, estes são algumas, entre muitas outra vantagens. 

Que... Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe ; e faça resplandecer o seu rosto sobre nós. Para que se conheça na terra o teu caminho, e em todas as nações a tua salvação. Sal. 67:1-2. 

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  1. 1. Lição 11 8 a 15 de dezembro A vida cristãSábado à tarde Ano Bíblico: 1 TimóteoVERSO PARA MEMORIZAR: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a Sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelosirmãos” (1Jo 3:16).Leituras da semana: Dt 8:11-17; Fp 2:3, 4; 1Co 15:51, 52; Ap 22:1-5; Mt 22:39; Gn 2:21-25Pensamento-chave: Qualquer um pode dizer que é cristão. Porém, o que isso significa, em termos práticos?“Meus irmãos, qual é o proveito, se você disser que tem fé, mas não mostrá-la por suas obras? Pode esse tipo de fésalvar alguém?” (Tg 2:14, New Living Translation [tradução nossa]).A Bíblia enfatiza a “sã doutrina”, mas essa ênfase está no contexto de uma vida santa ( 1Tm 1:10; Tt 2:1-5), a fim desalientar que o verdadeiro objetivo do ensino bíblico é uma vida ética, manifestada nas obrigações para com os outros.Na verdade, os textos de Timóteo e Tito ligam a sã doutrina com a vida correta, como se a vida correta fosse em simesma a sã doutrina!impuros, sodomitas, raptores de homens, mentirosos, perjuros e para tudo quanto se opõe à sã doutrina, (1 Tim. 1:10)Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina. Quanto aos homens idosos, que sejam temperantes, respeitáveis, sensatos,sadios na fé, no amor e na constância. Quanto às mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias em seu proceder,não caluniadoras, não escravizadas a muito vinho; sejam mestras do bem, a fim de instruírem as jovens recém-casadas aamarem ao marido e a seus filhos, a serem sensatas, honestas, boas donas de casa, bondosas, sujeitas ao marido, paraque a palavra de Deus não seja difamada. (Tito 2:1-5)O cristão é salvo a fim de ser um agente de Deus para a salvação e o bem dos semelhantes, em meio ao grande conflitoentre o bem e o mal. A expressão “mente tão voltada para o Céu que não tem utilidade para a Terra”, por mais que sejaum clichê, representa uma realidade que os cristãos precisam evitar. Certamente, o Céu é nosso lar definitivo, mas porenquanto, estamos ainda na Terra e precisamos saber como viver aqui.Nesta semana, estudaremos como algumas práticas cristãs devem se manifestar em nossa vida.Domingo Ano Bíblico: 2 TimóteoMordomiaQuando pensamos sobre a salvação sendo traduzida no serviço aos outros, não podemos evitar o conceito cristão demordomia. A Enciclopédia Adventista do Sétimo Dia define “mordomia” como “a responsabilidade do povo de Deus paracom tudo que Deus lhes confiou, e o uso dessas coisas: a vida, o corpo, tempo, talentos e habilidades, bens materiais,oportunidades de ser útil aos outros e o conhecimento da verdade”.1. Na vida diária, como posso manifestar os maravilhosos princípios ensinados nos textos abaixo? Como essas verdadesdevem influenciar minha maneira de viver e de me relacionar com os outros, com Deus e com os dons concedidos porEle? Dt 8:11-17 | Sl 24:1 | Fp 2:3, 4 | 1Jo 3:16Guarda-te não te esqueças do SENHOR, teu Deus, não cumprindo os seus mandamentos, os seus juízos e os seusestatutos, que hoje te ordeno; para não suceder que, depois de teres comido e estiveres farto, depois de haveresedificado boas casas e morado nelas; depois de se multiplicarem os teus gados e os teus rebanhos, e se aumentar a tuaprata e o teu ouro, e ser abundante tudo quanto tens, se eleve o teu coração, e te esqueças do SENHOR, teu Deus, quete tirou da terra do Egito, da casa da servidão, que te conduziu por aquele grande e terrível deserto de serpentesabrasadoras, de escorpiões e de secura, em que não havia água; e te fez sair água da pederneira; que no deserto te ramos@advir.com
  2. 2. sustentou com maná, que teus pais não conheciam; para te humilhar, e para te provar, e, afinal, te fazer bem. Não digas,pois, no teu coração: A minha força e o poder do meu braço me adquiriram estas riquezas. (Deut. 8:11-17)Ao SENHOR pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam. (Sal. 24:1)Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo.Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros. (Filip. 2:3-4)Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos. (1 João 3:16)A Bíblia ensina que o propósito fundamental de toda a criação de Deus é glorificá-Lo. O pecado arruinou essa realidadede modo muito profundo, mas Deus dirigiu Sua ação salvadora para nós, a fim de nos levar a participar novamente, comtoda a criação, da glorificação a Deus. Cristo nos comprou por causa da glória de Deus ( Ef 1:11-14). Quando reconhecemosem palavras e atos o completo domínio de Cristo sobre nossa vida, glorificamos a Deus. A completa expressão dosenhorio de Cristo sobre nossa vida envolve nosso serviço em favor dos outros, por meio do uso do tempo, talentos,habilidades e bens materiais.nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisasconforme o conselho da sua vontade, a fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que de antemão esperamos emCristo; em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo neletambém crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, ao resgate da suapropriedade, em louvor da sua glória. (Efés. 1:11-14)Leia novamente os textos para hoje. Quais deles tocam mais seu coração, e por quê? O que o motiva a viver buscando obem dos outros, bem como o seu próprio? Por que a dedicação da vida aos outros é tão importante para aespiritualidade?Segunda Ano Bíblico: TitoDízimo: uma pequena parte“O sacerdote, filho de Arão, estaria com os levitas quando estes recebessem os dízimos, e os levitas trariam os dízimosdos dízimos à casa do nosso Deus, às câmaras da casa do tesouro” (Ne 10:38); “O povo de Israel e os levitas deverãoentregar as contribuições...” (Ne 10:39, NTLH).Pense na brevidade da vida, pense na absoluta inevitabilidade da morte (a menos que Cristo volte antes que ela ocorra).Pense no que significaria se, como muitos acreditam, a sepultura fosse o fim de tudo. Você está aqui, um espasmo demetabolismo celular que vive sua história (muitas vezes com dor, sofrimento e medo), e depois termina. De uma formaou de outra, quando todas essas células morrem, nada resta, a não ser o corpo, no qual os bichos e bactérias sealimentam, até que eles também morrem.Com esse destino, em um Universo tão imenso, parece que nosso planeta, e ainda mais nossa vida individual, são tãoinsignificantes como se não fossem nada além de uma piada cruel, que a maioria não acha engraçada.Em contraste com esse cenário, considere o que recebemos em Cristo. Pense no que foi oferecido a nós por meio deJesus. Medite no que o plano da salvação nos diz sobre nosso valor, e sobre o que foi feito por nós para que nãotivéssemos que enfrentar o destino descrito acima.2. O que recebemos em Cristo? O que essas coisas devem significar para nós? Como essas promessas devem afetar cadaaspecto da nossa existência? 1Co 15:51, 52; Ap 21:4; Gl 3:13; Ef 1:6, 7; Ap 22:1-5Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir efechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremostransformados. (1 Cor. 15:51-52)E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque asprimeiras coisas passaram. (Apoc. 21:4)Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todoaquele que for pendurado em madeiro), (Gál. 3:13)para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado, no qual temos a redenção, pelo seusangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça, (Efés. 1:6-7)Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro. No meio da suapraça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês,e as folhas da árvore são para a cura dos povos. Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus edo Cordeiro. Os seus servos o servirão, contemplarão a sua face, e na sua fronte está o nome dele. Então, já não haveránoite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarãopelos séculos dos séculos. (Apoc. 22:1-5)“Falo do sistema do dízimo. Contudo, como me parece mesquinho à mente! Quão pequeno o preço! Como é inútil oesforço de medir com regras matemáticas o tempo, dinheiro e amor em face de um amor e sacrifício incomensuráveis eque não se podem avaliar. Dízimos para Cristo! Oh, mesquinha esmola, vergonhosa recompensa por aquilo que tanto ramos@advir.com
  3. 3. custou. Da cruz do Calvário, Cristo pede uma entrega incondicional” (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 4, p. 119,120).Depois de tudo que Cristo fez em seu favor, você não pode exercer fé suficiente e devolver a Ele uma pequena parte doque você recebeu?Terça Ano Bíblico: FilemonA responsabilidade para consigo mesmoJesus disse com muita clareza: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22:39). Um texto muito interessante, à luz daideia de que, muitas vezes, consideramos o amor a si mesmo como o ponto mais alto de tudo o que se opõe tanto aocristianismo quanto à ideia do verdadeiro altruísmo.3. O que Jesus quis dizer com essas palavras? Como podemos interpretá-las e aplicá-las, de maneira que reflita aessência do genuíno cristianismo? Mt 22:39O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. (Mat. 22:39)O amor a si mesmo, no sentido cristão, não é egoísmo, não é se colocar à frente de todos e de qualquer coisa. Aocontrário, o amor a si mesmo significa que, ao entender seu próprio valor diante de Deus, você procura viver da melhormaneira possível, sabendo que os resultados dessa vida beneficiarão não apenas a si mesmo (o que é bom), mastambém aqueles com quem você entrar em contato, o que é ainda mais importante.4. Qual é a relação entre a admoestação de Jesus, acima, e os textos abaixo? Fp 2:5, 8 | 2Co 5:14, 15 | 1Co 10:31-33 | 1Pe 1:13-16Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, (Filip. 2:5)a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. (Filip. 2:8)Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram. E ele morreu portodos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. (2Cor. 5:14-15)Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus. Não vos torneiscausa de tropeço nem para judeus, nem para gentios, nem tampouco para a igreja de Deus, assim como também euprocuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos, para que sejam salvos.(1 Cor. 10:31-33)Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida narevelação de Jesus Cristo. Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossaignorância; pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo ovosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo. (1 Ped. 1:13-16)A redenção que o pecador obtém em Cristo traz tal unidade com Ele (Gl 2:20) que o cristão deseja viver de acordo com osimpulsos de Cristo. O pecador deseja ter a mente de Cristo, não viver mais para si mesmo, mas para Ele, e atender aochamado à santidade (separação de coisas como paixões, tendências pecaminosas da cultura e impureza moral). Sevocê ama a si mesmo, deseja o que é melhor para si, e o melhor para você é uma vida comprometida com Deus, quereflete o caráter e amor de Deus, vivida para o bem dos outros. O caminho mais seguro para garantir uma existênciamiserável é viver apenas para si, nunca pensando no bem dos outros.logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho deDeus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim. (Gál. 2:20)Pense mais no que significa amar a si mesmo no sentido cristão. É fácil corromper esse tipo de amor, transformando-oem egocentrismo autodestrutivo? Qual é a única maneira de se proteger contra essa armadilha?Quarta Ano Bíblico: Hb 1–3O casamento cristãoOs seres humanos são seres sociais. Em casa e no trabalho, e em locais públicos e cívicos, as pessoas estão envolvidasem todos os tipos de relacionamentos. O comportamento cristão responsável deve ser evidente em todos esses níveis, ea Bíblia tem princípios relevantes para orientar esses relacionamentos.5. Qual é a definição bíblica de casamento? Gn 2:21-25; Ml 2:14; Ef 5:28Então, o SENHOR Deus fez cair pesado sono sobre o homem, e este adormeceu; tomou uma das suas costelas e fechou olugar com carne. E a costela que o SENHOR Deus tomara ao homem, transformou-a numa mulher e lha trouxe. E disse ohomem: Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada.Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Ora, um e outro, o homeme sua mulher, estavam nus e não se envergonhavam. (Gên. 2:21-25)E perguntais: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tufoste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança. (Mal. 2:14) ramos@advir.com
  4. 4. Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama.(Efés. 5:28)Hoje se diz que o casamento é difícil de definir, porque o significado do casamento é diferente para pessoas, épocas eculturas diferentes. A Bíblia, porém, não tem essa ideia flexível do casamento. Segundo a Bíblia, o casamento é umainstituição estabelecida por Deus, na qual dois adultos sexualmente diferentes assumem o pacto de compartilhar umrelacionamento pessoal, íntimo e duradouro. O casamento bíblico valoriza a igualdade entre homem e mulher. É umprofundo vínculo de unidade, em que os objetivos estão harmonizados e há um senso de permanência, fidelidade econfiança. Como ocorre no relacionamento com Deus, a relação entre marido e mulher deve ser guardada de modosagrado.Como sabemos muito bem, o casamento, mesmo na igreja, tornou-se algo que é, muitas vezes, tratado com leviandade.As pessoas entram em uma união que eles acreditam que Deus criou, e então, quando as coisas ficam difíceis, seapresentam diante de um juiz humano que, por meio de leis e regras feitas pelo homem, separam o que Deus uniu.Sabemos que algo está terrivelmente errado com esse quadro. No entanto, lutamos para saber o que fazer nessassituações.Juntamente com as questões da poligamia, concubinato, divórcio, novo casamento, e a prática da homossexualidade,que desafios da sexualidade humana você identifica na sociedade de hoje?6. Que conselhos fundamentados na Bíblia você pode dar sobre essas questões? (Divida a classe em duplas e peça queos alunos encontrem um texto bíblico sobre o assunto e depois partilhem com os demais.)Adultério, fornicação e pornografia se espalham na sociedade de hoje, e essas dificilmente são as piores coisas queocorrem no mundo. No entanto, Deus continua olhando compassiva e misericordiosamente para as falhas humanas.Porém, essas práticas podem e devem ser superadas por meio da graça de Cristo. Os esforços para redimir devem ter umobjetivo elevado, a fim de atingir os ideais de Deus, em lugar de buscar justificar e desculpar o pecado, utilizando umasérie de desculpas e restrições culturais.Quinta Ano Bíblico: Hb 4–6Conduta cristãAlém da família, o cristão tem outros relacionamentos sociais e profissionais, um claro reconhecimento da visão bíblicade que os cristãos estão no mundo, mas não são do mundo (Jo 17:14-18).Eu lhes tenho dado a tua palavra, e o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, como também eu não sou. Nãopeço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou. Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. (João17:14-18)7. Considere as seguintes três áreas da vida cotidiana e comente sobre as responsabilidades do cristão no que dizrespeito ao estilo de vida e comportamento:I) Relacionamento entre patrão e empregado (Tg 5:4-6; Ef 6:5-9). Além de considerar os empregados como iguais em Cristo,o empregador cristão deve ser guiado pelo princípio de que o trabalho adequado exige compensação adequada. Poroutro lado, os trabalhadores cristãos também devem resistir à tentação de ser preguiçosos no trabalho.Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram os vossos campos e que por vós foi retido com fraude está clamando; eos clamores dos ceifeiros penetraram até aos ouvidos do Senhor dos Exércitos. Tendes vivido regaladamente sobre aterra; tendes vivido nos prazeres; tendes engordado o vosso coração, em dia de matança; tendes condenado e matado ojusto, sem que ele vos faça resistência. (Tia. 5:4-6)Quanto a vós outros, servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade do vossocoração, como a Cristo, não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo, decoração, a vontade de Deus; servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens, certos de que cada um, sefizer alguma coisa boa, receberá isso outra vez do Senhor, quer seja servo, quer livre. E vós, senhores, de igual modoprocedei para com eles, deixando as ameaças, sabendo que o Senhor, tanto deles como vosso, está nos céus e que paracom ele não há acepção de pessoas. (Efés. 6:5-9)“Os pais não podem cometer pecado maior que permitir que seus filhos nada tenham para fazer. As crianças aprendemlogo a amar a ociosidade, e se tornam homens e mulheres inúteis e ineficientes. Quando tiverem idade suficiente paraganhar sua subsistência e achar ocupação, trabalharão de modo negligente e preguiçoso, e contudo esperarão serremunerados como se fossem fiéis” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 345).II) Deveres cívicos (Rm 13:1-7). Os cristãos colocam Deus em primeiro lugar em todas as coisas e avaliam todas as ações eresponsabilidades a partir dessa perspectiva. Por essa razão, o cristão se oporá, por exemplo, a toda discriminação, sobqualquer forma, mesmo que seja sancionada oficialmente. Ao mesmo tempo, “a lealdade a Deus em primeiro lugar nãoautoriza ninguém a se tornar independente e criar desarmonia social e caos. Os cristãos pagam impostos, participam dosdeveres cívicos, respeitam as leis de trânsito e de propriedade, e cooperam com as autoridades civis em restringir oucontrolar a criminalidade e violência” (Handbook of Seventh-day Adventist Theology [Tratado de Teologia Adventista doSétimo Dia]; Maryland, Review and Herald Publishing Association, 2000, p. 701). ramos@advir.com
  5. 5. Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e asautoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação deDeus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor, quando se fazo bem, e sim quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela, visto que aautoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz aespada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos, nãosomente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência. Por esse motivo, também pagaistributos, porque são ministros de Deus, atendendo, constantemente, a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido: aquem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra. (Rom. 13:1-7)III) Responsabilidade social (Is 61:1-3; Mt 25:31-46). Comente a seguinte declaração à luz dos textos citados acima: “Ocristão pode exercer sua vocação de buscar o reino de Deus se, motivado pelo amor ao próximo, prossegue em seutrabalho nas comunidades morais da família e da vida econômica, cívica e política. ... Somente pelo envolvimento notrabalho cívico em prol do bem comum, pela fidelidade na vocação social, é possível ser fiel ao exemplo de Cristo” (H.Richard Niebuhr, Christ and Culture [Cristo e a Cultura]; HarperCollins Publishers, 1996, p. 97).O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados,enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados; aapregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os que choram e a pôr sobreos que em Sião estão de luto uma coroa em vez de cinzas, óleo de alegria, em vez de pranto, veste de louvor, em vez deespírito angustiado; a fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo SENHOR para a sua glória. (Isa. 61:1-3)Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; etodas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos asovelhas; e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda; então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita:Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Porque tivefome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; estava nu, e mevestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me. Então, perguntarão os justos: Senhor, quando foi que tevimos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te demos de beber? E quando te vimos forasteiro e tehospedamos? Ou nu e te vestimos? E quando te vimos enfermo ou preso e te fomos visitar? O Rei, respondendo, lhesdirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. Então, oRei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para odiabo e seus anjos. Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; sendo forasteiro,não me hospedastes; estando nu, não me vestistes; achando-me enfermo e preso, não fostes ver-me. E eles lheperguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te assistimos?Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mimo deixastes de fazer. E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna. (Mat. 25:31-46)Em seu trabalho e interação social, as pessoas conseguem detectar seus valores cristãos? Seja honesto com você mesmo(não importa quanto isso seja doloroso!). Que aspectos de sua vida atraem pessoas à sua fé? O que sua resposta dizsobre sua maneira de viver?Sexta Ano Bíblico: Hb 7–9Estudo adicionalLeia da Associação Ministerial da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, Nisto Cremos, edição de 2010, capítulos22 e 23; e de Miroslav M. Kis, “Estilo de Vida e Comportamento do Cristão”, em Raoul Dederen (editor), Handbook ofSeventh-day Adventist Theology [Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia], p. 675-723.“O sistema de doação foi ordenado a fim de evitar o grande mal: a avareza. Cristo viu que, no desempenho dos negócios,o amor às riquezas seria a maior causa da eliminação da verdadeira piedade do coração. Ele viu que o amor ao dinheirose congelaria profunda e solidamente no coração humano, fazendo parar o fluxo de generosos impulsos e bloqueandoseus sentimentos às necessidades dos sofredores e aflitos” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 547).“Se alguém possui saúde e energia, esse é seu capital, e ele precisa fazer correto uso dele. Se despende horas emociosidade e desnecessárias visitas e conversas, é relapso nos negócios, o que a Palavra de Deus proíbe. Esses têm umtrabalho a fazer para prover suas famílias e pôr de parte meios, para fins caritativos, conforme Deus os prosperar (1Co16:2).No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, paraque se não façam coletas quando eu for. (1 Cor. 16:2)“Não fomos postos neste mundo meramente para cuidar de nós mesmos, mas somos chamados a ajudar na grande obrada salvação, imitando assim a vida de Cristo, abnegada, altruísta e útil” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 1, p.325).Perguntas para reflexão1. A questão do casamento e o divórcio é motivo de grande preocupação, como deveria ser, tendo em conta que odivórcio é tão excessivo em alguns países. Como podemos aplicar o claro ensino da Bíblia, ao abordar esse tema? Seaplicássemos os ensinamentos de Jesus de maneira mais rigorosa, as pessoas estariam menos propensas ao divórcio?Comente essa questão.2. Pense mais na questão do dízimo. Alguns argumentam que deveriam ser livres para dar o dízimo a quem quisessem,em vez de utilizar os canais do corpo da igreja organizada, da qual são membros. Qual é o grande perigo dessa atitude? ramos@advir.com
  6. 6. Respostas sugestivas: 1. Lembrando que as bênçãos vêm de Deus e devem ser usadas para Sua glória; sendo fiel aoSenhor; colocando o interesse dos outros acima dos meus; dedicando a vida para salvar pessoas. 2. Esperança deressurreição e transformação; libertação das lágrimas, morte, tristeza, dor e da maldição da lei; perdão e vida eterna, napresença de Deus; essas promessas devem nos levar a testemunhar do amor de Deus. 3. Assim como amamos ecuidamos de nós mesmos, devemos amar nosso próximo. 4. Se Jesus Se humilhou por amor aos outros, devemosigualmente ser humildes ao lidar com o próximo; Jesus Se tornou igual a nós; não devemos nos sentir superiores aossemelhantes; devemos dar a vida pelos outros; assim glorificamos a Deus. 5. A união entre o homem e a mulher, quandodeixam o pai e a mãe e se tornam uma só carne; aliança vitalícia de fidelidade matrimonial; uma união de amor em queo marido deve amar sua mulher como ao seu próprio corpo. 6. Dê três minutos a cada dupla para essa atividade, edepois conceda um minuto a cada uma delas, para mencionar os textos encontrados. 7. Sugestão: divida a classe emtrês grupos, dê a cada um deles duas tarefas: (1) examinar uma das três responsabilidades citadas e (2) sugerir coisasque podem ser feitas para cumprir essas responsabilidades. Resumo da lição 11 – A vida cristãTexto-chave: 1 João 3:16Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos. (1 João 3:16)O aluno deverá:Conhecer: As responsabilidades do cristão com relação ao tempo, talentos e outros recursos pessoais e materiais, e suasresponsabilidades para com a família e a comunidade.Sentir: A generosidade e benevolência que o exemplo de auto-sacrifício de Cristo inspira.Fazer: Dar aos outros tão generosamente quanto Deus lhe tem dado.Esboço do aprendizadoI. Conhecer: Interessados, simpáticos e compreensivosA. Que riqueza deu Deus aos cristãos, e como são devidas a Ele?B. Que princípios orientadores da mordomia norteiam a responsabilidade do cristão em relação aos dons das posses erelacionamentos?II. Sentir: A fonte de todo bemA. Que exemplos deu Cristo de auto-sacrifício e generosidade?B. Que resposta a benevolência de Cristo requer de Seus seguidores, e como essas emoções e resultantes ações podemnos guardar contra o egoísmo e a cobiça?III. Fazer: DarA. Como os cristãos podem devolver a Deus, à família, à comunidade e ao mundo em geral de forma a completar ocírculo de benevolência?B. Como o cultivo da beleza e da santidade do casamento reflete o relacionamento dos cristãos com Deus?C. Quais são as responsabilidades civis dos cristãos em sua vizinhança, sua nação e para com a comunidade global?Resumo: Deus conferiu dons aos Seus filhos e demonstrou pela vida de Cristo o altruísmo que caracteriza Sua natureza.Seus filhos são chamados a refletir Sua benevolência no uso de Seus dons de recursos pessoais, materiais, familiares eda sociedade.Ciclo do aprendizadoMOTIVAÇÃOConceito-chave para o crescimento espiritual: O cristianismo prático inclui viver e administrar nossa vida cotidiana deforma que reflita nosso amor a Deus e pelos que nos rodeiam.Só para o professor: Na primeira seção, nosso objetivo é ajudar os membros da classe a refletir sobre o que é alcançadopela vida cristã prática.Discussão de abertura: O que a expressão cristianismo prático transmite a você? A lição desta semana destaca temasque ligados às relações patrão/empregado, aos deveres cívicos, ao casamento cristão, à auto-estima, ao dízimo e amordomia, e os relaciona à prática do cristianismo. Refletindo sobre os vários temas em conjunto, a lição levanta aquestão: Como podemos praticar a experiência cristã e espiritual em nossa vida cotidiana e em nossos relacionamentos?Pergunta para consideração: Como você definiria um estilo de vida cristão e o que o torna cristão?CompreensãoSó para o professor: É essencial aprofundar o relacionamento entre Deus e os nossos bens e as implicações que essarelação representa para nossa fé e doações dentro do contexto da experiência diária.Comentário BíblicoI. Não se esqueça! (Leia com membros de sua classe Deuteronômio 8:11-20.)O erudito J.A. Thompson afirma: "Deuteronômio é um dos maiores livros do Antigo Testamento. Sua influência sobre areligião doméstica e pessoal de todas as eras não foi superada por qualquer outro livro da Bíblia. Ele é citado mais deoitenta vezes no Novo Testamento e, portanto, pertence a um pequeno grupo de quatro livros do Antigo Testamento aque os primeiros cristãos faziam referência frequente" (Deuteronomy: An Introduction and Commentary [Deuteronômio: ramos@advir.com
  7. 7. Introdução e Comentário; Londres: Inter-Varsity Press, 1974], p. 11). Em Deuteronômio, os discursos de Moisés reportama história da origem de Israel, seguida da atenção à lei cerimonial com as questões de culto, alimentos puros e impuros eos dízimos. Além disso, as ordenanças civis, bem como as diversas legislações sobre o casamento, sobre pais e filhosdesobedientes, são abordados.É também em Deuteronômio 8 que Moisés lembra aos filhos de Israel a últimas misericórdias de Deus para com eles. Elelhes diz: "Pois o Senhor, o seu Deus, os está levando a uma boa terra... terra de trigo e cevada, videiras e figueiras, deromãzeiras, azeite de oliva e mel..., terra onde não faltará pão e onde não terão falta de nada. [...] Depois que tiveremcomido até ficarem satisfeitos, louvem o Senhor, o seu Deus, pela boa terra que lhes deu" (v. 7-10, NVI).Observe cuidadosamente a admoestação forte que se segue: "Tenham o cuidado de não se esquecer do Senhor, o seuDeus, deixando de obedecer aos Seus mandamentos, às Suas ordenanças e aos Seus decretos que hoje lhes ordeno. Nãoaconteça que, depois de terem comido até ficarem satisfeitos, de terem construído boas casas e nelas morado, deaumentarem os seus rebanhos, a sua prata e o seu ouro, e todos os seus bens, o seu coração fique orgulhoso e vocês seesqueçam do Senhor, o seu Deus, que os tirou do Egito, da terra da escravidão. [...] Não digam, pois, em seu coração: ‘Aminha capacidade e a força das minhas mãos ajuntaram para mim toda esta riqueza’. Mas lembrem-se do Senhor, o seuDeus, pois é Ele que lhes dá a capacidade de produzir riqueza, confirmando a aliança que jurou aos seus antepassados,conforme hoje se vê" (v. 11-18, NVI).O valor dessas palavras não é apenas por ser um lembrete aos filhos de Israel sobre sua dívida para com Deus por tudo,mas a importância de longo alcance das palavras é significativa também para nosso tempo histórico e nossa experiênciade vida.Jesus repetiu as palavras de Moisés sobre as posses. Na verdade, Ele falou sobre a riqueza, dinheiro e posses mais doque sobre qualquer outro assunto. Ele fez isso em relação à vida cotidiana, abordando o dinheiro gasto no mercado epela família.Por quê? Parece que a advertência de Moisés havia sido esquecida. Esse mesmo perigo está presente quando, hoje, nosesquecemos de Deus como provedor, e atribuímos ao dinheiro um poder divino que faz pensar que estamos no controlee somos autônomos.Pense nisto: O dinheiro existe no reino das coisas que podem ser adoradas. Mas, de acordo com Moisés, por que Deusdeu a Seu povo o poder de adquirir riquezas? Qual é a relação entre deixar de honrar os mandamentos e o culto aodinheiro? Como a obediência à lei pode ser uma salvaguarda contra a adoração de Mamom?II. Fé e confiançaHoje, em muitos países, são abundantes os mitos culturais no que diz respeito à riqueza e às posses. Esses mitos dizemque as coisas trazem felicidade, e que ter um pouco mais de dinheiro é a resposta. No entanto, a verdade bíblica afirmaque a qualidade da vida não está refletida na abundância de bens, e que aquele que ama o dinheiro nunca terá osuficiente.Essa verdade nos leva ao cerne da vida cristã prática em relação à fé e à confiança. Em que as pessoas normalmentetêm fé ao tomar decisões sobre como vão ganhar, dar e gastar seu dinheiro? A resposta a essa questão cultural está naprópria capacidade, no trabalho, no seguro da casa, nos investimentos, pensões, filhos, educação e bens.Em quem a Bíblia diz que devemos colocar nossa confiança? A resposta está em DEUS.Portanto, um estilo de vida cristão terá valores diferentes do consumismo. Terá sua base na fé e também em dargenerosamente.Pense nisto: Que princípios bíblicos devem moldar nossas atitudes e práticas quanto ao uso do dinheiro? Qual diz a Bíbliaser a verdadeira fonte da felicidade? Por que a fonte da verdadeira alegria não pode ser encontrada nas coisas materiais?III. Dízimos e ofertasA devolução do dízimo e a doação de ofertas é um poderoso antídoto contra o perigo do esquecimento de Deus esubmissão à força da cultura e seus mitos sobre os bens e o dinheiro. Ao dizimar fiel e regularmente, estamosparticipando do ato de adoração que coloca Deus em Seu devido lugar, que é o primeiro lugar em nossa vida e em todasas nossas relações diárias.O livreto Fé e Finanças: Planejamento Financeiro Como Fator de Fé, do Departamento de Mordomia da Divisão Norte-Americana, afirma: "À medida que dizimamos, colocamos Deus em primeiro lugar. Reconhecemos que Ele é o dono detudo o que temos em nossas mãos. Admitimos que somos administradores-gerentes (p. 36).Esse livreto muito útil também apresenta "passos simples para dizimar com alegria". São os seguintes, de formaresumida e adaptada (p. 36, 37):Passo 1: Aceitamos nosso relacionamento com Deus. Devemos primeiramente reconhecer que a verdadeira adoração sópode vir de um coração em sintonia com Deus. Assim, o primeiro passo é aceitar nosso relacionamento com Deus.Passo 2: Aceitamos Deus como criador.Como criador, Ele provê todas as nossas necessidades. Reconhecemos essa verdade no ato de adoração a Ele,colocando-O em primeiro lugar na devolução de nosso dízimo. Ao buscar Seu reino e Sua justiça em primeiro lugar,fazemos a escolha de viver uma nova vida. Dessa forma, o dízimo é uma ferramenta que nos ajuda a mudar nossasprioridades. ramos@advir.com
  8. 8. Passo 3: Renunciamos à nossa propriedade e aceitamos a Sua.Adoramos a Deus com nosso dízimo para nos lembrar de que tudo pertence a Ele e de que precisamos de Sua ajuda paraadministrar os 100 por cento para Sua honra e glória. Dessa forma, aceitamos nossa responsabilidade de supervisionarcuidadosamente todos os dons que Ele colocou ao nosso cuidado.Passo 4: Reconhecemos o cuidado, a orientação e o amor de Deus.O dízimo que devolvemos a Deus nos lembra de que Ele cuida de nós, que Ele está intimamente envolvido em todos osdetalhes de nossa vida e que, antes de dar o dízimo, Ele já supre todas as nossas necessidades diárias.Passo 5: Aceitamos que devemos ser santos para Deus.Por ser Ele o proprietário, e por pertencermos a Ele, Ele nos faz santos e nos separa totalmente para Seu uso especial. Nodízimo, podemos reconhecer que somos completamente Seus, e cada parte de nossa vida pertence a Ele. Assim, nossodízimo se torna uma confissão de que nós, também, somos "separados" por Deus.Passo 6: Reconsagramos a vida a Deus.Quando aceitamos que o dízimo é santo, e que pertence a Deus, reconhecemos a bênção que temos em lidar com o queé santo. Para fazer isso bem, temos de levar nosso dízimo a Ele no contexto de nossa experiência diária com Deus. Odízimo torna-se então uma oportunidade para reconsagração completa da vida a Deus.Pense nisto: De que forma o dízimo nos fornece uma ferramenta para adorar a Deus? De que forma isso nos ajuda a pôrDeus em primeiro lugar em nossa vida em todos os sentidos? Como o dízimo deve ser um reconhecimento tangível denosso incrível relacionamento com Ele?AplicaçãoSó para o professor: Divida os membros de sua classe em pequenos grupos (de três a cinco cada, se possível) e peça quecomentem as seguintes questões. Em seguida, reúna todos e convide-os a partilhar suas respostas.Atividade: Como criador de todas as coisas, Deus nunca transferiu a propriedade de Sua criação para as pessoas. Quandoreconhecemos essa verdade, cada decisão de gasto também se torna uma decisão espiritual. A questão pertinente, emseguida, não será "Senhor, o que queres que eu faça com o meu dinheiro?", Mas sim: "Senhor, o que queres que eu façacom o Teu dinheiro?"Como podemos nos lembrar constantemente e nos tornar conscientes da propriedade de Deus?Como podemos ir além do reconhecimento intelectual da propriedade de Deus e comunicar essa informação ao nossocoração e ações cotidianas?Além de devolver os dízimos e dar ofertas, onde mais e em que mais, em termos dos dons de Deus para mim, posso sercapaz de dar?CriatividadeSó para o professor: Forneça papel ou cartões e caneta ou lápis, se houver. Como alternativa, este exercício pode serrealizado sem o material, simplesmente discutindo a resposta à pergunta. Divida sua classe em pequenos grupos (de trêsa cinco cada, se possível). Peça que trabalhem em conjunto sobre esta atividade e, quando terminarem, convide cadapequeno grupo a compartilhar suas respostas com a classe em geral.Atividade: Dentro de seu pequeno grupo, criem e escrevam o epitáfio de um mordomo fiel. Qual poderia ser?Pensamento de conclusão: Muitas vezes, os epitáfios são culpados de elogiar demais ou dizer muito pouco. Parte doproblema com os epitáfios é sua brevidade: eles são necessariamente breves. Afinal, uma lápide tem espaço limitadosobre o qual inscrever muito mais do que nome e data de nascimento e de óbito do falecido. O outro problema é atendência de sentimentalizar as qualidades do morto para, talvez, dourar o pior pecador com qualidades santas que elenunca possuiu, no esforço de apagar lembranças dolorosas ou decepções que ele provocou, enquanto viveu.Seja qual for o caso, nem sempre um epitáfio fornece a descrição mais exata do caráter do falecido. À luz dessespensamentos, considere o epitáfio que você escreveu. Como você pode fazer para não cair nem no exagero nem noeufemismo? Ou, dizendo de outra forma, como os princípios que você aprendeu nesta semana podem ajudar essaverdade a ser vivida agora e não ser mera inscrição em granito polido quando você estiver sete palmos abaixo da terra? ramos@advir.com

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