Arch. Zootec. 61 (233): 31-41. 2012.Recibido: 29-4-10. Aceptado: 13-4-11.NÍVEIS DE SUPLEMENTO PARA NOVILHOS NELORE TERMINA...
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Níveis de Suplemento para novilhos nelore terminados a pasto na seca

  1. 1. Arch. Zootec. 61 (233): 31-41. 2012.Recibido: 29-4-10. Aceptado: 13-4-11.NÍVEIS DE SUPLEMENTO PARA NOVILHOS NELORE TERMINA-DOS A PASTO NA SECA: CONSUMO E DIGESTIBILIDADELEVELS OF SUPPLEMENT FOR NELLORE STEERS FINISHED AT PASTURE IN DRYSEASON:INTAKEANDAPPARENTDIGESTIBILITYBaroni, C.E.S.1A, Lana, R.P.1B, Freitas, J.A.2, Mancio, A.B.1C, Sverzut, C.B.3, Queiroz, A.C.1eLeão, M.I.1D1Departamento de Zootecnia. UFV. Viçosa-MG. Brasil Acarlosesbaroni@yahoo.com.br; Brlana@ufv.br;amancio@ufv.br; mileao@ufv.br2UFPR. Campus de Palotina. PR. Brasil.3Faculdade de Engenharia Agrícola. UNICAMP. Brasil. claudio@ct.unicamp.brPALAVRAS CHAVE ADICIONAISAvaliação de alimentos. Bovinos. Digestibilidade.Forragem de baixa qualidade. Panicum maximum.ADDITIONAL KEYWORDSBovines. Digestibility. Feed evaluation. Low qualityforage. Panicum maximum.RESUMOA suplementação alimentar proporcionasuprimento de nutrientes limitantes e aumento daeficiência de utilização das pastagens. O consu-mo de suprimentos pode ser controlado pelo usode uréia e sais minerais, impedindo a dominânciade uns animais sobre os outros. Objetivou-se comeste trabalho avaliar o consumo e a digestibilidadeaparente dos nutrientes em novilhos Nelore emterminação, alimentados com diferentes níveis desuplemento à base de fubá de milho, durante operíodo da seca. O experimento foi implantado empastagem de Panicum maximum Tanzânia, emquatro piquetes de 1,0 hectare. Foram utilizadosquatro novilhos Nelore com 30 meses e pesomédio inicial de 440 kg. Os animais foramdistribuídos em quadrado latino 4x4 (quatro níveisde suplementação e quatro períodos). Foram uti-lizados níveis crescentes de suplemento: 1,0; 2,0;e 4,0 kg/animal/dia, além do tratamento controle-mistura mineral. Os suplementos, à exceção docontrole, apresentaram níveis decrescentes deproteína bruta (42,6 a 25% da matéria seca) eproporções de mistura mineral:uréia:fubá de milhode10:10:80,5:5:90e2,5:2,5:95paraostratamentoscom 1,0; 2,0 e 4,0 kg/animal/dia, respectivamente.A uréia foi usada como controladora de consumode suplemento. Os períodos experimentaisconstituíram-se de 16 dias cada um, num total de64 dias. O consumo e a digestibilidade foramdeterminados por meio do indicador externo óxidocrômico e indicador interno FDAi. Houve efeitolinear crescente para o consumo de matéria secaem kg/animal/dia e em porcentagem do PV, consu-mo de proteína bruta, consumo de extrato etéreo,consumo de fibra em detergente neutro, consumode carboidratos não fibrosos e consumo denutrientes digestíveis totais. Não houve efeitosobre o consumo de pastagem. Houve efeito linearcrescente para os coeficientes de digestibilidadeaparente da matéria seca e fibra em detergenteneutro. Não houve efeito para os coeficientes dedigestibilidade da proteína bruta, extrato etéreo ecarboidratos não fibrosos.SUMMARYThe supplementation allows the supply oflimiting nutrients and increase in efficiency ofpasture utilization. The intake of supplement canbe controlled by use of urea and mineral salt,avoiding dominancy of some animals over theothers. The objective of this study was to evaluatethe intake and apparent digestibility of nutrients infinishing phase Nellore steers fed different levelsof supplements based on corn meal, during the dryseason. The experiment was implanted on pasture
  2. 2. Archivos de zootecnia vol. 61, núm. 233, p. 32.BARONI, LANA, FREITAS, MANCIO, SVERZUT, QUEIROZ E LEÃOof Panicum maximum Tanzânia, in four paddocksof 1.0 hectare. Four 30 months old and initialweight of 440 kg Nellore steers were used. Theanimals were distributed in 4x4 Latin square (fourlevels of supplementation and four periods). Levelsof supplements use were: 1.0, 2.0, and 4.0 kg/animal/day, in addition to a control group receivingmineral mixture. The supplements, except thecontrol, presented decreasing levels of crudeprotein (52.0 to 42.6% of dry matter) andproportions of mineral mixture:urea:corn meal of10:10:80, 5:5:90 and 2.5:2.5:95, respectively. Ureawas used as supplement intake controller. Theexperimental periods lasted 16 days each one, ina total of 64 days. The intake and the digestibilitywere measured with the use of the externalindicator chromium oxide and internal indicatoriADF. There was increasing linear effect for drymatter intake in kg/animal/day and percentage ofBW, and intakes of crude protein, ethereal extract,neutral detergent fiber, non fibrous carbohydratesand total digestible nutrients, and there was noeffect on the forage intake. There was increasinglinear effect for the digestibility coefficient of drymatter and neutral detergent fiber. There was noeffect for the digestibility coefficient of crudeprotein, ethereal extract and non fibrous car-bohydrates.INTRODUÇÃOA maior competitividade da bovinocul-tura de corte depende do aumento daprodutividade, principalmente em regiõesonde o custo da terra é elevado (Sampaio etal., 2001). Contudo, as condições climáticasnos trópicos promovem ampla variaçãoanual da quantidade e qualidade daforrageira das pastagens, que é a principalcausa das idades avançadas de abate e daselevadas idades da primeira cobertura debovinos de corte (Coutinho Filho et al.,2005).A suplementação alimentar é uma opçãopara suprimento de nutrientes limitantes eaumento da eficiência de utilização daspastagens (Poppi e McLennan, 1995). Destaforma, a suplementação da pastagem é umaestratégiaparaelevarodesempenhoe,assim,reduzir a idade ao abate e aumentar a taxa dedesfrute e o giro de capital. O consumo e adigestibilidade são dois dos principais com-ponentes que determinam a qualidade deum alimento. A extensão da digestãomicrobiana dos carboidratos no rúmen serelacionacomadigestibilidadedovolumosoe, juntamente com a taxa de digestão dessesmesmoscarboidratos,irãodeterminarovalornutritivo dos alimentos volumosos para osruminantes(Gomide,1974).Conforme Hodgsonet al. (1994), a dietana pastagem é selecionada segundo a suapreferência, mas modificada pela disponi-bilidade e acessibilidade dos componentespreferidos e menos preferidos. Conseqüen-temente, o nível potencial de ingestão, adigestibilidade da dieta e, principalmente, odesempenho dos animais são claramenteinfluenciados pela maturidade da forragemdisponível e pela distribuição de compo-nentes de diferentes digestibilidades norelvado. Desta forma, não só a suplemen-tação, mas esta em conjunto com a qualidadee quantidade da forrageira disponível é desuma importância para o adequado desem-penho animal.Ainda no enfoque da necessidade desuplementação protéica de ruminantespastejando forragens de baixa qualidade,seja via proteína verdadeira ou nitrogênionão-protéico, tem-se na uréia excelenteopção, por ser de baixo custo. A uréia éutilizada como fonte de amônia pelosmicrorganismos do rúmen, especialmenteos celulolíticos, para efetuar a síntese deproteína microbiana (Russell et al., 1992).A uréia é ainda utilizada como contro-ladora de consumo de suplementos, assimcomo os sais minerais, permitindo melhorracionalização do fornecimento de suple-mentos em pastagens, ou seja, evitando oexcesso de consumo pelos animais domi-nantes e favorecendo a mão-de-obra, umavez que o reabastecimento dos cochospodem ser menos freqüente, principalmentequando se utilizam elevados níveis doscontroladores de consumo (Lana, 2005).O objetivo deste trabalho foi avaliar oefeito de diferentes níveis de suplementos
  3. 3. Archivos de zootecnia vol. 61, núm. 233, p. 33.SUPLEMENTAÇÃO COM FUBÁ DE MILHO EM NOVILHOS TERMINADOS A PASTOa base de fubá de milho e níveis de uréiacomo controladora de consumo em novilhosNeloreterminadosempastagemde Panicummaximum Tanzânia, no período da seca,sobre o consumo e a digestibilidade aparen-te dos nutrientes, e avaliar as característicasbromatológicas da forragem consumida.MATERIALEMÉTODOSOexperimentofoiconduzidonaFazendaVale do Sonho, localizada no município deAraguaiana-MT, cuja coordenada geográ-fica é 15°844" de latitude Sul e 51°5236" delongitude Oeste. O clima predominante daregião é o tropical quente, com precipitaçãoanual média de 1480 mm. O trabalho foidesenvolvido durante o período da seca,entre os meses de julho e outubro.Foram utilizados níveis crescentes desuplemento: 1,0; 2,0; e 4,0 kg/animal/dia,além do tratamento controle-mistura mine-ral, constituídos de milho grão triturado,farelo de soja, uréia, sulfato de amônio,mistura mineral e suplemento comercial(tabela I). Os suplementos, à exceção docontrole, apresentaram níveis decrescentesde proteína bruta (42,6 a 25% da matériaseca) e proporções de mistura mineral:uréia:fubá de milho de 10:10:80, 5:5:90 e2,5:2,5:95 para os tratamentos com 1,0; 2,0 e4,0 kg/animal/dia, respectivamente. A uréiafoi usada como controladora de consumode suplemento, sendo proveniente da fonteexclusiva e daquela presente no suplemen-to comercial para atingir os níveis de 10; 5 e2,5% para os tratamentos com 1,0; 2,0 e 4,0kg/animal/dia, respectivamente. Os suple-mentos foram fornecidos diariamente, emcomedouro individual às 8 horas, a fim deminimizar a interferência de efeito substi-tutivo sobre o comportamento de ingestãoda forragem (Adams, 1985).O delineamento experimental adotadofoi o quadrado latino, onde os níveis dossuplementos variavam a cada período e osanimais permaneciam nos piquetes. A áreaexperimental destinada aos animais foiconstituída por quatro piquetes de 1 hacada, cobertos uniformemente com gramí-neaPanicum maximum Tanzânia, providosde cocho de duplo acesso e um bebedourode alvenaria central.Foram utilizados quatro novilhos da raçaNelore, castrados, com idade de 30 meses epeso médio inicial de 440 kg, para avaliaçãodos parâmetros nutricionais consumo edigestibilidade aparente total. Ao início doexperimento, todos os animais foramsubmetidos ao controle de ecto e endopa-rasitas e desverminados com vermífugo àbase de Moxidectina a 1%. No primeiro diade cada período experimental foi realizada acoleta do pasto para determinação dadisponibilidade total de matéria seca/ha. Oscortes foram feitos ao nível do solo,colhendo-se toda a forragem na área doquadrado, de cinco áreas delimitadas porumquadradometálicode0,5x0,5m(0,25m2),escolhidos aleatoriamente em cada piqueteexperimental (McMeniman, 1997). A amos-Tabela I. Composição percentual dos suple-mentos, com base na matéria natural.(Percentage composition of supplements).Tratamentos1Ingredientes (%) 1 2 3 4Farelo de milho - 40,8 62,5 75,2Farelo de soja - - 7,7 10,1Uréia/sulfato de amônia - 7,1 3,6 1,8Mistura mineral comercial2100 - - -Sal comum (NaCl) - 1,1 0,6 0,3Suplemento comercial3- 51 25,6 12,711:controle-misturamineral;2:1,0kg/animal/dia;3:2,0 kg/animal/dia; 4: 4,0 kg/animal/dia.26,5% Ca; 6,5% P; 15,8% Na; 0,5% Mg; 1,8% S;0,05%Mn;0,1%Cu;0,2%Zn;0,075%Fe;0,0075%I; 0,0075% Co; 0,001% Se; 0,1% F; 4,5% N.322,5% PB; 2,5% NNP; 1% P; 1,67% Ca; 4% Na;0,3% Mg; 0,45% S; 0,0075% Cu; 0,001% Co;0,01% Fe; 0,0015% I; 0,05% Mn; 0,0001% Se;0,03% Zn; 0,5% palatabilizante; 0,1% deantioxidante.
  4. 4. Archivos de zootecnia vol. 61, núm. 233, p. 34.BARONI, LANA, FREITAS, MANCIO, SVERZUT, QUEIROZ E LEÃOtragem do pasto consumido pelos animaisfoirealizadaviasimulaçãomanualdepastejo,assim como sugerido por Aroeira (1997),por meio da observação cuidadosa dapreferência animal quanto às partes da plan-ta ingerida.Posteriormente à observação, materialsemelhante em composições botânica emorfológica foi arrancado com a mão, simu-lando-se o pastejo animal, em todos os pi-quetes experimentais, sendo colhido pelomesmo observador, para evitar discre-pâncias entre as coletas. Todas as amostrascolhidas foram armazenadas em sacos plás-ticos previamente identificados, congela-dasà-10ºC,transportadasparaoLaboratóriode Nutrição Animal/UFV e, posteriormente,analisadas para determinação da compo-sição química.As amostras foram descongeladas à tem-peratura ambiente e previamente secas emestufa ventilada a 60 ± 5ºC, por 72 horas,quando então foram moídas em moinho tipoWiley, com peneira de 1 mm, e armazenadasem potes de plástico, devidamente identifi-cados.Ofornecimentodoindicadoraosanimaisfoi realizado entre o 3° e 16° dia experimen-tal, sendo fornecidos 17 g de óxido crômico(Cr2O3) por dia, com vistas a se determinar aexcreção fecal. O óxido crômico foi acondi-cionado em cartuchos de papel e introduzidopor aplicador via oral, às 13 horas.Amostras de fezes foram coletadas às18, 16, 14, 12, 10 e 8 horas, respectivamente,do 11° ao 16° dia do período experimental.As fezes foram coletadas diretamente noreto dos animais, em quantidades aproxima-das de 200 g e armazenadas em sacos plás-ticos, identificados por animal e período, econgeladas a -10ºC.Posteriormente,asamostrasfecaisforamdescongeladas à temperatura ambiente,colocadas em pratos de alumínio, proce-dendo-se a pré-secagem em estufa deventilação forçada a 60 ± 5ºC, por 72 horas,quando então foram moídas em moinho tipoWiley, com peneira de 1 mm, e armazenadascomo amostras compostas por animal noperíodo, em potes de plástico, devidamenteidentificados.Para as estimativas de consumo, a partirda utilização do indicador interno, fibra emdetergente ácido (FDAi), foi adotado oprocedimento único, seqüencial, adaptan-do-se as técnicas descritas por Penning eJohnson(1983)eCochrametal. (1986),combase na digestibilidade in situ, por 144 ho-ras em um animal fistulado no rúmen, emtriplicata.A estimativa do consumo de matériaseca foi realizada, empregando-se a equaçãoproposta por Detmann et al. (2001b):CMS (kg/dia)= [(EFxCIF)-IS]/CIFO + CMSSem que:CIF= concentração do FDAi nas fezes (kg/kg);CIFO= concentração do FDAi na forragem (kg/kg);CMSS= consumo de matéria seca de suplemento(kg/dia);EF= excreção fecal com base no Cr2O3(kg/dia);IS= FDAi presente no suplemento (kg/dia).O consumo de matéria seca de pasto foicalculado pela diferença entre o consumode matéria seca total e o consumo de suple-mento (CMS - CMSS).A excreção da matéria seca fecal (MSF)foi estimada utilizando-se o indicador exter-no óxido de cromo (Gomide et al., 1984),sendo estimada com base na razão entre aquantidade do indicador fornecido e suaconcentração nas fezes:MSF (kg/dia)= Indicador fornecido (g)/Indi-cador nas fezes (%).As determinações de FDN e FDAseguiram os métodos de Van Soest et al.(1991). A quantificação dos carboidratosnão-fibrosos (CNF) foi feita de acordo comWeiss (1999):CNF= CT - FDNcp
  5. 5. Archivos de zootecnia vol. 61, núm. 233, p. 35.SUPLEMENTAÇÃO COM FUBÁ DE MILHO EM NOVILHOS TERMINADOS A PASTOem que:CT= carboidratos totais (% MS);FDNcp= fibra em detergente neutro isenta decinzas e proteína (% MS).As demais análises, tais como matériaseca, proteína bruta, celulose, lignina ecinzas, foram realizadas de acordo com astécnicasdescritasporSilvaeQueiroz(2002).As análises referentes aos parâmetrosavaliados foram conduzidas em um deline-amento em quadrado latino, sendo que cadaanimal em um determinado período corres-pondeu a uma unidade experimental. Ascomparações entre médias de tratamentosforam realizadas por intermédio de análisede regressão polinomial do programa SAEG(UFV, 2002), adotando-se nível de signifi-cância de 5%.RESULTADOSEDISCUSSÃOA gramínea utilizada caracterizou-secomo de baixa qualidade (tabela II), e estefato foi verificado por ela estar em avançadoestádio de maturação. Os teores protéicosnão atingiram o valor mínimo de 7,0% rela-tadoporMinson(1990),comolimitanteparaa adequada atividade dos microrganismosdo rúmen, o que prejudicaria a digesti-bilidade de forragem altamente fibrosa.Segundo Dove (1998), no período seco,além de aumentar os teores de celulose,hemicelulose e lignina, tornando a forragemmais resistente, ocorre aumento nas ligaçõesentre celulose e lignina, e como conse-qüência para o animal, dificuldade namastigação, ruminação e fermentação pelosmicrorganismos do rúmen.Valoresquecaracterizaramumaforragemde pior qualidade em comparação aos en-contrados neste trabalho foram observa-dos por Santos et al. (2004), que durante operíodo seco do ano, encontraram valoresde2,5%dePB,78%deFDNe8,7%deligninaem pastagem de Brachiaria decumbens. Osautores atribuíram esta pior qualidadenutricional da forragem a avançada matu-ridade fisiológica da forrageira, devido aolongo período de diferimento praticado noexperimento.Os valores médios da disponibilidade dematéria seca de cada período experimentalencontraram-se acima do limite crítico de2000 kg de MS/ha (Minson, 1990) para nãorestringir o consumo a pasto. A disponi-bilidade média observada durante o experi-mento foi de 4496 kg de MS/ha (figura 1).Tabela II. Composição química (%MS) dossuplementos e da pastagem de Panicummaximum selecionada pelos bovinos, combase na matéria seca. (Dry matter chemicalcomposition of supplements and Panicummaximum pasture selected by cattle).Tratamentos1P. maximum22 3 4MS (%) 92,1 94,6 95,4 50,24PB 42,6 29,5 25,0 6,44PIDN - - - 1,62PIDA - - - 0,92EE 6,1 7,6 8,7 1,52FDN 41,9 41,7 46,5 72,05FDA 5,9 5,6 6,1 38,40FDNcp - - - 68,90FDAcp - - - 36,04FDNi 3,9 7,1 9,1 37,37FDAi 1,8 2,6 3,6 19,96Celulose - - - 39,74Lignina - - - 7,24Cinzas 14,2 8,4 5,9 5,92CHOT - - - 86,11CNF - - - 17,23MS: matéria seca; PB: proteína bruta; PIDN: proteí-na insolúvel em detergente neutro; PIDA: proteínainsolúvel em detergente ácido; EE: extrato etéreo;FDN: fibra em detergente neutro; FDA: fibra emdetergenteácido;FDNcp:FDNcorrigidaparacinzase proteína; FDAcp: FDA corrigida para cinzas eproteína; FDNi: FDN indigestível; FDAi: FDAindigestível; CHOT: carboidratos totais ((100-(%PB+%EE+%CZ)); CNF: carboidratos nãofibrosos (%CHOT-%FDNcp).12: 1,0 kg/animal/dia; 3: 2,0 kg/animal/dia; 4: 4,0 kg/animal/dia.2Pastejo simulado.
  6. 6. Archivos de zootecnia vol. 61, núm. 233, p. 36.BARONI, LANA, FREITAS, MANCIO, SVERZUT, QUEIROZ E LEÃOValores inferiores ao do presente estudoforam verificados por Brâncio et al. (2003),que observaram para o período de Junho aSetembro valores de 2847 kg de matériaseca/ha para Panicum maximum Tanzânia.Já valores semelhantes de disponibilidadetotal de matéria seca foram observados porManella et al. (2003), que encontraram 4104kg de matéria seca/ha também no períodoseco do ano.As médias de consumo de matéria secaforam calculadas com base na FDAi(Penning e Johnson, 1983; Cochram et al.,1986),indicadorinternodeindigestibilidade,em função dos níveis de suplementação.Os indicadores fibra em detergente neu-tro (FDNi) e ácido (FDAi) indigestíveis elignina, incubados por 144 horas, levaram aresultados semelhantes aos obtidos porcoleta total de fezes (Berchielliet al., 2000).Estes autores concluíram que os indicadoresinternosFDNi,FDAieligninareproduzirama fração indigestível do alimento.Pode-se inferir que o fornecimento deconcentrado promoveu apenas efeito aditi-vo no consumo de matéria seca (Lange,1980), pois houve acréscimo no consumo dematéria seca total (p<0,05; tabela III), semocorrer efeito significativo sobre o consu-mo de pasto (taxa de substituição máxima de13%). O mesmo tipo de resultado foi obser-vado por Barbosa et al. (2001), onde,semelhantemente trabalhando com suple-mentação à base de milho ou farelo de soja,ou ambos os ingredientes simultaneamente,4.6524.2753.8933.34805001.0001.5002.0002.5003.0003.5004.0004.5005.0001 2 3 4Período experimentaldisponibilidade(kgdeMS/ha)Figura 1. Valores médios de disponibilidadedematériasecatotaldapastagemdePanicummaximum Tanzânianosdiferentesperíodosexperimentais. (Mean values of total dry matteravailability in Panicum maximum Tanzaniapasture in different experimental periods).Tabela III. Médias do consumo de nutrientes, em função do consumo de suplemento dosanimais suplementados com ração a base de milho e equações de regressão. (Average nutrientintake according corn based supplement consumption and regression equations).Tratamento2Regressão3R² CV (%)0,0 1,0 2,0 4,0CMS12,63 3,2 3,82 5,04 Y= 2,59 + 0,611*X 0,71 16,8CMS de pasto12,63 2,55 2,35 2,11 - ns 43,4CMS (%PV) 0,67 0,83 0,94 1,26 Y= 0,681 + 0,148*X 0,54 33,1CPB10,32 0,47 0,60 0,79 Y= 0,337 + 0,118*X 0,56 29,7CEE10,058 0,092 0,152 0,270 Y= 0,046 + 0,055*X 0,76 33,5CFDN11,84 2,05 2,41 3,03 Y= 1,79 + 0,307*X 0,37 26,7CCNF10,32 0,53 0,79 0,88 Y= 0,381 + 0,141*X 0,73 21,1CNDT11,04 1,47 2,19 3,47 Y= 0,94 + 0,628*X 0,69 32,4NDT da dieta (%MS) 38,6 44,6 55,3 69,7 - - -Consumos. CMS: matéria seca; CPB: proteína bruta; CEE: extrato etéreo; CFDN: fibra em detergenteneutro; CCNF: carboidratos não fibrosos; CNDT: nutrientes digestíveis totais.1kg/animal/dia. 2kg de suplemento/animal/dia. 3X= suplemento em kg; p<0,05.
  7. 7. Archivos de zootecnia vol. 61, núm. 233, p. 37.SUPLEMENTAÇÃO COM FUBÁ DE MILHO EM NOVILHOS TERMINADOS A PASTOnãoencontraramdiferençasignificativaparao consumo de forragem em função dasuplementação. Este resultado está deacordo com Herd (1997), citado por Thiago(2000),segundooqual,nafaixadeamplitudede suplementação de 0,3 a 1,0% do pesovivo, não ocorreria o efeito substitutivo.Os resultados aqui apresentados estãode acordo o que foi descrito por Moore et al.(1999), que relataram menor impacto naingestão e na digestibilidade da fibra emalimentos de baixa qualidade onde há au-mento nos níveis de carboidratos estru-turais. Estes autores colocaram que quandoaqualidadedaplantaébaixa,provavelmente,há um menor efeito de substituição daingestão de forragem pelo concentrado.O consumo de matéria seca observadopode ser considerado baixo, uma vez que oNRC (1996) sugere consumos da ordem de2,5% do PV. A razão mais plausível para obaixo consumo de matéria seca (kg/animal/dia e % do peso vivo), consumo de pasto ede FDN seja por problemas com o uso docromo. Alta concentração de cromo nasfezes pode levar a baixa estimativa deprodução fecal e conseqüentemente doconsumo de matéria seca total e de pasto,uma vez que a produção fecal faz parte dafórmula da estimativa destas variáveis(Detmann et al., 2001b).O consumo de matéria seca em funçãodo tamanho metabólico foi em média 41,39g/kg PV0,75/dia. Freitas (2004) observouvalores superiores aos deste trabalho, sendoa média encontrada por este autor de 63,89g/kg PV0,75/dia, de forma que a forragemque o autor utilizou também era de baixaqualidade. Como referência para esteparâmetro, valor médio de 50 g de MS/kgPV0,75 é mencionado por Minson (1990)para bovinos em pastagens tropicais.Apesar do baixo valor encontrado no pre-sente estudo, valores inferiores a estetambém são observados na literatura.Outros fatores que podem estar contri-buindo para os baixos valores de consumosãoabaixaqualidadedaforragem,oestressedos animais e a capacidade de consumo emfunção do peso corporal avançado. Noprimeiro caso, o baixo consumo talvez possaser explicado pela baixa qualidade daforragem oferecida(tabela II), pois, segun-do Mertens (1994), dietas ricas em fibrapodem limitar o consumo através doenchimento ruminal. No segundo caso, oexcesso de manipulação que os animaisforam submetidos, como as contenções paraaplicação de indicador e coletas fecais,podem ter causado estresse nos animais e,conseqüentemente redução do consumo.Langlands et al. (1963) e Burns et al. (1994)afirmam que quanto maior a interferênciasobre o comportamento de pastejo do ani-mal, menor o consumo e a excreção fecal.Finalmente, no terceiro caso, animais maisjovens têm tendência de apresentar maiorconsumo em relação ao peso vivo emconseqüênciadamaiorexigêncianutricional(RomneyeGillem2000,citadosporAlmeidaet al., 2003).ComrelaçãoaoconsumodePB,EE,CNFe NDT, que aumentaram linearmente com oacréscimo dos níveis de suplementação paraambos os tipos de suplemento, é possívelinferir que o consumo de concentrado nadieta foi eficiente em promover acréscimosde nutrientes na dieta; conseqüentemente,o concentrado foi eficiente em prover aingestão de nutrientes que foram limitadospela média à baixa qualidade da forragem e,com isto, foi possível a melhora dodesempenho dos animais consumindoforragens com carências qualitativas, umavez que esta se apresentou com umadisponibilidade quantitativa adequada. Es-tes resultados concordam com as afirmaçõesde Carvalho et al. (1997), que observaramaumento linear no consumo de nutrientes,atribuindo este incremento à maior concen-tração de nutrientes nas rações à medida emque se elevam os níveis de concentrado.Valores pouco inferiores foram observa-dos por Carvalho et al. (1997), queverificaram consumo médio de 0,46 kg dePB/animal/dia, uma vez que os valores en-
  8. 8. Archivos de zootecnia vol. 61, núm. 233, p. 38.BARONI, LANA, FREITAS, MANCIO, SVERZUT, QUEIROZ E LEÃOcontrados no presente estudo foram daordem de 0,55 kg de PB/animal/dia.O consumo de FDN também cresceulinearmente com o consumo de concentra-do, o que pode ser explicado pelo acréscimode FDN via suplemento, uma vez que oconsumo de pasto não foi alterado pelosníveis de suplementação; então, o FDN,acrescido da dieta, foi apenas o FDN suple-mentar, e não pelo acréscimo do consumode forragem. Esta observação é semelhanteao que ocorre com os nutrientes PB, EE,CNF e o NDT.Em virtude do consumo de matéria secater sido baixo, o consumo de FDN tambémficou abaixo do esperado, tendo sido obser-vada média de 5,9 g/kg de PV, inferior aovalor de 12,0 g/kg de PV de FDN sugeridoporMertens(1992)paraestimularomáximoconsumo.Cardoso et al. (2000), trabalhando comníveis de suplementação para novilhos cru-zados, também encontraram baixos valorespara consumo de matéria seca total, atribuí-do ao excesso de manejo dos animais e,conseqüentemente, classificaram comobaixo os valores observados para o consu-modeFDN,quevariaramde4,5a8,9g/kgdePV, semelhantes aos observados para estetrabalho.Com relação ao consumo de NDT, esteteve seu incremento linear devido ao incre-mento na digestibilidade dos nutrientes(tabelasIIIeIV)edevidoaomaiorconsumodos constituintes do mesmo (PB, EE, CNF eFDN).Houve aumento linear (p<0,05) nos co-eficientes de digestibilidade aparente totalda MS e FDN. O efeito aditivo na digesti-bilidade pela inclusão de alimentos de altadigestão à dieta via suplementação, écomumente observado com volumosos demenor qualidade (McCollun e Gaylean em1985, Kryslet al. em 1989 e Lintzenich et al.em1995,citadosporDetmannet al., 2001a),podendo ter influenciado a ocorrência doefeito linear crescente na digestibilidadedos nutrientes.Entretanto, segundo Berchielli (1994),ao se aumentar o nível de concentrado daração, há redução da digestão ruminal e,conseqüentemente, aumento na digestãointestinal da matéria seca. Isto ocorre devidoà maior taxa de passagem promovida pelosmaiores níveis de concentrado.Costa et al. (2005) afirmaram que o au-mento na concentração de carboidratos não-fibrosos diante da adição de concentradopode ter influenciado positivamente asdigestibilidades da MS e MO, onde estasvariáveis apresentaram comportamento li-near crescente. Dados sumarizados por VanTabela IV. Médias dos coeficientes de digestibilidade em função do consumo de suplementoa base de milho e equações de regressão. (Average digestibility coefficients of nutrients accordingcorn based supplement consumption and regression equations).Tratamento1Regressão2R² CV (%)0,0 1,0 2,0 4,0CDMS (%) 27,2 37,1 48,4 64,6 Y= 27,6 + 9,48*X 0,60 27,5CDPB (%) 27,2 58,1 58,8 60,2 - ns 62,6CDEE (%) 23,7 1,4 46,9 53,8 - ns 131,2CDFDN (%) 32,1 36,8 44,8 59,1 Y= 30,9 + 6,97*X 0,46 27,4CDCNF (%) 85,3 71,8 76,5 88,9 - ns 19,2Coeficientes de digestibilidade. CCDMS: matéria seca; CDPB: proteína bruta; CDEE: extrato etéreo;CDFDN: fibra em detergente neutro; CDCNF: carboidratos não fibrosos.1kg de suplemento/animal/dia. 2X= suplemento em kg.
  9. 9. Archivos de zootecnia vol. 61, núm. 233, p. 39.SUPLEMENTAÇÃO COM FUBÁ DE MILHO EM NOVILHOS TERMINADOS A PASTOSoest (1994) para forragens e outros alimen-tos indicam a parede celular como principalconstituinte que afeta a digestibilidade.Acredita-se que o pH ruminal manteve-se dentro dos limites fisiológicos em todosos níveis de suplementação, pois não houvequeda na digestibilidade da fibra. O queocorreu foi um aumento da sua digesti-bilidade, podendo-se inferir que a adição deconcentrado, até o nível mais elevado desuplementação, propiciou aumento daatividade das bactérias celulolíticas, de for-ma que estas estavam apresentandocarências nutricionais, principalmente onitrogênio, que uma vez adicionado à dietafoi verificado uma potencialização daatividade microbiana ruminal. Possivel-menteemníveismaiselevadosdesuplemen-tação poderia ser observada algumamodificação da fermentação ruminal (Lana,1998), uma vez que as respostas aqui obtidasforam lineares e não-curvilíneas (Lana,2005).A falta de efeito para a digestibilidadedo EE (tabela IV) está de acordo comCarvalho et al. (1997), que não observaramefeito dos níveis de concentrado sobre esteparâmetro. O coeficiente de digestibilidadedos CNF não diferiu entre os tratamentos,semelhante ao valor obtido por Pereira et al.(2006), cuja média foi de 82,2%. A falta deefeito para a digestibilidade dos CNF nãoera esperada, pois foi verificado aumentolinear no consumo dos CNF (tabela III).De uma forma geral, o incremento doscoeficientes de digestibilidade e dos con-sumos de MS e nutrientes está relacionadoao melhor valor nutritivo da dieta. Umapossível evidência desta melhora pode serna relação PB/NDT e, ou, ainda na relaçãoPDR/PNDR. Desta forma, os efeitos daadição destes compostos, via suplementos,seriam estendidos por toda a microbiotaruminal, pois, além do estímulo direto aosmicrorganismos que degradam CNF, seriaincrementado o fornecimento de substratosessenciais para os microrganismos fibro-líticos (Detmann et al., 2005), além dofornecimento de substratos diretamentepara o animal através do escape ruminal.CONCLUSÕESA suplementação de pastagens dePanicum maximum Tanzânia até o nível de4,0 kg de concentrado/animal/dia causaefeito aditivo em maior proporção que oefeito substitutivo do volumoso pelo con-centrado, levando ao aumento do consumode matéria seca total por animais emterminação em pastagem.O aumento nos níveis de suplementaçãopromove aumento do consumo de nutrientese seus respectivos coeficientes de digesti-bilidade. Com isto, verifica-se aumento nasconcentrações de NDT da dieta, de forma amelhorar o seu valor nutritivo.AGRADECIMENTOSA Integral Nutrição Animal pelo grandeapoio e pela parceria na qual foi possível arealização deste trabalho.BIBLIOGRAFIAAdams,D.C.1985.Effectoftimeofsupplementationon performance, forage intake and grazingbehavior or yearling beef steers grazing Russianwild ryegrass in the fall. J Anim Sci, 61: 1037-1042.Almeida, R.G., Euclides, V.P.B., Nascimento Jr.,D., Macedo, M.C.M., Fonseca, D.M., BrâncioP.A. e Barbosa, R.A. 2003. Consumo,composição botânica e valor nutritivo da dietade bovinos em pastos tropicais consorciadossob três taxas de lotação. Rev Bras Zootecn,32: 29-35.Aroeira, L.J.M. 1997. Estimativas de consumo degramíneas tropicais. Simpósio Internacional deDigestibilidade em Ruminantes. Anais... UFLA-FAEPE. Lavras. pp. 127-164.Barbosa, N.G.S., Lana, R.P., Jham, G.N., Borges,A.C., Mâncio, A.B., Pereira, J.C. e Oliveira, J.S.
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