Doença infecciosa da bolsa (dib)

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Apresentação sobre a Doença Infecciosa da bolsa!

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Doença infecciosa da bolsa (dib)

  1. 1. Gean Galleli 211.255 Alexandre Pletsch 211.304 Alencar Ferri 211.347 Thiago Mariani 211. 354
  2. 2. HISTÓRICO <ul><li>1957 </li></ul><ul><ul><li>Primeiras descrições da doença </li></ul></ul><ul><ul><li>Cidade de Gumboro, Delware – EUA </li></ul></ul><ul><li>1972 </li></ul><ul><ul><li>Diagnóstico anatomopatológico em aves americanas </li></ul></ul><ul><li>1986 </li></ul><ul><ul><li>Aparecimento de cepas variantes (EUA) </li></ul></ul>
  3. 3. HISTÓRICO <ul><li>1987 </li></ul><ul><ul><li>Cepas hiper virulentas aparecem na Bélgica e nos Países Baixos </li></ul></ul>
  4. 4. BRASIL <ul><li>1978 </li></ul><ul><ul><li>Primeiro caso clínico confirmado em criatório avícola brasileiro </li></ul></ul>
  5. 5. ABRANGENCIA <ul><li>Abrangência mundial </li></ul><ul><li>Ocorre na áreas de maior produção de aves </li></ul><ul><li>As formas clássicas e hiper virulentas são predominantes em todos os países menos EUA e Austrália </li></ul>
  6. 6. SINONÍMIA <ul><li>Doença de Gumboro </li></ul><ul><li>Doença Bursal </li></ul><ul><li>Doença Infecciosa Bursal </li></ul>
  7. 7. IMPORTÂNCIA <ul><li>Importância econômica </li></ul><ul><ul><li>Destruição de plantéis </li></ul></ul><ul><ul><li>Difícil erradicação </li></ul></ul><ul><ul><li>Mortalidade de aves </li></ul></ul><ul><ul><li>Baixa produção </li></ul></ul>
  8. 8. ETIOLOGIA <ul><li>Família: Birnaviridae </li></ul><ul><li>Genero: Birnavirus. </li></ul><ul><li>Vírus RNA (de fita dupla) </li></ul><ul><ul><li>Não envelopado </li></ul></ul><ul><ul><li>Forma icosaédrica </li></ul></ul>
  9. 9. ETIOLOGIA <ul><li>Dois sorotipos </li></ul><ul><ul><li>Sorotipo 1 </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Galinhas </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Sorotipo 2 </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Galinhas e Perus </li></ul></ul></ul><ul><li>Altamente resistente </li></ul><ul><ul><li>Clorofórmio </li></ul></ul><ul><ul><li>Calor </li></ul></ul>
  10. 10. INDíCES DE MORBIDADE E MORTALIDADE <ul><li>Mortalidade </li></ul><ul><ul><li>Linhagens de corte </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Varia de 1 a 30% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Alguns relatos de 50% de mortalidade no plantel </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Linhagens de postura </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Varia de 20 a 40% </li></ul></ul></ul><ul><li>Morbidade </li></ul><ul><ul><li>Pode facilmente chegar a 100% </li></ul></ul>
  11. 11. EPIDEMIOLOGIA <ul><li>Infecto-contagiosa aguda </li></ul><ul><li>Altamente contagiosa </li></ul><ul><li>Acomete aves jovens </li></ul><ul><ul><li>3-6 semanas de idade </li></ul></ul><ul><li>Dois a três dias de incubação </li></ul>
  12. 12. EPIDEMIOLOGIA <ul><li>Vários meios de transmissão </li></ul><ul><ul><li>Contato direto com aves infectadas </li></ul></ul><ul><ul><li>Fômites contaminados </li></ul></ul><ul><ul><li>Água </li></ul></ul><ul><ul><li>Alimentos </li></ul></ul><ul><ul><li>Aves silvestres </li></ul></ul><ul><ul><li>Insetos </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pode permanecer por 8 meses </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Homem </li></ul></ul>
  13. 13. PATOGENIA <ul><li>Amostras de campo mostram diferentes graus de patogenicidade </li></ul><ul><li>Penetracao viral ocorre por vias: </li></ul><ul><ul><li>Digestiva </li></ul></ul><ul><ul><li>Ocular </li></ul></ul><ul><ul><li>Respiratoria </li></ul></ul>
  14. 14. PATOGENIA <ul><li>Após a recepção do vírus ocorre a replicação viral: </li></ul><ul><ul><li>Células renais </li></ul></ul><ul><ul><li>Células linfóides da Bolsa de Fabricius </li></ul></ul>
  15. 15. PATOGENIA <ul><li>Vírus copia seu ácido nucleico por um mecanismo de substituição </li></ul><ul><li>Quando acomete aves antes da terceira semana de idade a imunodepressão se torna mais grave e de difícil reversão </li></ul>
  16. 16. PATOGENIA <ul><li>Quando acomete aves após a sexta semana de idade se torna mais fácil a reversão da infecção </li></ul><ul><li>As células alvo da multiplicação viral são os linfócitos B </li></ul><ul><ul><li>Primeiramente nos tecidos linfóides regionais, atingindo a corrente sanguínea </li></ul></ul>
  17. 17. PATOGENIA <ul><li>Ocorrem duas viremias </li></ul><ul><li>Primeira viremia </li></ul><ul><ul><li>Vírus se distribui para diversos órgãos linfóides </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Bolsa de Fabricius </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Timo </li></ul></ul></ul>
  18. 18. PATOGENIA <ul><li>Segunda viremia </li></ul><ul><ul><li>Ocorre após voltar à corrente sanguínea </li></ul></ul><ul><ul><li>Levará à eliminação de vírus pelas fezes </li></ul></ul><ul><li>Imunossupressão </li></ul><ul><li>Pode levar a casos de septicemia </li></ul><ul><ul><li>Toxicidade dos macrófagos e plasmócitos </li></ul></ul>
  19. 19. PATOGENIA <ul><li>Susceptiblidade a doenças </li></ul><ul><ul><li>Adenoviroses </li></ul></ul><ul><ul><li>Reovirose </li></ul></ul><ul><ul><li>Micoplasmoses </li></ul></ul><ul><ul><li>Colibacilose </li></ul></ul><ul><ul><li>Coccidiose </li></ul></ul>
  20. 20. SINAIS CLINICOS <ul><li>Varia em intensidade de acordo com a patogenicidade da cepa e suceptibilidade do plantel. </li></ul><ul><li>Compreende duas formas de apresentação </li></ul><ul><ul><li>Clínica </li></ul></ul><ul><ul><li>Sub-Clínica </li></ul></ul>
  21. 21. SINAIS CLINICOS –FORMA CLINICA <ul><li>Diarréia </li></ul><ul><ul><li>Rápida desidratação e morte </li></ul></ul><ul><li>Aumento de mortalidade </li></ul><ul><ul><li>Verificada em um plantel </li></ul></ul><ul><li>Redução de consumo de alimento (50%) </li></ul>
  22. 22. SINAIS CLINICOS –FORMA CLINICA <ul><li>Tremores </li></ul><ul><li>Apatia </li></ul><ul><li>Prostração </li></ul><ul><li>Autobicagem na região da cloaca </li></ul><ul><ul><li>Devido ao prurido nessa região </li></ul></ul>
  23. 23. <ul><li>Aves doentes prostradas </li></ul>
  24. 24. SINAIS CLINICOS –FORMA SUB-CLINICA <ul><li>Mais frequente e mais importante </li></ul><ul><li>Baixa ou nenhuma mortalidade </li></ul><ul><li>Baixa resistência a patógenos </li></ul><ul><ul><li>Devido à imunossupressão </li></ul></ul><ul><li>Baixa resposta a estímulos antigênicos </li></ul><ul><ul><li>Imunossupressão </li></ul></ul>
  25. 25. DIAGNOSTICO <ul><li>Sorológico </li></ul><ul><ul><li>De maior importância, principalmente para a forma sub-clínica </li></ul></ul><ul><ul><li>Enviar soro individual (10% de amostra do total de aves) </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Aves com menos de 30 dias possuem anticorpos passivos que podem interferir no diagnóstico </li></ul></ul></ul>
  26. 26. DIAGNOSTICO <ul><li>Sorológico </li></ul><ul><ul><li>Imunodifusão em ágar-gel (AGP) </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Mais utilizado </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Utilizado associado com o exame histopatológico da BF </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Soroneutralização (SN) </li></ul></ul><ul><ul><li>ELISA </li></ul></ul>
  27. 27. DIAGNOSTICO <ul><li>Imunofluorescência direta </li></ul><ul><ul><li>Utilizar BF e baço </li></ul></ul><ul><li>Isolamento viral </li></ul><ul><ul><li>Em ovos embrionados </li></ul></ul><ul><ul><li>Utilizar BF e baço </li></ul></ul><ul><li>Diagnóstico por achados de necropsia </li></ul>
  28. 28. ACHADOS DE NECROPSIA - FORMA CLINICA <ul><li>Hemorragias no tecido subcutâneo. </li></ul><ul><li>Hemorragias nos músculos das regiões da sobrecoxa e da coxa. </li></ul><ul><li>Lesões hemorragicas no proventrículo </li></ul><ul><li>Intestino com mucosas espessas e com excesso de muco </li></ul>
  29. 29. <ul><li>Hemorragias nos músculos das regiões da sobrecoxa e da coxa </li></ul>
  30. 30. ACHADOS DE NECROPSIA - FORMA CLINICA <ul><li>Bolsa de Fabricius aumentadas, amareladas ou hemorrágicas </li></ul><ul><li>Rins </li></ul><ul><ul><li>Pálidos </li></ul></ul><ul><ul><li>Aumentados de volume </li></ul></ul><ul><ul><li>Presença de uratos </li></ul></ul><ul><li>Ureteres dilatados com presença de uratos </li></ul>
  31. 31. <ul><li>BF Hipertrofiada </li></ul>
  32. 32. <ul><li>BF hipertrofiada </li></ul>
  33. 33. ACHADOS DE NECROPSIA - FORMA SUB-CLINICA <ul><li>Bolsa de Fabricius atrofiada e às vezes com presença de material de aspecto gelatinoso na superfície da serosa </li></ul>
  34. 34. <ul><li>Bolsa Hipertrofica com uma substancia gelatinosa (exame diferencial) </li></ul>
  35. 36. ACHADOS DE NECROPSIA <ul><li>Comparativo entre forma clínica e sub-clínica </li></ul><ul><ul><li>Bolsa de Fabricius ao corte </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Clínica: as pregas mostram-se espessadas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sub-clínica: as pregas mostram-se delgadas </li></ul></ul></ul>
  36. 37. <ul><li>Bolsa de Fabricius em corte logitudinal </li></ul>
  37. 38. ACHADOS DE NECROPSIA <ul><li>Exame histológico </li></ul><ul><ul><li>Bolsa de Fabricius </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Clínica </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Edemaciada </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Hemorragias </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Vacuolização das células foliculares </li></ul></ul></ul></ul>
  38. 39. ACHADOS DE NECROPSIA <ul><li>Exame histologico </li></ul><ul><ul><li>Bolsa de Fabricius </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sub-clinica </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Necrose das celulas foliculares </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Destruição do tecido linfoide </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Tecido linfoide sendo substituido por tecido conjuntivo fibroso </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Caracteriza hipotrofia do orgão linfóide </li></ul></ul></ul></ul></ul>
  39. 41. <ul><li>Bolsa em plena sanidade </li></ul>
  40. 42. DIAGNOSTICO DIFERENCIAL <ul><li>Doença de Marek </li></ul><ul><li>Síndrome hemorrágica </li></ul><ul><li>Hepatite por corpúsculos de inclusão </li></ul><ul><li>Bronquite infecciosa </li></ul>
  41. 43. TRATAMENTO <ul><li>Não existe um tratamento eficaz contra a doença. O que se pode fazer é controlar os agentes secundários e os efeitos da imunossupressão. </li></ul>
  42. 44. CONTROLE E PROFILAXIA <ul><li>Vacinação das reprodutoras com vacinas inativadas </li></ul><ul><li>Pintos devem ser vacinados com vacinas vivas no momento em que os níveis de imunidade maternal sejam adequados para que a vacina não se neutralize </li></ul>
  43. 45. CONTROLE E PROFILAXIA <ul><li>Desinfecção dos aviários </li></ul><ul><li>Desinfecção dos bebedouros, comedouros e campânulas </li></ul><ul><li>Uso de pedilúvio na entrada dos galpões </li></ul><ul><li>Medidas rigorosas de bioseguranca </li></ul>
  44. 46. <ul><li>Animação 1: Sem Anticorpos </li></ul>
  45. 47. Animação 1: Sem Anticorpo
  46. 48. <ul><li>Animação 2: Baixo Anticorpos </li></ul>
  47. 49. Animação 2: Baixo Anticorpo
  48. 50. <ul><li>Animação 3: Alto Anticorpos </li></ul>
  49. 51. Animação 3: Alto Anticorpo
  50. 52. Obrigado!

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