Shakhtar Donetsk

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Análise ao Shakhtar Donetsk de Mircea Lucescu. Adversário do FC Porto na Liga dos Campeões.

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Shakhtar Donetsk

  1. 1. JOGO CLUJ 3 x 3 SHAKHTAR DONETSK ESTÁDIO/DATA Dr. Consantin Radulescu (Roménia)/ 5 de Setembro de 2014 FASE Jogo Particular RES. INTERVALO 1 x 2 SISTEMAS ALTERNATIVOS → 4x4x2 Tradicional → 4x1x4x1 Restante Plantel: 30- Pyatov (Guarda-Redes) 12- Khudzhamov (Guarda-Redes) 44- Rakistky (Defesa Central) 5- Kucher (Defesa Central) 18- Ordets (Defesa Central) 33- Srna (Defesa Lateral Direito) 13- Shevchuk (Defesa Lateral Esquerdo) 31- Ismaily (Defesa Lateral Esquerdo) 6- Stepanenko (Médio Defensivo) 77- Ilsinho (Médio Centro/Médio Ofensivo) 89- Dentinho (Médio Ofensivo/S. Avançado) 11- Marlos (Ex. Direito) 7- Wellington Nem (Ex. Esquerdo) 28- Taison (Ex. Esquerdo) 21- Gladky (Ponta-de-lança) Tr: Mircea Lucescu
  2. 2. NOTAS EXTRA CLUJ ESTATÍSTICAS SHAKHTAR DON. 40% Posse de Bola 60% 10 Remates 11 5 Remates à baliza 6 7 Cantos 5 24 Faltas 17 0 Foras de jogo 3 MELHORES MARCADORES (LIGA) NOME GOLOS Gladky 5 Taison 2 Stepanenko 1 Luiz Adriano 1 Rakistkiy 1 Estatísticas (jogo): soccerway.com M. Marcadores: zerozero.pt Balanços: Transfermarkt.pt LIGA -> 7 Jogos, 6 Vitórias, 1 Empate, 16 golos marcados, 2 sofridos TAÇAS (INTERNAS) -> 3 Jogos, 3 Vitórias, 8 Golos Marcados, 1 Golo Sofrido CHAMPIONS -> 1 Jogo, 1 Empate, 0 Golos Marcados/Sofridos
  3. 3. TRANSIÇÃO OFENSIVA: Quando conseguem abrir espaços à profundidade lançam na frente (espaço ou Luiz Adriano, para baixar). Extremos (Bernard, principalmente), muito capaz nos lançamentos longos. Potencialmente são rápidos e verticais mas nem sempre são esclarecidos. Fred teme um pouco e os centrais pouco esclarecidos.
  4. 4. Organização Ofensiva: Equipa organizada em 4x2x3x1 com processo de construção curto mas lento, pouco fluído, acelerando apenas quando chega ao tridente que joga nas costas de Luiz Adriano. São uma equipa que se sente mais cómoda com o jogo partido podendo explorar a profundidade, verticalidade e explosão dos seus avançados. Raramente verticalizam desde trás (guarda-redes ou defesa central). Na 1ª fase optam por sair curto pelos centrais. Não complicam até porque não são muito esclarecidos (Chygrynskiy o melhor no passe curto). Só raras vezes jogam longo normalmente para Luiz Adriano disputar no jogo aéreo (não é o seu ponto mais forte).Ainda dentro do processo de construção e com a bola a sair dos centrais para Fernando (ou Fred mas menos plausível) ou para os laterais. Muita circulação entre a 1ª e a 2ª fase de construção com o apoio suplementar de Fred que essencialmente verticaliza o jogo apostando mais em correr riscos na saída de zonas de construção para zonas de criação. Com a mudança de fase (de construção para criação) e a entrada em cenas dos 3 brasileiros criativos (Douglas, Alex Teixeira e Bernard) a equipa acelera o seu processo ofensivo. Alex Teixeira parte do espaço interior e é nele que habita sempre apenas com movimentos de aproximação ao avançado ou movimentos de aproximação aos médios centro. Bernard parte, sem bola principalmente, da faixa para dentro permitindo largura/profundidade na faixa ao lateral. Douglas Costa encara espaço interior quando recebe a bola para fazer movimento interior (diagonal) com bola dando algum espaço exterior para o lateral conferir profundidade (Kryvtsov não é muito ofensivo, até pelas suas caracteristicas, mas com Srna é completamente diferente permitindo mais liberdade para Douglas Costa deambular por espaços interiores mais vezes sem bola). Luiz Adriano confere profundidade pelo corredor central buscando muitas vezes o espaço nas costas dos centrais. O tridente é muito forte nos movimentos entre-linhas pela qualidade técnica e facilidade na decisão. Bernard também consegue conferir alguma profundidade no espaço entre faixa e corredor central mas sem grande agressividade. Na fase de finalização, várias formas de chegar, ora por dentro, ora por fora. A equipa consegue finalizar através de jogadas individuais de Douglas partindo em posse, Alex ou Bernard entre linhas com finalização de fora da área ou ainda com a aposta na profundidade de Luiz Adriano. Dificil criarem perigo via cruzamento se chegarmos perto dos avançados. ATENÇÃO: ao Fred quando surge desde trás para finalizar.
  5. 5. TRANSIÇÃO DEFENSIVA: Muito agressivos e com boa reacção no sector intermédio (excepto Fred) mas também nas faixas (Bernard+Douglas), que fecham bem espaço interior pressionando o portador. Fernando é excepcional nesse momento e laterais muito oportunos também no ‘ataque’ ao portador cometendo (algumas) faltas.
  6. 6. Organização Defensiva: Organização estrutural efectuada em 4x1x4x1 não muito linear. Bloco médio, pressão com variações mas média (varia muito!). As variações estruturais (ver imagem diapositivo anterior) tem que ver com a funcionalidade sectorial e intersectorial (médio defensivo) mas também pelas referências individuais nos corredores laterais. São dinâmicos e agressivos, demonstram ser algo compactos mas tem um corredor central muito lento e ‘duro de rins’. Na 1ª fase pouco agressivos e sagazes no pressing nomeadamente por Luiz Adriano e só algumas vezes (raras) auxiliado pelo apoio interior do Fred/Alex Teixeira. Não devemos ter problemas em sair, quer por dentro, quer por fora, até porque dão algum espaço nas costas da 1ª linha de pressão e a 2ª linha não sobe o suficiente para encurtar procurando não desequilibrar. Da passagem da 1ª para a 2ª fase percebe-se grande mudança na atitude combativa da equipa que fica mais próximo com o recuo do Luiz Adriano e com a subida da linha média (pouco significativo). Neste momento percebemos a marcação individual nas bandas com a criação de dificuldades nos movimentos exteriores com bola pelo lateral adversário. (Marcação individual: LATERAL/EXTREMO e EXTREMO/LATERAL). Com a entrada no processo criativo do adversário destaque para o desligar do acompanhamento por parte do extremo do lado contrário ao da bola. Do lado da bola, grande acompanhamento com a linha média a passar de 4 para 3 com a subida posicional de Fernando (inclusão na linha composta por Fred e outro médio). Defesa procura jogar em linha (nem sempre consegue até porque centrais tendem muito a encostar ao ponta-de-lança do adversário e quando ele sobe para procurar espaço entre linhas libertam algum espaço nas suas costas que pode/deve ser explorado). Atenção: dão muito espaço no espaço contrário ao da bola (não basculam com qualidade suficiente), se não alargarmos demasiado o nosso bloco ofensivo, obrigando-os a fechar muito o espaço central para evitar que adversário consiga superioridade numérica no lado da bola: consequência do facto do extremo do lado oposto não fechar o espaço correctamente (ver 2ª imagem para ver como criar perigo através da variação de flanco). No momento do cruzamento formam duas linhas na área não permitindo grande espaço entre linhas mas o ideal será atacar a zona coberta por Fred mas também podemos explorar o primeiro poste pois apesar dos centrais serem muito competentes no ar são algo lentos e fáceis de surpreender se atacarmos a bola com agressividade. Referir ainda: -Extremo do lado da bola fecha correctamente invalidando 2x1 com lateral; -Lateral do lado oposto ao da bola fecha muito bem mas se jogar Srna podemos explorar o facto de não ser alto e não ser forte no jogo aéreo, o que não acontece com Kryvtsov ou Márcio Azevedo; -Centrais, como já referido, fortíssimos no jogo aéreo mas são algo débil com bolas pelo chão.
  7. 7. Bolas Paradas Ofensivas: Cantos: Colocam 4 jogadores na área (Volovyk; Kryvtsov; Luiz Adriano; Chygrynskiy) quase que alinhados no momento de finalizar. Douglas (ou Bernard na cobrança). 1º poste é difícil de tapar. Fred aproxima do marcador para canto curto. Alex Teixeira (ou Bernard) ficam fora da área para 2ª bola ou jogada estudada. Livres laterais: Douglas ou Fred na cobrança colocam 5 jogadores a atacar a área em diagonal e um 6º a procurar o espaço central num movimento distinto de todos os companheiros. Colocam ainda 2 jogadores no exterior da grande área. Mais perigo: Bola colocada ao 2º poste para um dos dois últimos elementos da estrutura. Livres directos: Douglas Costa ou Fernando na marcação (preferencialmente Doulgas Costa!). Bernard, Alex Teixeira, Fred e Luiz Adriano a colocarem-se no meio dos adversários para uma possível 2ª bola. Na cobertura dos marcadores estão os dois laterais (não visível na imagem…)
  8. 8. Bolas Paradas Defensivas: Cantos: Marcação individual em toda a área (grande+pequena). Procuram estar muito próximos do jogador a marcar (quase colados!). Fazem cobertura zonal do 1º poste (Bernard) mas não cobrem + espaços de forma posicional-zonal (só em caso de faltar um jogador para marcar individualmente cobrem 2º poste). Muito espaço no 2º poste e nas costas dos guarda-redes. Douglas+Alex no exterior da grande área. Livres laterais: Marcação zonal (linear) nesta bola parada. 1 na barreira + 2 a evitar 2ª bola/lance estudado fora da área. Restantes à zona, com espaço entre o Márcio Azevedo e Luiz Adriano. Baixam rápido e de forma agressiva. Linha curta e c/ unidades próximas. Jogadores altos e fortes no ar: centrais, Kryvtsov, Fernando e Luiz Adriano. Livres directos: Colocam 3 jogadores na barreira, dois na entrada da área sobre os dois lados da zona da falta. Colocam ainda 3 jogadores do lado oposto ao da cobrança e 2 nas ‘costas’ da barreira ‘caidos’ para o lado da cobrança. Barreira passiva e fácil de ultrapassar com a bola por cima. Saltam pouco e estão algo espaçados.

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