Fabio_Coimbra_Riscos_Tokio Marine

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Fabio_Coimbra_Riscos_Tokio Marine

  1. 1. Gestão de Riscos Corporativos Prof. Fábio Coimbra fcoimbra@usp fabiocc@fia.com.br Tokio Marine São Paulo, 11 de novembro de 2014
  2. 2. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Agenda 1. Introdução 2. Riscos Corporativos 3. Gerenciamento de Riscos Corporativos Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014 4. Papel dos Gestores
  3. 3. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Agenda 1. Introdução 2. Riscos Corporativos 3. Gerenciamento de Riscos Corporativos Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014 4. Papel dos Gestores
  4. 4. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Introdução Casos Reais Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  5. 5. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Introdução Casos Reais Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  6. 6. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Introdução Casos Reais Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  7. 7. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Introdução Casos Reais Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  8. 8. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Introdução Casos Reais Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  9. 9. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Fonte: Revista Exame, 07 de setembro de 2011 Introdução Casos Reais Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  10. 10. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Fonte: Jornal Brasil Econômico, 22 de junho de 2012 Introdução Casos Reais Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  11. 11. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Introdução Casos Reais Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  12. 12. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Fonte: Pesquisa KPMG “Never again? Risk management in banking beyond the credit crisis ” (2009) Introdução Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  13. 13. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Fonte: Pesquisa KPMG “Never again? Risk management in banking beyond the credit crisis ” (2009) Introdução Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  14. 14. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Fonte: Pesquisa Deloitte “Inteligência em Gestão de Riscos” (2012) Introdução Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  15. 15. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Introdução Solvência II: três pilares Exigências Mínimas de Capital Processo de Revisão pela Supervisão Disciplina de Mercado I II III  Requerimento de capital  Capital baseado em risco  Capital mínimo  Atividades de Supervisão  Processos internos de governança, gestão de riscos, controles internos e compliance  Disclosure  Transparência Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  16. 16. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Introdução Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  17. 17. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Fonte: Pesquisa Deloitte “Inteligência em Gestão de Riscos” (2012) Introdução Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  18. 18. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Fonte: Pesquisa Deloitte “FPI Filers – Risk Inteligence Map” (2012) Introdução Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  19. 19. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Agenda 1. Introdução 2. Riscos Corporativos 3. Gerenciamento de Riscos Corporativos Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014 4. Papel dos Gestores
  20. 20. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.  Conceito de risco não é novo  Knight (1921): Risco versus Incerteza  Markowitz (1959): Teoria das Carteiras -  e   Conceituação de diversos tipos: mercado, crédito, liquidez, legal, compliance, operacional, estratégico, reputação etc.  Miopia de risco:  Finanças  Fraude  Seguro  Visão descentralizada: abordagens por silos organizacionais Riscos Corporativos Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  21. 21. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.  Risco é a ameaça de que um evento afete de forma adversa o cumprimento da missão organizacional (AS/NZS 4360)  Vínculo do risco com estratégia de negócios  Só faz sentido falar em risco se houver objetivos  ISO 31000 (outubro 2009): norma guarda-chuva, convergência entre as diversas normas  Enfoque gerencial para empresas:  riscos que podem ser eliminados ou evitados com o emprego de práticas de negócios  riscos que podem ser compartilhados  riscos que devem ser gerenciados de forma ativa Riscos Corporativos Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  22. 22. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Riscos Corporativos  Classificação dos tipos de risco, baseada nas fontes de incerteza que possam afetar os lucros:  Financeiros  Estratégicos  Operacionais Estratégicos Fonte: Adaptado de Coimbra (2007, 2011), IBGC (2007), Jorion (1998), Marshall (2002) e Raff (2001). Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  23. 23. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Riscos Corporativos  Mercado  Liquidez  Crédito Riscos Financeiros Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  24. 24. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Riscos Corporativos Riscos Estratégicos  Decisões estratégicas  Mudanças nos cenários econômicos ou políticos  Risco Político  Competição / concorrência  Alterações nos hábitos e características dos clientes  Alterações regulatórias ou legais com impacto no modelo de negócios  Inovações tecnológicas  Planejamento estratégico  Risco de reputação ou de imagem Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  25. 25. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Risco de Reputação Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  26. 26. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Risco de Reputação Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  27. 27. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Risco de Reputação Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  28. 28. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Risco de Reputação Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  29. 29. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Risco de Reputação Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  30. 30. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Riscos Corporativos Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  31. 31. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Riscos Corporativos Riscos Operacionais (causas e definição) Eventos externos Processos TecnologiaPessoas possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou decorrentes de fraudes ou eventos externos, incluindo-se o risco legal e excluindo-se os riscos decorrentes de decisões estratégicas e à reputação da instituição (Circular Susep 492/2014) Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  32. 32. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Riscos Operacionais Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  33. 33. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Riscos Operacionais Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  34. 34. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Riscos Operacionais Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  35. 35. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Riscos Operacionais - TI Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  36. 36. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Riscos Operacionais - TI Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  37. 37. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Riscos Operacionais - TI Fonte: Jornal Brasil Econômico, 22 de junho de 2012 Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  38. 38. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Riscos Operacionais - TI Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  39. 39. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Riscos Corporativos Riscos Operacionais  Risco de Compliance: risco de sanções legais ou regulatórias, perdas financeiras ou danos à reputação que um banco pode sofrer como resultados de uma falha em cumprir leis, regulamentos, normas internas e códigos de conduta aplicáveis às atividades bancárias (BIS, Abril 2005) Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  40. 40. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Riscos Corporativos Riscos Operacionais  Risco Legal: risco associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pela instituição, bem como a sanções em razão de descumprimento de dispositivos legais e a indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas pela instituição (BC, Res. 3.380/06) Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  41. 41. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Riscos Operacionais Fonte: http://www.susep.gov.br/setores-susep/cgsoa/coris/dicem/arquivos-gt-operacional/2012-10-31-%20Relatorio%20Final%20de%20Capital%20de%20Risco%20Operacional%20V2.pdf Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  42. 42. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Risco Legal Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  43. 43. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Risco Legal Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  44. 44. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Risco de Compliance Fonte: Jornal Brasil Econômico, 05 de junho de 2012 Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  45. 45. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Risco de Compliance Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  46. 46. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Riscos Corporativos Impacto de cada categoria de risco no valor das ações Fonte: Pesquisa Deloitte “Desarmando os Destruidores de Valor” (2005) Amostra: 100 empresas, entre as 1.000 maiores organizações globais Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  47. 47. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Riscos Corporativos Antídotos para os destruidores de valor  Gestão integrada dos riscos  Fortalecimento de uma cultura ética  Sistemas de informação ágeis  Enfrentar os riscos com baixa freqüência e alto impacto Fonte: Pesquisa Deloitte “Desarmando os Destruidores de Valor” (2005) Amostra: 100 empresas, entre as 1.000 maiores organizações globais Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  48. 48. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Agenda 1. Introdução 2. Riscos Corporativos 3. Gerenciamento de Riscos Corporativos Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014 4. Papel dos Gestores
  49. 49. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Sistema de Controles Internos Circular Susep 249/2004  A Circ. 249 trata de um sistema de controles internos  Fundamental para a consecução dos objetivos organizacionais  É responsabilidade de todos na instituição  Permeia todas as atividades da instituição  Inclui a Auditoria Interna  Pilar fundamental da Gestão de Riscos e da Governança Corporativa Controles Internos Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  50. 50. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Controles Internos Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  51. 51. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Controles Internos Controle interno é um processo conduzido pela estrutura de governança, administração e outros profissionais da entidade, e desenvolvido para proporcionar segurança razoável com respeito à realização dos objetivos relacionados a operações, divulgação e conformidade. (COSO, 2013) Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  52. 52. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Controles Internos Fonte: COSO (2013) Objetiva determinar se o controle interno está adequadamente desenhado e monitorado O processo que assegura que informações relevantes são identificadas e comunicadas tempestivamente As políticas e procedimentos para gerenciamento dos riscos identificados Framework para Controles Internos A identificação e análise dos riscos que podem impactar no desempenho da organização Alicerce dos outros elementos, inclui os valores éticos, a estrutura organizacional e a cultura Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  53. 53. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Fatores chave de sucesso  Patrocínio da Alta Administração e do Conselho de Administração  Modelo de Governança Corporativa e Controles Internos  Atuação dos gestores  Taxonomia de Risco  Cultura de risco  Visão por processos  Documentação  Estrutura de Relatórios  Solução tecnológica (infraestrutura e ferramentas) Gestão de Riscos Corporativos Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  54. 54. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Gestão de Riscos Corporativos Fonte: Pesquisa Deloitte “Inteligência em Gestão de Riscos” (2012) Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  55. 55. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Agenda 1. Introdução 2. Riscos Corporativos 3. Gerenciamento de Riscos Corporativos Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014 4. Papel dos Gestores
  56. 56. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Fonte: IIA – Internal Auditors Institute. As três linhas de defesa no gerenciamento eficaz de riscos e controles (2008). Papel dos Gestores Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  57. 57. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Fonte: Pesquisa KPMG “A evolução dos riscos e controles internos na visão dos executivos brasileiros” (2008) Papel dos Gestores Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  58. 58. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Papel dos Gestores Fonte: Pesquisa Deloitte “Inteligência em Gestão de Riscos” (2012) Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  59. 59. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. Cultura de risco  Ausência de cultura de risco adequada contribuiu para a crise global  Tomada de decisão e atuação no dia-a-dia buscando o balanceamento entre risco/retorno e o alinhamento ao apetite a risco  Parte da cultura organizacional : conjunto compartilhado de atitudes, valores, práticas e normas que caracterizam uma organização  A cultura interfere em como o risco é tratado no cotidiano (ex. apetite para risco, controles implementados, qualidade dos relatórios financeiros)  Tone at the top  Avaliação por parte da Supervisão Fonte: FSB – Financial Stability Board. Guidance on Supervisory Interaction with Financial Institutions on Risk Culture - Consultative Document (2013). Disponível em http://www.financialstabilityboard.org/publications/c_131118.pdf Papel dos Gestores Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  60. 60. © Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização.© Direitos Reservados. Proibida reprodução sem autorização. 1ª linha de defesa  Donos dos riscos  Fortalecimento da cultura de riscos  Planos de ação para correção de deficiências em processos e controles  Responsáveis por manter controles internos eficazes  Conduzem procedimentos de riscos e controle diariamente Papel dos Gestores Papel chave dos gestores nos processos de governança, gestão de riscos, controles internos e compliance Prof. Fábio Coimbra 11.11.2014
  61. 61. Gestão de Riscos Corporativos Prof. Fábio Coimbra fcoimbra@usp fabiocc@fia.com.br Tokio Marine São Paulo, 11 de novembro de 2014

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