Lições Adultos Cristo e Sua lei
Lição 6 - A morte de Cristo e a lei 3 a 10 de maio
Sábado - "Assim, meus irmãos, também vó...
Servos da justiça
Pois quê? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum! 16 Não
sabe...
por intermédio da lei", declara Paulo. Rom. 7:7. A intuição do pecado, acentuada pela lei, impele o
pecador para o Salvado...
4. De que forma os textos acima (Romanos 4:15, 5:13 e 7:7) lançam luz sobre 1 Coríntios 15:54-58?
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O Objetivo deste material e colocar os textos bíblicos diretos em negrito e sublinhado, somados aos escritos de Ellen White que trazem mais luz sobre o assunto, para facilitar o entendimento, e capacitar a responder as questões da lição.

“Sempre darei a fonte, para que o conteúdo não seja anônimo, e todos tenham a oportunidade de achar, pesquisar e questionar”.

Que... “Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe; e faça resplandecer o seu rosto sobre nós. Para que se conheça na terra o teu caminho, e em todas as nações a tua salvação”. Sal. 67:1-2.

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  1. 1. Lições Adultos Cristo e Sua lei Lição 6 - A morte de Cristo e a lei 3 a 10 de maio Sábado - "Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, Aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus." Rm 7:4. O arrependido crente, que dá os passos exigidos na conversão, comemora em seu batismo a morte, sepultamento e ressurreição de Cristo. Imerge na água à semelhança da morte e sepultamento de Cristo, e ergue-se da água à semelhança de Sua ressurreição - não para recomeçar a velha vida de pecado, mas para viver uma nova vida em Cristo Jesus. SDA Bible Commentary, vol. 5, pág. 1.113. Cristo tornou o batismo a entrada para Seu reino espiritual. ... Os que recebem a ordenança do batismo, fazem por ela declaração pública de haver renunciado ao mundo, e se tornado membros da família real. ... Os que assim fazem, devem tornar secundárias todas as considerações mundanas a suas novas relações. Declaram publicamente que não mais viverão em orgulho e condescendência com o próprio eu. ... Acham-se ligados por solene concerto a viver para o Salvador. Cumpre-lhes usar para Ele todos os talentos que lhes foram confiados. Manuscrito 27, 1900. Domingo - Mortos para a lei (Rm 7:1-6) Ano Bíblico: 1Cr 10–12 1. Examine atentamente Romanos 7:1-6 e resuma o que Paulo diz. Tenha em mente outras passagens bíblicas sobre a lei. “Porventura, ignorais, irmãos (pois falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem toda a sua vida? Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal. De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei e não será adúltera se contrair novas núpcias. Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus. Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei operavam em nossos membros, a fim de frutificarem para a morte. Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra.” (Romanos 7:1-6 RA) Mortos para o pecado, vivos em Cristo. Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça seja mais abundante? 2 De modo nenhum! Nós que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele? 3 Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? 4 De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. 5 Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição; 6 sabendo isto: que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado. 7 Porque aquele que está morto está justificado do pecado. 8 Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos; 9 sabendo que, havendo Cristo ressuscitado dos mortos, já não morre; a morte não mais terá domínio sobre ele. 10 Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. 11 Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus, nosso Senhor. 12 Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências; 13 nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. 14 Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça. ramos@advir.comramos@advir.com
  2. 2. Servos da justiça Pois quê? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum! 16 Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça? 17 Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues. 18 E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça. 19 Falo como homem, pela fraqueza da vossa carne; pois que, assim como apresentastes os vossos membros para servirem à imundícia e à maldade para a maldade, assim apresentai agora os vossos membros para servirem à justiça para a santificação. 20 Porque, quando éreis servos do pecado, estáveis livres da justiça. 21 E que fruto tínheis, então, das coisas de que agora vos envergonhais? Porque o fim delas é a morte. 22 Mas, agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna. 23 Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor. Rm 6:1-23. RC Hoje, fizeste o Senhor declarar que te será por Deus, e que andarás nos Seus caminhos, e guardarás os Seus estatutos, e os Seus mandamentos, e os Seus juízos, e darás ouvidos à Sua voz. E o Senhor, hoje, te fez dizer que Lhe serás por povo Seu próprio, como te disse, e que guardarás todos os Seus mandamentos. Deut. 26:17 e 18. … Por nosso voto batismal proclamamos e solenemente confessamos o Senhor Jeová como nosso Governante. Virtualmente fazemos um solene juramento, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, de que daí em diante nossa vida será imersa na vida dessas três grandes Personalidades, de modo que a vida que devemos viver na carne seja vivida em fiel obediência à sagrada lei de Deus. Declaramo-nos a nós mesmos mortos, e nossa vida escondida com Cristo em Deus, assim que a partir daí andemos com Ele em novidade de vida, como homens e mulheres que têm experimentado o novo nascimento. Reconhecemos o concerto de Deus conosco, e empenhamo-nos em buscar as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à mão direita de Deus. Por nossa profissão de fé reconhecemos o Senhor como nosso Deus, e entregamo-nos à obediência aos Seus mandamentos. Manuscrito 67, 1907. “Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus”. Rm 7:22. RC Segunda - A lei do pecado e da morte (Rm 8:1-8) Ano Bíblico: 1Cr 13–16 “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte. ...” (Romanos 8:1-8 RA) 2. De que forma a discussão de Paulo em Romanos 7:7-13 ilustra o papel da lei? “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás. Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, despertou em mim toda sorte de concupiscência; porque, sem lei, está morto o pecado. Outrora, sem a lei, eu vivia; mas, sobrevindo o preceito, reviveu o pecado, e eu morri. E o mandamento que me fora para vida, verifiquei que este mesmo se me tornou para morte. Porque o pecado, prevalecendo-se do mandamento, pelo mesmo mandamento, me enganou e me matou. Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom. Acaso o bom se me tornou em morte? De modo nenhum! Pelo contrário, o pecado, para revelar-se como pecado, por meio de uma coisa boa, causou-me a morte, a fim de que, pelo mandamento, se mostrasse sobremaneira maligno.” (Romanos 7:7-13 RA) Que é Pecado? A pessoa precisa primeiro convencer-se do pecado antes que o pecador sinta o desejo de ir a Cristo. "O pecado é a transgressão da lei." I João 3:4. "Eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei." Rom. 7:7. Quando o mandamento impressionou a consciência de Saulo, reviveu o pecado, e ele morreu. Considerou-se condenado pela lei de Deus. O pecador só pode convencer-se de sua culpa quando compreende o que constitui pecado. É impossível que um indivíduo experimente a santificação bíblica enquanto mantém a ideia de que, se crê em Cristo, é indiferente se obedece à lei de Deus, ou se desobedece a ela. Fé e Obras, 31. A lei e o evangelho estão em perfeita harmonia. Um sustenta o outro. Em toda a sua majestade a lei confronta a consciência, levando o pecador a sentir sua necessidade de Cristo como propiciação do pecado. O evangelho reconhece o poder e imutabilidade da lei. "Eu não teria conhecido o pecado, senão ramos@advir.comramos@advir.com
  3. 3. por intermédio da lei", declara Paulo. Rom. 7:7. A intuição do pecado, acentuada pela lei, impele o pecador para o Salvador. Em sua necessidade pode o homem apresentar o poderoso argumento fornecido pela cruz do Calvário. Pode ele reclamar a justiça de Cristo, pois é comunicada a todo pecador arrependido. Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 241. Muitos há que clamam: "Crede, tão-somente crede!" Perguntai-lhes o que é que deveis crer. Devereis crer nas mentiras forjadas por Satanás contra a lei de Deus, santa, justa e boa? Deus não usa Sua grande e preciosa graça para anular a Sua lei, mas sim para estabelecê-la. Qual foi a decisão de Paulo? Diz ele: "Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum: Mas eu não conheci o pecado, senão pela lei. ... E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e [teve então fim o mandamento? - Não] eu [Paulo] morri. ... E assim a lei [obstruindo-me diretamente o caminho da liberdade e paz? - Não] é santa, e o mandamento santo, justo e bom." Rom. 7:7-12. Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 347. Terça - O poder da lei Ano Bíblico: 1Cr 17–20 3. De acordo com Romanos 4:15, 5:13 e 7:7, qual é a função da lei? O que Romanos 7:8-11 diz sobre o efeito da lei sobre a pessoa que a transgride? “porque a lei suscita a ira; mas onde não há lei, também não há transgressão.” (Romanos 4:15 RA) “Porque até ao regime da lei havia pecado no mundo, mas o pecado não é levado em conta quando não há lei.” (Romanos 5:13 RA) “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás.” (Romanos 7:7 RA) “Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, despertou em mim toda sorte de concupiscência; porque, sem lei, está morto o pecado. Outrora, sem a lei, eu vivia; mas, sobrevindo o preceito, reviveu o pecado, e eu morri. E o mandamento que me fora para vida, verifiquei que este mesmo se me tornou para morte. Porque o pecado, prevalecendo-se do mandamento, pelo mesmo mandamento, me enganou e me matou.” (Romanos 7:8-11 RA) O testemunho de Paulo, sobre a lei, é: "Que diremos, pois? É a lei pecado [o pecado está no homem, não na lei]? De modo nenhum! Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás. Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, despertou em mim toda a concupiscência: porquanto, sem a lei, estava morto o pecado. E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri; e o mandamento que era para vida, achei eu que me era para morte. Porque o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, me enganou e, por ele, me matou. Rom. 7:7-11. O pecado não matou a lei, mas esta matou em Paulo a mente carnal. "Agora estamos livres da lei", declara ele, "pois morremos para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra." Rom. 7:6. "Logo, tornou-se-me o bom em morte? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte pelo bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno." Rom. 7:13. "E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom." Rom. 7:12. Paulo chama a atenção de seus ouvintes para a lei quebrantada, e mostra- lhes em que são culpados. Instrui-os como um mestre-escola instrui seus alunos, e mostra-lhes o caminho de volta para a fidelidade a Deus. Não há segurança nem repouso nem justificação na transgressão da lei. Não pode o homem esperar colocar-se inocente diante de Deus e em paz com Ele, mediante os méritos de Cristo, se ao mesmo tempo continua em pecado. Tem de deixar de transgredir, e tornar-se leal e verdadeiro. Ao olhar o pecador para o grande espelho moral, vê seus defeitos de caráter. Vê-se a si mesmo tal qual é, maculado, corrupto e condenado. Sabe, porém, ele que a lei não pode, de modo algum, remover a culpa ou perdoar ao transgressor. Tem de ir mais longe que isso. A lei é apenas o aio para levá-lo a Cristo. Tem de ele olhar para seu Salvador, o portador dos pecados. E ao ser-lhe revelado Cristo na cruz do Calvário, morrendo sob o peso dos pecados de todo o mundo, o Espírito Santo lhe mostra a atitude de Deus para com todos os que se arrependem de suas transgressões. "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna." João 3:16. Mensagens Escolhidas, v. 1, pp. 212-214. ramos@advir.comramos@advir.com
  4. 4. 4. De que forma os textos acima (Romanos 4:15, 5:13 e 7:7) lançam luz sobre 1 Coríntios 15:54-58? “E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão.” (1 Coríntios 15:54-58 RA) Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor. Rom. 6:23. “O que escolhe uma conduta de desobediência à lei de Deus está decidindo seu futuro destino; está semeando para a carne, ganhando o salário do pecado - a destruição eterna, o contrário da vida eterna. Submissão a Deus e obediência a Sua santa lei produzem o seguro resultado. 'A vida eterna é esta: que conheçam a Ti só por único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste.'” João 17:3. Fundamentos da Educação Cristã, pág. 376. A cruz do Calvário, ao mesmo tempo em que declara ser imutável a lei, proclama ao Universo que o salário do pecado é a morte. O Grande Conflito, págs. 503 e 504. Quarta - A lei impotente Ano Bíblico: 1Cr 21–24 5. Leia Atos 13:38, 39; Romanos 8:3; Gálatas 3:21. O que esses textos nos dizem sobre a lei e a salvação? “Tomai, pois, irmãos, conhecimento de que se vos anuncia remissão de pecados por intermédio deste; e, por meio dele, todo o que crê é justificado de todas as coisas das quais vós não pudestes ser justificados pela lei de Moisés.” (Atos 13:38-39 RA) “Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado,” (Romanos 8:3 RA) “É, porventura, a lei contrária às promessas de Deus? De modo nenhum! Porque, se fosse promulgada uma lei que pudesse dar vida, a justiça, na verdade, seria procedente de lei.” (Gálatas 3:21 RA) A lei revela ao homem os seus pecados, mas não provê remédio. Ao mesmo tempo que promete vida ao obediente, declara que a morte é o quinhão do transgressor. Unicamente o evangelho de Cristo o pode livrar da condenação ou contaminação do pecado. Deve ele exercer o arrependimento em relação a Deus, cuja lei transgrediu, e fé em Cristo, seu sacrifício expiatório. Obtém assim "remissão dos pecados passados", e se torna participante da natureza divina. É filho de Deus, tendo recebido o espírito de adoção, pelo qual clama: "Aba, Pai!" Estaria agora na liberdade de transgredir a lei de Deus? Diz Paulo: "Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei." Rom. 3:31 "Nós que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?" Rom. 6:2. E João declara: "Este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos." I João 5:3. No novo nascimento o coração é posto em harmonia com Deus, ao colocar-se em conformidade com a Sua lei. Quando esta poderosa transformação se efetua no pecador, passou ele da morte para a vida, do pecado para a santidade, da transgressão e rebelião para a obediência e lealdade. Terminou a velha vida de afastamento de Deus, começando a nova vida de reconciliação, de fé e amor. Então, "a justiça da lei" se cumpre "em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito". Rom. 8:4. E a linguagem da alma será: "Oh! Quanto amo a Tua lei! É a minha meditação em todo o dia." Sal. 119:97. "A lei do Senhor é perfeita e refrigera a alma." Sal. 19:7. Sem a lei os homens não têm uma concepção justa da pureza e santidade de Deus, ou da culpa e impureza deles mesmos. Não têm verdadeira convicção do pecado, e não sentem necessidade de arrependimento. Não vendo a sua condição perdida, como transgressores da lei de Deus, não se compenetram da necessidade do sangue expiatório de Cristo. A esperança de salvação é aceita sem a mudança radical do coração ou reforma da vida. São assim abundantes as conversões superficiais, e unem-se às igrejas multidões que nunca se ramos@advir.comramos@advir.com
  5. 5. uniram a Cristo. ... Pela Palavra e Espírito de Deus se revelam aos homens os grandes princípios de justiça incorporados em Sua lei. O Grande Conflito, págs. 467-469. Quinta - A maldição da lei (Gl 3:10-14) Ano Bíblico: 1Cr 25–27 “Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição. ...” (Gálatas 3:10-14 RA) 6. O que os textos a seguir dizem sobre a natureza humana? Como podemos ver a realidade dessa verdade a cada dia? Sl 51:5; Is 64:6; Rm 3:23 “Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe.” (Salmos 51:5 RA) “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades, como um vento, nos arrebatam.” (Is 64:6 RA) “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus,” (Romanos 3:23 RA) A lei requer justiça - vida justa, caráter perfeito; e isso não tem o homem para dar. Não pode satisfazer as reivindicações da santa lei divina. Mas Cristo, vindo à Terra como homem, viveu vida santa, e desenvolveu caráter perfeito. Estes oferece Ele como dom gratuito a todos quantos o queiram receber. Sua vida substitui a dos homens. Assim obtêm remissão de pecados passados, mediante a paciência de Deus. Mais que isso, Cristo lhes comunica os atributos divinos. Forma o caráter humano segundo a semelhança do caráter de Deus, uma esplêndida estrutura de força e beleza espirituais. Assim, a própria justiça da lei se cumpre no crente em Cristo. Deus pode ser "justo e justificador daquele que tem fé em Jesus". Rom. 3:26. O Desejado de Todas as Nações, p. 762. 7. Como o texto de Romanos 6:23 ajuda a definir o que significa a "maldição da lei"? Leia também Gn 2:17; Ez 18:4. “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Romanos 6:23 RA) “mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” (Gênesis 2:17 RA) “Eis que todas as almas são minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha; a alma que pecar, essa morrerá.” (Ezequiel 18:4 RA) Pela transgressão da lei divina, Adão e Eva foram banidos do Éden. Cristo, nosso substituto, devia sofrer fora dos limites de Jerusalém. Ele morreu fora da porta, onde eram executados malfeitores e homicidas. Plenas de sentido são as palavras: "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-Se maldição por nós." Gál. 3:13. O Desejado de Todas as Nações, pág. 741. Transgredimos a lei de Deus, e pelas obras da lei nenhuma carne será justificada. Os melhores esforços que o homem, em suas próprias forças, pode fazer, não têm valor para satisfazer a santa e justa lei que ele transgrediu; mas pela fé em Cristo pode ele alegar a justiça do Filho de Deus como suficiente. Cristo, em Sua natureza humana satisfez as exigências da lei. Suportou a maldição da lei pelo pecador, por Ele fez expiação, para que todo aquele que nEle cresse não perecesse mas tivesse vida eterna. A fé genuína apropria-se da justiça de Cristo, e o pecador é feito vencedor com Cristo; pois ele se faz participante da natureza divina, e assim se combinam divindade e humanidade. Quem procura alcançar O Céu por suas próprias obras, guardando a lei, tenta uma impossibilidade. Não pode o homem salvar-se sem a obediência, mas suas obras não devem provir de si mesmo; Cristo deve operar nele o querer e o efetuar, segundo Sua boa vontade. Se o homem pudesse salvar-se por suas obras, teria ele algo em si mesmo, pelo qual se alegrar. O esforço que o homem faz em suas próprias forças para obter a salvação, é representado pela oferta de Caim. Tudo que o homem pode fazer sem Cristo é poluído pelo egoísmo e pecado; mas aquilo que é operado pela fé é aceitável a Deus. Quando procuramos alcançar o Céu pelos méritos de Cristo, a alma faz progresso. Olhando para Jesus, autor e consumador de nossa fé, podemos prosseguir de força em força, de vitória em vitória; pois por meio de Cristo a graça de Deus operou nossa salvação completa. Review and Herald, 1º de julho de 1890. ramos@advir.comramos@advir.com

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