Materiais e técnicas básicas de desenho

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Materiais e técnicas básicas de desenho

  1. 1. materiais técnicas básicas de 1 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual d e s e n h o e http://eb23fm.wix.com/fminvisual
  2. 2. materiais e técnicas 2 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual Conhecer os materiais, o modo, como, onde e quando os utilizar, levam-nos ao domínio da gramática do desenho, facilitando a reflexão, o desenvolvimento do pensamento e das ideias na concretização de um trabalho de desenho, pintura, expressão ou representação de uma realidade. básicas de desenho
  3. 3. 3 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual Grafite A grafite produz um traço monocromático e gamas de tons cinza podendo ser aplicada em vários tipo de suporte. Desenhar a grafite obriga a uma análise exaustiva e reflexão constante. Os tons obtêm-se por justaposição ou cruzamento dos traços. Quanto mais fino e duro for o lápis, mais suave será o tom. Lápis H "hard" - mina dura. Lápis B "brand" ou "black" - mina macia ou preta. Lápis HB "hardbrand" - mina de dureza média Características técnicas e expressivas
  4. 4. 4 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual A expressão de uma linha a grafite depende de quatro factores: grau de dureza do lápis, pressão exercida, velocidade gestual e suporte. Existem três processos simples de obter a gradação de tom num desenho a lápis de grafite: o tracejado cruzado, o sombreado e o esfumado. O sombreado obtém-se pelo movimento da mão ou do pulso. Esfregar o tracejado com esfuminho ou dedo suaviza o tom. A mancha pode ser expressa por pontos ou traços justapostos ou sobrepostos, linhas mais ou menos espessas, ou por apontamentos de borracha sobre o sombreado, abrindo, assim, zonas de luz. Os trabalhos devem ser fixados, usando fixados apropriado para se manterem inalteráveis linha, traço e manchas / dégradés Grafite
  5. 5. 5 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual carvão O carvão é um material que produz um traço de qualidade, brando ou forte em expressão e flexibilidade, evidenciando força, timidez, fluência ou hesitação. Com o carvão podem-se realizar efeitos em função do grão do papel utilizado que se proporcione à construção de tonalidades. O carvão é um material expressivo respondendo bem aos movimentos gestuais e ás variações na pressão. Características técnicas e expressivas
  6. 6. 6 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual linha, traço e manchas / dégradés O carvão utilizado para o desenho da linha como da mancha adapta-se a trabalhos de grandes dimensões, a desenhos preliminares de grandes projectos de pinturas murais. Com esfuminhos podemos espalhar o carvão no papel e misturar e obter diferentes tons, que variam de acordo com a quantidade de carvão, a pressão dada ao esfuminho e a espessura da barra de carvão. carvão
  7. 7. 7 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual sanguínea Características técnicas e expressivas A sanguínea é um material surpreendente pela variedade de tons e matizes que proporciona. A técnica a ultilizar é semelhante à do carvão. A expressão depende da sua utilização: desenhando com a parte plana da barra, obtemos manchas e dégradés de traços amplos, com um stick afiado ou lápis, segurando-o como é hábito, traçamos linhas.
  8. 8. 8 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual linha, traço e manchas / dégradés sanguínea A sanguínea é originalmente um giz natural, mais ou menos rico em veios de peróxido de ferro (que dá a cor vermelha, cor de sanguem de terra) combinado com carbonato de cálcio. Existem várias cores deste material: terras avermelhadas, bistres e sépias.
  9. 9. 9 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual cera Características técnicas e expressivas A cera apresenta-se em formatos de lápis ou barras, aplicando-se directamente sobre papel ou cartão. Riscando com mais ou menos intensidade, obtemos tons mais ou menos claros.
  10. 10. 10 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual linha, traço e mancha / dégradés a textura do suporte pode ser observada se riscarmos com traços ténues. Sobre papel branco a luminosidade da cor é maior e mais evidente a qualidade semitransparente que a cera possui. cera
  11. 11. 11 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual Lápis de cor Os lápis de cor proporcionam um cromatismo muito brilhante e o efeito de policromia. Este trabalho plástico utiliza processos idênticos aos da grafite, nomeadamente através da trama, do aproveitamento da textura do papel, da expressão da linha e da mancha tonal, bem como do modo de execução. Características técnicas e expressivas
  12. 12. 12 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual linha, traço manchas e dégradés Os traços do lápis de cor não se fundem. No entanto, através da sobreposição de linhas de cruzamento dos traços, obtêm-se mesclas cromáticas resultantes da mistura ótica das cores. lápis de cor
  13. 13. 13 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual pastel O pastel pode utilizar-se como meio de desenho ou de pintura. Um trabalho a pastel pode ser composto por linhas ou tramas ou por diferentes camadas. O pastel seco ou o pastel de óleo, são excelentes materiais que permitem traços e linhas de grande expressividade. As barras de pastel podem ser utilizadas afiadas para traços finos, linhas e pontos, ou usadas de lado, em forma de barra, permitindo pintar manchas e superfícies de diversas dimensões. Características técnicas e expressivas
  14. 14. 14 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual linha, traço e manchas / dégradés Com o pastel podem-se obter linhas largas e ondulantes ou linhas finas e precisas. Os traços do pastel proporcionam grande expressividade. Permite linhas finas ou espessas, de acordo com a extremidade ou qualidade branda ou dura do material. Pontilhismo com mistura ótica e sobreposição de cores, empastes com forte pressão no pastel sobre o suporte, esgrafitagem com raspagem da cor, fusão de cores com esbatimentos e exploração de texturas. pastel
  15. 15. 15 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual características técnicas e expressivas As canetas são intrumentos riscadores que determinam um tipo de desenho extremamente sensível e produzem traços de diferentes expressões, conforme o tipo e tamanho do aparo me o tipo e tamanho do aparo ou ponta escolhidos, conforme a pressão e direcção do traço e o modo de segurar o instrumento. O desenho a caneta é um meio de expressão linear. No entanto, o cruzamento de traços e tramas proporciona efeitos de manchas, sombras e texturas. Canetas de feltro
  16. 16. 16 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual Canetas de feltro As canetas de feltro podem possuir pontas pontiagudas, em forma de cunha ou bisel, redondas, finas ou grossas e aplica-se a tinta através de pontos e linhas de paralelas sucessivas ou cruzadas. Existe uma grande variedade de canetas de feltro (marcadores) de muitas cores, com tinta à base de água ou à base de disolvente de alcool. Uma vez aplicadas, são ambas dificieis de eliminar. As técnicas básicas de aplicação de canetas de feltro são: técnica do fundido - fusão da cor consigo mesma ou de duas cores produzindo um degradé colorido homogéneo – Sobreposição de traços produzindo um tom mais escuro linha, traço e manchas / dégradés
  17. 17. 17 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual desenhar com pincelCaracterísticas técnicas e expressivas Os pinceis são materiais de desenho e de pintura que se distinguem pela sua origem, forma e medida. A escolha do pincel decorre do tipo de procedimento, técnica e suporte escolhidos para o trabalho a realizar. De pelo fino ou duro, redondo ou plano, os diferentes tamanhos do pincel são classificados por numeração.
  18. 18. 18 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual Durante séculos artistas chinesses e japoneses exploram o potencial expressivo do desenho com pincel. A expressão conseguida com os pincéis molhados em tinta é muito diferente daquela que se obtém com outros materiais secos ou pastosos. desenhar com pincelCaracterísticas técnicas e expressivas
  19. 19. 19 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual aguarelaCaracterísticas técnicas e expressivas A aguarela tem como principal característica a transparência e luminosidade. A técnica fundamental na pintura a aguarela é a aguada, tinta diluida aplicada com pincel. Os pinceis podem ser utilizados de forma vigorosa e expressiva, descrevendo pinceladas de grande energia ou suavemente, dentro de limites definidos. Assim, a velocidade da pincelada, o angulo, a quantidade de tinta e o tipo de pincel, bem como a qualidade do papel são fundamentais para a expressão da linhda, do traço e da mancha.
  20. 20. 20 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual ÓleoCaracterísticas técnicas e expressivas A tinta óleo é uma técnica artística, mais utilizada na pintura, plicada com pincéis, espátulas, ou outros meios, sobre telas de tecido, superfícies de madeira ou outros materiais. A sua popularidade atribui-se à extraordinária versatilidade que oferece ao artista conferindo magníficos resultados nas técnicas tradicionais como a mistura cromática obtendo-se tons e brilhos muito consistentes e de excelente e qualidade. Óleo sobre tela é uma técnica de pintura muito frequente nas artes plásticas e consiste em utilizar tintas a óleo, diluídas em aguarrás e óleo de linhaça. O suporte da obra neste caso é a tela, que pode ser feita de linho cru, ou de outras fibras. Para misturar as cores, os tons desejados, utiliza-se uma paleta de madeira. Antigamente os grandes mestres faziam suas próprias tintas
  21. 21. 21 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual guache O guache é um material que permite realizar misturas de cores puras e luminosas. Os processos e técnicas utilizados com o guache são semelhantes aos da aguarela, mas, como possui o maior opacidade, obriga a outros cuidados. A sobreposição de camadas é homogénea; uma cor cobre bem a anterior, depois de bem seca. Com guache diluído pode-se, ainda, alterar o tom através de pinceladas sobrepostas na cor inicial já seca. Características técnicas e expressivas
  22. 22. 22 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual acrílico O acrílico é um tinta recente, aperfeiçoada nos anos 50, contituída por um pigmento e um aglutinante, sendo solúvel em água. A secagem rápida possibilita sobreposições e fácil manipulação da cor no suporte. A versatilidade da tinta acrílica permite misturar diferentes técnicas num mesmo trabalho. O acrílico pode ser encontrado em tubos ou boiões de diferentes tamanhos. É um meio muito resistente que pode ser aplicado em quase todos os suportes. Características técnicas e expressivas
  23. 23. 23 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual Impressão em relevo A história da impressão em relevo está ligada à do papel. Gravura/imagem são as reproduções que se obtêm de um baixo relevo, desenhado normalmente para esse fim exclusivo, por meio de adequados precessos de tintagem e impressão. As impressões em relevo como a xilogravura (placa de madeira) e linogravura (linóleo – tecido impermeável) são aquelas em que as partes salientes da matriz ficam em relevo e que ficam impressas, sendo as incisões, ou concavidades escavadas na placa, a tinta fica aplicada nas superficies em relevo, não escavadas, sendo elas (as matrizes) que vão originar a transferência, ou seja, a impressão da imagem. A serigrafia utiliza uma malha fina para cada impressão e cor utilizadas.
  24. 24. 24 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual linogravura A linogravura é um processo de impressão em relevo em que a matriz é feita numa placa de linóleo. A técnica consiste em escavar o desenho nessa placa com uma goiva. As goivas, de diferentes formatos de lâminas, com maior ou menor curva e mais largas ou estreitas, são apropriadas trabalhar a superfície a “escavar”
  25. 25. 25 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual xilogravura A xilogravura é basicamente gravura em relevo. Esta é uma das mais remotas formas de arte da gravura. A xilografia realiza-se, preferencialmente, em blocos de madeira, sendo ideal a de bruxo, cortado em tábua à veia, para não deixar rebarba. Ou ainda, em blocos de contraplacado.
  26. 26. 26 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual serigrafia A técnica de impressão em serigrafia baseia-se na passagem da tinta através de uma tela de malha muito fina. Na tela são tapadas, com verniz próprio, as zonas que não se quer imprimir, e que no papel ficarão sem tinta, assemelhando-se a uma imagem em negativo. “Abertas” ficam as zonas não isoladas pelo verniz, passando a tinta através da rede. O desenho é passado directamente para a tela, ou seja, não é invertido. Características técnicas e expressivas
  27. 27. 27 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual colagem A colagem é uma realização pictórica, cuja técnica consiste em incorporar ao suporte materiais e objectos, tais como: jornais, papeis pintados, bocados de madeira, etc. A colagem, enquanto junção de elementos, veio anular a distância que separava a pintura da escultura ao introduzir o volume na superfície do quadro.
  28. 28. 28 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual suportes e materiais auxiliares Acessórios, ferramentas e utensílios
  29. 29. 29 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual suportes e materiais auxiliares suportes / papeis Os suportes para desenho, pintura e colagem são estruturas fixas ou transportáveis, que funcionam como base para os trabalhos. Podem ser mais ou menos porosos, o que implica uma maior ou menos absorção da tinta. Existe uma infinidade enorme de papel para desenho com gramagem que varia entre 90g/m² até 300g/m². O papel para desenho artístico geralmente tem leve textura que pode proporcionar a execução de efeitos incríveis.
  30. 30. 30 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual suportes e materiais auxiliares suportes / telas As telas são superfícies por excelência para as pinturas a óleo. Em inglês são conhecidas como “Canvas”. Existem telas já fabricadas de diferentes tamanhos e formatos tipo (retratos, paisagem), a sua qualidade depende do tecido e regra geral são montadas sobre bastidores de madeira sobre a qual é esticada.
  31. 31. 31 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual suportes e materiais auxiliares borrachas e esfuminhos Existem vários tipo de borrachas, conforme os riscadores e materiais a utilizar na realização dos trabalhos, bem como o suporte utilizado. Com elas podemos apagar traços, abrir efeitos de luz sobre sombreados ou manchas, ou outros processos criativos. Os esfuminhos são utensílios usados para esfumar (esbater ou misturar). Consistem num rolo de papel, mais fino ou grosso, de extremidade pontiagudas.
  32. 32. 32 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual suportes e materiais auxiliares afias e lâminas de corte É fundamental ter uma afia com uma lâmina fina. uma afia vulgar fica rapidamentecom a lâmina “rombunda”, partindo as minas e danificando o próprio lápis. Existem afias eléctricas e lixas “afinar” o lápis
  33. 33. 33 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual suportes e materiais auxiliares Os desenhos realizados com riscadores secos (grafite macia, carvão, pastel) necessitam de ser protegidos contra a fricção que os danifica, fixando-os ao suporte. Assim, uma vez terminado o trabalho, procede- se à pulverização, utilizando, para tal, um fixador composto por resina dissolvida em essências. fixadores e vernizes
  34. 34. 34 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual suportes e materiais auxiliares brunir, fundir, esgrafitar e raspar Vários materiais de desenho e pintura podem ser trabalhados através de técnicas de fusão e homogeneização de tonalidades, conseguidas pela pressão e fricção das matérias corantes (cera, pastel e outras). Outras técnicas de elevada expressividade são realizadas através de processos de raspagem dos materiais aplicados sobre o suporte. As técnicas de raspagem designam-se genericamente de esgrafito.
  35. 35. 35 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual suportes e materiais auxiliares paletas e godés As paletas são normalmente utilizadas para a mistura e conservação das várias cores utilizadas numa pintura (normalmente a óleo). Os godés são frequentemente utilizados na pintura a óleo para a disposição dos vários vernizes e óleos.
  36. 36. 36 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual http://eb23fm.wix.com/fminvisual suportes e materiais auxiliares cavaletes e pranchetas Para os trabalhos de desenho e pintura, independentemente da técnica a usar, é necessário fixar e estabilizar o suporte do trabalho. Assim, recorremos a pranchetas ou diferentes tipos de cavaletes, consoante o local a desenhar ou pintar.
  37. 37. materiais técnicas básicas de 37 “in”visualfernandorodriguesmendes–professordeeducaçãovisual d e s e n h o e http://eb23fm.wix.com/fminvisual

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