Jornal Pedro Américo setembro 2014

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Quarta edição do Jornal "Fala Galera!"

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Jornal Pedro Américo setembro 2014

  1. 1. mundo. Por outro lado, soubemos acolher bem os nossos visi-tantes que nos elogiaram pelas redes sociais. A alma verde e amarela se confrontou com outras cultu-ras e pode aprender muito e ensinar também. Muitos já planejam voltar e garantem indicar para os amigos. Fora de campo fomos vence-dores: um povo heroico que resplandeceu em suas virtu-des e agradou aos visitantes. Dentro de campo, porém, temos que curar nossas feri-das e nos reerguer para po-dermos ocupar nosso lugar de destaque no cenário mundial. Equipe “Fala Galera!” C omo todo bom brasilei-ro, devemos elevar o nome do nosso país, apesar de todas as dificulda-des enfrentadas por nós, do dia a dia nas áreas da políti-ca, segurança, saúde e educa-ção. Porém , o povo brasileiro é encantador: guerreiro, apesar do mito de que não gostamos de trabalhar; higiênicos, pois tomamos banho todos os dias. Além disso, desfrutamos de uma culinária diversificada e muito saborosa. No país do futebol, os donos da bola foram os alemães que nos ensinaram que planeja-mento e humildade são ingre-dientes necessários para uma grande conquista. Uma das grandes lições que podemos tirar desta copa é não subestimar nenhum time até o último apito do juiz, foi uma delas. Além das lições dentro de campo, a competição nos trouxe aprendizagens fora das quatro linhas. Dos temores a respeito do mundial no Brasil que não se confirmaram até ser conside-rada a “Copa das Copas” pela FIFA e também pelos estran-geiros, tivemos a certeza de que somos um país hospitalei-ro e que mesmo com todas as dificuldades que enfrentamos houve um grande mundial. Torcíamos para que o Maraca-nã tivesse outras cores. Mas o país do futebol não brilhou nessa copa. Infelizmente, os donos da bola foram os ale-mães que nos derrotaram por 7x1. Uma derrota vergonhosa. Só no primeiro tempo foram 5 gols e mais dois no segundo tempo. Para amenizar o sofri-mento Oscar marcou um gol, o que não aliviou em nada o placar. Foi a maior humilha-ção já vivida em Copas do Como o mundo vê o país do futebol? Editorial F ALA GALERA, estamos de volta! Depois de algum tem-po longe, estamos aqui para lançar a nossa 1ª edição de 2014. Já não era sem tempo! Nesta edição, veremos um pouco do nosso gigante “Brasil” que não brilhou nos gramados, mas deu um show fora dele. Entrevistas, reporta-gens e moda são alguns dos itens que fizeram parte desse exemplar: “Como o mundo vê o país do futebol?”. As impressões que os estran-geiros tiveram do Brasil e dos brasileiros foram registradas nas páginas do nosso jornal que, modéstia parte, ficou bem legal! Em breve teremos muitas novidades no nosso Blog, matérias e entrevistas especi-ais além do registro dos even-tos da nossa escola. Aguardem!!!! Equipe “Fala Galera!” Fala Galera! Trabalhos desenvol-vidos pelo posto de saúde Vila Ramos:  Caminhada—2ª, 4ª e 6ª às 8h  Coral—2ª às 10h45  Terapia Comuni-tária— Quinzenalmente às 4ª às 14h  Ginástica—3ª e 5ª às 9h  Resgate femini-no— 5ª às 15h30  Exame Papani-colau— 2ªà 6ª 8h 3ª às 9h EMEF Pedro Américo Setembro 2014 Ano 02, edição 04 Nesta edição: Entrevista 2 Dicas de moda e saúde 2 Lazer 2 Cultura 3 Homenagem 3 Dicas de games 3 Passatempo e humor 4
  2. 2. A equipe do Fala Gale- ra! Entrevistou o pro- fessor de Educação Física Paulo sobre suas im- pressões sobre a Copa 2014. FG. Que lições a Copa do mun- do de futebol deixou para o Brasil? Acredito que a Copa do mun- do deixou pontos positivos e negativos, sendo positiva a infraestrutura que o Brasil montou para receber todos os turistas, delegações, a cons- trução de estádios, melhorias nos aeroportos, por exemplo. FG. Qual sua opinião sobre os gastos com a Copa? Os gatos foram enormes, mais que o orçamento previsto, o que desfavoreceu alguns seto- res que necessitam desses recursos para construção e melhorias nas áreas da saúde e da educação por exemplo. FG. O Brasil se preparou bem para receber os turistas? Sim, o Brasil se preparou bem com novas estruturas e refor- mas, de aeroportos, hotéis, festas que mostraram um pouco da nossa cultura. FG.E quanto a atitude das torcidas da Argentina e Chile ao invadir o estádio? Uma grande falta de educação e respeito. FG.Qual sua opinião sobre os protestos que antecederam a copa do mundo? Os protestos foram validos, o que mostrou aos governantes que o povo brasileiro esta atento aos acontecimentos. FG. Como a seleção brasileira poderá se preparar para a próxima copa? O Brasil deve focar especial- mente no grupo, para formar uma grande equipe. FG. O que achou do desempe- nho do técnico Felipão na nossa seleção? É um grande técnico, gosto dele como profissional, embo- ra não tenha conseguido ad- ministrar o grupo para jogar em equipe. FG. O que faltou para o Brasil ser campeão? Faltou jogar em equipe, pen- sar como grupo e foco. infectam a área ano-genital masculina e feminina. A vacina contra HPV tem eficá- cia comprovada para proteger mulheres que ainda não inicia- ram a vida sexual e, por isso, não tiveram nenhum contato com o vírus. Alguns pais estão receosos pois houve casos em que as meninas vacinadas tiveram suspeita de reações à vacina. A s meninas receberão nas escolas a segun- da dose da vacina contra o HPV. HPV ou Papilomavírus humano (Human papillomavirus) é um vírus de transmissão preferen- cialmente sexual, considerado como a DST (doença sexual- mente transmissível) mais frequente no mundo. Existem mais de 200 tipos diferentes de HPV, dos quais cerca de 45 Porém, a diretora de imuniza- ção do estado, Helena Soto, confirma que a imunização vai continuar, pois a vacinação é segura e recomendada pela Organização Mundial da Saú- de. A vacina está sendo aplicada por equipes das unidades básicas de saúde em escolas das redes públicas e privadas. Fonte: www.brasil.gov.br Entrevista Moda e Saúde: Dica de passeios: Parque da Água Branca rias opções de atividades para as crianças, com brinquedote- ca e espaço de leitura infantil – em alguns dias ainda conta com a presença de contado- res de história. Ao longo do ano também há uma ampla grade de programação voltada ao público infantil. O parque conta ainda com um lindo aquário. Nele estão ex- postas as espécies mais signi- ficativas das bacias hidrográfi- cas do Estado e de outras regiões. Endereço: Avenida Francisco Matarazzo, 455 Barra Funda - São Paulo - SP - CEP: 05001-900 Fone: (11) 3803-4200 Funcionamento: de segunda a segunda, das 6 às 22h Atendi- mento ao público: de segunda a sexta, das 8 às 17h Fonte: http:// www.cidadedesaopaulo.com O Parque Doutor Fer- nando Costa, conheci- do como Parque da Água Branca, é um ótimo lugar para fazer uma caminhada, um passeio a dois, ler um livro, espairecer, fazer um piquenique, ou para tomar um café típico do interior ao som de moda de viola. Inaugurado em 1929, o par- que, que funciona diariamen- te, das 6h às 22h, possui vá- Página 2 Fala Galera! Praça do idoso Parque da Água Branca Participe dos projetos da escola: Treino de Vôlei Futebol Jornal Aluno Monitor Adolescer Artes Capoeira Recuperação Paralela TCA
  3. 3. O s alunos do Jornal Fala Galera foram conhecer a 23ª Bienal do Livro 2014. A Bienal Internacional do Livro de São Paulo é um even- to cultural organizado pe- la Câmara Brasileira do Livro, que reúne várias editoras bra- sileiras e estrangeiras para apresentar lançamentos e seus títulos. Eles ganharam um vale com- pras e puderam levar pra casa alguns exemplares. Além de visitar os estandes das editoras nossa equipe visitou os estúdios da ”Imprensa Jovem”, projeto da prefeitura de São Paulo que estimula a produção de pro- gramas de rádio e cobertura de eventos pelos alunos moni- tores. Entrevistamos um grupo de alunos que estava fazendo a cobertura do evento. A entre- vista foi ao ar na rádio do pro- jeto e em breve poderá ser assistida em nosso blog. Outro evento cultural que vale a pena ser visitado é a exposi- ção em homenagem aos vinte anos do “Castelo Ratimbum”. Concebida pela equipe do Museu da Imagem e do Som com apoio da TV Cultura/ Fundação Padre Anchieta, a mostra é um tributo ao progra- ma que é considerado um dos melhores produtos audiovisu- ais da história da televisão brasileira. A exposição, que ocupará o primeiro e o segundo andares do Museu, é dividida em duas partes. Em uma delas, os visi- tantes irão conferir peças do acervo, muitas delas recupera- das e restauradas pelo MIS, como objetos de cena, fotogra- fias, figurinos dos persona- gens e trechos do programa que até hoje são hit, co- mo Lavar as mãos, música de Arnaldo Antunes. Depoimen- tos gravados pelos atores do elenco original especialmente des que liga a conexão dos jogadores com os videogames atuais. A saga começa quando o pro- tagonista é “sequestrado” pelo vilão do passado dos jogos, o Dr. Drak, furioso por ser ignorado pelos jogadores de hoje, que só querem saber de jogos e máquinas moder- nas. Ele executa seu plano maligno de sequestrar as pes- A quarta e última fase do jogo Hero criado pela INTEL foi lança- da, com muito sucesso na América Latina. Ao todo são mais de 760 mil jogadores incluídos no desa- fio, uma grande homenagem da INTEL á história dos video- games e dos jogadores. A últi- ma fase do Game Hero ofere- ce aos jogadores interativida- soas para o mundo dos jogos do passado. Para voltar ao presente e ser vitorioso, o protagonista tem que passar por todas as fases do jogo, derrotando inimigos de outros “mundos”, com de- safios e funcionalidades de todas as eras dos vídeo ga- mes. Fonte: www.tecmundo.com.br/ Cultura Game Hero lança sua ultima fase Homenagem limites entre família e profissão. Contudo, como disse Che Gueva- ra, “há que endurecer-se sem perder a ternura” Tivemos, em nossa escola, o prazer de conhe- cer uma pessoa que sabia fazer isso como ninguém: Neusa Rosa, dona Neusinha para nós. Era assim: a voz mais doce, um abraço que cabia o mundo, um elogio na ponta da língua. Para um problema, um sábio conselho. Para um bom dia, um sorriso bem dado. Para um corte de cabelo novo ou uma roupa bonita, pala- vras de seda. Dona Neusinha adorava ensinar os alunos recém-chegados. Era professora adjetivo. Professora de 1º ano. Achamos que sabia ensinar o A-E-I-O-U com gostinho de quero mais, pois, rapidamente os pequenos apren- diam a ler e escrever. Seria o recitar doce do alfabeto? A persis- tência terna de quem ensina os inícios? Ou teriam os alunos von- tade de ganhar o abraço mais gostoso do mundo e um sorriso iluminado que diziam: A segunda mãe; a tia; a melhor amiga. Não são raros os vocati- vos que remetem a docência das séries iniciais às relações mais íntimas, abundantes de cuidador do seio familiar. Nós, professoras, ávidas pela valorização e reconhecimento profissional, sindicalizamo-nos e reivindicamos melhores condições de trabalho e salários e, agora, quando um aluno chama-nos de “tia”, dizemos logo—Professora sim, tia não! Um aviso sobre os Ano 02, edição 04 Página 3 para a exposição complemen- tam esta parte. Em outra, uma experiência lúdica espera os visitantes, que poderão literal- mente entrar no Castelo. Devido ao enorme sucesso a exposição foi prorrogada até novembro. Avenida Europa, 158—Jardim Europa Estudantes tem 50% de des- conto. “Parabéns ,você já sabe ler!” Agradecemos, Dona Neusi- nha, sua dedicação com as crianças e em sua profissão e a sua companhia em nos- sas vidas. Inesquecível! Ana Carolina de V. Beltran e amigos da EMEF Pedro Amé- rico.
  4. 4. Humor Passatempo Sudoku U m dia, quando os funcionários chega-ram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual esta-va escrito: "Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convida-do para o velório na quadra de esportes". No início, todos se entristece-ram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de espor-tes era tão grande, que foi preciso chamar os seguran-ças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do cai-xão, a excitação aumentava: - Quem será que estava atra-palhando o meu progresso ? - Ainda bem que esse infeliz morreu ! Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verifi-car quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles. A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"? No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pes-soa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUAN-DO SEU CHEFE MUDA, QUAN-DO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORA-DO( A) MUDA. SUA VIDA MU-DA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁ- VEL POR ELA." O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda”. Fonte: pensador.uol.com.br/ Crônica

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