17 abordagem inicial_ao_politraumatizado

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17 abordagem inicial_ao_politraumatizado

  1. 1. ATENDIMENTOINICIAL AOPOLITRAUMATIZADO
  2. 2. DADOSEPIDEMIOLÓGICOS• Principal causa de morte (1-44)• 60 Milhões traumas/ano• 3,6 Milhões de internações• 161.000 mortes/ano• 300.000 seqüelas definitivas• Custo superior a 100 bilhões dedólares
  3. 3. AVALIAÇÃO INICIALE TRATAMENTO
  4. 4. OBJETIVOS• Identificar sequência de prioridades• Estabelecer o tratamento durante avaliaçãoprimária e secundária• Identificar os componentes chaves na históriado evento e do paciente• Explicar as técnicas que devem ser utilizadasna fase de ressuscitação e tratamento definitivo
  5. 5. AVALIAÇÃO INICIALConceitos• Rápida Avaliação Inicial• Ressuscitação• Avaliação secundária detalhada• Reavaliação• Iniciar tratamento definitivo
  6. 6. AVALIAÇÃO INICIAL E ARESSUSCITAÇÃO DASFUNÇÕES VITAIS(SIMULTÂNEAS)
  7. 7. PREPARAÇÃO• Pré-hospitalar– Hospital apropriado mais perto• Intra-hospitalar– Planejamento prévio essencial– Equipamento, pessoal e serviços– Proteção contra doenças comunicáveis– Transferência com contato prévio
  8. 8. TRIAGEM• Escolha dos pacientes de acordo comos recursos disponíveis e com agravidade.
  9. 9. AVALIAÇÃOPRIMÁRIA
  10. 10. ADULTOS E CRIANÇAS:MESMAS PRIORIDADESA - Vias Aéreas e controle da col.cervicalB - RespiraçãoC - Circulação com controle dahemorragiaD - Avaliação NeurológicaE - Exposição prevenção da hipotermiaAvaliaçãoAvaliaçãoPrimáriaPrimária
  11. 11. • Desobstruir boca e orofaringe comestabilização da coluna cervical;A – VIAS AÉREAS CUIDADO COM LESÃOCERVICAL
  12. 12. MANOBRA DE JAW TRUSTPACIENTES INCONSCIENTES
  13. 13. • Toda vítima inconsciente é portadora de TRMaté que se prove o contrário;• Qualquer lesão acima da clavícula deve serinvestigada para possível lesão de colunacervical;• Trauma Multissistêmico;• Lesões acima de T1 (C1 a C7) resultam emtetraplegia e abaixo de T1, resultam emparaplegia.SUSPEITAR DE TRAUMACERVICAL
  14. 14. POSIÇÃO NEUTRAPOSIÇÃO NEUTRA
  15. 15. • Desobstruir boca e orofaringe comestabilização da coluna cervical;• Aspiração com cateter de ponta rígida;A - VIAS AÉREASA - VIAS AÉREASControle da coluna cervicalControle da coluna cervical
  16. 16. • Desobstruir boca e orofaringe comestabilização da coluna cervical;• Aspiração com cateter de ponta rígida;• Oxigenação – “ambu” com máscara;• Cânula orofaríngea ou nasofaríngea;• Intubação oro-traqueal, máscara laríngea,combitube;• Cricotireoidostomia.A - VIAS AÉREASA - VIAS AÉREASControle da coluna cervicalControle da coluna cervical
  17. 17. A - VIAS AÉREASA - VIAS AÉREASControle da coluna cervical
  18. 18.   Técnica de inserção da cânula decricotireoidostomia já acoplada a uma agulha
  19. 19. AvaliarAvaliarOxigenarOxigenarVentilarVentilarB - RESPIRAÇÃOAvaliaçãoAvaliaçãoPrimáriaPrimária
  20. 20. • Expor o tórax: inspeção, ausculta, percussãoe palpação;• Observar presença de lesões graves queimplicam em risco imediato de vida como:1. Pneumotórax hipertensivo2. Pneumotórax aberto3. Hemotórax maciço4. Tórax instável5. Tamponamento CardíacoBREATHING – VENTILAÇÃOBREATHING – VENTILAÇÃO
  21. 21. PNEUMOTÓRAXHIPERTENSIVOAumento progressivo da pressão intrapleuralproduzida pela entrada contínua de ar nesteespaço, sem permitir a sua saída.Sinais clínicos: dor torácica, expansão torácicairregular, abolição dos murmúrios vesiculares,taquidispnéia, na percussão hipertimpânico, sinaistardios: desvio de traquéia, cianose e hipotensão,distensão das jugulares.Conduta imediata: descompressão imediata comgelco 14 e drenagem do tórax.
  22. 22. PNEUMOTÓRAX ABERTOEssa condição consiste na passagem preferencialdo ar por um orifício na parede do tórax ao invésde vencer as forças resistivas da via aérea.Sinais clínicos: ferida soprante com abertura maiorque 3 cm, resultando em hipóxia e hipercarbia.Conduta imediata: curativo quadrangular de 3pontas e drenagem do tórax.
  23. 23. CURATIVO DE 3 PONTOS
  24. 24. HEMOTÓRAX MACIÇOAcúmulo rápido de mais de 1,5 litro de sangue nacavidade pleural proveniente dos vasosintercostais, da mamária interna, do parênquimapulmonar ou de seus vasos.Sinais clínicos: dispnéia, murmúrios vesicularesabolidos, macicez à percussão.Conduta imediata: descompressão da cavidadetorácica com drenagem do tórax, reposiçãovolêmica, auto-transfusão.
  25. 25. TÓRAX INSTÁVELTambém conhecido como tórax flácido ouafundamento do tórax, ocorre quando um segmentoda parede torácica não tem mais continuidadeóssea com o resto da caixa torácica.Sinais clínicos: dor, insuficiência respiratória,movimento paradoxal, crepitação à palpação.Conduta imediata: administração de O2, via aéreadefinitiva, analgésicos e hidratação.
  26. 26. TAMPONAMENTO CARDÍACOAcúmulo de sangue no saco pericárdico querestringe a atividade cardíaca interferindo noseu enchimento.Sinais clínicos: confusão mental e agitaçãoinicialmente, tríade de Beck = distensãojugular, hipotensão e bulhas abafadas.Conduta imediata: pericardiocentese com jelco14, torneirinha e seringa de 20ml.
  27. 27. C - CIRCULAÇÃO• Hemorragia• Perfusão (teste de enchimento capilar)• Pele (cor, temperatura, umidade)• Pulso (bradicardia, taquicardia, ritmoregular)Controle do sangramento ativo comcompressão digital
  28. 28. • Controle da hemorragia: cada hemácia éimportante!!!– Pressão direta– Torniquete– Se suspeitar de hemorragia interna, deve-seexpor o abdome e proceder o exame físico.Deve-se palpar a pelve – se positivo PASG evolume aquecido.
  29. 29. ABDOMEN• Inspeção, ausculta, percussão epalpação• Reavaliação freqüente• Métodos diagnósticos especiais– FAST ultrassom– LPD– TomografiaAvaliaçãoAvaliaçãoSecundáriaSecundária
  30. 30. • Nível de consciência rebaixado:– Oxigenação cerebral diminuída;– Lesão do SNC;– Intoxicação por droga e álcool;– Distúrbio metabólico• Aplicar a Escala de Coma de Glasgow –OVM• PupilasD - AVALIAÇÃONEUROLÓGICA
  31. 31. E –EXPOSIÇÃO/AMBIENTE• Despir o paciente completamente• Movimentar em bloco – observarfraturas;• Prevenir hipotermia.
  32. 32. MÚSCULO-ESQUELÉTICO• Extremidades– Contusões, deformidade e dor• Pelve– Crepitação e movimentos anormais• Muscular– Avaliar todos os pulsos periféricos• Coluna– Achados físicos e mecanismo de lesão
  33. 33. MONITORIZAR• Sinais Vitais• Débito Urinário• Oximetria de pulso• Temperatura• ECG• HGA• CO2 ExpiratórioRessuscitaçãoRessuscitação
  34. 34. RESSUSCITAÇÃO• Assegurar e proteger a via aérea• Ventilar / oxigenar• Terapia vigorosa contra o choque Catéteres urinários e gástricos
  35. 35. RESSUSCITAÇÃO• Tratar as lesões que ameaçam a vida naordem em que forem identificadas• Considerar a necessidade detransferência:Contato prévio médico para médico
  36. 36. ANTES DAAVALIAÇÃOSECUNDÁRIA• Completar a Avaliação Primária• Iniciar a Ressuscitação• Reavaliar o ABCRessuscitaçãoRessuscitação
  37. 37. AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA• Examinar da cabeça a ponta do dedo• Exame neurológico completo• Avaliação radiológica• Procedimentos Especiais• “Dedos e tubos em todos os orifícios”• Reavaliação
  38. 38. HISTÓRIA AMPLA• Alergias• Medicações• Doenças associadas• Última refeição• Evento/Ambiente
  39. 39. REAVALIAÇÃO• Novos Achados– Melhorou /Piorou• Alto Índice de suspeição• Monitorização Contínua• Alívio da dor
  40. 40. TRATAMENTODEFINITIVO• Centro de Trauma• Hospital apropriado mais perto
  41. 41. REGISTROS EASPECTOS LEGAIS• Documentação precisa ecronológica• Consentimento para o tratamento
  42. 42. Acima de tudo…NÃO CAUSAR MAIS DANO
  43. 43. ?

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