Fontes de energia

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Fontes de energia

  1. 1. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  2. 2. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A produção e a distribuição de energia é um dos grandes problemas do mundo moderno.
  3. 3. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Antigamente se utilizava a força dos animais como energia. -Tração animal -Fogo -Água -Vento
  4. 4. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Atuais fontes utilizadas -Petróleo -Carvão -Gás Natural -Energia Nuclear -Hidreletricidade
  5. 5. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Toda e qualquer atividade humana que visa obtenção de recursos naturais, causa no espaço geográfico, modificações com consequências socioambientais imprevisíveis. UHE Santo Antônio (ainda em construção) e ao fundo a cidade de Porto Velho
  6. 6. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia http://blogs.estadao.com.br/reclames-do-estadao/2011/02/05/adeus-sete-quedas/ http://blog.comprasparaguai.com.br/2013/08/as-sete-quedas-de-guaira.html
  7. 7. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A economia global é fortemente dependente de fontes de energia NÃO- RENOVÁVEIS Um dos desafios econômicos do mundo é desenvolver fontes alternativas (energias renováveis)
  8. 8. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Combinação das fontes de energia disponível numa economia ou país e dos usos de energia em suas diferentes formas.
  9. 9. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Fontes que um dia se esgotarão (pois as reservas existentes no planeta demoraram milhões de anos para se formar) -Petróleo -Carvão mineral -Gás natural Cerca de 80% de toda a energia usada no mundo são de fontes não renováveis http://cenor.pt/pt-pt/portfolio/auto-estrada-a10-e-no-de-interligacao-a-auto-estrada-do-norte-a1/
  10. 10. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia São recursos naturais não-renováveis, formados por um lento processo de decomposição (matéria-orgânica produzida por plantas e animais)
  11. 11. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Fontes de energia que podem ser repostas na natureza -Eólica -Solar -Geotérmica Parque Eólico de Osório, localizados no município de Osório, no Estado do Rio Grande do Sul
  12. 12. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Localizada no município de Candiota, a 400 quilômetros ao sul de Porto Alegre, está inserida na maior jazida de carvão mineral do Brasil Principal fonte de energia da 1° Revolução Industrial (provoca grandes impactos – tanto na extração, quanto na queima)
  13. 13. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia China e EUA são os principais produtores mundiais. O carvão mineral formou-se nas Bacias sedimentares a partir da decomposição de restos vegetais durante milhões de anos.
  14. 14. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia China e EUA são os principais produtores mundiais. O carvão mineral formou-se nas Bacias sedimentares a partir da decomposição de restos vegetais durante milhões de anos. Quanto mais antigo for o carvão, maior o teor de carbono (poder calorífero) ele possui.
  15. 15. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Pode-se considerar quatro tipos: A) TURFA B) LINHITO C) HULHA (ou Betuminoso) D) ANTRACITO
  16. 16. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Primeiro estágio de formação do carvão (leve e com alto teor de umidade e pouco poder calorífero)
  17. 17. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Menos antigo que a Hulha, queima- se com facilidade e possui uma cor que vai do castanho ao preto.
  18. 18. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O mais consumido Hulha
  19. 19. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Mais antigo e mais raro (95% de teor de carbono)
  20. 20. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Há oito grandes jazidas e diversas menores no Brasil, sendo que 88% dos recursos estão no Rio Grande do Sul. O carvão mineral brasileiro é do tipo hulha, porém caracterizado por uma baixa qualidade, já que apresenta elevado teor de impurezas e baixo teor calorífico. As principais jazidas carboníferas se localizam no sul do país, especialmente nos vales dos rios Jacuí (RS) e Tubarão (SC). É utilizado como fonte de energia em usinas termelétricas e no transporte e o carvão catarinense, um pouco melhor, é utilizado na siderurgia.
  21. 21. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  22. 22. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Fonte de energia mais importante e mais utilizada no mundo. A 2° Revolução Industrial marca o início do seu crescente consumo. -(representa poder político e consumo) -Provoca grandes impactos na sua queima -Possibilidade de acidentes ambientais no transporte e extração
  23. 23. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Os depósitos de petróleo são encontrados em bacias sedimentares. Oriente Médio é a região que concentra as maiores reservas mundiais do petróleo.
  24. 24. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  25. 25. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Novembro/2007 a Petrobrás anuncia a descoberta de enorme reserva de petróleo e gás natural, localizado em águas profundas da área de Tupi, na Bacia de Santos. O petróleo está na camada de pré-sal (mais de 5 mil metros abaixo do nível do mar, após extensa camada de sal)
  26. 26. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Convencionou-se chamar de pré-sal porque forma um intervalo de rochas que se estende por baixo de uma extensa camada de sal, que em certas áreas da costa atinge espessuras de até 2.000m. O termo pré é utilizado porque, ao longo do tempo, essas rochas foram sendo depositadas antes da camada de sal
  27. 27. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia 5.500 abaixo do nível do mar nível do mar
  28. 28. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Ela surgiu a partir de um riquíssimo depósito de matéria orgânica que, ao longo de milhões de anos, foi prensado por grossas camadas de rocha e sal, transformando-se em petróleo. O estrato do pré-sal está a cerca de 7 mil metros de profundidade, ocupando uma faixa de 800 quilômetros do litoral brasileiro que se estende de Santa Catarina ao Espírito Santo. Estima-se que lá estejam guardados cerca de 80 bilhões de barris de petróleo e gás, o que deixa o Brasil na privilegiada posição de sexto maior detentor de reservas no mundo, atrás apenas de Arábia Saudita, Irã, Iraque, Kuwait e Emirados Árabes. Confira a seguir como se deu o longo processo de formação dessa preciosa mina de petróleo. Panela de pressão Ao longo de milhões de anos, um gigantesco caldo de matéria orgânica foi submetido a pressões incríveis, transformando-se no petróleo do pré-sal 1. No princípio era o Gondwana Quando: Há 135 milhões de anos África e América do Sul faziam parte de um único e imenso continente chamado Gondwana (a outra porção continental da Terra chamava-se Laurásia). Em virtude das forças de convecção causadas pelo resfriamento do magma, as placas tectônicas começaram a se afastar provocando uma fratura entre os dois atuais continentes. Além disso, houve intensa atividade vulcânica 2. Grandes lagos Quando: Há 130 milhões de anos Com o afastamento das placas tectônicas, as águas das chuvas passaram a se acumular nas falhas geológicas, dando origem a grandes lagos de água salobra e quente (por causa da atividade vulcânica). Fundos e com baixo nível de oxigenação, esses lagos acabaram se transformando em grandes depósitos de matéria orgânica, como folhas e animais mortos, que também se acumulavam em seu interior 3. Mistura fina Quando: Há 120 milhões de anos Enquanto os continentes lentamente continuavam a se afastar, a matéria orgânica foi se misturando a partículas finas de argila, areia, calcário e conchas. Esta mistureba toda deu origem a uma grande camada de rocha sedimentar porosa, na qual ficou armanezado o material que, milhões de anos mais tarde, se transformou em petróleo 4. O lago vai virar mar Quando: Entre 115 a 110 milhões de anos Com o afastamento maior das placas, as águas oceânicas invadiram o lago, formando um grande mar interior, estreito, comprido e com pouca circulação de água, semelhante ao Mar Vermelho. Em virtude da evaporação da água, formou-se uma espessa camada de sal, com mais de 2 mil metros de espessura, que cobriu o denso depósito de matéria orgânica 5. Petróleo à vista! Quando: 20 a 30 milhões de anos Ao longo desses milhões de anos, o mar expandiu-se de vez e os sedimentos de rocha depositados sobre a camada de sal acabaram formando o leito do oceano Atlântico. Soterrada abaixo desses gigantescos blocos de rocha e de sal, a matéria orgânica sofreu enorme pressão, transformando-se, por fim, no petróleo da camada pré-sal. A quase 7 mil metros de profundidade, o óleo dessas áreas é bem mais puro: sofreu pouca ação das bactérias, que dificilmente sobrevivem à temperatura local de mais de 100 ºC A camada de sal é impermeável, mas tem falhas geológicas. Através dessas fissuras, cujas porosidades são preenchidas por água, parte do petróleo do pré-sal acaba subindo e fixando-se em bolsões da camada de rocha. Em locais como esses é que se encontram algumas das jazidas de petróleo oceânicas já exploradas, como as da bacia de Campos (RJ) http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-foi-formada-a-camada-do-presal Como foi formada a camada do pré-sal?
  29. 29. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Combustível fóssil encontrado em estruturas geológicas sedimentares, o gás natural em geral, está associado ao petróleo, portanto é esgotável.
  30. 30. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Pode ser utilizado em: -Residências (cozinha, aquecimento de água) -Indústria (energia, matéria-prima setor químico) -Transporte (rodoviário) -Usinas Termelétricas
  31. 31. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  32. 32. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Obtido através do processo de enriquecimento de minerais radioativos (urânio) Representa uma alternativa de diminuição da dependência do petróleo (por parte dos países ricos)
  33. 33. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  34. 34. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Obtido através do processo de enriquecimento de minerais radioativos (urânio) Representa uma alternativa de diminuição da dependência do petróleo (por parte dos países ricos)
  35. 35. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  36. 36. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Insistiu-se sobre o caso trágico dos seiscentos mil a oitocentos mil liqüidadores, esses voluntários em geral forçados que limparam o sítio absorvendo as mais fortes doses, e dos quais não se sabe praticamente nada. Os que não morreram na catástrofe se dispersaram por toda a União Soviética, e nenhum estudo epidemiológico pôde ser praticado, nem neles nem na sua descendência.” (JEAN-PIERRE DUPUY - A catástrofe de Chernobyl vinte anos depois - http://www.scielo.br/pdf/ea/v21n59/a18v2159.pdf) “Estive em Kiev, visitei o sítio de Chernobyl. Aí nos falaram da retirada dos 48 mil habitantes de Pripyat, a cidade vizinha da central nuclear, operação que só começou mais de 30 horas depois da explosão. Entre essas pessoas deslocadas, quinze mil teriam morrido nos seis meses seguintes, empilhadas nos hospitais de Kiev.
  37. 37. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Cidade fantasma de Pripyat com a usina nuclear de Chernobyl ao fundo.
  38. 38. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia PODE SER UTILIZADO PARA FINS NÃO PACÍFICOS (indústria bélica) Risco de acidentes Barack Obama Presidente (EUA) François Holande Primeiro Ministro (FRA) Rainha Elizabeth (Reino Unido) Hu Jintau Presidente (CHINA) Vladmir Putin Primeiro Ministro (RUS)
  39. 39. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), a única central desse tipo no país, situada no município de Angra dos Reis, foi assim denominada em homenagem ao pesquisador pioneiro da tecnologia nuclear no Brasil e principal articulador de uma política nacional para o setor. Um dos fatores determinantes para escolha do local foi a proximidade quase eqüidistante de três grandes centros consumidores brasileiros: Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, evitando perdas de energia em longas linhas de transmissão. Outro fator importante foi a proximidade do mar. Embora o urânio seja o combustível, é a água que movimenta e refrigera uma usina nuclear. Por isso ela precisa ser construída próxima a um rio ou mar, onde exista água em abundância.
  40. 40. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  41. 41. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Fonte de energia muito utilizada (necessita de uma significativa quantidade de água) O princípio básico é usar a força de uma queda d'água para gerar energia elétrica. Essas usinas possuem enormes turbinas, parecidas com cata-ventos gigantes, que rodam impulsionadas pela pressão da água de um rio represado. Ao girar, as turbinas acionam geradores que produzirão energia. No Brasil, as hidrelétricas são as principais responsáveis pela energia
  42. 42. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  43. 43. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  44. 44. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  45. 45. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A Usina Hidrelétrica de Belo Monte é uma central hidrelétrica que está sendo construída no Rio Xingu, no estado brasileiro do Pará, nas proximidades da cidade de Altamira.
  46. 46. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Os impasses, resistências e desafios associados à construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte estão relacionados, principalmente à necessidade de equilibrar e compatibilizar o investimento no crescimento do país com os esforços para a conservação ambiental Em 2008 decidiu-se que a única usina na bacia do Xingu será Belo Monte
  47. 47. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia BACIA AMAZÔNICA 1. Rio Amazonas 2. Rio Solimões 3.Rio Negro 4. Rio Xingu 5. Rio Tapajós 6. Rio Jurema 7. Rio Madeira 8. Rio Purus 9. Rio Branco 10. Rio Juruá 11. Rio Trombetas 12. Rio Uatumã 13. Rio Mamoré -MAIOR Bacia Hidrográfica brasileira -MAIOR potencial hidrelétrico que é pouco aproveitado FATORES: -Baixa densidade demográfica -Poucas indústrias -Relevo Plano -Densidade demográfica Norte 2,9 hab/km² -Densidade demográfica Nordeste28 hab/km² -Densidade demográfica Sul 43,5 hab/km² -Densidade demográfica Sudeste 78,1 hab/km² -Densidade demográfica Centro-Oeste6,5 hab/km²
  48. 48. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia http://www.cdlvca.com/v1/2013/05/16/pe squisa-afirma-que-desmatamento-da- amazonia-pode-diminuir-geracao-de- energia-de-belo-monte/
  49. 49. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia No sítio Belo Monte, estrutura para abrigar 18 turbinas principais é escavada em rocha crédito: Lalo de Almeida/Folhapress
  50. 50. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Madeira de desmatamento para a construção da usina de Belo Monte
  51. 51. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografiahttp://pib.socioambiental.org/pt/noticias?id=134660&id_pov=24 Casas em construção pela Norte Energia na gleba Jatobá2
  52. 52. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Balbina é uma tragédia econômica, pois o custo da energia que ela produz é altíssimo. Acontece que o rio Uatumã é pequeno e tem pouca água, e por isso, a quantidade de energia consumiu muito dinheiro. Muito mais que continuar a usar as termoelétricas! Balbina também é uma tragédia ecológica, pois destruiu uma área enorme de floresta, destruindo milhões de árvores. Acontece que o rio Uatumã está localizado em região de relevo quase plano, e, por isso, a represa criada pela barragem inundou um espaço exagerado. Não foi só a floresta que se perdeu, mas também muitas espécies animais que habitavam aquele meio ecológico. Finalmente, Balbina é uma tragédia social que prejudicou os habitantes da região. Uma parte da sua enorme represa inundou terras de caça e moradia dos índios. Além disso, os peixes desapareceram do rio, no trecho abaixo da barragem, pois a decomposição dos vegetais afogados pela represa tornou a água ácida e poluída. Os habitantes das margens do rio, que usavam os peixes como fonte de alimentação, estão se mudando para outros lugares. http://sosriosdobrasil.blogspot.com.br/2010/05/balbina-hidreletrica- que-nao-deu-certo.html
  53. 53. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Pode ser considerado biomassa todo recurso renovável que provêm de matéria orgânica - de origem vegetal ou animal - tendo por objetivo principal a produção de energia.
  54. 54. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Principais fontes de biomassa - Biomassa de cultivos agrícolas Entre as biomassas de cultivos agrícolas, o bagaço e a palha de cana são consideradas algumas das mais importantes no contexto da agricultura brasileira, sendo aproveitadas em caldeiras para gerar energia nas usinas, além do excedente energético ter a possibilidade de ser acrescido ao sistema elétrico. Além dos resíduos provenientes da cultura da cana-de-açúcar, a grande maioria da culturas brasileiras gera biomassa que podem se utilizadas para a geração de energia. No entanto grande parte é queimada ou retorna ao solo através da incorporação dos restos de cultura. Podemos citar outros resíduos tais como: a casca de arroz, cascas de castanhas, côco da bahia, côco de babaçu e dendê, cascas de laranjas, etc. - Biomassa de origem vegetal Parte da demanda energética brasileira ainda é atendida pela queima de madeira. De acordo com o LPF/Ibama, os cerca de 50 milhões de metros cúbicos de madeira em tora extraídos por ano na região amazônica produzem apenas 20 milhões de metros cúbicos de madeira serrada. Do total, aproximadamente 60% é desperdiçado nas serrarias durante o processamento primário. Em geral, mais 20% são desperdiçados no processamento secundário, gerando um imenso volume de resíduos.
  55. 55. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Segundo a pesquisa realizada pela IEA Bioenergy Task 40 - divisão especializada em bioenergia da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) aponta que o o Brasil é o país que mais utiliza biomassa na produção de energia, sendo16% do uso mundial no setor. Em seguida estão os EUA (9%) e Alemanha (7%).
  56. 56. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Energia geotérmica ou energia geotermal (geo: terra; térmica: calor) é a energia obtida a partir do calor proveniente do interior da Terra. A usina geotérmica de Nesjavellir, próxima a Þingvellir, Islândia.
  57. 57. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  58. 58. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia No Brasil, a energia geotérmica é utilizada apenas na forma de água aquecida, como no caso dos parques termais de Caldas Novas (GO) e Poços de Caldas (MG). Como o terreno brasileiro é bastante antigo, não possui formações que tornam possíveis as rochas derretidas ou magma estarem mais próximas à superfície. Sendo necessário mais trabalho, estrutura e gastos para atingir um nível considerado suficiente para a produção.

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