Manual Higiene e Desinfecção Hospitalar

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Manual sobre desinfecção hospitalar, aborda tipos de desinfetantes hospitalares, práticas, protocolos e demais detalhes pertinentes.

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Manual Higiene e Desinfecção Hospitalar

  1. 1. Manual de Higienização de Hospitais 1 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 Manual de Higienização Hospitalar
  2. 2. Manual de Higienização de Hospitais 2 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 Conteúdo 01. INTRODUÇÃO.........................................................................................................03 02. CONCEITOS ...........................................................................................................05 03. LIMPEZA E DESINFECÇÃO NO AMBIENTE HOSPITALAR..................................08 04. TÉCNICAS DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO HOSPITALAR...................................12 05. PROTOCOLOS DOS PROCESSOS DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE SUPERFÍCES .........................................................................................................27 06. HIGIENE PESSOAL ................................................................................................35 07. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL....................................................39 08. FERRAMENTAS E ACESSÓRIOS DE LIMPEZA ...................................................43 09. LINHA HOSPITALAR OLEAK..................................................................................47 10. CONSIDERAÇÕES FINAIS.....................................................................................51
  3. 3. Manual de Higienização de Hospitais 3 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 01 – INTRODUÇÃO Desde o século passado limpeza e desinfecção de materiais e superfícies no ambiente hospitalar tem sido foco de preocupação dos profissionais que atuam nessa área. A carência de conhecimentos sobre a prevenção e controle de infecções fez com que as pessoas envolvidas na assistência superestimassem a utilização de desinfetantes para minimizar os riscos de infecção. A partir da década de 80, com os avanços científicos, os profissionais de saúde passaram a desmistificar uma serie de procedimentos inúteis e passaram a utilizar adequadamente os processos envolvidos para a limpeza e desinfecção nas instituições relacionadas à assistência da saúde. (1) Os serviços de higienização têm a finalidade de preparar o ambiente para suas atividades, mantendo a ordem e conservando equipamentos e instalações e, principalmente, evitando a disseminação de microorganismos responsáveis pelas infecções; a higienização dos estabelecimentos assistenciais de saúde é alcançada mediante procedimentos de limpeza, descontaminação e desinfecção (2). ÓRGÃOS RESPONSÁVEIS As orientações sobre os conceitos e o que usar nos procedimentos de limpeza são de responsabilidade de órgãos ligados a Organização Mundial da Saúde (OMS) e nos países ao Ministério da Saúde. Dentro das instituições de saúde está ligada a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) juntamente com a administração do hospital. O órgão internacional é o Centro de Controle de Doenças (CDC), ligado a Organização Mundial de Saúde (OMS) que tem por finalidade coordenar e orientar as Comissões de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) sobre o controle da infecção hospitalar nos aspectos de uso de materiais e insumos para procedimentos invasivos e nas soluções usadas para a limpeza e desinfecção de equipamentos e ambiente. No Brasil, o Governo Federal, decorrente de inúmeras exigências sociais e políticas criou a agência reguladora para controlar e avaliar os serviços de limpeza hospitalar, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). A ANVISA é o órgão do Ministério da Saúde que coordena o mercado das soluções para limpeza e desinfecção dos materiais e superfícies na área hospitalar. Foi criada pela Lei nº. 9.782, de 26 de janeiro de 1999. É uma autarquia sob regime especial, ou seja, uma agencia reguladora caracterizada pela independência administrativa, estabilidade de seus dirigentes durante o período de mandato e autonomia financeira. A gestão da ANVISA é responsabilidade de uma Diretoria Colegiada, composta por cinco membros. Na estrutura da Administração Publica Federal, a ANVISA tem como finalidade promover a proteção da saúde da população, por intermédio do controle sanitário da produção e da comercialização de produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária, inclusive dos ambientes, dos processos, dos insumos e das tecnologias a eles relacionados. Alem disso, também exerce o controle de portos, aeroportos, fronteiras e a interlocução junto ao Ministério das Relações Exteriores e instituições estrangeiras para tratar de assuntos internacionais na área de vigilância sanitária. A regulamentação, o controle e a fiscalização dos desinfetantes destinados à higienização e desinfecção em ambientes domiciliares, hospitalares e coletivos são incumbência da Agencia. No Brasil, o controle de saneantes teve inicio com a publicação do Decreto – Lei 212/67 e do Decreto 67.112/70, tornando obrigatório o registro desses produtos e atualmente pela Resolução RDC nº. 184 de 22/10/2001 (3).
  4. 4. Manual de Higienização de Hospitais 4 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 PROFISSIONAIS DA LIMPEZA Todos os profissionais envolvidos com estes produtos devem ter conhecimento sobre sua legislação, alem de conhecer sua estrutura e finalidade, para executar as técnicas de higienização e desinfecção corretamente, contribuindo para o controle de infecção hospitalar, prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho e melhor assistência à clientela daquele local. Há muitos trabalhos na literatura mostrando este fato; relatando que não é só a equipe de enfermagem que deve ter estes conhecimentos sobre limpeza e desinfecção, mas sim, todos os profissionais envolvidos neste processo. Estudo realizado em hospital universitário mostrou que os enfermeiros da educação continuada consideram importante que os profissionais de limpeza conheçam o produto, sua ação e as técnicas de limpeza (4). Os profissionais devem estar muito bem orientados quanto ao uso adequado dos produtos para minimizar o risco de ocorrências indesejáveis (5). Mais que oferecer uma rotina de trabalho é interessante mostrar a evolução dos produtos e equipamentos hoje encontrados no mercado, para melhor garantir a adequada limpeza e saúde dos trabalhadores dessa área. O controle e a avaliação dos serviços de limpeza hospitalar são de responsabilidade da administração hospitalar juntamente com a CCHI e com a participação direta da enfermagem. Inclui-se na saúde dos trabalhadores tanto os equipamentos de proteção individual quanto os equipamentos para a realização do trabalho (carrinhos, MPs, rodo, etc.) As mudanças ocorridas no mundo do trabalho, não dizem respeito somente à forma de organização, mas tem levado os empregados a refletirem no sentido de um trabalho mais humano e compensador, com reconhecimento das necessidades dos trabalhadores para desenvolverem seu potencial e não somente com o objetivo de aumentar a produtividade (6).
  5. 5. Manual de Higienização de Hospitais 5 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 MANUAL DE HIGIENIZAÇÃO Com esta visão, o manual está organizado de forma a contribuir com os profissionais de produtos de limpeza hospitalar, bem como com os profissionais de higiene, a entender melhor como funciona o processo da higienização do ambiente hospitalar. Assim sendo, terão subsídios para tomadas de decisão, alem de orientar adequadamente os funcionários de limpeza que serão responsáveis pela garantia de adesão do produto, melhorando a qualidade dos serviços prestados. O conteúdo do trabalho compreende os conceitos básicos, as normas e o conhecimento dos produtos saneantes com ação antimicrobiana, bem como sua utilização adequada, os acessórios utilizados pelos trabalhadores para realização dos processos de trabalho; os equipamentos de proteção individual (EPIS) recomendados; a higiene pessoal com foco na higienização das mãos e dos acessórios utilizados e os protocolos de limpeza concorrente, especial, preparatória e terminal, utilizadas nas instituições hospitalares. Com este manual, espera-se: 1. Melhorar a qualidade da higienização hospitalar, através da divulgação de conhecimentos necessários para realização de técnicas corretas e uso de produtos modernos; 2. Minimizar os riscos da saúde do trabalhador, reforçando o uso dos equipamentos de proteção individual (EPIS) e indicando produtos que ofereçam dano menor à saúde. 3. Demonstrar que a correta utilização de produtos adequados pode oferecer um custo menor ao empregador, considerando os insumos utilizados bem como os procedimentos. 02 - CONCEITOS É importante conceituar para que todos os profissionais tenham o mesmo entendimento nas ações realizadas no processo de limpeza do ambiente hospitalar. Apresentamos as definições e conceitos pertinentes ao atendimento dos processos de limpeza hospitalar e produtos adequados para a utilização no ambiente hospitalar, de acordo com a literatura pesquisada e revisada (1, 3, 7, 8). LIMPEZA Localizar e remover toda sujidade e material orgânico de forma adequada das superfícies inanimadas do ambiente hospitalar. É o mais eficiente meio de redução da carga
  6. 6. Manual de Higienização de Hospitais 6 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 microbiana das superfícies. O processo deve ser realizado com água, detergente e ação mecânica manual. Deve proceder aos processos de desinfecção (1,3) DESCONTAMINAÇÃO É a remoção de materiais orgânicos (fezes, urina, vômitos, secreções) de uma superfície com auxílio de uma Solução desinfetante Fácil 41 (1,3). DESINFECÇÃO Processo que elimina formas vegetativas de microorganismos patogênicos das superfícies inanimadas. Deve ser feita através de processos químicos (soluções desinfetantes) nas superfícies inanimadas previamente limpas (1, 3, 9). LIMPEZA CONCORRENTE – Procedimento diário de limpeza das superfícies inanimadas (pisos, pias, mesas fixas, tampos, peitoris, maçanetas das portas, interruptores de luz), reposição de materiais (sabonete liquido, papel higiênico e papel toalha) e recolhimento do lixo. LIMPEZA TERMINAL – Procedimento realizado na alta ou óbito do paciente. Quando houver pacientes internados com tempo superior a 15 dias, deve ser realizado periodicamente de acordo com o risco de contaminação das superfícies. A periodicidade pode ser definida pela CCIH do hospital, não ultrapassando 30 dias. Abrange todas as superfícies horizontais e verticais (paredes, pisos, portas, janelas, luminárias, peitoris, interruptores e mobiliários). É seguida pelo procedimento de desinfecção. LIMPEZA ESPECIAL – Procedimento de desinfecção diária de todos os materiais e equipamentos distante até 1 metro do leito de pacientes colonizados ou infectados com bactérias resistentes e fatores de risco de contaminação das superfícies, isto é, com grande quantidade de secreção, independente do local ou doença (monitores, focos, suportes de soro, painel de gases, grade de cama, bomba de infusão, respirador, criado mudo e outros). LIMPEZA PREPARATÓRIA – Procedimento diário antes da utilização do local. É a remoção de partículas depositadas nas superfícies horizontais em áreas de procedimentos (centro cirúrgico, endoscopia, ultra-sonografia, raios X e outros). LIMPEZA MECANIZADA DO PISO – É a remoção da sujidade do piso com maquina de lavar tipo enceradeira ou lavadora automática. Espalha-se no piso solução detergente e/ou desinfetante hospitalar. Esfregam com grande eficiência e removem a água sem necessidade de rodos (lavadoras automáticas). PRODUTOS SANEANTES Entende-se por Produtos Saneantes as substâncias ou preparações destinadas à higienização, desinfecção, desodorização de ambientes hospitalares.
  7. 7. Manual de Higienização de Hospitais 7 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 De acordo com a Resolução – RDC nº. 184 de 22/10/2001; da ANVISA, os produtos saneantes são classificados quanto ao local e finalidade de uso.  Quanto ao local de uso, classificam-se em: PRODUTOS DE USO INSTITUCIONAL – para uso em hotéis, escolas, restaurantes e outros. PRODUTOS RESTRITOS A HOSPITAIS – indicação de uso exclusivo em hospitais e demais estabelecimentos assistenciais de saúde.  Quanto à finalidade de uso, classificam-se em: PRODUTOS PARA DESINFECÇÃO: (desinfetantes) são formulações que tem na sua composição substâncias microbiocidas e apresentam efeito letal para microorganismos não esporulados. PRODUTOS PARA LIMPEZA GERAL: (detergentes, limpadores, sabões, etc.) são substancias que apresentam como finalidade a limpeza e conservação de superfícies inanimadas. Os produtos saneantes destinados ao uso em superfícies inanimadas no ambiente hospitalar devem ter ação letal para os seguintes microorganismos: Staphylococcus aureus, Salmonela choleraesuis e Pseudomas aeruginosa; além de possuírem algumas características que são consideradas ideais:  Ação rápida;  Não ser afetado por fatores ambientais (ex: luz);  Deve ser ativo na presença de matéria orgânica;  Ser compatível com sabões, detergentes e outros produtos químicos;  Atóxico (não deve ser irritante para o usuário);  Compatível com diversos tipos de materiais (não corrosivo em superfícies metálicas e não deve causar deterioração de borrachas, plástico e ouros materiais);  Efeito residual na superfície;  Fácil manuseio;  Inodoro ou de cor agradável;  Econômico;  Solúvel em água;  Estável em concentração original ou diluído;  Não poluente.
  8. 8. Manual de Higienização de Hospitais 8 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 03 - LIMPEZA E DESINFECÇÃO NO AMBIENTE HOSPITALAR HISTÓRIA DA LIMPEZA Sabemos que desde os primórdios da medicina e enfermagem um dos pontos mais relevantes para a cura dos pacientes era a higiene do ambiente onde ele permanecia internado; para isto é necessário que o responsável da instituição hospitalar conheça os processos de limpeza bem como os produtos que devem ser utilizados para proceder à aquisição adequada (1, 3, 10, 11, 12). Neste capitulo descrevemos como o hospital deve ser dividido e como o responsável deve proceder com relação à aquisição de produtos adequados, ao qual está diretamente relacionado com o índice de infecção hospitalar. Temos observado que a utilização dos produtos tem substituído erroneamente a ação mecânica da fricção, havendo um uso exagerado de produtos químicos em áreas e locais do ambiente hospitalar que representam pouco ou nenhum risco de infecção para os usuários e trabalhadores dos estabelecimentos de saúde e que inexiste indicação detalhada sobre os quais os locais e superfícies hospitalares que necessitam de processo de limpeza, descontaminação e desinfecção e quais métodos e produtos indicados para cada uso. (10,12). Alem do desperdício de produtos, existe o desgaste das superfícies, bem como os problemas da toxicidade aos trabalhadores e aos usuários, inclusive contribuindo para a poluição ambiental (1, 10, 11, 12). CLASSIFICAÇÃO DO AMBIENTE HOSPITALAR Com o avanço da tecnologia e do conhecimento quando nos referimos à limpeza e à desinfecção hospitalar, o hospital não é mais dividido em áreas criticas ou não criticas, mas em áreas de menor risco ou maior risco de contaminação das superfícies e os determinantes desses riscos se referem basicamente às condições clínicas
  9. 9. Manual de Higienização de Hospitais 9 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 (sangramentos, lesões extensas de pele, colonização ou infecção por bactérias resistentes) aos procedimentos invasivos realizados (sistemas de drenagem, traqueostomias, respiração mecânica) e grau de circulação da área de atendimento (pronto socorro, hemodiálise). Portanto os critérios de limpeza e/ou desinfecção das áreas de internação e de procedimentos especializados do hospital devem ser estabelecidos de acordo com os riscos acima citados (1, 3, 10, 11, 12). Estes critérios também devem ser seguidos para as áreas que não tem circulação de pacientes, mas podem favorecer o crescimento de microorganismos como as copas, os arsenais, os postos de enfermagens e outras. De acordo com os estudos realizados devemos entender por superfícies fixas ou inanimadas do ambiente hospitalar aquelas de grande extensão tais como: pisos, paredes, teto, maçanetas, peitoris, mobiliários (cadeira, criado-mudo, escadinha, mesa entre outros), equipamentos e materiais que tem participação na cadeia epidemiológica das infecções hospitalares pela possibilidade de servirem como reservatórios para as bactérias e que podem ser levados ao paciente através da contaminação das mãos dos profissionais da saúde (enfermagem, médicos, limpeza e outros), de objetos, materiais e equipamentos contaminados (1, 2, 3, 8, 9). Existe uma vertente em seminários, ao analisar a criticidade das superfícies em relação ao risco de toque com as mãos dos pacientes e trabalhadores da saúde. Logo superfícies próximas aos pacientes possuem uma criticidade maior que outras que não recebem toques das mãos de ninguém. A energia química é a ação dos produtos que tem a finalidade de limpar através da propriedade de dissolução, dispersão e suspensão da sujeira; a energia mecânica é a ação física aplicada sobre a superfície para remover a sujeira resistente, esta ação pode ser obtida pelo ato de esfregar manualmente com esponja, escova, pano ou sob pressão de uma máquina de lavar tornando mais fácil a remoção da sujeira (10,12). A limpeza tem como objetivos: a remoção da sujidade visível, a remoção, redução ou destruição dos microorganismos patogênicos; a presença de sujidade principalmente matéria orgânica de origem humana pode servir de substrato para sua proliferação, com possibilidade de transportar passivamente as bactérias (10,12). PRODUTOS QUIMICOS UTILIZADOS NA LIMPEZA DO AMBIENTE HOSPITALAR De acordo com o programa do Ministério da Saúde, os tipos de produtos químicos utilizados em limpeza de superfícies fixas ou inanimadas do ambiente hospitalar são: PRODUTOS DETERGENTES – São produtos que contem em sua formulação tensoativos que tem a finalidade de limpar através da redução da tensão superficial (umectação), dispersão e suspensão da sujeira. PRODUTOS DESINFETANTES – São formulações que tem na sua composição substâncias microbiciodas e apresentam efeito letal para os microorganismos não esporulados; podem ser utilizados na presença de matéria orgânica visível em qualquer superfície inanimada ou fixa do ambiente hospitalar. Estudos discutem se devemos aplicar desinfetantes ou detergentes para limpeza em superfícies fixas ou inanimadas do ambiente hospitalar. Como a grande preocupação na higienização do ambiente hospitalar é a transmissão cruzada de infecção por objetos,
  10. 10. Manual de Higienização de Hospitais 10 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 materiais, equipamentos ou mãos dos profissionais, estes estudos mostram argumentos mais favoráveis ao emprego de desinfetante do que ao detergente. No Brasil, a eficácia das soluções desinfetantes com principio ativo da biguanida polimérica para a desinfecção de superfícies inanimadas tem sido demonstrada inclusive na área da odontologia, com a vantagem de não haver restrição ao uso em superfícies com parte metálica, visto que não é corrosiva, tem efeito residual satisfatório e pode ser associada com tensoativos que facilitam a limpeza juntamente com a desinfecção no tempo de 10 minutos. Os argumentos mais favoráveis ao uso da Solução desinfetante Fácil 41 e Optgerm e que se baseiam nas orientações do CDC são:  Os desinfetantes são mais efetivos do que os detergentes na redução da carga microbiana das superfícies; embora estas voltem a contaminar após algumas horas depois de realizado o processo.  Os desinfetantes são necessários para o processo de descontaminação, tornando mais prática a limpeza do que o emprego do detergente. PRINCIPIO ATIVO DOS PRODUTOS Os princípios ativos agem nas bactérias rompendo a integridade de suas membranas citoplasmáticas resultando na perda de constituintes celulares vitais como o ácido nucléico, reações enzimáticas celulares e desnaturação de proteínas (10). Os principais produtos com seus princípios ativos autorizados pelo Ministério da Saúde são:  Compostos Fenólicos (fenol sintético);  Quartenário de amônia;  Compostos clorados;  Álcoois e glicóis (Álcool etílico);  Biguanida (Cloridrato de Polihexametileno Biguanida). FENÓLICOS: FENOL SINTÉTICO  Características: são considerados desinfetantes de nível intermediário; as formulações comerciais encontradas possuem ação detergente.  Indicações: superfícies inanimadas e mobília em geral do ambiente hospitalar, usado com fricção para remoção da sujidade e deve permanecer em contato na superfície por 10 minutos para exercer ação antimicrobiana. É necessária a remoção com água limpa após o tempo de exposição.  Problemas: altamente tóxicos para o ser humano e poluente ambiental.  Concentração: variam de 2% a 5%.
  11. 11. Manual de Higienização de Hospitais 11 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 QUARTENÁRIO DE AMÔNIA  Características: são considerados desinfetantes de baixo nível; composto comercializado na forma liquida pode ser associado a tenso ativos, utilizado para limpeza e desinfecção nas áreas de alimentação e neonatalogia.  Indicações: superfícies inanimadas e equipamentos de contato com paciente; usado sob fricção e contato do produto por 10 minutos.  Problemas: é um produto caro e de uso único (sua solução não pode ser armazenada).  Concentração: 2% a 3%. COMPOSTOS CLORADOS  Características: são considerados desinfetantes de alto nível; são encontrados nas formas: liquida (cloro inorgânico, representado pelo hipoclorito de sódio), são produtos instáveis, altamente corrosivos e não podem ser associados a tenso ativos; pó ou pastilhas (cloro orgânico representado pelos derivados de ácido ciaúrico).  Indicações: as duas formas encontradas podem ser utilizadas para tratamento local de superfícies com matéria orgânica (sangue e outros líquidos) fazendo a descontaminação e para a limpeza de superfícies não metálicas é usado o hipoclorito na concentração 0,5% em contato por 10 minutos; o cloro orgânico também usado na concentração 0,5% pode ser usado em quaisquer superfícies inanimadas do ambiente hospitalar por 10 minutos de contato.  Problemas: altamente corrosivo nas superfícies metálicas (hipoclorito); manipulação na farmácia do hospital gerando maior risco de contato e inalação, estabilidade por 24 horas.  Concentração: hipoclorito 0,5% a 1% e cloro orgânico de 1,8% a 6%. ALCOOIS E GLICÓIS: ÁLCOOL  Características: são considerados desinfetantes de nível intermediário, comercializado na forma liquida de 70GL a 90GL; os álcoois etílicos e isopropílicos são os mais utilizados no ambiente hospitalar, tem baixa toxicidade e evaporação espontânea.  Indicações: superfícies inanimadas e mobília em geral através da fricção, muito utilizado para a desinfecção diária do colchão durante a internação do paciente.  Problemas: ressecam plásticos e borrachas ao longo do tempo, exige diluição sob supervisão de um farmacêutico.  Concentração: 70%.
  12. 12. Manual de Higienização de Hospitais 12 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 BIGUANIDAS: CLORIDRATO DE POLIHEXAMETILENO BIGUANIDA  Características: são considerados desinfetantes de alto nível, são comercializados na forma liquida, tem ação antimicrobiana para bactérias gram positivas e gram negativas, têm baixa toxicidade tanto para o trabalhador quanto para o paciente; não é corrosiva nas superfícies metálicas e atua ma presença de matéria orgânica; pode ser associada a tenso ativos, sendo utilizada para limpeza e desinfecção.  Indicações: superfícies inanimadas do ambiente hospitalar para limpeza concorrente e terminal, desinfecção e descontaminação.  Problemas: nos estudos não encontramos contra indicação ou problemas associados ao uso da Biguanida na limpeza de superfícies do ambiente hospitalar.  Concentração: 1%. A TABELA ABAIXO MOSTRA UM RESUMO DAS PRINCIPAIS SOLUÇÕES DESINFETANTES COM SUAS ORIENTAÇÕES MAIS RELEVANTES Soluções desinfetantes para superfícies fixas ou inanimadas Solução Ação Tempo/ Exposição Toxicidade Orientações Combinação de PHMB e Quaternário Desinfetante para superfícies e artigo semi - críticos 10 minutos – Laudos apontam para menos tempo Baixa Superfícies fixas e artigos semi. Atua em presença de matéria orgânica. Composto clorado (Hipoclorito de sódio 1%) Desinfetante 10 minutos para superfícies. Media. Irritante para mucosas e vias aéreas superiores. Corrosivo para metais. Não atua em presença de matéria orgânica. Validade de 24 horas. Álcool 70% Desinfecção Por fricção. Baixa. Superfície fixa na limpeza concorrente (colchão). Quartenário de amônia Desinfetante 10 minutos para superfícies. Baixa. Superfícies e equipamentos na área de alimentação e berçário. Biguanida Desinfetante 10 minutos para superfícies. Baixa. Superfícies fixas. Atua em presença de matéria orgânica (fezes, vômitos, etc.)
  13. 13. Manual de Higienização de Hospitais 13 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 04 - TÉCNICAS DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO DO AMBIENTE HOSPITALAR OPERACIONALIZAÇÃO DA LIMPEZA O correto conhecimento das etapas da limpeza e orientação sobre os cuidados de prevenção da disseminação de microorganismos evitando a contaminação do ambiente estabelece uma organização funcional do trabalho. A efetividade da limpeza baseia-se na sua capacidade de remoção de sujidade através da lavagem por fricção ou escovação com água e detergente em quantidade suficiente do que uma mera passagem de pano úmido em sentidos pré-determinados (1, 5, 9, 10). O principio básico na operacionalização do processo de limpeza é de iniciar a limpeza dos locais mais limpos para os mais sujos, de cima pra baixo, do local mais distante para o mais próximo em relação ao profissional que está realizando o procedimento, em sentido único, com movimentos retos, fazendo a virada do acessório (panos, esponjas e MPs) adequadamente. A operacionalização do processo de limpeza constitui-se: Limpeza manual úmida: é a limpeza com a utilização de rodos, MPs, panos ou esponjas umedecidas em solução detergente ou desinfetante com enxágüe posterior com água limpa. Realizadas nos mobiliários em geral, equipamentos, luminárias, tetos e pisos. Alguns autores chamam esta operação de varredura úmida, onde são removidos os detritos soltos e não apresentam matéria orgânica. Há solução limpadora multiuso (Fácil 31 ou Limpador Garra) para limpeza manual úmida que não necessita de enxágüe posterior, utilizada principalmente para os mobiliários, luminárias, interruptores de luz e energia, equipamentos e locais que não podem ter excesso de água.
  14. 14. Manual de Higienização de Hospitais 14 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 Limpeza manual molhada: consiste em aplicar uma solução de detergente (Limpador Garra) em pisos, paredes, mobiliários e aplicação de energia mecânica de esfregar com fibra, escova ou esfregão e fazer enxágüe posterior com água limpa. Utilizada principalmente na limpeza terminal e na limpeza concorrente dos banheiros Limpeza mecanizada do piso: é a remoção da sujidade do piso com maquina de lavar tipo enceradeira ou lavadora automática. Espalha-se no piso solução detergente e/ou desinfetante (Limpador Garra), esfregam com grande eficiência e removem a água sem necessidade de rodos (lavadora automática). Descontaminação: é a remoção de materiais orgânicos (fezes, vômitos, sangue) de uma superfície com auxilio de uma Solução desinfetante Fácil 41. A matéria orgânica deve ser removida da seguinte forma: Remover a maior parte do material com papel absorvente descartando-o no lixo adequado, posteriormente aplicar a Solução do limpador Garra e posteriormente o desinfetante Fácil 41, deixando agir por 10 minutos, fazer esfregação, em seguida fazer a remoção deste conteúdo com papel absorvente descartando-o no lixo adequado e dar acabamento final conforme a necessidade.
  15. 15. Manual de Higienização de Hospitais 15 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 AS TÉCNICAS DO PROCESSO DE LIMPEZA No processo de limpeza hospitalar sabemos que a limpeza concorrente é o processo de limpeza e desinfecção que ocorre com o ambiente ocupado e a limpeza terminal é realizada após a desocupação do ambiente. No entanto hoje com as novas definições do ambiente hospitalar temos a limpeza preparatória e a limpeza especial conforme os conceitos já descritos anteriormente. Lembramos que nos demais ambientes que não há trafego ou permanência de pacientes também deve haver limpeza concorrente e terminal de acordo com risco de contaminação. Descrevemos os passos em detalhes das quatro técnicas para os diversos ambientes conforme o risco de contaminação das superfícies, pois delas dependem a recuperação do paciente e a saúde dos trabalhadores. LIMPEZA CONCORRENTE Conceito: É a limpeza realizada diariamente feita nas superfícies inanimadas (pisos, pias, mesas fixas, tampos, peitoris, maçanetas das portas, interruptores de luz), reposição de materiais (sabonete liquido, papel higiênico e papel toalha) e recolhimento do lixo. Objetivo: Diminuir a carga microbiana das superfícies fixas, manter os aposentos em perfeitas condições de higiene e limpeza, oferecendo bem estar, conforto e segurança aos clientes internos e externos. Executantes: Auxiliares de limpeza. Materiais Necessários: Carro Funcional contendo:  Limpador Geral Superfícies- Garra;  Solução desinfetante Fácil 41 Hospitalar para Superfícies Fixas - Fácil 41;  Pulverizadores (3 abastecidos com Fácil 41 e 1 com Limpador Garra)  Escova Lavatina;
  16. 16. Manual de Higienização de Hospitais 16 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99  Esponja dupla face – Verde e Amarela (para pias do banheiro e quarto e banheiro de um modo geral, exceto piso e vaso);  Fibra Azul não risca(mobília, piso e demais superfícies do quarto)  Fibra verde (vaso sanitário, cestos de lixo e piso do banheiro)  Wiper;  Balde plástico retangular;  Ferramenta Limpa Fácil, abastecida com Limpador Garra;  Ferramenta Lamelo;  Refil para Lamelo;  Refil para Limpa Fácil  Ferramenta de aplicação de cera completa ( cabo alumínio, luva de 45 cm);  Sacos de lixo 100 litros e 30 litros cor azul (comum);  Sacos de lixo 100 litros e 30 litros cor branco (infectante);  Fechos de saco de lixo;  Faixa de sinalização “Sanitário Desinfetado”;  Placa de sinalização (Piso molhado ou em Manutenção)  Suporte LT  Luvas de látex amarelas e/ou verdes;  Tocas descartáveis;  Óculos protetores;  Toalhas descartáveis de bandeja;  Lavador de vidro 45 cm completo com cabo de 1,5 ou superior;  Papel higiênico melhoramentos;  Papel Toalha melhoramentos;  Sabonete Liquido refil (Lotion Soap)  Álcool Gel Refil (eversoftl)  Acabamento para piso (Top Coat) Descrição do Processo com dois auxiliares de limpeza Limpeza deve seguir a seguinte seqüência: Superfícies e objetos potencialmente ou visualmente menos sujos antes, mais sujos depois; Superfícies e locais mais altos antes e mais baixos depois; Gestos de limpeza devem ser sempre realizados no sentido de vai e vem; Os auxiliares de limpeza devem informar logo no inicio do procedimento, qualquer irregularidade no ambiente referente à manutenção predial, como danos elétricos, hidráulicos etc. Iniciando o processo:  Dirigir-se com o carro funcional abastecido dos materiais, produtos e equipamentos necessários;  Aplicar álcool gel nas mãos antes de iniciar os procedimentos;  Sinalizar a porta do quarto com a placa “piso molhado”  Calçar as luvas amarelas e os óculos;  Recolher o lixo comum dos cestos, fechar os sacos e depositá-los no saco do carro funcional;
  17. 17. Manual de Higienização de Hospitais 17 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99  Recolher o lixo infectado (se houver) dos cestos, fechar os sacos e encaminhá-los diretamente ao expurgo;  Aplicar Facil 41 nas luvas e retirá-las. Limpeza de superfícies do teto, paredes e mobiliários:  Calçar as luvas amarelas e os óculos;  Se houver matéria orgânica esta deverá ser removida antes do procedimento de limpeza geral, utilizar a técnica de descontaminação pulverizando a solução de Fácil 41 e removendo com papel toalha absorvente, descartando no lixo adequado;  Pulverizar o Fácil 41 em um Wipper e aplicá-lo em todas as superfícies horizontais como (cadeiras, criado-mudo, armário, bandeja de alimentação etc.)  Deixar secar;  Repor sacos de lixo;  Pulverizar Fácil 41 nas luvas e retirá-las, colocando-as de volta ao carro funcional;  Higienizar as mãos com sabonete new eversoft ou álcool gel new eversoft. Limpeza do piso do quarto:  Calcar as luvas amarelas;  Observar o piso e se houver presença de manchas e sujidade impregnadas, realizar a técnica de descontaminação pulverizando a solução de Fácil 41, removendo com papel toalha, descartando no lixo adequado;  Aplicar a Ferramenta Lamelo em todo o piso do quarto visando remover sujeiras secas;  Descartar o refil do Lamelo no lixo do carro funcional;  Aplicar Limpador Garra no piso com a Ferramenta Limpa Fácil, limpando-o totalmente e dando acabamento total;  Pulverizar Fácil 41 nas luvas e retirá-las, colocando-as de volta ao carro funcional;  Higienizar as mãos com sabonete new eversoft ou álcool gel new eversoft. Limpeza do banheiro:  Calçar as luvas de látex amarelas e óculos;  Pulverizar o Fácil 41 em todas as superfícies, louças sanitárias e dispensers (externamente) e fazer a esfregação usando as seguintes esponjas e fibras: Fibra Verde para vaso sanitário, cestos de lixo e piso do banheiro com suporte LT Esponja Verde e Amarela para pias e demais superfícies e louças sanitárias  Logo após enxaguar com pequeno volume de água;  Secar com wiper as superfícies e louças sanitárias;  Secar piso com rodo ou pano apropriado;  Pulverizar o Fácil 41 em todas as superfícies e louças sanitárias;  Deixar agir por 10 minutos;  Secar com wiper apenas as superfícies e louças sanitárias que se fizer necessário como vaso sanitário;  Repor sacos de lixo;  Reabastecer, quando necessário, os dispensers de papel higiênico, toalheiro e sabonete líquido, limpando-os neste caso, também externamente com Wiper e Fácil 41;
  18. 18. Manual de Higienização de Hospitais 18 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99  Pulverizar Fácil 41 nas luvas e retirá-las, colocando-as de volta ao carro funcional;  Higienizar as mãos com sabonete new eversoft ou álcool gel new eversoft. Finalizando o processo:  Recolher todo o material e depositá-lo no carro funcional;  Reabastecer o Limpa Fácil com solução Limpador Geral Garra;  Reabastecer os pulverizadores com os seus respectivos produtos;  Descartar wiper utilizados,  Acondicionar o refil do Limpa Fácil no balde indicado e repor o refil para a próxima limpeza;  Reabastecer o carro funcional com os materiais necessários e se dirigir ao próximo aposento. Orientações: Luvas de borracha: são equipamentos de proteção individual obrigatório para realização de qualquer atividade de limpeza; No exemplo acima preconizamos duas cores: verde para a limpeza de mobiliários e equipamentos; amarela para limpeza de banheiros, pisos, retirada de lixo e processo de descontaminação. Postos de enfermagem, copas, arsenais e outros: nas pias e balcões a limpeza concorrente deve ser realizada com detergente neutro (BEST): umedecer a esponja dupla face, fazer a esfregação e enxaguar (se houver presença de matéria orgânica proceder conforme descontaminação). Pisos: a limpeza concorrente dos pisos deve ser realizada da mesma maneira em todos os ambientes, deve ser usada a solução Limpador Geral Garra.
  19. 19. Manual de Higienização de Hospitais 19 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 LIMPEZA TERMINAL Conceito: É a limpeza realizada de maneira detalhada nas unidades de internação, utilizando ação mecânica e em seguida a desinfecção das superfícies fixas, preparando o ambiente para um novo cliente. Objetivo: Manter os aposentos em perfeitas condições de higiene e limpeza, oferecendo bem estar, conforto e segurança aos clientes internos e externos. Executantes: Auxiliares de limpeza. Materiais Necessários: Carro Funcional contendo:  Limpador Geral Superfícies- GARRA;  Solução desinfetante Fácil 41 Hospitalar para Superfícies Fixas - Fácil 41;  Pulverizadores(3 abastecidos com Fácil 41 e 1 Limpador Geral Garra)  Escova Lavatina;  Esponja dupla face – Verde e Amarela ( para pias do banheiro e quarto e . banheiro de um modo geral, exceto piso e vaso);  Fibra Azul não risca( mobília e demais superfícies do quarto )  Fibra Verde (vaso sanitário, cestos de lixo e piso do banheiro)  Wiper;  Balde plástico retangular;  Ferramenta Limpa Fácil, abastecida com Limpador Geral Garra;  Ferramenta Lamelo;  Refil para Lamelo;  Refil para Limpa Fácil
  20. 20. Manual de Higienização de Hospitais 20 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99  Rodo 35cm com cabo de alumínio;  Sacos de lixo 100 litros e 30 litros cor azul (comum);  Sacos de lixo 100 litros e 30 litros cor branco (infectante);  Fechos de saco de lixo;  Faixa de sinalização “Sanitário Desinfetado”;  Placa de sinalização (Piso molhado ou em Manutenção)  Suporte Lt  Luvas de látex amarelas;  Tocas descartáveis;  Óculos protetores;  Toalhas descartáveis de bandeja;  Lavador de vidro 45 cm completo com cabo de 1,5 ou superior;  Luvas de procedimentos descartáveis;  Papel higiênico melhoramentos;  Papel Toalha melhoramentos;  Sabonete Liquido refil ( Lotion Soap)  Álcool Gel Refil (eversoftl)  Acabamento para piso ( Top Coat )
  21. 21. Manual de Higienização de Hospitais 21 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 Descrição do Processo com dois auxiliares de limpeza Limpeza deve seguir a seguinte seqüência: Superfícies e objetos potencialmente ou visualmente mais sujos antes, menos sujos depois; Superfícies e Locais mais altos antes e mais baixos depois; Gestos de limpeza devem ser sempre realizados no sentido de vai e vem; Os auxiliares de limpeza devem informar logo no inicio do procedimento, qualquer irregularidade no ambiente referente à manutenção predial, como danos elétricos, hidráulicos etc. Iniciando o processo :  Dirigir-se com o carro funcional abastecido dos materiais, produtos e equipamentos necessários;  Aplicar álcool gel nas mãos antes de iniciar os procedimentos;  Sinalizar a porta do quarto com a placa “piso molhado”  Calçar as luvas de procedimento e os óculos;  Recolher o lixo comum dos cestos, fechar os sacos e depositá-los no saco do carro funcional;  Recolher o lixo infectado (se houver) dos cestos, fechar os sacos e encaminhá-los diretamente ao expurgo;  Retirar as luvas e descartá-las no lixo apropriado ( comum ou infectado ); Limpeza de superfícies do teto, paredes e mobiliários:  Calçar as luvas de procedimento e os óculos;  Se houver matéria orgânica esta deverá ser removida antes do procedimento de limpeza geral, utilizar a técnica de descontaminação pulverizando a solução de Fácil 41 e removendo com papel toalha, descartando no lixo adequado;  Pulverizar o Fácil 41 em todas as superfícies (cama, colchão, cadeira, criado- mudo, armário, bandeja de alimentação etc.)
  22. 22. Manual de Higienização de Hospitais 22 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99  Pulverizar o Fácil 41 no wiper e passá-lo nos painéis elétricos, tomadas, batentes, na parte da geladeira e TV, desligando a geladeira e TV antes de iniciar o processo;  Deixar agir por 10 minutos;  Enquanto isto, pulverizar o Fácil 41 na luva do lavador de vidro e aplicá-la no teto e posteriormente nas paredes e portas, sempre reaplicando o Fácil 41 quando a luva estiver seca, retire o excesso dos locais aonde se fizer necessário com wiper;  Secar o Fácil 41 de todas as superfícies aonde foi pulverizado e painéis elétricos, tomadas, batentes, geladeira, TV, etc.;  Esfregar a bandeja de alimentação com esponja azul não risca, fazer enxágüe e secar com wiper;  Pulverizar o Limpador Geral Garra no wiper e aplicá-lo sobre as manchas mais resistentes de paredes, camas, portas etc.  Pulverizar o Detergente Neutro Best no wiper e passar internamente na geladeira, caso esteja congelada, a mesma deve ser descongelada logo no inicio do procedimento;  Repor sacos de lixo;  Retirar as luvas e descartá-las no lixo apropriado ( comum ou infectado ); Limpeza do piso do quarto:  Calcar as luvas de procedimento;  Observar o piso e se houver presença de manchas e sujidade impregnadas, realizar a técnica de descontaminação pulverizando a solução de Fácil 41, removendo com papel toalha, descartando no lixo adequado;  Aplicar a Ferramenta Lamelo em todo o piso do quarto visando remover sujeiras secas;  Descartar o refil do Lamelo no lixo do carro funcional;  Sempre que necessário realizar a limpeza molhada pulverizando o Limpador Geral Garra no piso e esfregar com enceradeira industrial e disco vermelho, recolhendo a umidade com a Ferramenta Limpa Fácil;
  23. 23. Manual de Higienização de Hospitais 23 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99  Como opção ao uso da enceradeira, na limpeza molhada do piso, pode-se pulverizar Limpador Geral Garra sobre a superfície e esfregar com suporte Lt e fibra Azul Não Risca, recolhendo o resíduo com a Ferramenta Limpa Fácil;  Se não for necessária a limpeza molhada no piso, aplicar Limpador Geral Garra no piso com a Ferramenta Limpa Fácil, limpando-o totalmente e dando acabamento total;  Aplicar uma demão de acabamento Top Coat, se necessário, realizando necessariamente a limpeza molhada com enceradeira industrial e disco vermelho, conforme descrito anteriormente;  Atenção na aplicação do Limpa Fácil, o mesmo deve ser aplicado como ultima etapa do trabalho, somente após a realização da conferencia do oxigênio pela Enfermagem;  Descartar as luvas de procedimento. Limpeza do banheiro:  Calçar as luvas de látex amarelas e óculos;  Esvaziar o vaso sanitário com recipiente adequado ou copo plástico descartável, desprezando a água no ralo e o copo no lixo adequado;  Pulverizar o Fácil 41 em todas as superfícies, louças sanitárias e dispensers ( interna e externamente ) e fazer a esfregação usando as seguintes esponjas e fibras: Fibra Verde para vaso sanitário, cestos de lixo e piso do banheiro com suporte Lt Esponja Verde e Amarela para pias e demais superfícies e louças sanitárias  Logo após enxaguar com pequeno volume de água;  Pulverizar Fácil 41 nas luvas e retirá-las, colocando-as de volta ao carro funcional;  Calcar as luvas de procedimento;  Secar com wiper as superfícies e louças sanitárias;  Secar piso com rodo ou pano apropriado;  Pulverizar o Fácil 41 em todas as superfícies e louças sanitárias;  Deixar agir por 10 minutos;  Secar com wiper apenas as superfícies e louças sanitárias que se fizer necessário como vaso sanitário;  Repor sacos de lixo;
  24. 24. Manual de Higienização de Hospitais 24 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99  Reabastecer os dispensers de papel higiênico, toalheiro e sabonete líquido, limpando-os internamente e externamente com Wiper e Fácil 41;  Descartar as luvas de procedimento.  Lavar as mãos. Finalizando o processo:  Recolher todo o material e depositá-lo no carro funcional;  Reabastecer o Limpa Fácil com solução detergente Limpador Geral Garra;  Reabastecer os pulverizadores com os seus respectivos produtos;  Descartar wiper utilizados,  Acondicionar o refil do Limpa Fácil no balde indicado e repor o refil para a próxima limpeza;  Reabastecer o carro funcional com os materiais necessários e se dirigir ao próximo aposento. Orientações: As luvas de borracha: são equipamentos de proteção individual obrigatório para a realização de qualquer atividade de limpeza; no exemplo acima ( limpeza terminal ) preconizamos apenas 1 cor: amarela para limpeza de banheiros, pisos, retirada de lixo e processo de descontaminação. Há a possibilidade tal como descrito na limpeza terminal acima o uso de luva de procedimento, desde que a mobília do hospital não ofereça risco de “esconder” perfuro-cortantes. Limpeza terminal dos postos de enfermagem, copas, arsenais e outros: nas pias e balcões a limpeza terminal deve ser realizada com detergente neutro (BEST): umedecer a esponja dupla face, fazer a esfregação e enxaguar, pulverizar Solução desinfetante Fácil 41 (Fácil 41) e deixar secar (se houver presença de matéria orgânica proceder conforme a orientação acima). Pisos: a limpeza terminal dos pisos deve ser realizada da mesma maneira em todos os ambientes. Geladeiras: desligar na noite anterior a limpeza, transferir seu conteúdo para outra geladeira e após descongelamento proceder da seguinte forma: umedecer esponja dupla face com detergente neutro (BEST) fazer a esfregação e enxaguar com Wipper umedecida em água limpa.
  25. 25. Manual de Higienização de Hospitais 25 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 LIMPEZA ESPECIAL Conceito: É a desinfecção diária de todos os materiais e equipamentos distante até 1 metro do leito de pacientes colonizados ou infectados com bactérias resistentes e fatores de risco de contaminação das superfícies, isto é, com grande quantidade de secreção, independente do local ou doença (monitores, focos, suportes de soro, painel de gases, grade de cama, bomba de infusão, respirador, criado mudo e outros). Objetivo: Manter o ambiente sempre seguro de infecções, oferecendo conforto e segurança para clientes internos e externos. Executantes: Auxiliares de limpeza Materiais necessários: Materiais Necessários: Carro Funcional contendo:  Limpador Geral Superfícies- GARRA;  Solução desinfetante Fácil 41 Hospitalar para Superfícies Fixas - Fácil 41;  Pulverizadores(3 abastecidos com Fácil 41 e 1 Limpador Geral Garra)  Escova Lavatina;  Esponja dupla face – Verde e Amarela (para pias do banheiro e quarto e banheiro de um modo geral, exceto piso e vaso);  Fibra Azul não risca(mobília e demais superfícies do quarto)  Fibra verde (vaso sanitário, cestos de lixo e piso do banheiro)  Wiper;  Balde plástico retangular;  Ferramenta Limpa Fácil, abastecida com Limpador Geral Garra;  Ferramenta Lamelo;  Refil para Lamelo;  Refil para Limpa Fácil  Rodo 35cm com cabo de alumínio;  Sacos de lixo 100 litros e 30 litros cor azul (comum);  Sacos de lixo 100 litros e 30 litros cor branco (infectante);
  26. 26. Manual de Higienização de Hospitais 26 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99  Fechos de saco de lixo;  Faixa de sinalização “Sanitário Desinfetado”;  Placa de sinalização (Piso molhado ou em Manutenção)  Suporte LT  Luvas de látex amarelas e/ou verdes;  Tocas descartáveis;  Óculos protetores;  Toalhas descartáveis de bandeja;  Lavador de vidro 45 cm completo com cabo de 1,5 ou superior;  Papel higiênico melhoramentos;  Papel Toalha melhoramentos;  Sabonete Liquido refil (Lotion Soap)  Álcool Gel Refil (eversoftl)  Acabamento para piso (Top Coat) Descrição do processo de Limpeza especial: - Iniciando o processo: dirigir-se com o carro funcional abastecido dos materiais, produtos e equipamentos necessários. Limpeza das superfícies:  Calçar as luvas de borracha (verde);  Pulverizar a Solução desinfetante Fácil 41 (Fácil 41 ) no Wipper e realizar a limpeza sob fricção do pano umedecido nas superfícies (grades da cama, suporte de soro, mesa de alimentação, criado-mudo, painel de gazes e equipamentos);  Pulverizar Fácil 41 nas luvas e retirá-las, colocando-as de volta ao carro funcional;  Higienizar as mãos com sabonete new eversoft ou álcool gel new eversoft. Finalizando o processo:  Recolher o material e depositá-lo no carro funcional;  Dirigir com o carro funcional ate a unidade de trabalho (sala);  Descartar os wipper;  Reabastecer o carro funcional com os materiais necessários e de se dirigir ao próximo local a ser realizado a limpeza especial.
  27. 27. Manual de Higienização de Hospitais 27 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 LIMPEZA PREPARATÓRIA Conceito: Limpeza diária antes da utilização do local. É a remoção de partículas depositadas nas superfícies horizontais em áreas de procedimentos (centro cirúrgico, endoscopia, ultra-sonografia, raios X e outros). Objetivo: Manter o ambiente limpo e seguro para clientes internos e externos. Executantes: Auxiliares de limpeza Materiais Necessários: Carro Funcional contendo:  Limpador Geral Superfícies- GARRA;  Solução desinfetante Fácil 41 Hospitalar para Superfícies Fixas - Fácil 41;  Pulverizadores(3 abastecidos com Fácil 41 e 1 Limpador Geral Garra)  Escova Lavatina;  Esponja dupla face – Verde e Amarela (para pias do banheiro e quarto e banheiro de um modo geral, exceto piso e vaso);  Fibra Azul não risca(mobília e demais superfícies do quarto)  Fibra verde (vaso sanitário, cestos de lixo e piso do banheiro)  Wiper;  Balde plástico retangular;  Ferramenta Limpa Fácil, abastecida com Limpador Geral Garra;  Ferramenta Lamelo;  Refil para Lamelo;  Refil para Limpa Fácil  Rodo 35cm com cabo de alumínio;  Sacos de lixo 100 litros e 30 litros cor azul (comum);  Sacos de lixo 100 litros e 30 litros cor branco (infectante);  Fechos de saco de lixo;  Faixa de sinalização “Sanitário Desinfetado”;  Placa de sinalização (Piso molhado ou em Manutenção)
  28. 28. Manual de Higienização de Hospitais 28 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99  Suporte LT  Luvas de látex amarelas e/ou verdes;  Tocas descartáveis;  Óculos protetores;  Toalhas descartáveis de bandeja;  Lavador de vidro 45 cm completo com cabo de 1,5 ou superior;  Papel higiênico melhoramentos;  Papel Toalha melhoramentos;  Sabonete Liquido refil (Lotion Soap)  Álcool Gel Refil (eversoftl)  Acabamento para piso (Top Coat) Descrição do processo da limpeza preparatória: - Iniciando o processo: dirigir-se com o carro funcional abastecido dos materiais, produtos e equipamentos necessários. Limpeza das superfícies  Calçar as luvas de borracha (verde);  Pulverizar a Solução desinfetante Fácil 41 (Fácil 41 ) no Wipper e realizar a limpeza sob fricção do pano umedecido nas superfícies fixas ou inanimadas: macas, focos de luz, mesas auxiliares, painel de gazes e equipamentos;  Pulverizar Fácil 41 nas luvas e retirá-las, colocando-as de volta ao carro funcional;  Higienizar as mãos com sabonete new eversoft ou álcool gel new eversoft. Finalizando o processo:  Recolher o material de depositá-lo no carro funcional;  Dirigir com o carro funcional ate a unidade de trabalho (sala);  Descartar os Wippers utilizados;  Reabastecer o carro funcional com os materiais necessários e se dirigir ao próximo local a ser realizado a limpeza especial.
  29. 29. Manual de Higienização de Hospitais 29 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 05 - PROTOCOLOS DOS PROCESSOS DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE SUPERFÍCIES Os processos de trabalho estabelecem uma organização funcional das ações a serem realizadas no dia-a-dia. Por definição, protocolo é um conjunto de regras a serem seguidas no processo de trabalho; portanto os protocolos de limpeza do ambiente hospitalar são um conjunto de etapas que permitem a destruição dos microorganismos das superfícies inanimadas do ambiente hospitalar. Deve ser especificado no protocolo de limpeza do ambiente hospitalar: o local a receber a ação, qual ação a ser realizada, quando fazer a ação, com que produto deve ser realizada a ação, como realizar a ação e quem deve realizar a ação.
  30. 30. Manual de Higienização de Hospitais 30 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 DE ACORDO COM AS NOVAS DEFINIÇÕES APRESENTAMOS OS PROTOCOLOS DE LIMPEZA DO AMBIENTE HOSPITALAR: 1. Quartos em unidades de internação e UTI; salas de consulta e procedimentos ambulatoriais. Onde O que Quando Com o que Como Por quem Quartos em unidades de internação e UTI, salas de consulta e procedimentos ambulatoriais Descontami- nação Sempre que necessário Solução desinfetante Fácil 41 Processo de descontaminação Serviço de limpeza Limpeza concorrente Diária Solução Limpador Geral Garra e desinfetante Fácil 41 Técnica da limpeza concorrente Serviço de limpeza Limpeza terminal Periodica mente Solução Limpador Geral Garra e desinfetante Fácil 41 Técnica da limpeza terminal Serviço de limpeza Limpeza mecanizada do piso Sempre que necessário (periodica mente) Solução Limpador Geral Garra Utilizando maquina lavadora Serviço da limpeza
  31. 31. Manual de Higienização de Hospitais 31 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 2. Quartos de pacientes: portadores de bactérias resistentes; com fatores de risco de contaminação de superfícies; isolados por precauções aéreas. Onde O que Quando Com o que Como Por quem Quartos de pacientes: portadores de bactérias resistentes; com fatores de risco de contaminação de superfícies; isolados por precauções aéreas. Descontaminação Sempre que necessário Solução desinfetante Fácil 41 Processo de descontaminação Serviço de limpeza Limpeza concorrente Diária Solução Limpador Geral Garra e desinfetante Fácil 41 Técnica de limpeza concorrente Serviço de limpeza Limpeza especial Diária Solução Limpador Geral Garra e desinfetante Fácil 41 Técnica de limpeza especial Serviço de limpeza Limpeza terminal Periodicamente (mensalmente quando paciente internado a mais de 15 dias ou alta/óbito Solução Limpador Geral Garra e desinfetante Fácil 41 Técnica de limpeza terminal Serviço de limpeza Limpeza mecanizada Periodicamente (quinzenal) Solução Limpador Geral Garra Utilizando maquina lavadora Serviço de limpeza
  32. 32. Manual de Higienização de Hospitais 32 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 3. Centro cirúrgico e obstétrico. Onde O que Quando Com o que Como Por quem Centro cirúrgico e obstétrico (cirurgias eletivas e urgência) Limpeza preparatória Antes da 1ª cirurgia. Solução de álcool 70% Técnica de limpeza preparatória Serviço de limpeza Descontaminação Durante o ato cirúrgico Solução desinfetante Fácil 41 Processo de descontaminação Serviço de limpeza ou circulante de sala Limpeza concorrente *em cirurgias de pequeno porte abrange apenas o mobiliário. Em meio e grande porte inclui o piso Após cada cirurgia Solução Limpador Geral Garra e desinfetante Fácil 41 Técnica de limpeza concorrente Serviço de limpeza Limpeza terminal **pode ser solicitada quando houver contaminação ambiental relevante (derramamento de grande quantidade de sangue, secreções ou excreções) Periodicamente (semanal) Solução Limpador Geral Garra e desinfetante Fácil 41 Técnica de limpeza terminal Serviço de limpeza Limpeza mecanizada do piso Periodicamente (semanal) ***nos centros obstétricos é recomendado diariamente Solução Limpador Geral Garra Utilizando maquina lavadora Serviço de limpeza
  33. 33. Manual de Higienização de Hospitais 33 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 4. Procedimentos especializados e invasivos Onde O que Quando Com o que Como Por quem Procedimentos especializados e invasivos Descontaminação Sempre que necessário Solução de desinfetante Processo de descontaminação Serviço de limpeza Desinfecção de maca A cada paciente Solução desinfetante Fácil 41 Limpeza manual única Serviço de limpeza Limpeza concorrente Diária Solução Limpador Geral Garra e desinfetante Fácil 41 Técnica de limpeza concorrente Serviço de limpeza Limpeza terminal Periodicamente (quinzenal) Solução Limpador Geral Garra e desinfetante Fácil 41 Técnica de limpeza terminal Serviço de limpeza Limpeza mecanizada do piso Periodicamente (semanal) Solução Limpador Geral Garra Utilizando maquina lavadora Serviço de limpeza Limpeza especial Diária Solução Limpador Geral Garra e desinfetante Fácil 41 Técnica da limpeza especial Serviço de limpeza
  34. 34. Manual de Higienização de Hospitais 34 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 5. Pronto socorro: Box comum, área de circulação e área de absorção Onde O que Quando Com o que Como Por quem Pronto socorro: Box comum, área de circulação e área de absorção Descontaminação Sempre que necessário Solução desinfetante Fácil 41 Processo de descontaminação Serviço de limpeza Desinfecção de maca A cada paciente Solução desinfetante Fácil 41 Limpeza manual úmida Serviço de limpeza Limpeza concorrente Diária Solução desinfetante Fácil 41 e/ou detergente Técnica de limpeza concorrente Serviço de limpeza Limpeza terminal Periodicamente (quinzenal) Solução Limpador Geral Garra e desinfetante Fácil 41 Técnica de limpeza terminal Serviço de limpeza Limpeza mecanizada do piso Periodicamente (semanal) Solução Limpador Geral Garra Utilizando maquina lavadora Serviço de limpeza Limpeza especial Diária Solução Limpador Geral Garra e desinfetante Fácil 41 Técnica de limpeza especial Serviço de limpeza
  35. 35. Manual de Higienização de Hospitais 35 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 6. Pronto Socorro: Área de Procedimento de urgência Onde O que Quando Com o que Como Por quem Pronto Socorro: área de Procedimento de urgência Descontaminação Sempre que necessário Desinfetante Processo de descontaminação Serviço de limpeza Limpeza concorrente Após cada procedimento Solução Limpador Geral Garra e desinfetante Fácil 41 Técnica de limpeza concorrente Serviço de limpeza Limpeza terminal Periodicamente (semanal) Solução Limpador Geral Garra e desinfetante Fácil 41 Técnica de limpeza terminal Serviço de limpeza Limpeza mecanizada do piso Periodicamente (semanal) Solução Limpador Geral Garra Utilizando maquina lavadora Serviço de limpeza
  36. 36. Manual de Higienização de Hospitais 36 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 7. Áreas administrativas, postos de enfermagem, copas, arsenais e corredores. Onde O que Quando Com o que Como Por quem Áreas administrativas, postos de enfermagem, copas, arsenais e corredores. Descontaminação Sempre que necessário Desinfetante Processo de descontaminação Serviço de limpeza Limpeza concorrente Após cada procedimento Solução Limpador Geral Garra e desinfetante Fácil 41 Técnica de limpeza concorrente Serviço de limpeza Limpeza terminal Periodicamente (semanal) Solução Limpador Geral Garra e desinfetante Fácil 41 Técnica de limpeza terminal Serviço de limpeza Limpeza mecanizada do piso Periodicamente (semanal) Solução Limpador Geral Garra Utilizando maquina lavadora Serviço de limpeza
  37. 37. Manual de Higienização de Hospitais 37 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 06 - HIGIENE PESSOAL Como vimos as bactérias são levadas aos pacientes principalmente através da contaminação das mãos dos profissionais da saúde (enfermagem, médicos, limpeza e outros); outras maneiras podem ocorrer, porém, com uma maior incidência que são através dos calçados, cabelos e uniformes sujos. A higiene pessoal é de extrema importância para os profissionais da área de limpeza, são mais relevantes:  Manter perfeita higiene pessoal (banho diário, cabelos limpos e penteados, unhas limpas e barbas aparadas);  Lavas as mãos antes e após cada procedimento de limpeza, após o uso de toaletes e antes das refeições;  Prender cabelos;  Usar uniformes e calçados limpos. FIGURA PROFISSIONAL As instituições hospitalares devem oferecer vestiários/banheiros para os profissionais do serviço de limpeza realizarem sua higiene pessoal após o turno de trabalho. O uniforme sujo deve ser levado para casa em saco plástico e deve ser lavado separadamente do restante das roupas (o ideal é lavar no próprio local de trabalho (11). De acordo com o CDC a conscientização da adequada lavagem das mãos é fundamental e prioritário; na estruturação deste manual, demonstramos quais os métodos mais adequados, bem como os materiais, equipamentos e produtos a serem utilizados (14). PELE A superfície da pele apresenta sulcos e saliências – particularmente acentuadas nas regiões palmo-plantares e a extremidades dos dedos é extremamente responsável pelo manto de revestimento do organismo, indispensável à vida; do ponto de vista da flora microbiana da pele, temos duas populações: a residente e a transitória. Flora residente é composta pelos microorganismos que vivem e se multiplicam na pele, podendo ser viáveis por longo período. Flora transitória como o nome sugere, é passageira e os microorganismos que a compõe são viáveis por apenas curto período. Suas bactérias são mais fáceis de serem removidas, pois se encontram na superfície da pelo, junto à gordura e sujidades. O que atingimos ao lavar as mãos é a flora transitória. Lembramos ainda que existe a lavagem com anti-sepsia das mãos, realizada pelo pessoal de enfermagem e médicos para procedimentos invasivos nos pacientes, para os profissionais de limpeza e outros profissionais do hospital a lavagem básica das mãos com água e sabão ou aplicação de álcool gel é suficiente para evitarmos a transmissão de microorganismos.
  38. 38. Manual de Higienização de Hospitais 38 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 PRODUTOS INDICADOS PARA LAVAGEM DAS MÃOS Os produtos químicos reconhecidos pela ANVISA são os anti-sépticos e os sabões comuns, descrevemos suas definições para melhor compreensão (3,14): ANTI-SÉPTICOS São formulações germicidas de baixa causticidade, hipoalergenicos, destinados à aplicação na pele e mucosas; as formulações comerciais destinadas à lavagem das mãos são: soluções anti-sépticas com detergentes (degermantes) – essas soluções associam detergentes com anti-sépticos e se destinam a degermação da pele e mucosas, removendo detritos e impurezas. Soluções anti-sépticas alcoólicas – essas soluções não associam detergentes, tem secagem instantânea e se destinam a degermação apenas da pele. São considerados adequados para uso hospitalar os seguintes anti-sépticos: - Alcoóis (álcool entre 62% a 70% de concentração) - Os alcoóis etílico e isopropílico em solução aquosa entre 62% a 70% são germicidas, tem um tempo de ação imediato e praticamente nenhuma ação residual. Na redução da tensão superficial da célula bacteriana, a solução aquosa de álcool é mais efetiva do que álcool absoluto. O ressecamento da pele, motivado pelo uso freqüente do álcool, pode ser evitado adicionando a esse produto, aditivos especiais. - Biguanida (Clorhexidina) – A solução de clorhexidina é um germicida do grupo das biguanidas, apresenta maior efetividade com um pH 5 a 8 e age melhor contra bactérias gram positivas do que gram negativas e fungos. Sua ação é imediata e tem efeito residual. Apresenta baixo potencial de toxicidade e de fotossensibilidade ao contato, sendo pouco absorvida pela pele integra. SABÕES São sais que se formam pela reação de ácidos graxos obtidos de gorduras vegetais e animais, com metais ou radicais básicos (sódio, potássio, amônia, etc.); também conhecido como sabonetes. O sabão (sabonete) tem ação detergente, que remove a sujidade, detritos e impurezas da pela ou outras superfícies. Determinamos que, sabões (sabonetes) apresentam formação de espuma que extrai e facilita a eliminação de partículas; preconiza-se o uso de sabão
  39. 39. Manual de Higienização de Hospitais 39 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 (sabonete) liquido no hospital e unidades de saúde. Existem vários tipos e apresentações de sabão: em barra, pó, liquido e escamas. De acordo com as normas técnicas regidas pela ANVISA e autores estudados, a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) é responsável pela padronização dos anti-sépticos, sabões, equipamentos e materiais usados nos hospitais, bem como pelos acessórios de limpeza utilizados nos hospitais, alem de, sua limpeza e manutenção. LAVAGEM BASICA DAS MÃOS O simples ato de lavar as mãos com água e sabão (sabonete), visando a remoção de bactérias transitórias e algumas residente, como também células descamativas, pelos suor, sujidades e oleosidade da pele consiste na prevenção e controle da infecção hospitalar. O profissional de saúde deve fazer desse procedimento um habito; o tempo gasto para esse procedimento é de aproximadamente 15 segundos. Descrição básica da lavagem das mãos com água e sabão:  Ficar em posição confortável, sem tocar a pia, abra a torneira, de preferência com a mão não dominante, isto é, com a esquerda se for destro, e com a direita se canhoto.  Manter se possível, a água em temperatura agradável, já que a água quente ou muito fria resseca a pele; use de preferência cerca de 2 ml de sabão liquido.  Ensaboar as mãos e friccionando-as por aproximadamente 15 segundos, em todas as faces, espaços interdigitais, articulações, unha e extremidades dos dedos.  Enxaguar as mãos retirando totalmente a espuma e resíduos de sabão;  Enxugar com papel toalha descartável;  Fechar a torneira utilizando papel toalha descartável (evite encostar na mesa ou na pia). LAVAGEM SEM AGUA E SABÃO Na maioria dos hospitais brasileiros, observam-se problemas relativos à estrutura física, evidenciada pela falta de pias em numero adequado a propiciar a lavagem freqüente das mãos. Nestas situações se faz necessária a aplicação de solução anti-séptica para substituir a lavagem das mãos com água e sabão. - Técnica de lavagem das mãos com solução alcoólica (álcool gel): colocar de 3 ml a 5 ml da solução alcoólica; friccionando as mãos em todas as faces, pelo tempo de secagem das mãos; secar as mãos naturalmente e não por intermédio do papel toalha. COMPONENTES PARA HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS Pias – as pias devem estar limpas, adequadamente localizadas e em numero necessário para facilitar o ato de lavar as mãos, com torneiras que funcionem e suficiente provisão de sabão ou anti-sépticos nos dispensadores, bem como toalhas de papel. Quando não existirem pias nas áreas semi-críticas recomenda-se manter, no mínimo, um dispensador com solução anti-séptica não detergente em cada enfermaria, dando-se preferência ao álcool entre 62% a 70% de concentração e com hidratantes.
  40. 40. Manual de Higienização de Hospitais 40 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 Os dispensadores devem apresentar dispositivos que facilitem o seu esvaziamento e enchimento. De preferência, devem ser usados os modelos descartáveis e aqueles acionados com o pé, cotovelo ou com sensor. Sua limpeza deve ser efetuada com água e detergente, sempre que terminar a solução em seu interior, ou no mínimo, uma vez por semana. Na utilização do papel toalha, deve-se dar preferência aos papeis em bloco, brancos e não reciclados, que possibilitem o uso individual folha a folha O papel toalha deve ser de material suave para não machucar as mãos e de fácil retirada dos dispensadores. Estes, ficados junto as pias, sempre adequadamente providos, devem ser de fácil limpeza e fabricados com material que não favoreça a oxidação. Contra-indica-se o uso coletivo de tolhas de tecido do tipo comum e ou de rolo em vista das mesmas permanecerem umedecidas quando não substituídas freqüentemente, bem como o secador elétrico das mãos Outra opção, é o papel toalha em rolo, onde o dispenser correto é o uso de mecânicos ou com sensor.
  41. 41. Manual de Higienização de Hospitais 41 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 07 - EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPIS) NORMA DOS EPIS De acordo com a Norma Regulamentadora NR-6 (Equipamento de Proteção Individual) da Portaria no. 3214 de 8 de junho de 1978, do Ministério do Trabalho e Emprego, considera- se Equipamento de Proteção Individual (EPI) todo dispositivo de uso individual destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador (11,15). A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente os EPIS adequados ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstancias:  Sempre que as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou não oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou doenças profissionais e do trabalho;  Enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas;  Para atender as situações de emergência; O simples fornecimento dos equipamentos de proteção individual (EPIS) não garante a proteção da saúde do trabalhador e nem evita contaminações; incoerentemente utilizados os EPIS podem comprometer ainda mais a segurança do trabalhador. O desenvolvimento da percepção do risco, aliado a um conjunto de informações e regras básicas de segurança constituem as ferramentas mais importantes para evitar à exposição e assegurar o sucesso das medidas individuais de proteção a saúde do trabalhador. O correto uso dos EPIS exige a reciclagem contínua dos profissionais, através de treinamentos e do acesso às informações atualizadas. Os EPIS utilizados dever ser lavados e desinfetados diariamente. Quando este for atingido por sangue ou secreções, deve ser substituído imediatamente e enviado para higienização. DESCRIÇÃO DOS EPIS Abaixo, descreveremos os EPIS utilizados no hospital pelos profissionais de enfermagem, higiene e limpeza (15): - Mascaras: Utilizadas para proteger o individuo contra inalação de aerossóis (nas mucosas da boca e nariz). Devem ser respiratórias (tipo semi facial) e impermeáveis. De isso individual, protege as vias aéreas superiores. É descartável. - Avental: Utilizado durante os procedimentos onde houver possibilidade de contato com material biológico e com superfícies contaminadas. Protege a roupa do profissional de limpeza e a região abdominal contra umidade. Deve ser de plástico impermeável e de médio comprimento. - Botas: utilizadas para proteção dos pés em locais úmidos ou com quantidade significativa de material infectante. Devem ser de PVC, impermeáveis, resistentes, de cor clara, com cano ¾ e solado antiderrapante. Admite-se o uso de sapatos impermeáveis e resistentes ou botas de cano curto. - Óculos: Usados para proteger a mucosa ocular contra possíveis respingos de sangue e secreções. Devem ter lentes panorâmicas, incolores, ser de plástico resistente, com armação em plástico flexível, com proteção lateral e válvulas para ventilação. - Luvas: são indispensáveis para proteger o profissional de limpeza em suas atividades e de qualquer contato direto ou indireto com material orgânico (sangue, secreções,
  42. 42. Manual de Higienização de Hospitais 42 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 excretas, tecidos). Devem ser de borrachas impermeáveis, resistentes, de cor clara, antiderrapantes e de cano longo. Os profissionais devem ser orientados com relação ao uso das luvas que só devem ser usadas durante os procedimentos de limpeza e retirada com a técnica correta. Nunca tocar em locais de uso comum (maçanetas de porta, botões de elevadores, etc.) - Touca em TNT: deve recobrir todo o cabelo e orelhas. Devem ser de uso único, individual e descartável em lixo apropriado. - Uniforme: Utilizado para proteção do corpo e identificação do profissional. Deve ser composto de calça comprida e camisa com manga, no mínimo de ¾ de tecido resistente e de cor clara. INDICAÇÃO DOS EPIS Na tabela abaixo apresentamos os EPIS adequados para as diversas situações do dia-a- dia com o tipo, sua justificativa e indicações de uso para o serviço de limpeza (13,15). Tipo de EPIS Justificativa Procedimentos/situações de uso Avental plástico descartável. Proteção de tórax contra respingo de sangue, matéria orgânica. Na realização de limpeza do ambiente com maior risco de contaminação das superfícies e equipamentos. Bota impermeável em PVC cor branco 25 cm. Proteção dos pés e pernas quando em contato com os produtos químicos ou materiais contaminados. Na realização de limpeza terminal e na coleta de lixo nos expurgos.
  43. 43. Manual de Higienização de Hospitais 43 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 Calçado fechado (tipo keds). Proteção para os pés contra sujidade. Para maioria dos trabalhos, exceto os que envolvem lavação, terminais e remoção de lixo. Luvas de látex com forro de algodão (verde e amarela) A cor depende da padronização do hospital, as cores verde e amarela são as mais utilizadas para o profissional da limpeza. Para proteção das mãos contra microorganismo, sangue e sujidade. Na cor verde: para a limpeza do ambiente com menor risco de contaminação das superfícies (mobiliários e equipamentos). Na cor amarela: para limpeza do ambiente com maior risco de contaminação das superfícies (banheiros, lixo e em presença de matéria orgânica). Máscara descartável com duas camadas Para proteção de vias aéreas (nariz e boca) do profissional em situações de risco de respingos de matéria orgânica. Na limpeza concorrente ou terminal nos quartos do paciente. Portadores de bactérias resistentes. Com fatores de risco de contaminações de superfícies. Mascara com 4 camadas Para proteção de vias aéreas (nariz e boca) em situações de contaminação por aerossóis. Na limpeza concorrente ou terminal de quartos de pacientes isolados por precauções aéreas (tuberculose, varicela, herpes zoster). Óculos de proteção Para proteção de olhos contra respingos de sujidade ou de produtos químicos. Na realização de limpeza do teto ou manipulação de produto químico. Touca TNT Proteção dos cabelos e atenção as boas praticas de limpeza. Limpeza diária de todas as unidades e coleta de lixo nos resíduos. Uniforme de trabalho Proteção contra sujidade: composto de camisa e calça de brim com emblema da empresa. Em todos os trabalhos realizados. MANUTENÇÃO DOS EPIS Os profissionais devem saber em que situação utilizar, alem de saber como conservar, proceder a limpeza adequada, conservação e tempo de troca dos EPIS. Na tabela abaixo, apresentamos o tempo de uso e de troca, sua limpeza e conservação dos EPIS utilizados pelo serviço de limpeza, conforme literatura estudada (13,15).
  44. 44. Manual de Higienização de Hospitais 44 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 Tempo de uso e limpeza dos EPIS Material Tempo de uso/troca Limpeza/conservação Luvas de borracha 1 mês Lavar com água e sabão, pulverizar desinfetante, deixar secar. Diariamente. Avental plástico A cada plantão Jogar fora em lixo apropriado. Calçado fechado (tipo keds) Quando rasgado ou furado. Lavar com água e sabão. Deixar secar. Semanalmente. Máscara descartável com 2 camadas. A cada plantão. Jogar fora em lixo apropriado. Máscara com 4 camadas. A cada 6 meses. Guardar em local ventilado após o uso, não necessita de limpeza especial. Óculos de proteção Quando quebrar. Lavar com água e sabão. Deixar secar. Diariamente. Touca turbante A cada plantão. Jogar fora em lixo apropriado. Botas Quando furadas ou rasgadas. Lavar com água e sabão ao final de cada plantão, pulverizar desinfetante e deixar secar. Diariamente. Uniforme de trabalho Quando furado, rasgado ou desbotado. Lavar com água e sabão e deixar secar. Diariamente.
  45. 45. Manual de Higienização de Hospitais 45 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 08 - FERRAMENTAS E ACESSÓRIOS DE LIMPEZA Os acessórios de limpeza devem seguir as normas da ANVISA, visando as melhores condições de trabalho e preservação da saúde. Com o avanço da tecnologia podemos ter equipamentos para limpeza que protegem a saúde do trabalhados (com relação à ergonomia) e quanto à transmissão de infecção (11). Apresentamos acessórios adequados para o ambiente hospitalar:  PulverizadoresJet 1000;  Pulverizador tipo triger Oleak;  Balde plástico retangular TTS;  Ferramenta Limpa Fácil 3M;  Ferramenta Lamelo;  Refil para Lamelo;  Refil para Limpa Fácil;  Rodo 35cm com cabo de alumínio;  Placa de sinalização (Piso molhado ou em Manutenção);  Suporte LT;  Lavador de vidro 45 cm completo com cabo de 1,5 ou superior;  Esponja dupla face – Verde e Amarela (para pias do banheiro e quarto e banheiro de um modo geral, exceto piso e vaso);  Fibra Azul não risca(mobília e demais superfícies do quarto);  Fibra verde (vaso sanitário, cestos de lixo e piso do banheiro);  Wiper.
  46. 46. Manual de Higienização de Hospitais 46 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 DESCRIÇÃO DOS ACESSÓRIOS DE LIMPEZA Pulverizador – utilizados para aplicação das soluções em superfícies fixas na limpeza hospitalar, encontram-se dois tipos: os pulverizadores de pressão e de gatilho (triger). Os pulverizadores são considerados um sistema inovador, com menor esforço do profissional, gerando economia e praticidade. Dependendo do tamanho da área e do tipo do produto. É recomendado o pulverizador de pressão em relação ao de gatinho, pois o esforço é menor para o trabalhador. No sistema tradicional são utilizados almotolias ou frascos de plásticos adaptados, eles não exigem muita força física, mas não conseguem ter uma uniformidade com a quantidade de solução aplicada nas superfícies fixas. Os hospitais que utilizam o sistema de pulverizados comprovam que é mais econômico em relação ao sistema tradicional; em uma mesma área física hospitalar o sistema tradicional; em uma mesma área física hospitalar o sistema tradicional utiliza 1500 ml de Solução desinfetante Fácil 41 em relação ao sistema de pulverizador que utiliza 450 ml de Solução desinfetante Fácil 41, gerando uma economia de 70%. Baldes – São recipientes para a lavagem dos panos ou MPs utilizados na limpeza, devem ser de cor diferente (padrão é azul e vermelho). Para cada tipo de limpeza deve ser usado um conjunto de balde com a solução indicado. A técnica dos dois baldes pode ser utilizada nos procedimento de limpeza do piso (limpeza manual úmida). Balde azul com solução de detergente neutro ou Solução desinfetante Fácil 41. Balde vermelho com água limpa (que serve para lavagem do pano/mop). Rodos – servem para a retirada de água durante o enxágüe e para passar o pano no piso; a recomendação é que sejam de alumínio com cabo ergonométrico. Não é recomendado o uso de rodos de madeira. Escova lavatina – servem para a limpeza do vaso sanitário, é recomendado o processo de limpeza e desinfecção seria após a higienização do banheiro. Mops – há o mop úmido e o mop seco. Mop úmido plano Limpa Fácil é recomendado para a limpeza úmida das diversas áreas do hospital, são compostos por fios de algodão e sintéticos, tem grande vantagem na questão ergonômica, pois o trabalhador não necessita se abaixar repetidas vezes para lavar o pano e com relação à infecção, não há contato com as mãos dos trabalhadores, minimiza o risco de contaminação. O mop seco Lamelo é recomendado para a varredura com a vantagem dos detritos permanecerem grudados na cabeleira, evitando assim a aerosolização de partículas, deve ser utilizado em áreas de pequena circulação ou áreas administrativas dos hospitais. Não deve ter contato com matéria orgânica. Os MPs úmidos devem ser lavados após o termino do serviço e secar para o próximo uso, já o mop seco Lamelo, deve ter seu refil descartado a cada uso.
  47. 47. Manual de Higienização de Hospitais 47 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 Suporte de disco – usado nas enceradeiras e lavadoras automáticas, não é recomendado os de madeira pelo risco de infecção, a preferência que sejam de polietileno. Suporte LT - utilizado para fazer esfregação das superfícies na limpeza molhada onde não se consegue passar enceradeira ou máquina lavadora. Discos e fibras – São constituídos por nylon sintético, as fibras. Servem para a esfregação das superfícies fixas, os discos são usados para a limpeza do piso com enceradeira ou lavadora automática. Devem ser limpos com água e detergente neutro e secar na sombra, pois o sol diminui a vida útil dos mesmos. Estes acessórios devem ser transportados em um carrinho denominado Carro Funcional, facilitam o transporte, acondicionam o material adequadamente sem necessidade de idas e vindas dos trabalhadores. DESCRIÇÃO DAS MÁQUINAS As máquinas adequadas e mais utilizadas no ambiente hospitalar são: a lavadora automática, o aspirador de água e a enceradeira. Lavadora automática: lavam e recolhem a água do piso facilitando o trabalho, utilizada para a lavagem mecanizada do piso de grande extensão. Aspirador de água: aspiram a água utilizada na lavagem do piso sem necessidade de rodo, útil em área fechada e sem ralos.
  48. 48. Manual de Higienização de Hospitais 48 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 Enceradeira: utilizada na lavagem mecanizada do piso, deve ser utilizada com suporte de discos em plástico injetado. Apresentamos uma tabela com as ferramentas e equipamentos com seus tempos de troca e cuidados com a manutenção e conservação. Tempo de uso, troca e limpeza das ferramentas e equipamentos. Material Tempo de uso/troca Limpeza/conservação Mop seco e úmido Sempre que necessário Lavar com água e detergente neutro, pulverizar Solução desinfetante Fácil 41 e deixar secar. Diariamente. Escova lavatina Sempre que necessário Lavar com água e detergente neutro, pulverizar Solução desinfetante Fácil 41 e deixar secar, após a limpeza do vaso sanitário. Discos e fibras de limpeza Sempre que necessário Lavar com água e detergente neutro e deixar secar a sombra. Diariamente. Baldes e pulverizadores Sempre que necessário Lavar com água e detergente neutro e deixar secar. Diariamente. Panos de limpeza Sempre que necessário Lavar com água e detergente neutro e deixar secar (separar panos de banheiros, quartos e demais locais). Diariamente. Rodos e Suporte LT Sempre que necessário Lavar com água e detergente neutro, pulverizar Solução desinfetante Fácil 41 e deixar secar. Diariamente. Enceradeiras Sem indicação Limpar com pano umedecido com Solução desinfetante Fácil 41, enrolar fio elétrico no locar apropriado, cuidado para não cair água no motor. Aspiradores e lavadoras Sem indicação Desprezar água suja no local apropriado, limpando o tanque do equipamento; limpar a parte externa com pano umedecido em Solução desinfetante Fácil 41.
  49. 49. Manual de Higienização de Hospitais 49 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 09 - LINHA HOSPITALAR OLEAK A INDÚSTRIA Oleak Indústria e Comércio Ltda., atua desenvolvendo produtos químicos profissionais para higiene e limpeza com a melhor tecnologia e atendendo as normas da ANVISA e a realidade das instituições hospitalares do Brasil. Tem como missão a melhoria das condições de saúde no ambiente institucional, proporcionando conforto e bem estar a todos que freqüentam ou trabalham nesses locais. Este capítulo apresenta toda a linha OLEAK para a área hospitalar compreendendo: os limpadores, detergentes, desinfetantes, produtos para tratamento e conservação de piso e higiene pessoal (3,19) OS PRODUTOS Os limpadores, detergentes e desinfetantes consistem da linha Fácil da Oleak; sistema inovador com mistura automática de diluição de produtos concentrados num simples abrir e fechar de uma torneira. A linha Fácil consiste em produtos concentrados, na forma líquida, embalados em frascos plásticos descartáveis, equipados com misturadores automáticos. O sistema dosa automaticamente as soluções para uso, na quantidade certa, evitando desperdício, contaminação, poupando tempo e garantindo eficácia na operação; gera economia no transporte e na armazenagem. Os produtos para tratamento e conservação de pisos frios com ceras, impermeabilizantes, removedores, limpadores e restauradores de brilho à base de água são ideais para o ambiente hospitalar. O removedor e o acabamento são produtos de ultima geração; o removedor é sem perfume, realiza a remoção por reemulsionamento da película, portanto é livre de solventes glicólicos e amoníaco, os quais são tóxicos para o profissional e o meio
  50. 50. Manual de Higienização de Hospitais 50 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 ambiente; o acabamento entre outras qualidades promove brilho intenso sem necessidade de polimento, que diminui o tempo gasto na limpeza terminal (19). Para linha da higiene pessoal, fabrica sabonetes líquidos e produtos para tratamento da pele no sistema bag in Box. Os sabonetes e o gel higienizados apresentam baixa tendência de irritação a pele, pois possuem agentes hidratantes em sua formula; não contem perfume, eliminando assim o risco de transferência de odor aos materiais manipulados; o sistema bag in Box não tem risco de contaminação, o dispensador libera aproximadamente 1 ml por acionamento garantindo economia e eficácia na operação. Conheceremos cada um deles com sua descrição, suas características e indicações de uso e concentração do produto para o uso. LINHA FÁCIL Produto: Limpador Geral Garra Descrição: limpador neutro para piso e superfícies – limpeza pesada: é um limpador geral para limpeza pesada de pisos tratados com ceras e impermeabilizantes acrílicos ou poliuretânicos e demais superfícies laváveis (balcões, pias, armários e mobiliários em geral). Características: contém os princípios ativos tenso ativos não iônicos, aniônicos, anfóteros e solventes hidrossolúveis; não oxida metais. Indicação de uso: limpeza terminal de pisos (limpeza mecanizada do piso) e demais superfícies. Concentração: 1:50 solução pronta para o uso. ( embalagem rende cerca de 100 litros de solucáo pronto uso ) Produto: Fácil 41 Descrição: Desinfetante para superfícies fixa hospitalar. Características: tem como principio ativo a Biguanida polimérica (PHMB) que age eficientemente sobre microorganismos gram positivos e negativos, tem ação fungistática e atua em presença de matéria orgânica; contem detergente neutro com baixa formação de espuma e na oxida metais. Indicação de uso: limpeza concorrente e terminal das superfícies inanimadas do hospital, tais com o: pisos, paredes, metais, louças sanitárias, portas, mesas e outras. Concentração: 500 ppm (0,5%) de polihexametileno biguanida na solução pronta para o uso. ( embalagem rende cerca de 200 litros de solução pronto uso )
  51. 51. Manual de Higienização de Hospitais 51 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 REMOVEDOR Produto: Genius removedor Descrição: Removedor de impermeabilizantes e acabamentos poliméricos. Características: tem como princípio ativo alcoóis superiores, amina e tenso ativos aniônicos e não iônicos; possui espuma controlada e anti corrosivo para superfícies metálicas; é biodegradável, não é inflamável e apresenta baixa toxicidade. Indicação de uso: remoções de impermeabilizantes e acabamentos poliméricos de pisos do ambiente hospitalar, inclusive pode ser usado em ambiente com baixa ventilação devido ao fato de ser inodoro. ACABAMENTO Produto: Polish Top-Coat Descrição: Acabamento acrílico metalizado, de base aquosa para o ambiente hospitalar e de pouca ventilação. Características: tem como princípios ativos emulsão de copolímero acrílico e emulsão de polietileno; tem secagem rápida e dispensa o uso de enceradeira. Indicação de uso: dar brilho e proteger pisos friso submetidos ao alto tráfego de pessoas. SELADOR Produto: Polish Pré-Coat Descrição: Selador acrílico não metalizado de base aquosa para o ambiente hospitalar e de pouca ventilação. Características: Tem como principio ativo emulsão de copolímero acrílico não metalizado; aumenta a durabilidade da superfície e facilita o trabalho na limpeza diária. Indicação de uso: no tratamento de pisos porosos. HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS: LINHA NEW EVERSOFT Produto: New Eversoft gel higienizador Descrição: solução para higienização das mãos a seco. Características: tem como principio ativo o álcool etílico de cereais a 70% e agentes hidratantes; sua consistência é gel transparente e incolor, tem odor característico de álcool de cana de primeira linha; evapora rapidamente e deixa as mãos macias. Indicação de uso: higienização das mãos a seco, sem lavagem das mãos com água e sabão previamente. Concentração: 70% de álcool e hidratante.
  52. 52. Manual de Higienização de Hospitais 52 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 Produto: New Eversoft - sabonete Descrição: espuma cremosa para higienizar as mãos. Características: tem os seguintes princípios ativos em sua formula: tenso ativos aniônicos e anfóteros betaínicos, extrato vegetal e gordura animal etoxilada. Devido ao balanceamento de agentes emolientes e hidratantes em sua formula, removem com eficiência todos os tipos de sujeira, evitando o ressecamento da pele. Tem ação protetora e restauradora decorrente do uso constante de tenso ativos. Indicação de uso: lavagem básica das mãos.
  53. 53. Manual de Higienização de Hospitais 53 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 As tabelas abaixo mostram resumidamente toda linha Oleak para a higienização do ambiente hospitalar: Limpadores, detergentes e desinfetantes. Produto Principio ativo Características Indicação Limpador Geral Garra Tensoativos Limpador para limpeza pesada de piso. Limpeza úmida ou molhada com aplicação manual ou lavadora automática. Fácil 41 Biguanida Polimérica Desinfetante hospitalar para superfícies inanimadas/fixas. Limpeza e desinfecção do ambiente hospitalar. Higiene pessoal: Produto Principio ativo Características Indicação New Eversoft Tensoativos Sabonete espuma possui hidratantes que favorecem a umectação da pele. Limpeza e higienização das mãos. Eversoft Gel higienizador Álcool 70% Gel higienizador para mãos Limpeza e higienização das mãos à seco. Produtos para tratamento de piso: Produto Principio ativo Características Indicação Removedor: Genius removedor Alcoóis superiores, amina e tenso ativos aniônicos e não iônicos. Removedor inodoro de acabamento polimérico. Remoção de películas acrílicas ou poliuretânicos do piso. Selador: Polish Pré- Coat Emulsão de copolímero acrílico não metalizado. Excelente aderência e penetração na porosidade do piso. Pisos porosos ou que possuam dificuldade na aderência dos acabamentos. Acabamento: Polish Pos-Coat Emulsão de copolímero acrílico e emulsão de polietileno. Acabamento acrílico auto brilhante (high speed). Pisos frios. Em ambientes que recebem tráfego intenso.
  54. 54. Manual de Higienização de Hospitais 54 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 10 - CONSIDERAÇÕES FINAIS A limpeza e higienização constituem fundamental importância para manter o ambiente saudável. As normas e rotinas para limpeza hospitalar exigem constantes atualizações devido ao grande avanço das pesquisas relacionadas ao controle da infecção hospitalar. Estudos recentes mostram que a adequada higienização das mãos é muito importante no controle das infecções hospitalares. Com relação ao ambiente o uso de Solução desinfetante Fácil 41 é mais efetivo do que a solução de detergente, pois reduzem até 99% da carga microbiana contra 80% da solução de detergente. Em relação aos MPs, testes mostram que um mop tinha 10ufc/ml (unidade formadora de colônias) antes da limpeza e que ao final 34 mil ufc/ml, sendo considerado bastante contaminado em um único quarto (16, 17, 18). Equipe treinada, produtos e equipamentos adequados são indispensáveis para obter bons resultados. Esperamos que este manual ajude a melhorar a qualidade da higienização e limpeza hospitalar, utilizando as técnicas e o uso correto dos produtos indicados, minimizando assim os riscos para a saúde do trabalhador e do paciente. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 1. CCIH. Comissão de Controle de Infecção Hospitalar HC-CAISM-UNICAMP.Manual de Normas e Procedimentos Técnicos para Prevenção e o Controle de Infecções Hospitalares. 2. Higienização e Limpeza Hospitalar. Revista Hospitais Brasil. Set. /out.2004. 3. BRASIL.Ministério da Saúde. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Gerencia Geral de Saneantes. Disponível em www.anvisa.gov.br 4. MONTEIRO M. I et al. Educação continuada em um serviço terceirizado de limpeza de um hospital universitário. Revista Lat. Am. Nº3. Vol.12. Ribeirão Preto, 2004. 5. BRASIL.Ministério da Saúde. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Produtos Saneantes – Uma Experiência Com os Hospitais Sentinela. Disponível em: www.anvisa.gov.br 6. SILVEIRA, V.A. Trabalho e Qualidade de vida da equipe de enfermagem de uma unidade de terapia intensiva pediátrica. Dissertação de mestrado na área de Trabalho e Educação em Saúde, UNICAMP, 2001.
  55. 55. Manual de Higienização de Hospitais 55 GENERAL CLEAN - 0800 77 103 99 7. GUIMARÃES, D.T. Dicionário de Termos Médicos e de Enfermagem. 1a .Edição. Editora Rideel. São Paulo, 2002. 8. HOEFEL et al. Desinfecção. Disponível em: www.cih.com.br Consultado no dia 06/09/05 às 9:00h. 9. BRASIL. Ministério da Saúde.Plano de Limpeza e desinfecção –PLD. Disponível em www.csv.saúde.gov.br 10. BRASIL.Ministério da Saúde. Programa de Controle de Infecção Hospitalar. Processamento de Artigos e Superfícies em Estabelecimentos de Saúde. Disponível em: www.csv.saúde.sp.gov.br 11. Manual de Higienização de Estabelecimentos de Saúde e Gestão de seus Resíduos. Disponível em:: www.resol.com.br 12. SOUZA, V.H.S; MOZACHI, N. O Hospital: Manual do ambiente hospitalar. 1ª edição. Curitiba. 2005. 13. BAMBACE, A.M.J, et al Eficácia de soluções aquosas de clorexidina para desinfecção de superfícies. Universidade de Taubaté. www.unitau.br 14. BRASIL. Ministério da Saúde. Programa de Controle de Infecção Hospitalar –Lavar as mãos: informações para profissionais de saúde. Disponível em www.csv.saúde.sp.gov.br 15. BRASIL. Ministério do Trabalho. Norma Regulamentadora n.6 – NR6 – Equipamento de Proteção Individual. Portaria n.3214, de 08/06/1978. Disponível em: www.tem.gov.br 16. BERNARDS, A.T. Quantily versus quality of hand hygiene. J. Hosp. Infect, 49:297- 298, 2001. 17. RUTALA W. A., WEBER D. J. Surface desinfection: Should we do it? J. Hosp. Infect, 48 (supplement A): S64-S68, 2001. 18. Guideline for Hand Hygiene in Health-care Settings. MMWR. Vol. 51, no. RR-16.2002. 19. São Paulo. Oleak Industria e Comercio Ltda. Site: www.oleak.com.br

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